TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

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TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Administrador em Seg Out 14, 2013 9:47 am



Bem-vindo(a) Convidado, deve estar ansioso(a) para descobrir quem é seu progenitor ou progenitora, por tanto, queira por favor realizar o teste a abaixo. Queira postar seu teste neste mesmo tópico.
Também pedimos que siga algumas regras, todas localizadas abaixo, assim, as suas chances de passar nesse teste aumentam em muito.
Boa sorte e seja bem-vindo(a) a família do PJO.
 

 
Regras
NÃO PLAGEIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.

Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Progenitor Primordial:
Progenitor Mortal:
Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Conte-nos sua História (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):
 

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Última edição por Administrador em Ter Fev 04, 2014 10:31 am, editado 1 vez(es)
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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Adam R. Wanster em Sex Nov 01, 2013 5:33 pm



Nome: Adam Robert Wanster
Idade: 18 Anos
Local de Nascimento: Japão, Proximo a floresta Aokigahara
Progenitor Primordial: Lady Nyx
Progenitor Mortal: Sebastian Robert Wanster
Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Mentalmente perturbado seria uma definição um tanto quanto exagerada demais, fora diagnosticado com Hiperatividade e Transtorno de Deficit de Atenção, sendo que muitas vezes não demonstra a hiperatividade na sua forma convencional, pensa em varias coisas ao mesmo tempo sendo que muitas destas vezes acaba pensando em soluções um tanto quanto diferentes das linhas de raciocínio de outras pessoas, gosta de visualizar a vida de uma outra perspectiva, sendo ela a do amor a tudo, mas geralmente é um tanto quanto recluso pelo fato de não saber se portar direito com pessoas diferentes, pois pode ser considerado chato com extrema facilidade, perdendo algumas amizades “verdadeiras” com brincadeiras bobas, extremamente leal a aquilo que lhe é imposto, consiga a amizade de Adam e ele será seu amigo eternamente, a menos que o decepcionara, ai sim encontrara um lado um tanto quanto sombrio do semideus, este lado geralmente não é muito usado devido sempre preferir o seu lado bonzinho de ser. Seu lado malvado nada mais é do que sua mesma personalidade mas voltada para acontecimentos ruins, devido ao fato de guardar muitas coisas que se acometem ao mesmo, acaba se sobrecarregando de rancor e raiva de pessoas que não o entendem, tendo que algumas vezes “extravasar” pelo acumulo de stress, é do signo de Touro e acredita muito em cosmologia, sendo um exímio observador das estrelas.

Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
O semideus em questão mede exatos um metro e setenta e um centímetros, possui uma expressão facial relativamente feliz, pois sempre tenta demonstrar suas emoções pelo mesmo, mas sempre guardando seus sentimentos, quem o vê dificilmente o diagnostica como um garoto que tenha problemas, tirando isso nada muito extra curricular, possui cabelos loiros escurecidos com o tempo, seus olhos são de uma coloração um tanto quanto enegrecidos, impossível de se dizer a coloração correta pois as íris dos olhos de Adam mudam constantemente, principalmente quando uma emoção toma predominância sobre o mesmo, possui um corpo relativamente definido pois passara mais de dez anos de sua vida freqüentando academia para controle hormonal, sempre fora o mais baixo da turma ( de todas suas escolas claro ), mas crescera razoavelmente rápido durante seu ultimo ano ( de 17 à 18 anos ), possui uma voz calma e geralmente meiga, podendo ser forte e ríspida quando nescessario, bastando forçar um pouco a voz poderá fazer pessoas irritadas, pois por algum motivo consegue alcançar notas altas com a mesma, não necessariamente afinadas.

Conte-nos sua História  (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):
Tudo começa no ano de mil novecentos e noventa e cinco durante uma negra noite de neve, o solo do hospital parecia feito puramente de gelo, mas se tratava de um mármore negro polido como os usados para mansões antigas, possuía uma arquitetura relevante mas altamente grandiosa, uma mulher fora levada a emergência pois estava em trabalho de parto, fora neste dia que Adam nasceu, um tanto quanto mirento de aproximadamente vinte e oito centimentros de comprimento e pesando quase dois quilos e meio, continha alguns fiapos de cabelos escuros caindo ao lado de seu rosto, mas uma expressão alegre logo que saída do ventre de sua mãe, uma enfermeira local pegando um lençol para embrulha-lo olha para o lado e ninguém mais estava ali, a mãe que outrora estava deitada sobre a maca não parecia mais ter pertencido ao cenário, um homem robusto e de expressão severa entra a sala, revelando um sorriso bobo ao perceber o bebê sobre os braços da enfermeira, foi a partir daí que deram queixa de sumiço sobre a mãe de Adam, aquela que o mesmo nunca soubera seu nome, ate o dia em que ouvira falar do Acampamento Meio-Sangue.
***

- Pai quem é minha mãe ? – Indagava o rapaz de doze anos que já continha os cabelos claros naquela época, o ano era de 2001 e o rapaz apenas olhava para seu pai que de semblante fechado respondia sempre com a mesma resposta prontamente dita e metodicamente programada.
- Adam Robert Wanster, quantas vezes já não lhe disse para não invocar esta palavra aqui em casa ? Ela morreu, fugiu, sei lá, ela somente não te quis e o deixou para trás, agora não me incomode tenho de me deitar para o turno de mais tarde. – O pai se vira e vai em direção ao quarto.
Adam sempre soube o que seu pai fazia quando se trancava sobre o quarto, ele chorava quando falava de sua mãe, nunca quisera demonstrar isso, mas quando fora pego chorando ao visualizar uma foto antiga quase ameaçara o garoto de morte, era pequeno naquela época, quatro anos e meio, por este motivo não se lembra muito bem do retrato de sua mãe, somente que ela tinha lindos olhos, mas desde então quando tentara procurar a tal imagem, ela simplesmente havia sumido de vista, como se algo ou alguém o escondesse todas as vezes que o mesmo a quisesse procurar.
A academia era um de seus únicos momentos de concentração e pensamento, exercícios físicos cansavam o corpo, mas abriam brechas para que a mente ficasse livre para pensar, em conseqüência acabava se cansando mentalmente também chegando em casa esgotado e dormindo pela tarde toda, acordava antes das 23:00 da noite para fazer seu Hobbie favorito, vislumbrar as estrelas e a noite que estava com uma linda lua cheia, uma brisa gélida passa pelo rapaz como se beijasse sua face, adorava aquele local por isso, por algum motivo sobrenatural, sentia-se como se abraçado por sua mãe, devia ser pelo fato de nunca ter recebido um abraço de verdade da mesma, mas sonhar valia de tudo naquele momento mágico.
***

Naquela noite em especifico, algo de vislumbrante acontece sobre o céu estrelado, o vento frio passava sobre os cabelos de Adam fazendo os pelos de seu corpo se eriçarem tentando manter o calor, quando uma linda estrela cadente cruza o céu, o garoto somente fecha seus olhos e acaba pensando mentalmente formulando seu desejo.
” Quero conhecer e falar com minha mãe”
O vento pareceu ficar mais carregado e gélido enquanto os sons ao seu redor eram abafados por algo, quando seus olhos se abrem o rapaz esta diante de uma linda mulher, cabelos negros feito a noite, olhos brilhantes cheios de vida, mas ao mesmo tempo opacos e foscos fazendo com que ora ou outra sua expressão vagueava de feliz para triste, meiga e raivosa, mas nem mesmo tais expressões fizeram Adam recuar. Um movimentar de mãos e a mulher esta a acariciar o rosto do menino, seu vestido negro esvoaçava ao vento enquanto seus cabelos permaneciam perfeitamente quietos, poucas foram as palavras dentre elas somente:
- Prazer meu filho, sou sua mãe Nyx, desculpe não me revelar durante todos estes anos de sua existência, mas não poderia intervir em sua vida, a menos que me invocasse, sou uma divindade grega e você, meu filho é um semi-divino, sei que parece muito estranho o que venho lhe falar, mas neste lugar tudo ira se esclarecer.
A mulher retira a mão do rosto de Adam e o mesmo percebe que uma espécie de portal se formara atrás da dama, tudo ao seu redor estava negro, mas uma linda colina poderia ser vista enquanto pessoas corriam ao longe em uma espécie de treino rápido, tudo muda e então ela e o menino estão parados sobre a colina.
Um rapaz saltitava atrás do mesmo vindo em sua direção, a mulher apenas abre espaço e então duas malas, as malas de Adam apareceram sobre os pés da dama, ela apenas o olha e o repreende dizendo:
- Semideuses não tem vida fácil, e seu pai ficara bem, cuidado com a vida pois ela pode ser cruel com minhas proles.
O rapaz que saltitava agora estava ao seu lado pegando uma das malas e correndo em direção a uma grande casa de coloração azulada que estava ao fim da colina inclinada, o filho de nyx acaba pegando sua mala e indo em direção, a mesma casa que o rapaz outrora estava indo, mas antes apenas olhou para trás sentindo os olhos marejados e vendo a moça se virando e lentamente virando nevoa e sumindo diante seus olhos, um sorriso transpassa seus lábios e um aceno leve de mão, logo o rapaz estava junto do satiro que corria e pulava alegremente sobre o acampamento meio sangue...

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):

Tudo estivera calmo naquela noite de sábado, onde eu morava sábado a noite era usado para festas e saideras, mas ali no acampamento parecia não se tratar da mesma maneira, não ligava muito para festas, mas não escutar a musica alta e eletrônica era ao mesmo tempo irritante e tranquilizante, vinculei meu olhar ao arco celeste de minha mãe e ficara olhando, ela se revelara para mim e la estava eu observando a beleza que eu sempre já observava, deitei de costas sobre o telhado e fechei meus olhos caindo em um sono rápido.
Sonhei que estava sendo levado por dois rapazes de porte grande, eles me carregavam como se eu fosse leve, coisa que geralmente não sou devido meu porte físico, mas eles me levantavam com uma precisão que ate pareciam já ter feito isso antes, então meus olhos se abrem revelando que eu estava mesmo sendo carregado, eles não eram homens e sim dois brutamontes da espécie Nefliniana, ou seja dois gigantes me carregavam me levando a algum lugar ao desconhecido, tentei me mover então percebo que sobre minhas mãos e pés se encontravam amarras que me incapacitavam de me mover, tento mas é em vão.
Generosidade não é um dos marcos mais famosos dos gigantes e definitivamente aqueles ali não obtinham de tal pratica pois ao chegarmos em uma clareira fui jogado ao chão com tal brutalidade que provavelmente haveria costelas quebradas quando eu voltasse ao acampamento, me peguei pensando por um pequeno período de tempo como fui parar ali, tinha leves vislumbres de sons que escutara durante meu percurso em som, mas pigarrei a voz e comecei a falar de forma fria e sádica com os boçais a minha frente.
– Me desculpem, mas como me retiraram do acampamento ? seus boçais obtusos!
Um dos gigantes cai em gargalhada ao escutar a palavra enquanto começa a caçoar do companheiro:
– Cosais ossudo, ele te chamou de cosal ossudo... mas o que é um cosal ?
O gigante leva uma mão a sua cabeça enrugada e a coça, definitivamente eles não eram civilizados e nem mesmo inteligentes, mas tentei fazer com que me entendessem perfeitamente:
– Preciso saber como me retiraram do acampamento. – Ambos me olham e então vejo uma linha tênue de inteligência percorrendo aqueles cérebros cinzentos.
– Nos deixaram passar, então passamos né Totó ? – o que estivera coçando a cabeça recebe uma cotovelada na costela e responde rapidamente:
– Isso mesmo Tony, isso mesmo. – Não tinha tempo para ficar vendo dois brutamontes conversando feito crianças de pré escolar, tateei ate encontrar uma linha metálica que circundava meus dedos, ela era fina mas me fazia sentir mais seguro, girou meu polegar sobre a mesma e logo uma extensão negra começa a escorrer por minhas mãos, logo uma extensa corrente negra produzida em energia parecia ganhar vida, rodo minhas mãos que unidas estavam devido as amarras e giro as mesmas fazendo a corrente envolver o tornozelo de um dos gigantes e me virando usando minhas costas como uma alavanca começo a fazer força puxando a corrente para baixo e então sinto o gigante se movendo e caindo, me levanto aliviando a força da corrente e começo a rodar meus braços sobre a cabeça, atirando hora ou outra contra os gigantes, a ponta da corrente se crava sobre a barriga de um que urra de dor, tentando ir em minha direção, mas me movendo rápido passo por baixo de suas pernas e puxo a corrente, fazendo ela começar a lentamente rasgar a barriga do mesmo que lentamente começa a definhar em poeira dourada.
O outro tentando se levantar acaba escorregando e com um movimento rápido acabo cravando a corrente sobre o mesmo, o desintegrando, achei estranho esta morte tão rápida, mas em nossa vida, nada é muito normal, giro ao redor procurando por algo como ponto de referencia e vejo uma placa que havia na avenida perto do acampamento, então começo a andando em direção a mesma seguindo aquela direção, estava voltando em direção para casa.
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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Apolo em Sex Nov 01, 2013 7:12 pm

Eu realmente fiquei em duvida quanto a lhe aprovar ou não. Sua história foi relativamente boa, bem descrita e com ótima ortografia, além de usar palavras muito boas. A batalha foi um pouco fraca, gigantes não são tão fáceis de se destruir, mas você foi bem.

Aprovado, e espero que você melhore nisso.

