TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

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TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Administrador em Seg Out 14, 2013 9:13 am

Relembrando a primeira mensagem :



Bem-vindo(a) Convidado, deve estar ansioso(a) para descobrir quem é seu progenitor ou progenitora, por tanto, queira por favor realizar o teste a abaixo. Queira por favor postar seu teste neste mesmo tópico.
Também pedimos que siga algumas regras, todas localizadas abaixo, assim, as suas chances de passar nesse teste aumentam em muito.
Boa sorte e seja bem-vindo(a) a família do PJO.
 

 
Regras
NÃO PLAGEIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.

Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Progenitor Primordial:
Progenitor Mortal:
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):
 
 

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Última edição por Administrador em Ter Fev 04, 2014 10:20 am, editado 1 vez(es)
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Ficha do personagem
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Seg Dez 23, 2013 11:06 am

Aidan, gostei muito da sua ficha, apesar da sua história ter faltado um pouco de coerência e sua batalha ter sido rápida demais. Porém, o resto foi ótimo.
Bem vindo, filho de Quione.
Aprovado.

Convidado
Convidado


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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Vanille P. Green em Sex Dez 27, 2013 8:49 pm

Nome: Vanille P. Green

Idade: 17

Local de Nascimento: Indefinido

Progenitor Primordial: Melione

Progenitor Mortal: Desconhecido

Características Psicológicas e Características Físicas :

"Como definir a loucura? Não há uma definição exata para ela, ou para os graus que variam. A loucura é apenas uma coisa inventada pelo ser humano para distinguir o jeito certo do errado de ser. Sermos loucos nos torna menos humanos? Nos torna, de alguma forma, um ser à parte da sociedade? Sim, e é exatamente por este motivo que nossas mentes são melhores e simplesmente mais criativas e livres do que dos robôs padronizados e produzidos em larga escala que eram os "normais". E outra coisa, também não entendo a necessidade humana de nos tornar adultos tão rápido! Que coisa chata! Qual é a graça de ser adulto? Nenhuma, nenhuma, nenhuma. Então porque nos forçar a ser alguma coisa que não somos? Coisinha ridícula essa. Prefiro ficar aqui com o Sorriso Invisível do que ir trabalhar ou qualquer coisa que adultos chatos fazem." Foram essas as exatas palavras da garota à questão que eu havia feito à ela. Notei que além da loucura claramente vista e ouvida – por conta da menina contar história sobre um outro mundo e falar diversas vezes com personagens inexistentes, além de dizer ver monstros – ela possui traços da Síndrome de Alice no país das maravilhas, que consiste em muitas vezes enxergar deformações em objetos ou aumento/diminuição de si próprio. A Síndrome de Peter Pan também é vista com clareza, a paciente em questão nega a necessidade de crescer. Défice de atenção, dilexia e hiperatividade estão presentes, e talvez até mesmo um início de esquizofrenia. Sua personalidade muda em diversos momentos para as mais diferentes possível, a paciente alega que "personagens" a possuíram, e quando age de alguma forma estranha ou diz algo estranho ela sempre se justifica falando que alguém a forçou (nota: nunca há ninguém a forçando de nada). Apesar da Síndrome de Peter Pan a paciente possui algumas tatuagens e se veste de uma forma mais adolescente do que infantil, como visto em alguns outros pacientes. Seu cabelo é longo e ruivo, Fora sua aparência, na maior parte do tempo seu psicológico é infantil, e ela parece saber disso, apesar de não se importar ou não fazer nada para mudar tal fato, só não age desta maneira quando está sobre o "efeito de um personagem".

Conte-nos sua História:

THE ARRIVAL
Mansão dos Desjardins - Paris, França
Dezembro de 1996

Era uma noite comum de Natal; famílias se abraçavam e jantavam em suas fartas mesas, enfeitavam árvores e espalhavam pisca-piscas por toda a casa, riam e contavam histórias antigas para as gerações mais novas. Na mansão dos Desjardins não era tão diferente, com a exceção dos abraços e risadas. Eram uma família muito tradicional e rígida, fria entre os próprios parentes e sem qualquer senso de humor - menos Tio John, porém ele já não era considerado um membro da família mais. Estavam todos comendo, vez ou outra diziam algo, normalmente nada de interessante ou que faria um grande diálogo ocorrer. Em suma, era a família que ganharia o prêmio da família mais tediosa do universo, caso esse prêmio existisse. Edgar, o filho mais velho de Astrid, a matriarca da família, estava impaciente naquela noite. Seus olhos claros não paravam um segundo em um ponto, ele parecia estar mais pálido do que já era e olheiras profundas obscureciam seu rosto. Ele esperava por ela. Esperava pela mulher que conseguira lhe cativar da forma que nenhuma outra havia conseguido. Edgar havia escolhido aquela noite para apresentá-la a família, e talvez ele tivesse conseguido, não fosse um pequeno detalhe que acabara ocorrendo.

A campainha tocou, o filho mais velho levantou-se num pulo e correu até a porta não esperando nem ao menos que um de seus mordomos a abrissem, para que ele mesmo o fizesse. Ali estava a mulher que esperava. Ela tinha a pele mais branca e pálida que a dele, seus cabelos eram metade negros e metade brancos e tão lisos que a menor brisa parecia empurrá-los com força para os lados. Ela vestia um vestido branco e seus grande olhos claros o fitavam como se lessem à sua alma. Ela de longe pareceria uma assombração, contudo para Edgar ela era uma deusa; e de fato era.

Ele a teria puxado para dentro com o maior sorriso do mundo e a apresentado aos demais, mas não o fez, pois neste momento a criança acordou fazendo um bocejo alto. Ele apenas notou-a por causa do som, caso contrário só o que teria visto seria Melinoe. A mulher retirou o pano que cobria confortavelmente o rosto do bebê para que Edgar pudesse a ver. Tinha traços claramente deles, no entanto parecia bastante com a deusa também. Melinoe lhe entregou a bebê, e deu-lhe um beijo gelado no rosto, para depois acariciar sua filha e então, literalmente sumir em meio à uma névoa densa. Edgar observou Melinoe ir embora, sabendo que ela não apenas estava saindo, como também estava saindo de sua vida. Ele não voltaria a vê-la. Edgar foi para dentro da casa com sua filha, a qual não fora recebida de muito bom grado pela sua família. O homem sabia exatamente o que aconteceria em seguida, ele sabia como sua mãe "resolveria o problema". Ele não gostava da resolução dela, mas a aceitaria se fosse para ter sua filha consigo.

Mais tarde naquela noite, enquanto ele colocava a criança para dormir, Edgar notou uma carta na sua mesa de cabeceira, cuja brilhava num tom prateado e possuía uma caligrafia perfeita em branco. Ele a leu rapidamente, decorando cada palavra grafada no papel, como se sua vida dependesse disso, e então a atirou no fogo de sua lareira, deixando-a queimar e desaparecer até o último centímetro.


THE FIRTS GHOST
Cemitério - Paris, França
Março de 2002


Todos da família estavam presentes enquanto o túmulo era abaixado pelos homens em direção ao buraco criado pelos mesmos. O caixão feito de mógno possuía entalhes de flores cobrindo sua lateral, tal como uma linha dourada similar a ouro, e talvez fosse. Lá dentro estava o corpo de Pietro Desjardins, o filho mais novo de Astrid, e irmão caçula de Edgar, morto num acidente de carro - pelo menos foi o que sua mãe fez todos os jornalistas acreditarem. Gostaria de dizer que chovia, ou que o tempo estava ruim, no entanto não é um romance onde autores acreditam que o tempo se espelha nas emoções, ou que os deuses estariam tristes pela ida do rapaz; na verdade, o tempo estava maravilhoso. Todos tentavam esconder as lágrimas, alguns nem ao menos deixavam-nas escapar. Os óculos escuros cobriam olhos inchados e vermelhos, mantendo a aparência fria e severa da família Desjardins. Edgar segurava a mão de sua filha enquanto era consolado por sua esposa, Bärbel, filha de um empresário russo, com a qual casou-se pouco depois da chegada de Vanille, sua filha, a qual sua esposa assumiu de bom grado.

▬ O que estão fazendo? ▬ Perguntou uma voz ao lado da garota, a qual somente Vanille podia ouvir.

A menina não respondeu, pois apesar de saber de onde vinha a voz, ela não havia achado quem a pronunciara. Puxou o braço do pai e perguntou se ele havia dito algo, mas o homem apenas negou com a cabeça e voltou ao seu luto silencioso fitando à frente. A criança passou os dedos em uma de suas maria-chiquinhas tentando ignorar que havia escutado algo, pois caso não tivesse sido uma conversa direcionada à ela, ela não deveria se meter; fora o que havia aprendido.

▬ Hey, heeeeeeey! Porque diabos todos vocês estão me ignorando? Estão fazendo isso desde ontem! Não tem mais graça, podem parar. ▬ Dizia a voz vinda do outro lado da chorosa multidão.

Vanille agora podia ver quem falava. Era um garoto com um pouco mais de vinte anos, ele estava de costas para ela e vestia um terno cinza. Seu cabelo estava bagunçado e ele todo parecia ficar tremeluzindo vez ou outra, como se estivesse e não estivesse ali ao mesmo tempo. O homem continuou falando, mas todos o ignoravam, como se sua voz nem ao menos chegassem ao seus ouvidos, ou como se sua imagem ali não fosse significante. Baseada nos demais, a menina resolveu fazer o mesmo, o ignorou.

No fim do enterro a família estava espalhada pelo terreno, afinal era o cemitério dos Desjardins, não havia outras pessoas por ali. Vanille estava balançando num balanço preso a uma cerejeira que ficava perto do lago. Ela não entendi muito bem o conceito de morte, por isso não abalou-se com aquela, assim como não entendia porque os demais se abalaram. Ela cantarolava uma música antiga, uma canção de ninar que não ouvia há muito tempo, porém a qual não saia de sua cabeça nem por um minuto se quer. Foi então que a voz retornou, ela agora era mais fraca, como se a pessoa sussurrasse para si mesma num tom frustado. A imagem dele ainda tremeluzia, mas ela tentava ignorar o estranho homem.

▬ Vanille, o que está fazendo aqui ainda? Seu pai está te procurando para ir embora. ▬ à menção de seu nome a menina voltou seus olhos para o estranho e então viu quem era. Tio Pietro.

Seu cabelo bagunçado, seus olhos verdes, sua cicatriz no lábio superior. Estava tudo ali. Era ele, mas ela tinha quase certeza de que não poderia ser ele, afinal o vira 'dormindo' no caixão mais cedo. Seu pai havia dito que ele tinha ido para um lugar melhor, que estava viajando. Vanille não entendeu como ele podia viajar e ainda estar ali, mas não queria chatear sua família com perguntas que ele achariam tolas. Ela parou de balançar pulou do balanço fitando seu tio, o qual ela teve certeza de poder ver através dele, como se ele fosse um... fantasma.

▬ Meu pai disse que você tinha ido para um lugar melhor, tio. Como é esse lugar? ▬ Indagou a pequena fitando o homem com curiosidade.

Neste momento a expressão de Pietro mudou para algo como susto, ou surpresa, e então ele simplesmente desapareceu. A menina correu para o pai e disse o que havia acontecido, mas ele não levou-a à sério, tal como mais ninguém. Mal sabia ele que viria a escutar muito mais coisas do que apenas sua filha dizendo que vira o seu tio morto.


THE TEA PARTY
Gannushkin Hospital Psiquiátrico de Moscou - Moscou, Rússia
Dezembro de 2009


Ela estava sentada numa cadeira baixa, à sua frente uma mesa redonda coberta com uma toalha rendada trazia consigo um conjunto de chá, com xícaras, pote de açúcar, colheres, e tudo necessário para tal coisa. Haviam outras três cadeiras ao redor da mesa, mas não havia ninguém sentados nela. A menina usava uma maria-chiquinha em seu cabelo ruivo, uma blusa larga branca e calças brancas também, o uniforme do hospital. Ela colocava chá em cada xícara, em seguida um pouco de leite e duas colheres de açúcar. A sala em que ela estava era totalmente acolchoada e branca, ela sabia que havia uma câmera ali, pois quando um de seus médicos a visitava fazia um gesto em direção à ela para abrirem-na.

▬ Você sabe que pode sair daqui quando quiser. HAHAHA! Você sabe, ha, sabe sim! ▬ Disse a voz do Chapeleiro, ele ria histericamente vez ou outra enquanto pulava pelo cômodo em suas roupas chamativas.

▬ Não ligue para ele, Vanille. Fique aqui, é bem mais confortável que suas outras casas com pessoas tão más. ▬ Pronunciou Branca de Neve bebendo um gole de seu chá enquanto sorria docemente.

Vanille estava num impasse; não sabia o que fazer exatamente. Fugir ou não fugir? Tinha milhões de motivos para fugir de lá, porém para onde iria? Não havia para onde fugir; não havia como fugir de si mesma e de seus próprios demônios e fantasmas.

▬ Fuja do lugar não de si. ▬ Disse Alice, cuja raramente surgia, e quando o fazia parecia se vestir da mesma forma que Vanille.

A outra loira estava certa. Vanille fugiria dali, e não importava se ficaria na rua por conta disso. Ela tomou um gole de seu chá quando outra figura surreal surgiu ali, não do nada, e sim abrindo a porta do local e aparecendo. Parecia um homem mesclado à um lobo, não lobisomens como de filmes, e sim um homem com traços animais. Ele sorriu mostrando seus grandes dentes pontiagudos à garota, um sorriso ameaçador. Vanille ia chamá-lo para se sentar à mesa, porém ouviu o sussurro de Alice enquanto ela e os outros desapareciam. Uma única palavra, porém a única palavra necessária para que despertasse a ruiva do que quer que estivesse fazendo.

▬ Corra.

O homem-lobo se aproximou com suas garras e presas e no passo seguinte dele Vanille lançou-lhe a mesa, passou pelo monstro e então saiu. Atrás de si ela ouviu quando o Lobo caiu no acolchoado chão, tal como uma de suas xícaras se quebrando talvez pelas mãos daquele ser. Era uma lástima, as xícaras de lá eram realmente lindas. Deixou para trás os sons e apenas correu, as luzes fluorescentes do corredor irritando seus olhos à cada passo que dava. Tinkerbell surgiu à sua frente, como se guiasse o caminho para ela, o qual na verdade era o caminho que Opera lembrava. Seguiu a pequena fada até um corredor de porta dupla, até aquele momento enfermeiros já deveriam estar correndo em sua direção, prontos para agarrá-la e jogá-la novamente em sua cela de almofadas. Ela não iria voltar para lá. Respirou fundo e então sussurrou baixo um nome, e em menos se segundos ela podia ver à sua frente a Rainha Má que sorria de forma sádica para a loira. A mulher abriu os braços como se esperasse um abraço de Vanille, e quando a garota passou por ela, a mesma se desfez em uma névoa fina, a qual assim como qualquer das visões de Vanille (loucas ou os fantasmas) apenas ela podia ver. A expressão doce da menina mudou para uma séria, uma expressão nada comum na face de uma criança de 13 anos.

Os passos do homem lobo ecooaram pelo corredor enquanto as vozes e gritos em russo dos enfermeiros pronunciavam-se logo à frente dela. A menina passou por mais uma porta e logo pode ver os dois guardas que vinham gritando à sua frente. Olhou rápido para trás e a silhueta grande do homem lobo ficou clara também, agora, porém, ele parecia apena um lobo muito grande e com olhos rubros sedentos por sangue. Ela sabia que aquela besta não hesitaria em arrancar sua garganta fora. Não era a primeira vez que via um "monstro real", mas era a primeira vez que era perseguida por um. Correu mais devagar, sabendo que seu perseguidor e enfermeiros não diminuiriam o ritmo, e quando já estavam próximo o suficiente, ela se jogou no chão, passando pela brecha entre os enfermeiros sendo até mesmo capaz de tirar do bolso de um deles a injeção que lhe davam quando acham que ela estava tendo algum tipo de surto. Levantou-se e continuou a correr, sabendo que os três haviam se chocado, e esperando que ficassem no chão por mais alguns segundos. Ouviu o grito dos enfermeiros e o som de algo se quebrando, mas não parou em momento algum até que já estivesse fora daquele inferno. Não foi difícil trocar de roupa, eles a guardavam no mesmo lugar e ela sabia onde era, por isso antes de fugir definitivamente do hospital ela pegou algumas roupas.

Trocou-se num beco qualquer e manteve a injeção consigo, a qual mal sabia ela naquele momento, mas que serviria para não virar jantar de lobo algumas horas depois.

▬ Para onde agora...? ▬ Perguntou a si mesma.

▬ Acampamento Meio-Sangue. Eu vim de lá e sei que você pertence ao Acampamento também, posso te ajudar se quiser. ▬ Um ser pálido e translúcido materializou-se à frente da ruiva, ela não se assustou, sabia o que era, não quem, mas o que. Era a fantasma de uma garota, a qual Vanille decidiu confiar.


