TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

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TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Administrador em Seg Out 14, 2013 9:13 am



Bem-vindo(a) Convidado, deve estar ansioso(a) para descobrir quem é seu progenitor ou progenitora, por tanto, queira por favor realizar o teste a abaixo. Por favor, queira postar seu teste neste mesmo tópico.
Também pedimos que siga algumas regras, todas localizadas abaixo, assim, as suas chances de passar nesse teste aumentam em muito.
Boa sorte e seja bem-vindo(a) a família do PJO.
 

 
Regras
NÃO PLAGEIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.
 
Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Progenitor Primordial:
Progenitor Mortal:
Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Conte-nos sua História (No mínimo 40 linhas no Word ou outro editor de textos):
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 40 linhas do Word ou outro editor de textos):
 

Percy Jackson e os Olimpianos Online


Última edição por Administrador em Ter Fev 04, 2014 10:39 am, editado 1 vez(es)
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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Rudy Stewart em Ter Nov 05, 2013 8:39 am

Nome: Rudy Stewart

Idade: 18 anos.

Local de nascimento: Cuxhaven – Alemanha

Progenitor Primordial (Olimpiano): Poseidon

Progenitor mortal:  Carla Stewart

Características Psicológicas 
Rudy é uma boa pessoa no geral, apesar de ter bons motivos para ser revoltado ou rebelde. Ele é engraçado... e essa é sua característica mais marcante, o sorriso dele é contagiante, sempre que conta uma piada ou uma história, faz os  outros rirem. O garoto também é educado e sabe ser elegante. Não gosta muito de se socializar com as pessoas, mas mesmo assim, ele se junta nos grupos ao seu redor para conversar.
 
Ele é simpático e durão quando se trata de sentimentos, ou seja, a coisa mais difícil do mundo é Rudy chorar. Mas... ele não é perfeito, também tem seus defeitos como qualquer outra pessoa no mundo. Ele não é muito esperto e nem inteligente, ele tem bastante conhecimento, mas não sabe usar isso na hora da batalha.  Além disso, possui um ar arrogante e uma expressão esnobe em seu rosto, assim quando as pessoas olham para ele, já o julgam, apesar do garoto não ser nada disso.
Rudy também é uma pessoa vaidosa e apesar de vir de família rica, não é muito apegado ao dinheiro. Ele não consegue sair de casa (ou de seu chalé, no caso de um semideus) sem se olhar no espelho e está sempre cuidando de si mesmo. Mas como qualquer homem, ele não vive só disso, apenas gosta de estar apresentável em qualquer situação.
O garoto normalmente não se apaixona facilmente, para ele dizer "Eu te amo" é uma coisa muito forte e só deve ser dita quando se tiver certeza de que ama a pessoa.
 
Características físicas
Rudy parece ser bem mais velho do que é. Seu corpo se desenvolveu rapidamente ele se tornou um garoto alto, com pequenos olhos intensamente azuis.  Não demorou muito para se tornar musculoso. Tem pêlos por todo o corpo e sua barba é o que mais se destaca, pois contrasta com sua pele bronzeada.
 
Seu nariz é ligeiramente pontudo e seus lábios são finos e bem avermelhados, o garoto foi definido das formas mais vulgares possíveis: pegável, gostoso, tes... bem, não posso repetir todas aqui. 
O semideus possui uma cicatriz no lábio superior, devido a uma queda que sofreu quando era pequeno. Seu sorriso é misterioso, nunca se sabe se ele está sendo irônico, simpático ou está planejando matar alguém. Seus dentes são bastante brancos e endireitados. Ele é quase perfeito, mas claro que tem suas imperfeições como qualquer ser humano. Porém, seus defeitos são mais psicológicos do que físicos.
Seu olhar é profundo e misterioso, como se ele escondesse um grande segredo. Geralmente, seus olhos também possuem um brilho muito forte, que chega a deixar as pessoas que o olham diretamente nos olhos ligeiramente constrangidas, como se elas se esquecessem do que estavam fazendo.

História
 
Havia uma mulher sentada no tribunal do júri de Cuxhaven. Vestia uma roupa social e parecia estar grávida, mas mesmo assim, aguardava ansiosamente para que chegasse algum momento em seu destino.
 
Essa mulher era uma empresária inglesa, chamada Carla Stewart. Tinha trinta anos e depois de passar boa parte de sua vida estudando moda, se tornou uma grande estilista. Sua vida mudou depois de alguns anos, ela conheceu um homem, casou-se com ele e depois se divorciou.
 
Muito tempo depois, Carla engravidou e não contou para a família quem era o pai. Apenas amou o bebê já no seu útero com todas as forças. Mas... naquele momento, Carla aguardava uma audiência com o juiz do fórum de Cuxhaven. Alguns meses atrás, a moça havia recebido a notícia de que suas roupas haviam sido plagiadas por uma mulher em Mantes-la-Jolie e abriu um processo que rodou a Europa.
 
Agora ele estava em sua última parte, Carla Stewart estava próxima de ganhar mais de dez mil euros como indenização, mas assim que chegou no tribunal e se sentou, ela sentiu fortes dores na barriga, como se seu útero se contraísse. Tentou disfarçar que estava com dor, para não desconcentrar aqueles que julgariam o caso do plágio.
 
-Pois bem – Disse o juiz – Carla Stewart, conte o porquê de acusar Nicolle Chevalier de plágio.
 
Carla abriu a boca pra falar, mas o que saiu foi um gemido de dor e em seguida um soluço, como se ela tivesse ficado surpresa de repente.  Ela se levantou na maior velocidade possível. Todos no tribunal ficaram surpresos. A bolsa de Carla havia estourado, ela estava entrando em trabalho de parto.
 
Dentro de quinze minutos, Carla já estava dentro do carro de um dos funcionários do fórum, sendo levada para o hospital mais próximo.
 
...
 
Rudy nasceu às 23h54 do dia 19 de fevereiro de 1995. A mãe o amou no instante em que o viu e deixou de trabalhar para criar o garoto. Sempre foi uma mulher rica e pra melhorar a situação, ela ganhou o processo, então ela pôde parar de trabalhar por um ano e mimou Rudy por todo esse tempo.
 
Tudo começou a piorar na vida do garoto quando em dezembro de 1996, a mãe descobriu ter um tumor próximo ao coração. Ela começou o tratamento imediatamente, mas mesmo assim... no dia 22 de fevereiro de 1997, Rudy estava no colo do avô, com dois anos de idade. A visão que todos tinham era um túmulo grandioso escrito “Aqui jaz Carla Stewart, amada pela família e amigos.”
 
A partir daí, Rudy foi morar com seus avós em Berlim. O avô tinha 56 anos e a avó tinha 52, eram um casal feliz, mas o único dinheiro que tinham vinha de Carla e do tio de Rudy, Henry Stewart.
 
A renda diminuiu, não passavam necessidade, mas era uma renda bem menor em comparação com o luxo que o garoto tinha na mansão de Carla. Mas Rudy não ligava para isso, afinal, ele tinha só dois anos de idade, então enquanto ele pudesse comer terra, estava tudo maravilhoso.
 
...
 
Entrou na escola aos seis anos de idade. O colégio público de Berlim era um ambiente desagradável, cheio de valentões e meninas fúteis. Rudy se sentia deslocado naquele lugar, não tinha amigos com quem brincar e só havia um professor com o qual ele podia conversar, mas mesmo assim, eram apenas algumas palavras.
 
Quando chegava em casa, Rudy contava tudo o que acontecia em sua vida para a avó, que fingia prestar atenção. Em geral, ela apenas balançava a cabeça, como se concordasse com as palavras do neto.
 
Mas... um dia, a velha prestou atenção no que o garoto dizia e se preocupou.
 
-Vovó, eu vi um homem hoje – Dizia Rudy, desenhando na mesa da cozinha enquanto a senhora lavava as louças do jantar – Ele era muito estranho, era grandão assim – A criança abriu os braços – E ainda... tinha um olho só. Eu fiquei com medo dele, sabe? Eu corri o mais rápido que eu consegui, mas ele veio atrás de mim. Eu entrei dentro da escola e ele ficou do lado de fora, viu como eu sou esperto?
 
A senhora largou as louças e balbuciou algo como “Sim... muito esperto.” Durante dois anos, a velha ouviu o garoto relatar encontros com cobras gigantes, mulheres bonitas com dentes de vampiro, mulheres com asas... então ela resolveu pesquisar sobre aquilo.
 
Ela entrou em sites de mitologia e descobriu que o que o garoto via era real e não apenas imaginação. No outro dia, os avós de Rudy foram com ele até o colégio e pediram para falar com um dos professores do garoto.
 
Quem apareceu foi um homem numa cadeira de rodas, barbudo e com olhos profundos, como se não dormisse há dias. Os avós o acompanharam até uma sala e contaram ao homem o que o garoto dizia estar vendo.
 
-Senhor e Senhora Stewart – O professor pigarreou – O neto de vocês é filho de um deus grego.
 
-Como? – Disse o avô – Você está louco!
 
-Preciso levá-lo pra um lugar seguro, uma hora ele não vai mais aguentar fugir dos ataques dessas criaturas e vai acabar morrendo! É isso que vocês querem?! – Berrou o professor
 
-Não, senhor. – Disse a avó, olhando para seu marido.
 
O professor entrou na sala em que Rudy estudava e pediu que ele o acompanhasse. O semideus foi levado para o acampamento meio-sangue no dia 12 de setembro de 2002, com sete anos de idade.

Batalha

Era uma manhã comum no acampamento meio-sangue. Ou pelo menos, deveria ser uma manhã comum, o sol havia nascido no chalé de Poseidon. Os primeiros raios iluminaram meu rosto e eu me levantei rapidamente. Olhei no calendário que ficava grudado na parede do chalé. Hoje era... 19 de fevereiro de 2009! Meu aniversário de 14 anos. Que dia feliz!
Infelizmente, eu era o único no meu chalé, então não tinha com quem eu comemorar. Meio cabisbaixo, eu me troquei, vesti o uniforme do acampamento e peguei minha armadura e a minha espada do apocalipse marítimo. Vesti a armadura e embainhei a segunda arma. Já que eu não poderia comemorar o meu aniversário, decidi sair para treinar um pouco. Quem sabe eu me tornasse mais forte depois de mais alguns treinos?
Mesmo com 14 anos, meus músculos já eram aparentes, isso chamava a atenção das filhas de Afrodite e Perséfone, que frequentemente davam em cima de mim, me chamando de coisas como "gostoso". Eu apenas ria e continuava meus trabalhos, eu não tinha tempo pra ficar me pegando com aquelas garotas.
Enfim, assim que saí do chalé, eu ouvi um grito feminino. Uma garota loira corria desesperadamente pela trilha dos chalés, parecia estar sendo perseguida por algo ou alguém. Ela subiu as escadas do chalé de Poseidon e se escondeu atrás de mim. Eu ainda não sabia muito bem o que estava acontecendo, mas logo eu descobri, pois ouvi mais gritos ao fundo e algumas pessoas saíram correndo pela trilha.
-Rudy, por favor... mata aquele bicho! Foi sem querer, eu juro. - A garota atrás de mim disse, ofegante.
-Mas... o que exatamente você fez? - Perguntei, tentando entender aquela situação.
-Eu... soltei a aranha gigante da jaula, mas ela deu um jeito de atravessar a barreira da arena e agora ela está solta pelo acampamento.
-E o que eu ganho com isso?
-Bem, além de não ter o seu lar destruído, talvez eu te dê um beijo. - Ela disse.
Eu dei risada com mais aquela "cantada" e vesti o elmo da minha armadura. Saí correndo do chalé, atrás do monstro que a garota havia soltado. Francamente, como alguém consegue fazer um monstro escapar da arena? Bem... de qualquer jeito, agora eu é quem deveria matar aquela criatura.
Ouvi os passos da aranha próximos a mim. Eu a provoquei, exalando meu cheiro delicioso de semideus filho de Poseidon, logo a aranha correu atrás de mim. Fugi até a área comum dos chalés e mandei todos que estava lá entrarem em seus respectivos chalés. Rapidamente, a criatura me perseguiu, foi aí que eu vi o quanto ela era grande... ou seja, quando falam aranha gigante... ela é gigante mesmo!
Mas eu não podia fraquejar perante aquele perigo, eu já havia visto monstros muito piores do que aquele. Corri na direção dela e tentei desferir um golpe contra sua pata esquerda dianteira. Consegui cortar em parte e o monstro se desequilibrou, mas como reação, ela lançou sua teia na minha direção, tentando me prender naquela gosma. Sim, as teias se parecem mais com gosma do que com fios.
Por sorte, consegui rolar para o lado e ela não conseguiu me capturar. Me levantei e saí correndo, na intenção de desferir mais um corte na perna da aranha, mas em vez disso, eu fiz algo completamente sem noção. Peguei a minha espada, corri para baixo da aranha e joguei minha espada para cima, torcendo para meu plano idiota não ser tão idiota assim.
Bem, minhas preces foram ouvidas e a lâmina da espada cravou-se na barriga do monstro. Uma gosma verde caiu no chão ao meu lado, assim como a minha espada, agora toda melecada de sangue de aracnídeo. 
A aranha cambaleou como se estivesse com dor, saí de baixo dela o mais rápido que eu pude. Ela caiu no chão, sem forças e deixando toda aquela gosma sair. Percebi que eu dei a maior sorte do mundo... eu acertei o coração dela! Cara, aquilo era incrível. Geralmente eu não era uma pessoa muito sortuda, mas acho que os deuses me ajudaram por hoje ser meu aniversário.
Enfim, subi no corpo do monstro caído e cravei a minha espada na sua cabeça. Em cerca de 30 segundos, ela virou pó e eu salvei o acampamento da destruição. Retirei o meu elmo e sorri, as pessoas ao meu redor comemoraram. Voltei lentamente para o meu chalé, recebendo os parabéns das pessoas que assistiram a batalha.
-Se saiu melhor do que eu esperava - Disse uma voz feminina, bem atrás de mim e próxima ao meu ouvido.
Me virei e recebi um beijo da mesma garota que pediu minha ajuda. Ao fim daquele momento, eu sorri.
-Só fiz o meu trabalho. 
-E eu só te dei o pagamento.
Ri novamente e entrei no meu chalé... talvez o aniversário que eu pensei que seria ruim, se tornasse o melhor da minha vida. 

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Apolo em Qua Nov 06, 2013 3:11 pm

Hm... Realmente, uma ótima ficha de reclamação; uma das melhores que eu já li. Sem nenhum erro que eu possa ter visto durante a leitura e com uma grande utilização de palavras diferentes, o que é muito bom e além que você tem o dom da descrição.

Eu não sou Poseidon, mas acho você digno de ser o príncipe de Atlantida. Parabéns.

Aprovado. Bem vindo filho do deus do Mar!

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Gregory A. Black em Sab Nov 16, 2013 9:58 am

Nome: Gregory Andrew Longstrid
Idade: 17
Local de Nascimento: Grécia - Agia
Progenitor Primordial: Zeus
Progenitor Mortal: Desconhece a mãe verdadeira.

Características Psicológicas

Gregory ou Greg, como prefere ser chamado, é um garoto um pouco sério, e busca a perfeição em tudo desde que descobriu que era adotado, com o intuito se de sentir mais aceito e fazer realmente parte da família. Se tornou bastante solitário e metido depois disso, sem contar que se aborrece quando as coisas não saem conforme o planejado e reflete muito antes de agir, é um observador e um líder por natureza.

Ele está sempre pronto para um desafio, muito cheio de energia por cauda da hiperatividade, possui uma personalidade ativa e decidida, nada o faz desistir do que quer e está disposto a passar por cima de algumas coisas para conseguir o que deseja. Ficou um pouco “galinha” quando descobriu que poderia conseguir tudo com uma garota apenas utilizando os artifícios do dinheiro e da fama, coisa que tem bastante por causa do pais adotivos.

Características Físicas

Greg tem um porte físico que é proporcional a sua idade. É um pouco magricela, mas é definido pois faz parte do time de lacrosse da sua escola.

Tem os olhos bem demarcados, de um azul piscina chamativo, do tipo que prende a atenção quando alguém olha diretamente para estes.

O rosto é angelical e aparentemente inocente, apesar do garoto não ser nada disso. Sua postura demonstra confiança, determinação e arrogância. Os cabelos são loiros da cor da areia, estão sempre bem aparados e penteados, preservando a aparência de que são bem cuidados. Os lábios são finos e estão sempre bem vermelhos por causa da mania compulsiva que tem de morde-los, quando não está os mordendo, seus lábios esboçam um sorriso irônico e malicioso, a marca registrada do garoto. No peito (em cima do coração) tem a tatuagem de um Band-Aid e acima deste tem escrito “Eu perdoo você” em grego.

História
A infância de Greg foi agitada mas feliz. Filho único de pais ricos, deve se imaginar o quanto fora mimado e amado. Porém o garoto não se deixo levar e era uma criança doce e humilde...isso durante a infância, é claro. Apesar de Gregory ter supostamente nascido na Grécia, o garoto passou boa parte da sua infância viajando de um lugar para o outro, pois seus pais eram atores e não suportavam a ideia de ficarem separados do filho. Mesmo Pierre e Elizabeth Longstrid estarem sempre ocupados fazendo propagandas e gravando filmes, sempre davam um jeito ter tempo para o garoto.

As constantes viagens e as dificuldades que tinha na aprendizagem por conta da TDHA fizeram com que Gregory tivesse professores particulares até aproximadamente 13 anos, idade com que seus pais decidiram finalmente contarem a verdade a sobre seu nascimento: Ele era adotado. Após essa descoberta, o garoto decidira se rebelar e não seguir mais os pais adotivos durante as viagens. Pierre e Elizabeth Longstride aceitaram a decisão de Gregory alegando que era apenas uma fase da puberdade e deixaram o garoto voltar para a Grécia.