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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Dom Dez 01, 2013 9:56 am

Nome:
Jace Wayland

Idade:
14 anos

Local de Nascimento:
São Francisco

Progenitor Primordial:
Éter

Progenitor Mortal:
Emily Wayland
Características Psicológicas:

Acho a característica que mais me define e amigável, sempre gosto de conversar com as pessoas sobre tudo e alegrar todos a minha volta, por que acho que alguém triste deve sorrir para ficar bem. Gosto de ser educado, na verdade sou bem educado com as pessoas, tanto aquelas que jamais vi ou aquelas que conheço e desgosto.
Minha hiperatividade é notada por qualquer um que fique comigo por mais de dois minutos, normalmente estou mexendo na minha faca ou riscando o chão ou fazendo algo diferente de sentar apenas e ficar pensando, nem sou filho de Atena para ficar nessa de racional, creio que eu sou meio a meio, razão e emoção, assim que deve ser.
Sou bem respeitoso, orgulhou apenas um pouco, cabeça dura, muitas vezes ciumento, mas é meio que um segredo isso e gosto de conversar com as meninas, me sinto bem perto delas, mesmo que nem sempre eu queria ficar ou beijar algumas delas, é apenas costume ser sociável com todos. Isso foi só um pouquinho o Wayland.

Características Físicas:
Antes eu tinha cabelos loiros que caiam sobre os ombros, mas isso até eu crescer e ter dez anos, quando resolvi adotar um corte mais curto. Tenho olhos azuis como o céu límpido, dizem que as meninas que olharam diretamente neles se perdiam por um momento, mas é claro que é apenas um boato, nem todas tiveram esse efeito...
Não sou o garoto mais alto de todos, apesar de ter músculos fortes e corpo sarado, não chego a ter um metro e oitenta centímetros, mas ainda sim gosto de fingir que sou alto. Tenho pele branca e clara, Sol normalmente me queima quando vou a praia, por isso raramente vou à piscinas ou coisas do tipo, meu hobby é basquete.
Normalmente uso roupas bem simples, camisas unicolores escuras que não mancham fácil, calças jeans escuras e não aquelas justas que apertam tudo, as comuns e largas. Nos pés eu sempre estou usando um all star, é o sapato perfeito para qualquer situação, seja um baile ou uma luta, esse par de calçados serve para tudo, não atoa dizem que Hermes usa um par alado, esperto.

Fisicamente a pessoa pode sempre ver um sorriso, mesmo que quando triste ele esteja enfraquecido, olhos claros sempre convidativos a uma conversa, postura normal, nem tão curvada pelo cansaço ou ereta como de um grã fino, a postura de um garoto de 14 anos que gosta de basquete e música eletrônica, que gosta de ser discreto ao mesmo tempo que sou chamativo. Esse sou eu, ou melhor, um pouco do Wayland.

Conte-nos sua História.
Minha história começa com um casal bem apaixonado, pelo menos sempre que Emily Wayland me contava como conheceu meu pai, ela todas as vezes usou essa palavra para definir o carinho e amor que tinha por ele. Meu pai tinha cabelos loiros, era forte e alto, contudo fora tudo que a minha mãe falou sobre ele, depois apenas mencionou que ficaram um mês juntos e ela engravidou, depois ficaram mais um ano e meio, porém ele teve que partir.

Por isso eu fui criado apenas pela minha mãe, uma bela mulher de cabelos loiros, olhos azuis que herdei, corpo esbelto e sorriso cativante. Ela fora uma grande advogada e conhecera o Phillip, um promotor por quem se apaixonou novamente e alguns anos depois se casaram, por sorte ele gostava de mim e fui tratado como um filho por ele, mesmo depois que Clarisse nasceu, éramos uma família perfeita apesar de meus pesadelos que me atormentavam e meu TDAH, contudo uma sexta trágica mudou minha vida repentinamente.

Era comum que meu padrasto e minha mãe me buscasse na escola no último dia da semana, depois de pegar minha maninha, mas nesse dia eu tive um passei ao zoológico o que salvou a minha vida. Quando retornamos a escola, a diretora veio até mim, nunca vou esquecer ela cobrindo meu corpo com um casaco enorme e dizendo:
- Meu filho, sua família sofreu um acidente e morreram todos, sinto muito.

Na época eu tinha apenas dez anos e perder todos que se importavam comigo foi um choque. Sem outros familiares eu fui dormi na casa de uma professora, mas no dia seguinte eu fugi indo para meu antigo lar. Sabia onde ficava a chave, subi as escadas e juntei minhas coisas em uma bolsa, joguei nas costas e parti dali, sem saber o que fazer ou aonde ir, apenas queria fugir de tudo para esquecer a dor que cravara em meu peito.

Vaguei aquele dia, dormi aquela noite em um beco escuro de São Francisco, mas após acordar e caminhar pelas ruas, uma moça me viu e levou para sue orfanato, não resisti, estava com tanta fome que não poderia continuar a me virar sozinho, por enquanto. Passei um longo período no orfanato Green Vilage com outros meninos e meninas desafortunadas, como era bonitinho, loirinho com cabelos longos até os ombros, eu costumava chamar atenção de casais que queriam adotar alguém, mas jamais aceitei, não queria perder outra família. O tempo foi passando até que um novo acidente ocorreu.

O Orfanato era uma construção antiga que tinha tantos móveis e quartos, que nem todos eram usados ou visitados, apenas pelos garotos que adoravam brincar e se esconder pelo lugar. Numa tarde eu fui para a ala abandonada apenas para me isolar, ficar quieto e sozinho, sem tanta gente falando e gritando em meus ouvidos. Como era meu aniversário eu não queria ficar com ninguém, mas para minha surpresa um homem surgiu no corredor escuro e cheio de poeira logo a minha frente. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ele começou a se aproximar e percebi que era enorme, três metros de altura, tinha tatuagens negras pelo corpo que me assustaram e dentes serrilhados como os de um tubarão, que coisa era aquela?

Virei meu corpo e corri, estava longe de todos para pedir ajuda e o gigante me perseguia segurando um bastão enorme de metal pronto para esmagar minha cabeça com aquela coisa. Quando cheguei a escada, que depois de descer daria em um salão com móveis cobertos por panos e uma porta enorme de madeira, porém trancada, estava encurralado pelo monstro, descia cada degrau tremendo de medo enquanto aquele ser se aproximava com um sorriso no rosto. Quando achei que minha vida tinha acabado uma menina surgiu quebrando a porta e chamando minha atenção e do meu perseguidor.

Ela usava uma camisa preta de mangas longas, uma calça jeans clara, cabelos negros presos em um cabo de cavalo sobre o ombro e olhos cor de mel que me chamava atenção, mas uma espada dourada em sua mão parecia assustar o ser que se projetava contra mim que ela chamou de lestrigão. Sem saber ainda o que fazer eu corri, escondi atrás de um sofá velho enquanto a menina encarava aquele bicho e cravava, depois de uma breve luta, sua espada em seu peito, desfazendo aquilo em poeira, o que foi um misto de incredulidade e fascinação, a menina era linda e perigosa, que garoto de treze anos não ficaria meio caidinho?

Com passo gracioso e um sorriso lindo, ela se aproximou se apresentando como Mary Smith, disse que eu não estava seguro no orfanato e ofereceu proteção dela e seu irmão gêmeo, explicou que éramos especiais e perguntou se eu conhecia minha família. Pareceu uma pergunta estranha para uma menina fazer, mas quando eu afirmei que sabia apenas quem era minha mãe ela teve certeza de que eu era um semideus. Na hora fiquei confuso, nem sabia o que era um semideus, mas aos poucos ela mencionou a existência de deuses gregos nos Estados Unidos, que ela e sei irmão eram filhos de um grande empresário que faleceu com uma deusa e que desde que ficaram sozinhos no mundo vem tentando achar um lugar seguro.

Minha identificação com eles foi imediata, aliada ao fato de não ter nada com que me preocupar eu aceitei o convite, caminhamos pelas ruas da cidade até uma casa abandonada onde o irmão dela esperava. Ele era alto, cabelos negros cortados rentes a cabeça e olhos que passavam algum temor, descobri mais tarde que Richard Smith era um cara bem sério. O Rick entregou uma faca de bronze em minhas mãos assim que em viu, explicou que ninguém era confiável e que estavam seguindo três lestrigões para conseguir suprimentos, naquele momento ele se afastou deixando apenas eu e sua irmã juntos, ela então contou que seu pai morreu deixando uma boa grana para eles, mas como eram semideuses rapidamente foram achados por monstros horríveis e fugiram. Conseguiram armas de bronze celestial, suprimentos e se mantiveram vivos esse tempo todo, agora estavam caçando esse grupo de gigantes atrás de alguma informação.

No mesmo dia em que encontrei novos aliados e descobri toda verdade sobre meu pai, fiquei imaginando os motivos que o levaram para longe, pelo jeito ele era ocupado e tudo mais, não fora embora por que quis. Mary explicou que dos quatro gigantes que seguiam um deles encontrou um cheiro forte no ar, foi até o orfanato e ela seguiu para me salvar, mas agora eles tinham que aproveitar essa noite e atacar os outros três, mas com medo eu fiquei na casa abandonada esperando que eles voltassem com vida, mas e se eles não voltassem? Eu ficaria só novamente?

A noite demorou a passar, na verdade só passou mesmo quando o Rick retornou carregando uma bolsa enorme de couro com coisas dentro, Mary sorria animada com alguma informação que não demorou a me contar. Descobriu um acampamento para semideuses em Nova York, já vieram juntando tudo para partirmos o quanto antes, assim poderíamos enfim encontrar um lugar para vivermos em paz. A partir daquele dia começou a viagem que Homero com certeza gostaria de narrar, talvez o nome poderia ser as aventuras do trio.


Cada vez que saíamos de um ônibus eu era treinado pelo Rick, de como usar aquela faca de bronze que carrego no cinto todo os dias, ele disse que aprendeu sozinho a usar a espada quando precisou e ensinou a Mary. Ele nunca sorria, nunca demonstrava felicidade, mas ao mesmo tempo não gritava, não se ficava com raiva, era um líder bom, mas um amigo frio e firme, sem demonstrar sentimentos. Enquanto isso eu e a Mary éramos próximos, na verdade eu alimentava uma pequena paixão pela menina que uma vez me salvara e agora sempre conversava e contava coisas para mim.

Em uma estação de trem em Dallas fomos atacados por uma matilha de cães infernais, eles tinham o tamanho de cavalos, pelos negros e dentes enorme, provavelmente caçavam por ali meio sangues para matar e comer. Naquele dia, mesmo sendo mordido na perna, eu cravei minha faca no pescoço do ser. Senti meu corpo cair e o do cachorro por cima, mas já estava morto e se desfez em poeira. Matar pela primeira vez foi algo  indescritível, mesmo sabendo que era um monstro ainda sentia a adrenalina no meu corpo e os pensamentos de assassino correrem minha mente, jamais se esquece quem se mata pela primeira vez. Conseguimos derrotar aquele novo desafio e seguir viagem, tantas outras coisa aconteceram durante os dois meses que viajamos, mas o último desafio foi o pior.

Já estávamos em Long Island, no mapa que tínhamos era ali onde encontraríamos um lar, mas fomos surpreendidos por olhos amarelos que saltaram da escuridão com fendas negras, um corpo volumoso surgi na luz do poste mais próximo mostrando seu corpo reptiliano, estávamos cara a cara com um ser que mais tarde eu descobriria ser um Drakon. Corremos por uma ruela com chamas logo atrás, percebemos que fugir não daria certo então ficamos para lutar. Enfrentamos aquele bicho com ferocidade, eu feri meu braço e jamais perdi a cicatriz no braço, Mary quebrou a perna e Rick a protegia com força e vontade. Infelizmente o gêmeo me deu ordem de tirar a sua irmã dali, entregou o mapa e foi a primeira vez que sorriu, ele disse uma frase que jamais esqueci:
“ Lembre-se sempre de suas origens e luta, jamais desista Jace, confio em você.”

Chorando como um bebê eu carreguei o corpo pesado e inconsciente da Mary pelas ruas enquanto ouvia os barulhos de uma luta ficando para trás, dei de cara com um sátiro, esse eu conhecia por ter visto em um filme, ele nos ajudou e levou para o acampamento, pelo menos o sacrifício do Rick salvou a vida de sua irmã e minha, jamais esquecerei dele.






Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):

Como sempre sozinho no chalé de Éter a vantagem era poder dormir de cueca sem se importar com ninguém reclamando. Tomei um breve banho e já sai do banhei com uma calça jeans gasta já que era a mais usada em treinos, vesti uma camisa sem estampas pretas e meu all star branco com preto, pendurei Celeste, minha espada de ouro brilhante, nas costas e sai do chalé de meu pai para enfrentar qualquer coisa que me fizesse esquecer esse dia triste, meu aniversário. Costumava comemorar essas datas com minha família, mas como ela fora morta há algum tempo, agora eu comemoro matando monstros, que evolução não acha?

Cheguei à Arena já avançando sem hesitar para o lado das jaulas, fitei o sátiro que tomava cuidado daquele lugar e pedi que libertasse um lestrigão para recordar o dia que descobri ser um semideus, só que agora tinha uma arma e um treinamento de guerreiro, estávamos em condições iguais. O gigante com tatuagens pelo corpo saiu com um sorriso amarelo, pegou uma espada que estava caída no chão e eu desembainhei minha lâmina de ouro que reluziu com o contato do Sol, apoiei minha arma ao chão e chamei meu inimigo para cima com um dedo, ele se irritou e eu sorri.

Nossas armas se encontraram no ar fazendo um barulho de metal brandindo, rolei para o lado e tentei cortar seu calcanhar, mas ele deu um largo passo para trás e um soco forte no meu peito me fazendo cair sobre a poeira da Arena. Mesmo sem ar eu levante já aparando novos golpes daquele monstro, ele parecia entusiasmado, talvez ser liberto após ficar preso por um bom tempo e ter a chance de comer um semideus com aperitivo o fizera um lestrigão feliz, mas eu não estava afim de perder ou ser derrotado.