LIVING IN THE CAMP
Long Island, EUA
Outubro de 2013


Ela estava deitada na cama em seu chalé. Uma brisa leve entrava pela janela e parecia acariciar o rosto da garota, como uma mãe à seu filho faz. À seus pés um gato arroxeado estava deitado com um sorriso que literalmente ia de uma de suas orelhas à outra. Ele a fitava com seus enormes e felinos olhos com a expressão de quem pensa em uma piada. Ninguém mais podia ver o gato, nem mesmo os seus meio-irmãos. Não era um "gato fantasma" ou algo assim, era pura e simplesmente mais uma das figuras de alucinação da menina, uma das muitas que a acompanhavam, que falavam, brigavam e "possuíam-na". No início, quando começara a ver fantasmas, ela não era louca, era apenas uma filha de Melinoe, sendo uma filha de Melinoe, porém os remédios, os constantes xingamentos, internações, e qualquer forma de intervenção à "loucura" dela por sua família, acabou realmente tornando-a louca.

▬ Você não vai se livrar de nós, menina. ▬ Disse o gato com uma voz profunda e quase melodiosa. ▬ Nem mesmo quando for adulta.

▬ Eu nunca serei adulta. ▬ Retrucou.

▬ É o que veremos.

Ela quis que ele sumisse, e foi o que ele fez, deixando para trás apenas seu grande sorriso antes de desaparecer por completo. Apesar do sumiço do Gato, a semideusa sabia que ele não havia ido para sempre como gostaria, ele ainda estava ali, assim como qualquer outro de seus personagens, apenas esperando uma deixa para surgir e fazê-la de louca mais uma vez na frente de terceiros. Naquele ponto de sua vida ser tachada de louca era a menor de suas preocupações, na verdade ela não acreditava neste termo: loucura. Nunca acreditou, mas visto que os outros viam a loucura como algo ruim ela apenas começou a não ligar para a opinião dos vivos. Os mortos eram mais legais, tal como suas consciências. Assim como queria que elas se fossem, sabia que já faziam parte dela e não as queria longe. Como sempre, ela estava num impasse, mas o qual não tinha duas opções, já que nunca - mesmo se quisesse - conseguiria se livrar de todas as suas assombrações pessoais.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:

Uma harpia cortou o céu, atravessando a bola amarela e escaldante de Apolo, ela me rondava como um corvo resguardando a morte da sua presa. Enquanto a harpia me infernizava com seus sons agoniantes, as três Érnias, Alecto, Tisífone e Megaira aguardavam para que os delitos e o desrespeito começassem, com um certo ar de superioridade, como se as pedras que as sustentavam fossem tronos do mais puro ouro existente.
Era uma Lâmia quem havia me ferido, e eu mancava curvada. Minhas armas haviam sido perdidas durante a batalha, e só me restava uma adaga que produzia uma chuva de penas. Meu plano poderia ser útil, eu já havia o traçado com certa destreza.
Fogo e faíscas se misturam em meu ser, como uma explosão nostálgica de autossatisfações luxuriosas engolia a alma de alguém. Mas comigo era diferente, não havia luxúria, nem autossatisfação... Apenas a boa e velha confiança. A arte do erro poderia mastigar minhas vontades, e juntas superariam o juízo que jamais tive. Mas mesmo assim eu prosseguia, aparentava e seguia minha trilha. Respirei fundo e sorri por dentro, como se parecesse alegre, mas revelava a face do medo mútuo. Enganar e mentir a mim mesma que estava calma seria tolice, e mostrar isso ao meu adversário seria ainda pior nas condições que eu estava.
Ergui meus olhos e sequei o suor do meu rosto com minhas mãos, e mais uma vez pedi para mim mesma que não errasse novamente. A Lâmia deu um risinho cínico, meus passos, dela me aproximavam amontoados e calmos , alguns certamente vagos e machucados. O recinto mórbido foi se enchendo de som novamente quando a harpia soltou um grunhido que quebrou as expectativas dos ouvintes da pequena luta.
O nariz da Lâmia estava empinado como de costume, mas sua boca era suja, maldita... Ou maldito? Maldita Lâmia ou maldito quem me pôs para lutar com tal aberração?
Neste momento eu soube que a felicidade não estava comigo, ela andava muito devagar para me alcançar. Eu não tinha quem eu amava por perto, e derramar sangue não era a felicidade desconhecida que eu buscava.
Por um segundo tive a impressão de ver todas as cabeças – dos expectadores e da lâmia - baixarem rapidamente. Senti a eletricidade da minha alma penumbrar em uma onda de solidão sedutoramente monótona.  Eu não sabia como isso afetava meu subconsciente, mas de certa forma afetava. Eu sentia sede, fome... Saudades do meu paraíso... Sim, só meu paraíso, e de mais ninguém.
Talvez eu conseguisse sobreviver aquelas criaturas, ou a uma delas pelo menos. Talvez é a forma de dizer que não conseguiremos algo sem ferir nosso ego. Bem, meu ego é grande demais para que eu relate uma perda, e pequeno demais para que eu relate algo impossível. Mas acredito que ele se encaixe perfeitamente na verdade.
De qualquer modo, se tudo corresse bem eu venceria, estufaria meu peito e voltaria no melhor estado físico que conseguisse.Como plumas, começaram a brilhar levemente no céu, sem muito espaço uns entre os outros, como um dilúvio concebido pelas nuvens mais sedosas já existentes, e a harpia começou a se bater dentre as rochas altas soltando grunhidos tão altos que me causavam arrepios na espinha – pelo menos o primeiro deles. Enfim, a primeira parte do meu plano havia dado certo, mas não era só isso. Eu precisava ser rápida, e nem toda a rapidez do mundo era o bastante.
Passei a buscar os olhos que a lâmia havia tirado de sua face, eles estavam em meio a terra seca, sujos e empoeirados. Longe. Eram tão azuis quanto os maiores rubis da minha coroa de ouro. E eu não poderia parar de me perguntar: “Como eu pude tirar a visão de tão belos olhos?”. A cor e beleza dos olhos dela não justificavam seu erro, e seu erro também não justificava o meu.
As chuva de penas estava prestes a acabar, quando cheguei ao par de olhos. Levantei minha adaga para destruí-los, e com um certo tom de alívio suspirei. Porém fui surpreendida por uma mão, que com suas garras puxou minha perna já machucada, e a tornou praticamente inutilizável.
Eu estava de frente para a lâmia novamente, meu plano havia dado errado e a harpia já havia pousado em pedras mais baixas, esperando que a lâmia me derrotasse para que ambas desfrutassem do banquete.
As garras da lâmia se espicharam para minha direção e destravaram um golpe contra mim, eu rolei para um lado do chão. A outra mão fez o mesmo, e rolei para onde estava. Eu estava em cima de um dos olhos da lâmia, e não seria tão difícil destruí-lo. Eu bati minha cabeça no solo árido, porém o olho escorregava e era tão duro quando o ouro e as joias que já me cobriram outrora.
Peguei o olho de trás da cabeça, e com a maior astúcia que pude o coloquei na boca. Minha mastigação parecia não funcionar. Nem meus dentes eram fortes o bastante para romper aquela película.
A lâmia feriu-me na bacia, pouco acima da perna já ferida. E com um grito estridente de dor, os olhos da lâmia se quebraram, a gosma preta escorria em meus lábios e entrava involuntariamente na minha garganta.
Ela colocou a mão sobre ambos os buracos e grunhiu.Eu cuspi aquela gosma no chão, e achatei ela com a mão para que ficasse bem espalhada e não voltasse mais a me dar problemas.
Quando dei por mim, Érnias, Alecto e Tísifone não estavam mais ali. Talvez as penas tivessem feito mal a elas... Talvez não. Disso eu não sabia. Apenas que estava ali.
Senti pena da lâmia por um segundo, por outro já não sentia mais. Na verdade eu não sentia nada, a não ser vontade de ir embora daquele local e tirar aquele gosto nojento de olhos de lâmia da minha boca – é inacreditável porém, tinha um gosto pior que o dos dracmas que passaram pela mão de Caronte e foram babados por Cérbero, e acredito que talvez fossem até mais duros.
Arrastei-me até a lâmia que lamentava pelos seus olhos. Pensava ela que não ver nada era pior do que ver suas proles serem mortas por Hera. Talvez se Hera não tivesse matado suas proles evitasse tal confusão... Talvez não. O passado não importava, muito menos o futuro. Mas o agora era essencial para a minha sobrevivência.
Com a minha adaga, desferi um golpe contra as pernas da lâmia, que caiu. Enfim estávamos quites, uma luta só com braços. Eu me arrastei um pouco mais, enquanto ela tentava se levantar. Outro golpe da minha adaga foi desferido em seu braço esquerdo, e um sorriso de vitória ignorou o suor escalpelante da minha face. Mas é claro que aquilo não era uma vitória, mas fez com que a lâmia caísse novamente. E se Lâmia está caída e Vanille está em pé – não literalmente, é claro – Vanille é a vencedora!
Eu desferi um golpe em suas costas, e para assegurar que ela estaria morta, meu último golpe foi em sua cabeça, o que não permitiu que ela agonizasse.
Eu cortei o corpo dela em pedaços minuciosos, não tão pequenos como migalhas de pão, e não tão grandes quanto um melão dos campos de Argos. Carreguei seus pedaços enquanto rastejei, largando um a cada tanto. Enterrando cada um deles.
Senti mais uma vez que meus erros valeram tanto quanto meus acertos, o que me faria tentar não errar novamente, mas tentar nunca foi conseguir. Mesmo que eu quisesse fazer algo certo, me submergia no mar do erro, como um ralo que sugava e me fazia cada vez mais avida a tudo que não era certo. Mas como sempre, eu iria concertar!
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Sex Dez 27, 2013 9:13 pm

Sua ficha está ótima. A história foi uma das melhores e mais completas que eu já li. Quase não houve erros, parabéns!
Bem vinda, filha.
Aprovada.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Jaantony W. Vikary em Sab Dez 28, 2013 11:54 am

Richard Madden

Nome: Jaantony Wolf Riv High-Ironjade Wikary
Idade: 18
Local de Nascimento: Desconhecido
Progenitor primordial: Persefone
Progenitor Mortal: Dirk t'Larien (?)
Características Psicológicas: Nasceu e cresceu no campo, onde órfão de pai e mãe, aprendeu a se virar sozinho com seu jeito simples. Não lhe falta humildade, bondade e compaixão, mas nunca voltou atras com o que disse. Sempre calmo, é difícil de se irritar, a não ser quando o motivo é a natureza, sua casa. Cresceu ciente de que não era normal e nunca teve com quem dividir este problema, guarda pra si todos as dificuldades que enfrentou e isso lhe deixou fechado e desconfiado. Seu problema é não se envergonhar de usar tudo o possível, ou não, em prol de algo que lhe parece certo. Cresceu só, não sabe o que é dividir. Como a natureza, ele tem seus momentos.
Características Físicas: O trabalho duro do campo e o sol que lhe assolou todo o tempo lhe deixou fisicamente marcado: Manchas de sol e cicatrizes lhe cobriam o corpo forte e o rosto largo. Sempre com barba por fazer, cativava com seus olhos verdes claros e cabelos crespos. Alto, forte, rustico e de descendência simples, possuía um beleza incomum; um rosto invejado e um corpo de se admirar. Seu sotaque mostrava que não era e nunca fora da parte urbana e ele se deliciava dele. Infelizmente, uma cicatriz lhe atravessava todo o rosto, do canto superior direito do rosto até seu oposto. Nada que abalasse sua perfeição.
Conte-nos sua História: Não se sabe muita coisa sobre Jaantony. Dizem no vilarejo mais próximo que seu pai, o mais belo homem já visto morando nas redondezas, se apaixonou por uma forasteira que como ele era do campo e amava o que fazia. Ouve-se dizer que era linda e que por onde andava flores cresciam em tapetes, árvores davam frutos e sementes brotavam.

Uma tempestade destruiu tudo.

Não eram comuns na região, ninguém as esperava! E por isso não estavam preparados. A pequena casa simples, feita de barro e tábuas não aguentou e cedeu com o vento. O homem desesperado se jogou sobre sua mulher, que carregava no ventre sua semente e misteriosamente a salvou. Ninguém acredita que tenha sido capaz daquilo, mas a mulher, sã e salva lhes calou a boca quando foi carregada dali aos prantos. Quanto mais longe a levavam, mais as plantas de curvavam, as flores murchavam e a vida se esvaia.

Por varias vezes foi vista sobre os destroços, chorando. Quando a chamavam não respondia, quando tentavam toca-la corria. Nunca souberam como sobreviveu todos os meses de gravidez, as plantas morreram afogadas e o gado de fome. Não havia comida, não havia água limpa, havia apenas ela. Que sumia e voltava. Que gritava e chorava.

Com o tempo foi esquecida, ou foram obrigados a isso. Onde antigamente era a casa, nasceu uma macieira que não poderia ter o tamanho que tinha em tão pouco tempo. Árvores grossas brotaram e cresceram por toda a terra, lagos se formaram e animais apareceram. Em cinco anos o que era um grande campo agrícola se transformou em mata fechada e ninguém pareceu notar. A vida ali dentro continuou, mãe e filho, até que a Deusa foi forçada a se retirar. Sorriu para o filho, que já aprendera tudo que podia para a idade e lhe desejou boa sorte. O veria novamente no futuro.

[...]


Sua vida não foi fácil. Cresceu sendo atacado, não só por monstros, mas também pela pequena população do pequeno vilarejo próximo. Era tachado como um ser maligno, que vivia ali e lhes privava da floresta e de seus bens. Não estavam de tudo errados. Jaantony tirava de lá seu alimento e de mais ninguém. Ele os expulsava sempre que entravam em seus domínios e cuidava da mata como se fosse sua. Viveu assim por mais 15 anos, quando finalmente apareceram inimigos que ele não conseguiria derrotar sozinho.

Quando já não conseguia mais se por de pê, não apenas pelo cansaço, mas pelos machucados e cortes, chegaram outros garotos. Lançaram fogos e brandiam espadas. Fechas mancharam o céu de dourado e foi a ultima coisa que viu. Quando acordou, em um lugar que não conhecia se forçou a levantar e antes do segundo passo, apagou.

Ainda não sabia, mas estava em casa. Com novos amigos e uma nova cicatriz, uma que lhe marcara não apenas fisicamente, mas também como pessoa. Dias depois acordou pedindo uma espada.

– Venham em duplas, ambos com espadas de bronze celestial – Disse enquanto um sorriso lhe atravessava o rosto riscado – E não tenham dó, ou mato os dois.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
Os garotos correram até mim, armados da forma que lhes havia sido pedido, e o golpearam juntos. A espada do primeiro visou meu rosto, mas foi defendida pelo escudo com o símbolo da sua mãe cravado nele. Assim que o golpe foi aparado, o escudo liberou pétalas que não apenas mandariam embora o primeiro garoto como cortariam o segundo, que atreveu-se a se abaixar para dar um golpe na altura do joelho.

As pétalas planavam no ar, afiadas, enquanto eu corria entre elas com exímia perfeição. Armado como uma pequena espada entalhada, visei o garoto que se cortara e saltei antes de brandir a espada com toda a força.

Como era de se imaginar, um golpe jogado fora. Rápido o garoto teve tempo de se desviar da estocada e levar a espada até o peito nu, que graças ao pulo, se tornou um alvo sem empecilhos. O escudo instintivamente foi guiado até o abdômen e capaz de - por pouco - defender o golpe, que instantaneamente era seguido por outro, do garoto ainda intacto.

Sorri e e dei um passo para o lado, enquanto respirava fundo e liberava o poder da Deusa. O halito doce seria o suficiente para aturdi-los enquanto eu controlava o cajado que havia ganhado e lhe trazia até minha mão.

– É o fim! – Exclamei antes de tocar a haste de madeira no chão. Na minha frente trepadeiras cresciam como praga e se alastravam, tomando conta de tudo que lhes era colocado a frente. Aturdidos pelo cheiro que liberei a poucos os garotos se deixaram levar, pelo menos um deles. O que havia se cortado sofria por conta das trepadeiras que agora pressionavam as feridas ainda não curadas, mas o outro ainda não havia sido abatido.

Mesmo cambaleando conseguiu sair da área de alcance das plantas e correu até mim, com a espada novamente em mãos. Sorri por conta do desafio a mais e esperei que viesse, sedento. Rebati seu primeiro golpe com a lâmina e estoquei com o punho, visando aturdi-lo. O garoto sacou um escudo que até então não havia visto e se defendeu, também com uma maestria que não conhecia.

A luta, infelizmente, perdurou mais do que desejei e no fim, nem os poderes de Persefone eram capazes de para-lo. Era de uma ira descomunal... As pétalas o cortavam, as trepadeiras continuavam a atrapalha-lo mas ele apenas gritava e continuava. No fim, trocamos de papel parecia ser ele quem me ensinaria a lutar e não deu pra perceber que nosso tempo de acampamento era tão diferente. "Ares", pensei.

O garoto não lutava por si só, não era ele... Não era possível! Não no combate corpo-a-corpo. Decidi então cansa-lo. Cansa-lo a ponto de que eu tivesse a vantagem. A Deusa que me seguia também não era de total pacifica. Sorri.

