TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

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TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Administrador em Seg Out 14, 2013 9:13 am

Relembrando a primeira mensagem :



Bem-vindo(a) Convidado, deve estar ansioso(a) para descobrir quem é seu progenitor ou progenitora, por tanto, queira por favor realizar o teste a abaixo. Queira por favor postar seu teste neste mesmo tópico.
Também pedimos que siga algumas regras, todas localizadas abaixo, assim, as suas chances de passar nesse teste aumentam em muito.
Boa sorte e seja bem-vindo(a) a família do PJO.
 

 
Regras
NÃO PLAGEIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.

Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Progenitor Primordial:
Progenitor Mortal:
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):
 
 

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Última edição por Administrador em Ter Fev 04, 2014 10:20 am, editado 1 vez(es)
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Ex-Staff02 em Qua Jan 15, 2014 7:57 pm

Jaantony W. Vikary & Elisabeth James
Ambos foram aprovados, parabéns pelos testes o teste do novo filho de Macária foi muito criativo e bem estruturado com a história germânica, já o teste da menina do Sol fora bem descrito e nada cansativo, algo bem importante para mim.

PARABÉNS.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Vince K. Evans em Qua Jan 15, 2014 11:33 pm

VINCE KIDD EVANS

   
   
   


Básico
[OBS: Utilizarei o "Editor de Texto" que vem junto ao Mac OSX, já que este não possui "Word", e portanto estarei contando as "minhas" 30 linhas.]



Nome: Vince K. Evans

Idade: 17 anos.

Local de nascimento: Oregon, Estados Unidos

Pai divino: Phobos.

Mãe mortal: --

Outros familiares: Irmão menor.



Personalidade e Características


Em contraste com o pequeno irmão, Vince é determinado, concentrado e mais do que independente, aparecendo para muitos que o vêem de longe como frio e calculista, muito graças à forma como o menino mantém-se afastado e dentro de seu próprio espaço pessoal, sentindo-se desconfortável quando este é "invadido". Sua história é pouco conhecida, e devido à "negação" de se socializar, é também dificilmente compartilhada com outros. Suas motivações muitas vezes são criadas a partir do sentimento de proteção em relação à família e ao desejo de tomar as decisões certas a sua volta; isto faz com que, mesmo que inconscientemente, o garoto conhecido como "Zico" desconte sua raiva e antipatia naqueles que supõe serem os culpados de seus erros.

Ele já fora divertido, sociável, e mais "sensível" do que agora, mas assim que foi abandonado pela mãe e descobriu sua verdadeira identidade, desapegou-se ao seu passado, e junto deste sua usual personalidade; tornando-se mais ausente do que o normal, para o bem do própria irmão.

Vince é um adolescente de 17 anos, ainda novo porém maduro devido aos acontecimentos em sua vida que o forçaram a erguer sua cabeça. Tem um curto, descolorido em tom de loiro, porén que nos remete a um tom pastel; e olhos de uma coloração negra, quase sem fim; possui uma tatuagem em suas costas, que se estende até o ombro direito.  O menino ainda usa, desde pequeno, o mesmo colar que serve como amuleto até os dias de hoje; uma fina corrente banhada em prata, onde um anel giratório, preto sobre prata, paira sobre a altura do peito, tendo pequenos algarismos romanos em sua parte mais escura, lembrando um relógio.


História


Cresceu em uma cidade não muito grande de Oregon, um estado situado ao norte dos Estados Unidos que contém tanto paisagens praianas quanto montanhosas em seu território. Sua família sempre morou próxima ao litoral, mas lembra perfeitamente de ser proibido de aproximar-se do local, fazendo com que suas aventuras quando pequena fossem limitadas apenas às florestas além dos muros do quintal de sua casa. Viveu com sua mãe desde sempre, e esta teve seu segundo filho alguns anos depois de seu neascimento. Entretanto, nunca tiveram uma figura paterna dentro de casa, logo o menino sentia grande responsabilidade para com a mãe e irmão, se tornando praticamente um símbolo de apoio.

Sua mãe morreu em um acidente de carro, e ambos os meninos se tornaram órfãos. Sem ninguém para ajuda-los, foi quando Vince decidiu se tornar forte pelo que sobrou de sua família e adotar um novo estilo de vida. Mudaram para o orfanato local, indo a escola e vivendo uma vida "normal", pelo menos para um semideus que não sabia realmente de seus poderes. Foi quando o garoto viu, e se apaixonou então, pela vida militar. Um cartaz nas ruas anunciava a admissão de novos cadetes, que seriam treinados pelas forças do governo afim de que se tornassem futuros "defensores da lei" em prol da população. Não pensou duas vezes em se alistar, ignorando o fato de ser menor de idade, afinal em uma cidade pequena como aquela, proteção e trabalho desde cedo (seja este braçal ou qualquer outro) era sempre muito bem vinda, pelo bem dos cidadãos. Foi aceito somente pelo fato de ter, palavra do tenente, "poderes especiais". Treinaram-no sozinho no início, de forma que ninguém atrapalhasse seu crescimento, ou apenas pelo fato de outros soldados se sentirem pouco a vontade, talvez até nauseados e amedrontados por sua presença. Virara a mascote do exército, adquirira agilidade e já sabia manejar grande parte das armas ali presentes, desde armas até lanças, por mais que não tivesse se apegado ao arco e flecha.

Estava enfim conseguindo, com o pequeno emprego, fundos para investir na vida e educação de seu irmão. Guardava cada centavo para que dali um ano exatamente, em seu próximo aniversário quando completasse a idade permitida, pudessem sair do orfanato e viver juntos em uma casa novamente. Até aquele fatídico momento do dia, quando voltava durante a noite para casa, uma situação que o obrigou a dizer adeus a vida que tinha, depois de muitos anos, acostumado a viver. Aquele fora de longe o pior aniversário de todos.


narração


Não, ele não estava com medo. Seria ironico demais, o menino nunca sentira medo em toda sua vida, nem quando perdeu a mãe e não sabia o que fazer; ou quando apanhou do ano superior em sua escola por ser "diferente"; nem quando teve seu pequeno irmão quase morto graças a um acidente de carro' muito menos agora. Era mais como uma preocupação por ser fraco e não saber lidar com esta nova situação, de ter de encarar tudo sozinho novamente, sem seu irmão como apoio e motivação para seguir em frente. Vince se sentia perdido, sem culpa alguma, pois fora praticamente arrancado de sua cidade a força por seres mitológicos. Creio que raiva descrevia melhor seus sentimentos; raiva por não conseguir sair e voltar para o orfanato, raiva por estar preso como em um cativeiro, e raiva também por não receber explicação nenhuma de ninguém.

Já havia se passado aproximadamente uma semana desde que chegara no Acampamento, talvez alguns dias a mais ou a menos. Fora reclamado por seu progenitor no segundo dia, e viu alguns campistas surpresos com a agilidade do processo. Vince criou a hipótese de que Phobos necessitava urgentemente de um representante ali dentro, descobriu isto ao entrar pela primeira vez em seu novo, e totalmente vazio, chalé. Nenhuma mochila ou pertences estavam presentes, e concluindo que era o único filho reclamado até então, resolveu acatar às ordens e permanecer em sua "nova estadia". A dor da solidão não era um problema, afinal passara sua vida toda na mesma situação, sem pais, amigos e agora sem o que sobrou de sua família. Não o incomodava, na realidade, o condfortava saber que não dividiria o seu "espaço" com ninguém.


Dias depois e o menino já participava de treinos e atividades diversas do Acampamento, sentando-se sozinho em refeições e sendo evitado por outros campistas, devido a famosa "aura" que os mantinha longe naturalmente. Não se sentia mais tão frustrado, e seu ódio por Phobos diminui consideravelmente, sabendo que de nada adiantaria mantê-lo, e passou a se sentir orgulhoso pelo fato de ser o único filho de tal deus ali presente, a responsabilidade pelo fato pesava em suas costas cada dia mais, e Vince setia-se obrigado a orgulhar o pai, por satisfação própria e não a fim de deixá-lo orgulhoso.

Chegou na arena e avistou o instrutor, o filho de Phobos possuía "aulas particulares" por ser o único a utilizar o chalé, excessão feita pelo mesmo motivo utilizado quando ainda estava no exército. O filho de Ares, chamado Hans, foi um dos poucos a se disponibilizar para as aulas, afirmando também "não ter medo de nada". Vince riu com a lembrança, ciente dos próprios poderes, e o que poderia fazer com eles.

Agarrou a espada que lhe foi jogada no ar com a mão direita, e abaixou-se para pegar o escudo que caiu aos seu pés, posicionando o corpo para batalha logo depois. Deixou a espada na diagonal a frente do corpo, de modo que pudesse tanto atacar quanto defender caso fosse pego de surpresa, e manteve o escudo em seu braço direito, ao lado do corpo. Não possuía um porte tão atlético em comparação com o seu oponente, mas ainda sim tinha trabalhado bem sua força e agilidade quando ainda morava em Oregon. Como esperado do filho do deus da guerra, este atacou primeiro, correndo na direção de Vince com sua lança em mãos. Preparado, Vince inclinou-se rapidamente para o lado, dando um passo a esquerda e levantando o escudo na frente de seu rosto. Hans acertou o objeto em cheio, deixando-o mais uma marca de sua arma como lembrança.

Vince empurrou-o de volta, dando um passo a frente, e com a força concentrada em seu membro, fez força para mover sua lança para o lado. Assim o fez, e vendo a oportunidade a sua frente, atacou o filho de Ares com a espada que, até agora, não havia participado da luta. O corte e sua lateral não parecia tão fundo, ele pôde analisar enquanto o menino a sua frente se distanciava. Não gastando seu tempo precioso, "Zico" lançou o corpo contra o inimigo, vendo-o se recompor no meio do caminho. O filho de Phobos aproximou-se mais do que o esperado pelo oponente, este que acabou desorientado pela "aura" do garoto a sua frente. Vince, aproveitando mais uma vez a distração, levantou com força o próprio escudo contra o crânio de Hans, acertando-o com a lateral do objeto logo acima de sua orelha. O filho de Ares foi derrubado, caindo sobre o solo da arena com um barulho abafado. Sabendo quando parar, por mais que não estivesse com vontade, Vince ajudou seu instrutor a recompor-se, concordando em terminar o treino e deixar que fosse sozinho para a enfermaria. Com um sorriso, Vince sentiu orgulho de si mesmo por estar melhorando suas habilidades, e com um suspiro, voltou à solidão do próprio chalé para tomar um banho e retirar a sujeira do corpo.



PODERES E HABILIDADES


-FILHO DE PHOBOS-
Passivos:
Aura do Medo [Nivel 01]: Mesmo não sendo filho de Hades, você mesmo que involuntariamente, emite uma aura de medo que afasta os inimigos, pois eles sentindo sua presença ficam com um pequeno medo. Com a evolução de seus poderes a aura de medo pode chegar a tal ponto que ninguém queira chegar perto de você.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Poseidon em Sex Jan 17, 2014 5:24 pm

Avaliação:

Sem dúvidas o melhor teste que avaliei. Muito bem escrito, sua narração é perfeita. Não tenho nada a reclamar de você!
Meus Parabéns!!