Avancei com uma estocada na direção de sua barriga que apenas espetou o ar, Posicionei minha espada contra o a lâmina dele e o empurrei, usei a luminosidade de Celeste e joguei contra os olhos do humanoide, depois um arco alto que acertou seu peito deixando um talho sobre a roupa suja e grossa do gigante. Dei um suspiro por ter ferido aquela fera, mas nem tive chance para um breve descanso, o monstro já voltava a cortar e fatiar o ar tentando me acertar de qualquer forma com sua espada, até mesmo usando a arma com bastão para tentar esmagar meu corpo, infelizmente para ele, seus movimentos eram lentos e eu conseguia desviar com minha espada ou com movimentos ágeis saindo da reta de seu golpe.

De repente ele inventou de atacar com um escudo que havia no chão, provavelmente algum semideus o deixou depois de treinar, isso que dá quando não seguem as regras de guardar aquilo que usa ou pega emprestado, serve como munição de um gigante tatuado armado com um disco mortal. Graças ao raciocínio rápido que tenho provavelmente pelos extintos de combate graças ao sangue divino que corre em minhas veias, usei a luminosidade da minha espada para lhe atrapalhar mirar, corri na sua direção e quando ele disparou ainda sem tanta mira eu deixei meu corpo cair riscando a poeira, levantei e descrevi um arco contra seu rosto seguido de um forte chute em sua cintura. Depois disso disse:

- Você não é um grande desafio gigante.
- Vou te matar agora.

Para minha surpresa ele pegou um elmo e lançou contra mim, batendo em minha perna de forma inesperada ele cortou minha coxa com aquele arremesso e enquanto eu sentia dores eu tive que aparar um golpe dele, mas cai novamente com a força aliada ao desequilíbrio causado pelo golpe. Ele pisou em minha mão de forma que soltei minha espada, depois ele chutou celeste e zombou de mim, mas por sorte a eterna faca de bronze estava em minha cintura, a arranquei com velocidade e cortei seu tendão de Aquiles, o fazendo me soltar enquanto sangrava.

Levantei com fúria e dor na mão, mas ainda sim carregava minha arma de bronze e saltei contra o gigante. Cravei minha arma em seu ombro e depois o chutei na barriga, ele ainda andava sem muita coordenação motora graça ao meu ferimento em seu pé. Desviei de sua espada e depois ataquei, fingi um arco por baixo e enquanto inutilmente ele defendia suas pernas eu finquei minha arma em seu peito lhe matando, fazendo-o somente de poeira. Recuperei minha espada e fui para enfermaria.
Código:
☼ Celeste: espada de ouro imperial que emite permanentemente um brilho característico. Tem um formato triangular da base até a ponta.[Obrigatório]

Faca de Bronze( inicial).

Convidado
Convidado


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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Quione em Dom Dez 01, 2013 5:47 pm

Bem... faltou completar umas palavras, virgulas nos lugares corretos, mas nada que tenha feito com que a história fosse de difícil compreensão. A batalha foi boa porém teria sido interessante se revelasse o nível de luta. Não tenho nada mais a acrescentar, o que posso lhe dizer, é que está APROVADO.
Porém melhore a escrita e ortografia. Tenha calma ao escrever algo e sempre releia com atenção antes de postar.
Lhe desejo uma boa vida de semi-deus, com muitas vitórias, conquistas, amizades, e amor.
Seja Bem Vindo, filho de Éter

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Quione

• Eu vi as pessoas me abandonarem quando eu mais precisei delas.
Então meu coração se tornou frio como o Gelo.
Frágil como um floco de Neve.

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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Edward Mason em Qua Dez 11, 2013 9:58 am



Nome:
Edward Mason.

Idade:
Dezessete anos.

Local de Nascimento:
Reno, Nevada, USA.

Progenitor Primordial:
Érebo.

Progenitor Mortal:
Scarlett Mason.

Características Psicológicas:
A primeira certeza que pode ser dita observando Edward é que você nunca verá o jovem expondo algum medo seu para terceiros. Ele é reservado e aprendeu a manter as pessoas longe, a não ser que aproximar-se delas fosse lhe trazer algum benefício futuro. Gosta de utilizar ironia e sarcasmo quando sente-se em uma posição superior a quaisquer pessoas; mas se esse não for o caso, prefere manter-se em silêncio, observador.

Tem uma visão muito analítica de ações e consequências e raramente age sem pensar; momentos estes que só acontecem quando o jovem é tomado pela raiva, tornando-se assim uma pessoa de ações incoerentes e fala ferina e ofensiva. Quando irritado, Edward toma a personalidade de outrem, e tende a manter tal estado com facilidade, precisando de muito para esfriar seus ânimos.

Características Físicas:
Uma olhada rápida para o rosto de Edward indica uma face de severo queixo quadrado e irônicas sobrancelhas, que abrigam um par de olhos verde-claros irrequietos e um nariz reto e fino. Procura manter o espesso cabelo castanho para cima, sem atrapalhar sua visão de tudo que lhe cerca. As maçãs de seu rosto são altas, dando-lhe um aspecto altivo e inteligente. Sua boca...

Sua boca merece um parágrafo especial. Ela destoa-se do conjunto até agora suave que compunha o rosto de Mason. Um par de lábios carnudos é o atributo físico que mais chama a atenção no corpo do jovem, principalmente do público feminino. O rapaz ainda tem a mania torturante de passar a língua nos lábios, em quaisquer situações.

Não é possuidor de uma compleição física robusta. Pelo contrário, o jovem é esguio e ágil, mas suas habilidades não devem ser contestadas levando em conta apenas sua constituição física. A prole mais nova dos Mason tem sua altura por volta dos 1,85m e pesa 75kg, sendo portanto, magro e alto, mas com músculos longos que garantem-lhe certa força.

Conte-nos sua História:
Eu não levava uma vida normal, mas vivia plenamente satisfeito com minhas atitudes. Minha mãe desapareceu quando eu não era mais do que um bebê. Meu pai? Nunca o conheci. Nasci em Reno, Nevada, dezessete anos atrás - somando assim, mais um ao total de mais de vinte e cinco milhões de pessoas infelizes que não tinham nenhum propósito em suas vidas.

Quando eu tinha dois anos, fui levado para o único orfanato de Reno, o Memorial Hermann Hospice, após ter sido encontrado sozinho no apartamento de Scarlett Mason, minha mãe. Não me lembro muito sobre ela, e quaisquer memórias positivas de minha infância foram logo sobrepujadas pela moradia no Hermann. Eu era apenas um garoto franzino, faminto e solitário quando cheguei. Eles saciaram minhas necessidades físicas e provaram-se igualmente eficazes em marcar o meu estado psicológico para sempre.

Até os cinco anos, fui tratado quase com deferência pelas outras crianças e pelos funcionários; elas demonstravam medo e me deixavam em paz. Essa tranquilidade foi embora lá pelos seis anos de idade, quando conheci o lado mais negro que um ser humano pode mostrar. Castigos físicos eram frequentes e penosos. Aos sete anos, eu mostrava dificuldades em concentrar-me na leitura de qualquer coisa, logo, fui retirado da escola e taxado de preguiçoso e mentiroso. Aos nove, eu descobri que a fazenda de minha mãe fora vendida, e o dinheiro me seria entregue quando eu alcançasse a maioridade. A partir daquele dia, eu sonhava com o dia que faria dezesseis anos, e poderia sair daquele inferno que era a minha vida.

Havia uma das funcionárias do Hermann, a sra. Eriksson, que era muito engajada em acabar com minha vontade de viver. Era também a assistente do diretor do orfanato, cuidava da cozinha e tinha uma convicção muito forte em me odiar. Sempre me designava os piores castigos e me dava as piores porções de comida, fazendo com que eu fosse dormir faminto e irritado. Na noite do meu aniversário de dez anos, em outubro, ela me açoitara de forma particularmente forte com seu cinto, sem nenhum motivo que justificasse a agressão.

Foi ali que decidi fugir, mas não sem antes acertar minhas contas com a sra. Eriksson e com todo o orfanato que me odiava. Quando o relógio da igreja bateu meia-noite, pulei a janela de meu quarto até o pátio, arrombei a janela da cozinha e liguei os dois botijões de gás usados para fazer nossa comida. Após isso, pulei um dos muros externos da construção, me machucando ligeiramente durante o processo, e corri o máximo que pude aguentar.

Ainda me lembro da satisfação que senti, no dia seguinte, ao ouvir dois homens comentando sobre a explosão no Memorial Hermann Hospice, que matara a assistente do diretor imediatamente. Eu estava sozinho no mundo, faminto, cansado e machucado, mas foi a primeira ocasião em minha vida que me senti realmente feliz. Morei em Reno por mais alguns meses, juntando-me com pequenas gangues de jovens de rua que realizavam diversos assaltos nas lojas da região. Descobri que, se não demonstrasse medo e aparentasse confiança e força, todos ao meu redor me respeitavam e, olhe só, me obedeciam. Passei a gostar disso.

Foi nessa época que descobri o gosto pelos jogos de cartas, e passei a apostar nelas. A sorte decidira me sorrir, pela primeira vez, e me proporcionou a oportunidade de uma viagem para Las Vegas. Ah, Vegas... o paraíso para os apostadores e viciados em jogatina. Sobrevivi até os dezesseis anos com o dinheiro que ganhava no carteado e com os produtos que roubava, às vezes. Mesmo já tendo sido pego em flagrante, nunca fui preso nem sofri nenhuma punição. Aprendi a ser deixado em paz. Quando uma situação não me agrada, eu fujo; quando eu não gosto de um lugar, eu vou embora. Sim, não é uma vida normal... Mas também não tinha nada de anormal.

É claro que isso foi até o dia em que sobrevivi a uma épica luta no Clube da Luta de Semideuses de Las Vegas.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
Minha cabeça latejava enquanto tentava entender o motivo de estar no meio de uma arena fechada, cercado por dezenas de jovens que, sem sombra de dúvida, queriam o meu sangue espalhado nos ladrilhos do cômodo.

Vamos tentar do começo. Apenas alguns dias atrás, um rapaz tentou me convencer a levar-me com ele até um certo acampamento para jovens especiais... jovens como eu. Antes de deixar o estranho com a garganta rasgada no meio da Interestadual, eu obtive as respostas que queria. Long Island, New York. Deuses gregos. Semideuses. Poderes especiais.  Decidi iniciar uma viagem de ônibus até lá - já aproveitaria para fazer um pouco de turismo.

Mas, antes, por que não visitar a cidade mais famosa de Nevada? Eu não sabia quando - ou se - iria voltar. Senti-me atraído para aquela construção impecável no meio da cidade de Las Vegas, um prédio com quarenta e sete andares, várias suítes, um cassino e um ringue muito bem posicionado e discreto - o suficiente para que ninguém de fora desconfiasse da movimentação excessiva de pessoas que entravam pelas portas principais. Eu procurava um lugar para dormir e comer por uns dois dias, quando fui narcotizado e levado até o subsolo e posto em uma espécie de interrogatório, ainda semi-consciente. O motivo?

– Posso sentir seu cheiro daqui, garotão. Se você estivesse lá fora, talvez já tivesse atraído todo o exército de monstros de Nevada. – virou-se para um homem mais velho e nem um pouco mais simpático. – Talvez seja um primordial... ou um de lá de baixo. Essa aura dele é mais escura do que um cão infernal.

O segundo homem apenas acenou com a cabeça e subiu as escadas de volta para o térreo. Meu interlocutor sorriu para mim um sorriso tão falso que eu não teria problema algum em transformar cada centímetro quadrado de seu rosto em massa de modelar... se eu não tivesse ambas as mãos presas atrás das costas.

– É muito simples, semideus. Apenas uma luta. Se sobreviver, tem passagem garantida até a colina Meio-Sangue. Se não... bom, você não frequentará um acampamento caso morto, não é mesmo?

Ele deu de ombros para mim, apreciando meu silêncio absoluto. Logo também seguiu os passos do outro visitante até os andares superiores, me deixando pensativo, indignado, cansado e faminto. Eu entendia o que ele queria dizer com monstros, primordial, cão infernal, semideus, acampamento. Não sou um garoto comum e tenho plena consciência disso assim como sei que não posso ficar muito tempo em uma cidade, antes que coisas estranhas comecem a acontecer.

Comecei a travessia do país fazendo paradas apenas para comprar comida e, de vez em quando, dormir em um lugar mais confortável do que o banco de um ônibus. Infelizmente, escolhi o hotel errado em Las Vegas, e agora estava ali, tendo que lutar pela minha vida para provar-me digno de minha existência. Acontece.

– Damas e cavalheiros, preparem seus bolsos e façam suas apostas! – o locutor anunciava alto e com animação exagerada – Que venha o primeiro competidor, o sombrio!

Essas palavras nada significaram, por um momento. Então, um lampejo de memória, e eu sentia todos os olhares ardendo em minha pele. Eu era o sombrio. Ridículo, eu sei. Onde está a criatividade para apelidos interessantes?

Antes de estar ali, no meio do octógono, fora-me instruído avançar pelo corredor direto para o ringue. Quaisquer tentativas de fuga seriam respondidas com a morte. Melhor não arriscar. Fiz como dito, com os ombros tensos e um olhar firme que tentava demonstrar toda a determinação que eu reunia. Meus passos eram largos e diretos até chegar ao meu destino. Se tinha que ser feito, que acabasse logo. Eu podia escutar palmas, gritos e incentivos vindos dos expectadores. Não ousei olhar para nenhum deles; ficaria nervoso se o fizesse, e isso era o que eu menos precisava no momento.

O traje de batalha que eu usava era azul escuro, feito de uma malha que colava pelo meu corpo, deixando transparecer toda a minha fisionomia corporal. As mangas eram curtas e seu tamanho ia acima de meu joelho. Era uma roupa tão ridícula que senti-me envergonhado por sua existência. Porém, todos os meus movimentos estavam livres, graças ao traje. Entrei no ringue e o locutor, de longos cabelos arranjados em um rabo-de-cavalo, apontou um canto para que eu ficasse e esperasse o anuncio de meu adversário.