Ele novamente veio até mim, dessa vez calmo e controlado. Espada na mão e dentes a mostra. Forcei um sorriso, que já não saia naturalmente, e toquei a cicatriz do rosto de leve, com a espada entalhada com flores e fiz uma prece para que a mãe me ajudasse. Quando ele finalmente se aproximou, me esquivei, mas ele havia previsto isso, claro. A espada rapidamente foi trocada de mão e me acertaria em cheio se não fosse o escudo de rosas que a aparasse bem em tempo.

Assim que o baque surdo do escudo foi liberado, através dele voaram a maior quantidade de pétalas que um dia havia sido capaz de invocar. A espada continuou sem um aranhão, como era de se esperar, mas a mão que a segurava, não. Fora retalhada e mesmo que o garoto fosse capaz de a usar assim não poderia empregar toda a força que um dia conseguiu.

Sorri, agora na vantagem e controlei a espada que ele já não era capaz de segurar tão bem e a lancei sobre ele, enquanto derrubava um pérola no chão e pisava em cima. A espada, mesmo livro do meu controle continuou seu caminho e eu desapareci. O garoto levantou o escudo e aparou a lâmina fraca que seguia em seu caminho e eu reapareci em suas costas. Espada de leve, tocando sua coluna.

– Chega. – Suspirei – Ambos sabemos que você lutou bem, mas hoje é dia de Persefone. Ares que se deite ou parta! – E o garoto obedeceu. Caiu inerte e a vontade que antes o possuía esvaiu.



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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Éter em Sab Dez 28, 2013 3:01 pm




Avaliação

Ótima Ficha! História criativa e detalhada, uma ótima batalha também. Parabéns!

Aprovado

Bem vindo, filho de Perséfone

Esperando Atualização


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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Dom Dez 29, 2013 2:50 pm

Nome: Joshua Thomas Tyler

Idade: 5

Local de Nascimento: Edimburgo, Escócia

Progenitor Primordial: Melinoe

Progenitor Mortal: Adam Leroy Tyler

Características Psicológicas: O pequeno Joshua é um garoto engraçado, adora chamar atenção e quer que todos amem ele. Passa a maior parte do tempo sorrindo, gosta de abraços e rostos felizes. Normalmente se recusa a fazer o que não gosta, como por exemplo, comer vegetais. É muito cabeça-dura para sua idade, prefere conversar com seus fantasmas que com pessoas vivas. Impaciente e ciumento. Mas também muito carinhoso.

Características Físicas: Os cabelos bagunçados e macios adquirem tons diferentes de acordo com a claridade, variando do castanho para loiro um pouco ruivo. Sua altura e seu peso são normais para sua idade. Os olhos são castanhos de um tom claro. Sua pele é clara e tem algumas poucas sardas no rosto.

Conte-nos sua História:
Era uma noite chuvosa na cidade de Edimburgo, capital da Escócia. A data era o dia 4 de março de 2008. Adam Leroy Tyler abria ouvia uma batida em sua porta, o homem estava preocupado, ao abrir a porta, havia um bebê na porta, e junto com este, fantasmas. Fantasmas de todos os tipos que se podia imaginar. Estavam lá por uma razão que se podia definir em uma palavra: proteger. Assim que Adam abriu a porta os fantasmas o fitaram. Quando ele pegou o pequeno bebê que estava em sua porta já sabia do que se tratava. Os fantasmas desapareceram, apenas um ficou, um que acompanharia o pequeno garoto até que a hora de chegar ao acampamento chegasse. Havia um pequeno bilhete dourado com palavras prateadas nas mãozinhas do recém-nascido. Ele dizia: Saia daí. Vá para outro lugar com o bebê. Proteja-o. Na mesma hora Adam providenciou tudo para a mudança. Para um lugar bem longe. Depois disso ele observou o pequeno bilhete dourado que agora repousava sobre uma mesa da casa. Pegou uma caneta simples, porém assim que escreveu no bilhete a tinta adquiriu tons prateados. Na face limpa do papel dourado Adam escreveu: Joshua. Ele sabia que se o bilhete realmente estivesse ligado à mãe do recém-nascido as palavras seriam transmitidas a ela. Alguns segundos depois que Adam escreveu as palavras elas brilharam e sumiram, o pai do garoto que acabara de ser nomeado de Joshua sorriu. A criança dormia num sono profundo no berço que havia no quarto. O pai passou a noite acordado, não queria que nada acontecesse a Joshua e sabia que agora que ele estava com o mortal não seria mais seguro permanecer ali.
[...]5 anos Depois [...]
Joshua tinha 5 anos e todos o chamavam de louco, ele às vezes conversava com seu amigo imaginário apelidado de Tom, que na verdade, era um fantasma que a mãe tinha deixado com ele desde que nasceu. Porém Joshua não sabia disso. Fora constatado que o garoto tinha dislexia e transtorno do déficit de atenção, então não conseguia ler direito e era bastante hiperativo, só queria fazer o que quisesse. Ele costumava conversar com pessoas mortas, espectros, por isso todos diziam que ele era louco e falam para o pai levá-lo ao psiquiatra. Adam dizia que sim, que iria levar ou que já levara, mas nunca fez isso, pois sabia o motivo do garoto dizer aquelas coisas, ele estava falando a verdade. Joshua não tinha muitos amigos. Brincava com seus fantasmas no pequeno parque do predo em Nova York para onde o pai e ele tinham se mudado quando o garoto nasceu. Joshua era famoso no prédio por quebrar coisa. O garoto gostava de ouvir o som de algo caindo no chão e se estilhaçando, quebrando várias coisas em todo o prédio e no próprio apartamento, o que deixava o pai bem irritado às vezes. Conversava sempre com o seu amigo imaginário, Tom, que dizia que um dia tudo se esclareceria. Às vezes Joshua andava pelo prédio a noite, guiado pelos seus fantasmas, era o momento que ele podia ter paz. Sobre a mãe o pai não falava muito dela. Sempre arranjava uma desculpa para não falar da mãe do garoto. Dizia que ela estava viajando, ou que trabalhava em outro local, às vezes mudava o rumo da conversa, mas nunca falava não mãe. Talvez por isso os monstros não haviam feito uma visita à casa. Mas tudo mudou quando Joshua descobriu o bilhete dourado deixado pela mãe. O pai estava na sala, Joshua mexia em suas coisas no quarto, o garoto subiu com dificuldade na cama alta e pegou a chave dourada que viu o pai colocando debaixo do travesseiro e, com ela, abriu a gaveta do criado-mudo, depois de tirar algumas coisas descobriu um pequeno papel dourado com palavras prateadas escritas, quando virou o papel para o outro lado o papel brilhou, seu nome brilhou em símbolos estranhos, letras gregas, e logo após mais símbolos apareceram, símbolos desconhecidos, mas a mente de Joshua tratou de traduzir aquilo: Melinoe. No mesmo momento Joshua caiu da cama e um barulho se ouviu da sala, quando o garoto chegou o pai estava sendo atacado pela vizinha eu sempre achou maluca, a Sra. Retsnom, ela se transformava aos poucos num monstro estranho e horrendo, Tom apareceu ao seu lado e falou: “Cão Infernal. Sua hora chegou mais cedo.” Aquilo tudo era muito estranho, seria um pesadelo? Se bem que se você escrevesse o nome da mulher ao contrário seria... Monster, monstro em inglês. Fantasmas apareceram por todo o lado e foram para cima de mim, eu gritava: “Papai! Papai!”. E de repente eu estava num lugar estranho, havia uma casa e vários chalés, pessoas com espadas e arcos, e eu estava sozinho, um garoto pequeno, de cinco anos, sequestrado por seu amigo imaginário e que recebera um monstro num papelzinho dourado. Um homem-cavalo que disse ser um centauro apareceu e me levou para o chalé que tinha as mesmas escrituras que eu vi no papel, Μηλινόη, Melinoe.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
Joshua estava com raiva, ele queria passear pela floresta e ninguém queria ir com ele para a floresta, já insistira com todos os irmãos para que alguém o levasse para a floresta, mas eles diziam que não, pois monstros estavam à espreita lá. Joshua queria ir dar um passeio pela floresta de qualquer jeito e ninguém ia impedi-lo. Ele saiu do chalé tentando não desviar a atenção dos irmãos. Ninguém dava muita atenção para um pequeno semideus de 5 nos andando por aí, no máximo alguns diziam “Ei, cuidado” ou coisa do tipo, Joshua não dava muita bola para ninguém e logo chegou na floresta. Ele saiu da área de proteção do acampamento sem hesitar e começou a andar por aí, ouvia sussurros e barulhos estranhos, andava a passos pequenos, mas não estava com medo, sentia prazer por ter feito o que queria, mesmo ninguém tendo deixado fazê-lo, desobedecendo a regras, aquilo seria legal. Mas sua felicidade não durou muito quando uma empousa surgiu, o garoto imediatamente se assustou. Suas garras eram afiadas, tinha uma pata de burro e outra de bronze, suas presas eram assustadoras e ela estava se preparando para devorar Joshua, o garoto tentou pisar no pé dela como sempre fazia quando alguém o assustava, mas o monstro simplesmente o jogou e ele voou pelos ares batendo em uma árvore. A empousa corria para atacá-lo até que uma criatura saiu da árvore para qual Joshua foi jogado. Pelo que aprendera no acampamento, era uma dríade. Sua arma era aparentemente um arco de madeira, mas as flechas pareciam poderosas. Antes que a empousa atacasse o garoto ela fez com que plantas crescessem agarrando o monstro, em seguida atirou flechas na empousa, que, por sua vez, soltou um grito de dor, mas então se soltou e arrancou as flechas que foram cravadas em seu braço, em seguida correu em direção à dríade que levou um chute do monstro foi jogada contra uma pedra. A empousa tentava novamente devorar Joshua, mas a dríade não cedeu e estava determinada a proteger o pequeno garoto. Ela usava seus poderes contra a empousa e atacava com o arco, mas o monstro era forte. Joshua estava com medo daquilo. Nunca devia ter saído de seu chalé, devia ter obedecido aos irmãos. Sempre que ele desobedecia a ordens coisas ruins aconteciam, como quando ele não seguiu as regras impostas pelo pai sobre não mexer nas coisas dele e acabou achando a prova de que ele era um semideus, o que causara um ataque de um monstro e agora sabe-se lá o que havia acontecido com o pai. Joshua fechou os olhos e fez uma oração à mãe, Melinoe. “Por favor, salve-me dos monstros. Por favor, salve-me dos monstros”. No mesmo momento vários fantasmas aparecerão. A dríade começava a ficar cansada da batalha, suas flechas deixavam a inimiga fraca, mas não conseguiam matá-la por completo, porém a empousa também estava ficando sem energia. Os fantasmas que Melinoe mandara para ajudar o pequeno filho estavam fazendo seu trabalho, e quando a empousa já estava cansada e tentava cravar as garras na dríade ela explodiu num monte de pó. Os fantasmas desapareceram e a dríade ofegante fora falar com o garoto: “Ok, você está a salvo. Nunca mais ande pela floresta desse jeito”. Joshua assentiu com a cabeça e falou: “Obrigado!”. A dríade sorriu e falou: “Agora vá”. Joshua olhou apreensivo para o lugar onde a empousa fora derrotada. A dríade falou: “Não se preocupe, não posso me afastar da árvore, mas minhas irmãs estão pela floresta, elas vão ajudar você”. Joshua sorriu e a dríade voltou para sua árvore. O garoto correu pela floresta, chegando ofegante ao chalé, onde permaneceu. Estava com medo do que poderia haver além da proteção daquele lugar.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Dom Dez 29, 2013 3:01 pm

Sua ficha está boa, de verdade, apenas tome cuidado com os erros de ortografia e a troca de palavras ou letras, isso pode confundir e prejudicar o entendimento do seu texto. Você soube encaixar bem a idade do seu personagem tanto na história, quanto na batalha, apesar de a mesma ter deixado a desejar.
De qualquer maneira, bem vindo, fantasminha.
Aprovado.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Seg Dez 30, 2013 12:09 pm

Nome: Jeremy Cooper
Idade: 16
Local de Nascimento: Irlanda
Progenitor Primordial: Hécate
Progenitor Mortal: Hether Cooper
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Dizem que sou um pouco louco, mas tenho a grande certeza que nã sou, só um pouco psicopata, isso não é ser louco, sou amigail, mas só com quem é comigo, gosto de ver outras pessoas sofre, contudo, não gosto de sofre ou gosto não sei. Sou relaxado, mas é só alguém me estressar um pouco e já explodo, sou uma bomba relogia a ponto de explodir.
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Sou do tamanho normal de um adolescente de minha idade, Celos castanhos e cortado estilosamente, olhos da mesma coloração dos cabelos e uma pele branca, não gosto de sol creio que isso seja devido a minha cor o sol me queima, sou forte ao ponto de acabar com alguém só de olhar para mim.
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Grécia 1500 a.C
Esparta e Athenas estavam em uma briga constante entre si do lado espartano lutava um jovem valente, forte e poderoso, ate mesmo para um jovem de 17 anos, seu nome era Hether sua falecida mãe era muito devota dos deuses olimpianos e por este motivo ele também era o jovem tinha o sonho de se casar e tornar-se um devoto de Hera a deusa mais apreciada pelo rapaz. Uma noite ele se encontrava no templo de Hera fazendo algumas oferendas à deusa.
- Ó lady Hera aceita esta minha oferenda e eu só te peço que me der uma linda esposa e que ela mede vários filhos. Disse o rapaz.
Ao sair do templo o homem observava a noite que estava muito bela quando ele foi surpreendido por uma linda mulher a mesma se aproxima do jovem e diz.
- Boa noite meu jovem Hether sua oferenda agradou muito aos meus olhos.
O jovem surpreso com a visita logo se colocou de joelhos e disse.
- Eis me aqui faça o que quiseres de mim.
A mulher sarcástica disse.
- Quero um filho seu.
- Se é oque tu queres que seja.
A mulher beija os lábios do garoto e diz.
- Esta feito.
Em questão de segundos a mulher da à luz a uma criança linda e sombria, o jovem fica confuso ao perceber coisas muito estranhas ocorreruma voz feminina vem em sua cabeça.
“Ela é uma impostora, pergunte a ela qual é o nome dela.”
- Minha lady que mal me faz perguntar, qual seu nome?
A mulher da uma risada sarcástica e diz.
- Sou Hécate a deusa da mágia.
- Eu sei muito bem quem tu eis e não quero nenhuma prole com você.
- Oque esta feito esta feito, tome. – A mulher entrega a criança ao jovem que ao olhar nos olhos dela sente uma pena enorme. – Não posso cuidar dela tenho uma guerra a lutar você fez de tudo para tê-la vai arrumar alguém para cuidar dela.
A dama aprincipio fica pensativa olha para o jovem e a criança e diz.
- Esta bem, esta bem. – Ela estrela os dedos e uma ama de leite surge para cuidar da criança. – ela irá cuidar da criança até o fim da guerra.
- Esta bem. Disse o garoto.
A mulher some e o menino beija a criança e diz.
- Ate logo meu pequeno.
A ama de leite cuidou do garoto por longos 15 anos neste tempo o menino foi treinado em diversas técnicas de combate e resistência física teve que aprender outras línguas fora o grego que era sua língua mãe, na escola ele teve muita dificuldade de aprendizado por conta de seu defect de atenção e para piorar a situação o menino portava uma doença rara relacionada ao sangue que havia muito açúcar, aos seus 14 anos ele se apaixonou perdidamente por uma garota e sobre a luz do luar em um lago azul ele teve seu coração partido e por isso ele jurou aos deuses e a Artemis manter-se casto o resto de sua vida o tempo passou e o fim da guerra chegou, seu pai que sempre tentou se manter presente em sua vida morreu assim deixando o garoto abandonado a ama fez o mesmo ao saber do fim da guerra, seu pai sabendo das condições de vida de sue filho clamou por toda a sua devoção a Hera que tivesse piedade com seu filho mesmo sabendo que a mesma odiava semideuses ele implorou e a mesma concedeu a ele a vida são e salva de seu filho a deusa levou a criança para um cassino muito famoso na Grécia que na época não era tão lotado o famoso Cassino Lotus.