Reclamado

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Kyoya Yatogami em Sab Jan 18, 2014 1:36 am

Nome: Kyoya Yatogami
Idade: 16
Local de Nascimento: Tokyo, Japão.
Progenitor Primordial: Hermes
Progenitor Mortal: Isana Yatogami
Características Psicológicas:
Kyoya é um rapaz bem quieto, pensativo, gosta de analisar tudo a sua volta. Às vezes quando a situação ao seu redor esta muito tensa, ele gosta de fazer piadas; seus pensamentos são rápidos e claros, sempre tenta cumprir seus objetivos não importa oque ele precisar fazer. Ele é um cleptomaníaco nato, sempre rouba coisas que possa ser útil no futuro. Apesar de ser reservado, quando faz amigo(s), ele gosta de ficar ao lado e ajudar a(s) pessoa(s) com quem fez amizade. Não agi por causas de emoções e sempre fica calmo, não importa qual for à situação em que se encontra. Adora treinar, fazer exercícios físicos e lutar. É bastante inteligente, aprende coisas rapidamente.
Características Físicas:
Tem cabelos negros, compridos até as costas, a parte de traz de seu cabelo fica amarrada como um rabo de cavalo, enquanto na frente fica solto na altura do rosto. Kyoya não é muito alto, tem 1,78 metros de altura; não tem músculos avantajados, pelo contrário, é bem magrinho. Sua face é um pouco pálida, suas expressões emocionais como um sorriso, por exemplo, são muito tímidas; seus olhos são azul meio roxo, isso depende da iluminação.
Veste sempre uma camisa social branca de manga comprida com uma gravata preta, um sobretudo preto que vai até a coxa do rapaz, uma calça jeans preta e um tênis branco.
Conte-nos sua História:
Em uma noite de inverno, a neve caia upava em montes no lado de fora daquele hospital, do lado de dentro os médicos faziam um dos partos mais rápidos que já tinham visto em toda sua carreira. Quatros anos depois eu, Kyoya Yatogami, já havia começado a estudar e percebi que era meio diferente das outras crianças, ao invés de me juntar a ela para brincar, eu preferia ficar sozinho, minha mãe ficou bastante preocupada e desde desse tempo começou a me levar ao psiquiatra, que sempre me fazia vários testes. Aos setes anos, eu finalmente me interessei por algo, Kenjutsu, a arte de manuseio de espada usado pelos samurais, fiz aulas de Kenjutsu até os treze anos.
Quando eu completei Treze anos nós mudamos para os Estados Unidos, no começo não gostei muito da ideia, mas com o tempo fui me acostumando a meu novo lar, que era um apartamento em Nova York, não tão grande e nem tão pequeno, era ideal para duas pessoas morarem. Ao lado do meu apartamento vivia um garoto que tinha minha idade, seu nome era Jason Watson, ele tinha músculos um pouco avantajados para sua idade; uma vez quando voltava da minha nova escola fui cercado por dois garotos que tinha o meu tamanho mais ou menos, eles começaram a me xingar por causa de meu cabelo, mas eu não dei atenção e tentei continuar meu caminho, só que um dos garotos me deu um soco, eu podia aturar xingamentos, mas um soco já era demais, eu virei, larguei minha mochila no chão e desferi um soco contra meu agressor, mas isso só piorou a situação agora não eram só dois garotos, chegaram mais dois; quatro contra um, isso não é justo, pego minha mochila e começo a correr pelas ruas e becos até que, por azar, entro em um beco sem saída, os quatros garotos me cercam e começam a me empurrar, um deles me da uma rasteira e quando os outros três iam começar a me bater, surgi uma rapaz atrás deles com uma barra de ferro e começa a atacar os meninos, fazendo os mesmo fugirem, eu reconheço aquele rapaz, era Jason, meu vizinho, desde então ficamos amigos.
Aos Quinze anos de idade, eu só tinha um amigo, que me havia ensinado a furtar coisas, muito bem por sinal, e também me ensinou Le parkour para que eu possa fugir caso me peguem furtando algo, e eu agradeço por ele ter me ensinado, Le parkour já salvou minha pele varias vezes. Quando completei dezesseis anos, era uma segunda feira e como sempre tive que ir a aula, quando voltei para casa encontrei um bilhete em cima da minha cama que dizia:
“Estou te esperando no Central Park. Beijo Mamãe”.
Larguei minha mochila na cama e fui ao encontro de minha mãe, no caminho avistei uma loja que vendia coisas da cultura japonesa, Não resisti e entrei na loja, tinha muitas coisas, mas oque realmente me impressionou foi uma katana; pedi ao vendedor para vê-la, como se eu fosse comprar, sua lâmina era muito afiada e também era muito leve, usei um truque para enganar o vendedor pedindo para ele pegar um vaso que estava na ultima prateleira da estante e quando ele subiu para pegar, eu sai correndo da loja com a Katana em mãos e fui ao encontro de minha mãe. Chegando ao Central Park avisto minha mãe de longe e vou ao seu encontro.
- Parabéns, filho. –
- Obrigado mãe. –
- Oque é isso? – pergunta minha mãe apontando para a katana
- Ah, isso é... Um presente – respondi
- Hunm; não importa, agora é hora do meu presente, mas antes temos que ir para um lugar especial -.
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
Dentro de um taxi, estava eu, minha mãe e o motorista, é claro; ela estava me contando algumas histórias que eu já havia escutado na escola, histórias sobre deuses que vinham para terra se apaixonavam por mortais e tinha filhos, esses filhos são chamados de Semideuses.
- Então a senhora quer dizer que eu sou filho de um... De um... De um Deus? – digo
- Sim –
- E esse lugar para qual estamos indo, é um lugar para semideuses? –
- sim –
Era só nessa conversa que eu pensava depois de ter chego no tal acampamento, tentava colocar minha cabeça no lugar e aceitar tudo aquilo. Depois de uma hora pensando em exatamente nada, me levantei da pedra onde eu estava sentado perto de um chalé e fui andar um pouco, só tendo em companhia minha katana que havia, como posso dizer, adquirido a pouco tempo. Andei um pouco pelo acampamento, conhecendo os lugares, até que passei por um lugar onde havia várias pessoas treinando, era minha chance de me exercitar uma pouco, mas antes de começar a treinar com um boneco, fico parado analisando as pessoas que já estavam treinando; finalmente decido ir, mas quando estou chegando perto do meu alvo, um boneco de palha, um rapaz chega perto de mim.
- Bela espada – disse o rapaz, que era bem musculoso e tinha uma espada em sua cintura
- É uma katana japonesa – respondo
- Você é novato, não é ? Nunca te vi por aqui – continua o rapaz
- Sim, sou novo aqui –
- Então, novato, sabe usar essa katana –
- Sim e meu nome é Kyoya –
- Prazer, Kyoya, agora vamos treinar – o rapaz saca sua espada e aponta para mim, eu também saco minha katana. Começamos um duelo, o rapaz tenta me atacar na diagonal, mas consigo bloquear com minha katana e logo tento um contra ataque , tento atacar seu braço esquerdo mas sou bloqueado. Recuo alguns passos, o rapaz faz o mesmo
- Muito bom – diz o rapaz
- Você também – respondo rapidamente e vou para cima dele, tenho que usar a minha velocidade já que perco na força, agora com a katana em uma mão e a bainha na outra; com a bainha tento bloquear sua espada enquanto que com a katana eu tento desarma-lo, mas ele consegue tirar a bainha de minha mão com um golpe extremamente forte de sua espada e em seguida põe a espada bem próximo do meu pescoço e diz: - Perdeu-
- Olhe de novo – disse enquanto segurava minha katana contra seu peito sem me mexer.
- Haha, acho que deu empate então. Kyoya, pela sua velocidade acho que você é um filho de Hermes, estou certo ? – disse o rapaz enquanto abaixava sua espada
- Sim – respondo guardando minha katana
- Então, Bem vindo ao acampamento -
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Poseidon em Sab Jan 18, 2014 8:45 am

Avaliação!

Sua ficha não foi tão boa, não teve um certo diferencial. Além do que sua batalha foi muito pequena e sem animação, pareceu ser feita as pressas. Mas tudo isso pode ser melhorado mais a frente, com os treinamentos e missões...
Os erros ortográficos, se houveram, foram poucos. Portanto irei lhe aprovar!


Aprovado!

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Chlöe V. Prophath em Dom Jan 19, 2014 11:48 am

Teste de reclamação
Nome: Chlöe Vola Prophath
Idade: 16 anos
Local de Nascimento: Moscou, Russia
Progenitor Primordial: Selene
Progenitor Mortal: Thomas M. Prophath

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Não há muito oque falar sobre a personalidade dela, pois é exatamente como sua aparência.
Chlöe teve a infelicidade de receber da sua avó a doença da bipolaridade... E parece que isso afeta muito mais que seu psicológico. Tudo nessa garota é capaz de confundir você, desde a personalidade que pode se apresentar meiga e simpática e logo depois, fria e mau-humorada.
Mesmo ela tendo seus problemas, nunca foi uma garota anti-social e fechada, pois a coisa que ela mais preza é amizade de pessoas leais e engraçadas.
Ela pode passar uma imagem serena, e acredite... Essa é a imagem que você vai gostar de conhecer, mas, se por acaso, você a conhecer com sua imagem tempestuosa, tente ficar longe.

Ela é carinhosa e afetuosa com aqueles que ela ama (que são poucos), e até pode gerar um carinho estranho com outras pessoas aleatórias, como eu disse... Ninguém sabe como ela vai ser no dia seguinte.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Chlöe é uma russa típica. Olhos mais azuis que o próprio céu gélido, que quando olhados de perto, são parecidos com uma tempestade... Seus cabelos são escuros e bipolares como ela. Em um dia ela poderá estar com cabelos encaracolados com uma cor de castanho escuro, mas logo depois, poderá encontra-la com os cabelos avermelhados e lisos. Você nunca saberá como ela estará no dia seguinte.
Ela é magra, mas não muito... Possui 1,60 de altura e não se considera baixa. Seu rosto é severo e angelical, como uma confusão constante de personalidade.
Seus lábios são de um vermelho-sangue que faz contraste com sua pele branca e pálida... Digamos que ela é de uma beleza exótica e estranha e estará sempre te confundindo.

Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos): Loe teve uma chegada precoce, com seus 7 meses e meio... E não foi mole para seu pai que teve que esconder seu nascimento por muitos anos.
Tudo oque Loe sabia, era que ela tinha nascido em um dia tempestuoso, com muitos raios e trovões...
Mas mesmo assim, Thomas conseguiu fazer as coisas sozinho, e mesmo com a dor de ser abandonado por seu "amor", criou sua filha sozinha e criou muito bem.

Chlöe sempre foi grudada com seu pai, pois teve em mente o quanto ele sofreu... E prometeu que nunca iria deixa-la. Mas todas promessas carregam um preço.
Com mais ou menos 7 anos de vida, Loe teve sua primeira experiencia estranha... Em um dia, ela e seu pai tinham ido ao um parque qualquer, nas ruas de Moscou. Era sempre muito frio lá, então os parques geralmente ficavam vazios e calmos, os dois adoravam isso.
Eles sentaram nos balanços, e ficaram quietos por algum tempo, mas depois, Thomas se assustou com algo e começou a dizer:
- Olha Volita, eu sei que não merece ouvir isso agora... E gostaria que não ouvisse. - Ele parou por alguns segundos e estudou o parque como se estivesse localizando um inimigo. - Mas eu sei que é impossível... Você é a... A cara dela, não há como... - E então, ele parou novamente para olhar para o rosto de Chlöe. Seus olhos eram azuis, quase que brancos, Loe adorava isso... Ela sempre se perdia nos olhos da pai, mas nesse dia. Algo estava errado.
- Papai, oque está... Você está bem? - Ela desceu do seu balanço e foi de encontro com seu pai, mas antes que pudesse chegar perto, ela pode jurar que algo grande e desajeitado se movia entre as árvores cobertas de gelo. - Papai, vamos embora, estou com sono.
Mas era mentira. Chlöe odiava dizer que sentia medo e sempre colocava a culpa em sono, ou fome... E ela nunca conseguiu esquecer aquela imagem entre as árvores congeladas. Ela também não desejou saber oque sua mãe estava prestes a dizer na hora do incidente, ela tinha a sensação de que não deveria perguntar.