Aos 14 anos, Greg pisou pela primeira vez numa escola. Com a fama, que o acompanhava por causa do sobrenome, a beleza e o dinheiro, o menino se tornou rapidamente popular, mas cegado pelo rancor de ter sido abandonado afastou-se das pessoas, ao invés de aproveitar. Ele também desenvolveu um sentimento perfeccionista com o intuito de provar para si mesmo que era bom o suficiente e assim se tornou o garoto exemplo da sala com ótimas notas, adquiridas com muito esforço deste, e capitão do time de lacrosse. Obvio que com todos esses atributos, Greg chamava ainda mais atenção das garotas e até de garotos.

( ... )

Voltando para casa depois de um treino, Greg ouviu um pio, de primeira decidiu ignorar, mas quando novamente o som rasgou o ar, quase como um lamento na noite, o garoto decidiu ir atrás do seu emissor.

Próximo a uma arvore, quase soterrado pelas folhas de verão, havia um filhote de ave de rapina. Greg não conhecia muito de aves, mas algo lhe dava certeza de que o animal era um Gavião Real. Ele procurou ao redor, atrás de algum ninho entre os galhos das árvores ou de algum sinal dos pais do filhote, contudo nada achou. Apiedado, o garoto pegou o animal, o agasalhou entre o peito e a jaqueta que usava e o levou para casa.

Gregory cuidou e adestrou o animal ele mesmo e com o passar do tempo começou a considerar este seu melhor amigo, seu igual, pois assim como Greg, o animal também fora abandonado.

( ... )

Greg olhou ao redor do aeroporto de NY, tinha acabado de desembarca. Estava ali para passar o natal e o ano novo com os pais, mas a verdade é que não queria ter posto os pés fora do avião. Isso não era por causa dos pais adotivos, já os havia perdoado – se é que algum dia realmente havia ficado bravo com eles – mas era por que estava tenso nos últimos dias e nem mesmo ele sabia explicar o porquê. Caminhou apressado para fora do aeroporto, sempre olhando sempre para os todos os lados, sentindo uma sensação estranha no estomago, como se pudesse perceber que algo estava para acontecer... o garoto não sabia como estava certo.

O tempo em Nova York estava mais doido do que nunca. Gregory chegou achando que iria encontrar uma cidade coberta por neve, mas o que encontrou foi uma cidade praticamente inundada por causa da chuva. Raios cortavam os céus e a cada segundo trovões retumbavam alto, dando a sensação de que o mundo inteiro estava tremendo. O garoto seguiu direito do Aeroporto para um aparte que seus pais tinham próximo ao centro da cidade, aonde se encontraria com estes no dia seguinte, já que eles levariam a noite toda para chegarem a NY.

Como já era tarde da noite o garoto decidiu ir logo dormi, apenas para algumas horas depois acorda com o barulho dos trovões. Greg estranhou aquilo, normalmente dormia melhor do que nunca quando estava chovendo, mas esse tempo só servia para deixar ele mais tenso ainda, como se estivesse o avisando de algo. O garotou olhou o relógio, começando a se perguntar se seus pais conseguiriam chegar na cidade com o aquele tempo. O vento açoitava a janela e junto com este vinha um som estranho de toc, toc.

Gregory se levantou da cama, caminhou até a janela e quase teve um ataque quando se deparou com a criatura que produzia o barulho na sua janela. “Mas como isso é possível¿ Eu deixei você na Grécia...como veio parar aqui” Pensou o menino enquanto abria a janela para Scott, seu gavião real, entrar. Obvio que ele imaginava como a criatura chegara ali, mas lhe custava a acreditar que Scott havia percorrido tudo aquilo em pouco tempo e então outra coisa começou a se fazer, bem diferente.

Um forte brilho azul-celeste, bem parecido com os olhos de Gregory, se formou em volta do galvão real e começou a aumentar a intensidade, chegando ao ponto de Gregory ter que desviar o olhar do animal. A luz parou com a mesma intensidade que veio, mas Gregory estava com medo de mais para abrir os olhos.

-Gregory Andrew Longstrid? – Indagou uma vós grave e marcante, que se espalhou por toda o aparte.

- Quem é você? O que quer comigo? – Pronunciou tomando finalmente coragem para abrir os olhos, não acreditando no que estava vendo.

Continuava sendo seu Galvão Real, só que muito maior, forte e belo, entornada por uma áurea azul clara. Parecia calmo como sempre mas mesmo assim dava medo.

- Fique calmo, sou Left, um mandante de seu pai ou Scott, como você costuma me chamar. Antes de me perguntar de onde conheço seu pai, vou relatar sua verdadeira história. Você é semideus, metade mortal metade imortal, filho do Deus grego Zeus, senhor das tempestades e um dos três grandes, filho de Cronos. Vim aqui lhe levar até um local seguro, onde pessoas iguais a você vivem. Greg, eu sei que é difícil acreditar, mas tem que subir em minhas costas se não quiser que ninguém se machuque.

Ainda tonto com as informações, processou-as com cuidado, e em sua mente um flashback apareceu. Acreditou em cada palavra da ave, em quanto uma mensagem aparecia sobre sua mente, ela explicava o que havia sido relatado com mais clareza. Tudo fazia sentido para ele, as aves, a TDHA, o abandono .

Sem pensar duas vezes ele caminhou até o animal subindo sobre suas costas, apoiou-se nas costas do bicho e suspirou pausadamente, logo o animal alçava voo.

- Onde é este local?

- Você verá menino, você verá

O filho de Zeus então observou tudo a sua volta mudar, de longe os prédios e arranha-céus começaram a ficar menor, até sumir. Dando lugar a nuvens brancas e densas, não falava nada, apenas lembrava-se novamente de sua vida. Agora, Left começava a diminuir a velocidade, e o branco começou a desaparecer.

O local de longe era ainda pequeno, mas foi aumentando de tamanho, era imenso aos olhos azuis do menino que sorria. A ave finalmente pousara, desta vez a frente e um chalé azul, com uma águia estampada. Quando descera, senti as pernas banbas, mas não sabia se era por conta do tempo que havia ficado voando ou pela emoção de descobrir ao sobre seu nascimento. Abriu com calma a porta, agora ele estava em casa. Ele estava em um lugar melhor, este lugar era o Acampamento Meio-Sangue.

Batalha

Juro que vi o instrutor dando um sorriso de cobra - sabe, aquele risinho no canto da boca, cheio de malícia. Mas imagino o porquê; deve ter sido excitante para o filho do deus da guerra ver dois semideuses com forças e quase equilibradas prestes a lutar.

Eu, por outro lado, estava detestando cada segundo. Não que eu seja um monge hiper pacifista ou qualquer coisa do tipo. Na verdade, nunca achei "justo" levantar os punhos para alguém, mesmo para meu meio sobrinho (¿) que era muito mais parrudo e avantajado do que eu.
Por isso, vou dividir o episódio de hoje mais cedo em duas etapas:

Primeira - O Começo.

Meu primeiro momento foi marcado por fracassos consecutivos, um mais humilhante que o outro, algo eu odiava e que já estava me dando nos nervos. Penso ter deixado o instrutor à beira do suicídio, tamanha a decepção que ele demonstrou. Confesso que me senti ligeiramente satisfeito por tirar aquele sorriso sujo de sua cara, mas não menos patético pela lavada que estava tomando, algo com que não estava acostumado.

Eu simplesmente não conseguia corresponder a violência, apesar dos incentivos do meu próprio oponente, até porque nunca precisei dela na vida, sempre achei outros meios para conseguir o que quero sem recorrer a esta.

-Qualé, cara!-Ele Rony, filho de Héracles -Não faz isso com a gente.

"A gente" significava a plateia que se via envolta da gente, esperando um show que talvez nunca fosse acontecer, já que eu estava apanhando. Eles esperavam algo grandioso apenas porque eu era filho de Zeus, mas eu não tinha como corresponder essa devoção...se ao menos eu tivesse um plano.

Bom, para você ter uma ideia do meu fracasso, imagine que na primeira investida do meu sobrinho, consegui esquivar de sua sequência de golpes com a espada e bloqueei o último ataque com o escudo, fazendo-o tombar para trás. Estava tudo bem até eu parar para perguntar: "você está bem?", e receber um chute no estômago como resposta.

Quando via uma brecha para revidar, nas poucas vezes que não desperdiçava a oportunidade, acabava sendo driblado facilmente graças a minha lentidão. Qual é, o cara passou a vida ali treinando, e eu havia chegado fazia apenas um mês, eu devia receber um desconto.

Houve uma hora em que, por reflexo, defendi um baque e as espadas colidiram com força. Tive a impressão de que o ar ao redor sacudiu e se espalhou.

Talvez esse efeito ou mesmo o fato desta ter sido minha primeira reação decente desde que o exercício começara tenha sido responsável por animar a "plateia". Mas um instante depois, tudo voltou ao normal; fui para o chão de novo. E de novo. E de novo...

-Já chega! -O instrutor interrompeu-Você pretende ser bunda mole assim quando for atacado por um monstro? Isto é um treinamento, eu estou aqui para garantir que ninguém saia ferido, desmembrado ou pior. Ou será que isso não está claro?

Olhei com desdém para o instrutor e fiz que sim com a cabeça, mas não me senti nem um pouco motivado. Até que ele finalmente tocou o ponto mais sensível da ferida.

-Deixa eu colocar assim: Você vai ser tão ridículo e inútil numa missão quando seus parceiros precisarem de ajuda?

Trinquei os dentes e segurei com mais firmeza a empunhadura da espada. Sei que os filhos de Ares tem um talento para fazer provocações, mas percebo agora o quanto aquelas palavras foram precisas e diretas. A partir daquele momento eu estava realmente disposto a usar meu antagonista não como um inimigo, mas sim, um aliado para me ajudar a identificar fraquezas e aprender a dominar meus possíveis adversários. De repente fez sentido eu ser escalado para enfrentar um sobrinho, alguém geneticamente preparado para aguentar o tranco de um embate nível "superman".

Segunda - A Reviravolta.

Respirei fundo e segurei a clava com as duas mãos. Meus olhos foram de encontro aos do oponente e, nesse momento, percebi que minha visão periférica estava mais sensível aos movimentos do corpo dele; um truque novo. Ele deu um passo em minha direção e eu reagi instintivamente. Com um sorriso de soslaio, demonstrou ter percebido que eu finalmente tinha pego o espírito da coisa. A tenção ficou palpável.

Finalmente, ele correu em minha direção e desferiu um golpe, baixando a espada na vertical, com a intenção de acertar minha cabeça. Esquivei. Não para trás, como faria antes, mas sim para o lado, ficando a noventa graus de seu rosto. Quando a espada atingiu o chão, fazendo-o tremer sob meus pés, acertei a face do adversário com o escudo, deixando-o atordoado.

Imediatamente depois, fiz um movimento de punho e girei minha espada no ar duas vez, alvejando-o no peito em quanto executava o segundo giro.
"Como fiz isso?"

O instrutor me explicou depois que atacar com impulso, isto é, gastar toda a força no movimento inicial do golpe para depois deixá-lo "fluir" sozinho, é uma técnica de combate bastante comum. Os filhos de Héracles e de Ares têm mais afinidade graças a sua força incomum, podendo usá-la com mais rapidez e agilidade do que guerreiros normais, mas isto não era exclusivo apenas a eles...graças a Zeus.

Com o impacto, meu sobrinho cambaleou para trás segurando o coração. Ele caiu de joelhos e se apoiou na espada. Quando levantou, partiu para cima mais uma vez, fazendo uma sequência de golpes mais cuidadosos, porém não menos destrutivos, que me obrigou a recuar em quanto bloqueava. Dado momento, perdi o controle na defesa e deixei a arma cair. Antecipando o movimento seguinte, pulei com a força concentrada nas minhas pernas, abraçando-o no ar para cair uns dois metros na minha frente (atrás dele).

No momento em que nossos corpos colidiram, a espada dele também caiu . Suas mãos deveriam estar tão suadas e os braços tão cansados quanto os meus no momento que vacilei.

No chão, ele fez um movimento com a parte inferior do corpo que me atirou para trás. Assim que levantamos, começamos a trocar socos.

Ele lançou sobre mim uma verdadeira metralhadora de punhos. Mas essa técnica eu já conhecia, e sabia que ela exigia que a pessoa abrisse muito a guarda...então apenas me desviei esperando o momento certo. Entre um soco e outro, percebi uma brecha para atacar seu rosto e sem pestanejar, lhe dei um gancho. O garoto vou na direção opostas e caio como um saco de batatas.

A poeira levantou em volta de mim. Minha respiração estava ofegante. Meus dedos formigavam e quando olhei para meus punhos cerrados, vi uma aura meio que azul e eles faiscavam.

Corri até o Rony, vi que ele estava bem, apenas parecia um pouco tonto.

-Empate? -Ele falou, entre fôlegos profundos.

-Claro! -Concordei.

Naturalmente fomos repreendidos pelo instrutor sedento de sangue. Mas as broncas e pedidos sanguinários dele entraram por um ouvido e saíram pelo outro. Eu e meu irmão voltamos para nossos respetivos o Chalés, onde descansamos o resto da tarde.

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Apolo em Sab Nov 16, 2013 5:31 pm

Você escreve bem e sua história foi bem elaborada. Apesar de Zeus ter como simbolo maior, a Águia, um Gavião também serve.

Sua história foi realmente interessante, como eu nunca havia visto. Parabéns. Apenas cuidado com alguns errinhos de gramatica, ou digitação como ao invés de escrever "Gavião" você colocou "Galvão", mas, isso é apenas falta de cuidado.

Eu não sou Zeus, mas sendo o mais lindo e o filho favorito do deus dos raios, lhe dou as boas vindas ao chalé I, meu irmão. -qq

Aprovado.

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Zayn Miller em Sab Nov 23, 2013 7:24 pm

Nome: Zayn Miller

Idade: 25
Local de Nascimento:Rússia - Moscou

Progenitor Primordial: Poseidon

Progenitor Mortal: Katy Miller

Características Psicológicas:

Zayn é uma pessoa simpática de bem com a vida, não gosta de se meter em brigas e é totalmente leal. A vontade de proteger as pessoas o cerca o que o deixa vulnerável em missões de grupo, pois arrisca sua vida para salvar de outra pessoa. Sua determinação o deixa em pé nos momentos mais difíceis como em batalhas, mesmo perdendo ele nunca desiste e só para quando vencer e chama essa vontade de Determinação do Fogo.

Zayn é totalmente educado, chama as pessoas por seu sobrenome e antes um Sr. Ou Srta. Para mostrar a sua educação as demais pessoas. O sorriso é uma característica marcante em sua personalidade, para todas as afirmações, interrogações e exclamações sempre responde com um sorriso para não perder a elegância, é um semi-deus mais velho que os demais possuindo seus 22 anos.

Por ter sua elegância, não sai de seus aposentos sem antes se arrumar então sempre se olha no espelho, não é tão vaidoso, mais tem de se arrumar para não questionarem. Como todos os homens, ou a maioria, não vive disso, apenas quer se mostrar apresentável para seus parceiros do acampamento meio sangue.

Características Físicas:
Zayn aparenta ser uma pessoa muito mais velho do que sua idade, seu rosto é definido e parece ter uns 25 anos, seu corpo com músculos totalmente definidos e que se passasse mais alguns anos na academia poderia entrar para a carreira de fisiculturista. Seus braços grossos já deixam claro que Zayn malhou durante muito tempo e que além de força mística graças à seu pai, também tem força física graças à sua malhação.

Seus olhos marcantes são de cor castanho-claro e que brilham um pouco como o mar que é uma característica dos filhos de Poseidon.

Seu rosto não é tão inocente, se for julgá-lo por aparência física pode achar que é um cara durão que não gosta muito de pessoas e é um tanto safado e pegador, mais sua personalidade é muito doce, no sentido de bom, e não aquela pessoa ignorante/arrogante.

Seus cabelos são lisos mais não caídos, são para cima. Suas pernas fortes podem dar chutes destrutores o que chega a ser metade ou apenas 25% dos chutes dos filhos de Héracles.

Conte-nos sua História:

A história se começa na capital da Rússia, Moscou onde uma criança nascia. Mais não era uma criança qualquer e sim o filho de um dos três grandes, o deus dos mares, senhor dos terremotos e cavalos, o grande Poseidon. Naquele momento o próprio grande observava o nascimento de seu filho, o primeiro depois de anos. O garoto tinha os olhos castanho-claro o que o tornava diferente dos outros filhos que tinham a tonalidade mais puxada para o verde e o azul, mas os olhos do garoto  tinha o brilho parecido com o mar.

Após a criança que se chamava Zayn Miller 14 anos aconteceu algo inacreditável, ele estava indo ao banheiro após tocar para o intervalo de suas aulas, ele fazia o 9º anos do ensino fundamental, chegara no banheiro e encontrara o zelador limpando o chão, ele simplesmente ignorou e foi para a privada urinar. Após terminar, Zayn vai lavar as mãos e o zelador não estava mais lá, ele estava no teto voando, duas asas que eram seus braços cheios de penas, se tornara uma mulher que tinha uma voz antipática e totalmente fina.

-Semi-deus! Você tem um cheiro do velho-mar, seu pai deve está vendo isso agora e não poderá fazer nada, você irá morrer aos olhos de Poseidon!- Saía aquela voz fina que faziam os tímpanos tremerem e aparentava ser uma criatura arrogante.

-Ahn? Semi-deus? Meu pai?? Ele morreu há muitos anos e eu não tenho fedor da praia não! Me respeite eu mal a conheço?...Passarinha!- Falei com voz trêmula, estava morrendo de medo e totalmente espantado com a criatura, aquilo deve ser fantasia de alguém ou até mesmo algo imaginário, impossível uma pessoa voar.

Peguei um cabo de vassoura que estava perto, o parti no meio com apenas um pouco de força física e depois das duas metades estiverem com pontas afiadíssimas, lancei-as na criatura, queria vê se era imaginário ou real. Os cabos de vassoura quase a atingiram, ela conseguiu agarrar um e o outro desviou, eu estava ficando louco com tudo isso, aquilo era real!

-O que é você? Me responda por favor ou irei ficar louco! Você chega de repente voando! Como é possível!!!- Exclamo em pânico total e também curioso.