Cassino Lotus tempos atuais.
Hera havia cumprido sua promessa e salvou a criança até uma época onde ela estaria mais segura do que nunca, ela bem sabia que o acampamento Meio-sangue para crianças especiais, que na verdade é um refugio para filhos de deuses com humanos a criança estaria mais segura a mesma mandou um de seus devotos ir ao Cassino buscar a criança e leva-la para o acampamento, todos esses tempos o jovem mantia em seu coração um apresso muito grande por Hera o mesmo fez juras que nunca ia deixar a deusa sem uma oferenda como gratidão ao seu resgate, o menino estava se divertindo jogando uma partida de pôquer quando uma dama de branco entrou no salão e o iluminou por completo a mulher seguiu até  garoto que a seguiu sem pestanejar na frente do enorme Cassino que se localizava atualmente em Lasvegas estava uma linda limusine a espera do menino a mesma deu partida quando todos embarcaram a viagem foi rápida e sem intervenções o menino foi recebido por Sr. D e Quíron na porteira do acampamento.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):
O acampamento é repleto de coisas para se fazer uma em especial é a arena um lugar onde os campistas vão para treinar suas habilidades em diversas áreas como tiro ao alvo, com bonecos, físico ou até mesmo contra monstros e semideuses eu tomei coragem de participar pela primeira vez de um trino com monstro ao meu ver eu deveria iniciar lutando contra uma criatura de baixo nível e ir aumentando ao longo do tempo todos me diziam que para uma primeira luta era preferível lutar contra algum animal menos perigoso eu não sendo besta fui na deles o primeiro que pensei foi lutar contra uma aranha gigante, mas seria muito fácil derrota-la então mudei de opção fui para um cão infernal algo não muito difícil nem muito fácil.
Peço ao tratador que liberte a fera que ao sair fica com os olhos amarelos fixados em mim seu pelo negro e brilhoso reluzia a luz da noite que ia caindo lentamente eu sabia que neste momento os poderes da fera estariam em seu auge e poderia ser fatal para mim ou até mesmo para ele, pois eu também era meio que uma criatura da noite. Na minha mão esquerda eu portava minha adaga de bronze a luz fosca da luz bate na lamina dando a mesma um ar macabro, eu observava frenético o cão babando até que o mesmo resolveu atacar saltando contra mim que não tive outra opção a não ser saltar para o lado e rolar o forte cão acerta o nada a sua frente fazendo a poeira subir giro minha adaga e tento desferir um golpe contra a fera a lamina toca seu grosso pelo e vejo a fera meio que dar um sorriso – Se é que isso era possível. Ela rosna e salta sobre mim me deixando imóvel no chão preso no chão gemendo de dor por conta do forte peso sobre meu tórax eu podia sentir os ossos querendo rachar em um surto de ansiedade e pavor finco a minha adaga na para que estava sobre meu peito a ponta da adaga cravou-se entre os dedos da pata da fera um corte profundo e certei que fez a fera saltar para trás e me libertar por meros vinte segundos tempo suficiente para eu me por de pé a fera sangra na pata esquerda um fluido vermelho muito escuro pingava no chão da arena fazendo um odor de enxofre subir no ar. Aproveitei essa súbita chance então arti para cima da fera que ainda estava atordoada pela dor dou um soco certeiro no fucinho dela que esta úmido e eu acabei encharcando minha mão de baba logo depois finquei a adaga no crânio da fera o furo profundo fez jorrar um fluido viscoso os olhos da fera se reviram o amarelos dos olhos da lugar a uma orbita branca e sem vida a fera murcha até não resta mais nada só um pó branco no chão, limpo a poeira de minhas roupas e vejo que uma de minhas costelas havia quebrado e sigo correndo para a enfermaria onde pedi que um dos filhos de Apolo cuidasse do ferimento, ele me tratou muito bem fez uma compressa de gelo e amarou um talo de madeira em minha costela e enrolou com ataduras sai de lá feito uma múmia, mas me sentindo novo em folha.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Ártemis em Seg Dez 30, 2013 12:21 pm

A sua historia é criativa e interessante, porem encontrei alguns erros de ortografia e a falta de pontuação. Contudo, detalhou bem. Revise seu texto antes de posta-lo, sei que ainda pode melhorar. Bem vindo filho de Hécate.
Aprovado.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Scarlet Mason em Dom Jan 05, 2014 5:01 pm

Nome: Scarlet (Johanne Smirkov) Mason
Idade: 18
Local de Nascimento:Minsk, Bielorrússia.
Progenitor Primordial: Atena
Progenitor Mortal: Johnatan Dmitriev Smirkov Mason

Características Psicológicas
Scarlet Mason é uma garota problemática. Nunca foi bem aceita pelas suas companheiras do colégio interno высокасць Анастасія por ser “diferente”- não se comunicava com as pessoas, raro era que tivesse algum amigo. Preferia a companhia de livros, e com eles aprendeu a viver longe do mundo que nunca sentira ser realmente seu. Por isso passou a ser o que hoje se mostra; fechada (apesar de bem brincalhona se tiver confiança naqueles que a rodeiam) e com um apreço enorme pela vida nas páginas das histórias que seu pai lia para ela quando passava as noites de Natal em casa. Não era a melhor vida do mundo, mas era a única que conhecia. E era feliz com isso.

Características Físicas:
Alta, ruiva e de olhos muito verdes e pele muito branca, Scarlet sempre foi o tipo de garota que se destacava pela aparência em meio a tantos loiros de olhos azuis. Herdara essa aparência incomum da avó, Svetlana, uma eslovena que fugira dos maus tratos do pai alcoólatra ainda adolescente. Sempre tivera o porte atlético por causa da sua segunda maior paixão- Hipismo.De fato atraíra muitos olhares dos garotos nas poucas vezes que estivera fora do internato por causa do seu fenótipo exótico, mas nunca chegara a se apaixonar.

Conte-nos sua História
[Farei em primeira pessoa porque não sei narrar de outro jeito, buh duh]
  Sempre fui uma moça bem comportada. Pudera, nas poucas vezes que era permitido que saísse do Internato eu invariavelmente acabava na companhia do meu pai, Johnatan, e das senhoras que tomavam conta da Biblioteca Municipal Jan de Czarnków. Era uma vida monótona e eu gostava disso. Passava dias inteiros entre milhões de livros, a salvo do mundo exterior. Eram raras as situações que sentia falta de pessoas- realmente, o contato com formas orgânicas de vida nunca fora o meu forte. Talvez porque não me sentisse aceita pelas outras meninas da escola ou simplesmente porque não fosse boa em fazer amigos- de qualquer modo, me sentia mais segura rodeada por papel e tinta do que por olhos e pensamentos.
  Mas por mais satisfeita que fosse com a minha vida, sabia que o meu pai se preocupava comigo. Preocupava-o a sua filha crescer sem nenhum amigo- e pior, sem nenhum namorado. Ouvia-o conversar com a sra. Koliev (bibliotecária-chefe da Jan de Czarnków e melhor amiga do meu pai) aos sussurros sobre o seu medo de que eu nunca encontrasse alguém que realmente gostasse. A maioria dos pais ficaria aliviada por saber que a sua única filha mantia-se longe dos rapazes inconsequentes da cidade, mas não o meu. Preocupava-o que eu não socializasse com outros jovens da minha idade e não desenvolvesse uma vida normal; tinha medo que, assim como ele, entrasse em depressão e vivesse mais um dia apenas por obra dos remédios tarja-preta que tomava. Entendia-o e não podia culpá-lo. De fato ninguém de Minsk despertara os meus olhares- apenas uma vez, quando eu tinha 12 anos... Mas aquilo já fazia muito tempo e fora coisa de criança. Sentimento de verdade? Jamais. E o meu pai sabia disso.
  Nunca pensei que algo de extraordinário pudesse acontecer comigo- afinal,o que poderia ocorrer na vida de uma nerd branquela apaixonada por Carlos Ruiz Zafón? Nada, imaginei.
  Mas eu estava errada. Porque em uma noite, quando voltava para casa mais tarde que o normal por ter ficado na Biblioteca ajudando a sra. Koliev a catalogar os livros novos doados, encontrei o meu pai sentado muito ereto no sofá da sala com uma expressão mortífera no rosto. Seus olhos estavam duros, como se tivesse sido avisado que a terceira guerra mundial se iniciara. Sentei-me ao seu lado e toquei as suas mãos; estavam frias como as de um cadáver. Ajoelhei-me à sua frente.
 - Pai? O que houve? O senhor está gelado.
 Ele apenas me fitou por um instante, e na sombra do seu olhar pude perceber um homem cansado que desistira de lutar contra o mundo. Parecia velho, abatido, entregue. Suspirou pesadamente, como se muito lhe custasse puxar o ar para dentro dos seus pulmões asmáticos.
- Precisamos conversar, filha. Sobre a sua mãe.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
 
  Sempre adorei tempos chuvosos. Eram a melhor coisa do mundo para uma garota que não se importava em fazer o cabelo toda semana gostava de sentir as gotas de chuva descerem pelo seu rosto como o beijo de um alguém que nunca chegara a conhecer. Era o clima perfeito para enfiar-se debaixo das cobertas e ler O Jogo do Anjo até pegar no sono; tinha a aura de paz que fazia com que o mundo lá fora pedisse trégua e os problemas da vida esperassem até o sol voltar. Estava exatamente assim o tempo lá fora; o céu carregado de nuvens cinzentas parecia lançar um manto sobre todo o acampamento, envolvendo-nos com os seus braços nebulosos. Nada parecia se mover; até mesmo o relógio de coruja ao lado da minha cama parecia tiquetaquear mais lentamente.
   No entanto, apesar de toda essa calmaria, minha mente de Filha de Atena trabalhava incessantemente. Havia um zumbido no fundo da minha cabeça que dizia algo estar errado. Não conseguia me concentrar nos meus livros, muito menos no projeto de celular à prova de monstros que iniciara havia um mês e até agora não dera resultados satisfatórios. Sentia um tipo de eletricidade que arrepiava os cabelos da minha nuca e me fazia pensar que um monstro apareceria a qualquer momento.
  Por estar tão agitada optei por sair do chalé e dar uma volta no Acampamento. Poucos campistas andavam de um lado para o outro abrigando-se nos seus chalés, fugindo do mau tempo incomum. De fato era de se estranhar que as barreiras mágicas do acampamento tivessem permitido que nuvens carregadas adentrassem as fronteiras, mas foi o que passou. E ninguém parecia estar gostando disso.
  Perdida em pensamentos, meus pés acabaram por me levar à Arena. Estava completamente vazia (quem seria louco de treinar na chuva?), e as armas abandonadas no chão de terra batida pareciam os objetos de uma peça que nunca tivera o seu desfecho dramatizado. Caminhei entre escudos e espadas, absorta pelo sentimento de solidão que aquela imagem me trazia. Eu podia me imaginar como uma daquelas lanças- fina, lisa e totalmente esquecida. Inútil. Só.
  Um brilho prateado do outro lado da Arena me chamou a atenção. Não parecia ter vindo de lugar algum e sumira tão rápido quando aparecera. Por impulso peguei uma das espadas amontoadas no chão e um escudo que estava ao seu lado. Pé ante pé, fui me aproximando do local onde vira aquele fulgurar prateado. Não precisei me adiantar muito; ainda no meio do caminho percebi uma pequena figura se destacar das sombras que as colunas da Arena lançavam ao seu redor.
  Era uma garota pálida e esquálida duas cabeças mais baixa que eu. Mesmo à distância pude perceber que seus olhos eram muito azuis, quase brancos, contrastando com os cabelos pretos lisos que emolduravam o seu rosto fino. Era linda e não parecia ser muito mais nova que eu; dois anos de diferença, talvez. Imaginei que a luz prateada que vira antes pudesse ter sido o reflexo do seu vestido à luz fraca emitida pelo sol. Não parecia uma inimiga em potencial, mas mantive a mão firme na espada. Nunca se sabe. Garotinhas magricelas indefezas podem ser apenas disfarce para uma empousa venenosa mutante de três cabeças.
Sendo assim, não era de se admirar que eu estivesse uma pilha de nervos quando aquela garota deu dois passos na minha direção e sussurrou:
  - Scarlet Mason?- Sua voz era doce e ecoou por todo o lugar, reverberando nas paredes de pedra e me lançando um arrepio espinha abaixo- Eu estava esperando por você. Por muito tempo. Finalmente... Você chegou.
  Meu primeiro impulso foi perguntar do que ela estava falando, mas hesitei. Aquela garota fez com que algo dentro de mim se revirasse e viesse à tona. Mantive o escudo à minha frente, mas não fui capaz de fazer mais nada. Ela se aproximou mais um passo. Estávamos frente e frente agora. Podia sentir o frio glacial que emanava dela. Observava-me com seus olhos de safira resplandecentes, tão enigmáticos quanto os seus pensamentos. Estendeu a mão e acaricou o meu resto, deixando um fio de prata por onde tocava. Apesar do frio, seu toque me parecia morno, como o acalentar de uma mãe ao fazer o seu primogênito dormir.
  “Toda gente fala de neve com doze metros de profundidade, e do modo como o vento de gelo chega do norte uivando, mas o verdadeiro inimigo é o frio. Aproxima-se em silêncio, mais furtivo do que o Will. A princípio, estremece-se e os dentes batem, e bate-se os pés no chão e sonha-se com vinho aquecido e boas e quentes fogueiras. Ele queima, ah, como queima. Nada queima como o frio. Mas só durante algum tempo. Então penetra no corpo e começa a enchê-lo, e passado algum tempo já não se tem força suficiente para combatê-lo. É mais fácil limitarmo-nos a nos sentar ou a adormecer. Dizem que não se sente dor alguma perto do fim. Primeiro, fica-se fraco e sonolento, e tudo começa a se desvanecer, e depois é como afundar pacificamente num mar de leite morno”.*
  Antes que tivesse tempo de reagir ao que acabara de perceber, a garota me puxou para um beijo. Passou os braços pelo meu pescoço e beijou-me como se soubesse que aqueles eram os nossos últimos segundos de vida. Amassou-se contra o escudo e amarrotou a minha camiseta, tentando ter-me mais para perto de si. Sua aura congelante expandia-se, transformando tudo ao nosso redor em lascas geladas de frio cortante.
  Meus impulsos foram mais rápidos que eu. Assim que percebi o que acontecia girei a espada para cima e cravei-a em um ponto abaixo das costelas da menina. Doeu em mim, e ambas gritamos de desespero. Afastamo-nos depressa, as duas levando a mão ao ponto do ferimento. Mas apenas ela sangrava. A minha dor era apenas um reflexo moribundo do que ela sentira. Cambaleou para perto de mim, moribunda, e jogou-se aos meus pés pedindo com palavras em falso que a ajudasse. Eu queria ajudar. Mas percebera enquanto nossos corpos estavam unidos que a sua presença significaria a minha morte. Minha fria, cruel e lenta morte.
  Ajoelhei-me ao seu lado lendo na aflição de seus olhos que ambas sabíamos que aqueles eram os seus últimos segundos de vida. Gaguejou:
  - Lu... Luna. Não se esqueça. Não se esqueça...
  E fechou os olhos. Seu peito ainda subia e descia fracamente, em um desespero tímido de se agarrar à vida. Fiz o que me pareceu mais justo. Peguei a mão de Luna e desejei que fosse bem recebida no Mundo dos Mortos. Cravei a espada no seu coração. Um último grito de agonia e os lábios de Luna se calaram para sempre.
  Levantei-me. Já anoitecia lá fora. A chuva parara.


* Fragmento extraído de A Guerra dos Tronos- As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Éter em Dom Jan 05, 2014 5:27 pm

Seu teste foi muito bom, muito bom mesmo, sem erros percebíveis. Parabéns!


APROVADA


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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Thomas Friedrich em Qua Jan 08, 2014 12:09 pm

Nome: Thomas Friedrich

Idade: 20 anos

Local de Nascimento: Munique - Alemanha

Progenitor Primordial: Deimos

Progenitor Mortal: Julien Friedrich

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
É um tanto quanto frio em suas ações, não pensando nos outros na maioria das vezes, e sim apenas em si próprio deixando qualquer outra pessoa de lado se assim for necessário. Pouco amigável e bastante fechado em seu próprio espaço, talvez um pouco irritante e ignorante, algo normal para insociáveis. Espera que o amor bata em sua porta como um entregador de pizza, mas sabe que não é assim e mesmo desta forma quase não move um galho para que algo aconteça. Isso tudo pode ser dado pelo homem ter sido criado sem os pais, mas sim pelos tios, juntamente com várias outras crianças adotivas do casal.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Alto, em torno de 1,86 metros de atura, pele clara, devido não gostar muito do sol, cabelos de um tom muito escuro, realmente negro, que podem variar de tamanho, mas normalmente é visto de cabelo até os ombros, relativamente longo para o padrão masculino atual. Um porte físico um pouco avantajado pelos anos de boxe praticado. Seus  olhos são de um marrom muito escuro, normalmente confundido com a cor negra, algo normal para filhos de Deimos.

Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Inicialmente nascido em Munique, uma das grandes cidades alemãs, vindo de um relacionamento entre mortal e imortal... Sua mãe Julien Friedrich se apaixonou por um homem que vira apenas uma vez na vida e até mesmo na morte, se assim posso dizer. Esse acontecimento acabou por uma noite em um hotel local, onde tudo ocorreu, em uma simples noite de amor eles acabaram por gerar o que após nove meses seria um semideus, meio-sangue, ou qualquer outro nome que se possa dar.

A gestação fora bastante problemática que no final das contas acabou com a morte da mãe. O jovem fora criado pelos tios que também adotavam crianças, eram no total cinco crianças, contando com Thomas que nunca pode ver sua mãe em vida, assim como nunca soube quem fora homem que o “fez”, seu pai Deimos, que até ali era um mistério que ninguém sabia.