Os dias se passaram, meses e anos também... Os dois se mudaram para o Canadá, para uma cidade chamada Quebec, que lembrava muito Moscou pelas noites geladas.
Os dois tiveram a má sorte de se mudarem para uma casa de frente com um parque, quase o mesmo do incidente na Russia. Alias... Chlöe nunca perguntava oque seu pai tinha a dizer. Nem sequer dividiu a experiencia que teve naquele parque branco e gélido. Os dois apenas decidiram esquecer aquele dia, não havia mais o "dia-em-que-algo-estranho-ocorreu", e ela não iria pedir mais informações. Era uma casa nova, um país novo... Quase uma vida nova.

As duas estavam felizes, Loe tinha seus 10 anos e já se dava bem na escola que estava... Mas ela não podia ter o luxo de se apegar a pessoas, pois sabia que mais cedo ou mais tarde, sua mãe iria lhe trocar de escola sem motivo aparente. Então, quando sua mãe fazia oque sempre fazia, Loe não reclamava e nem questionava, ela só aceitava de bom grado. Mas, em sua ultima experiencia escolar, ela conheceu um garoto bobalhão e desajeitado, seu nome era Leonard. Os dois viraram amigos inseparáveis, e nunca se distanciaram. Leonard sempre cuidava de Chlöe, oque era estranho para a garota... Já que ele e seu pai tinham uma amizade "secreta". Ela nunca conseguia ouvir uma conversa dos dois, mas quando teve a oportunidade, se assustou. Os dois falavam dela como um tessouro que deveria ser guardado em um tal de "acampamento". Quando a menina se manisfestou, os dois se assustaram, mas logo lhe contaram a verdade. Chlöe era filha de Selene, a deusa lua; E no final das contas, teria que ir para um acampamento especial, onde conheceriam outros "semideuses" e até possíveis irmãos.

A garota arrumou suas coisas com felicidade e angustia. Não queria se separar do seu pai... Mas era sempre bom conhecer lugares novos. E o melhor, conhecer sua vida.
Depois de algum tempo, Loe de despediu de seu pai e embarcou em uma viagem para o acampamento, que era uma viajem e tanto. No caminho, tiveram alguns problemas, mas nada que os dois conseguissem resolver. Afinal, Loe se sentia protegida quando estava perto de Leonard, e não poderia confiar sua vida em mais ninguém.
Os dias se passaram, e lá estava Chlöe. Na entrada do acampamento, junto com Leonard, que por sinal, tinha mostrado ser um "sátiro"
- Bem vinda, prole da lua. - Disse ele, sorrindo. - Vai ser feliz aqui.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos): Os dias no acampamento eram puxados. Apesar de ser uma das minhas primeiras semanas lá, nada era fácil. Os diretores sempre queriam mais de você, independente se o seu resultado fosse bom ou não... E ainda tinha aquela confusão na minha cabeça. Digo, saber que você era uma semideusa filha da "lua" não era muito normal, nem pra uma pessoa louca. Se é que você me entende.
Mas mesmo assim eu sobrevivi. Estar longe do meu pai não era uma uma coisa boa, pois eu sentia falta das maluquices dele, mas isso até que me fez bem. Eu parei de culpa-lo e comecei a "acordar" para a vida. Para uma vida que eu realmente achava maneira.

Mas sempre no meio do dia, tinha uma folga... Um momento em que você poderia sentar e descansar. Eu sempre aproveitava esse momento sozinha, pois não fizera muitos amigos... Então, bom, eu gostava de ficar sozinha, de qualquer forma.
Nesse momento, eu deitava em um campo longe de tudo e todos. Era campo cheio de grama, árvores e um rio que cortava a margem. Era um lugar ótimo para descansar, mas também perigoso. O diretor, no primeiro dia fez um tipo de palestra indicando os lugares proibidos do acampamento, e esse campo era um lugar super-proibido. Eu não estava prestando muita atenção na palestra, mas sabia que esse campo era um tipo de lugar para testes ou... Sei lá. Durante duas semanas nada de estranho tinha acontecido, então eu relaxei. Mas eu estava completamente errada.

Deixei o cinto que portava uma espada e várias facas de arremesso do meu lado. Era um tipo de cinto que você ganhava ao entrar no acampamento... Mais ou menos pra sua defesa nas batalhas.
Fechei meus olhos por um momento e comecei a ouvir os sons que havia por perto. Pássaros, o som da água correndo, as folhas sendo levadas com o vento, um sibilar de cobra... Sibilar de cobra.
Levantei meu tronco e observei o campo. Não havia nenhuma cobra por perto, mas mesmo assim decidi levantar. Deixei o cinto lá mesmo e adentrei as árvores, procurando algo que pudesse ser perigoso, afinal as palavras do diretor rondavam minha cabeça. "Campo, perigo, testes".
Já estava me perdendo nos pensamentos quando ouço o sibilar da cobra novamente. Só que dessa vez, era atrás de mim.
Meu corpo inteiro gelou, abri a boca e deixei um suspiro sair e com um giro bem lento do meu corpo, vi o tal "perigo do campo". Uma cobra gigante estava mostrando aquela língua assustadora para mim, ela balançava o chocalho rapidamente e seu corpo estava se movendo para trás. Eu não era idiota, sabia que ela estava pronta para me atacar, mas mesmo assim eu fiquei no lugar... Passei a mão na minha cintura e lembrei que havia deixado o cinto no campo.
- Droga! Estupida. - Ops Chlöe, momento errado para se culpar.
Sem demorar, a cobra atacou e eu desviei o corpo, batendo numa árvore. No momento certo eu me recuperei, deixei a árvore e sai correndo para o campo, eu iria precisar da minha espada... Se chegasse viva até o local.
Na corrida, a cada momento que eu olhava para trás a cobra atacava, me fazendo abaixar e perder mais tempo, mas com sorte consegui chegar no campo... Já tinha avistado meu cinto e sorri, mas algo tinha me acertado e eu estava no chão. Senti minhas costelas doendo e o ar? Eu não o encontrava. Tentei respirar o máximo que eu pude enquanto eu olhava para todo o canto, tentando avistar a cobra. Me virei e comecei a engatinhar até o cinto. A cada respiração forte, minha costela doía ainda mais, aquilo estava errado! Eu não ia ser derrotada tão facilmente. Eu era filha de Selene, e não queria ser uma vergonha para minha mãe.
Alcancei o cinto e tirei a espada do mesmo. Levantei com a mão ainda na costela e fiquei em alerta.
- Vamos! Cobra idiota, agora você fica escondida? - Gritei em um bom som, torcendo para que ela pudesse pelo menos me compreender.
- Sssssssssssss. - Novamente, ela estava atrás de mim, mas dessa vez eu já estava preparada. Embalei minha espada para trás conforme virei meu corpo, atingindo ela no... Rosto? Bem... Eu tinha a atingido, mas apenas tinha feito um arranhão. Eu teria que ser bem melhor que isso.
Ela ataca novamente e eu desvio o meu corpo, rodando e parando na lateral da cobra. Tento cortar seu corpo, mas a sua pele era grossa demais. Em resposta, acabo recebo uma rabada que me joga longe.
Por sorte, eu estava com tanta raiva que não sentia mais a dor, então levantei rapidamente e fui de encontro com ela.
- Vamos, Chlöe. Pense, pense!! Como matar uma cobra gigante? O corpo não funciona... - Em um movimento rápido ela veio para me atacar e eu com o reflexo, passei minha espada de raspão no pescoço da besta. Ela mexeu o pescoço freneticamente, sibilando mais ainda... Eu a tinha deixado... Brava? Acho que sim, seus olhos estavam me olhando como se fossem me fuzilar. - Claro! O pescoço. A pele do pescoço não é tão dura...
Sorri comigo mesma pelo pensamento e então eu sabia o que fazer. Tinha que a acertar no pescoço ou então provavelmente quem sairia ferida era eu.

Rodei meu corpo para a lateral dela, enquanto ela avançava em direção a mim. Com a espada na mão, tentei localizar o lugar que eu a acertaria, eu tinha que ser rápida... Mas ela era enorme! E bom, uma garota de 1,60 não era apta para isso.
Uma ideia passou pela minha cabeça, e sem pensar muito a fiz. Corri em direção a uma árvore que eu subia sempre que queria ver além das florestas e chamei a cobra gigante. Ela me visualizou e eu subi (freneticamente) na árvore, tentando ficar em pé.
- Psiu! Vem cá!! Vamos, lenta! - O por que de eu estar atiçando ela? Eu também não sabia. Mas ela apenas avançou até mim.
A altura era perfeita, pelos meus cálculos a árvore me daria uma grande ajuda para isso. E então, quando ela se aproximou, pulei no pescoço dela... E sentei no mesmo. Ok, eu não sabia o que estava fazendo, mas alguma coisa diria que ia dar certo.
Ela sibilava cada vez mais, enquanto tentava dar o bote nas minhas pernas que balançavam fora do corpo dela. Aquilo estava me enlouquecendo, o barulho era ensurdecedor... Eu estava bem irritada.
- Chega... De... Sibilar! - E com um golpe certeiro da minha espada em seu pescoço, ele se abriu pela metade. Ela se mexeu de um jeito tão rápido que me jogou no chão novamente... Eu pude ver ela caindo, mas ainda sim, ela movia seu corpo... Parecia estar tendo uma convulsão ou algo do tipo. Limpei minha boca, que por acaso estava cheia de sangue por causa do tombo e enquanto fazia isso eu fui de encontro com a enorme cobra. Fiquei observando o que eu fizera e pensando em como seria possível, até que ela dá seu ultimo bote, quase me pegando.
- Pelos Deuses! Droga! - Ela tinha me assustado, me fez até dar um pulinho para trás. Com a raiva no ponto máximo, embalo minha espada novamente para o seu pescoço, terminando o trabalho.

Enquanto a cabeça dela rolava pelo barranco a baixo, eu sentei perto do corpo, cansada e com a respiração falhada.
- Cobra... Idiota. - Minha vista estava embaçando, eu sentia algo descer na minha testa e quando passei a mão, percebi que era sangue. - Mas oque...? - E foi ai que eu ouvi os outros campistas correndo até o campo. O diretor me olhava com espanto nos olhos e um sorriso na boca. Eu realmente queria saber sua reação ao descobrir que a campista mais "encabulada" tinha matado uma cobra gigante. E ainda por cima, sozinha... Mas eu não consegui, pois quando percebi, eu estava no chão... Perdendo a consciência, mas eu tinha certeza que quando acordasse eu iria sambar na cara dos campistas que me olhavam torto.  Ah se ia...
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Apolo em Dom Jan 19, 2014 12:01 pm

Muito bem... Bem vinda enteada... Ou sei lá como se fala isto.