-Sou uma harpia, fui mandada para matá-lo devido ao seu odor, você cheira à semi-deus e também ao mar o que o indica ser filho de Poseidon!!- Fala a Harpia se sentindo a sabe-tudo, encosto na parede tremendo.

Um som chega em meus ouvidos, era uma corneta, de repente a porta se abre e uma outra criatura totalmente estranha entra no local, era John, meu amigo “aleijado”, ele usava moletas todos os dias no colégio e era o mais velho da classe por repetir várias vezes, ele tinha chifres e penas de B-BODE? Não acredito, todo esse tempo eu tinha um amigo meio-bode.

-Zayn, sou um sátiro, lhe explicarei tudo depois, é algo que você deve ouvir com calma para não ficar estérico.- Tentava me explicar John.

-O-ok, mais quero uma explicação bem convincente John! Como pode ter chifres e pelos nas pernas, ou patas!!- Falo ainda em pânico e agora preocupado.

A Harpia ficara um pouco nervosa com a presença do sátiro, acho que o tamanho do chifre de John indica sua experiência e julgando o tamanho do de John ele é um sátiro bastante poderoso, a expressão da Harpia muda e ela fica com raiva atacando John, suas garras afiadíssimas já a mostrava perigosa, John pegara um porrete e pulara, com os chifres ele segura um dos braços da criatura que para de voar devido a dificuldade e começa a cair, John é esperto e fica por cima da criatura a fazendo receber todo o dano e com o porrete começa a bater na Harpia a fazendo virar pó depois de dezenas batidas.

-Zayn, me chamo John Ĺànvínskê! Sou um sátiro russo assim como você é um semi-deus russo, só me mudei para os Estados Unidos por que sua família o trouxe para cá, não podia deixá-lo sozinho sem a minha proteção por que você, como disse a Harpia, parece ser um filho de Poseidon e semi-deuses como você sã raros. Ah! Você não sabe o que são semi-deuses, irei lhe explicar, são filhos de Deuses com humanos, metade deuses, metade humanos. Os semi-deuses possuem poder de seu pai/mãe e os filhos de um dos três grandes são os mais poderosos, temos de ir ao Acampamento Meio-Sangue quando você se sentir pronto, nunca saia de Califórnia, vigiarei você, irei esperar você quantos anos quiser.- Explica muito bem John o que já me deixava um pouco calmo.

-C-certo, irei me preparar com minha mãe ela certamente me dará apoio, só o Bale não irá deixar, meu padrasto!- Falo me virando e indo embora.

4 anos depois, Zayn procura John e junto com o sátiro vai para o Acampamento onde está durante 2 anos.
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
Após ser reclamado por Poseidon e estar à dois anos no acampamento meio-sangue, estava preparado para uma missão realmente difícil e com meu tridente e minha espada fui até ao porão onde o Oráculo já me esperava, seria minha primeira missão de nível difícil.

“O destino de um semi-deus em mãos erradas estará...
quando duas criaturas diferentes encontrará
a arma da deusa sábia nas mãos de um minotauro estará
e dele você terá de pegar para o mundo salvar.”

A profecia foi dita, tenho de cumpri-la para a missão ser um sucesso, eu como filho de Poseidon sou o mais indicado à fazê-la. Pego minhas duas armas e vou em direção ao Canadá que foi o último lugar onde o Minotauro foi visto por um semi-deus indefinido, Argos me levara até o aeroporto onde eu pegaria o avião até o Canadá. A viagem foi bastante tranquila, Zeus não quis confusão, acho que a arma de sua filha era sua principal preocupação, seria a arma mais poderosa da Deusa e em mãos de Deuses errados seria algo destrutivo.

Cheguei no Canadá e logo peguei um táxi, eu tinha U$$ 100 o que dava para várias viagens, também tinha DO$250(Dracmas de ouro)Dados por Quíron para caso eu encontrar seres mitológicos. O caminho até o lugar onde Minotauro foi visto pela última vez foi um pouco longo, os táxis do Canadá são devagar e tem um limite de velocidade, não pode passar dos 80 Km/h. Vi várias criaturas pelo país o que me fez julgar um país cheio de monstros disfarçados e fiquei estudando os tipos de criaturas diferentes que eu encontrava até avistar o Minotauro, não seria fácil, Minotauro é a criatura mais temida de todas e eu tinha de honrar meu pai.

Peguei meu tridente e minha espada, cada arma em uma mão, a malhação me ajudou a aguentar o tridente em apenas uma mão, corri até o Minotauro me olhar, tentei desferir um golpe em seu abdômen mais a criatura era experiente em lutas contra semi-deuses e usou um de seus chifres para defender-se do ataque, finquei a espada no lado esquerdo do abdômen bem em uma das costelas e escutei o grito de dor da criatura, depois seus olhos brilharam em um vermelho-sangue e logo me acerta um soco que me faz ir parar três metros atrás.

A dor era infernal! Eu podia sentir um de meus ossos quebrados, eu não conseguiria derrotar aquela criatura sozinho! Até que uma mão delicada me segura e um pequeno pote de néctar e ambrósia é posto em minha boca, engulo logo e vejo os resultados, a dor parecia sumir lentamente e eu já conseguia me levantar, era difícil lutar, meus reflexos não estavam aptos para uma batalha contra uma criatura de tal porte, acho que as chances são mínimas.
Finquei a espada no chão e fui apenas com o tridente, vi o Minotauro com uma espada de brilho dourado, era a arma de Atena e teria de lutar contra o Minotauro e a arma da Deusa, ele utilizando aquilo seria um dos maiores perigos que serão enfrentados por mim, pelo menos a força da arma fica bem mais fraca sem ser usada com sua dona. Corri em direção da criatura e a ataquei com o tridente, o Minotauro usa a espada para repelir meu ataque, a repelida foi tão forte que quase soltei o tridente, resisto e então consigo arranhar a perna do Minotauro, depois acerto um soco em seu pescoço, a minha força era um pouco maior que os demais semi-deuses, exceto filhos de Héracles, por eu ter malhado durante 7 anos.

A garota que me dera Néctar e Ambrósia lutava contra três harpias, ela era habilidosa e eu estava querendo saber mais sobre ela, peguei a espada que estava fincada perto dali e comecei a desferir diversos golpes no Minotauro, a criatura com dificuldade consegue repelir todos e eu continuo à atacar até que acerto três golpes seguidos fazendo o Minotauro começar a mancar, pego o tridente e o finco no pescoço da criatura, giro o tridente e arranco a cabeça do Minotauro e o vejo virar pó.

Depois corro até onde as três Harpias estavam ganhando da semi-deusa e como tinha um lago próximo eu consigo controlar uma quantidade de água e lançar nas Harpias que se distraem o suficiente para eu lançar o tridente e a espada em duas Harpias só sobrando uma e a semi-deusa lança um chicote prendendo uma pela pata e puxa depois enfia uma faca em seu coração matando-a.

-Olá, me chamo Zayn, sou filho de Poseidon e sou do Acampamento Meio-Sangue!- Falo me apresentando para a garota.

-Ah, olá! Sou Lillian e sou filha de Afrodite, nunca fui nesse tal de Acampamento Meio-Sangue e tenho de ir!- Fala indo em direção à outros monstros.

Fico a observando até ela desaparecer de minha vista e logo vou pegar a arma de Atena, a espada era tão mágica que ao tocá-la eu já me curei de qualquer coisa negativa: Cansaço, feridas, hematomas... Levo a Arma até o Olimpo e logo Atena me agradece, olho para meu pai e vou embora.
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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Apolo em Sab Nov 23, 2013 8:25 pm

Nossa, pelos deuses... Ou aqui só tem gente boa com histórias, ou eu realmente me admiro com tudo kk

Enfim, eu gostei muito da sua ficha, sua escrita é muito boa e não ouve erros que eu pude perceber

A história e a batalha foram muito boas, continue assim e só ganhará coisas boas com isso ^^

Aprovado, bem vindo prole do deus dos Mares

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Liam Williams em Dom Nov 24, 2013 6:16 pm

Nome:

Liam Williams

Idade:

21
Local de Nascimento:

Estados Unidos - Califórnia
Progenitor Primordial:

Hades

Progenitor Mortal:

Candice Williams

Características Psicológicas:

É uma pessoa que gosta de ter muitos amigos ao seu redor, mais não deixa de ter uma personalidade fria. Por ser filho de um ser olimpiano e ainda mais um dos três grandes e o mais velho dos três, se acha melhor que os outros semi-deuses e isso se torna uma das suas maiores fraquezas pois, quanto mais subestimar seus inimigos, mais chances eles terão de derrotá-lo. Liam também é bastante educado com garotas/mulheres, ele a acham as melhores entre os sexos feminino e masculino por que elas conseguem fazer os homens desejá-las mais que tudo.

No Acampamento, Liam tem muitos amigos, a maioria por ele ser filho de Hades, e a menor parte por saber quem ele é e como trata as pessoas. É gentil com os amigos e totalmente leal e protetor, nunca trai os amigos e dá a vida por eles, os que valem a pena. Com os inimigos a coisa é diferente, tem um ódio por inimigos e quando está em uma luta, não para até destruir seus inimigos. Monstros temem à aura dele e de seus irmãos, pois o poder é totalmente intenso.



Características Físicas:

Não tem uma força física muito grande, mais também não é muito fraco, os cabelos loiros e lisos que já foram caídos sobre os olhos, agora está para cima e continua liso. Os olhos negros revelam seu lado horrível. Pele branca e sem marcas de guerra. Aparenta ser uma pessoa mais velha do que sua real idade e sempre mente dizendo ser mais velho, é um dos semi-deuses mais poderosos e velhos que existe. O rosto do semi-deus aparenta a personalidade, o olhar e a expressão de subestimação se mostrando superior já mostra que tem um ego forte.

A expressão sombria já deixa claro que é filho de uma deus das trevas, sua força e sabedoria já deixa claro que o mesmo é filho de Hades, a altura é de 1,84 e o peso é aproximadamente 80 kg. Os cabelos são sempre penteados para não deixar uma má impressão, não é vaidoso, mais gosta de está sempre de boa aparência para pessoas desconhecidas. Vem se tornando mais forte por causa das malhações, ele precisa aumentar seu porte físico para só assim conseguir ter força física e mental.

Uma barbinha mal feita está presente no rosto do filho de Hades, a cor preta é predominante no corpo do garoto, olhos negros, cabelos pretos e barba preta, o garoto era realmente um filho das trevas.

Conte-nos sua História:


A história se inicia nos Estados Unidos quando uma criança nascia na Califórnia, esta criança não era um humano, era um semi-deus. Filho de Candice Williams, nascia o pequeno Liam Williams. O garoto crescera sem a presença de seu pai, mais com um padrasto que o tratava como um filho e a este sempre chamava de pai. Mesmo tendo Gale como seu pai de consideração, sempre perguntava para Candice quem era seu pai, e ela sempre respondia: “Meu filho, seu pai era uma pessoa especial e teve de ir embora por motivos não explicados.”- E mesmo ouvindo a mesma resposta, Liam sempre perguntava.

Tempos depois, Liam tinha seus 16 anos e já estava no 3° ano do Ensino Médio de Califórnia High School e no dia de seu aniversário dos 17 anos era a última aula do ano, o último dia de Liam no colégio aconteceu um incidente indesejável para o semi-deus, ele estava no corredor da entrada do banheiro quando um vulto rápido se mexeu, seus reflexos de semi-deus, que o mesmo ainda não sabe que tem, o fez acompanhar o vulto, eram duas criaturas extremamente estranhas, como se fossem duas aves humanas, como era mesmo o nome...Harpias.

-Hahahaha, eu não falei irmã que meu olfato nunca mente! É uma prole do grande Hades!- Fala uma das mulheres ave, a voz era totalmente irritante e muito aguda fazendo os tímpanos dos ouvidos de Liam ficarem doloridos.
-Sim! Você estava certa irmã, irei aprender a dar mais atenção e confiança a você.- Fala a outra mulher ave, a voz da outra não era tão aguda, parecia mais velha.

Liam estava totalmente confuso, não entendia o motivo de duas “pessoas” estarem voando, qual seria a explicação mais real para isso, seria coisas da cabeça do semi-deus?

-Er...O que são vocês? Não chegou o carnaval ainda!- Fala Liam tentando parecer confiante, mais sua voz era de preocupação.

-O que? Não sabe o que somos? As mais perigosas do mundo, somos as Harpias!- A de voz mais fina falara com raiva.
-É! Irei ignorar as ordens do Lord Hades e matá-lo, isto foi uma ofensa, todos sabem quem somos!- A da voz mais velha falara com irritação e parte para cima voando.

Um som entrara nos ouvidos, era uma corneta e de repente, o irmão de consideração de Liam que ele conhece à vários anos entra, ele era aleijado e andava com moletas, mais ele entrou sem as moletas e sem as calças e andando normalmente, sendo que em vez de pernas ele tinha patas de bode e chifres na cabeça e isso só fez piorar a cabeça do semi-deus.

-Joseph! O que você tem? Quer dizer, existe alguma doença para isso que você tem nos pés e na cabeça? É o Bodefentíase? Como a Elefantíase? Eu estou completamente em choque! Minha cabeça está doendo com tudo que está acontecendo, alguém me explica o que está de errado comigo!!!- Exclama em voz alta o jovem semi-deus.

-Liam, eu vou te explicar tudo assim que eu acabar com as Harpias, eu sou um dos maiores sátiros do Acampamento, você irá ver  minha grande habilidade em combate.- Responde calmamento o sátiro.

Então, Joseph pula em direção da Harpia de voz fina e com o porrete consegue acertar a cabeça dela, a outra Harpia voa em sua direção, Joseph pega a flauta e toca uma melodia calma que faz com que cipós enrolassem a Harpia, enquanto a mais velha tentava se soltar, Joseph batia com o porrete na de voz mais fina até a mesma virar pó, depois consegue acertar uma chifrada na outra que também vira pó.

-Liam, eu sou um sátiro, seu sátiro, procuro semi-deuses espalhados pelo mundo e trago eles para o Acampamento Meio-Sangue, é para onde vou levá-lo, sua mãe já foi informada e você tem a autorização dela, no Acampamento você irá aprender à controlar seus poderes e seus reflexos de batalha, você tem decifit de atenção, dislexia e tudo isso por causa dos instintos gregos de combate e seu cheiro de enxofre me lembra um deus não muito desejado mais muito poderoso, Hades.- Joseph tenta explicar de forma calma para Liam entender e funciona.

Saem dali e vão para o Acampamento onde Liam treina até hoje, tem muitos irmãos, Hades não parou antes dele, seus irmãos estão tirando suas dúvidas sempre e essa recepção faz qualquer pessoa se tornar mais calma, Quíron tirara várias dúvidas também e Joseph sempre treinava com o semi-deus novato, ele será uma promessa naquele acampamento.





Batalha:



Após 1 ano treinando no Acampamento Meio-Sangue e sendo um honroso filho de Hades, seria a hora da minha primeira missão difícil, é o sonho de qualquer semi-deus. Peguei minhas armas de combate: Uma espada de ferro estígio, um manto que me deixa invisível, uma armadura que me protegerá e um bidente das trevas e vou até o porão onde se encontra o oráculo.

“As trevas serão mandadas para lá...
Onde os gigantes conseguirão dominar...
Se o garoto das trevas falhar
Com a arma do deus um planeta destruirá”

A profecia estava dita, eu tinha de ir atrás da terra dos Gigantes e pegar a arma de algum deus, estava rolando um boato em que a arma de Zeus fora roubada e a terra dos gigantes fica próximo do   Canadá e era para lá que eu irei.

Argos me levara até o aeroporto e peguei um avião para o Canadá, a viagem fora tranquila por que Zeus nem ligou para mim, deve está preocupado com sua arma e eu receberia uma boa recompensa se eu trouxesse seu raio. Com os pés em terra firme, comecei a procurar os gigantes, me afastei muito da cidade até chegar em uma área deserta onde as coisas eram maiores que o normal e eu já sabia que estava perto por que havia marcas de pegadas enormes. Escuto um barulho e vou até onde o som vinha da esquerda, coloco meu manto das trevas e fico invisível.

-Eles estão ali, vou lá e tento roubar sem lutar, será mais fácil.- Falo caminhando invisivelmente

Consigo chegar próximo ao raio mestre de Zeus, os gigantes não eram as criaturas mais esperta, mais eu sem querer encostei em um e ele sentiu, depois deu um tapa no chão e fez meu manto voar. Os gigantes gritaram de raiva e dois deles me atacaram, coloco a armadura rapidamente e depois esquivo para o lado, a mão do gigante fica presa no chão fofo do deserto.

Pego meu bidente e tento furar um, mais o outro gigante segura a minha arma e a lança para o lado que se finca no chão, pego então minha espada de ferro estígio e os gigantes não podiam tocá-la, mais para se defender eles pegaram suas armas, grandes pedaços de madeira, me atacam, pego a espada e finco no pedaço de madeira, como a madeira não tem comparação com o estígio se parte no meio, consigo então fincar a espada no pé do gigante, eles mediam cerca de 3,5m, após tocar a espada no gigante, sua alma quase é sugada, só não foi por que não consegui fazer um ferimento profundo.

-Essas criaturas são muito poderosas! Tenho de lutar com mais força!- Falo pegando o bidente, agora lutaria com duas armas, seria bem mais fácil matá-los.

Um gigante me acerta em cheio quando eu parei para pensar em uma estratégia, parecia que eu tinha ido às nuvens e voltado para terra, as dores por todo o meu corpo me fazia tremer e choramingar um pouco, fico um tempo deitado e logo depois bebo um pouco de néctar e como ambrósia, me sinto melhor, levanto-me e ataco os gigantes, começo a desferir golpes rapidamente, os gigantes rebatiam com pedras e as madeiras, até eu acertar um com a espada bem no umbigo de um, esse gigante sentiu dores enormes e morreu sem sua alma, minha espada absorvera a primeira alma e logo de um gigante, sua força subira.

O outro gigante me acerta raspando e perdi a força do braço esquerdo e agora só podia atacar com a espada, eu estava muito fraco, comecei a desferir golpes de esgrima e consigo acertar na barriga do gigante o fazendo morrer sem sua alma, eu estava exausto, caio no chão e fico pensativo.