Agora que eu não era mais tanto o centro das atenções, visto que meu inimigo - não sabia de quem se tratava, disseram-me que era aleatório -, permiti-me uma rápida olhada pela arquibancada. Encontrei jovens e adultos, homens e mulheres, todos em seus trajes sociais caríssimos, todos com suas expressões excitadas, ansiosos para um combate que se seguiria em frente a seus olhos. Por uma fração de segundo, senti ânsias. Caso sobrevivesse, teria como missão de vida destruir aquele lugar.

– Preparem seus corações, – anunciava o locutor novamente – pois agora abriremos espaço para o ariano!

A loucura foi ainda maior do que a ocasionada pela minha chegada. Alguns fãs levantavam cartazes e gritavam ainda mais. Do outro lado, também surgindo de um corredor, estava o homem mais alto que eu já tinha visto. Chegava facilmente aos dois metros e meio de altura. A pele avermelhada deixava claro sua camada epidérmica mais resistente. O rosto quadrado era feio e severo, coberto de cicatrizes, e com olhos quase vermelhos de raiva inflamada. Ele usava um traje do mesmo modelo que o meu, porém de cor cinza, aproximava-se correndo e a cada passo que dava, eu poderia jurar que o chão tremia. Foi impossível não engolir em seco e recuar um pouco. Eu estava em uma desvantagem muito grande. Não tinha conhecimentos profundos de luta; seria um louco suicida se não temesse pelo que estava por vir.

– Preparem-se competidores! – exigiu o homem escamado – Lembrando as regras para os novatos: É proibida apenas a morte! A derrota vem com a desistência ou com o adversário incapacitado de lutar. Nada de poderes!

Eu e meu adversário nos aproximamos, estudando um ao outro, separados por uma distância de dois metros. Era impossível negar a sensação de desconforto por estar na presença dele. Era a mesma reação que um gato teria ao encontrar um cachorro, estranhando-se e entrando em posição de defesa e ataque. Meus punhos se fecharam e o tal ariano resmungou algo revelando o seu timbre gutural e quase inumano.

– Que comece a batalha! – anunciou o locutor, quase correndo para fora do ringue.

Entendi o porquê de sua pressa tarde demais. O meu adversário estava acostumado com brigas; no segundo seguinte ele estava pisando forte, vindo em minha direção com o punho erguido acertando o meu peito com força suficiente para jogar-me contra as cordas de segurança. A falta de ar quase me paralisou, minha visão embaçou e tudo o que eu vi foi uma enorme mancha avermelhada vindo em minha direção.

Agilmente e por puro instinto girei meu corpo para o lado esquerdo, fazendo com que meu adversário acertasse o ar e colidisse com as cordas. Aproveitando a oportunidade, sem pensar duas vezes apliquei um chute forte no seu flanco direito. Não fui idiota para tentar a sorte em um novo golpe, recuei escapando de um golpe de mão. Gritando de forma quase estratégica para animar o público, o homenzarrão avançou novamente em minha direção.

Eu estava pronto para desviar novamente, mas ele abriu os braços e agarrou-me em um abraço esmagador, levantou meu corpo no ar e depois jogou-me no chão com tanta força que o chão rachou e meu ombro deslocou. Pude sentir o sangue escorrendo de dentro de minha boca, não duvidava que tivesse me machucado seriamente por dentro. Tentei levantar-me, a dor era alucinante e dominava a todo o meu corpo. Porém antes que eu conseguisse colocar-me de pé, um soco em minha cabeça me fez voltar ao chão e quase apagou a minha consciência.

Mas que merda estava acontecendo? Iria ser derrotado tão rápido?! Enraivado comigo mesmo e com minha incapacidade, deixei que meus instintos tomassem o controle por alguns minutos. Girei meu corpo antes de ser pisoteado, rolando pelo chão e me pondo de pé, mesmo que cambaleante. Ergui meus punhos e novamente tentei controlar minha respiração. Meu adversário apareceu com uma nova sequência de ataques e foi ai que eu aprendi que, apesar da força absurda que ele tinha, sua velocidade era descompensada. Já meu corpo, apesar de definido, ainda era um pouco magro, o que me permitia agilidade, velocidade e uma esquiva treinada.

Meu plano? Cansá-lo primeiro e não ser atingido. Então passei a literalmente fugir, desviar, circular a arena desviando de suas mãos enormes. Era complicado, e algumas vezes não consegui, sendo atingindo no ombro machucado, na barriga e na cabeça. Cada golpe era como ser atingido por uma marreta.

Os gritos de incentivo continuavam, agora direcionados quase inteiramente para o gigante que me massacrava. Ele veio como um verdadeiro touro em sua corrida desenfreada até mim, seu punho erguido em minha direção. Desviei mais uma vez jogando meu corpo para o lado e logo recuperando minha posição. Percebia-se que, além de agilidade, faltava-lhe inteligência. O ariano bateu na corda e voltou, tentando reaproveitar o impulso. Mas dessa vez eu não fugi, corri em sua direção e antes do impacto saltei e apliquei um soco de cima para baixo, acertando a cabeça dele com força. Não tanto quanto os seus impactos causavam em mim, mas foi o suficiente para derrubá-lo

Ele balançou a cabeça e levantou devagar, parecia atordoado e finalmente cansado. Ótimo, éramos dois. Estava na hora do contra-ataque! O inimigo avançou novamente, tentou acertar-me um chute giratório, abaixei meu corpo deixando que aquela enorme perna passasse sobre mim. Quando tornei a me erguer novamente estava de frente as costas do meu inimigo, não hesitei em dar um chute estratégico atrás do joelho da perna que servia de apoio dele. Ele caiu de joelhos e aproveitei a oportunidade para desferir três socos consecutivos em sua cabeça e na nuca. Afastei-me para conseguir fazer uma base de defensa e esquiva. Ele levantou cambaleante dessa vez, aproximou-se incerto, mas sabendo atacar apenas diretamente começou aplicando um golpe de direita e outro gancho.

Desviei movimentando meu corpo como um verdadeiro lutador de boxe. Apesar de todas as dores lancinantes que sentia, contra-ataquei acertando a barriga mirando no estômago e diafragma. Ele finalmente recuou um pouco, dando-me espaço para acertar em cheio o seu queixo em um gancho perfeito e que quase quebrou meus dedos devido a força máxima que eu havia aplicado. O homem caiu. Cambaleei um pouco para trás, meu corpo inteiro estava suado, minha respiração completamente irregular. Sangue escorria de pequenos cortes no meu rosto e do meu lábio partido. O locutor mais uma vez voltou ao ringue e começou a contagem.

– Cinco! Quatro! Três... Dois... UM! – ele gritou e a plateia inteira se pós de pé, histérica. – Temos um vencedor! O semideus sombrio!

Só então minhas forças esvaíram-se. Cai sobre um joelho e me permitir gemer em pura agonia provinda da dor. Cada músculo de meu corpo parecia contraído e dolorido. Apanhei em demasia, como nunca havia apanhado. Senti braços me segurarem e me levarem para fora da arena, e ainda me permiti uma pontinha de vergonha por ser retirado dali daquele jeito. Não conseguia distinguir o burburinho que parecia me acompanhar até uma enfermaria, mas pude sentir que o resultado da luta de hoje fora completamente inesperado. Logo, reconheci a voz de meu sequestrador, bastante irritado.

– Você não está entendendo, Stark. Era um filho de Ares! – ele sussurrava, logo atrás de mim. – Perdemos muito dinheiro hoje. Você sabe o que eu faria com esse qualquer aí... se não fosse o acordo. Deixem-o descansando por hoje e, amanhã cedo, peguem um avião até New York. Haverá um carro esperando para ir até Long Island.

Decidi que a voz do homem era irritante, assim como ele completo. Mas, como ele parecia disposto a me libertar no dia seguinte, e como eu não tinha mais forças sequer para mexer minha cabeça, resvalei para a inconsciência, não sem antes jurar que ainda teria o sangue desse desgraçado em minhas mãos.

Edward Mason
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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Ex-Staff09 em Qua Dez 18, 2013 8:42 pm

Aprovado.
Parabéns Edward Mason.
Muito bem escrita, e sua história me contagiou.
Tirando os erros comuns está ótimo.
Bem vindo aos Filhos de Érebo.

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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Sebastian Verlac Lahey em Ter Jan 07, 2014 2:48 pm

Nome: Sebastian Verlac Lahey

Idade: 20

Local de Nascimento: Londres

Progenitor Primordial: Érebo (Érebo Verlac)

Progenitor Mortal: Céline Lahey

Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
É um jovem fechado para a maioria das pessoas e um pouco anti-social por muitos fazerem brincadeiras de mau gosto com ele. Ele como filho de Érebo é como muitos filhos de deuses noturnos, sendo um pouco solitário e experiente, pois não é musculoso, grande ou metido como muitos semideuses podem ser e ainda por cima esnobar e humilhar os novatos. Ele é muitas vezes introvertido, reservado, calculista e frio. Independente se é em luta ou não, ele costuma pensar muito antes de agir ou fazer algo, por exemplo, antes de começar uma luta já pensar como lutar e nos possíveis segmentos ou movimentos de ataque. Não costuma falar com ninguém a não ser que seja realmente necessário e conveniente. É extremamente perfeccionista, gosta de fazer tudo sozinho e impecável, mas também pode ser preguiçoso e desleixado, ou seja, ele é bem contraditório por si só. Não costuma se abrir pra qualquer um, mas quando gosta de alguém, ele realmente se entrega a essa amizade ou algo mais. Ele tem um pouco de coragem misturada com burrice porque muitas vezes defende alguns mais fracos de valentões e isso já o encrencou muito.

Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Alto com 1,85m, pele clara, olhos claros que muitas vezes chamam atenção e cabelos castanhos, forte e sempre malhando quando tem um tempo livre ou nos finais de semana. Na maior parte do tempo é perfeccionista e muito amigável, às vezes fica frio e calculista quanto ao seus treinos e/ou o que estiver fazendo. Possuí algumas cicatrizes antigas e outras mais recentes por brigas que se meteu defendendo seus amigos. Ele costuma ser simples com suas roupas sem muita moda ou coisas espalhafatosas, mas tem seu estilo certo como cores de blusas, ou que tipo de blusa usar porque mesmo com simplicidade ele consegue ficar bem.

Conte-nos sua História (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):
Myrah estava trabalhando numa cafeteria e sem querer derrubou alguns copos de cafés velhos em um cliente sentado numa mesa. Ela se desculpou e tentou fazer algo para compensar o erro dela e a chamou para um encontro o que foi bem proposital porque ele morava perto e ela saia em 30 minutos para o almoço. Ele saiu para se trocar e retornou na hora do almoço e a levou para um restaurante onde se iniciou uma paixão entre eles. Após dois meses de encontros para se conhecerem, Myrah soube que o sobrenome de Érebo era o mesmo nome de seu falecido pai e isso era certa infelicidade pelas lembranças do pai morto. Contudo, ela logo esqueceu muitas vezes desse sobrenome, porque Érebo era praticamente perfeito pra ela. Eles começaram a namorar quando fizeram 3 meses se encontrando com quase que um encontro por semana e passado um ano de namoro, Érebo Verlac pediu a mãe de Myrah Lahey em casamento e ela aceitou. Em dois meses eles se casaram porque ambos preferiram casamento só no civil e como seria só pros amigos mais próximos, não tinha o porquê ser na igreja e ter uma festa grande. Após alguns meses, ela teve um bebe que chamou de Sebastian e colocou o sobrenome seu (Lahey) e o de Érebo (Verlac). Foram dois anos juntos muito bons, Érebo viajava embarcado e vinha 15 dias para casa visitar sua esposa e filho, contudo Myrah adoeceu devido a um AVC sem motivo e Érebo deixou seu filho num orfanato com uma foto deles (pai, mãe e o filho) juntos e com um recado dele para seu filho ler no futuro.

Passados oito anos, Sebastian com quase 10 anos estava bem popular no orfanato porque sempre defendia os mais fracos e ficava machucado às vezes e as moças do orfanato quase batiam nele porque ele ia na enfermaria direto por olhos roxo, dente que caiu, mão esfolada por socos, etc. Num certo dia, um diplomata chegou no orfanato pedindo um jovem de doze anos com certas descrições como coragem, ser destemido, defender os oprimidos e ser bem "elétrico". A governanta chamou Sebastian e apresentou o garoto ao homem e ambos ficaram conversando numa sala até que a governanta preocupada entrou e o diplomata chamado Marcus Lightwood disse que o jovem era perfeito e o levou naquele dia mesmo para sua casa. Sebastian é claro pediu por aulas particulares do que lhe interessava no tempo livre fora da escola, como esgrima, musculação e arco e flecha que por alguma razão tinha um talento incrível.

Logo que fizera 17 anos, o mesmo conheceu uma jovem chamada Nicky Castro e ele sentiu algo diferente nela como se tivesse de conhecê-la e assim foi. Se conheceram e viraram amigos o que durou alguns meses apenas. O pai de Nicky se ofereceu como contador pessoal de Marcus porque eles já se conheciam e já que o anterior morreu e ele precisava, o pai de Nicky quis ajudar. Após dois meses de serviço, o pai de Nicky sumiu das vistas de Marcus e os cartões de Marcus começaram a ser recusados e quando foi verificar as contas, as mesmas estavam zeradas e apenas duas pessoas sabiam de todas as contas de Marcus, ele e o pai de Nicky. Marcus teve de começar alguns de seus trabalhos e vender algumas coisas para sair do vermelho de suas contas. Estava sabendo de tudo pelas paredes e apenas fiquei quieto e armei minha vingança sozinho, me aproximando de Nicky com intenção de trair o pai dela também onde quer que ele estivesse.