Anos e mais anos se passaram o garoto de certa forma órfão estudava e ao mesmo tempo praticava um de seus esportes favoritos, o boxe, com isso ele conseguia afastar outros garotos idiotas que de alguma forma o irritavam levando a tona o que aconteceu em sua vida e que o mesmo não possuía pai nem mãe.

Quando enfim seus 18 anos chegaram, ele já era um homem livre para fazer suas decisões e ai tudo começou a acontecer, seu corpo estava estranho, porém nada que o afetasse muito e nem tanto preocupante. Seguiu sua carreira de boxeador até que em um dia qualquer, digamos que em uma luta, um homem estranho apareceu e lhe disse tudo que havia ocorrido, desde aquela noite de sua mãe com Deimos no hotel, até quem era realmente seu pai.

Um tempo se passou depois daquilo e tudo começou a fazer algum sentido em sua cabeça, ou pelo menos estava tudo embaralhado e parecia ter sentido, mas isso o afetou de tal forma que perdeu toda sua percepção por alguns segundo, o suficiente para cair duro no chão depois de um golpe direto em seu queixo, um verdadeiro nocaute que nem ele sabia que tinha ocorrido.

Segundo os médicos daquele local estranho, ele ficou desacordado por no mínimo uns cinco dias e acordou em um tipo de maca em um lugar desconhecido que parecia estar no passado, várias cabanas e seres estranhos com pernas peludas como de um bode e também muitas outras pessoas, jovens ainda, com espadas, arcos e objetos relativamente antigos, não usados na atualidade. O ocorrido mexeu bastante com a cabeça do pobre coitado que ficara pasmo com a situação em que se encontrava.


Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):
Usarei na batalha os poderes de primeiro nível dos  filhos de Deimos e os presentes de reclamação obrigatórios, apenas.


Lá estava eu em meio à floresta atrás de alguma coisa para caçar, eu gostava disso, caçar animais que dão uma boa janta, estava seguro ali, pois era bem perto do acampamento e não tinha o que temer, não deve existir muitos monstros vagando por ai... Esse era o meu pensamento naquela hora.

Já havia passado um bom tempo e nada havia ocorrido, nem sequer um misero javali tinha parecido para contar história e o que restava era voltar para dentro e comer o que era disponibilizado para nós todas as noites, praticamente sem mudanças no cardápio por semanas.

No caminho de volta avistava um pequeno porco selvagem correndo igual louco, parecia estar com medo de algo, não valia apena ir atrás dele, o coitado era tão pequeno que dava dó e ai que me veio a ideia de ver do que ele fugia, e essa foi uma infeliz ideia, não sei realmente por que fiz aquilo...

Em fração de segundos me via sendo jogado contra uma árvore de carvalho, já era noite e mal podia ver o que tinha feito àquilo comigo, ou aquilo era um gigante, ou um minotauro, e sim, era um. Não mostrava ser dos maiores, porém um desses é sempre preocupante, principalmente para um iniciante como eu e é claro que não deixarei tal coisa passar em branco.

Saquei minha lança do pânico e meu escudo de batalha dados pelo meu pai, Deimos, uma das únicas coisas que ele tinha feito por mim que prestava e agora tinha que as usar contra um monstro chifrudo e feio e ainda por cima não poderia servir de comida pra mim.

- Arr... Que ódio. – resmunguei o suficiente para ele ouvir minha voz.

A criatura emanava um cheiro forte e escorria sangue pelas suas mãos imundas. Apenas conseguia vê-lo pelo fato das luzes do acampamento chegarem mesmo que fracas àquela distância.  

Já com minhas coisas prontas nas mãos partia para cima da criatura que “mugia”, ou algo assim. Mesmo pequeno o minotauro tinha uma força bem superior a minha e eu era facilmente jogado de volta para longe dele.  Por sorte, ou não, minhas habilidades de meio-sangue seriam úteis pelo fato de conseguirem reprimir o adversário, o deixando um pouco tenso, em pânico.

Parti mais uma vez, agora com bastante frieza ao bote e o aceitei com minha lança, mesmo que não sendo muito efetivo pelo fato de ter ido apenas de raspão, foi o suficiente para o deixar irritado e vir descontroladamente atrás de mim.

Os anos praticando o boxe serviram para algo nesse momento, enquanto ele vinha em minha direção, pude arrumar a posição do meu corpo usando a intuição de onde ele iria atacar, outra habilidade dos filhos de Deimos, e assim desviar do minotauro o aplicando um empurrão forte com o escudo sendo o suficiente para o mesmo bater na árvore e a derrubar

Tinha duas opções agora, acabar com a vida dele, ou fugir para o acampamento e é claro que a primeira foi a escolhida. Era o tempo de buscar a lança que joguei nele anteriormente que eu levaria para derrotá-lo, porém não esperava que o monstro conseguisse se levantar tão rapidamente, atingindo meu braço esquerdo com um de seus chifres, o que causou muita dor.

A irritação era tanta que talvez o pânico que eu podia emanar aumentou, deixando a criatura quase paralisada dando tempo suficiente para com a outra mão o acertar nas costas, atravessando seu corpo com a lança, deixando o monstro fora de combate e sem vida alguma.
Já era hora de partir e assim fiz, tirei minha camiseta e estanquei o sangue do braço esperando que alguém do lado de dentro pudesse me ajudar.
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Éter em Qua Jan 08, 2014 12:47 pm

Apesar de sua história/batalha terem deixado a desejar, foi bem criativo, só aconselho a narrar um pouco mais as batalhas.

Aprovado

Bem Vindo, filho de Deimos.


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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Liessa Sapientiam em Qua Jan 08, 2014 8:35 pm

Nome: Liessa Sapientiam
Idade: 15 anos
Local de nascimento: New Orleans
Progenitor primordial: Ares
Progenitor mortal: Desconhecido
Características psicológicas: Liessa é uma pessoa de pouca paciência, não gosta de ser contrariada, é extremamente anti social, não tem controle sob suas emoções, é irônica ao extremo, é muito estressada e não tem controle sobre a raiva, não gosta de paty ou filhinho de papai, definitivamente não suporta pessoas que se fazem de coitadinhos, ou gostam de chamar a atenção detesta que digam o que ela tem que fazer, mesmo que ela não faça nada, prefere errar a pedir ajuda jamais pede desculpas e tem certa dificuldade com autoridades é muito agressiva não gosta de brincadeiras de mau gosto ou de gastar seu tempo com futilidades, prefere suas armas e técnicas de luta a conviver com alguém passificamente.
Características físicas: cabelos longos lisos e escuros que vivem numa trança, grandes olhos verdes piscina, sobrancelhas que estão quase sempre arqueadas, rosto bolaxudo, lábios finos e bem atraentes que vivem num sorriso que esconde muito mais do que se imagina, bochechas coradas por natureza, nariz empinado como se realmente fosse melhor que os outros, pele branca com leve tom rosado de forma a parecer uma boneca, estatura mediana porem imponente, pernas magras mas mesmo assim belas, cintura fina, seios médios porem bem formados, fortes braços que poderiam matar sem nem perceber, físico de dar inveja em muita modelo por ai.
Conte-nos sua história: um dia á 15 anos uma criança fora abandonada ás portas de um convento, esta mesma criança fora criada pela madre superior, com o temperamento difícil que carregava, não deixava ninguém em paz, até seus sete anos a criança já tinha aprontado muito, como, por exemplo, bater nas crianças que visitavam o convento, essa era sua brincadeira favorita, outras eram um tanto quanto perigosa, como escalar o teto do convento.Aos sete anos Liessa fora para á escola pela primeira vez, e no mesmo dia já voltou com uma suspensão, esta fora por ter batido num garoto por ter lhe chamado de menina fraca, desde então as coisas só pioraram, aos 12 anos, foi expulsa pela quinta vez em dois anos, e aos 14, já nenhuma escola da região a aceitava, o jeito oi estudar no convento mesmo, o que você pode estar imaginando é que isso não vai dar certo e contrariando todas as chances ela conseguiu, aterrorizou o professor que dava aulas no convento, as freiras já não sabiam mais o que fazer, então decidiram que o melhor seria colocar Liessa num colégio interno até que se formasse. Ao chegar no colégio Liessa já começou arrumando confusão, em sua chegada uma menina com pouco mais de 13 anos lhe ofereceu ajuda com o guarda roupa, ela olhou bem para a rapariga lhe pegou pelo o pescoço e lhe arrastou até a lata de lixo enfiando a cabeça da coitada lá. Logo começou o circo, todo dia era chamada na direção ou por ter batido numa garota ou por enfrentar um dos professores, suas atitudes chamavam muita atenção, os garotos a admiravam e as garotas lhe odiavam, os professores agiam como se não fosse nada, mais viviam discutindo o que fazer com esta problemática novata, ela não estava a nem um trimestre e já causará mais do que a Jennifer Lawrence quando caiu no Oscar, as fofocas rolavam por todo o colégio, alguns diziam que ela era uma delinquente juvenil que estava lá por caridade, outros acreditavam que ela é uma fugitiva da policia, mas todos concordavam que ela era uma garota muito problemática que precisava de ajuda urgentemente antes que fizesse alguma coisa realmente grave, como quando ela perde o controle e começa abater em tudo e todos que está a sua frente sem ao menos piscar, por tanto ela passa a ter seções diárias de terapia com uma das melhores psicólogas do mundo.
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
Estava exausta, praticamente correndo para meu chalé, quando escuto um barulho muito estranho, olho para traz e não vejo nada continuo o meu caminho que coisa estranha parece que estou sendo observada e então um novo ruído se faz presente, isso parece um guincho, penso, cuidadosamente viro-me para traz, quem esta aí? Pergunto, e como o esperado ninguém responde, vou em direção ao barulho, e não poderia ter tido tamanha a surpresa quando vejo dois jovens aos a maços, pior eles estão praticamente pelados, não me aguento de raiva, não acredito que desviei o caminho do meu sono por causa desses dois mais é agora que eles vão desejar ter ido para um quarto e não para o mato, em punho minha espada e grito em plenos pulmões, eu não acredito no que estou vendo, uma piranha e um idiota transando perto do chalé de ares vocês querem morrer mesmo né? Dou uma pausa para recuperar o ar e prossigo, então deixem-me realizar o sonho de vocês, com minha espada em mãos ataco os dois com tanta raiva que posso jurar escutar um barulho de ossos trincando quando dou um golpe no idiota do garoto, a garota até tentar me atacar mas não dou brecha e continuo o ataque largo a espada e parto para a mão mesmo dou um de esquerda e um de direita no imbecil pego a garota e dou um golpe na nuca dela e só paro quando o garoto ta totalmente indefeso em baixo de meus pés e a garotas ferida de mais para me atacar, levanto chamo os filhos de Apolo para ajuda-los e finalmente vou para o descanso da guerreira, afinal de contas eu mereço não?

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Poseidon em Qui Jan 09, 2014 7:40 am

Avaliação:
Uma ficha fraca. Houve erros na escrita de palavras, falta de vírgula e de pontos finais, além de separação de parágrafos.
Sua narrativa não está boa. Tente inovar e atente-se a repetição de palavras, pois acaba empobrecendo seu texto. Também evite conteúdo sexual em seu texto.
Você não respeitou o número de linhas propostas portanto sua ficha já está desclassificada!

Reprovada!

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Liessa Sapientiam em Qui Jan 09, 2014 11:36 am


Idade: 15 anos
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Progenitor mortal: Desconhecido

Características psicológicas: Liessa é uma pessoa de pouca paciência, não gosta de ser contrariada, é extremamente anti social, não tem controle sobre suas emoções, é irônica ao extremo, é muito estressada, não gosta de paty ou filhinho de papai, definitivamente não suporta pessoas que se fazem de coitadinhos ou de chamar a atenção, prefere errar a pedir ajuda, jamais pede desculpas, é muito agressiva, não gosta de brincadeiras de mau gosto, de gastar seu tempo com futilidades, prefere suas armas e técnicas de luta a conviver com alguém idiota.

Características físicas: cabelos longos lisos e escuros que vivem em tranças, grandes olhos verdes piscina, sobrancelhas que estão quase sempre arqueadas, rosto oval, lábios finos e bem atraentes que vivem em um sorriso irônico, bochechas coradas por natureza, nariz empinado, pele branca com leve tom rosado, estatura mediana porem imponente, pernas magras, cintura fina, seios médios porem bem formados, braços magros, físico de dar inveja em muita modelo.

Conte-nos sua história: um dia á 15 anos uma criança fora abandonada ás portas de um convento, esta mesma criança foi criada pela madre superior, com o temperamento difícil que carregava, não deixava ninguém em paz, até seus sete anos a criança já tinha aprontado muito, como, por exemplo, bater nas crianças que visitavam o convento, essa era sua brincadeira favorita, outras eram um tanto quanto perigosa, como escalar o teto do convento. Aos sete anos Liessa fora para á escola pela primeira vez, e no mesmo dia já voltou com uma suspensão, esta fora por ter batido num garoto que lhe chamou de menina fraca, desde então as coisas só pioraram, aos 12 foi expulsa pela quinta vez em dois anos, e aos 14anos, já nenhuma escola da região a aceitava, o jeito foi estudar em casa mesmo, o que você pode estar imaginando é que isso não vai dar certo e contrariando todas as chances ela conseguiu, aterrorizou o professor que dava aulas no local, as freiras já não sabiam mais o que fazer, então resolveram que o melhor seria colocar Liessa num colégio interno, até que se formasse. Ao chegar na escola ela já começou arrumando confusão, em sua chegada uma menina, com pouco mais de 13 anos, lhe ofereceu ajuda com o guarda roupa, ela olhou bem para a rapariga pegou-a pelo o pescoço e á arrastou até a lata de lixo enfiando a cabeça da coitada lá. Logo começou o circo, todo dia era chamada na direção ou por ter batido numa garota ou por enfrentar um dos professores, suas atitudes chamavam muita atenção, os garotos a admiravam sua atitude já as meninas sentiam medo, os professores agiam como se não fosse nada, mais viviam discutindo o que fazer com esta problemática novata, não estava a nem um trimestre e já causará mais do que a Jennifer Lawrence quando caiu no Oscar, as fofocas rolavam por todo o lugar, alguns diziam que ela era uma delinquente juvenil que estava lá por caridade, outros acreditavam que era uma fugitiva da policia, mas todos concordavam que ela era uma garota com muitos problemas que precisava de ajuda urgentemente antes que fizesse alguma coisa realmente grave, como quando ela perde o controle e começa abater em tudo e todos que está a sua frente sem ao menos piscar, por causa de todos estes problemas passa a ter seções diárias de terapia com uma das melhores psicólogas do mundo.


Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado: Estava exausta, praticamente correndo para meu chalé, quando escuto um barulho muito estranho, olho para traz e não vejo nada continuo o meu caminho que coisa estranha parece que estou sendo observada e então um novo ruído se faz presente, isso parece um guincho, penso, cuidadosamente viro-me para traz, quem esta aí? Pergunto, e como o esperado ninguém responde, vou em direção ao barulho, e não poderia ter tido tamanha a surpresa quando vejo dois jovens maltratando um pegasos , pior ele está praticamente morto, sinto o meu sangue subir e não aguento de tanta raiva, com minha espada em mãos ataco os dois com tanta raiva que posso jurar escutar um barulho de ossos trincando quando dou um soco neles, sei que estou em desvantagem mas não paro os ataques, sinto a espada de um deles fazer um corte em um de meus braços, sei que estou sangrando mas não sinto dor só raiva, um deles até tenta me atacar mas não dou brecha, dou um geb de direita, um cruzado, seguido de um gancho, não para com a sequencia, por traz vem o outro que me dá um soco na cabeça, viro me meia tonta pego-lhe pelo braço e pescoço e acabo por aplicar o uki goshi, quando ele esta no chão subo encima e começo a dar sequencias de direita e esquerda sem parar nem por um segundo, vejo que permanece no chão, pego seu amigo e continuo com ele que tenta a todo custo me atacar, só que esta ferido de mais para que isso aconteça, grito pelos filhos de Apolo que demoram para escutar e vir ajuda-los, junto a eles vejo alguns campistas virem para cá mas não dou bola, vou até os estábulos com o pegasos nas costas afinal ele precisa de cuidados urgentes, o pobrezinho tá cheio de feridas por todo o corpo, quanta crueldade ele não deve ter aquentado, fico imaginando. no meu caminho de volta ao meu chalé escuto alguns campistas comentarem sobre o ocorrido e descubro que aquele idiotas são na verdade filhos de Nêmesis e que são muito cruéis com os animais, principalmente os pegasos, sinto ainda mais raiva detesto quem machuca animais sem motivo algum aparente, deveria ter matado aqueles dois e não só ter dado uma surra bem dada, gostaria de poder mata-los mas se fizesse poderia ser expulsa do acampamento e não teria para onde ir, quer dizer eu não seria aceita no convento, não depois do que fiz, então achei melhor deixar por isso mesmo até por que eles vão ficar com marcas no corpo durante muito tempo. Finalmente vou para o descanso da guerreira, eu mereço não?