Att - Sun...

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Lyon C.Maxwell em Dom Jan 19, 2014 7:17 pm

Nome: Lion Crafle(Creifli) Maxwell

Idade: 19

Local de Nascimento: Paris

Progenitor Primordial: Deméter

Progenitor Mortal: Caarther

 

Características Psicológicas:

Lion é um rapaz muito sonhador, seu mais sonho é poder enxergar

é ver as belas coisas do mundo. Lion as vezes é um pouco medroso

pois não conhece quase ninguém, nunca foi a escola, sempre estudava em casa

com seu pai que certamente trabalha de tatoador, Lion as vezes é um pouco emocional

 

Características Físicas:

Lion possui uma bela pele bronzeada e macia, o rapaz possui

um físico excelente, por ter feito academia medica todos esses

anos. Lion tem olhos castanhos, seus olhos são um pouco pequenos

tem o rosto com o queixo puxado, lion por ser musculoso é um pouco

forte.

 

Conte-nos sua História:


Sinto o meu corpo despencar no ar durante milésimos de segundos e eu fecho os meus olhos, um reflexo natural por causa da queda. Logo pés já estão firmes no chão, porém eu preciso me apoiar à parede. Minhas pernas tremem e isso é medo. Como isso tudo pode estar acontecendo? Meus pensamentos são interrompidos pelo que vem lá de fora. Isso, lá fora. Só então eu busco entender o que aconteceu e onde eu caí. Olho pra cima e vejo que a luz chega aqui em baixo por uma abertura circular, exatamente por onde devo ter caído. Presto atenção no odor forte e no barulho de água aqui perto. Imediatamente já sei onde estou, mesmo sendo cego, eu conseguia ver algumas coisas embasadas.

─ É a rede de esgoto! – afirmo em voz alta como se isso tornasse mais fácil aceitar que eu realmente estava aqui.

Ouço novamente um barulho muito alto lá fora.  Elas estão se aproximando e logo irão me encontrar. Meu corpo treme, porém não posso ficar aqui inerte por causa do medo. As criaturas, que se assemelham a cães enormes e famintos, estavam me perseguindo desde que saí de casa. Eu havia deixado meu lar para dar uma volta e iria apenas até uma banca de revistas que ficava há três quarteirões da minha casa. Foi um grande erro que cometi. Vi aqueles olhos vermelhos novamente, que a tanto vinham me atormentando. Estes olhos sempre me deixavam bastante assustado. Nunca consigo discernir quem ou o que é, mas eles estão sempre a me vigiar durante praticamente todas as noites. Comecei a correr assustado, quando os vi em um beco, mas ao atravessar a rua os cães negros surgiram e seus olhos, embora menos assustadores, também eram vermelhos.

Agora estou aqui, em um lugar imundo e desconhecido, além de ter pouca iluminação. Assusto-me com os sons, eles estão aqui. Mantenho uma mão na parede para me guiar e saio a correr pelo desconhecido. Chego a uma bifurcação e não sei qual caminho escolher. Isso chega a ser cômico, pois aparentemente sempre sou submetido a escolher entre mais de um caminho, seja essa escolha literal ou não. Posso seguir pela direita, mantendo a minha mão na parede. Para seguir pela direita eu precisarei saltar a água do esgoto que está correndo ao meu lado. Ouço o arranhar de unhas no chão, sei que preciso me apressar. Encosto-me na parede, me impulsiono e salto o esgoto. Quase perco o equilíbrio, mas logo estou correndo pelo caminho da esquerda. Não sei por que, mas esse parecia ser o caminho mais certo a se escolher.

─ Sábia escolha, meu filho. – ecoa uma voz ao meu redor.

─ Mãe? – parei para pensar. – Não, essa não é a voz da minha mãe.

─ Corra.

─ Quem é você? – questiono assustado.

─ Você irá descobrir logo. – e o silêncio é gélido por alguns segundos, até ela falar pela última vez. – Mas irei clarear sua mente.

E sinto algo estalar aqui dentro. Percebo que não há iluminação natural aqui em baixo e não sei como posso ver há um palmo a minha frente. Estendo a mão e noto uma espécie de véu ao meu redor. Nesse momento ouço as criaturas uivando. Acho que sei o que são, embora não saiba como e porque sei. São quatro cães infernais, dispostos a me devorar. Será que “clarear minha mente” se referia a me proporcionar tais informações? E quem é aquela mulher?

Apoio minha mão novamente na parede e corro sem rumo. Mais caminhos surgem à minha frente e as escolhas parecem tão óbvias por enquanto. Esquerda, direita, direita, frente e esquerda. Posso ouvir os cães no meu encalço e eu a cada passo me sinto mais exausto. Meu corpo não vai aguentar fugir por muito mais tempo. Salto mais uma vez o esgoto e chego a um beco sem saída. Um desespero me preenche. Olho para trás e quatro par de olhos estão a me observar. Eles se aproximam lentamente, como se ansiassem me devorar lentamente para melhor me saborear. Recuo, encostando-me à parede. Minhas pernas já não tremem mais e sinto como se eu já estivesse me entregado inconscientemente. Não, não corri isso tudo para acabar assim.

─ O que querem de mim? – esbravejo com um pouco de dificuldade. – Minha carne?

Sem respostas. Mas eu já imaginava isso, afinal como esses cães poderiam me responder? Cães Infernais, penso novamente. Nesse instante, outras informações me preenchem. Visualizo rapidamente muitas coisas em minha mente. Vejo um monte de jovens, monstros e até mesmo... Deuses. Sim, deuses da mitologia grega. Como os reconheço? Apenas sei, não entendo isso. Será que todos que beiram a morte veem estas revelações? É tarde demais para saber que há deuses no mundo contemporâneo.

─ Ou talvez não seja. – verbalizo.

Desencosto meu corpo da parede e sem pensar dou um passo na direção dos monstros. Acho que os surpreendi, pois pararam de avançar. Sinto a escuridão fortalecer minha coragem e minhas pernas correspondem a minha vontade. Continuo a avançar colocando milimetricamente um pé na frente do outro. Os cães se entreolham e a ferocidade de seus olhos começa a enfraquecer. Algumas palavras começam a se formar em meus lábios e não entendo pra que entoá-las, porém são mais fortes do que o meu livre arbítrio.

─ Curvem-se, inferiores. – nem parece meu habitual jeito de falar.

E os cães se entreolham novamente, demonstrando agora medo de mim. Estão a me olhar nos olhos e após alguns segundo eles me obedecem, curvando-se aos meus pés. As sombras ao meu redor parecem dançar como se comemorassem o meu feito. De repente eu vejo que a água do esgoto esta refletindo uma luz forte. Quando desvio minha atenção ao reflexo, noto que tal luz vem dos meus olhos. Eles mudaram de um tom castanho escuro para um intenso, poderoso e profundo verde, Mas dizem que alegrias de todos duram pouco. Meus olhos voltaram ao normal, mas ainda conseguia enxergar algumas manchas pretas. Os cães levantaram-se rosnando e latindo furiosamente para mim, meu coração acelerou e logo uma luz emanava do bolso de minha calça, coloquei minha mão no bolso tirando um pequeno pingente, quando dê repente o mesmo transformou-se em uma foice de bronze, acho que estava a salvo..ou não. Os cães correram em minha direção e logo um deles pulara em minha direção, eu usei a foice contra o mesmo o jogando por cima dos outros, o cão feriu-se gravemente em sua barriga com a lamina da foice misteriosa, não sabia o que estava acontecendo, mas achava que essa foice seria magica; Os cães uivaram e logo outros da mesma espécie surgiram no local, eram muitos, olhei para todos os lados contei exatamente uns 10 bichos estranhos que em pouco tempo correram em minha direção fazendo um ataque em grupo, girei minha foice contra todos os cães, não sabia como tinha feito isso afinal era minha primeira vez segurando uma foice, Os cães levantaram-se eu havia feito alguns ferimentos de leve então mais cães aproximaram-se do local, realmente a rua estava deserta e ninguém iria me salvar, eu teria que lhe dar com aquilo enxergando ou não. Corri ate um dos cães prestes a usar minha foice nele porem com um movimento ele se esquivou me dando uma cabeçada, fui levado ao chão jogando minha foice longe de mim, os cães correram em minha direção eu so pode fechar os olhos e o pressionar bem, sabia que era meu fim, suspirei e abri-os devagar é percebo algo estranho, os cães estavam enrolados por um tipo de raiz, como aquilo era possível, o que realmente estava acontecendo, mas aquilo salvo minha vida olhei para a foice logo correndo para pega-la, segurei firme seu cabo, as raízes sumiram e os cães estavam um pouco tontos era a minha chance, corri em direção as criaturas girando minha foice logo acertando-os, fazendo ele explodirem-se em uma luz escura. Larguei a foice e me ajoelhei.

─ Filho, você conseguiu. – a voz feminina voltou. – Venceu seu irmão, desta vez.

─ Mãe?

Pela segunda vez faço essa pergunta, porém desta vez era como se eu já soubesse que ela é mesmo a minha mãe, embora eu não a reconheça. Viro para trás, focando minha visão no beco sem saída e vejo um braço feminino surgir. Ela estava estendendo a mão para mim e sem hesitar eu a seguro. Este dia está tão surreal que não custa nada arriscar. Fecho meus olhos e deixo-a me guiar. Dou três passos e comprimo meu corpo, ao imaginar que iria colidir com a parede. Mas não foi isso que me aconteceu.

Sinto que há um vento frio e que estou ao ar livre. Então abro os olhos e uma nova imagem é projetada em minha frente. É noite e eu estou no alto de uma colina. Posso ver que lá embaixo há casinhas e uma floresta, além de alguns pontos de luz. Sei que há alguém, então olho pro lado e vejo uma mulher jovem, de aparência atraente e imponente. Posso sentir o seu imenso poder e fico fascinado. Ela está acompanhada de um labrador e de uma espécie de Doninha. Sua expressão parece satisfeita e me transmitia orgulho. Ela me interrompeu justo quando eu ia falar.

– Te trouxe para casa. – ela disse sorrindo. – Tenho que ir agora, porém ficarei lhe devendo informações sobre seus pais e seu irmão.

– Mas... Pelo menos me diga quem é você.

– Sou sua mãe. – diz ao se aproximar de um imenso pinheiro. – Sou Demeter a deusa d.

E assim ela desaparece atrás da árvore, me deixando cheio de questionamentos. Porém o que mais me intriga é que eu não tenho um irmão e não sei o que ela quis dizer com ter vencido-o desta vez. Não me resta saída a não ser descobrir o que é esse lugar que ela diz ser minha casa. Começo a descer a colina e mais uma vez escolho um caminho, seguindo na direção da casa maior.
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Ex-Staff06 em Dom Jan 19, 2014 7:52 pm

Certo, certo. Comecemos pelo começo.
Lyon, você descreve os seus sentimentos com uma precisão incrível. Foi absorvida pela história no momento que ela começou e senti que tinha realmente entrado no seu mundo. Para narrações em geral você é muito bom.
O problema foi quando começou a luta. Sei que buscamos descrevê-la com um ritmo mais acelerado, mas a falta de pontos parágrafos e seguidos prejudicou muito o seu texto.
Alguns vícios de linguagem também poderiam ter sido evitados. Procure melhorar.