Passaram-se alguns meses de tentativas e investidas em Nicky para enfim o namoro e logo que firmaram o relacionamento e pediu pro pai a oficialização e benção dele, ele falou com Nicky sobre sua vingança ou parte dela que no caso apenas falou que queria devolver o prejuízo que ele causou ao seu pai adotivo. Nicky concordou e roubou dois quadros da família e os vendeu dividindo o dinheiro entre nós e planejamos fugir, mas antes fui pegar minhas principais coisas em casa. Logo que entre vi Marcus ensanguentado no chão e um dos empregados estava com as mãos pingando sangue. Eu fui até a mesa de chaves perto da porta e peguei a adaga de cortar correspondências tentando usar como defesa contra o empregado. O empregado logo que me viu, fungou o ar tentando sentir algum cheiro especial e ao me ver, ele cresceu e ficou com mais de dois metros, mais forte e feio por sinal e urrou na minha direção. Eu rolei para a direita e engatinhei até Marcus verificando sua morte pelos pulsos e pescoço, o girei no chão e tentei ouvir seu coração e sem querer um papel grudou na minha mão e peguei para ver/ler. Era uma foto de um casal bonito e um bebe nos braços da mulher, no verso dizia:

"Sebastian, sua mãe Myrah Lahey e eu te amamos muito, mas sempre somos o que queremos ser. Sua mãe morreu de um AVC surpresa enquanto estava sentada do lado do seu berço e você segurava um dedo dela enquanto dormia. Sinto muito por ter te deixado no orfanato, mas um dia entenderá que eu como de..(a palavra e um espaço no recado estava com sangue) filhos, mas sempre estarei com você e sua mãe no seu coração.
Com Amor, Érebo. "

Lágrimas escorregam um pouco dos meus olhos e descobri sobre meus sobrenomes agora, mas aquilo ainda estava mal contado sobre meu pai. Pensei sobre o assunto, mas o urro do empregado me impediu e quando me virei vi que o mesmo tinha passado pela parede e rolado pela escada de entrada um pouco pelo jardim que ainda tinha umas raízes e folhas nele. Peguei o anel de família de Marcus para ter algo dele, e levantei-me do chão e corri subindo as escadas com muita pressa e derrubei muitas coisas após passar e deixei o caminho com muitos obstáculos pro empregado bombado. Entrei no meu quarto, tranquei a porta, joguei uma estante na frente e peguei minha mochila já colocando roupas, pacotes de biscoitos, a foto dos meus pais e um pouco de dinheiro que era minha reserva durante os anos. Senti-me estranho por estar fazendo isso, mas precisava ser feito agora porque Nicky planejava ir comigo.

Fechei a mochila e a coloquei nas costa pendendo por apenas uma das alças no meu ombro direito e sai do quarto pela porta para o escritório que tinha uma saída de emergência. Fui até a mesa principal, apertei um botão atrás da mesa e em seguida o chão atrás fez um assovio baixo abrindo um alçapão junto do barulho do empregado passando pela porta e caindo no chão pela estante e cadeira que deixei atrás da porta. Abaixei-me, levantei a porta do alçapão e passei por ele e deixei a porta dele cair e desci as escadas o mais rápido que podia. No meio das escadas, tropecei em algo e ouvi um grito de dor e em seguida um empurrão e passei a rolar com alguém pela escada abaixo. Levantei-me com dificuldade e perguntei quem era e ele apenas me disse que conhecia meu pai Érebo Verlac e digo que era melhor me explicar no caminho o que estava havendo.
Saímos dali por um túnel subterrâneo até uma garagem da casa de praia que tinha um jipe meio empoeirado, mas como sabia dirigir e ele estava funcionando nem liguei. Chamei o garoto que devia ter a minha idade, também tinha cabelos escuros, pele bem mais morena que a minha e olhos mais claros. Um pouco fraquinho comparado a mim e tinha uma faca numa espécie de bainha ou algo assim na cintura. Ele entrou no carro e disse para irmos para o aeroporto e me levaria para um lugar onde seria minha nova casa e poderia conhecer meu pai de verdade.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):
Estava na Casa Grande esperando o Quíron poder me atender e me explicar o básico do acampamento. Estava sozinho na sala de espera enquanto ele falava com o sátiro que me trouxe e aquilo só me deixava nervoso porque estava um calor e com meu nervosismo tudo aumentava somando também meus pensamentos a mil. Ouvi uns gritos que me fizeram quase ter um troço devido ao que pensava que era conversado naquela sala com centauro. Eu me levanto calmamente e vou até a porta da casa com apenas o anel de meu padrasto que peguei pra ter algo dele, mas tomei um susto quando vi umas dez mulheres com pernas de caudas de cobra usando peitorais de armadura, cada uma com escudos, espadas ou lanças e elmos completos. Fiquei observando a cena de longe esperando que aquilo acabasse, mas só piorou porque alguns semideuses rolaram da colina meio-sangue que em seguida apareceu dois cães pretos e enormes como os que me perseguiram no carro. Quase tive um troço quando um deles me viu e veio calmamente rosnando até a Casa Grande. Virei pra trás para chamar o centauro, o sátiro e o casal pra vir ajudar, porém o sátiro estava caído no caminho da porta devido a uma parte do escritório ter explodido o que me alertou da minha audição prejudicada porque não tava ouvindo o sátiro me alertando de uma mulher cobra atrás de mim e o cão preto na varanda da casa. A mulher fez um movimento com a espada, eu tentei me defender com meus braços e acabei levando um corte médio no braço esquerdo me fazendo cair pela força dela no sofá do lado da sala. Dei um grito de dor, levanto-me e de alguma forma estranha uma espada negra apareceu na minha mão e a mulher cobra quase teve um infarto quando viu. Por instinto dei um grito alto de BU e ela caiu no sofá parecendo temer minha espada. Ela se recompôs e eu tentei um corte partindo de baixo para cima tentando cortar as pernas/cauda dela o que surtiu efeito para acordá-la do medo. Ele se levantou e tivemos alguns choques de espadas comigo atacando ela e a mesma se defendo e vice versa. Durante os ataques dela, pisei na cauda dela que estava ferida devido um golpe meu, o que fez a gritar de raiva, mas tarde demais porque girei a espada a minha mão e cravei no peito dela. Ela simplesmente sumiu e eu fiquei surpreso com isso, mas não tive tempo porque o cão me deu uma patada. Tento me levantar o mais rápido que podia, pois cai em cima do sátiro que desmaiou durante meu tombo. O cão arrebentava a entrada da casa e eu não tinha ideia de como lutar com ele que era enorme, mas tive uma ideia e sai da Casa Grande pelo “buraco” no escritório. Pulei pra fora, caindo no chão com um pouco de areia e grama e dou a volta na Casa Grande para surpreender o cão. Observei que os outros semideuses conseguiram exterminar muitas dracaenaes pelo menos em comparação de antes e agora eu tinha que fazer algo com aquele cão nem que fosse distrair até os outros me ajudarem. Eu consigo chegar a tempo dele não ter entrado todo na casa e agora estava meio a meio pra dentro e fora. Eu corro para perto dele, me aproximo com minha espada pronta pro ataque e corto a perna esquerda dela que o faz tombar de lado e uivar de raiva, mas o pior foi conseguir a proeza de me chutar com a outra pata sem nem me ver. Eu caio no chão com um pouco de pedras, dou algumas tossidas enquanto me levanto e vou até ele com uma raiva que crescia dentro de mim como nunca senti antes. Assim que aproximo o suficiente, pulo no osso da pata dele e escalo na bunda dele tentando não deixar a espada cair e por algum motivo aquilo parecia natural pra mim. Quando chegou ao máximo do corpo dele pra fora da casa, uso minha espada em vários fincadas no dorso dele o que o provocou tanto que ele conseguiu se soltar, mas apenas para girar de novo o que diminuiu a pressão no corpo do animal e o fez ficar de barriga pra cima. Cai devido ele ter virado, solto minha espada puxando pra cima e fazendo um rasgo nas costelas do cão. A pata esquerda dele tenta me golpear, mas me esquivo e depois da terceira tentativa dele, pisei na pata e corto o máximo que consegui. A pata sumiu na hora assim como a traseira e a mulher cobra de antes, mas não me satisfiz e subi nele de novo. Escalei só a lateral e desci até o pescoço dele passando onde era a porta já com a espada apontada pra cravar no pescoço dele. O cão tentou me bater com a outra pata, mas a parede ajudou e finquei várias vezes nele até ele sumir e eu ficar no chão cheio de pó de monstro. Passei uns minutos parado ali, sentado no chão com a espada fincada nele e com as mãos no cabo dela esperando que fosse um sonho, mas não era. Uns semideuses apareceram depois me dando parabéns e perguntando minha mãe ou meu pai e outras coisas que nem entendi. Quíron pediu silencio, passou em meio aos semideuses e falou que agora iria falar comigo naquele escritório meio aberto.

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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Éter em Qua Jan 08, 2014 12:52 pm

Ótimo teste, meus parabéns. Sem muitos erros e você foi bem criativo, apesar de que algumas partes de sua história ficaram confusas.

Aprovado,
Bem vindo, filho de Érebo.

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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Sab Jan 18, 2014 7:50 pm

Nome:
Blair Louise Black.
Idade:
19 anos.
Local de Nascimento:
Londres, Inglaterra.
Progenitor Primordial:
Tártaro.
Progenitor Mortal:
Jasmine Louise Black.
Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):

Blair sempre foi uma garota reclusa, não gostava de ter contato com pessoas de fora, muito menos as desconhecidas para a garota. Não esboça praticamente nenhuma reação, sentimento ou emoção. Raramente fala alguma coisa, é conhecida por passar a maior parte do seu tempo em seu quarto, sozinha, seja desenhando ou ouvindo música. Seu único contato é com sua família, mais precisamente, seus avós, que foram quem cuidaram dela desde a morte da sua mãe. Blair pode ser definida como uma garota cruel, que não se importa com os outros. É extremamente irônica e sarcástica, não deixa que nenhuma pessoa se aproxime demais a ponto de conhecê-la como ela realmente é. Muito inteligente para a sua própria idade, não tem medo das coisas e aceita qualquer desafio, também está preparada para toda e qualquer dificuldade ou problema que surgir em seu caminho.
Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):

A garota possui uma elegância e charme natural, herdado da sua família. É extremamente pálida e não muito alta. Seu cabelo é preto e curto, com alguns cachos, seus olhos são verdes como esmeraldas. O corpo magro e de aparência frágil, porém a menina é forte e muito rápida. Suas feições estão sempre sérias e é raro vê-la sorrir verdadeiramente, na maioria das vezes são apenas sorrisos sarcásticos ou irônicos. Seu corpo é coberto por tatuagens, mas cada uma tem um significado diferente e muito importante para a garota, frases sem sentido para outros, mas significantes para ela. Não consegue permanecer por muito tempo do mesmo jeito, está sempre inventando algo com que possa mudar a si mesma, seja uma cor diferente de cabelo, um corte, uma nova tatuagem ou até mesmo algum piercing. Seus braços são marcados por cicatrizes, mas a menina nega a dizer o que ou quem fez aquilo.

Conte-nos sua História (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):

Kensal Green Cemetery, Londres, 2001.
A família cercava o túmulo sem dizer uma palavra, em seus rostos as lágrimas escorriam sem cessar, exceto Blair. A pequena garota vestida de preto, de mãos dadas com sua avó, Abigail, olhava do túmulo para o rostos dos seus familiares, sem expressar emoção alguma.
Blair olhou para sua família envolta do túmulo da sua mãe. Todos estavam presentes, seus avós, seus tios, até seus primos, os primos que a garota nunca chegará a conhecer, mas que agora estavam ali, olhando confusos para o túmulo da mulher que era sua mãe.
A menina se lembrava da última vez que havia visto sua mãe. A última sexta-feira, um dia chuvoso, cinza e frio, mais que o normal para Londres, parecia que alguém sabia exatamente o que iria acontecer e o dia estava daquela maneira, se preparando para o luto de uma das mais importantes famílias da cidade.
Naquele dia, Jasmine saiu cedo de casa, cansada de olhar para aquela estranha criança que era sua filha. A menina pálida, cabelos escuros e olhos claros que ficava sozinha o tempo todo, desenhando figuras incertas em pedaços de papel, como se estivesse em outro lugar, não realmente ali como deveria.
A mulher tinha certeza que aquela menina não era como as outras, em seus sete anos de vida, nunca tinha a visto dar um sorriso que quer ou expressar qualquer tipo de sentimento. Blair bufou ao ver sua mãe saindo de casa, ela realmente não tinha paciência para aguentar aquela mulher querendo que a menina se tornasse um tipo de barbie londrino.
Não bastava as garotas da sua escola a repudiarem por ser exatamente do jeito que era? Ela gostava de ser assim. Ela era assim e não seriam garotas mimadas ou a sua mãe que lhe impediriam de ser do jeito que Blair queria ser.
"Que todos eles morressem" desejou a menina, sem deixar de pintar o seu desenho.
E na mesma noite veio o aviso. Jasmine havia morrido. Não contaram para a garota como, mas ela sabia. Blair desejou aquilo e ele realizou.
A pequena Black não sabia explicar quem era ele, era simplesmente o homem que aparecia em seus sonhos, nunca havia visto o seu rosto, aquilo era uma incógnita para ela. Assim como a identidade dele.
Largo Grimmauld, 12, Londres, 2007.
Blair estava sentada em frente a escadaria que dava acesso a entrada principal da Mansão Black. Era Natal e a rua estava coberta de neve, tudo estava coberto de neve. Mais a frente, no meio da rua, Abby e Ryan, os primos da garota, brincavam animadamente com a neve enquanto ela apenas os observava.
Eles haviam a convidado para participar, mas ela negou. Em breve ele viria levá-la. Ele havia prometido isso a ela na noite passada, tanto que agora ela estava ali, esperando-o. Blair gostava de seus avós, eles eram legais e deixavam ela ser exatamente como queria, mas a garota sentia que ali não era seu lugar. Ele tinha tido que iria ajudá-la e encontrar o seu lugar.
E assim que viu o homem encapuzado olhando-a do outro lado da rua, correu em sua direção. Ele estendeu a mão para ela e sem hesitação, Blair a segurou.
Nova York, Estados Unidos, 2010.
Agora, com 16 anos, Blair estava sozinha. Ele havia levado-a até os Estados Unidos e aparecia frequentemente para ajudá-la no que a garota precisava, seja em seus sonhos ou até mesmo fisicamente.
Blair sabia se virar, sempre se virou sozinha e gostava mais assim, ficar sozinha. Ela, agora, poderia fazer o que quiser, seja passar o dia desenhando ou dormindo. Não importava, ela simplesmente faria o que quisesse.
Aquelas pessoas estranhas que ela via sempre estavam mais presentes que nunca e deles sim ela se escondia, não por medo, por preocaução. Ele não havia dito o que aquelas coisas eram, mas ela sabia que não deveria confiar. Na verdade, ela não confiava em ninguém, sem ser ele.
Acampamento Meio-Sangue, Long Island, atualmente.
Fazia dois meses desde que a garota havia sido trazida para o Acampamento por sua prima, Abigail. As duas não se davam bem, mas a filha de Poseidon havia ido até Nova York para buscar a prima a pedido de um desconhecido.
Haviam explicado a Blair tudo o que ela precisava saber. Porém, para a garota, ainda faltava ter certeza de uma coisa. Quem era seu pai?