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Qui Jan 09, 2014 11:47 am

Bom... Para começar você não respeitou o número de linhas, tanto da batalha quanto da história. Sua história não foi criativa, nem a batalha, que foi escrita as pressas com apenas alguns fatos alterados do seu teste anterior. Você poderia ter usado a avaliação anterior para melhorar sua ficha, já que os pontos citados continuam os mesmos.
Reprovado.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Sex Jan 10, 2014 12:02 pm


Ficha de Reclamação.

Eu sou meu próprio inimigo.




Nome: Cedric Henry Frost.

Idade: 17 Anos.

Local de Nascimento: Chicago.

Progenitor Divino: Hermes.

Progenitor Mortal: Helena César Frost.

Características Psicológicas: Desde pequeno, Cedric é bem calado e reservado, prefere guardar o que sente ou o que vive para si mesmo, odeia pensar em perturbar as pessoas com coisas que são de sua própria vida. É um cara muito frio e que pode ser julgado como mal, sem coração, mas quando conhece alguém que realmente goste, ele se transforma, torna-se o homem mais gentil que se possa ver, sorridente e simpático, romântico e protetor, tudo o que uma garota precisa, na sua forma moderada, é claro. Gosta bastante de escrever o que sente, ficar em seu próprio espaço e muitas vezes gosta de extravasar fazendo algum tipo de exercício, não é a toa que conseguiu o cargo de capitão do time de atletismo.

Características Físicas: Cedric é um garoto que tem o corpo definido, sem exageros, apenas alguns músculos mais desenvolvidos devido a sempre ter gostado de esportes, sua pele é branca e um pouco bronzeada, levemente. Seus cabelos não tem uma cor exata, as vezes são negros como asfalto e as vezes louros como os pelos de um mico leão dourado, isso se deu pois o garoto os tingiu (ao ler sua história compreenderás melhor). Seus olhos possuem uma coloração azul meio acinzentada, depende muito da iluminação do local onde ele esteja.

Conte-nos sua história: Na noite em que o garoto nasceu, a chuva caía brutalmente do céu, como se cada grito da mulher que o guardava em seu ventre, fizesse o nível da mesma aumentar. Fora um parto muito difícil e complicado, o pior de tudo, ela estava sozinha em casa. Helena César Frost, uma grande empresária no ramo das tecnologias, suas várias empresas são famosíssimas no país inteiro, e ela vive em entrevistas, jornais e programas de televisão. Como alguém com uma vida tão sociável, poderia estar dando a luz ao seu único e primeiro filho, assim, sozinha? Era o que poucos sabiam, a jovem empresária era tão solitária quanto qualquer mulher solteira de 24 anos do subúrbio. E isso a deixava muito triste e magoada. O pai? Sumira ao saber que a mesma guardava um filho seu no ventre. A família? Não aceitava esse fato, ter uma filha que seria mãe solteira. Contudo, nasceu em 30/08/1996, o jovem Cedric, pesando 3,6 quilos e com uma saúde de ferro apesar de todas as dificuldades. Pós parto foi cuidado pelas empregadas da casa, enquanto sua mãe precisou ir ao hospital, o agitado parto não a fizera muito bem.

Anos se passaram, a jovem Helena agora estava com seus saudáveis 34 anos, seu filho com 10, e só alegrias estavam acontecendo na vida de ambos. Seus empréstimos estavam indo as mil maravilhas, e na escola, Cedric tirava ótimas notas sem contar que fora aceito no time de atletismo, e pouco depois estaria se tornando o capitão. O pequeno orgulho de sua mãe, ele nem sabia quanto um só sorriso a fazia bem. Mas como melhorar o convívio dos dois? Um terceiro membro na família? Por que não? Isso mesmo, Helena arranjou um namorado, este se chamara Phil. Cara mais legal, impossível! Ele gostava de correr e treinar com Cedric, ia na escola dele ficar na primeira fila presenciando todos os lances que o capitão fazia, tirando as melhores fotos e depois? Comentava com ele sobre tudo, tudo mesmo. Ajudava em conselho com as namoradas, sinceramente, Phil era o pai que Cedric sempre quis e nunca teve. Mas sabe como é, nem tudo que é bom dura para sempre. Numa viajem que o namorado de sua mãe fez ao Japão, sofreu um acidente, seu avião caiu no mar e ele veio a óbito. Foi uma tristeza enorme, como o garoto nunca havia sentido na vida. Seu peito doída de forma descomunal, e ele chorava mesmo sem perceber. A tristeza trouxe a sua vida, coisas estranhas. Ou ele estaria ficando louco? Algumas pessoas a sua volta começavam a olha-lo de forma estranha, com olhos que o deixavam suspirante, de medo. Ele tentava conversar com a mãe dele, mas ela estava em depressão devido a morte de Phil e se recusava a dar atenção ao que seu filho dizia.

Em pouco tempo, as pessoas começaram a se afastar do garoto, ele também já não estava muito sociável, queria distancia das pessoas por razões que nem ele mesmo sabia. Perdeu o cargo no time, suas notas caíram e para finalizar com chave de ouro, ele descobriu que sua mãe tinha câncer. Era tanta coisa acontecendo numa só vez que o garoto não sabia o que fazer, ele sabia que sua mãe iria morrer e isto não iria demorar, mas o que ela não sabia, era que ele não queria ficar lá para ver isso. Então, na noite de 21 de setembro de 2010, ele saiu de casa, carregando apenas a sua mochila com alguma comida e dois pares de roupa. Onde ele iria? Nem mesmo ele sabia essa resposta.

Não era nenhum pouquinho fácil andar pelas ruas sozinho, sendo julgado pelas pessoas que passavam, sendo chamado de ladrão sem nada ter feito, não era fácil ser alvo de olhares indiscretos e comentários maldosos. Definitivamente não era fácil. Ele chegou a pedir dinheiro em sinais e ser ignorado, chegou a ter que catar lixo para comer, lixo em padarias, restaurantes, algumas vezes os donos desses estabelecimentos os ofereciam comida, e ele sempre queria demonstrar sua gratidão com algo, como ajudar na limpeza, o que era muito bem vindo da parte dos comerciantes. Mas a cara de criança logo se tornou cara de jovem, o que passaria a ser julgado de drogado e de quem não quer nada com a vida. Você se pergunta, e a mãe dele? Não o procurou? Feito uma louca, eu te respondo. Mas ele sabia o que viria, não queria estar lá para assistir, não suportaria. Egoísmo? Talvez essa fosse a resposta. Ele começou a juntar dinheiro e pintou os negros cabelos de louro, assim poderia passar despercebido, com muita cautela, é claro.

E foi fugindo de detetives, investigadores e das próprias pessoas da comunidade que se juntaram para procura-lo almejando uma recompensa, que ele encontrou uma garota. Seu nome era Cath, e como ele, ela também vivia nas ruas. Os dois então resolveram sair da cidade a caminho de Nova York, sonhavam em chegar lá e conseguir ganhar a vida de alguma forma, por mais que parecesse loucura, foi justamente o que fizeram. A caminhada foi a mais longa da vida do garoto, mas sua companheira e agora irmã de coração, fazia cada minuto valer a pena. Coisas estranhas aconteciam, como vacas peludas querendo ataca-los, alguns caras musculosos de um olho só, outros mancavam reclamando e queriam bater nos dois, mas, por mais que não tivesse experiência alguma, Cedric tentava proteger a Cath. E sempre conseguiam fugir, era estranho olhar para esses seres sobrenaturais, na opinião dos jovens, e não ter mais ninguém que os veja, pelo menos eles calcularam assim. Sempre que eram atacados, as pessoas não davam a mínima, e isso começava a intriga-los. Tempo vai, tempo vem, os jovens resolveram descansar em uma granja abandonada que encontraram. Sentaram-se sobre uma arvore e começaram a conversar, sobre coisas que nunca tiveram oportunidade de conversar, Cedric soube mais sobre o passado de Cath e ela sobre o dele. Eram coisas totalmente diferentes, mas que se uniam numa mesma caminhada. Ela era filha de um deputado e queria fugir por que seu pai entrara para o mundo da corrupção, entendera perfeitamente o que Cedric havia feito, e disse que talvez fizesse a mesma coisa em seu lugar. Ouvindo aquelas palavras, o garoto ficou feliz e emocionado. Mas o tempo corre, e eles tiveram de continuar a caminhar.

Já se passara algum tempo desde que eles saíram da granja, anos até, digamos assim. O garoto estava com seus 16 anos e em dois dias faria 17, a garota, por sua vez, estava com 15. Eles haviam acabado de pedir comida em uma pizzaria e se sentado em um beco para comer, quando um estrondo os deixou atordoados. Um grande e barbudo homem vinha na direção deles portando em mãos um grande machado. Ele só tinha um olho e berrava o tempo todo que iria devorar um filho do mensageiro. Mas o que isso significaria? Nenhum dos dois jovens sabia dizer. Mas quando viram que o grande homem vinha em sua direção, começaram a correr, em direção ao que? Nem eles sabiam. Mas correram como se a vida dependesse daquilo, e será que não dependeria?

Por maior que fosse, ele era rápido, e parecia estar na cola dos pobres jovens que corriam desesperadamente e ofegantes.
- Não da mais para fugir. – Falou Cedric. – Temos que enfrenta-lo.
- Até parece que eu e você vamos conseguir derrotar essa coisa. – Cath respondeu.
Ele caiu na real, talvez Cath estivesse certa, seria o fim deles. Mas assim que tirou o pensamento da cabeça, viu a garota tropeçando e caindo no chão, teve certeza do que iria acontecer. O grande e parrudo homem já erguia seu machado para matar a garota, mas Cedric se jogou na sua frente e a protegeu do golpe, sendo atingido em seu lugar. Suas costas agora estavam completamente machucadas, e havia sangue por todo lado. Suas visão estava borrada, mas ele estava determinado a continuar. A garota chorava gritando seu nome, estava tão assustada quanto ele, mas não o deixou nem por um momento. Ele se levantou com dificuldade e entrou junto a garota em uma ruela, o grandalhão não os poupou e foi atrás gritando e derrubando latas de lixo, roupas e seus varais, tudo o que encontrava pela frente.

Os garotos então acharam o fim do beco, que era sem saída. Olharam para trás e viram seu perseguidor se aproximando, também viram que ele parecia meio cego, não enxergava direito, isso deu aos dois uma leve chama de esperança. Olhando a sua volta, os dois viram alguns pedaços de pedra, um varal que havia sido torado, cacos de vidro e só. Eles tinham de sair dali, e já sabiam o que fazer. Cedric juntou todos os cacos de vidro, enquanto Cath amarrava o varal de uma ponta a outra do beco, na altura do tornozelo do grandalhão. Cedric começou a lançar os cacos de vidro no rosto do grande homem que ficou furioso com os cortes que os mesmos causaram e avançou naquela direção, tropeçando no varal e caindo no chão fazendo o mesmo tremer. A garota começou a jogar pedras na cabeça dele, tentando o apagar, mas não adiantou. Ele pegou uma dessas pedras e se levantando arremessou, fazendo com que acertasse a garota em cheio e ela caísse desmaiada. Cedric se ajoelhou ao lado dela chorando e gritando, de ódio, medo e tristeza. Ela havia sido sua família por todos esses anos. O garoto se ergueu com dificuldade e serrou os punhos olhando o grande homem que já pegava seu machado olhando maliciosamente para ele, iria mata-lo. Concentrou em si toda sua força e começou a correr em volta do gingante que lhe acompanhava com os olhos ficando tonto, com suas habilidades, o garoto conseguiu retirar o machado das mãos do grandalhão e arremessa-lo no mesmo, fazendo com que ele caísse.

Com as costas machucadas e mancando, ele pegou Cath nos braços e começou a correr, antes que o grandalhão recuperasse totalmente a consciência. Sem forças, caiu de joelhos em uma rua, a garota permanecia desacordada em seus braços, o corpo estava frio e tão sem vida que o que ele conseguiu fazer foi chorar desesperadamente, chorar por não saber o que fazer. Uma voz soou em sua mente, der repente: “deixe-a, você tem de ir ao acampamento agora...” Não! Ele respondeu, não irei deixa-la. Pegou Cath em seus braços e começou a caminhar em direção ao litoral, sabia exatamente o que fazer. Seu ferimento doía muito e ele sabia que iria infeccionar a qualquer momento, ou já poderia estar infeccionado, mas quando tocou a areia da praia, sentiu um enorme reconforto, como se estivessem em casa novamente. Carregou o corpo da garota até uma ala onde não haviam pessoas e entrou no mar.

“Que essas águas possam cuidar de você como eu cuidei, e que me façam lembrar de ti a cada momento que toca-la...”
Ele colocou o corpo dela ali e fechou os olhos chorando. A água então cobriu o corpo desacordado dela e uma aura azul o possuiu deixando o garoto com medo e sem reação alguma, o corpo de Cath se transformou em uma medalha. O garoto ficou emocionado e ouviu uma voz atrás de si, que o deixou atento imediatamente.
- Cedric, hora de ir ao acampamento, meu filho.
O garoto se virou e deparou-se com um jovem homem segurando o que parecia ser um bastão com suas cobras aninhadas. Então ele descobriu, era filho de um deus, e teve de perder a única pessoa que tinha para entender. Nada disse, apenas assentiu, e pela primeira vez, abraçou seu verdadeiro pai.



Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado: Quando acordei em meu chalé, pude me deparar com a hora, para ser sincero, já estava quase na hora do almoço. Era meu primeiro dia no acampamento, não queria fazer feio e, mesmo que tudo aquilo fosse novo para mim, teria que levar a vida de agora em diante normalmente, afinal de contas, era com isso que eu teria de conviver.

Passei a mão pelo meu rosto tentando retirar os resquícios de sono que ainda persistiam em me completar, levantei-me lentamente olhando ao redor, o chalé de Hermes era um dos mais lotados do acampamento (a) por que recebia os campistas novatos e (b) por que eles permaneciam até a boa vontade de seu progenitor reclama-lo. Apertei a medalhinha em meu pescoço ainda pensativo e resolvi me dirigir ao banheiro, onde iria tomar um bom e rápido banho.

A água estava fria, mas assim era bom para despertar, vesti-me com uma bermuda jeans e a camiseta do acampamento, ao qual havia ganhado do instrutor Quíron no dia anterior. Peguei minha lança de bronze que estava em meu baú e resolvi que a programação do dia seria: Treinar.

[...]

Meus passos foram rápidos até a arena, recebi o cumprimento de alguns campistas que me parabenizavam pela recente reclamação, mas nada muito prolongado, afinal de contas, eu tinha compromisso marcado com alguns bonecos de palha na arena.

Quando cheguei ao local, me deparei com vários campistas lutando em suas próprias batalhas: uns contra os outros, contra monstros ou até contra os bonecos, que era o que eu em pouco iria fazer também. Apertei um pouco o cabo de minha lança que se encontrava em minha cintura e caminhei até onde estava localizado o boneco mais próximo “Meu primeiro oponente” – pensei.

Não era muito mais alto que eu, apenas alguns poucos centímetros. Ajoelhei-me a sua frente e saquei a lança fazendo primeiramente um corte desajeitado em sua base, que se reconstituiu em segundos. Ergui-me um pouco mais e dessa vez desferi dois golpes: um em sua cintura e outro na altura de seu ombro, ambos superficiais. Subi um pouco mais a ponto de ficar “olho no olho” com o boneco, desferi outro golpe fazendo um pequeno corte em sua bochecha. “Que sem graça” – pensei. Com a lança apontada para o centro do boneco, lhe atingi e ergui a mesma, segundos depois, partindo o boneco ao meio. Virei-me de costas pronto para sair do local.

Quando já estava a cerca de dez metros dali, ouvi um estrondo e virei-me para olhar o que havia acontecido: o boneco havia se reconstituído e agora vinha em minha direção portando uma espada de madeira e uma armadura que parecia feita de bronze, o mesmo material de minha lança. Minha primeira reação foi correr com medo do boneco que vinha a mil me perseguindo, porém, depois de um tempo eu percebi que ficar correndo não iria me levar a nada, além de que todos me observavam com cara de riso, não poderia fazer feio, principalmente por ser meu primeiro treino.

Dei a volta e comecei a correr em direção ao boneco, ergui a lança como havia visto alguns campistas fazerem e estava a ponto de atingir o boneco, porém ele se abaixou fazendo com que eu passasse direto por ele, dei uma segunda volta como um touro faminto por sangue e fui a sua direção novamente, mais determinado dessa vez. Minha lança não estava totalmente erguida e quando ele se aproximou um pouco foi minha chance de erguê-la e acerta-lo na altura do ombro, finalmente havia conseguido, mas ele ainda parecia bem firme.