Bem-vindo ao Acampamento, filho de Deméter.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Elizabeth Grinn em Ter Jan 21, 2014 11:46 am

Nome:
Anna Elizabeth Grinn (apelido: Lize)
Idade:
15 anos
Local de Nascimento:
Londres
Progenitor Primordial:
Íris
Progenitor Mortal:
Charlie Grinn
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Calma: Elizabeth é do tipo de garota que dificilmente você consegue tirar do sério. Calma, pensa mil vezes antes tomar qualquer atitude. Nunca arranjou uma briga no colégio, e sempre conseguiu acalmar os ânimos quando seu pai e seu irmão mais velho se estranhavam.
Extrovertida & Divertida: Uma simples chuva de verão pode alegrar Lize por horas a fio. Sempre animada e comunicativa, a garota de cabelos azuis puxa conversa com todos a sua volta. Além disso, Lize é campeã no quesito "pessoa doida que adora divertir os outros", truques de mágica, piadas, caretas, qualquer coisa vale para conseguir o sorriso de alguém que ela goste.
Coragem & Lealdade : Apesar de ter uma paciência de ferro, Lize é capaz de morrer e matar por quem ela ama. Ela usa toda sua persuasão para evitar conflitos, mas se alguém ameaça um dos seus amigos ou familiares, a garota se transformando, se tornando praticamente uma lutadora de MMA.


Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Um pouco mais baixa do que o normal, Lize mede 1,50 m. Possui pés pequenos, e um corpo esguio mas definido.
Longos cabelos ondulados que chegam até costas, e que a cada semana mudam de tonalidades azuladas, desde o turquesa, até o azul marinho.
Olhos que parecem mudar de cor conforme o seu humor. Quando está triste eles ficam em um tom acinzentado, como o céu em dias de tempestade. Quando feliz eles ficam tão azuis quanto uma lagoa.



Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):

O Mistério dos Irrigadores
A história de Lize não tão for do normal quanto a da maioria das crianças. Ela nasceu em Londres, uma das cidades mais bela dos mundos,  e vive junto com seu pai, Jake, e irmão, Brian. Sempre foi um mistério tanto para os irmãos Grinn, como ela tinha ido parar naquela família.
Jake sempre viverá sozinho, não era de sair, nem de namorar, sua vida era dedicada aos filhos. O homem nunca procurou ninguém  após a morte de sua esposa Anna, a qual deixou um filho, Brian. Mas, certo dia, o homem voltava para casa mais cedo com seu primogênito, tinha terminado um projeto mais cedo e resolverá aproveitar o resto da tarde com ele.
Chegando em casa abriu o portão como de costume e soltou Brian no chão (que na época tinha 5 anos), o garoto correu em direção ao jardim que sua mãe costumava cuidar, e logo depois Jake escutou gritos do menino:
-- PAPAI PAPAI, CORRA...VENHA VER O QUE CRESCEU NO JARDIM DA MAMÃE
O pai riu do entusiasmo do filho e andou calmamente até o jardim:
-- O que foi que você a -- Jake parou na mesma hora e arregalou os olhos. Ao lado das turquesas, bem próxima aos irrigadores de jardim, havia um bebê enrolado em uma manta colorida.
A pequenina parecia entretida com um arco-íris que formava acima de si graças aos raios de sol que batiam na água que saía do regador. Brian correu rindo e se ajoelhou ao lado da menina pegando em sua mão. Jake se aproximou ainda não acreditando, quem teria deixado um bebê ali. Se ajoelhou ao lado do filho e viu que a menina tinha um bilhete preso a manta. Ele o pegou e leu em voz baixa
"Sei que nunca ninguém irá substituí-la, mas talvez ela ajude você e Brian a enxergar como a vida pode ser bela e cheia de cores.
Ass: Aquela que nunca te esquecerá."
Jake sabia quem era, ela fora a única que um dia amenizou sua dor, olhou para a menina que agora ria com Brian e sorriu.
Daquele em dia em diante a família Grinn nunca mais fora a mesma, o bebê cresceu e se tornou uma linda garota que fazia Brian e Jake sorrirem até nas horas mais difíceis. Foi também a partir desse dia que Lize começou a ter uma paixão estranha por irrigadores de jardim, e sempre que possível ia brincar entre eles e os canteiros de flores. Foi a partir desse dia que a Deusa Íris se sentiu aliviada por saber que sua menina não só ter um lar ideal, mas também iria dar alegria família Grinn.


Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):

Lize piscou mais uma vez, como havia parado entre um Ciclope e seu colega Ricke mesmo? HA, simples, Ricke  como sempre havia tentando "ajudá-la" em uma missão, designada somente para ela e seu trio.  
A garota tinha ido até NY para resgatar um semi-deus, mas infelizmente, na hora que estava indo pegar um ônibus junto com a pequena Alana de apenas 11 anos, o grupo tinha dado de cara com um Ciclope que parecia ter o mesmo objetivo que o seu, ou seja, Alana. Estava tudo bem, Lize tinha conseguido "entreter" o Ciclope com alguns truques de luzes, enquanto o restante do grupo se afastava lentamente. Ela estava a ponto de sair correndo enquanto o monstro admirava um arco-íris que o rodeava como um pássaro. Então, simplesmente do "nada", ser Ricke, um semi-deus filho de Ares  apareceu e se jogou contra o Ciclope tentando acertá-lo com uma espada.
Agora lá estava ela, ofegante entre os dois, fazendo uma espécie de barreira protetora na frente de seu grupo que estava encurralado entre a saída e o monstro.
--GATORA MÁ, VOCÊ TENTOU ENGANAR O WOOD, MAS O WOOD NÃO É BURRO - o Ciclope esbraveja olhando furioso para Lize que engoliu seco amaldiçoando Ricke mentalmente.
-- Não Wood, eu não tentei te enganar, meu amigo ali só é um pouquinho nervoso, ele achou que você iria me machucar, mas você não vai, não é mesmo ? -- a semi-deusa usava toda a doçura de sua voz, e sorria de leve, Ricke deu um passo a frente sendo impedido por Lize que falou sussurrando "Não seja idiota, é um Ciclope, não um boneco de treino, ele vai NOS trucidar se você tentar algo". O garoto ia responder mas se assustou com o urro do Ciclope
- MENTIRA, VOCÊ QUER ENGANAR O WOOD, MAS WOOD ÃO VAI DEIXAR, VOU ARRANCAR SUA CABEÇA - o Ciclope urrou e avançou com tudo pra cima dos dois. Lize só teve tempo de empurrar Ricke para a parede e jogar um rajada de "pó colorido" em Wood.
O Ciclope começou a tossir e gruniu "MENINA MÁ, TÁ TENTANDO DEIXAR WOOD CEGO".
- CORRAM DAQUI - Lize gritou apontando a saída livre para o grupo e para Ricke.
- E DEIXAR VOCÊ ENFRENTANDO ELE? NEM PENSA - O garoto gritou de volta. Com os gritos Wood conseguiu localizar Ricke e correu em sua direção, mas foi interceptado Lize que arremessou uma adaga nas costas do monstro. O Ciclope gritou de dor e se virou raivoso para ela:
- Por favor eu não quero te machucar - Lize disse suplicante, o monstro urrou e avançou  na garota, e tão rápido quanto um piscar de olhos a semi-deusa arremessou uma adaga reluzente certeira. A arma atingiu em cheio o coração do Ciclope que parou de repente ofegante, um segundo depois a adaga começou a brilhar intensamente até que Wood explodiu em pó dourado.
Lize suspirou, preferia mil vezes ter apenas mandado ele de volta pra um floresta de Ciclopes. Olhou raivosa para Ricke "Vamos ter uma longa conversa 'amigável' quando voltarmos para o acampamento, mas agora, vamos sair antes que mais algum monstro resolva dar as caras, os antes que Ricke faça mais alguma besteira", e dizendo isso fez sinal para o grupo seguir suspirando enquanto se acalmava
- Essa viagem vai ser longa em mamãe -- cochichou para si mesma seguindo o grupo.
Fim
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Etón Clesse em Ter Jan 21, 2014 3:19 pm

You gave me life now show me how to life ♪

 



Nome:
Etón Clesse

Idade:
18

Local de Nascimento:
Boston

Progenitor Primordial:
Morfeu

Progenitor Mortal:
Calistia

Características Psicológicas:
Um garoto com múltiplas personalidades, porem a mais marcante em si é o fato de ele ser reservado com a maioria das pessoas, nunca foi de se abrir demais com seus familiares e muito menos com seus amigos, pelo menos os poucos que teve em Boston. Teve apenas um grande amigo que foi o Clark, um garoto idiota de uma maneira não muito retardada, ele era um dos poucos com quem o garoto podia se sentir livre; sendo animado e brincalhão a maioria do tempo, e esbanjando felicidade.
O garoto tem uma crença religiosa um tanto quanto diferente das outras pessoas; Sua religião nunca foi definida, vive pesquisando coisas sobre os deuses cristãs, egípcios, gregos e romanos e até mesmo os deuses do budismo. Acredita fortemente no poder do 'filtro dos sonhos' que o mesmo tem tatuado em suas costas, mesmo que algumas noites o mesmo falhe lhe dando fortes pesadelos.

Características Físicas:
Um garoto não muito alto, tendo exatos 1,74m. Seus olhos tem uma coloração verde claro que dependendo do local pode dar a impressão de ser verde-musgo dependendo da iluminação. Tem um corpo bem desenvolvido e definido, seus braços são fortes e densos assim como o resto do corpo. Seus cabelos são um tanto quanto bagunçados mesmo que tente o arrumar, por ter vivido muitos anos perto da praia e o cabelo ter pego esse "habito" permanente, os mesmos são de um tom ruivo escuro. Tem uma tatuagem de um "filtro dos sonhos" em suas costas, para ser mais exato a mesma se encontra na parte superior-direita logo abaixo do ombro.

Conte-nos sua História:


Etón Clesse


Nascido em Boston. Filho de um pai desaparecido e Calistia Geminus. Viviam no beira-mar da cidade, o que dava vista para grande parte da praia e do mar.
O garoto teve uma infância feliz vivendo com sua mãe e não sabendo da dificuldade que passavam, passava metade de seu dia fora de casa; no mar, e a outra metade em sua casa, ou dormindo ou ajudando a mãe com coisas pequenas. Sua mãe sempre fora uma mulher guerreira e muito alegre, mas tendo obviamente seus dias infelizes, aos quais lembrava do pai do garoto ao qual tinha como filho.

12 Anos.

Etón aos seus 12 anos conheceu Clark, um garoto meio bobão mas com quem aprendera o que era uma amizade verdadeira com uma pessoa, o garoto sempre lhe contava historias sobre mitologia-grega aos quais sempre acreditava serem apenas mitos. Os dois estudaram juntos e se formaram no ensino médio como belos amigos.
Nesta mesma etapa da vida do garoto ele descobriu a verdadeira vida a qual teria de levar juntamente com sua mãe, a mesma começava a ficar velha... e fraca, coisa que assustava o garoto Clesse e foi um dos verdadeiros fatores para ele descobrir a sua personalidade escondida que era reservado apenas a si mesmo, e cuidar de sua família.