Fico durante alguns minutos deitado até me levantar, vou lentamente até o raio de Zeus, depois de pegá-lo, vou com de táxi para o aeroporto, volto para os Estados Unidos e depois para o Empire States, subo até onde os Deuses ficam e lá entrego o raio, Zeus me olhara, seus olhos me lembrava os raios, é óbvio né, o deus dos raios...

Volto para o Acampamento e sou elogiado por todos, um “novato” que conseguiu completar uma missão de nível super difícil, terei como troféu um braço de um dos gigantes, tudo ficara mais fácil após a primeira missão difícil e externa, eu consegui matar duas criaturas extremamente fortes e honrar meu pai, agora eu sou respeitado e pretendo continuar e/ou melhorar.
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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Ex-Staff02 em Seg Nov 25, 2013 11:43 am

Sua história não me surpreendeu, nada diferente de tantas outras que já vi pro aqui seguindo até um roteiro semelhante ao Percy, mas sua batalha foi algo totalmente novo, sua história não foi ruim, foi narrada claramente e com as informações necessárias, parabéns, filho.

APROVADO

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Ter Nov 26, 2013 7:27 pm

Testes para filhos de Poseidon estão encerrados até Segunda Ordem.

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Vladmir D. Rosevelt em Seg Dez 02, 2013 11:07 am

Nome: Vladmir Devon Rosevelt

Idade: 29 anos

•  Local de Nascimento: Inglaterra

•  Progenitor Divino: Hades

•  Progenitor Mortal: Marie Devon Rosevelt

•  Características Psicológicas:
-A personalidade de Vladmir, é confusa. Muitas vezes ele parece um garoto quieto, centrado, e sério. Pensativo, ele mantêm uma expressão fechada, como se estivesse nervoso ou triste (sim, eu disse que era confuso). Todas as vezes que alguém o observa, quando ele está com esta expressão, são sempre as mesmas perguntas: Tudo bem? Irritado com algo? Ou... O que aconteceu? Precisa de alguma coisa?
Desde criança, sempre foi assim, até com a mãe.

O rapaz é bastante egocêntrico, cuidadoso e vaidoso com a sua aparência. Mantêm seu próprio estilo, seguindo o punk. Muito orgulhoso, não gosta de ganhar nada material, odeia pedidos de desculpas e sempre quer ter a razão. Além de tudo isso, Vladmir, é irônico na maioria do tempo. Ama fazer brincadeiras tirando sarro dos outros, sem ofender de um jeito ruim,  por mais que tenha a personalidade forte, odeia qualquer tipo de descriminação. Só de pensar sobre isso, faz com ele fique irritado.

Ele viaja longe nos próprios pensamentos, tem um coração de aventureiro, ama fazer planos encima dos próprios sonhos. Tem algumas dificuldades com improvisações, principalmente em situações que podem deixar ele nervoso. Odeia ser pressionado, pois tem medo de não conseguir deixar o for perfeito do jeito dele.

Mesmo com as várias alegrias e inúmeras tristezas, ele tenta ser o melhor possível para si mesmo e para aqueles que ama.


•  Características Físicas:
- Vladmir tem uma altura mediana, com 1,81 metros de altura. Corpo sem muitos músculos, nada perfeitamente definido, e muito menos gordo. Magro sem exageros. O garoto é pálido, com olhos verdes, sempre destacados com lápis para olhos na cor preta. Os lábios de Vladmir, são finos e levemente rosados, com bochecha largas e queixo redondo. O nariz posicionado perfeitamente no rosto, minimamente com ponta curvada para a boca.

A cor do cabelo natural do garoto, é em um tom avermelhado que foi escurecendo com o passa do tempo (Vladmir ajudou tingindo o cabelo). Atualmente sempre, seus cabelos são pretos com leves ondulações, e , na maioria das vezes, estar sempre espetado e bagunçado.


•  Conte-nos sua História:
Marie Devon Rosevelt, era uma jovem  botânica. Os pais dela, eram donos de vários roseirais no Reino Unido, construindo a grande fortuna Rosevelt desde 1951.

Com 34 anos, Marie, começou a estudar as espécies de rosas, criando um Rosarium, para tentar chegar em um tom escuro, uma rosa na cor preta. Com essas várias pesquisas, conheceu Hades, um rapaz lindo e sedutor, um deus com um lado na guerra, que mudaria a vida da garota para sempre. Apaixonou-se pelo mesmo, e foi dele que criou-se Vladmir.

Desde os sete anos de Vladmir, diversos monstros apareciam parar tentar devorar a prole de Hades. Mas ele tinha um protetor, um sátiro, com chifres médios, musculoso, alto e inteligente. Mal parecia um de sua espécie, não que sátiros sejam burros. É que Charles, possuía uma benção de Hades, algo que facilitava a batalha com os monstros.

Nas escola, o garoto não era muito popular entre os outros rapazes, e muito menos era seu foco. As garotas se derretiam por Vladmir, e, é claro, que ele amava aquilo. Trocou três vezes de colégio, primeiro dos motivos: O ensino, que quase sempre o garoto não conseguia acompanhar. Depois,  havia também, os monstros. E por último as brigas. Sim, ele arrumava brigas como se troca de roupa.

Marie morreu bem velha, por volta dos setenta anos. Mas deixou suas pesquisas junto com a herança. Não é atoa que o brasão da família tenha uma rosa. O corvo Rosevelt significa morte ou sorte. Gustav, o avô de Vladmir, contava histórias que o pai dele contava para ele sobre o corvo no brasão da família. A ave significa a morte de algum membro ou algo muito bom que esteja para acontecer. Ele dizia que essas aves viviam nas redondezas da mansão, sempre carinhosas com a família, mas quando alguma aparecia morta na porta, alguém estava prestes à morrer, ou com sorte de acontecer algo muito bom.

Vlad nunca teve problemas com a morte. Nem um pingo de medo. Desde de pequeno ele se orgulhava dela, e sonhava em se tornar um ajudante, um ceifador. Seu pai disse que isso não seria possível para ele, que o garoto tinha muito amor no coração e outros tantos sentimentos que a morte não deveria carregar. Vlad insistia. Hades fez uma promessa:  A rosa, que a mãe de Vladmir tanto pesquisava, tentando chegar ao tom certo, seria o sinal de que o jovem semideus estava pronto para seguir a morte. Ligada aos sentimentos do garoto, se alimentando de cada um deles, com a única fraqueza: O escasso de sentimentos, o coração de bronze. Quando Vladmir estivesse assim, seria o momento certo. Mas, o desejo de se tornar um ceifador mudou quando ele conheceu a música.

Canto, violão, baixo e bateria foram instrumentos musicais que interessaram e foram ensinados ao garoto. Com dezenove anos de idade, sim ele era precoce, montou sua banda que se chamava Leadfeather... Sempre lhe perguntam de onde tirou essa nome, porém o garoto apenas ri, afinal, nem ele sabe de onde veio. Claro que a ironia faz parte do DNA de Vlad, sempre com sorrisos falsos e palavras ironizadas, porém consegue ser bem humorado e as vezes, RARAMENTE, consegue ser engraçado. Vinte e nove anos...Sim, 29 foi quando ele e Charles finalmente foram para o acampamento.


Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:

Espada na bainha, cigarro nos lábios, camiseta laranja do acampamento, calças jeans e tênis. O dia já havia ido embora e se inciava o começo de noite. Não restava mais ninguém por ali, apenas Vladmir, escorado em uma das árvores. Charles avisou sobre os perigos noturnos do acampamento, e os monstros da floresta, mas nada disso fez diferença para Vladmir.

Terminou de tragar o cigarro e jogou a bituca no chão, pisando sobre a mesma enquanto soltava a fumaça do tabaco. Respirou fundo e colocou ambas as mãos nos bolsos da calça, pensando em tudo que havia acontecido nos últimos anos. A ausência do pai nos últimos meses, a falta de amigos no acampamento, tudo bem que Charles era um ótimo amigo, mas só era Charles, e o sátiro tinha outros compromissos com o conselho de sua espécie. A mãe que perdera com o tempo, o avô que se fora antes dela.

-Marie... Deveria ter ficado no lugar de Hades... Deveria ter sido eterna.- Disse quase em um sussurro para si mesmo, já voltando a caminhar entre as árvores, enxergando muito pouco o caminho escuro. Respirou fundo mais uma vez e ergueu uma das mãos até a cabeça, bagunçando os cabelos, mas logo desviou o olhar, assim que ouviu um ruído dentre as árvores ao lado direito dele.

O cão infernal saiu de dentre as árvores em uma velocidade incrível, avançando direto em Vladmir. A primeira reação do garoto foi empunhar a espada, deixando a lâmina na horizontal acima do peito. Logo em seguida, deslizou a lâmina no peito do monstro, fazendo um leve corte no local, e assim, a fera soltou um grunhido e se afastou de Vladmir.

O pequeno movimento com a lâmina da espada, fez pequenos cortes em ambas as mãos do semideus, que rosnou baixinho voltando a se levantar. O cão infernal balançou a cabeça e ficou em duas patas, rosnando e balançando a cabeça, parecia um cavalo relinchando. Bate com as patas no chão e voltou a avançar contra Vladmir, que girou a espada, mesmo com as mãos ardendo, e golpeou a para esquerda do monstro, que soltou outro grunhido e caiu. O filho de Hades aproveitou o momento e cravou a espada no estômago do cão, e em segundos o mesmo já não respirava mais.

Para o azar de Vladmir, o cão que ele havia matado, não estava sozinho. O pior, era que aquele parecia o filhote, porque mais dois cães surgiram, bem maiores e musculosos, cercando o semideus. O da esquerda avançou contra Vladmir, já abocanhando o braço do garoto, enquanto o outro avançava pela direita, e, com sorte, a prole de Hades, havia conseguido fazer um corte no focinho do cão infernal, mesmo com o outro braços sangrando.

Caiu no chão, com os olhos sendo forçados a fechar, só pode ver um flash de luz, como se alguém passasse por cima dele correndo, e logo depois ele pode ouvir "Charles! Ele está aqui!" e ficou inconsciente.

Acordou no outro dia em uma das macas da enfermaria, alguns sátiros e semideuses nas macas ao lado e a frente. Ainda meio zonzo por conta da ambrósia e do néctar, não se lembrava muito bem da noite anterior, mas pode sentir o braço pesando, com todas as ataduras e faixas. Suspirou e voltou a fechar os olhos, adormecendo em seguida.
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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Ex-Staff02 em Seg Dez 02, 2013 1:35 pm

Ótimo teste, suas descrições me surpreenderam, principalmente suas características psicológicas.
APROVADO

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Jaantony W. Vikary em Dom Dez 22, 2013 2:44 pm


– Descende de Adão e Eva – tornou Aslam. – É uma honra suficientemente grande para que o mendigo mais miserável possa andar de cabeça erguida, e também vergonha suficientemente grande para fazer vergar os ombros do maior imperador da Terra.

As Cronicas de Nárnia, Príncipe Caspian - C. S. Lewis



Nome: Jaantony Riv Wolf high-Ironjade Vikary
Idade: 18 anos
Local de Nascimento: New York
Progenitor Primordial: Hades
Progenitor Mortal: Gwen Delvano Vikary
Características Psicológicas: Descontrolado. Não se via amor ou piedade em seus olhos, e quando esses sentimentos raros apareciam, instantaneamente se diluíam e pareciam ser confinados. Seu sorriso era fácil, mas vinha apenas em momentos errados e horas inoportunas. Sua família sempre o aceitou assim, por isso, nunca lhe passou pela cabeça o que acontecia. Era normal de um jeito estranho e amado mesmo assim. Cresceu fiel aos seus princípios e certo de que fazia o correto. Correto para os ideias que herdou. Perfeito para os olhos do pai.

Era de poucos amigos por conta, principalmente de seu jeito grosseiro e pouco divertido, mas mantinha as poucas amizades que tinha com sangue e nunca lhe faltou coragem. Era perverso? Sim. Mas destemido. Um exemplo. Não lhe faltava ódio e vontade de se fazer notar. Isso o levou pra cima, o o fez pensar que era mais do que era possível. ele não era um Deus.

Características Físicas: Seus cabelos escuros contrastavam o cinza de seus olhos e o corpo largo e alto chamava a atenção de quem o olhava, mas nada se comparava às tatuagens. Marcas tribais e maoris cobriam os dois braços completamente. Partiam do pescoço e se estendiam uniformemente até as articulações dos dedos e não acabava por ai. O peito completamente preenchido possuía um único desenho que se estendia quase até o pescoço. Nas costas, asas. Negras e grandes. Simbolizavam um anjo qualquer. Um não tão bom, um que lhe abastecia com o ódio imundo e infindo.

Mas era de uma beleza impecável. Uma beleza estranha e perversa. Lembrava a mãe e isso o fazia especial. Com asas e tudo, parecia um anjo da morte, o que lhe caía bem. Era Jaantony. Único.

Conte-nos sua História: "Gwen saiu de casa em uma noite mais escura que as demais, quando tudo estava propício para dar errado e sumiços eram cada vez mais frequentes na região. Não chegou a ser alertada, não se importariam em fazê-lo, e ela sabia. Era uma mulher linda, de gosto estranho, que chamava a atenção de todos os homens do pequeno bairro onde morava. Saiu escondida, depois que todos dormiram, e só foi vista um ano depois.

A polícia local foi alertada, as buscas eram incessantes e nada nem ninguém sabia para onde e como Gwen havia sumido. Era uma época negra, não haviam transportes liberados para fora da cidade e tão pouco havia como se chegar nela, não naquelas condições. Ela havia simplesmente desaparecido."

[...]

Nessa idade um dos poucos prazeres que ainda me prendiam a vida tediosa e de favores nada recíprocos eram as histórias. Ah, mas como eu me saboreava delas. Antigas aventuras, perigos e invejas eram contados na voz de um velho já enrugado e frágil, curvado sobre o próprio corpo por culpa dos ofícios de quando novo e das responsabilidades e pesares que carregava sobre si até hoje, perto da morte. Mas as crianças gostavam! Mesmo o cheiro insuportavelmente adocicado do perfume barato, ou do talco que cobria cada uma das minhas articulações pareciam não afugentá-los.

E por outro lado eu gostava de ouvintes, me rodeavam em um circulo quase perfeito para a idade e sorriam uns paras os outros a cada brincadeira simples que eu fazia para anima-los. Eu estava mais feliz ali, por isso deixei o almoço do asilo de lado, naquele dia, e me preparei para uma nova história. Contaria sobre meu neto.

– Seu nome é Jaantony e hoje deve possuir seus dezoito anos. Não o vejo há dois e foi ele quem me colocou aqui.

E então o tempo pareceu diminuir de velocidade. Os olhos se fixaram em mim e eu me peguei imaginando a cena enquanto a narrava.

"Eu o conheci já com alguns meses, quando foi levado pela mãe - e que Deus a tenha - até a porta de casa e entregue a mim. Ela não estava bem, pálida e com dores não suportou até que fosse levada até o hospital. O menino, por incrível que pareça, ria mais alto a cada minuto, enquanto ela desvanecia. Ele parecia sugar-lhe a vida e assim o fez. Minha filha morreu aos 21 anos, depois de passar um deles sequestrada pelo homem que lhe pusera o filho.

Eu o eduquei da melhor forma que pude, mesmo que ele se negasse a aprender e escutar. O levei para a escola, cuidei de seus ferimentos (que ele dissera ser causado em simples brincadeiras) e o amei. Acima de tudo eu lhe considerava um filho, o filho homem que nunca pude ter. Ele cresceu, e cuidar dele ficou mais difícil. Seus ferimentos só cresciam e ele se pintava para esconder os hematomas. Hoje fez desenhos definitivos por todo o corpo.

Se acha bom por isso, mas nunca concordei. Nunca gostei nem incentivei. Sinceramente, não sei de onde veio. Não sei onde aprendeu isso e nem como, era estranho."

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado: – E então, ele melhorou? – Perguntou um menino com cara de surpresa, que se sentava logo a minha frente.

– Não, meu jovem – respondi forçando um sorriso – ele tentou fugir de mim diversas vezes, mesmo eu o ajudando.

"Um dia o vi brigando com um menino um pouco menor que ele, crianças. Aquilo me desolou. Foi desumano, frio e... sem vida. Ele usava uma espada que eu não sabia que possuía e a brandia como se a usasse desde que nascera. Mas a criança também não ficava atrás... Possuía um arco dourado e lançava flechas com exímia perfeição. Fiquei abismado em como crianças como aquelas poderiam fazer coisas do tipo, mas alguém me impedia de ir ajuda-lo. Uma garota pequena que andava com meu neto, bonita e com belos cabelos loiros. Parecia de uma força que amedrontava até a mim, e mesmo que quisesse não conseguia ir ajuda-lo.

A luta continuou por algum tempo: Flechas sendo rebatidas e a espada do meu neto brandindo sedenta por sangue. Ambos estavam cansados, era visível, mas a aura estranha que os cercava parecia motiva-los a continuar. Tentei gritar, pedindo que parassem mas não ouve som algum. Uma fecha se fixara na perna de Jaan e o garoto com o arco parecia beber o sangue que escorria da testa, recém cortada.

Pensei que acabariam com a luta por exaustão, mas uma pequena chama foi lançada ao pé do menino menor e assustado ele tropeçou. Foi horrível. Me neguei a crer no que vi. Não acreditei no que se passava. Jaantony Vikary, meu neto, estava com a espada cravada sob o pescoço da outra criança, que engolia seu próprio sangue e se asfixiava. Ouvi um nome: "Abby" e tudo escureceu.

Meu neto me colocou aqui, onde vivo a dois anos e fugiu, como a mãe. Não digo que lhe desejo o mal, mas bom ele não é, e isso me assusta. Me sinto mais seguro aqui, onde sou alimentado e amado. Ele nunca fez isso comigo.