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):

Blair apoiou-se na parade, arfante. Segurava suas adagas firmemente. Precisava só de um tempo para recuperar o fôlego que voltaria para matar aqueles monstros rídiculos. Porém eles não dariam um tempo a ela e foi isso que ela pensou ao vê-los em sua frente.
A garota era ágil e por isso conseguiu escapar de uma das bolas de fogo lançadas pelo lestrigão. Notou a dracaenae vindo para cima dela e jogou uma das suas adagas na monstra, acertando-a na barrigada. Levantou-se rapidamente, empunhando a outra adaga e se afastando do monstro.
A dracaenae a olhava com raiva, a adaga ainda presa em sua barriga. Sibilando ela se aproximou de mim, ao mesmo tempo em que o lestrigão jogou outra bola de fogo. Blair escapou daquela novamente e correu, escondendo-se dos monstros atrás de uma pilha de caixas de papelão.
Entrar naquele galpão realmente havia sido uma péssima decisão, pensou.
A garota estava afartante, suas mãos suavam e ela temia soltar a adaga. Já havia perdido uma, se perdesse a outra seria o seu fim. A garota levantou-se e saiu correndo no exato momento em que o Lestrigão lança uma bola de fogo contra as caixas, mas a dracaenae já a esparava e assim que a garota apareceu, a monstra segurou em seu braço, ficando suas garras na pele dela.
Com o outro braço, Blair puxou a adaga ainda fincada na barriga da dracaenae e a atacou, fazendo com que a monstra sibilasse e a soltasse, afastando-se por alguns metros. Apesar de não ter ideia de onde o segundo monstro estava, a garota investiu contra a dracaenae, atacando-a com as duas adagas.
Blair conseguiu fazer alguns cortes na mostra, em seu rosto, braços e corpo. Nada grave, por enquanto. A garota não soube dizer exatamente quando o lestrigão apareceu, mas pode vê-lo por cima do ombro da dracaenae e foi isso que a fez recuar. Correu para o lado direito, fugindo da bola lançada por ele.
Não sabia que tinha fechado os olhos, apenas tomou consciência disso quando sentiu as garras da dracaenae fincando em seu braço, próximo de onde havia ferido anteriormente. Em questão de segundos Blair abriu os olhos e fincou uma das adagas do estomâgo da monstra, fazendo a mesma sibilar, porém, dessa vez, a dracaenae não a soltou e Blair não teve alternativa se não fincar a outra adaga no coração da monstra, transformando-a em pó em segundos.
Recuperou a adaga em questão de segundos, a tempo de me esquivar outra bola de fogo lançada pelo monstro que ainda restava. Se antes a garota estar arfante, agora o ar já faltava em seus pulmões, porém ainda havia um monstro para ser derrotado.
E então, Blair sorriu, aquele tipo de sorriso sádico que não é nada agradável de se ver. Com uma velocidade impressionante, correu em direção ao lestrigão. O monstro tenta segurá-la, mas a garota desvia, girando para o lado e finca uma das adagas em suas costas.
O monstro grunhiu e se virou, pronto para lançar outra bola de fogo, mas antes que ele consiga fazer isso, a outra adaga é lançada em direção a sua cabeça, transformando-o em pó assim como a dracaenae.
Ela respirou fundo, pegando as adagas novamente, guardando uma no bolso e colocando sua mochila de volta nas costas. O homem havia dito para nunca ficar tempo demais em um local e se havia alguém em que Blair confiava, era nele.
Quando estava quase saindo do galpão, ouviu alguém gritar.
- Ei, você! - por impulso, a garota se virou, encontrando uma menina loira com uma mochila e armas, assim como ela.
Blair ignorou o fato de estar cansada e se pôs a correr, mas aparentemente, a outra garota também era rápida e logo a alcançou. Quando a sentiu próxima demais, se virou, com a adaga em punho e investiu contra  a garota que a perseguia. Seu golpe foi aparado com eficácia por um escudo e em seguida, ela segurou seu pulso com força.
A Black tentou se soltar, debateu-se, mas nada mostrava eficiência, quem quer que fosse aquela garota mais baixa que Blair, ela era forte.
- Solte! - disse.
- Você é Blair, certo? Sou Abby, me mandaram buscar você.

PS: Eu não tenho editor de texto ou word, fiz tudo pelo Google Drive e lá deram todas as linhas necessárias.

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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Poseidon em Sab Jan 18, 2014 8:06 pm

Avaliação:

Sua escrita é boa, assim como a ortografia. Não pude perceber muitos erros em sua ficha, apenas uma vez em que mudou o narrador de terceira pessoa para primeira, em uma frase. E também seria bom que você não repetisse muito as palavras, por exemplo: "A garota", você usou muito essa palavra, você poderia a ter substituída por "a semideusa, a jovem, a menina, etc..."
Meus parabéns filha de Tártaro!


Aprovada

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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Seg Jan 20, 2014 8:07 pm

Nome:
Lion Jones Black
Idade:
19 anos
Local de Nascimento:
Londres, Inglaterra.
Progenitor Primordial:
Tártaro
Progenitor Mortal:
Jasmine Louise Black

Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Lion é um garoto que poucos conseguem entender. Suas emoções mudam constantemente e nunca sabem como ela esta, apesar destas emoções serem sempre ruins. Muitas vezes ele fica com raiva de repente, calmo, agitado, enfim, não há uma personalidade certa para este jovem. Usa de sua beleza a todo momento, muitas vezes, quando vai em bairros ricos e de pessoas famosas, ele consegue até seduzir mulheres mais velhas que não tem compromisso com ninguém. Estas o levam para jantar, ou para suas casas. Ele permanece apenas por dois ou três dias com esta mulher. Isto lhe dá a oportunidade de roubar os pertences e o dinheiro delas e ir embora na mesma hora, vendendo o que ganhara e conseguindo dinheiro para sobreviver por mais tempo na rua. Constantemente, Lion ouve vozes em sua mente dizendo locais em que ele não deve ir por ser perigoso, ou que logo ele não teria mais que fazer o que faz, pois tudo iria melhorar e ele encontraria pistas e respostas sobre sua verdadeira família.

Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
O jovem em questão tem uma estatura alta de mais ou menos 1, 70. Tem elegância e charme natural que chega a espantar as pessoas que passam por ele na rua, admirando o porte físico semelhante a de um atleta do garoto que parece aparentemente forte, além de  uma beleza que o faz parecer um ator famoso. Tendo olhos de uma cor rara, semelhante a cor de um diamante azulado belo e uma pele extremamente pálida junto com cabelos negros e um pouco bagunçados, consegue chamar facilmente a atenção das pessoas que passam por ele, e das mulheres que o querem. Quando sorri, mostrando seus dentes brancos e perfeitos, as pessoas começam a ter certeza de que ele não é nenhum jovem sem teto ou um usuário de drogas. Lion tem uma cicatriz no rosto, em sua bochecha esquerda causada por um ataque que sofreu de uma mulher estranha com garras afiadas que o perseguira mas que foi morta por um golpe do mesmo homem que falava em sua mente.

Conte-nos sua História (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):

24 de Outubro de 1994 - Londres, Inglaterra.
Uma mulher permanecia na sala de parto, já dando a luz para o que seriam um menino e uma menina gêmeos. Ela sentia a dor dos dois filhos nascendo enquanto ouvia as vozes dos médicos dizendo palavras de incentivo a ela. Logo, o choro dos bebês foram ouvidos. Dois belos recém nascidos que teriam uma vida completamente diferente da normal, e a do garoto começaria agora.
Assim que Blair e Lion foram levados para serem cuidados por duas enfermeiras, a primeira mulher cuidou perfeitamente da garota, mas a segunda fugiu com o garoto, com o sonho de ter um filho, e este sonho ela realizaria.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Lion cresceu como uma criança um pouco normal, ia a escola, brincava, fazia tudo que alguém de sua idade poderia fazer, mas sempre tinha uma duvida na cabeça? Onde estaria seu pai?
Sempre que perguntava a "mãe" ela respondia que o pai de Lion havia os abandonado, mas Lion sempre ouvia em sua mente uma voz que dizia: "Ela esta mentindo. Vá embora que logo eu lhe direi a verdade".
Até que chegou o dia em que Lion fez o que a voz pedia, fugindo da casa que vivia e indo morar nas ruas de Londres, tendo de sobreviver por si próprio e fazendo coisas que poucos jovens tinham a capacidade de fazer.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Alguns dias atrás, 10 anos depois...

Aquele era mais um dia na rotina "agitada" do jovem garoto de 19 anos. Ele permanecia deitado em uma cama confortavel, com um lençol cobrindo suas partes intimas enquanto ele olhava para o teto do luxuoso quarto onde havia passado a noite. A mulher que ele "pegara" daquela vez, loira com mais ou menos, 25 anos, permanecia deitada com um sorriso no rosto pela noite que passara com o jovem.
Lion apenas pensava em como era fácil aquilo tudo. As mulheres, procurando alguém que ficasse com elas, perdidas pelo fim de seus relacionamentos, levavam para suas casas qualquer um que aparecesse e começasse a mostrar interesse por elas, sem nem ao menos conhece-los. Aquela noite Liam havia conseguido duas coisas: um jantar de graça com uma mulher rica, e a chance de ganhar mais dinheiro com os pertences caros que ela tinha.
O jovem maior de idade riu baixo enquanto retirava o lençol que o cobria e se levantava, pegando suas roupas jogadas pelo  quarto e as vestindo enquanto se lembrava da noite anterior. A mulher era boa naquilo, mas ele não prestava muita atenção naquilo, agora o seu foco era o roubo dos pertences.
Ele terminou de se trocar, arrumando um pouco seus cabelos e saiu do quarto, dando uma ultima olhada para a mulher e murmurando um "Otária" antes de sorrir sadicamente e fechar a porta, rumo a uma sala que a dona da casa mostrara onde mantinha quadros de valor e algumas outras coisas. Quando Lion chegou lá, fechando a porta atrás de si sem fazer barulho, já começou a pegar várias das coisas que provavelmente iriam lhe render um bom ganho quando ele vendesse e assim que decidiu já ser suficiente o que pegara, ele saiu da sala, correndo rumo as escadas e desta, indo até a porta principal do local e saindo correndo pelo jardim, passando rapidamente por seguranças que cercavam a casa e logo, começaram a atirar nele.
Lion era ágil e rápido e parecia desviar das balas enquanto corria em ziguezague, escalando o muro da casa sem ao menos encostar no arame farpado junto aos fios de eletricidade e saltando para fora da residencia e correndo pelo bairro somente de pessoas classe alta enquanto os guardas da casa continuavam o perseguindo.
O garoto entrou em um beco sem saida, pulando o muro rapidamente com sua agilidade enquanto os homens atiravam nele em vão. Lion já saltava para o outro lado, saindo do campo de visão deles e sumindo com os quadros ainda em mãos. Quando ele percebeu que já estava seguro, deu uma risada baixa e começou a analisar a mercadoria roubada, pensando em quanto ganharia com tudo aquilo quando vendesse, quando do nada, ele sentiu a sensação estranha de que alguém estava o observando e olhou para trás, vendo um homem utilizando um capuz escuro que impedia Lion de ver seu rosto, mas o jovem parecia pensar que ele era familiar.
-Quem é você? - Foi a primeira pergunta que ele pensou em fazer, tentando lembrar de onde havia visto aquele homem misterioso.
-Apenas um homem qualquer... Ou não. - Ele respondeu, com uma voz forte que fez Lion o reconhecer. Era o dono da voz que sempre aparecia em sua cabeça, o aconselhando.
-Você... -Lion disse, um pouco assustado olhando para o capuz do homem que levantou a mão, indicando a Lion que a segurasse.
-Venha comigo, eu irei te levar para as respostas. -Ele disse, ainda com a mão estendida e sem hesitar, querendo saber tudo sobre seu passado, Lion segurou a mesma, enquanto de repente, ele aparecia em um enterro com várias pessoas que pareciam não ve-lo. Elas estavam todas em volta de um caixão contendo uma mulher. -Aquela ali é a sua mãe.
Lion se assustou ao ver a mãe morta, mesmo ela tendo cara de que era jovem, mas assim que a mulher foi enterrada, ele passou a prestar atenção em uma garota que olhava sem interesse para a mulher morta.
-E aquela, é Blair, sua irmã. -O homem disse, apontando para a mesma garota que ele olhava. Lion pode ver que se os dois estivessem um ao lado do outro, pareciam idênticos, tirando a pele um pouco mais pálida da garota e seus olhos cor de esmeralda. Logo, a imagem mudou, e Lion estava em um beco diferente do anterior.
-Onde estamos agora? -Ele perguntou ao homem misterioso enquanto observava o local.
-New York, Estados Unidos da América. Você ficará aqui até que um resgate enviado por mim venha em seu encontro. Não vai demorar muito. -Lion ia dizer algo, mas não tee tempo, o homem já havia desaparecido, deixando o garoto de olhos cor de diamante com uma expressão confusa no rosto.
Atualmente...
Lion vive em um local que nunca pensou que existiria, com pessoas um pouco iguais a eles, relacionadas a seres que ele pensara que eram apenas lendas antigas. Seres com poderes infinitos que poderiam estar em qualquer lugar, a qualquer hora. Ele havia descoberto que era um semideus, filho de um deus grego, mas de quem era filho que não sabia. Tudo iria chegar conforme o tempo, e a verdade sobre o pai de Lion estava muito próxima de ser revelada a ele.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):