14 Anos.

Aos 14 anos o garoto se afastou dos amigos, coisa que foi fácil visto que só tinha uma amizade forte com Clark, este foi o verdadeiro problema, Etón não queria se afastar dele assim como ele não também não queria, mas já era tempo de isso acontecer e Etón sabia disto, ele e sua mãe teriam de se mudar muito em breve para Massachusetts onde começaria uma nova vida, procurando um trabalho de meio-período para poder ajudar sua mãe em casa e com as grandes despesas recentes que eles haviam tido.

16 Anos.

O garoto agora trabalhava em uma micro-empresa recebendo um salário não muito alto, mas o bastante para manter a si e sua mãe com as necessidades básicas no ponto, sua mãe já não aguentava muito mais alem de fazer as tarefas domesticas, e já havia passado por um grande problema com sua saúde, e ainda passava diversos tipos de complicações com a sua saúde.

18 Anos.

A época da mudança.Etón não aguentava mais ver sua mãe daquela maneira e com uma frieza incrível pediu ajuda a todos que achava na rua e seus vizinhos, ele pagou o transporte para sua mãe de avião sobre cuidados médicos para uma cidade do interior do estado onde a família da mesma a esperava, eles cuidariam dela enquanto Etón não pudesse sustenta-la da melhor maneira possível. O garoto passava por diversos problemas em seu trabalho e as vezes na rua, afinal, coisas estranhas aconteciam com ele desde que era criança; misteriosamente um coqueiro quase caíra em cima dele, porem Clark o havia salvo. Um deslizamento em um barranco quase o levara a morte, mas Clark conseguira o salvar misteriosamente. Sim Clark estava em tudo, isso fez com que Etón se senti-se mal por não estar com o garoto e por não ter lhe dado uma devida despedida quando lhe entregou uma pequena carta que mandou abrir apenas dois dias após Etón ter ido embora da cidade, sem deixar nem o endereço nem a razão de ter ido para a nova cidade.



Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
Um dia qualquer, de uma semana qualquer, de um mês qualquer. Era esse o dia em que Etón se encontrava, já faria alguns dias em que ele estava no Acampamento Meio-Sangue qual Clark havia o apresentado. Etón se encontrava deitado, dormindo em seu chalé. A luz baixa do chalé dava um clima agradável ao lugar, as paredes acústicas permitiam que as proles dos Sonhos pudessem dormir sem nenhuma irritação.
O garoto se encontrava deitado na beliche superior do dormitório, já era tarde, mas não era apenas ele quem dormia no chalé, muitos de seus meio-irmãos se encontravam deitados em um sono profundo.


(…)


Etón estava em uma arena, exatamente como a do acampamento, mas esta era um pouco maior, tinha mais ou menos o tamanho do coliseu de roma. Estava armado com uma espada velha de bronze, mas que parecia ter seu fio afiado o bastante para decapitar um braço com um simples movimento, era leve e fácil de empunhar, juntamente da espada ele tinha um escudo, era de um metal não-identificado por ele por estar pintado de azul-bebe mas parecia ser bem resistente. Era um tipico sonho em que ele teria de derrotar algo, assim como ele tinha todas as vezes em que dormia, ou pelo menos na maioria das vezes.
Um portão levadiço se levantou do outro lado do coliseu que era iluminado pela luz do sol da tarde e estava cheio de pessoas, a plateia, que deveriam estar ali para ver a carnificina. Um tipo de bárbaro saiu de lá, ele tinha uma barba crespa e longa, era careca e tinha olhos castanhos. O oponente estava empunhando uma espada parecida com uma cimitarra porem era um pouco menos curva do que a maioria delas, juntamente da espada ele tinha um escudo triangular dourado com o emblema de ossos cruzados em preto e em auto-relevo.  O bárbaro em sí parecia ter uns dois ou três centímetros a mais do que Etón, e em torno de dez quilos a mais do que o garoto, e possivelmente eram dez quilos de massa magra, já que ele não parecia ter gordura, apenas músculos.
Etón se colocou em posição de batalha no momento em que o cara bateu a espada no escudo fazendo o som do aço ressoar pela arena, a plateia foi ao delírio.


“Narração em primeira pessoa a partir daqui.”


Meu coração disparou, mas eu tinha que manter a calma, observar os vícios de batalha dele e no momento que achar uma brecha atacar para matar, afinal, era um sonho, o mal que acontecesse aqui não seriam levados para a vida real, a não ser que eu morresse isso nunca havia acontecido comigo e acho melhor não experimentar a sensação.
Ele avançou e eu avancei juntamente, os dois se aproximaram, o bárbaro urrou. Os escudos se chocaram e os nossos braços se lançaram para os lados o que abertura uma abertura para que os dois golpeassem, mas ele era mais forte e possivelmente mais rápido. Ele tentou cravar a cimitarra em meu ombro esquerdo, mas repeli sua espada utilizando a minha.
A plateia gritou de animação.
Dei um passo para trás para me recompor e então avancei, tentei dar uma estocada em seu peito mas ele defendeu com o escudo e logo tentou um ataque horizontal na região da lombar, coloquei o escudo para defender e então contra-ataquei com um chute em seu escudo, quem sabe ele cairia no chão ou se desequilibra-se. Com o chute ele deu poucos passos para trás cambaleando mas logo se colocou em posição de ataque novamente, ele tentou me acertar uma estocada na região da garganta, mas antes que o golpe viesse eu me antecipei e avancei e agachei com a espada virada para baixo e a cravei em seu pé esquerdo, o  que fez ele urrar de dor e cair no chão. Me afastei um pouco para observar a situação, eu começava a me divertir com aquilo, afinal, não era eu quem estava caído no chão com o pé atravessado. Levantei meus braços para a plateia ali. “Vamos, vamos” eu gritava para eles. Alguns apontavam o dedo indicador para baixo, outros passavam o dedo pelo percurso das gargantas sinalizando o final da luta.
Mas ela não havia acabado, o cara levantou, mancando e se colocou na posição de luta. Me virei para ele e sorri, aquilo era digno de um guerreiro. Me coloquei em posição e avancei já que ele não viria por conta de não conseguir andar muito bem. Desferi diversos golpes, alguns passavam de raspão em seu corpo, um pequeno corte estava em sua garganta. Um sorriso em meu rosto estava se formando, aquele era um dos melhores sonhos que eu já havia tido.
Mas então tudo mudou. No momento em que fui lhe acertar uma estocada no peito que estava desprotegido, ele sumiu e o sangue de minha lamina foi limpo, olhei em volta e percebi que a plateia havia sumido, os gritos e aplausos haviam se tornado algo com um tom mais grave, um tanto quanto horripilante.
Ouvi o som de outra porta levadiça se erguendo e quando observei algo grande saia dali. O vulto era bípede, mas não tinha um tamanho humano, deveria ter aproximadamente três metros de altura. Quando ele se aproximou eu observei seu rosto, só tinha um olho.
“ - Ciclope.” – sussurrei ao ver ele se aproximar.
Estávamos a exatos cinco metros um do outro, ele era um tanto quanto gordo, empunhava apenas um toco de madeira que lembrava um porrete. Não usava camisas, afinal não existia um tamanho que iria caber naquilo. Usava apenas uma toga, cobrindo suas “partes”.
Novamente a plateia apareceu, mas desta vez eram  todos ciclopes batendo palmas e urrando pela luta.
Eu sabia que era um sonho, mas aquilo era perigoso, e se eu morresse, o que aconteceria?. Antes que pudesse pensar direito o grandalhão avançou, com o porrete levantado. Me coloquei na guarda, ele tentou me esmagar com o porrete, mas rolei para o lado saindo do raio de ação do golpe, levantei rapidamente e corri perto de sua perna e lhe fiz um corte em sua panturrilha, ele urrou de dor. O sangue começava a sair, me aproximei de suas costas para desferir um golpe, mas no momento em que ia lhe acertar ele girou e o porrete veio a toda velocidade pelo meu lado, fortaleci o braço do escudo, e o porrete acertou, me arremessando a uma grande distancia, parei perto da parede do coliseu, consegui sentir o bafo da plateia de um olho só.  Me levantei rapidamente com medo de que ele avançasse de novo para me destruir, mas o maldito só estava parado no meio fazendo a mesma coisa que eu havia feito anteriormente, levantando os braços para a plateia. Isso me tirou do sério, sera que era assim que o bárbaro se sentia quando fiz isso?. Me levantei e observei meu escudo, estraçalhado e amassado, tirei as alças dele e o larguei no chão. Tirei a areia dos meus cotovelos e de meu joelho que estavam sangrando um pouco devido ao arrastão na areia quente dali.
O grandalhão ainda estava lá, parado, urrando pela sua vitória. Concentrei minha energia e lancei uma bola de energia de minha espada (Esfera Morfina I), ela foi em direção ao olho do Ciclope e acertou em cheio, ele começou a coçar os olhos e desabou no chão, atordoado, largou seu porrete e quando parou de coçar os olhos ele me viu, seu olho estava tenebroso, bastante vermelho e era possível ver um pouco de sangue em suas bordas. Dei um sorriso vendo que meu golpe havia dado mais certo do que a intenção e então avancei.
Corri o máximo que pude empunhando minha espada, quando cheguei perto dele ele começava a se levantar.  Dei a volta em seu corpo e saltei em suas costas, cravando a espada um pouco abaixo de seu ombro. Ele deu um grito de dor, cansado, o efeito da bolha de morfina começava a fazer efeito. Usei meu peso para arrastar a espada pela sua carne, rasgando ainda mais até embaixo, mas então a espada escapou e eu cai de costas no chão. O grandalhão se virou e me observou com seu único olho, cheio de raiva, dor, mágoa, ira. Ele juntou as duas mãos e tentou me acertar, me espantei e rolei para o lado, consegui ficar de cocoras e então outro soco da mesma magnitude vinha. Saltei para baixo de suas pernas e rolei para trás dele. Forcei a espada com minhas duas mão e  a cravei em seu tornozelo, o que o fez se desequilibrar e tombar para trás. Sim, teria me esmagado, se eu não tivesse sido rápido o bastante para sair, mas minha espada ficou, a larguei quando a cravei em seu corpo.
Ele começava a se tornar poeira-de-ciclope, me afastei dele. Apenas para ver mais três portas levadiças se erguendo, dei um chute na areia e resmunguei:
“ - Para mim chega.” – falei zangado, então me dei um beliscão na bochecha.
Acordei com um pulo de meu beliche, caindo da cama e me espatifando no chão, no ato bati a nuca o que me fez ir direto para outro sonho.


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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Tártaro em Ter Jan 21, 2014 3:31 pm

Reprovada, faltaram linhas na história, narrativa fraca e nas outras partes, a não ser a batalha, ficou claro que contou as linhas para escrever.
________________________________________________________________________________________________________________
Parabéns, filho dos sonhos.  Gostei de sua narrativa e de sua batalha. Descreveu bem a aparência e ainda conseguiu manter as ideias coerentes com sua personalidade.

Não há duvidas quanto a sua aprovação.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Lillie W. Black em Sab Jan 25, 2014 4:03 pm

Nome: Lillie Marie Windy
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Local de Nascimento: Canadá
Progenitor Primordial: Afrodite
Progenitor Mortal: Mark Windy
Características Psicológicas
Lillie é uma menina sedutora em ambas as partes, é decidida e sempre sabe oque quer, ela odeia seu pai porque ele a prende do mundo, Mark (pai) tem muitos ciumes de Lillie pois é muito bonita, por este motivo Lillie só sai da escola para casa. Além disso, é super sociável e adora ter amigos.
[...]
Lillie, de todo modo, é super popular na escola, e as vezes costuma cabular aulas para "namorar" escondido, ela é super desejada, tanto por ser bonita, quanto pelo seu incrível talento para musica, Lillie nunca parou pra pensar que seu pai só estava lhe protegendo de tudo e de todos para o seu próprio bem!