Sempre que me lembro de como ele rebatia as flechas ou como ele parecia não sentir dor quando o metal lhe atravessara a carne... Arrepio. Ele era rápido no combate e se movia graciosamente, mesmo ferido ou cansado. Não parecia vivo, o ar ao redor era sepulcral e ele se deliciava.
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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Noah Seans em Dom Dez 22, 2013 8:43 pm


Noah Seans  /  Filho de Hades (?) /


Nome: Noah Seans
Idade: 18 anos
Local de Nascimento: Seattle
Progenitor Divino: Hades
Progenitor Mortal: Lily Seans

Características Psicológicas:
Não se pode dizer que Noah tem características definidas, porem algumas são marcantes. Ele pode ser baderneiro, arruma confusões onde quer que vá, mesmo quando não tem intenção. Se brigas fossem um adjetivo, deviria ser designado a Noah, já que cotidianamente é visto trocando socos e chutes, com humanos ou semideuses.
O semideus também aparenta ser solitário, não costuma fazer amigos com facilidade e tem a tendência de se afastar ou afastar as pessoas de si. Quando raramente faz amigos, é leal e às vezes consegue mantê-los.
O garoto costuma ser bastante sarcástico, já em outras ocasiões bastante direto e franco. Ele também é conhecido por ser insensível.
Independente de como está, sempre anda com um sorriso malicioso, principalmente quando vai aprontar.
Pode-se afirmar também que, o jovem não é uma boa companhia para os outros, a não ser que eles sejam especiais para ele ou que o bem- estar deles sirva de algo ao rapaz.

Características Físicas:
É um rapaz bonito. Alto, medindo em média, 1,85 cm. Tem um porte atlético, músculos bem definidos.
Olhos claros tão verdes, que lembram Ametistas. Seu nariz fino, que lhe dá impressão de arrogante. Seus lábios são finos, passando um ar pensativo e sério. O garoto normalmente anda com a barba mal feita, pois prefere parecer mais velho. Seus cabelos são castanhos escuros.  Sua pele é bastante clara, ganhando destaque quando o garoto usa roupas escuras, ou seja, sempre.
Aos quinze anos, Noah fez uma tatuagem nas costas. Sua tatuagem é a seguinte frase: Fuck the world!
É um rapaz considerado bonito. Só a sua beleza poderia ter atraído várias garotas, porém todo seu lado encrenqueiro, juntamente com o fato de ser um filho do submundo, fazia com que as pessoas afastassem.

Conte-nos sua História:
04 / 09 / 1995 – Nascimento
Era uma noite sombria, uma forte tempestade caía.  Em um pequeno hospital, nos subúrbios de Seattle, Lily Seans, uma mulher de 27 anos, ruiva de olhos verdes, dava a luz a seu terceiro filho, segundo nesta noite.
O parto dos gêmeos, Paul e Noah, foi complicado, quase levando a morte a mãe e os bebês...

04 / 09 / 1999 a 04 / 09 / 2007 – Infância
Em 1999 os gêmeos faziam quatro anos.  Os garotos viviam com sua mãe e seu irmão mais velho Pietro, um rapaz desengonçado, de cabelos ruivos, cheio de sardas nos rostos, era  quatro anos mais velho que os meninos, mas este era irmão apenas por parte materna. A família vivia na área suburbana de Seattle.  Lily trabalhava como garçonete em um pequeno restaurante, na área Sul da cidade. Os garotos passavam a maior parte do tempo na escola e no restante do dia ficavam sob cuidados de Pietro. Os garotos podiam ser facilmente diferenciados.  Noah havia herdado a cor dos olhos de sua mãe, já Paul tinha olhos pretos, intensos. Os dois eram garotos fechados, mais solitários e sombrios. Gostavam de bagunça e sempre estavam brigando na escola.  Aos sete anos, já haviam sido expulsos de nove escolas.
Em grande maioria, as expulsões eram por culpa dos dois, porem  nas últimas três, coisas estranhas haviam acontecido. Monstros os haviam atacado e por sorte conseguiram sobreviver. Mas no ponto de vista dos mortais acontecia o contrário. A névoa os enganava e ficava parecendo que os garotos haviam feito coisas erradas.

04 / 09 / 2008 – Aniversário de treze anos! Uma visita inesperada!
No dia em que completavam 13 anos, Paul e Noah, ganharam uma festinha de sua mãe. Não era nada surpreendente, até porque só tinham quatro pessoas nela, Lily, Pietro e os dois rapazes. Lily comprara um bolo, na padaria da esquina, enfeitara a casa com balões pretos e roxos, as cores preferidas dos meninos.  
Para variar, uma tempestade forte caia algo normal nos aniversários dos rapazes.  Quando o relógio marcou 23: 40 a campainha tocou.  Todos se assustaram, não era muito cotidiano a campainha tocar na casa, só quando vinha cobrar dinheiro, mas nunca vinham nesse horário. Lily se apressou para atender, era uma das únicas ocasiões em que a viram arrumada, seu cabelo estava preso em uma trança, usava seu vestido mais novo, especialmente hoje seus olhos brilhavam.  
Quando a porta foi aberta, a imagem de um homem charmoso, de forma sombria, apareceu. A mãe dos garotos fitara o homem por vários minutos, até por fim deixa-lo entrar. O homem tinha cabelos negros lisos, vestia jaquetas e calças em um negro intenso. Sua pele era tão pálida, quanto à de..., bom não existia nada como aquela palidez. Noah, o gêmeo de olhos claros, sentia que havia algo em comum entre eles, mas a mãe do garoto havia garantido que o homem era apenas um amigo.
O aniversário se seguiu com um clima não muito agradável. Havia certa frieza na mesa, desde que o homem chegara. Lily encarava-o com ressentimento...
A comemoração foi encerrada, às 02: 14 da manhã, quando o amigo da família, decidiu se retirar. Antes de partir entregou um presente para cada um dos meninos, duas jaquetas. A de Paul era toda preta, a cor preferida do rapaz. A de Noah também era preta, porem tinha uma enorme caveira desenhada. De alguma forma aquele homem estranho conhecia os gostos dos rapazes. Porem Lily os proibiu de usar aquilo, chegando até a confisca-las, sem dar nenhuma justificativa a eles.

22 / 06 / 2010 – A morte entra na vida de Noah!
A rebeldia crescia de acordo com o avanço de idade dos rapazes. Praticamente não havia mais escolas na cidade, em que Paul e Noah não haviam estudado.  Os dois agora usavam drogas, bebiam bebidas alcoólicas, eram vistos em brigas de ruas, além de praticar roubos. Lily e Pietro tentavam de todas as maneiras darem um jeito nos meninos, mas era em vão.
Os acontecimentos do dia 22 / 06 / 2010, só pioraram a situação. Foi nesse dia que a morte participou da vida de Noah.  Pietro o levava de carro, juntamente com Paul, para uma biblioteca, por algum motivo, era a única coisa não perigosa que lhe interessava. Que não era perigosa  entre aspas.
O carro dos irmãos de envolveu em um acidente, com mais dois carros. A última imagem que Noah viu, foi a de Paul sendo arremessado para fora do carro...
O acidente teve como resultado, três mortes. Uma garota ruiva, de apenas 16 anos, que estava grávida, Pietro, meio-irmão de Noah, e por último Paul, o gêmeo de olhos negros. Com o acidente, o gêmeo que sobrevivera entrou em coma.

03 / 02 / 2011 – Os olhos verdes se abrem!
Haviam se passado oito meses desde o acidente e pela primeira vez Noah abriu os olhos. Ele estava no mesmo hospital em que nascera apesar de não saber disso ainda. Sua mãe estava  à seu lado, segurando sua mão, lágrimas escorriam por suas bochechas.
-Meu querido!- a voz dela soava fraca
-Mãe... eu... o que houve?- falava com dificuldade o semideus.
-Vamos com calma...
E assim os dois passaram o resto do dia, conversando...

07 / 02 / 2011 – Aprendendo a dizer Adeus!
Noah finalmente voltara para casa. Tudo estava como antes, exceto pelo silêncio, com a morte de seus irmãos fazer barulho não tinha mais sentido.
Era final de tarde, quando ele foi surpreendido por sua mãe e um rapaz entrando em seu quarto.  O rapaz era totalmente desconhecido, moreno, alto, cabelos encaracolados, olhos cor de âmbar. Ele também aparentava ter problemas nas pernas, pois andava todo desengonçado.
-Meu filho- disse Lily com carinho – Preciso lhe contar uma coisa...
Em uma conversa de trinta minutos toda a vida do rapaz havia sido resumida. Filho de um deus olimpiano, problemas de dislexia, hiperatividade, eventos estranhos, viver em constante perigo...
-Aqui não é mais seguro para você meu querido- terminou a mãe – Robb é um dos protetores de pessoas como você, semideuses. Preciso que vá com ele para um Acampamento, lá estará seguro.
-Eu não...
-Por favor!- O olhar da mãe era mais duro agora- Eu não posso perder outro filho.
De má vontade o jovem assentiu e então se preparou para partir. Às 20: 15 uma carruagem, puxada por três pégasos pousou no final da rua, por sorte não havia ninguém por lá para ver. Quando Noah preparava- se para partir, Lily gritou:
-Leve isso com você!- disse ela estendendo a ele um embrulho!
-O que é?
-Só abra quando estiver correndo perigo ou quando chegar no acampamento- a mulher se aproximou do rapaz e lhe deu um beijo na testa – Se cuide...

07 / 02 / 2011 – Um novo lar!
A viagem até o novo lar foi demorada. O tempo parecia não passar e para piorar estavam voando, Noah nunca havia gostado de sair de terra firme, por algum motivo desconhecido, até então, preferia estar em terra firme.
...
-Seja bem-vindo – falou Robb quebrando o silêncio.
-Então chegamos...

Considerações:

1- Lily podia ver através da névoa;
2- O amigo que os visitara em seu aniversário de 13 anos era na verdade Hades, o pai dos rapazes.
3- Hades somente os visitou, por que eram dois de seus filhos, consequentemente corriam mais perigos que a maioria. Por isso levou um presente a eles, pois precisariam se defender, esse presente era o Manto das Trevas, um dos presentes de reclamação do fórum;
4- O item que Lily dá a Noah antes dele partir é o manto, pois ela achou que iria o proteger caso corre-se perigo.
5- No final da história Noah termina com 15 para 16 anos, mas atualmente ele tem 18 anos. Na batalha que ocorrerá em seguida ele já tem 18.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
Prólogo!-
Acordar mais uma vez no Acampamento Meio- Sangue não era nada agradável, ainda mais fazendo isso por dois anos seguidos.  O local estava vazio, todos os meus meio- irmãos já deviam ter acordado e saído. Enfim tinha o chalé só pra mim.  Peguei um cigarro, que ficava escondido dentro meu armário. Fiquei fumando o mesmo, enquanto cantava mentalmente “sweet child o'mine”. Em seguida fui fazer minha higiene matinal.
...
Vesti uma camiseta roxa, com estampa de caveira, por cima coloquei uma jaqueta preta, puxando o zíper até a metade. Vesti minha calça preta, bastante surrada, calcei meus tênis pretos, com listras vermelhas. Por fim, coloquei meu gorro roxo, estampado por caveiras.
Hoje tinha intenção de ir para arena, cortar a cabeça de alguns ciclopes. Por isso peguei Styx e embainhei, vesti minha armadura, por cima de toda roupa. E então saí do chalé.

Parte 1!-
O dia estava frio, um pouco de neve caia no Acampamento. O silêncio predominava, “Ainda bem!”, antigamente o barulho era algo agradável, gostava de bagunçar, mas agora... Muita coisa havia acontecido, não era mais o mesmo. Estava completamente distraído, que até me assustei quando escutei:
-Normalmente as pessoas me olham- era uma voz feminina, delicada e apaixonante- Nunca passam por mim sem me dá uma cantada!
-E por que iria olhar pra uma vadia qualquer? – perguntei ainda de costas.
-Eu teria um pouco mais de respeito se fosse você- A voz ainda era apaixonante, mas dessa vez parecia brava, talvez ofendida...
Virei-me pronto para insultá-la:
-Não tenho medo de nada, muito menos de uma cade... – Parei de falar assim que vi a garota, opa, mulher. Era linda, tinha olhos azuis vibrantes, outra hora castanhos. Os cabelos caiam sobre os ombros, pretos, lisos como seda. Não entendia muito de moda, mas aquele vestido que ela usava era o mais lindo que já havia visto, realçava o corpo dela de uma forma... –Você é Afrodite!
-Olha – disse ela com o sorriso mais lindo que já havia visto- Bom, pelo menos você não terminou o que ia dizer.
Devo ter ficado vermelho nesse momento, pois ela teve que se conter para não rir.
-Mas isso pode ser perdoado, caso tenha sucesso em uma missão.
-Eu aceito- gritei mesmo sem saber o que seria.
-Ótimo! – exclamou a deusa de tanta felicidade- Tudo que precisa fazer é ir até Seattle e recuperar meu pente de cabelo – neste momento pareceu que ela ia chorar – Empousas o roubou tudo por inveja, só porque sou mais bonita que elas e que Hécate...
-Ah claro – disse ainda encantado por ela – E onde de Seattle elas estão?
- Em uma caverna, no subterrâneo, acho que terá uma boa chance – disse Afrodite- Quando resgatar traga-o até aqui. Tem até as 19 : 30.
E assim ela sumiu, deixando apenas seu perfume no ar, era doce... O meu preferido.

Parte 2!-
Estava com Styx embainhada ao cinto, vestido por minha armadura, praticamente estava pronto para partir exceto por uma coisa. Voltei até meu chalé e o busquei, o Manto das Trevas, primeiro presente ganho de meu pai. Vesti-o e então fiquei invisível.
...
Já era 13: 05 quando estava pronto para partir. Assoviei e então Nymeria, minha cadela infernal, outro presente de meu pai, surgiu das sombras. Retirei meu manto.
-Iai princesa! – gritei, enquanto a abraçava. Nos últimos anos ela era a única com que me importava – Hoje irei precisar de um favor seu. Preciso que me leve até Seattle. Em uma caervena, que leva ao subterrâneo.
Pelo que pareceu me ajudar a alegrou. Dei uma fungada em sua cabeça e me segurei nela.
...
Pronto, já estava em Seattle, minha cidade Natal. Desde que partira para o acampamento não voltava lá, também não havia motivos. Meus irmãos haviam morrido desde antes, minha mãe se suicidara uma semana após partir. Em resumo me ligava mais ao lugar.
-Sei que está cansada minha querida- disse a Nymeria – Mas terá que me acompanhar, sei com o que estou lidando, mas a quantidade é o que me preocupa.
Dizendo isso entramos na caverna. Era escura, nada que me atrapalha-se, para falar a verdade, parecia ser meu lugar favorito, o lugar de origem. Eu era filho do deus do subterrâneo, mas nunca havia ido ao local. Era uma experiência única.
De início tudo estava silencioso, nenhum sinal das Empousas ou de qualquer outro monstro, mas eles também não seriam doidos de me atacarem em meu “Reino”. Ia à frente, enquanto Nymeria me cobria.
-Farejou algo? – perguntei o mais silencioso possível. Pela reação dela, parecia que não – Vamos continuar.
Caminhamos por mais cinco minutos até enfim nos deparar com três adolescentes, todas elas meninas. Eram muito bonitas, uma ruiva, outra loira e uma morena.
-Socorro- gritava a loira- Nos amarraram aqui!
Nymeria rosnava como se visse algo de errado. Procurei por todo local pelas Empousas, talvez estivessem se aproximando e Nymeria as teria farejado. Tinha que agir logo. Corri e comecei a desamarrar as três garotas. Nymeria latia mais alto que nunca e parecia prestes a atacar.
-Acalma-se- gritei!
-É acalma-se – disse a garota morena, que me puxava para um beijo.
Quando estava quase colado a ela que fui entender o que estava acontecendo, olhei fixo nos olhos da mesma e disse:
-Dor!
A garota caiu no chão, tinha me concentrado em sua cabeça. A menina bonita, agora era uma coisa totalmente misturada. Rapidamente desembainhei Styx e perfurei o crânio da Empousa. Não tive tempo de vê-la virar pó, pois as outras se preparavam para o ataque.
-Nymeria cuide de uma!- gritei e assim ela fez!
Lancei-me contra a Empousa, que antes era uma garota ruiva. Deferi um golpe contra sua barriga, mas ela desviou. “Vaca! Para quem tem uma perna mecânica, é bastante rápida”. Deferi mais um golpe, mirando em seus braços. Acertei o ar novamente.
-Pra um monstrengo com perna de lata é bem rápida- Desdenhei dela.
-Não zombe de minhas pernas- Rugiu.
Dessa vez ela que atacou, não tinha armas, mas veio com suas garras. Desviei girando para o lado, mas uma garra pegou de raspão em minha bochecha. Com o ataque ela acabou ficando de costas pra mim, aproveitei e ataquei. Consegui acertar um de seus braços, mas fiz apenas um ferimento leve.
Olhei para ela e gritei:
-Dor!- a monstra desabou de tanta dor que sentia na cabeça.
Não hesitei. Cortei a cabeça dela e então a vi se transformando em pó lentamente. Virei-me a procura de Nymeria. Ela ainda estava batalhando com a Empousa restante. Minha cadela parecia estar em vantagem, mas preferi acabar logo com isso.
-Dor!
E então a Empousa desabou no chão, caminhei até ela, ergui Styx e então lhe antigi no pescoço, vendo-a se desfazer em pó.
-Foi até legal – falei rindo para Nymeria- Afrodite estava certa, elas não são nem um pouco bonitas.
...
O pente que pertencia a deusa do amor estava encima de uma mesa. Esconder um objeto que  com certeza seria procurado,  não era o forte delas, se é que elas pensaram nisso.
-Nymeria que tal me levar de volta ao acampamento? – Montei nela, segurando com firmeza o pente de Afrodite e então nossa viagem começou.
...
Já era 19: 26 quando cheguei no acampamento, tinha exatos 4 minutos para encontrar Afrodite e lhe devolver seu pertence.
-Obrigado Nyme- disse com carinho –Vá descansar, quando precisar novamente te chamo. Você foi excelente!
E então ela sumiu nas sombras. Corri até o local onde Afrodite estaria. Quando cheguei ela já estava a minha espera.
-Olá!- disse a deusa, que dessa vez estava ainda mais bonita- Bom pelo que vejo teve sucesso!
-Tive sim- falei totalmente apaixonado pela deusa, “Qual é? Devo tá parecendo um bocó!”
-Bom, então obrigada- disse ela, retirando de minhas mão o objeto e então desaparecendo.
Demorou um tempo pra acreditar, que finalmente havia visto um deus cara a cara. Na verdade pela segunda vez, a primeira havia sido em um aniversário, quando meu pai foi me visitar, mas não sabia quem era então não conta.
Já era noite e as Harpias logo começariam a fazer ronda, não estava com ânimo pra ver aquelas galinhas burras, depois de ter encontrado com a mulher mais bela do mundo.  Fui então em direção ao chalé 13, iria tomar um banho e dormir.