Lion corria pelas ruas escuras da cidade de New York tentando encontrar um lugar que estivesse a salvo daquelas duas criaturas que o perseguiam a mais ou menos, duas horas. O jovem estava cansado pela perseguição e torcia para que o próximo lugar que encontrasse fosse realmente seguro.
Ele pela primeira vez conseguia ser pego ou encontrado tantas vezes. Aqueles seres humanóides gigantes pareciam farejar seu cheiro de longe e sempre o encontravam em seus esconderijos.
-Droga! Eles estão chegando perto! -O garoto olhou para trás, vendo novamente, os dois monstros criarem com suas mãos, bolas de fogo vermelhas e brilhantes e lançarem no garoto que rapidamente desviou, graças a sua agilidade. Ele entrou em um beco em seguida, se escondendo atrás de umas latas de lixo vázias e espantando um gato de rua que correu amedrontado. -Porfavor, que eles não me encontrem!
-Lute contra eles. Seu resgate esta próximo, você vai aguentar. -A voz daquele homem apareceu na mente do jovem, como sempre fazia desde o dia em que o homem levara Lion pra New York. -Tem algo bom ao seu lado direito.
Lion olhou para a direção indicada, vendo um par de adagas negras com um brilho forte ao seu lado e o mesmo as pegou, sentindo-se mais confiante. Ele correu com uma Adaga em cada mão e voltou para a rua onde estava, parando um pouco a frente, afastado dos monstros que fizeram um som semelhante a um riso e lançaram novamente esferas vermelhas cobertas de fogo no semideus. Lion desviou com um sorriso no rosto, estava realmente muito confiante. Até demais.
Ele começou a correr na direção dos monstros com as adagas preparadas enquanto desviava de algumas esferas lançadas pelos humanóides com mãos gigantes. Ele corria em ziguezague, lembrando de quando tinha que desviar das balas dos revólveres dos guardas das residencias que roubava e fazia o mesmo aquela hora. Ele saltou em cima de um dos Lestrigões, fincando a primeira Adaga da mão direita na grande barriga do Lestrigão, o derrubando para trás e rolando para a esquerda, fazendo a esfera do segundo atingir o rosto de seu amigo, mas não causando muito dano.
Lion riu ao ver a situação e o monstro levantar com a adaga presa em sua barriga, fazendo o mesmo soltar muito sangue que escorria pelo corpo do Lestrigão raivoso. Os dois monstros investiram contra o semideus, acertando um soco de raspão no braço do jovem de 19 anos. Lion revidou, raspando a adaga que permanecia na mão esquerda no corpo do Lestrigão ainda não ferido, fazendo o mesmo rugir de raiva e partir novamente para cima do semideus e desta vez acertando o seu estomago com um soco, fazendo Lionser lançado a alguns metros pra trás e cair no chão, sentindo dor pelo golpe.
O jovem levantou um pouco arfante e investiu contra o lestrigão com a adaga na barriga, lançando a outra adaga no rosto do mesmo, mas errando por pouco e recebendo um sorriso sarcastico do do monstro que correu até ele e o segurou, lançando a vários metros para trás e fazendo o semideus cair com as costas no chão fortemente, ao lado da Adaga que havia sido lançada.
Agora, já sentindo uma dor forte, Lion se levantou, agarrando a Adaga novamente e andando até o lestrigão ferido que já corria novamente em sua direção. Quando estava próximo, a ponto de colidir com o lestrigão, o jovem pulou para o lado, lançando sua adaga no monstro em seguida. A arma atingiu o ouvido do monstro e perfurou o mesmo. Logo, com um "han?" o monstro humanóide se transformou em pó.
O segundo lestrigão olhou o pó dourado se dissolver com o ar e ser levado pela brisa e logo olhou para Lion com raiva, pronto para investir contra ele, mas logo, ele parou de andar, paralisado e caiu no chão de repente, se transformando em pó dourado assim como o primeiro. Atrás do monstro, segurando uma espada branca e preta, estava um garoto de cabelos loiros e olhos azuis que emanava o cheiro do mar a sua volta, parecia que eu já havia o visto em algum lugar. Ele se aproximou de mim, sorrindo e encostou o dedo em mim. Logo, água surgiu dali e eu me assustei enquanto a mesma percorria meu corpo sem me molhar e eu começava a me sentir melhor, como se todos os meus machucados tivessem sumido.
-Vamos, temos de ir para o local seguro. Ah, e eu sou o garoto que aquele homem disse que iria te buscar. Prazer, Ryan Carter Black, filho de Poseidon. -Ele sorriu, enquanto colocava a espada no bolso e eu via a mesma começar a diminuir de tamanho. Ele começou a andar sem me esperar, mas logo olhou pra trás. - Vamos logo antes que apareça mais algum monstro!
E eu comecei a seguir o estranho conhecido até o local que ele dizia ser o único local seguro para semideuses gregos, o Acampamento Meio Sangue.

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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Seg Jan 20, 2014 8:26 pm

Lion, gostei muito da descrição das suas características e da sua história, porém sua batalha deixou um pouco a desejar. Além disso, tome cuidado com os erros e repetições de palavras.
De qualquer maneira, seja bem vindo, filho de Tártaro.
Aprovado.

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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Logan W. Ferruci em Ter Jan 21, 2014 4:19 pm


Nome: Logan Widann Ferruci

Idade: 15 anos

Local de Nascimento: Chicago

Progenitor Primordial: Érebo

Progenitor Mortal: Karon Hidden

Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Este é frio, calmo, solitário sarcástico, e totalmente desalmado, sua mente pode ser considerada como a de um psicopata, e também de sociopata, e todos os patas que existirem. Mas apesar de tudo, tenta ser bastante leal no cumprimento de seu dever e está sempre a treinar para então manter-se mais forte a cada dia que passa.
Também é corajoso, imprevisível, impulsivo e determinado em mostrar que é muito poderoso e que mataria qualquer um que tivesse o atrevimento de desafiá-lo.
Detesta oponentes fracos e com medo e não possui emoções como pena, amor remorso ou medo. Sempre demonstra estar de mau humor e o que realmente o destaca é seu orgulho e seu horrível senso crítico das coisas. Sua personalidade é muito forte por causa destes motivos e por muitos outros...

Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):

Logan é um garoto qualquer de sua idade, tem 1 e oitenta e pouco de altura, é considerado por alguns como um gigante, por outros ele era apenas grande, mas o garoto se considerava mediano, nem alto nem pequeno; Da última vez que se pesou ele tinha 41 quilos, mas ele tinha emagrecido mais uns dois ou três quilos, seus olhos são cor de mel e seu cabelo castanho meio cor de mel também.
Seu corpo é meio musculo e definido, como o de um atleta, mas com pequenos motivos, quando era pequeno ele meio que fazia academia em casa, levantando coisas pesadas que encontrava pelo corredor ou pela sal. Fez algumas poucas tatuagens pelo seu corpo, umas delas foi uma arma em seu quadril, era uma pistola, seu cano ia em uma direção a sua virilha, o garoto também tinha um sorriso branco bonito e seduzente,tem um certo charme com garotas, mesmo sem perceber faz elas gostarem dele, seria algo de génetica isso, já que os homens eram doidos por sua querida e amada mãe.


Conte-nos sua História (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):
Logan sempre foi um garoto legal com seus amigos, pelo menos com os poucos que ele tinha, eram apenas dois, Louis e Alice, dois gêmeos que ele havia conhecido no jardim da infância, e desde lá eles três são amigos, o garoto faz uma confusão quando mexem com um dos gêmeos, seu gênio é muito forte, seu pavio é curto e quando explode...É bom ninguém chato estar por perto, pois se estiver vai levar socos e chutes até morrer.
A mãe do garoto trabalha de secretária de uma famosa modelo internacional, Elizabeth Loonre, uma supernova das passarelas, Lizzie, como o garoto a chamava era muito legal com o menino e com seus colegas, assim como sua mãe também era, o garoto havia sido criado por sua Mãe, e quando ele perguntava quem era seu pai, ou ela mudava de assunto ou não respondia o garoto. Seu pai havia abandonado os dois quando o garoto nasceu, o porque ninguém sabia...
Vários anos se passam e o garoto agora já com uns quinze anos já estava no último ano escolar, seus amigos ainda eram Alice e Louis, os gêmeos Legrand. Sua mãe havia casado, com um ator não muito conhecido, mas fazia filmes e novelas aqui e ali; Ele era alto, seu cabelo loiro caia sobre seus ombros e seus olhos eram castanhos cor de mel. Ele lembrava muito o pai do garoto, para Karen, que ainda era secretária da Lizzie. Mas a carreira dela estava quase no fim, a modelo quase não era chamada para nada, Lizzie ficou triste e deprimida com isso e demitiu a mãe do garoto, que agora dependia do seu marido.
Um dia na escola tudo mudou para Logan, ele estava na aula de Química, o que não gostava muito por causa de sua Dislexia e também ele tinha falta de atenção com algumas coisas, a próxima aula era de História, e todos iriam em um excursão para um antigo museu grego-romano, a única coisa de que ele realmente se esforçava era nas aulas de história, Alice e Louis estavam juntos com ele, Louis a sua esquerda e Alice a sua direita, eles estavam meios estranhos naquele dia, talvez fossem fazer uma pegadinha com ele, ou algo do gênero. Bem, o aniversario dele já havia passado também, então o que seria o motivo deles estarem tão sérios? Logo ele iria perguntar.
Quando chegaram a ala dos grandes heróis gregos e romanos Logan viu uma porta, que dava a uma sala que estava sendo acabada, só faltava o teto, ou seja, ela estava aberta em cima, chamou os Legrand para perguntar porque eles estavam estranhos, mas ele se surpreendeu. Eles soltaram um sorriso e subiram em uma escada que dava lá em cima, mas em uma velocidade fora do comum, quando Logan se virou ela estavam lá em cima, ele se assustou e pediu para que eles descerem, mas eles não ouviram, e começaram a dizer: Estamos esperando este momento a anos... É hora de você morrer, Filho de Érebo!!!- O Garoto não entendeu nada, parecia ser apenas uma boba brincadeira, mas não era, os corpos dos dois começaram a se dissolver e se misturar, uma névoa negra se formou ao redor dos gêmeos, que agora não eram mais gêmeos, tinham virado umas espécie de monstro, depois que a névoa se dissipou o garoto viu, um grande homem-touro, ele pulou lá de cima e deu um pequeno abalo quando ele chegou no chão, Logan se desiquilibrou e caiu no chão; Um de seus colegas de classe adentrou na sala, mas ele não estava com roupas normais, estava com um tipo de Armadura, e com uma lança, o garoto pensou que ele tinha pegado tudo aquilo em alguma exposição do museu, mas não, ela estava nova e era totalmente feita de um tipo de metal, parecia ouro, mas era mais brilhante que ouro normal.
O menino, cujo estava segurando a lança correu na direção do Minotauro que estava bem perto do tal filho de Érebo e jogou sua lança em suas costas, puf, ele acertou as costas do minotauro, Logan soltou um suspiro de alivio, mas só aquilo não iria derrotar o monstro, ele foi para trás e o minotauro se virou para o menino de armadura e foi na direção dele com a cabeça abaixada querendo chifrar ele, o jovem menino colocou sua mão na cabeça do minotauro e o parou, apenas com sua força, uau, “Eu nunca faria isso”- pensou Logan olhando para o menino, ele então resolveu ajudar ele, pegou um pedaço de metal qualquer que tinha ali e foi na direção do monstro e acertou uma de suas pernas de boi, o homem-touro se virou e deu um empurrão no garoto, que voou longe, o menino de Armadura pegou sua lança e a cravou mais fundo nas costas do Chifrudo que tipo, PUF! Virou pó dourado.
O garoto então acalmou um pouco Logan e começou a falar do Acampamento Meio-Sangue, que todos que habitavam ele eram seres mitológicos e semideuses, Logan ficou perplexo ao ouvir que o garoto sabia quem era o Pai dele, mas só iria contar se eles fossem juntos para o Acampamento, que o Mundo Mortal era muito perigoso, e que agora a maioria dos monstros iriam atrás deles, o menino se apresentou como Jake, filho de Ares, Ares...Isso lembrava o...Deus da guerra. Então era realmente verdade, por isso ele havia conseguido parar o minotauro apenas com a mão, Jake pegou de sua mochila um relógio e deu a Logan e falou: Vá para Long Island, em uma das colinas você vera escrito em uma placa “Acampamento Meio Sangue”, ali você estará seguro, eu irei buscar um amigo meu que estar perdido mas logo chegarei lá também. Boa sorte Logan, e que os deuses estejam com você!
Logan então decidiu ir para o lugar que o garoto havia lhe dito, Long Island né? Sim, isso mesmo, pegou vários trens, e ficou olhando para as pessoas, para ver se não via o Minotauro novamente, mas não, ele se sentou em uma das cadeiras e pensou em sua mãe, ela deveria estar preocupada com ele, soltou um longo suspiro e quando foi na outra estação ele desceu e foi até um daqueles telefones que tem, colocou as poucas moedas que estavam com ele e ligou para a casa de sua Mãe, deu que estava ocupada, ele pegou e ligou novamente, desta vez chamou e ele ouviu a voz de sua doce mãe, Karen...Como ela era bonita...Ele sorriu como se a visse e disse tudo para ela, tudo do museu, tudo do tal Jake que estudava com ele e que estava indo para Long Island. Ele pode ouvir um pouco do choro da mãe, que logo falou: É, chegou o dia! Logan, você está em qual estação? Estou indo até ai para irmos de carro para Long Island e no caminho te conto tudo sobre o seu pai.- o garoto colocou o telefone de volta no gancho e se sentou em um banco olhando o relógio que havia ganhado de Jake, ele pressionou o relógio e ele virou uma Espada, com a sua lâmina um pouco suja e velha, parecia desgastada, olhou em volta e não tinha ninguém olhando para a espada, como se fosse apenas um graveto.
Ele esperou sua mãe por mais alguns minutos até que ela chegou, e o abraçou, ele retribui e foram para o carro da mãe dele, com todo o seu esforço de secretária ela havia comprado um Camaro Branco, sim, ela andava em um Camaro pra cima e pra baixo, quando pegaram a estrada para Long Island ela começou a dizer: Logan, eu nunca te disse quem era seu Pai porque eu não estava autorizada a falar. Seu Pai é um Divindade, uma Divindade Primordial, ele foi um dos primeiros a serem criados. De vez enquanto ele veem na terra para ter filhos, heróis, se lembra de Hercules? Ele é filho de Zeus e de uma mortal, certo? Você é como ele só que seu Pai é Érebo, e eu sou sua mãe! Entende?! – Ele assentiu a cabeça, mas não tinha entendido muita coisa, apenas que seu Pai era Érebo.
Uma chuva começou a cair, e uma névoa se formou pela estrada, sua mãe não podia parar, era a vida do filho dela que estava em jogo então continuou andando, uma sombra de um pássaro grande apareceu na névoa, poderia ser uma águia gigante, não acha? Ele ativou seu relógio e o transformou em sua Espada, um impacto vindo da traseira do carro fez ele ir mais rápido, rápido demais, o carro bateu em um buraco e capotou, uma, duas, três vezes, o camaro de sua mãe capotou três vezes, e ficou de cabeça para baixo , Logan deu um chute na porta e ela voou longe, ele saiu e depois foi ver se sua mãe estava bem, mas não estava, estava desacordada, ele pegou em seu pulso tentando senti-lo, mas não consegui-o, sua pulsação havia parado.
Ele então segurou firme em sua espada e foi para a floresta de Long Island, procurando tal Acampamento, e viu novamente a sombra de um pássaro gigante, ele olhou para o céu e viu, um pássaro gigante, por saber da mitologia grega, por ser fanático por ela, ele consegui-o saber o que era, era um Grifo. Ele viu que o garoto havia lhe visto e avançou contra ele, com suas garras afiadas e seu bico destruidor ele arranhou o abraço do garoto, que continuou andando mas desta vez não prestando muita atenção no caminho, apenas olhando para o Grifo.
Que mergulhou novamente na direção dele, Logan pegou sua espada envelhecida e cortou uma das patas do bicho, que meio que grunou e deu uma bicada no braço dele, Logan acertou um corte na asa do Grifo, que grunou novamente e voltou a bica-lo, ele foi para trás e deu um chute no bico dele, o grifo com suas garras fez um corte na perna dele, Logan abafou um grito e foi para trás, com dificuldade, olhou para trás e viu a Placa do Acampamento, ali, ali estava a sua salvação! Ele continuou a andar mas o pássaro estava atrás dele, o menino estendeu sua mão na direção do Pássaro e seu corpo foi para o chão, ele estava controlando a gravidade do Grifo, soltou um sorriso como se dissesse “E agora, seu otario?!”
Ele deu um chute na cabeça do grifo e cravou sua espada na cabeça do Grifo, que virou pó dourado, como o Minotauro, o garoto com dificuldades caminhou até o acampamento, e desmaiou assim que entrou nele. Dois rapazes o pegaram e o levaram para a enfermaria...Dali em diante, tudo mudou novamente...



Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):
A noite caia sobre o Acampamento Meio-Sangue, após a fogueira todos estavam indo para seus devidos chalés, em grupos, meus irmãos e eu seguíamos para nosso chalé atrás de todos os outros semideuses, não gostava muito dos filhos de Zeus, já que meu Pai era um de seus inimigos, e eu me considerava um inimigo das proles do Deus dos céus, estava um zumzumzum de pessoas conversando, rindo, alguns namorados se pegando na frente de todos, o que me dava vontade de me matar, então decidi ignorar a todos e apenas andar, e talvez falar com alguns de meus irmãos, se preciso.
Do nada senti um empurrão vindo de trás e esbarrei em uma garota, ela quase caiu no chão quando eu a segurei e a levantei, olhei para trás com raiva para ver quais de meus irmãos havia feito aquilo, pois iriamos ter uma “conversa” quando chegarmos no chalé, então voltei meu olhar para a garota e pedi desculpas, o que eu não fazia muito, mas como ela era realmente bonita, era loira, meio alta, mas menor que eu, sorri pra ela e ela disse algo, mas só ouvi “...Tudo bem...”, voltei meu olhar para os semideuses e vi que eles já estavam meio distantes, então me curvei e apontei para eles e falei novamente: Desculpa mesmo...- ela começou a andar, eu não tinha visto mas ela estava com uma espada na cintura, sorri e imaginei ela me cortando com aquela espada, então ouvi algo se mexendo na Floresta, era perto de onde eu estava então decidi ir ver o que era.
Estava com minha Espada que havia ganhado em minha reclamação e meu Escudo, que também havia ganhado quando tinha sido reclamado, olhei para os lados para ver se tinha alguma Harpia, mas eu não tinha visto nenhuma no momento, então respirei fundo e ativei uma de minhas habilidades, com esta habilidade eu conseguia enxergar no Escuro, ver como se fosse dia, e fui andando em direção a floresta, de longe consegui ver duas harpias guardando a entrada, pareciam ser amigas, e também deveriam estar com fome, e nada melhor que um semideus para o jantar, certo?
Escondi-me atrás de uma árvore e fiquei observando-as um pouco, elas pareciam conversar, estavam distraídas era a hora, sorri maliciosamente para o que eu ia fazer e fiz com que a área onde eu estava e as Harpias ficarem escuro como o nada, elas mal podiam ver a outra, sorri e fiz com que meu escudo saísse de meu braço e foi em direção a uma das Harpias, com uma grande velocidade ela desviou, ela era rápida, poderia até me dar um pouco de trabalho, fiz com que meu Escudo voltasse e acertasse suas costas, e ela caiu no truque pensando que já tinha se livrado de meu escudo, a outra olhou em volta pra tentar me ver mas não consegui-o então ela levantou voo mas se bateu em um galho já que ela não via nada direito, sorri ao ver que meus poderes estavam funcionando muito bem e resolvi encarar elas de frente, larguei meu esconderijo e corri em direção a que não estava voando, segurei firme minha espada e fiz um corte não muito profundo em seu braço, mas ela recuou e depois mostrou seus dentes e suas garras para mim, sorri e ela veio correndo em minha direção, pisquei pra ela e me multipliquei e criando 5 clones, fora a mim, cercamos a Harpia, meus clones estavam portando uma espada e um escudo, a Harpia gritou ao ver que tinha sido enganada e bateu as assas para voar, sorri e comecei a voar, já que eu podia controlar a Gravidade e os ventos consegui voar também, assim como meus clones, três deles foram em direção a outra Harpia enquanto dois ficaram comigo para exterminar a harpia “esperta”.
Voei em direção do monstro e fiz um corte entre duas de suas costelas, fazendo um corte grave nela, seu sangue jorrou em um de meus clones, e o local começou a apodrecer, sorri e o os meus clones foram pra cima da Harpia enquanto eu descansava um pouco, tinha gastado um pouco de minha energia, olhei para ver se eles tinham matado as Harpias, mas me decepcionei, a Harpia apodrecida havia conseguido matar meu clones, e a outra também, levei minha mão ao rosto e sorri e falei: É, parece que vou ter que me esforçar mais...- falei e fechei meus olhos e invoquei um Demônio ele era mais ou menos do meu tamanho, sorri e ele voou em direção a uma das Harpias, enquanto eu ia na direção da outra.
Segurei firme minha espada e tentei cortar o pescoço da Harpia, mas ela desviou e mordeu meu braço, dei um chute em seu estomago e fiz meu escudo vir até mim através da telepatia e ele obedeceu ao comando, então disse pra ele acertar a cabeça da Harpia e assim ele fez, sua barriga estava toda apodrecida, fiquei com um pouco de nojo, mas continuei sério e acertei o pescoço dela com minha Espada e ela se transformou em pó dourado, e deixou um cheiro de Enxofre, olhei para o meu demônio e ele havia destruído a Harpia, e não estava com muitos arranhões, assenti com a cabeça pra ele e ele desapareceu.
Ouvi outro barulho vindo de mais de dentro da floresta, e continuei voando em direção ao tal coisa que fazia esse barulho, me deparei com um gigante de cerca de 3 ou 4 metros, ele estava massacrando algumas Harpias, parecia ser agressivo e violento, as Harpias tentavam inutilmente derrotar o bicho, se ele chegasse até o Acampamento poderia causar estragos, e todos aquela hora deveriam estar dormindo, as Harpias não iam conseguir retarda-los por muito tempo, revirei meus olhos e fui em direção ao Gigante, ele era cheio de tatuagens de mulheres e pranchas de surf, pelo visto ele era um Lestrigão, ele estava com uma bola dourada nas mãos, que pegava fogo quando queria, me preocupei um pouco e cheguei perto do Lestrigão, as Harpias recuaram em direção ao Acampamento e me deixaram só com o gigante.
Estreitei meus olhos ficando sério, podia-se sentir o frio em meus olhos negros, o Lestrigão fez a Bola de Bronze pegar fogo e jogou em minha direção, balançei minha cabeça negativamente e controlei o Vento e fiz a bola ir para o lado desviando da minha direção, se fosse só aqui que o Grandão tivesse ele não era tão forte assim...
Ele pegou uma Maça Estrela e tentou me esmagar com ela, voei pra longe desviando e depois fui em direção a ele, a vida muitas pessoas estavam em jogo, estava sério e calmo, passei entre as pernas dele e fiz um corte em sua perna, ele levou sua mão desocupada ao corte e deu um rugido de dor, sorri e fiz outro corte nele, mas ele não sentia muita dor, ele se moveu acertando seu joelho em mim.
Fui para trás e criei uma esfera totalmente negra em minhas mãos e disparei contra o Lestrigão, o gigante pegou sua Bola de fogo e lançou contra a minha, para ver quem era a mais forte, as duas se chocaram e explodiram, a Bola dourada dele virou cinzas e a minha desapareceu, sorri pra ele e concentrei mais energia e quando estava prestes a usar uma habilidade o Lestrigão me deu um chute violento, voei contra uma árvore e quase quebrei cinco de minhas costelas com o impacto, me levantei com um pouco de dificuldade e fiz tudo ficar escuro como o Nada, o Lestrigão mal podia me ver, podia-se ver a fúria e a raiva em meus globos oculares, mas conhecidos como olhos.
Usei outra habilidade e fiquei “invisível” aos olhos do monstro, sorri e voei em direção a garganta dele, e fiz um corte horizontal em sua garganta, ele caiu no chão e consegui-o pegar sua maça estrela e ficou tentado me acertar aleatoriamente, já que eu estava invisível, mas ele ainda consegui-o me acertar, fui em direção a outra árvore e bati minha cabeça, e mal consegui ver o monstro virando pó dourado e desmaiei ali, no meio da floresta...

Armas:
Espada do Espectro: espada com aparência envelhecida, feita de bronze celestial negro. Quando mata o inimigo faz seu corpo virar cinzas, quando causa um ferimento grave faz o local começar a apodrecer. Se tal ferimento não for devidamente tratado em até 10 rodadas acarretará na morte do ferido. [Obrigatório]

Escudo das Trevas: escudo totalmente negro, sua frente é lisa e incapaz de refletir qualquer brilho. Se usada à noite pode se movimentar sem auxilio físico do dono, apenas com controles mentais. [Obrigatório]]
Poderes:
Visão- É capaz de enxergar tão bem no escuro total quando enxerga no claro.

Escuro - O filho de Érebo consegue deixar em total escuridão o ambiente que está.

Voo: Meus filhos controlam a gravidade também. Ao usar esse controle e os ventos, consegue voar ilimitadamente e com facilidade.

Exército das Sombras [Inicial] - O semideus é capaz de invocar 5 clones usando a escuridão, os clones estão armados com uma espada e escudo, e eles obedecem ao meu filho, podendo auxilia-los da maneira que quiserem.

Esfera Sombria - Consegue criar uma esfera negra feita de vácuo na palma da mão e lança-la num inimigo, a esfera é capaz de transformar em cinzas tudo o que toca.

Esconderijo Movél - Agora o filho de Érebo consegue fazer com que ele e seus aliados fiquem praticamente invisíveis. Ninguém vai perceber eles passando e não vão ouvir os barulhos, nem monstros, policiais, nem nada.

Obs: Usei poderes até o lvl 15...


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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

Mensagem por Tártaro em Ter Jan 21, 2014 4:29 pm

Aprovado, uma história comum, porém narrada de forma coerente e uma boa batalha.

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Não procure monstros... o pior deles está no espelho.

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Re: TESTE PARA FILHO DE PRIMORDIAL (ANTIGO)

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