Parei um pouco ofegante e observei minhas chances, não eram muitas, devo admitir, mas teria de tentar pelo menos. Eu tinha de usar a velocidade, afinal de contas, eu era um filho de Hermes e nossa especialidade sem dúvida seria correr um pouco. Pensei no dia em que estava no beco e um cara muito grande tentou me atacar, lembrei-me de ter corrido ao redor dele até que ele ficasse tonto o suficiente para atacar. Respirando um pouco mais profundamente, comecei a correr em direção ao boneco, minha lança firmemente em minhas mãos e a determinação feroz no olhar. Minha estratégia seria correr ao redor dele até que ele ficasse tonto e assim fazer um golpe certeiro para derruba-lo, o que eu não esperava era que ele me atingisse com um golpe bem na coxa, devo admitir que para uma espada de madeira, a dor fora bastante incômoda.

Ergui-me novamente, mais determinado dessa vez, corri novamente em direção ao boneco, dessa vez de um lado para outro e investindo contra ele em direções opostas, além de deixa-lo confuso, consegui atingi-lo algumas vezes. Para finalizar meu ataque eu saltei sobre o boneco e cravei minha lança no topo de sua cabeça, fazendo com que ela percorresse internamente boa parte de seu corpo.

O boneco havia se desmanchado e eu peguei minha arma novamente, aguardei um pouco para ter certeza de que a batalha para mim havia acabado, ele se reconstituiu, mas dessa vez estava imóvel, percebi que era hora de voltar ao meu chalé e tomar um banho, afinal de contas, não estava muito afim de perder meu primeiro almoço no acampamento.



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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Sex Jan 10, 2014 1:09 pm

Eu gostei muito da sua ficha. :hm:Você se mostrou muito criativo, quase não houve erros, além disso, sua narração foi ótima.
Bem vindo, filho de Hermes.
Aprovado.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Lee Say Hyung em Seg Jan 13, 2014 12:01 pm

Nome: Sayrus Kwon
   Idade: 17
   Local de Nascimento: Seoul
   Progenitor Primordial: Éolo
   Progenitor Mortal: Hwayoung
   Características Psicológicas :
   Sayrus é um pouco tímido com as pessoas, certas vezes o jovem
   fica extremamente vermelho por qualquer coisa ate mesmo se
   olharem muito para ele. Sayrus as gosta de ser muito fofo com seus
   amigos e gosta muito de faze-los sorrirem, Say também e um garoto
   muito mimado que gosta de atenção.

   
  Características Físicas:
  A principal característica física de say e seu corpo
  sarado; Sayrus tem lindos cabelos lisos e castanhos
  claros, tem olhos um tanto pequenos de cor preto
  ele tem a pele lisa e bronzeada dando um ar em sua
 beleza corporal.

   
Conte-nos sua História :



— Não saia daqui. Eu volto logo! — Dizia a garota que eu acabara de beijar.

“Ficar aqui? Hahaha... Até parece!” pensei, então rapidamente saí do centro da pista de dança e fui até o bar. A boate estava bombando. A batida da música era perfeita e o jogo de luzes estava demais. Deduzi que estavam pelo menos trezentas pessoas dentro do local. Lá fora, a noite estava tranquila e serena. Me aproximei do balcão onde estava um atendente todo vestido de branco e com um avental preto. Havia várias opções de drinks, mas como sempre meu desejo era saborear um bom vinho. Sentei na banqueta fixa ao chão e dei duas batidas no balcão para chamar a atenção do atendente.

— Uma taça de vinho tinto, por favor. — Pedi. Tive que falar bem alto para ele me ouvir.
— Você já tem dezoito? — Questionou ele no mesmo tom de voz.
— Claro! — Menti.
— Posso ver seus documentos?

“Pô, que cara mala!” pensei. Olhei para minha direita e avistei um casal de adultos sentados em uma mesa próxima a pista. Rapidamente já pensei em um jeito de sair dessa. Voltei meus olhos ao atendente e fiz a cara mais sem graça de todos os tempos, como se eu estivesse encabulado.

— Tudo bem, você me pegou. Eu tenho apenas quinze anos, mas o vinho não é pra mim. É para o meu pai, que está bem ali. — Então apontei para o casal.

O atendente os observou, mas me lançou um olhar de desconfiança. Dei uma leve risada antes de voltar a falar e tentei manter minha cara de envergonhado.

— Se você tivesse acreditado que eu já era maior eu beberia o vinho aqui sem meu pai perceber, mas como você não acreditou... Fazer o que. Pode me dar então uma taça de vinho, por favor?

Eu realmente era um ator incrível. Sempre me disseram isso quando eu era mais novo e participava daquelas peças de teatro infantis. Porém, acho que o atendente não estava acreditando totalmente em mim, mas tudo bem, o importante é que ele estava derramando a bebida dentro da taça de vidro. Ele se afastou após deixar a taça cheia. Levei a bebida vagarosamente a minha boca, saboreando o delicioso suco de uva gaseificado e alcoolizado. Recebi um leve tapa nas costas de meu amigo, Gregory Spark. Sorri ao vê-lo, mas o mesmo não retribuiu o sorriso. Sua expressão era de preocupação. Pediu-me que fossemos lá fora para conversarmos, dizendo que era um assunto sério, falando que tinha chegado à hora de partir ou algo do tipo, não consegui ouvir direito a última fala devido à música que parecia ter aumentado o volume. De qualquer forma, virei o restante do vinho, levantei e fui com ele até a saída da boate mais animada de Los Angeles.

Já estávamos do lado de fora da casa de festas, mas minha cabeça ainda batia igual à música, além do fato de meus ouvidos ainda não estarem recebendo o som totalmente. Spark começou a dizer que estava muito perigoso continuar vivendo por aqui, que deveríamos ir para um local seguro em Nova York e que me daria mais detalhes durante o percurso. Perguntei por que não estava mais seguro viver em Los Angeles, então ele respondeu que muitos monstros estavam sentindo minha presença. Realmente coisas e aparições estranhas aconteciam pelo menos duas ou três vezes por ano desde que me conheço por gente, mas como assim monstros?

— Stark... Você está bêbado? — Perguntei sério.
— Não, Sayrus! Acredite em mim! Temos que partir agora!
— Partir pra onde, velho? — Indaguei.
— Acampamento Meio-sangue. — Disse ele. — É pra lá que devo te levar.
— Cara, eu já fui a vários acampamentos e detestei todos, prometi a mim mesmo que nunca mais iria em nenhum. Da última vez que fui escorpiões gigantes me atacaram, então... — Eu já ia voltando para a boate quando Spark me deteve, segurando meu braço.
— Você não entende... — Disse ele abaixando a cabeça e a balançando negativamente.
— Saaaaaayrrrus, ssssssua hora chegou! — Gritou algo ou alguém, a voz era meio áspera, porém feminina.

Olhamos para nossa direita e avistamos uma criatura horrenda, com corpo de mulher, porém cheio de escamas, e no lugar das pernas eram duas serpentes que me pareciam ser sem cabeça. A criatura lançou uma rede em nossa direção, mas conseguimos saltar para trás antes de sermos pegos. Observei assustado a criatura que eu nunca havia visto em minha vida, a não ser em livros sobre mitologia, era uma Dracaenae. Eu sabia pouco sobre os monstros, mas tinha convicção de que seu cravasse algo neles eles se dissolveriam, mas eu não tinha nada para feri-la. Então Spark me jogou uma faca, sua lâmina era de bronze e media cerca de vinte e quatro centímetros e na parte inferior da lâmina, próxima ao cabo, há entalhado as siglas do Acampamento "CHB". Gregory ordenou que eu atacasse a criatura e a cravasse em alguma região do corpo para que ela se desintegrasse. Eu estava assustado e temia morrer, mas não tinha opção.

A Dracaenae ativou um escudo em seu braço esquerdo e correu em minha direção. Tentei golpeá-la com minha faca, mas ela se protegeu com o escudo e me deu um soco no rosto. Dei dois passos para trás tentando manter o equilíbrio, mas tomei outro golpe, dessa vez um arranhão, no outro lado de minha face. Gritei de dor e levei minhas mãos ao rosto, mas rapidamente tentei ignorar a dor que sentia e chutei a perna esquerda da criatura e dei mais alguns passos para trás. De repente, um som que parecia ser emitido por uma flauta começou a soar. Olhei na direção do som e vi Spark tocando uma flauta de bambu. Fiquei furioso com meu amigo.

— Spark! Não é hora de...

Não consegui completar a frase quando vi que Spark estava com pequenos chifres em sua cabeça e suas pernas estavam peludas, como se fossem de bode. “Qual era o teor de álcool daquele vinho?” pensei imaginando que eu estivesse bêbado. Gregory começou a soprar sua flauta com mais força e a melodia soava mais rápido. De repente, raízes saíram do chão e prenderam as pernas da Dracaenae. Eu olhava toda aquela cena extremamente confuso, pensei que eu estivesse “bebasso” ou sonhando.

— Agora, Say! — Gritou Spark. — Ataque-a!

Não pensei duas vezes em investir no monstro. Tentei esfaqueá-la em seu abdômen, mas ela se defendeu com seu escudo. Continuei tentando, mas todas às vezes ela se protegia com o escudo, me deixando com raiva. Rangi os dentes furioso e comecei a dar socos em chutes nela, alguns acertaram seu corpo, outros o escudo. Até que uma das raízes prendeu o braço que estava o escudo da Dracaenae. Notei que ela percebeu que estava indefesa naquele momento e tentava de tudo para se livrar das raízes, mas não tinha sucesso.

— Tá ferrada, sua cobra! — Gritei.

Eu sei que “sua cobra” não era a melhor ofensa, mas foi a única coisa que consegui pensar. Esfaqueei ela na região do estômago, depois em suas pernas, depois seus braços, estava me divertindo causando ferimentos graves em seu corpo. Spark desesperado parou de tocar e gritou que estava cansado e implorou para que eu a matasse logo. No momento em que ele parou de tocar, uma das pernas da Dracaenae se soltou das raízes e então me chutou em uma região que somente os homens sabem como é a dor. Bufei devido a dor e levei minha mão esquerda naquele lugar. Spark voltou a tocar sua flauta rapidamente e as raízes voltaram a prender a criatura. “Chega de brincadeira!” pensei. Então a esfaqueei no pescoço, vi sangue verde sair no lugar em que a cortei, depois cravei a faca na lateral de seu pescoço. A criatura berrou e foi se desintegrando até virar pó. Meu amigo caminhou até minha direção com a língua de fora, ele estava suando e exausto. Me deu os parabéns e pediu que eu o acompanhasse. Pediu um táxi.

Quando entramos no táxi, levei um susto ao ver três criaturas horríveis. Pareciam velhas, mas o mais assustador eram seus rostos. Uma só tinha um olho, a outra só tinha a boca, enquanto a outra só tinha ouvidos. Era sinistro. Gregory disse um endereço para elas que eu nem imaginava onde ficava. De repente, o táxi começou a se mover extremamente rápido. Apertei os cintos de segurança e me segurei com as duas mãos no banco do carro. Em cerca de cinco minutos paramos no meio do nada, onde, ao olhar à minha direita, estava apenas uma grande colina. Saltamos do carro e Spark deu três moedas de ouro para as senhoras. Depois começamos a subir a colina, que Spark a definiu como Colina Meio-sangue.

Logo chegamos num lugar muito peculiar a um acampamento de verão, porém, ao invés de avistarmos crianças vestidas de escoteiros ou coisa do tipo se preparando para a noite, vimos crianças todas vestidas com armaduras e fortemente armadas, com espadas, arcos e afins. Meu amigo me levou até um lugar que ele chamou de Casa Grande. Lá dentro estavam duas pessoas. Uma delas era um homem comum da cintura pra cima, mas o restante de seu corpo era um cavalo. Ele sorriu para mim. Já o outro homem parecia ser um pouco mais velho que ele e estava bebendo uma lata de suco de uva, o que me deu água na boca. Esse senhor não prestou muita atenção em mim. Fomos à direção deles e Spark me apresentou. O metade homem metade cavalo era um centauro chamado Quíron, ele era o diretor de atividades do acampamento. O cumprimentei com um aperto de mão. O outro homem era o diretor geral do acampamento, mas o que realmente me animou foi saber que ele era Éolo , o Deus dos ares, e também era o Deus grego que eu mais admirava.

— O-oi, senhor Éolo. — Falei com um tímido sorriso nos lábios.
— Hum... Olá... — Respondeu ele, finalmente me olhando nos olhos e arqueando uma sobrancelha. Logo após completou deixando-me totalmente supreso: — Filho.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Apolo em Seg Jan 13, 2014 12:23 pm

Sério, um dos melhores testes que eu já avaliei. Mesmo que esteja faltando as 10 linhas na batalha, a história compensa tudo. Muito bem. Bem vindo, prole de Éolo.


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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Marshall Strauss em Qua Jan 15, 2014 7:03 am



Enjoy the beautiful things of life,

if you dare.