Características Físicas
Lillie é muito bonita, tem cabelos Loiros e olhos azuis, os meninos são loucos por ela e com apenas um olhar se sentem atraídos instantaneamente, Lillie tem um gosto musical impecável, com apreço á musicas Clássicas, seu instrumento preferido é a harpa, ela sempre toca ao chegar em casa após a escola, isso faz com que todos os problemas se acabem e faz tudo parecer  calmo. Lillie é uma garota baixinha, mais super bonita, foi Miss Canadá 3 anos consecutivos, até que seu pai proibiu-a de frequentar os tais concursos. Isso tornou Lillie uma pessoa sozinha.


História
Lillie Nasceu dia 9 de Fevereiro de 1994 em um hotel de luxo do Canadá, seu pai a levou depois do parto, separando-a de sua mãe, Lillie viveu completamente só por toda a vida, sentia falta de sua mãe, seu pai, por outro lado, era super protetor e tratava Lillie como um objeto raro, a pequena Lillie passou a odiar seu pai depois dos 7 anos de idade, quando um menino foi em sua casa, pediu-a em namoro e seu pai o expulsou de lá, depois de tudo isso, na escola, Lillie passou á namorar escondida e a fujir para beber, Lillie se tornou uma Alcoólatra aos 15 anos e logo que seu pai descobriu mandou-a pro hospital para fazer uma limpeza estomacal, Lillie chegou a ganhar drogas mais sempre recusava, ela tinha todos os meninos aos seus pés na escola por ser bonita, e lá tinha o titulo de "santinha", era o segredo de Lillie, ela já não era mais a anjinha do papai, ja era crescida e tinha uma vida diferente, Lillie se cortava quando tinha problemas, oque fazia cicatrizes em seu braço, mais ela nunca deixava isso machucar seu gosto por musica, e sua melhor amiga Lucy, que apoiava ela nas bobagens que ela mesmo fazia.
[...]
Certo dia, Lillie começou á ouvir vozes, uma voz que sempre dizia: -Está na hora Querida, venha, descubra quem você é!- Era uma voz doce e que acalmava Lillie, a mesma, louca para descobrir oque eram aquelas vozes, resolveu ir até seu pai:
-Hey Mark, qual é a dessas vozes na minha cabeça?-Ela disse com a mão sobre a cabeça
-Lillie, é melhor mudar de hábitos, cadê os modos?- Mark disse de braços cruzados
-Sim papai, acho que estou ficando louca, ouço vozes na minha cabeça, oque são? - Ela fala mais calma
-Simplesmente é sua mãe em sua mente querida!-
-Más papai, ela morreu, ou você mentiu para mim este tempo todo?-- Ela diz já se exaltando
Simplesmente quer saber, estou com muita raiva de você Lillie, não te criei para ser birrenta, vou te levar para o seu lugar no mundo amanhã! Só lá você vai se descobrir e terá que fazer isso só!-- O pai disse apertando a gravata e já abrindo a porta de casa para sair
-Que lugar é esse, e quem é minha mãe?- Ela diz gritando
AFRODITE, satisfeita, SUA MÃE É A DEUSA AFRODITE!- O pai diz entrando no carro.
[...]
(narrando como Lillie) Eu fiquei chocada, a vida toda imaginei minha mãe como uma idiota, uma otária, pensei que ela era uma prostituta que só me teve e me largou, más não, minha mãe é Afrodite? Como assim? esse tempo todo me imaginei abandonada e esse tempo todo minha mãe me via, me acompanhava e até falava comigo?, Corri imediatamente para meu quarto e arrumei minhas malas, estava com medo que meu pai me colocasse em um colégio interno e tentei fugir, mas assim que abri a porta meu pai já estava lá, me pedindo para que eu entrasse no carro, eu corri e me sentei na frente, com medo de meu pai fazer uma bobagem, tapei meus olhos por um tempo e cai no sono por algumas horas, acordei com meu pai me cutucando, estávamos em uma estrada, ele pediu que eu descesse e me disse que eu acharia o local só, mais eu tinha que ter cuidado.
Desci aquela estrada e pequei um canivete na minha mochila, levei muito á serio o estudo grego na escola que eu pensava que teriam muitos monstros por lá, mais por sorte cheguei á um tipo de porta onde as palavras gregas se transformavam nas palavras : Acampamento Half Blood ,isso acontecia constantemente nas aulas gregas e eu nunca pensei que fosse uma "habilidade". Entrei e logo ao chegar conheci muita gente, entre eles um Sátiro amigo e um "menino de um só olho". Continuei minha caminhada até o acampamento.


Batalha
Eu estava passeando pelas redondezas do Acampamento quando percebi que estava sendo seguida por uma mulher que me olhava estranhamente, apressei os passos para que eu pudesse me livrar dela, isso só fez que ela corresse mais, eu me virei e gritei: -Qual é? Porque tá me seguindo?- No instante em que falei, aquela mulher se transformou em uma Harpia com uma adaga na mão, eu corri muito mais cai no chão, a harpia desceu em minha direção, eu rolei no chão, fiz com que ela caísse e logo percebi que sua adaga estava do meu lado, corri para pegar a adaga e assim que eu peguei ela veio em minha direção novamente, eu, mais uma vez, corri muito e tive uma ideia, me escondi atrás de uma árvore esperando a Harpia que estava rodeando aquele local, eu respirei fundo e sai do esconderijo, eu apontava a adaga para minha frente e olhava ao meu redor, e rapidamente, por uma ação de impulso, virei junto com a espada, acertando em uma das asas da Harpia, que caiu no chão, eu logo falei:-Vou poupá-la, agora vai ficar assim, não vou te matar, mas nunca mais me procure, sua criatura!- saí daquele lugar correndo e com um pouco de medo, coloquei a adaga no bolso e entrei novamente no acampamento.



P.S: (desculpa pela batalha, sei que ficou pequena, mas eu estava com uma incrível falta de imaginação)
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Lillie W. Black
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Éter em Sab Jan 25, 2014 4:22 pm

Lillie, apesar da história pequena (muito pequena) não consegui reprovar uma história que achei criativa e boa, assim como suas características. Apenas algumas dicas:
1. Tente detalhar mais as batalhas e colocar mais ações.
2. Nunca, nunca, never poupe monstros, eles não vão te poupar.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Cain Z. Rockefeller em Seg Jan 27, 2014 3:38 pm

Nome: Cain Z. Rockefeller
Idade: 16
Local de Nascimento: Nova York
Progenitor Primordial: Morfeu
Progenitor Mortal: Elena Z. Rockefeller
Características Psicológicas: Cain é amistoso e amigável, mas ficando desconfortável na presença de muitas pessoas, preferindo a companhia de poucos amigos. Esforçado, responsável e persistente e um pouco pessimista, Cain julga tudo e a todos o que pode ser um pouco desconfortável para ambas as partes.

Características Físicas: Cain tem a pele branca, com cabelos negros e olhos azuis, é alto e magro, com o corpo pouco definido, na pele é estampada algumas tatuagens, um triângulo no antebraço direito, uma andorinha em cada lado do pescoço.

Conte-nos sua História: Sempre tive dificuldades com a escola, na verdade, eu não conseguia ler nada, não entendia os livros, não conseguia decifrar o que estava escrito na lousa, nem nada, nem mesmo uma placa na rua. As letras pareciam saltar para fora do lugar e dançar entre si, justamente para que eu não as lesse. Mas esse não era o problema, o que de fato incomodava era que minha mãe, Elena, não aceitava o fato de eu ir mal no rendimento escolar. Ela sempre dizia “um Rockefeller sempre se destacou pelas suas capacidades cerebrais”, se realmente era assim, então eu não era um Rockefeller de fato. Sempre cresci acreditando que o Enzo fosse meu pai, parece que ele conheceu minha mãe quando eu ainda era um bebê, então foi ele que cuidou de mim e ajudou minha mãe, porém eu descobri que não era bem assim. Não contei essa descoberta para eles, e ainda continuo chamando-o de pai, pois não é fácil deixar uma mania de lado assim. A princípio eu levava uma vida normal, indo mal na escola, saindo com os amigos e até flertando com algumas garotas. Numa dessas saídas que eu conheci o prazer de desfrutar de sonhar acordado, na época eu já tinha 16 anos, por isso ninguém ligava muito pra isso, mas eu fiquei viciado. Isso sempre foi estranho, pois quando eu sonhava, eu me sentia mais revigorado, como se eu pudesse fazer tudo. Comecei a frequentar uma academia perto de casa, passava a maior parte do dia lá, quando o sino da escola tocava alertando a hora da saída, eu corria direto para lá e fazia todos os exercícios possíveis. Um homem bem encorpado, com o braço que era do tamanho do meu corpo inteiro se aproximou de mim enquanto eu erguia alguns pesos com a perna em uma das máquinas da academia.

— Ei, garoto — chamou o homenzarrão. — Poderia me dar umas dicas? — perguntou reprimindo um sorriso. Eu já imaginava o que o cara pretendia desde quando ele começou a andar na minha direção.

— Olha cara, eu não tenho nenhuma dica. — começo. — Vai ver é algo genético.

— Não é possível que seja isso — o homem para e coloca a mão sobre o queixo, de forma pensativa. — Você tem alguma alimentação especial? — Aquilo já estava enchendo o saco, eu só queria fazer alguns exercícios em paz, mas o cara estava atrapalhando a minha serie e eu já estava ficando com raiva.

— Não, não tenho.— meu tom era tranquilo, mas firme, como quem encerra o assunto.

— Ei, ei. Não fale assim comigo rapazinho, já viu com quem está falando? — aquilo soou como um desafio e eu não pude deixar de aproveitar aquela oportunidade.

— Percebo que estou falando com um cara que tem muito músculo e pouco cérebro e que não sabe quando é a hora de voltar para seu treino quieto.

Todos na academia olharam para nós, espantados. Eu havia falado um pouco alto demais, chamando muita atenção, principalmente do homem que estava falando comigo. Seus punhos já estavam cerrados e seu rosto com uma expressão fechada de raiva. Na hora já saí do aparelho e fiquei encarando. Tudo aconteceu muito rápido, um soco dele veio na direção de meu rosto. Esquivei e agachei aplicando uma rasteira. Sem delongas subi em cima do cara e fiquei dando vários socos na cara dele. Ele era grande e forte, mas era lento. Alguém me agarrou por trás e me imobilizou, colocando meus braços para trás de forma que minhas mãos tocassem a nuca e minhas axilas ficassem expostas. O homem levantou-se, seu rosto estava todo ensanguentado e seu nariz estava fora do lugar, provavelmente fora quebrado. Ele se aproximou e aplicou um soco potente em meu abdômen, perdi o ar por alguns segundos. A sequência de socos não parou e fiquei recebendo vários ataques na barriga, por sorte ele não estava se importando com meu rosto. Antes que eu pudesse perceber, o cara fora nocauteado por um garoto. O menino, que aparentava ser um ano mais novo que eu, acertou a nuca do homem com um halter de cinco quilos. Fiquei atônito por alguns segundos tentando assimilar tudo que aconteceu. Num ato reflexo, desferi uma cabeçada para trás acertando o nariz do homem que me imobilizara. O cara caiu para trás e eu fiquei observando, até o menino segurar meu braço e me levar para longe da academia. Passamos por várias ruas, dobrando em esquinas até chegar a um local aberto. Nós estávamos parados em frente ao Central Park.