Considerações:

1- Os eventos narrados aqui ocorrem dois anos após minha chegada ao acampamento.
2- Como citado agora não tenho mais família alguma, pois Lily decidiu se suicidar
Armas utilizadas:

Utilizei quatro armas dadas por reclamação, já que era para interpretar como se já fosse reclamado!
♆ Styx: Espada de Ferro Estígio, uma vez atingindo o inimigo com um ferimento profundo o mesmo estará à beira da morte pois tal metal só pode ser tocado por aqueles que descendem do Submundo. Ao matar um humano guarda sua alma no interior, tornando-a mais forte e resistente.[Opcional]
♆ Manto das Trevas: manto que ao ser acionado torna o usuário invisível [vira uma jaqueta do tipo que o semideus desejar][Obrigatório]
♆ Armadura Espectral: quando convocada essa armadura de bronze celestial enegrecido cobre o corpo de seu dono por completo. Não possui grande peso e permite maior liberdade na movimentação.[Opcional]
♆ Cão Infernal filhote nível 2[Opcional]

Poderes utilizados:

Poderes Passivos:
*Ferro Estígio – Podem usar armas de Ferro Estígio.
*Respiração Subterrânea – Pode respirar no subterrâneo sem dificuldades.

Poderes ativos:
Dor I – ao olhar para seu inimigo lhe causa dor em alguma parte específica do corpo, o incapacitando de atacar (dura um rodada)



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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Ex-Staff02 em Seg Dez 23, 2013 11:14 am

Gostei dos testes que li e fiquei impressionado com a facilidade de escrita do Noah principalmente, mas ambos foram bons.
APROVADOS

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Ex-Staff02 em Seg Dez 23, 2013 11:19 am

SEM MAIS TESTES PARA FILHOS DE HADES

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Lexy Huntington em Qua Dez 25, 2013 1:59 pm

Nome: Lexy Huntington

Idade: 17 anos

Local de Nascimento: Londres

Progenitor Primordial: Zeus

Progenitor Mortal: Laila Huntington Bolvier

Características Psicológicas:
Lexy é uma garota bastante alegre e animada, diz que a tristeza não leva a nada e devemos ver o lado bom da vida. É uma garota paciente mais nem tanto, pois não suporta pessoas falsas e egoístas que só ligam para si próprias. Mesmo com toda a sua paciência é bastante fácil irritá-la. Adora fazer novos amigos e é muito fiel aos que já tem, ela odeia vê-los triste e sempre faz o possível para vê-los felizes. Desde criança gosta de liderar, parece até que nasceu para isso. Tem  mania de falar sozinha as vezes pois acha que assim vai se entender melhor, coo se ela estivesse contanto o que se passa para outra pessoa mais só que a outra pessoa sendo ela mesma. As vezes faz coisas malucas por ser uma pessoa bastante cabeça dura, e acaba se metendo em roubadas. Mesmo sendo bastante educada não gosta muito de obedecer a ordens das pessoas, mas faz o possível para obedecer.

Características Físicas:
Lexy é uma garota muito bonita. Possui lindos olhos claros mais exatamente de cor azul que aumenta mais ainda a sua beleza e adora marca-los com lápis deixando-os ainda mais chamativos. Seus cabelos são bem charmosos sua cor e castanhos e geralmente formam lindas ondas. Possui lindos lábios bem desenhados que formam um sorriso de encantar a qualquer um. Seu porte físico é de uma modelo ela é magra e sua estatura é de 1 metro e 75 centímetros e possui lindas curvas bem feitas o que dá um toque sensual na garota. Mesmo não sendo uma garota muito vaidosa, sua pele é branca como a neve e bastante macia e sedosa dando inveja a qualquer um e orgulho para si mesma. Não é uma garota muito delicada, mas seu rosto angelical e sua voz suave é um ótimo passaporte para alguns obstáculos digamos assim.

Conte-nos sua História: Era uma noite escura e chovia muito. Raios caiam a todo o momento durante o nascimento da pequena Lexy, ela não parecia se assustar com os raios parecia mesmo era gostar do som que faziam. A jovem garota nasceu em Londres na Inglaterra. Seus pais a criaram para ser uma perfeita dama, pois, sua família era bastante conservadora... Ou talvez apenas para esconder o lado feroz da garota. Mesmo sendo muitíssima educada Lexy, nunca fugia de briguinhas que as garotas provocavam o que acabava causando pequenas discussões entre ela e sua mãe, que dizia que dizia que uma dama não devia se rebaixar ao ponto de brigar com outras garotas. Lexy bastante cabeça dura não dava muita bola para o que a sua mãe dizia sobre isso e várias outras coisas.

ღღღღღ

 Lexy era uma aluna exemplar, sempre se saia bem em suas atividades e provas, mas, possuía uma pequena dificuldade na leitura, pois sempre via símbolos ao invés de letras. Seus pais a levavam em profissionais mais, nunca souberam explicar por que isso acontecia com ela. Isso deixava a garota um pouco incomodada, pois sabia que isso não era normal e nunca havia visto outras pessoas com esse mesmo problema. Mas isso não era algo que tirava o sono da agitada Lexy.  Como era uma garota bem animada e agitada, entrou para as líderes de torcida na escola e mesmo não sendo a chefe adorava dar ordens, e as outras pessoas geralmente obedeciam.

 ღღღღღ  

A garota crescia como qualquer pessoa normal. Possuía vários amigos, gostava de sair e sem falar que era linda. Sua vida era ótima não tinha muito do que reclamar a não ser a ausência de seus pais, que tinham vários negócios fora do país, o que os levavam a viajar bastante. Em uma dessas viagens, quando Laila e Robert  voltavam de viagem ocorreu um acidente no avião que acabou caindo e os pais da garota acabaram morrendo. Isso acabou abalando muito a garota que por causa da perda dos pais foi morar com seu avô materno, Willian, que vendo a situação contou toda a verdade da história da garota, que seu pai verdadeiro era um Deus grego mas não sabia qual era, e que se ela quisesse descobrir quem ele era, ela teria que se mudar para o acampamento Meio-Sangue onde todos lá eram filhos de deuses. Ao escutar isso de seu avô pensou que ele já estava tão velho que estava caducando, e acabou que não deu muito bola para o que ele havia falado.

 ღღღღღ  

Depois do que seu avô havia falado Lexy, não conseguia mais tirar isso da cabeça. Até que um dia a história de seu avô foi confirmada. A garota voltava da escola tranquila, escutava música em seu celular.  Estava apenas a duas quadras de sua casa, quando foi atacada por uma dracaenae.  Com o ataque da cauda do monstro Lexy bateu na parede de um prédio que acabou fazendo um corte na sua cabeça. Lexy meio atordoada com o ataque nem sabia como aquilo havia acontecido até ver o monstro em sua frente. O medo tomou a pobre garota que nunca sonhara em ver um mostro mitológico em sua frente. Desesperada ela começa a correr tentando fugir e se esconder do monstro, Lexy entra em um beco que continha algumas barras de ferro jogadas no chão. Imediatamente a garota pega uma das barras e se esconde atrás de um dos tambores de lixos contido no local.

_Mas o que era aquilo? _Ela fala ainda sem acreditar no que havia visto.

O Monstro se aproximava até que entrou no beco em que Lexy se encontrava. Escondida Lexy fica a olha-la, a dracaenae parecia estar farejando a garota... Aliás, ela estava sim farejando. O mostro foi em direção a lixeira e com se longo rabo jogou-a para longe deixando a garota desprotegida. Lexy se levanta e como se tivesse tomado uma poção da coragem enfrenta o monstro.

_Você não vai mais me assustar seu monstro nojento! _Ela grita indo em direção ao monstro e a acerta com a barra de ferro que segurava em suas mãos.

A Dreacaenae grita de dor e parte pra cima da garota, que ao ver que ela iria atacar rola no chão e corre para trás do mostro que imediatamente vira e rapidamente vai, em direção da garota que estava parada com a barra de ferro estendida na direção do bicho. O mostro vinha rapidamente e Lexy então aproveitou que o monstro vinha com bastante emposso e com um rápido movimento cravou a barra no peito da dracaenae. Um grito horrível se ouviu, o mostro gemia e gritava assim tirando a sua atenção de Lexy que, aproveitou e saiu correndo o mais rápido que podia em direção da casa do seu avô.
Lexy Sangrava por causa do corte na cabeça e ao chegar em casa seu avô se desesperou ao ver aquilo.

_Mas o que aconteceu? Quem fez isso com você Lexy? _Ele perguntava nervoso.

_Foi um mostro. _Ela reponde com um tom de voz baixinho. _Eu acredito em você vovô.

_Do que está falando querida? _Ela fala com uma voz doce.

_Sobre o meu pai, eu quero ir para o acampamento.

Um sorriso meio triste aparece no rosto de seu avô, pois sabia que teriam que se separar agora. Terminou de fazer um curativo na cabeça de Lexy e depois falou:

_Vamos lá. Arrume suas coisas temos uma viajem para fazer.

Lexy acenou com a cabeça e suas ordens ela obedeceu. Com a ajuda de seu avô, ela foi parar no acampamento. Lá era tudo muito diferente do que vivia, as pessoas lutavam entre si talvez como treinamento, pensava Lexy que acabou se encantando pelo lugar. Decidida então ficou no lugar depois de ser recebida por Quirion, um homem metade humano e metade cavalo. Lexy  acabou descobrindo que era filha do grande e poderoso Zeus o que foi uma honra para ela, e agora faria de tudo para agradar seu tão venerado pai, vivendo aventuras com seus novos amigos que nunca pensaria em viver e enfrentando os desafios que vinha pela frente.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
Já passava das 2 horas da madrugada. Todos no acampamento dormiam o seu sono mais profundo, inclusive eu. Tudo estava calmo, o que significava que os deuses estavam satisfeitos. Eu dormia na mais pura tranquilidade, até parecia ser uma filha de Hipnos, mas para minha infelicidade, meu sono havia sido interrompido por alguns tremores que eu estava sentido. Acordei meio atordoada e a pensar "O que está acontecendo lá fora?" Calço meus tênis All Star que eram os meus favoritos, pego meu Ultimo raio que era a minha espada e, sem me preocupar saio do chalé de pijama. Ao sair, sinto os tremores mais fortes e então decido segui-los. Olho de um lado para o outro e não vejo ninguém fora de seus chalés.

_Pensava que os filhos de Hipnos tinha sono forte. _Comento para mim mesmo, depois dou de ombros e vou em direção aos tremores.

Quanto mais eu ia me aproximando da barreira que protegia o acampamento, mais forte iam ficando os tremores. Chego à barreira e assustada com o que vejo caio para trás.

_Por Zeus! _Exclamo baixinho colocando minhas mãos em frente a minha boca. _Um ciclope!

Rapidamente me arrasto para detrás de uma árvore e fico a pensar até ter uma ideia. Saio correndo até ultrapassar a barreira. Ao me notar o gigante sai correndo atrás de mim. Vou correndo o mais rápido que podia para não ser pega pelo ciclope e também a procura de alguns cipós para que meu plano fosse arquitetado. Consigo me esconder entre alguns arbustos que estavam ao lado de grandes árvores que possuíam vários cipós em pendurados nelas. Coloco a minha espada no cão e começo a pegar  vários desses cipós e começo a trança-los e amarra-los uns aos outros, formando uma grande corda resistente, pois, tinha que conseguir sustentar o gigante sem torar.
Enquanto eu amarrava os cipós, o gigante ia de um lado para o outro a minha procura até, que eu o perdi de vista. Ao terminar de trançar e amarrar os cipós armo a minha armadilha. Amarro cada uma das pontas em uma árvore. Meu plano era bem simples, eu só precisava que o gigante tropeçasse na corda para que a mágica começasse. Agora eu só tinha que encontrar o ciclope, que não sei como eu o perdi de vista.

Pego minha espada e saio cautelosamente à procura do ciclope, mas, eu acabo sendo encontrada por ele. Com um tacape que carregava com sigo tenta me acertar, mas sou mais rápida e saio a rolar no chão para não ser acertada.

_Você não vai escapar de mim seu inseto insignificante! _Berra o ciclope comigo.

_Isso é o que veremos seu monstro feio. _Provoco-o e saio correndo em direção a minha armadilha.

Corro o mais rápido possível para que o gigante de um olho só não me pegasse. Eu estava só à alguns passos da armadilha e, ao chegar pulo sobre ela para eu mesma não cair nela mas, para a minha surpresa na hora que eu estava no ar por causa do pulo o ciclope agarra uma das minhas perna e me levanta me deixando de cabeça para baixo.

_Te peguei meio sangue. _Ele fala rindo convencido de sua vitória. _Agora será o meu jantar.

Sendo segurada apenas por uma das minhas pernas, ele vai me levando ate sua grande boca aberta, crente que ira me devorar. Um sorriso brota no canto da minha boca até evoluir para uma gargalhada.

_Perdeu playboy. _Falo com um risinho no canto da boca.

Rapidamente, ergo a minha espada e consigo corta um dos dedos do monstro, que acabou-me largando me fazendo cair no chão e me arranhando um pouco. Rapidamente enfio minha espada no chão e faço-a liberar descargas elétricas que chegam até o gigante. Com o choque  ele acabou se desequilibrando e tropeçando na armadilha que eu havia feito e acaba caindo e desmaiando com a pancada. Aliviada me jogo para trás caindo no chão de braços abertos.

_Que bom que você não é muito inteligente Sr. Ciclope e começo a rir.
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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Éter em Qua Dez 25, 2013 2:27 pm




Avaliação

Bom, a pesar de eu ter gostado muito de suas descrições físicas e psicológicas, seu texto conteve alguns erros, pequenos, mas recomendaria que você usasse um revisor de texto, como o do Word, e lesse seu texto outra vez antes de postar. Também tente descrever mais as situações.
Apesar disso foi uma boa história e uma boa batalha.

Aprovada

Bem vinda, filha de Zeus.

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por James L.Brown em Qui Dez 26, 2013 10:15 am

Nome: James L.Brown

Idade: 18

Local de Nascimento: Bruxelas

Progenitor Primordial: Zeus

Progenitor Mortal: April L. Brown

Características Psicológicas: James é o caçula da família em seus 19 anos. Uma personalidade tímida e dependente aflorou enquanto vivia trancafiado na mansão em Bruxelas por depender de suas primas, pois eram as únicas companhias que sempre teve. O colar não permitia contato com o mundo exterior, o que transformou-o em uma presença solitária, esquecida e aprisionada pelo anonimato. Só nutria sentimentos de afeto pela desaparecida mãe e suas primas devido a desolação que sentia, agregando valor e importando-se até demais com elas.

Características Físicas: Os olhos são da cor azul característica dos filhos de Zeus, os cabelos negros e encaracolados lembram uma nuvem de tempestade. Seus músculos são definidos devido ao treinamento que recebeu dentro da mansão, portando um metro e setenta e oito de altura. Quase sempre está exibindo um sorriso tímido, disfarçando sua solidão e guardando os sentimentos para si mesmo, pois não gostava de Zeus desde o até então ato desconhecido que custou o desaparecimento de sua mãe.

Conte-nos sua História: O mais jovem Brown sempre encontrava-se ocupado lendo os livros de sua biblioteca particular dentro da mansão no subúrbio de Bruxelas. Estudando os mitos que faziam-no mergulhar em um mundo de fantasias, e sonhar na possibilidade de enfrentar monstros e derrotá-los de uma forma heróica. Há tempos já sabia sobre ser um semideus, e desde o dia em que descobriu, parou de frequentar as escolas para treinar suas habilidades com Erin, a irmã maior.

Embora preferisse Shaunee, Erin era claramente a mais experiente em seus combates: era capaz de manipular a terra, teletransportar-se pelas sombras e fazer manobras incríveis com a espada que ele estava acostumado a ver.  Embora fossem semideuses, nenhum deles conheciam ou sabiam da identidade de seus pais.

Como o contato com o mundo externo era ínfimo e seus tios o proibiam de andar pelos subúrbios da cidade, todo o conhecimento que tinha sobre a mitologia conhecida era o que lia nos livros enrolados entre pergaminhos. Não foi diferente quando descobriu o deus Zeus, e instantaneamente se identificou.

Foi quando Shaunee e Erin conversavam que houve a primeira manifestação de seu poder. A energia estática seguiu rumo até uma lâmpada, e a mesma sobrecarregou-se de watts e estourou. Ninguém soube o que aconteceu naquele dia, embora já suspeitassem da afiliação divina do bastardo. James espiava as duas naquele dia, e momentaneamente ficou nervoso por estar vendo-as esconder algo dele, ou compartilhar seus segredos sem sua presença.

Sua curiosidade, gritando mais alto, fez com que o semideus pegasse o livro que as duas liam intrigadas. Notou logo após que o mesmo era um diário, relatando a vida de Ágatha Bolitar, mãe de Shaunee e Erin, junto com outros dois deuses peculiares.

Cada detalhe, página, palavra, descreviam as relações e sentimentos profundos que a tia sentia por um estranho que a abordou, e a conquistou. Ágatha Bolitar tinha se apaixonado por um homem que não poderia possuir, embora carregasse um filho do amado em seu ventre. Hades, o deus do submundo, obrigado a voltar para seus governos a mando de Perséfone e com medo de quebrar as regras do Olimpo, abandonou a mulher assim que soube do bebê que logo nasceria. Não tardou para que Poseidon, também interessado na nobre, a possuísse e tivesse uma segunda filha.

Aquilo na verdade, nada revelava sobre o seu passado embora Aileen Bolitar fosse citada como uma irmã rica, no entanto tímida, de Ágatha. Naquele dia, o pai de James o chamou.

Em seus sonhos, em meio a um transe, se viu parado diante de uma figura com terno. O queixo do homem estava erguido, e ele mantinha uma postura formal em frente a criança. O semideus quis se ajoelhar, mas não tinha um corpo naquela forma, se sentindo apenas como uma presença se esvaindo ou uma brisa fraca embora o estranho olhasse-o nos olhos. Um salão amplo com um teto que abrangia mais de dez metros se erguia acima de sua cabeça, e grandes tronos formavam um “U” com um relógio em seu centro. O semideus se localizava em frente a enormes portas duplas de quatro metros, decorada ao antigo estilo grego. Pilares se erguiam a cada metro da estrutura cúbica, tendo a parede e pisos feitos de um material desconhecido mas semelhante ao mármore.

— Eu assumo a culpa — disse. James não compreendeu, mas conseguiu entender que as palavras eram sinceras. — Foi apenas um pequeno preço a pagar.

O semideus assumiu uma forma sólida, dando passos firmes na direção do deus. — Você fez com que ela sumisse. As duas estavam querendo apenas nos proteger!

— Elas não tinham esse direito. Muito menos o de pedir aquela ajuda — Vociferou. Cada lembrança surgindo a tona, fazendo com que James tivesse acessos de stress. Lembrava-se, observando a mãe beijando-lhe a bochecha antes de deixar as portas de seu quarto e nunca mais a vir. Aileen e Ágatha tinham passado por muitas coisas juntas, lutado contra monstros e até outros semideuses para proteger suas crianças. Incluindo o encontro com um deus para que tudo fosse possível.

— Elas não estão mortas. — disse. Esperou, mas Zeus não confirmou a afirmação. — Faltavam páginas. No diário de Ágatha, as últimas folhas estavam rasgadas.

— Eu não sei de nada...

— Esse colar! — pegou o pingente, mostrando-o para o deus. Ele tinha propriedades mágicas, disso sabia, mas haviam runas entalhadas no cristal que estavam incompletas e lhe deixavam dúvidas. — Eu preciso me livrar dele. Eu tenho ficado sozinho por causa dessa magia que o encobre...

— Eu não posso te ajudar. — Falou. O deus se virou, não demonstrando muito interesse no filho até porque os dois já se conheceram pessoalmente em um sonho semelhante.

— O que aconteceu? — James se aproximou. Não tocou-o, mas chegou perto o suficiente para observá-lo como um igual. Ao voltar a encarar o filho, Zeus suspirou brevemente.

— Eu amava Aileen. Ela me conquistou, fez de mim seu amado. Infelizmente, Hera nunca aprovou esse tipo de relação, e é claro que teve de puni-la. — Explicou-se, começando a andar em círculos ao redor de alguns tronos. — Ela protegeu você, Erin e Shaunee. Ela ajudou Ágatha em seus objetivos até ambas se tornarem fortes o suficiente para os proteger. Mas não durou para sempre. — Zeus estalou os dedos. A imagem de uma mansão sendo invadida por diversos monstros tomava conta do centro do salão, inundando o local de imagens do passado. — Três crianças, cada uma de um dos Três Grandes, eram fortes demais e atraiam atenção até mesmo de semideuses mercenários. Elas ultrapassaram os limites que a névoa permitia para os mortais: Pediram um favor, para que ocultassem os três de grandes ameaças. Eu não pûde permitir isso. Elas receberam sua punição, e tanto você quanto suas primas sofrerão as consequências do ato de imprudência de suas mães.

— Isso é injustiça! — James ficou imóvel. Zeus se voltou para ele, estalando os dedos.

— Não existe pena para quem desafia as leis divinas. Adeus.

O filho de Zeus acordou debatendo-se. As imagens de monstros o perseguindo tinham preenchido todo o resto da noite até que ele acordasse, fazendo com que ele suasse frio. O sol do novo dia inundava as janelas, iluminando o estabelecimento. A lâmpada do abajur que ele deixou acesa ao dormir estava quebrada. Ótimo. — James... Preciso falar com você.

O semideus se sentou na cama, coçando os cabelos e respirando ofegante. Tentou focar a visão no vulto que se sentou em sua cama sem o mínimo interesse em pedir licença, reconhecendo-a logo após como a prima, Shaunee, citada no diário de sua tia como filha de Poseidon. — Eu encontrei um diário... O da sua mãe. — disse. O semideus se aproximou, estranhando a dureza na voz da prima. Viu em seus olhos que ela estava diferente, que ela o olhava com indiferença. — Parece que já sabemos quem é seu pai.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:

Estava andando pelo Acampamento Meio-Sangue, quando decidi dar uma volta por fora do acampamento, estava entediado. Saí dos limites mágicos e alcancei cerca de duzentos metros sem me cansar muito, e então percebi que algum monstro poderia me atacar. Fiquei olhando ao redor para ver se algum estava por perto, quando percebi uma grande presença no céu, se expandindo cada vez mais, vindo na minha direção. Era uma águia gigante. Me esquivei na grama à tempo de não ser atingido por aquelas garras enormes, então vi que precisava da ajuda de armas. Saquei meu Mini Raio-Mestre, e então o apontei para a direção de onde estava aquela águia. Então, concentrei-me nele, e uma descarga elétrica saiu dele e passou raspando na garra da águia.

▬ Essa foi quase ▬ disse, olhando para ela. Então percebi uma coisa: a previsão do tempo revelara que iríamos ter forte tempestade, e isso assolou a região. Vi várias nuvens negras se formando no céu e uma forte chuva caindo, e isso era bom para mim. Sim, muito bom. Disparei mais um raio de meu Mini Raio-Mestre, e as gotículas de água o conduziram, amplificando seu poder em três vezes, atingindo uma das asas da águia. Ela ficou um pouco queimada, e então a águia uivou de dor. Ela me olhou com olhos raivosos e disparou na minha direção, me arranhando com suas garras, fazendo cortes em regiões do meu peito e do abdômen. Estava muito machucado, então algo extraordinário aconteceu.

Um grande raio cortou os céus e me atingiu em cheio. Ao invés de ser eletrocutado, eu comecei a me curar com a eletricidade, de modo que os cortes foram diminuindo, até desaparecem por completo. Me senti revigorado, de modo que minhas forças estavam intactas e meu cansaço da batalha e da corrida desapareceram por completo. Agradeci ao meu pai por aquele raio, só poderia ter sido ele para mandar aquela salvação em meio à batalha.

Então novamente ergui meus braços e levantei meu corpo. Apontei o Mini Raio-Mestre na direção da águia e concentrei-me na eletricidade, fechei os olhos, e então, disparei. O raio passou por várias gotículas de água da chuva, que conduziram o seu poder, de modo que acertou a águia gigante em cheio e ela começou a cair do céu, completamente atordoada. Aproveitei quando vi um raio descendo do céu à cinquenta metros e concentrei-me nele, concentrei-me na eletricidade presente nele, para então causar o efeito devastador.

O raio mudou sua direção e foi na direção da águia, que levou outra descarga elétrica. Essa fora mais potente, pois ela ficou toda preta de queimada e então caiu no solo, seu impacto de mais de duzentos metros de altura criou uma grande tempestade de poeira, de modo que tive que proteger meu rosto com ambos os braços. Quando olhei, havia um cavalo do meu lado, não, um centauro, era Quíron. E em minha frente, estava uma enorme cratera com uma águia gigante dentro dela.

▬ Nunca mais saia do acampamento, estamos entendidos?
▬ Sim, senhor Quíron.
▬ Pois bem, então venha.

Subi em sua garupa e ele galopou de volta ao acampamento. Cruzamos a colina e entramos dentro do acampamento, de modo que ele me deixou lá dentro e saiu, para executar outras tarefas que ele tinha de fazer. Fiquei feliz pela a ajuda de meu pai na batalha e ao mesmo tempo triste por causa de ter desobedecido Quíron, e então fui em direção ao meu chalé, pois precisava descansar um pouco depois daquela grande batalha que se sucedera. Também queria dar um oi para meus meio-irmãos.
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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Qui Dez 26, 2013 10:39 am

Bom... Você não "respeitou" o mínimo de linhas nas características, tanto sua história quanto a batalha faltou um pouco de coerência, porém você foi muito descritivo e criativo, além disso, quase não houve erros.
Bem vindo, irmão.
Aprovado.

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Lucas Swan Cardoso em Dom Dez 29, 2013 10:19 pm

Nome: Lucas Swan Cardoso
Idade: 16
Local de Nascimento: Florença (Itália)
Progenitor Primordial: Zeus
Progenitor Mortal: Rose Swan Cardoso

Descrição Física

Sou magro, cabelos escuros e lisos meio caídos, de pele branca e olhos castanhos. peso 52 kg. e tenho 1,62 M. Também estou usando uma caça jeans preta e a camisa do acampamento meio-sangue e com uma jaqueta jeans preta também, com o cordão pendurando no pescoço pra fora da camisa mais ainda sem símbolos. Tênis de Nike de cor branco com preto.

Descrição Psicológica

Sou Extremamente calmo e pensativo, gosto sempre de olhar todas as possibilidades e ver todas as decisões a tomar. Também sou um pouco irônico ás vezes principalmente quando me sinto em perigo, ameaçado ou quando a razão fala. gosto de músicas lentas e por isso prefiro o menor barulho possível. Me enturmo fácil mais sempre prefiro ficar sozinho, é sempre mais fácil tomar as decisões quando apenas a sua vida está em perigo. Mesmo assim não perco uma boa festa mais também não sou do que fica bêbado e faz loucuras, gosto de festas mais não sou de fazer loucuras.

                                            Historia

I: O Começo
Rose Swan Cardoso era uma jovem de família poderosa e muito rica, ela era uma jovem cheia de expectativas e amava arquitetura. A mesma estudava para isso na faculdade mais grande e famosa de Florença (Itália), ela era estudiosa e esforçada e seu pai (Danio Swan Gomes) estava se candidatando a prefeito. Um certo dia Rose estava em uma jardim olhando uma arquitetura de uma igreja de muitos anos atrás, até que ao olhar para perto da porta notou um jovem de cabelos escuros e longos, seus olhos eram azuis tão fortes que parecia a imensidão do azul do céu, ele usava roupas de frio (Já que a neve já começava a cair no inverno), e ele olhava para a igreja admirado também até que ele se virou e encarou Rose, os olhos dele era tão profundos que a mesma se sentia perdida, como se ela viaja-se para outro lugar. O jovem se aproximou dela (deveria ter seus 24 ou 26 anos.) e se apresentou como " Jonh Lins " os dois logo ficaram amigos e passavam horas falando sobre arquiteturas antigas e templos antigos. Jonh (Zeus) sabia de tanta coisa que Rose foi se apaixonando pelo mesmo. Um certo dia ela e o pai tiveram uma briga feia e ela saio de casa e foi para um hotel, ela ligou para Jonh e ele foi conversa com ela e logo os dois passaram aquela noite juntos. De manhã jonh avia desaparecido e deixado nenhuma pista, até mesmo seu número parou de existir, logo Rose pensou que ele apenas se aproveitou dela e a abandonou. Alguns dias depois ela descobri-o que tava gravida e seu pai ficou furioso mais como era de uma família poderosa acolheu a filha e o futuro neto. Se passaram os nove messes e o parto foi muito ariscado, Rose morreu para dar luz a seu filho.
II: Uma vida Quase Normal
Depois da morte de Rose, seu filho "Lucas Swan Cardoso" cresceu sendo criado pelos avós, ele sempre estudou nas melhores escolas e tinha professores particulares, tudo parecia quase normal se não foce pela dislexia e pelo TDAH.
Era apenas um garoto de 16 anos que ficava estudando numa escola rigorosamente chata para quem tem dislexia e Deficit de Atenção, então o que era chato durava quase um ano para passar, e o que era legal parecia que durava apenas alguns minutos, em casa eu não sabia exatamente nada sobre meu pai, Meus avós então contrataram uma babá.
Ela era uma adulta de um longo vestido, cada dia de uma cor, uma sapatilha que não combinava nada com a maioria dos vestidos, e uma ar de tristeza que parecia que ela não era daquela época, ela quase sempre me tratava como um lixo, uma vez ela até me levou a um monte e na volta, me deixou por um tempo numa pequena fiação, com dois fios encostados com uma voltagem meio fraca para uma pessoa, mais mortal para uma criança de 3 anos, e desde então ela nunca mais apareceu, até que com 16 anos enquanto eu voltava de mais um dia chato e irritante na escola, até que eu vi a minha antiga babá de novo, eu fiquei parado olhando para a cara dela, der repente eu senti uma raiva dela e um pequeno raio caiu do céu em direção dela, que já tinha desaparecido, então só ouvi uma voz na minha cabeça dizendo:
-Maldito seja seu pai garoto!
E então eu iria continuar o caminho, e decidi dar uma volta pela cidade, então encontrei um garoto de muletas que estava apanhando por dois caras que tiraram suas muletas, então parei ali na frente e disse a maior besteira de todas:
-Saiam daqui agora, eu estou armado!
Minha sorte foi que essa grande besteira tinha dado certo, então eu perguntei ao garoto.
-Qual é o seu nome?
E o garoto respondeu com alguns gemidos:
-Isso não importa agora, temos que ir.
E então eu entreguei as muletas ao garoto e ele saiu andando, não sei porque mas eu estava indo atrás dele, então quando finalmente ele parou eu tomei ar e perguntei:
-Por que você pediu para eu te seguir?
E então ele disse:
-Você já se esqueceu de mim?
E então eu olhei para a cara dele observando cada detalhe, então eu percebi:
-Volter, o que você esta fazendo aqui, você não foi expulso essa semana?

III: Semideus

E então ele respondeu:
-Essa semana foi difícil te vigiar por fora da escola.
E então eu perguntei:
-Por que você precisaria me vigiar?
E então ele me falou:
-Não dá para eu te explicar agora, apenas me siga.
E assim eu fui seguindo ele até chegar numa estradinha, e então apareceram duas garotas, e então eu e Volter fomos até lá, mas der repente essas garotas se transformaram em dois monstros com serpentes no lugar de cabelo e o corpo coberto por escamas, então Joseph me entregou uma pequena adaga e largou as muletas, então eu perguntei:
-Eu achei que você usava muletas.
Mas ele nem respondeu, apenas pegou outra adaga e encarou as Gorgónas, não sabia o que era aquilo, mas sabia que duas garotas perdidas não era eu protegi meus olhos, então não aguentei e olhei, mas elas não me petrificaram, então perguntei:
Seus olhos não deveriam me petrificar?
Então pareceu que eu toquei em um ponto fraco, pois as DUAS vieram em cima de mim, só tive tempo de tentar acertar uma serpente do cabelo e fugir da tentativa da dentada, mas percebi que Volter tinha chegado ali no lugar e acertou a outra Gorgóna, mas ela contra-atacou e machucou Volter, deixando-o no chão, então era apenas eu contra as gorgónas, mas algo me dizia que eu sabia destruir elas, e tomei um ataque surpresa de uma das gorgónas, fiquei muito tempo parado, e eu no chão uma delas disse:
Você prefere morrer do jeito fácil ou torturante?
E então foi como se um raio caísse na minha cabeça com uma ideia, estava decidido, já tinha um plano.
Eu me concentrei e desceu um raio do céu na Gorgóna mais proxima, que se machucou, desintegrando uma das Gorgónas, então a outra disse:
-Agora você sentirá o poder de uma Gorgoná.
então eu percebi que Volter jogou uma adaga para mim, eu mim concentrei era complicado fazer aquele movimentos mais parece que meu corpo entrou em forma de ataque e defesa como uma verdadeira maquina de luta.
- Eu que vou desintegra você em confeite de festa sua cobra feia.
Serrei os punhos e ataquei, meu corpo rodopiava e atacava sem parar e movimentos incríveis, até que consegui chegar perto o suficiente e acertei-a com um grande golpe pelas costas e se desintegrou.
Voltex se levantou e disse:
- Nossa Lucas foi impressionante.
- valeu cara, mais e agora?
- Você é um semideus em tanto e sua aura é muito forte, não sei como ficou escondido de monstros por tanto tempo, vamos vou te levar para o acampamento.
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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Ártemis em Dom Dez 29, 2013 10:35 pm

Avaliação.
Primeiramente há uma parte de seu teste faltando, que seria a batalha. Até poderia considerar a narração em meio a historia, porem ela não respeitou o numero de linhas pedido. Em meio ao texto achei alguns erros de coerência e ortografia, além de muitas mudanças repentinas na pessoa verbal, ora está em primeira pessoa, ora está em terceira. Recusado.

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Lucas Swan Cardoso em Dom Dez 29, 2013 11:18 pm

Nome: Lucas Swan Cardoso
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Sou magro, cabelos escuros e lisos meio caídos, de pele branca e olhos castanhos. peso 52 kg. e tenho 1,62 M. Também estou usando uma caça jeans preta e a camisa do acampamento meio-sangue e com uma jaqueta jeans preta também, com o cordão pendurando no pescoço pra fora da camisa mais ainda sem símbolos. Tênis de Nike de cor branco com preto.

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Sou Extremamente calmo e pensativo, gosto sempre de olhar todas as possibilidades e ver todas as decisões a tomar. Também sou um pouco irônico ás vezes principalmente quando me sinto em perigo, ameaçado ou quando a razão fala. gosto de músicas lentas e por isso prefiro o menor barulho possível. Me enturmo fácil mais sempre prefiro ficar sozinho, é sempre mais fácil tomar as decisões quando apenas a sua vida está em perigo. Mesmo assim não perco uma boa festa mais também não sou do que fica bêbado e faz loucuras, gosto de festas mais não sou de fazer loucuras.