— Você está bem? Quantos anos você tem? Já foi reclamado? — o garoto estava afobado e não parou nem para respirar. Fiquei meio perdido com o tanto de perguntas que ele fizera.

— Sim, estou bem. Tenho 16 anos. O que? — respondi.

— Você tem 16 anos e ainda não foi reclamado? Ai meu deus, o que faremos?

— Espera ai. Quem é você e como me conhece? — estranhei.

— Olha, eu sou um sátiro e meu nome é Nick. Estou aqui para levá-lo ao acampamento em segurança.

— Sátiro? Acampamento? Do que você está falando cara? — eu já estava tão confuso que nem sabia mais que eu era.

— Depois eu explico com mais calma, agora vamos até a sua casa, precisamos falar com a sua mãe — sua afobação ainda estava visível e o Nick não parava de se mexer, como se estivesse preocupado com alguma coisa. Ele me agarrou pelo braço novamente e fomos correndo até minha casa. Nick abriu a porta bruscamente e entrou gritando pelo nome de minha mãe. Ela estava na lavanderia e nos cumprimentou como se fossemos amigos desde sempre.

— Nick, Cain — ela abriu um sorriso. Estava segurando uma cesta de roupa que acabara de tirar da máquina e levara para pendurar no varal. — O que faz aqui? Não era pra estar na academia?

Quando eu ia começar a me explicar, o sátiro se pôs em minha frente — Sra. Rockefeller, nós precisamos partir o mais rápido possível. Cain não devia estar aqui, não sei nem como ele sobreviveu tanto tempo sem treinamento.

Minha mãe assentiu, então largou a cesta no chão e desceu as escadas que davam para a garagem correndo, seguida de Nick e eu, que estava logo atrás. Naquele momento eu já não sabia mais o que estava acontecendo. Entramos no carro e partimos. Entramos para a estrada que eu conhecia muito bem. Por ela que nós íamos para a praia em Long Island. Naquele momento em que estava tudo tranquilo, viajamos por alguns quilômetros em silêncio, porém eu ansiava por explicações, já não entendia mais nada. Por fim, minha mãe começou a contar toda a história.

— Cain, seu pai não é quem você pensa que é — minha mãe começou. Disso eu já sabia, o que eu queria saber era pra onde estávamos indo e o que estava acontecendo, mas isso não durou muito tempo, ela explicara tudo. — Você é filho de um deus com uma humana, no caso eu. Seu pai... — Ela hesitou por um momento, mas continuou. — Ele era maravilhoso, eu não sei como explicar, mas apenas aconteceu. Conheci Enzo alguns meses depois que você nasceu, desde então ele tem te tratado como o próprio filho.

Aquilo tudo veio como uma bomba de informações para mim, eu não sei se aguentaria tudo aquilo. Fitando o horizonte comecei a imaginar as cenas. Minha mãe fez uma cara feia, mas não reclamou. Provavelmente ela não queria fazer com que eu me sentisse pior do que já estava. Seria muito ruim ser repreendido depois dessa tempestade que se formou em minha mente depois de todas aquelas informações. O carro parou de repente. O primeiro pensamento que viera em minha mente foi o porquê dela ter freado assim, no meio da estrada. Nick já estava saindo do carro. Ele abriu a porta do meu falado e me puxou pra fora do carro.

— Até mais Sra. Rockefeller. Obrigado por nos trazer até aqui. — disse Nick se agachando na altura da janela do carro para enxergar minha mãe.

— Calma ai, por que vamos ficar aqui no meio da estrada? Como vamos voltar? Pra onde estamos indo — minha mente estava a mil, já não estava mais aguentando tudo aquilo.
Minha mãe acelerou o carro e sumiu no horizonte. Estávamos sozinhos, no meio da estrada. Havia uma cerca que fechava a área que ficava no limite da estrada. Nick tirou suas calças, revelando suas pernas peludas de bode, e pulou para dentro da cerca. Fiz o mesmo (não tirei a calça, apenas pulei a cerca também) e segui-o. Ao longe, ouvi um barulho de chocalho, igual ao que as cobras fazem. Na hora não tinha me importado, mas o som ficou cada vez mais frequente. Coloquei a mão no ombro de Nick, sinalizando para que ele parasse.

— Tem alguma coisa aqui. — disse enquanto observava ao redor. O som parecia vir de todos os cantos. Eu ficava olhando, já ficando um pouco assustado, temendo receber um ataque surpresa. De repente, uma mulher pulou na gente. Dei uma cambalhota para o lado a fim de evitar o ataque. Quando me recuperei, percebi que a mulher era humana até metade do corpo, da cintura pra baixo era um corpo longo e forte de uma cobra. Sua cauda tinha uma bifurcação, se separando em duas. Ela estava em cima de Nick, provavelmente ele não percebeu que tinha alguém à espreita. Corri até onde eles se encontravam e agarrei a mulher-cobra na região da cintura. A velocidade fez com que fossemos jogados para longe de Nick. Rolamos por um tempo, até que paramos. Encontrava-me deitado no chão, a mulher reptiliana estava em cima de mim, mostrando suas presas e fazendo um barulho rouco semelhante ao de uma cobra. Dei um soco na face dela e rolei para longe, levantei-me e fiquei ao lado de Nick, que já se recuperara.

— O que é essa mulher? — perguntei enquanto ofegava.

— É uma dracaena. Mulheres metade cobra — respondeu Nick.

A dracaena veio em nossa direção numa velocidade descomunal. O menino-bode contornou-a e desapareceu. Não opção melhor senão encará-la. Corri na direção dela também e tentei desferir um soco no abdômen dela, porém ela parou minha mão e me deu uma cabeça que acertou minha testa. Caí de costas com a mão na cabeça, gritando devido à dor causada. Consegui ver que Nick pulou em cima dela, passando seus braços pelo pescoço da dracaena e sufocando-a. Porém isso não durou muito tempo. A dracaena agarrou-o pelos braços e tirou-o das costas, jogando Nick ao chão. Ela se aproximou dele e preparou as garras. Antes que conseguisse realizar o movimento planejado, corri na direção dela e pulei, acertando-a com os dois pés nas costelas. Coloquei as mãos no chão para amortecer a queda. A dracaena caiu e urrou de dor, mas logo se recuperou. Ela mirou em mim e disparou em minha direção. Sua expressão era de ódio e desgosto. Naquele momento eu não sabia mais o que fazer, estava ferrado. Até Nick gritar meu nome. Olhei para ele, o garoto arremessou uma faca para mim. Agarrei-a e corri até a dracaena. A mulher cobra tentou me agarrar, mas eu deslizei de joelhos antes dela me alcançar e passei pelo lado dela, cortando a lateral de sua cauda. Ela gritou em agonia. Antes de ela perceber, já estava pulando em sua direção. Até que a faca adentrou em seu peito, tão fundo que a lâmina da faca não estava mais visível. Soltei a faca, que ficara fincada no peito da dracaena. Nick e eu ficamos observando-a estática e com os olhos arregalados, fitando o céu. Alguns segundo depois ela se desfez, virando poeira, restando apenas a faca.

— Vamos, não queremos que aconteça isso novamente — alertou Nick. Nós corremos para dentro da floresta, eu seguia Nick, que ia desviando dos galhos baixos sem parar de olhar para frente. Passando alguns minutos de corridas, observei um arco que formava uma espécie de entrada. No topo havia palavras em grego, que consegui ler com facilidade: Acampamento Meio-sangue.


Narre uma batalha como se já tivesse sido: Eu estava em meu chalé, deitado e pensando na vida, como ocorrera tudo aquilo? Qual era o real problema de tudo que acontecera na escola? Isso eu ainda não sabia, porém, pelo que eu ouvi do instrutor do acampamento, Quíron, eu teria que treinar para sobreviver lá fora, já que eu era um semideus, esse negócio todo estranho de ser filho de deuses e etc.

Lembrei-me de que havia um lugar para treinar no acampamento, era a arena, o único problema era o horário. Nada que eu não podia resolver. Peguei uma faca que havia ganho assim que cheguei ao acampamento e coloquei na bainha que estava em minha cintura.

Assim que estava totalmente armado, caminhei tranquilamente até chegar na arena, a noite era o território de minha mãe, eu não tinha o que temer com aquilo. Porém, não era bem o meu caso, estava com pressentimentos ruins ao que poderia me aguardar na escuridão.

De longe já poderia ver o local de meu treino, a arena estava meio velha, porém, ainda era a mesma arena que eu poderia melhorar as minhas habilidades. Já estava chegando perto, onde podia ver o seu formato circular e com colunas daquelas gregas na entrada sustentando uma parte da construção. Havia um lugar para a plateia, como se fossem cadeiras. Em um canto, podia ver alguns lugares como prisões, jaulas, guardando os monstros que seriam usados para treinos.

Fui em direção a uma dessas jaulas aleatoriamente, sem saber o que tinha em cada uma. Tinha uma alavanca do lado, era apenas puxar que o portão se abriria, não era um grande problema. Puxei e então esperei um monstro sair da escuridão, e lá veio ele. Um cão infernal, um daqueles monstros do submundo.

Ele avançou para cima de mim, eu não sabia o que fazer, então apenas corri sem sentido, sem saber para onde iria. Tirei a faca de sua bainha e a joguei contra o cão infernal com a intenção de acertá-lo. Bom, a faca quase que o acerta, porém cai no chão sem sequer encostar na criatura.

Continuei correndo, o monstro apenas me seguindo, porém, eu não era rápido o suficiente contra ele, a minha única vantagem era a distância que eu tinha no início. Agora para ele seria fácil me atacar, estendi a mão para trás e mandei uma Esfera Morfina na cabeça do cão infernal.

Me virei e vi que ele estava bem perto de mim, mas estava sonolento e balançando a cabeça como se tentasse se livrar da sonolência, corri para cima do cão e apliquei um chute na cabeça do cão, e assim começando a escorrer sangue negro do lado direito da face da fera, corri até o outro lado da arena, pegando a minha faca e então me aproximo do cão, que já estava recuperando os sentidos. Tentei golpeá-lo nas costas, porém ele faz um movimento com a cauda que fez com que a minha faca caísse bem no meu pé, protegido pelo meu sapato, fazendo um leve corte nele. Tiro a faca de meu pé e então acerto nas costas dele, não foi muito difícil. Ele continuou vivo, porém quase morto, com um instinto novo. Um uivo de dor do cão corta os ares antes dele se desfazer em pó dourado.

Guardo a faca na bainha e tiro o meu sapato, vendo o meu pequeno corte que havia sido causado por falta de treinos e habilidades em combate. Após isso, comecei a andar mancando em direção à saída da arena.
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Seg Jan 27, 2014 3:58 pm

Apesar de não ter cumprido o número de linhas nas características, a história e a batalha compensaram isso. Praticamente não teve erros, porém a sua história ficou confusa no começo, mas como eu disse antes, a história e a batalha compensaram o resto.
Aprovado.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

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