                                            Historia

I: O Começo
Rose Swan Cardoso era uma jovem de família poderosa e muito rica, ela era uma jovem cheia de expectativas e amava arquitetura. A mesma estudava para isso na faculdade maior e famosa de Florença (Itália), ela era estudiosa e esforçada e seu pai (Danio Swan Gomes) estava se candidatando a prefeito. Certo dia Rose estava em um jardim olhando uma arquitetura de uma igreja de muitos anos atrás, até que ao olhar para perto da porta notou um jovem de cabelos escuros e longos, seus olhos eram azuis tão fortes que parecia a imensidão do azul do céu, ele usava roupas de frio (Já que a neve já começava a cair no inverno), e ele olhava para a igreja admirado também até que ele se virou e encarou Rose, os olhos dele era tão profundos que a mesma se sentia perdida, como se ela viaja-se para outro lugar. O jovem se aproximou dela (deveria ter seus 24 ou 26 anos.) e se apresentou como " Jonh Lins " os dois logo ficaram amigos e passavam horas falando sobre arquiteturas antigas e templos antigos. Jonh (Zeus) sabia de tanta coisa que Rose foi se apaixonando pelo mesmo. Um certo dia ela e o pai tiveram uma briga feia e ela saio de casa e foi para um hotel, ela ligou para Jonh e ele foi conversa com ela e logo os dois passaram aquela noite juntos. De manhã jonh avia desaparecido e deixado nenhuma pista, até mesmo seu número parou de existir, logo Rose pensou que ele apenas se aproveitou dela e a abandonou. Alguns dias depois ela descobri-o que tava gravida e seu pai ficou furioso mais como era de uma família poderosa acolheu a filha e o futuro neto. Passaram os nove messes e o parto foi muito ariscado, Rose morreu para dar luz a seu filho.
II: Uma vida Quase Normal
Depois da morte de Rose, seu filho "Lucas Swan Cardoso" cresceu sendo criado pelos avós, ele sempre estudou nas melhores escolas e tinha professores particulares, tudo parecia quase normal se não foce pela dislexia e pelo TDAH.
Era apenas um garoto de 16 anos que ficava estudando numa escola rigorosamente chata para quem tem dislexia e Deficit de Atenção, então o que era chato durava quase um ano para passar, e o que era legal parecia que durava apenas alguns minutos, em casa ele não sabia exatamente nada sobre meu pai, Meus avós então contrataram uma babá.
Ela era uma adulta de um longo vestido, cada dia de uma cor, uma sapatilha que não combinava nada com a maioria dos vestidos, e uma ar de tristeza que parecia que ela não era daquela época, ela quase sempre me tratava como um lixo, uma vez ela até me levou a um monte e na volta, me deixou por um tempo numa pequena fiação, com dois fios encostados com uma voltagem meio fraca para uma pessoa, mais mortal para uma criança de 3 anos, e desde então ela nunca mais apareceu, até que com 16 anos enquanto ele voltava de mais um dia chato e irritante na escola, até que ele vi a minha antiga babá de novo, ele fiquei parado olhando para a cara dela, der repente ele senti uma raiva dela e um pequeno raio caiu do céu em direção dela, que já tinha desaparecido, então só ouvi uma voz na minha cabeça dizendo:
-Maldito seja seu pai garoto!
E então ele iria continuar o caminho, e decidi dar uma volta pela cidade, então encontrei um garoto de muletas que estava apanhando por dois caras que tiraram suas muletas, então parei ali na frente e disse a maior besteira de todas:
-Saiam daqui agora, eu estou armado!
Minha sorte foi que essa grande besteira tinha dado certo, então ele perguntei ao garoto.
-Qual é o seu nome?
E o garoto respondeu com alguns gemidos:
-Isso não importa agora, temos que ir.
E então ele entreguei as muletas ao garoto e ele saiu andando, não sei porque mas ele estava indo atrás dele, então quando finalmente ele parou e lucas tomou ar e perguntou:
-Por que você pediu para eu te seguir?
E então ele disse:
-Você já se esqueceu de mim?
E então ele olheu para a cara dele observando cada detalhe, então Lucas percebeu:
-Volter, o que você esta fazendo aqui, você não foi expulso essa semana? –Disse Lucas.
E então ele respondeu:
-Essa semana foi difícil te vigiar por fora da escola.
E então Lucas perguntei:
-Por que você precisaria me vigiar?
E então Volter falou:
-Não dá para eu te explicar agora, apenas me siga.
E assim Lucas foi seguindo volter até chegar numa estradinha, e então apareceram duas garotas, e então Lucas e Volter foram até lá, mas der repente essas garotas se transformaram em dois monstros com serpentes no lugar de cabelo e o corpo coberto por escamas, então Volter  entregou a Lucas uma pequena adaga e largou as muletas, então Lucas perguntou:
-Eu achei que você usava muletas. – Falou com um tom sarcástico.
Mas ele nem respondeu, apenas pegou outra adaga e encarou as Gorgónas.
III: Batalha

Não sabia o que era aquilo, mas sabia que duas garotas perdidas Volton pedi-o para ele não olhar para elas más, então não ele não aguentou e olhe-o, mas elas não petrificou, então ele perguntou:
Seus olhos não deveriam me petrificar?
Então pareceu que eu toquei em um ponto fraco, pois as DUAS vieram em cima de Lucas, só que ele teve tempo de tentar acertar uma serpente do cabelo e fugir da tentativa da dentada, mas percebeu que Volter tinha chegado ali no lugar e acertou a outra Gorgóna, mas ela contra-atacou e machucou Volter, deixando-o no chão, então era apenas Lucas contra as gorgónas, mas algo o dizia que ele sabia destruir elas, e ele tomou um ataque surpresa de uma das gorgónas,  ele fiquei muito tempo parado, e quando ele estava  no chão uma delas disse:
Você prefere morrer do jeito fácil ou torturante?
E então foi como se um raio caísse na minha cabeçade de Lucas com uma ideia, estava decidido, já tinha um plano.
Ele se concentoui e desceu um raio do céu na Gorgóna mais proxima, que se machucou, e depois se desintegrando, então a outra disse:
-Agora você sentirá o poder de uma Gorgoná.
então eu percebi que Volter jogou uma adaga para ele, o mesmo se concentrou era complicado fazer aquele movimentos mais parece que o seu corpo entrou em forma de ataque e defesa como uma verdadeira maquina de luta.
- Eu que vou desintegra você em confeite de festa sua cobra feia. – Disse Lucas confiante.
Ele Serrou os punhos e atacou, o corpo rodopiava e atacava sem parar e movimentos incríveis, até que consegui chegar perto o suficiente e acertei-a com um grande golpe pelas costas mais ela apenas gritou de dor e afastou Lucas com um grande golpe, ele cai e sentiu a dor passar pelo seu peito era forte demais. A Gorgoná tentou acertalo mais uma vez mais o mesmo girou e deu um chega para lá na mulher cobrar, que caio e ficou meio confusa. Volter se levantou e puxou Lucas para tentarem fugir, eles foram correndo passando por pedestres que nem ligavam para o fato de uma mulher cobrar perseguir dois garotos.
- Porque elas estão nos seguindo ? – Falou lucas com amargura.
- Você é um semideus cara, ela que te matar e comer !
Lucas não gostava daquela ideia, eles continuaram a correr mais chegaram em um beco se saída. A Gorgoná secou os dois e disse:
- Vou mata-lós 100 vezes !
- Só 100 ? - Disse Lucas com sarcasmo – achei que agente estava com problemas.
- Haaa ! – Gritou a Gorgoná.
Ela veio com tudo com vários golpes e usava sua calda muito bem, de relance Lucas viu seu amigo passar pela sua direta e sair do beco, mais uma vez Lucas lutava como nunca, parecia que ele tinha nascido para aquela tarefa. (coisa que por sinal ele gostava, assassino de mulheres cobras tipo blaide acho...)
Ele girava seu corpo tantas que começou a fica tonto, mais estava se esquivando das investidas da Gorgoná, ela logo o acertou com a calda que fez com que ele acerta-se o muro. Mais quando ela tentou levanta-lo, ela fez a maior burrice de baixar a guarda, Lucas acertou seu estomago e pressionou a adaga contra ela e ela se desfez em pó de festa de aniversário cor dourada.

- Nossa essa foi por pouco – Disse lucas olhando para seu amigo.

Voltex o fitou e disse:
- Nossa Lucas foi impressionante.
- valeu cara, mais e agora?
- Você é um semideus cara, e sua aura é muito forte, não sei como ficou escondido de monstros por tanto tempo, vamos vou te levar para o acampamento.

Obs: Novo poste com os reparos e agora a batalha segue o critério de linhas. Smile

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Re: TESTE PARA FILHO DOS 3 GRANDES(ANTIGO)

Mensagem por Éter em Seg Dez 30, 2013 10:52 am

História e batalha até que foram criativas. Eu sugeriria que você relesse seu



Avaliação

texto antes de postar. Górgonas também são inteligentes então não é tão fácil matá-las. Apesar disso foi um bom teste

Aprovado

Bem vindo, filho de Zeus.

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Tsuna- O filho do raio

Mensagem por Tsuna Chaves em Sex Jan 03, 2014 1:44 am

Nome: Tsuna Chaves
Idade:17 anos
Local de nascimento:Tóquio,Japão
Progenitor primordial:Zeus
Progenitor mortal: Elena Chaves

       
CARACTERISTICAS PSICOLOGICAS:
       Tsuna poderia ser considerado um típico adolescente nerd e amante de animes, muito disso veio da educação que recebeu de sua mãe, com uma mente sempre em movimento devido ao défict de atenção, nunca se deu bem com os amigos nas escolas japonesas de Tokyo, somente com Natsu Yoshiro (seu melhor amigo). Preocupado com seu futuro, ele é sempre atencioso para com as pessoas que para ele são importantes, sua mãe e Natsu, mesmo quando por dentro possui uma enorme dor por nunca ter conhecido seu pai. Sua personalidade basicamente se baseia nos personagens de seus animes: alegre, brincalhão, com grande potencial - principalmente quando o assunto é com o manuseio de facas - e absorve a dor e as entende de uma forma única para alguém da idade. Enfim, Tsuna aprecia sua vida comum.
      CARACTERISTICAS FISICAS:Tsuna é um garoto com padrões normais de beleza, apesar de não se importar com isso. Espinhas espalhadas por suas bochechas e suor excessivo marcam sua passagem por uma época conturbada de sua vida. Possui 175 cm, cabelos negros ondulados e curtos, rosto afunilado que sua mãe sempre diz ter puxado de seu pai - que ela nunca comentara quem é, corpo magro e possui uma cicatriz em seu peito direito (segundo sua mãe, fora uma cirurgia no coração quando ele ainda era um bebê)..
        HISTORIA:
 A vida nunca fora fácil para Tsuna,sua mãe era pilota da aeronáutica japonesa por um programa de integração entre o Japão e paises latino-americanos.Vivera por la desde que nasceu,mas sua mãe sempre fez questão de ensinar-lhe o espanhol.Conhecera Natsu por acaso na escola onde num dia de queimada por acidente eletrocutara todos os alunos que faziam parte do time oposto ao seu,como Natsu era de seu time não correu tal risco,desde então na detenção,ambos começariam uma amizade vindoura.Gostava muito de sair para convenções de animes,e uma em especial se aproximava,a Tokyo Animes United.
 Combinara de ir com Natsu,se despedira de sua mãe como sempre fazia e fora então para o evento,que ocorreria no centro da cidade. Natsu vestido a caráter,com uma camisa do Naruto avistara Tsuna e logo correram para o pavilhão central do evento onde cosplayers se reuniam e assim foram.
 Um prensentimento estranho aflingiu Tsuna ao entrar no pavilhão,(talvez,pensava,que seria só uma ansiedade acumulada)ao abordarem um garoto fantasiado de Kakashi(do anime Naruto),ao pedir que tirasse a foto notou no olhar dele uma furia extrema,quando percebera uma mudança na cor de seus olhos-do verde ao vermelho-mas aquilo não o perturbara por muito tempo,pois logo uma multidão de cosplayers viriam até ele para assediá-lo,nem percebera pois seu amigo ficara agora distante dele,correra para encontra-lo mas era dificil pois o bloqueio era forte demais para sair dali,quando uma garra o golpeou na barriga...
 As formas dos garotos fantasiados mudaram drasticamente,ganhando asas negras e mandibulas afiadas com protuberancias quase que animalescas,seu instinto o levou a correr a primeira porta que encontrara,mas não fora muito longe pois um dos monstros o agarrou pela perna e o lançou até o parede próxima,a dor agora o inundava por completo,via sua morte iminente,observou ele lançar suas guarras sobre ele quando as mesma foram barradas por algo que se lançara a frente,um corpo,um desenho de camisa do Naruto ensanguentada,era Natsu.
 Então uma raiva se espalhava pelo corpo de Tsuna,ao  ver o corpo de seu amigo desvanecer no chão morto a sua frente,uma onda de carga elétrica percorria suas mãos e assim as direcionou ao monstro que preparava outro ataque,assim explodindo em cinzas,não acreditava no que tinha feito,e nem teve tempo pois desmaiara no chão.
        BATALHA:Ao acordar lembrara do sonho que tivera na noite anterior: Natsu morto, se sacrificando por ele, a dor pela perda não o abandonara. Mas deveria seguir adiante, pois hoje seria sua primeira batalha contra um monstro desconhecido, mas em que provaria sua aptidão a missões fora do acampamento. Não lembrava-se direito de como chegou ao acampamento, somente via um vulto de um rapaz que aparentava certa idade que o levava de carro a um lugar desconhecido. Espantou-se logo de cara pois ele não possuia pernas humana e sim de bode, intitulado por nome apropriado de sátiro. Sua chegada foi tumultuada, ouvia gritos de apreensão que o acompanhavam a medida que se acomodara no chalé em que descansaria até se sentir apto a nova vida.
 Ao descobrir em um jantar que era filho de Zeus, tornou-se celebridade instantânea, ouvia vários comentários e muitas vezes percebias-os de forma invejosa, mas não se importava com isso. Apesar do assédio, se sentia solitário pela perda de seu melhor amigo na luta pelo que intitularam Fúrias - que almejavam sua morte. Foi instruido pelo conselheiro-chefe a treinar bastante, pois por ser filho de um dos três grandes deuses gregos, logo lhe seriam concedidas missões fora do acampamento, assim poderia visitar sua mãe. Explicou-lhe também sobre o novo mundo oculto pelo qual agora iria conviver e que por ser um filho de Zeus seria uma ameaça iminente, um prato cheio para levas de monstros a persegui-lo.
 A ideia de ter Zeus como pai não facilitou muito o treino e a falta de capacidade fisica dificultava o progresso, mas seu protetor sênior, Ian Newcastle, o sátiro que o resgatou de Tóquio, o ajudava sempre com o que podia. A essa altura do campeonato já sabia o suficiente para enfrentar o monstro "seja lá qual for".
O dia da batalha chegara, Tsuna trajava um altêntico traje de batalha grego, feito em couro e metal, que o recobria quase pro inteiro, exceto sua cabeça que ficava sem proteção. À caminho da arena Ian o orientava das ultimas colocações sobre o que fazer no campo de batalha, sobre as armas que poderia usar, os monstros que poderia enfrentar, as estratégias de luta, enfim nada que ja não tivessem lhe contado anteriormente. A arena era grande, um círculo extenso e perfeito se prolongava até uma porta do lado oposto onde pensara que sairia o animal, aclamado pelo publico ali presente se sentia desconfortado por haver pessoas lhe observando. Um emaranhado de armas encontravam-se em uma mesa à sua esquerda, tendo visto isso tratou de escutar o conselheiro-chefe determinar o início do teste, então viu as  portas se abrirem com um estrondo.
Um monstro flamejante se aproximara de Tsuna com velocidade, tratava-se de uma mistura mortal de vários monstros existentes, não tinha dúvida, era uma Quimera. Então começou a correr em direção ao armamento, pegou uma faca média de 15cm e correu para o lado oposto quando a fera lançava uma rajada flamejante em sua direção. O ar tornava-se quente, o que dificultava sua respiração, era difícil planejar algo com o clima menos propicio a tal, precisava de tempo.
Nunca tinha executado tal técnica em público, mas era a única coisa que vinha a sua mente, era arriscado mas tinha que ser feita. A quimera corria em sua direção, com a faca em punho ele corria no rumo do monstro também. Quando percebeu que ele lhe lançaria uma rajada de fogo, lançou uma rajada de vento de sua boca que fez a quimera cair no chão.
Com isso ele consegui tempo para bolar um plano, infelizmente não fazia a menor ideia do que fazer, então esperou pacientemente que o monstro se levantasse e o atacasse outra vez. Foi quando uma lembrança invadiu sua mente, era a época em que ele e Natsu brincavam de guerrear como seus heróis de animes, nunca tinha perdido para ele nessa brincadeira, pelo menos não naquela vez.
A lembrança o encheu de esperança, pois além de saber o que fazer se sentia feliz pois de alguma forma sentia que seu amigo estava ali lhe protegendo e o ajudando quando precisasse. A visão da quimera aproximando-se de Tsuna o encheu de coragem, assim partiu para cima do monstro.
O fogo anunciava a investida do monstro, Tsuna desviou numa rapidez incrível, agora rumando a direita investiu com a adaga no monstro pelo lado, infelizmente o monstro observou seu movimento e com sua cauda de serpente o atirou para o lado. O golpe foi forte, mas não o abalou. Um grito de raiva o encheu de vontade e assim correra novamente ao monstro e percebera que agora sua faca soltava faiscas, um incremento a mais para a dolorosa morte pela qual aguardava o monstro.
O encontro foi inevitável, mas no momento crucial Tsuna pulou para o lado direito e cravou a faca na cabeça de dragão da quimera e assim seguiu num corte horizontal que se prolongou até a cauda, fazendo o monstro desabar no chão já morto. Tsuna havia vencido, mas sabia que não tinha sido sozinho, seu pai e seu amigo o ajudaram. Mesmo sendo único no acampamento, mesmo com Ian ao seu lado sempre, se sentia sozinho. Mas depois daquele dia seria diferente, sabia que aqueles os quais lhe importavam estavam vivos dentro dele... de uma forma ou de outra.
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