Nome: Marshall Strauss
Idade:  16
Local de Nascimento:  Mount Vernon, Ohio, USA
Progenitor Primordial: Afrodite
Progenitor Mortal: Dio Strauss
Características Psicológicas: Marshall é um garoto com um estado emocional, meio bagunçado, ele (quando está normal), é calmo, amigável e tenta ser engraçado, só pensa em coisas como fama ou aparência, embora ao mesmo tempo tente aprender tudo sobre luta, já que é outro interesse dele, mas  já em sua outra “personalidade”, é um garoto tímido, excluído, extremamente vingativo, por causa de sua infância, um tanto quanto traumática, chegara a ser diagnosticado como portador de dupla personalidade, embora saiba que não é algo tão simples quanto uma doença psicológica, embora tente controlar isso, ele tem acessos de raiva.
Características Físicas: Assim como a grande parte masculina de sua família,  Marshall é alto, cabelos pretos sedosos, usados em formato de topete, olhos azuis,  porte atlético, estatura mediana, tem uma cicatriz no queixo, que foi causado por uma criatura, enquanto ele seguia o caminho para encontrar a  fazenda que ele vira em seu sonho, cujo qual, fora modelado por Nêmesis, por causa do desejo de vingança, gerado pelo assassinato de seu pai e seus tios.
Conte-nos sua História: Sou filho de um ator hollywoodiano, nasci em Mount Vernon, Ohio, meu pai namorou uma modelo que conheceu enquanto gravava um filme sobre um mundo pós-apocalíptico, infelizmente, segundo meu pai, minha mãe morrera no ato do parto, minha infância foi um total desastre no colégio, pois tinha dislexia e dupla personalidade, sem contar meus acessos de raiva, passei por inúmeros psicólogos, fui taxado de adolescente problemático com necessidade de atenção, como se já não tivesse sofrido o suficiente aos 10 anos meu pai fora assassinado na minha frente, por um monstro, com cabeça de leão e cauda de cobras, assustado fugi para minha casa de meus tios, mais uma vez fui colocado em frente a vários psicólogos, ninguém nunca conseguia acreditar em mim, mesmo eu contando sobre o tal monstro, descrevendo a cena milhares de vezes, sem contar com meus pesadelos que me assombravam toda noite, aquela imagem do monstro sobre meu pai, sua boca toda suja de sangue, até que um dia, quando eu fui tomar água durante noite, bebi a agua e quando olhei para a janela, aqueles olhos felinos avermelhados, que só podiam ser do leão monstro, aquele dia, corri para avisar meus tios, mas era tarde demais, o leão me acertara pelas costas, me derrubando ao chão, fiquei meio desacordado, porem vi toda a cena do massacre de meus tios, embora eu tenha visto a cena toda embaçada, consegui ver uma mulher aparecer, em volta dela, havia uma aura rosa, ela acertou o monstro com um chicote e ao mesmo tempo que o chicote o atingira, o monstro se transformou em um pó dourado, a mulher chegou até mim e disse:
- Você deve seguir ao oeste, até encontrar a fazenda da família James. Eles te acolheram, seguia Nêmesis se quiser continuar vivo, meu fi- Não consegui ouvir o que mais a mulher disse, pois desmaiei, acho que por causa da aura. Ainda não entendi o que aconteceu.
Na manhã seguinte, acordei na casa de meus tios, estava tudo destruído, olhei para o lado e lá estava uma mochila rosa, com um bilhete escrito: “Sei que não é sua cor favorita, mas era o que eu tinha no momento, boa sorte, tente continua vivo.”.  Abri a mochila e fiz o inventario do que eu tinha: Comida, algo realmente importante, algumas moedas estranhas, nada úteis, vou ver se consigo troca-las por dólares mais tarde, um espelho, ao abri-lo ele se tornou uma espada em minha mão, ela era feita de um material que eu não conhecia, se parecia bastante com cobre, um pouco de Blush? Se o espelho vira uma espada, isso deve se transformar em um escudo, mas para um azar voltar, era obvio que o Blush não fazia nada, o atirei o mais longe que consegui, coloquei tudo o que tinha na mala novamente, vi uma porta que não conhecia na casa, com um símbolo, ao me aproximar, algo parecido com uma voz feminina sussurrando em meu ouvido disse: “Nêmesis, deusa da justiça” e então a porta se abriu, era um caminho meio estreito, tinha uma escritura na parede, escrito em francês que dizia: “Pelo caminho da justiça, o filho do amor ira passar, o mais rápido possível o deve cruzar, nenhum monstro o poderá atacar, porem este caminho somente por um dia existira.”  Olhei para trás e a porta havia sumido, havia somente uma parede de tijolos, que logo começou a ser engolido por terra, entendi o que o “Somente por um dia existira” significava, então corri o mais rápido que pode, depois de cerca de duas horas andando, outra porta apareceu, eu a abri, estava louco para respirar um ar puro,  me vi em um campo, ou melhor em uma fazenda, uma garotinha brincava, me aproximei dela e disse:
- Oi, garotinha fofa, qual é seu nome? –
- Eu sou Elisabeth James, e você, moço? –
- Sou Marshall Strauss, posso falar com seu pai ou com sua mãe? –
- Claro, eu vou avisa-lo que você está. – Eu segui a garotinha até a casa, ela andava realmente rápido, ou era eu que estava exausto.
Ao entrar na casa, eu vi uma mulher cozinhando bolinhos, era um cheiro maravilhoso, ela viu minha mochila rosa e disse:
- Oi, garoto, então você é o garoto que veio me ajudar com a fazenda? – Disse ela, piscando o olho esquerdo. –
- Sim, sou eu. – Eu disse devolvendo a piscadela.
- Filha, vai brincar lá fora, eu e o moço temos muito que conversar. – Ela disse, a garota a obedeceu e saiu da sala.
Após isso eu expliquei a minha historia para a mulher, depois de quase uma hora de conversa, ela me disse para tomar um banho e descansar, se passaram alguns anos, eu cresci junto a Elisabeth, que descobri ser somente um ou dois anos mais nova que eu, embora meu espelho magico tenha perdido o poder, quando finalmente minha mãe adotiva, um dia disse que iria nos levar a um local seguro onde passaríamos as férias de verão, um local chamado Acampamento meio-sangue, ela me explicou quem era minha mão, depois da explicação, um símbolo de uma pomba branca, apareceu em sobre minha cabeça.
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado: Estava no chalé 10, fazia apenas uma semana que eu chegara e digamos que meus irmãos não são as pessoas mais fáceis de se lidar, principalmente quando insistem em usar charme em suas palavras, mas uma coisa que me contaram foi a historia da heroína de nosso chalé, Silena Beauregard, embora algumas pessoas em outros chalés digam que ela foi uma traidora, prefiro acreditar na historia de heróis, até porque quando se fala em filhos de Afrodite, pensam na historia de Narciso, mas ele nem é filho de Afrodite, ele era somente uma garoto bonito que era orgulhoso, demais por sinal, e disso o mundo já tem, pensando bem, Nêmesis podia fazer o que ela fez com Narciso mais vezes, mas voltando ao meu dia,  não havia muito o que fazer, pensei em ir colher morangos, mas era chato demais, então tive uma ideia brilhante, vou sair do acampamento, mas vou ficar por perto, só quero ver o que tem do lado de fora, que é tão perigoso, para as pessoas treinarem tanto para sobreviverem, quando abri a porta, minha irmã Jolie que estava se maquiando disse:
- Aonde você vai? – Ela disse sem nem olhar para mim. – Não responda. Se você for sair do acampamento, que é o que eu acho que você vai fazer, me traga um batom vermelho e tira esse sorrisinho bobo de filho de Hermes do rosto, se não qualquer um vai saber que você vai aprontar alguma, tchau.
Fiquei impressionado com o que acabara de acontecer, mas segui o concelho dela, para a qualquer coisa, passei no campo de arco e flechas para ver como Elisabeth estava e digamos que para quem nunca, claro tão bem quanto uma filha de Apolo pode atirar, quando me virei, um garoto estava me observando, o mesmo se apresentou como Vicktor, filho de Nêmesis, ele me disse que ouviu dos filhos de Ares que realizavam a patrulha que havia uma Quimera, o monstro que matara meu pai e meus tios, minha única família, olhei para minha pulceira-florete e meu chicote e pensei “Terei minha vingança, finalmente”, corri desesperadamente até a fronteira do acampamento, tendo em mente três coisas: “1- O que eu vou fazer é totalmente loucura.” “2- Deveria ficar no acampamento, a busca por vingança me fará quebrar 2 promessas, se eu morrer: A de proteger Elisabeth e a de não me vingar.” “3- Dane-se tudo, terei minha vingança e será hoje.”
Quando cheguei na fronteira da acampamento, avistei a tal fera, empunhei meu florete em minha mão direita, estava super seguro com minhas habilidades, pois tinha tido varias aulas de esgrima minha vida toda e  meu chicote (Off: Ambos são presentes de reclamação) no qual não estava tão seguro, pois nunca havia usado um em toda minha vida, investi contra a fera, lhe dando um chute na sua cabeça para chamar sua atenção, ele se virou para mim, encarei seus olhos avermelhados, que me lembravam do dia do assassinato de meus tios, bati com meu chicote no chão, por um breve momento sua atenção foi desviada para o chão, mas logo voltara a mim, investi contra ele mais uma vez, pulei por cima dele, com meu chicote, prendi a cauda de cobras  e tentei corta-la com meu florete,  infelizmente não consegui, no ultimo segundo ela se libertou, hora de usar o plano B, mas obvio, eu não tinha nem o plano A, quanto menos um plano B, então o jeito era usar o instinto, oh não espere, o instinto dos filhos de Afrodite são de moda e não luta, o jeito é improvisar, investi contra ele mais uma vez, amarrei meu chicote em volta de seu pescoço, quando ergui meu florete e cortei o pescoço do monstro, duas coisas aconteceram, uma foi que ele se transformou em pó dourado, mas dois, não ele não virou pó rápido o suficiente para impedir a cauda de cobra a morder meu calcanhar e espalhar seu veneno, cai ao chão, o veneno rapidamente se espalhou por toda minha perna, senti como se minha perna estivesse queimando, minha visão ficou turva, tudo o que eu consegui ver foi alguém me carregando até a enfermaria, me deram algo que chamavam de Néctar e um pouco de ambrosia, desmaiei, em meu sonho, vi a imagem de uma mulher, ela estava segurando uma balança, ela me disse:
- Então, está disposto a pagar o preço da vingança? –
- Não, senhora. – Eu a disse. – Se a justiça deve ser feita, ela deve ser feita por pessoas justas como a senhora, me perdoe.
Onde: Fora do CHB/Mount Vernon, Ohio Com quem: Alone Poderes/armas utilizadas Pericia com chicotes e correntes – lvl 1 /Chicote da paixão e Rapideira do Amor[Presente de reclamação]





Última edição por Marshall Strauss em Qua Jan 15, 2014 3:00 pm, editado 1 vez(es)
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Éter em Qua Jan 15, 2014 8:29 am

Ótima ficha, uma das melhores que já vi por aqui, parabéns.

APROVADO

Bem-vindo, filho de Afrodite.

Atualizado por Melinoe.
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Jaantony W. Vikary em Qua Jan 15, 2014 7:04 pm

Nome: Jaantony Riv Wolf high-Ironjade Vikary
Idade: 18 anos
Local de Nascimento: Ynys Wydryn
Progenitor Primordial: Macária
Progenitor Mortal: Minac ap Caddan
Características Psicológicas: Não sei, e não digo isso simplesmente por me poupar do fato de narra-lo, mas por simplesmente não conseguir distinguir nada daquele homem. E não que ele guarde pra si seus sentimentos, pelo contrario, ele os bagunça de forma que não é decifrável. Mesmo que aparente estar bem e feliz, instantaneamente se volta com raiva e um desgosto que chega a deixa-lo desprezível. Não ama, mas odeia. Sentimentos tão distintos que quando chegam aos seus extremos se mesclam e tornam um só. Depende do dia, da hora, do motivo e da situação. Não sei.
Características Físicas: Neste aspecto ele não nos deixa enganar. É de uma beleza estranha, mas que existe. O corpo forte e cheio de cicatrizes é posto de lado pelo rosto com curvas acentuadas e uma expressão que sempre beira um sorriso. É grande e ágil, esguio eu diria. Com grandes olhos verdes e um cabelo beijado pelo fogo. Vermelho escuro, que lhe cai até o ombro e chega a se misturar com a barba grossa e por fazer que ele tanto gosta e se orgulha.
Conte-nos sua História: – Não! – gritei perante o circulo de pessoas que estavam ali para me julgar. Pareciam estranhamente calmos, mas essa serenidade os fugiu quando a mulher, amante de um Druida se aproximou. A beleza que lhe faltava era preenchida pelo ódio que lhe cobria. Era isso que a tornava desejada.

– Quero que se lembrem que a palavra de um sujo não tem poder sobre a lei – disse calmamente, com uma voz melancólica – Um sujo nem ao menos é considerado um Com-Lingua!

"Os Com-Lingua eram as nove testemunhas cuja palavra tinha peso de verdade na lei: Um lorde, um druida, um sacerdote, um pai falando pelos filhos, um magistrado, um ofertante falando de seu presente, uma donzela falando de sua virgindade, um pastor falando de seus animais e um condenado falando suas ultimas palavras."

– O homem que, considerado sujo, traiu o culto dos Deuses não está entre eles e portanto não deve ser ouvido. – Ponderou. Houve discussão entre os demais e em segundos a sala estava tomada por pequenas discussões. Morgana ergueu o braço coberto por marcas e enquanto a atenção se voltava pra ela o silêncio voltava a reinar.

Era a unica mulher do local, mas estava lá defendendo o posto de seu lorde que viajara. Sem que soubessem que estava vivo, ela tomara seu posto e portanto tinha poder sobre os demais.

– Isso não muda o caso que que Jaantony esteja sendo condenado, Senhora Morgana. O peso de sangue deve ser pago por alguém! Que ele, protegido os Deuses, aceite o fardo e livre-se da acusação ou morra sem se redimir. A história do homem foi contada, jovem. É a sua vez.

[...]

– Eu o matei, sim. E foi ótimo.

Era novo na época e havia fugido do vilarejo que morei. Não por covardia, mas porque eram muitos. Todos foram mortos, inclusive meu pai que usou do próprio corpo para me defender. Vi as tripas do pai escorregando barriga a fora e depois senti o sangue, ainda quente, jorrando do corpo inerte que graças ao peso da lança pendeu sobre mim e ainda acham que eu não me vingaria? Eu era uma criança, sim. Mas me mostraram coisas que naquela idade eu não deveria ver e então, daí, passei a experimenta-las mais de perto.

No mesmo dia aconteceu. Saí de casa sujo por conta do sangue que escorrera sobre e vinha se impregnando. Me escondi na floresta e mesmo apavorado, dormi. Não que aquele sono parecesse normal, mas mesmo assim o aceitei de com grado. Quando acordei era noite e do vilarejo onde a pouco tempo morava, sozinho com o pai, cresciam chamas. A fumaça tomava conta do céu e podia ser vista a distância. Do meu lado, apenas uma espada negra, que não me recordo de ter carregado e um manto, que usei para espantar do frio.

Mas estava cansado e assustado, não me importei.

Me abriguei nas sombras, acolhido e esperei. A espada parecia mais leve do que deveria ser e o punho se encaixava perfeitamente na pequena mão que possuía naquela época. Não dormi. Não conseguia. Foi quando ouvi os estalos causados pelo andar descuidado de um homem que se aproximava. Segurei a espada e ela pareceu se esquentar ao toque...

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:

... enquanto ouvia sussurros vindo de algum lugar. Instantaneamente soube o que fazer. Coloquei o capuz sobre a cabeça e me levantei carregando a espada ao lado do corpo. Me movi sorrateiramente e então, mesmo que sem querer, recebi no corpo os poderes de uma Deusa. Um cheiro doce atravessou a floresta em instantes e eu caminhava, despercebido, atravessando a distancia que nos separava com uma calma desumana.

[...]

– Ele estava possuído! – Gritou um homem mais atrás. Morgana lhe lançou um olhar gélido e ele se calou. Todos prestavam atenção na história narrada pelo homem e sabiam do que se tratava. Os Deuses falavam por meio dele. Morgana acenou para que continuasse e endireitou a postura. Era sua parte preferida na história.

[...]

E então eu o vi. Ele não foi capaz de fazer o mesmo e andava desatento, manso graças ao cheiro que havia o atingido. Portava uma grande espada presa à cintura e estava vestido como um guerreiro. Possuía um gibão de couro e uma armadura improvisada de peles sobrepostas. O escudo virado para baixo estava preso às costas, um sinal de que caminhava em paz.

Um homem nunca deve andar sozinho. Não depois de fazer seu serviço. Na época eu não sabia, mas ele recebia ordens. Ordens de alguém superior e que devem ser seguidas acima de tudo. Mas não se pode contar com a sorte de se aniquilar todos os alvos. Uma pequena criança pode fugir e contar a alguém o que aconteceu ou mesmo se vingar por conta própria. Não o culpo, o erro dele foi se ver de frente a um filho de Macária em plena noite, tomado pelo doce gosto da boa morte enquanto eu estava oculto pelo manto da mãe e armado com uma espada.

Cerca de 10 metros nos separavam e eu me deliciava com a falta de atenção.

Sete metros e eu desembainhei a espada.

Quatro e eu a ergui.

Descobri o capuz que me deixava oculto e desci a espada com a outra mão. Era uma estocada simples e eu não me surpreenderia se ela fosse simplesmente aparada, mas o cheiro não o deixou fazer isso a tempo. Não tão bem como esperava. Ele se virou e a lâmina cortou-lhe a perna antes de descer ao solo. O primeiro talho de sangue escorreu pelo gibão e o marcou de vermelho.

Corri a tempo de escapar da estocada que receberia do homem que se recuperava e sorri da sorte. A noite me guardava. Corri até ele e tentei fatia-lo com o fio da lâmina, que instintivamente foi defendida pelo escudo, que agora já estava em mãos. Parecia que as coisas haviam se dificultado, mas quando coloquei novamente o capuz e desapareci, foi simples.

O primeiro golpe abriu-lhe um talho na nuca, que como todo corte próximo ao couro cabeludo, empossou-lhe o pano da armadura. Segundos depois a lâmina havia atravessado sua garganta e ele caia, se afogando no próprio sangue. Roubei-lhe a roupa e tirei-lhe o de valor. E foi assim que matei meu  primeiro homem.

[...]

– História contada e problema resolvido. Matem o sujo e acabamos por aqui. – Gurniu Morgana. Todos simplesmente assentiram e ela desapareceu da mesma forma que chegou. Sorri. Novamente havia sido salvo pela mãe.


Spoiler:
Comecei inspirado, terminei com preguiça. Espero que entendam que isso se passou na época da criação da Alemanha e que tudo é feito do modo antigo. Não inventei nada, lhes apresento os julgamentos da época tanto quanto os princípios e leis.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Elisabeth James em Qua Jan 15, 2014 7:27 pm

Daughter of the Sun


Nome: Elisabeth James
Idade: 14
Local de Nascimento: Mount Vernon, Ohio, Estados Unidos
Progenitor Primordial: Apolo
Progenitor Mortal: Louise James

Características Psicológicas:

Elisabeth é uma menina doce, carinhosa, tímida e gentil. É ingênua, simples, sincera e honesta. Emotiva, acaba absorvendo os sentimentos dos outros. Altruísta sempre toma as dores dos outros para si, tentando sempre ajudar e resolver os problemas das pessoas. Adora arranjar brigas, embora muito delicada e frágil, insistente e teimosa nunca perde uma discussão, amigável ou não. Convence qualquer um que do seu jeito é melhor com ou sem discussão. De uma maneira fofa não se importa nem um pouco com o que pensam dela, embora se sinta carente com muita frequência por estudar sozinha em casa.

Características Físicas:

Elisabeth tem olhos azuis grandes e gentis que brilham quando vê algo ou alguém que gosta muito. Seus cabelos leves como pluma voam com o vento facilmente quando soltos, da mesma maneira fios longos e castanhos que caiam sutilmente por seus ombros estreitos. Com 1,63 de altura e um corpo bem definido e uma postura tão delicada e sutil quanto a de uma bailarina do mais alto nível. Anda com delicada dedicação e timidez, quando estava na casa de sua avó, com sua mãe, antes de ela se casar com seu padrasto, nos vizinhos, aturava piadinhas carinhosas de seus amigos e vizinhos sobre sua estatura e sobre sua aparente ingenuidade por sua aparência física. Muitos acham que ela parece com uma criança, especialmente quando corre e seus cabelos, ao vento, brilham de encontro com a luz do sol. Sua aparência simples, frágil e delicada faz com que seu jeito gentil de fazer as coisas seja admirado e apreciado por, principalmente, adultos.

Conte-nos sua História:

Eu nasci e cresci em uma fazenda em Mount Vernon, em Ohio. Minha mãe é herdeira de uma grande vinícola. Quando eu era menor, minha mãe contava a história de uma jovem mulher que andava por parreiras no fim da noite, quase no amanhecer, ela andava solitária e sozinha, depois de um péssimo término de namoro. Ao amanhecer, bem ao horizonte, no alto de um morro alto e íngreme coberto por várias margaridas brancas e rosas amarelas, onde o sol tocava a terra apareceu um homem, tão belo e brilhante como o sol ao nascer. Ela dizia que a jovem mulher ficou tão impressionada com sua beleza que apaixonou-se e assim eles ficaram durante um dia. Então ele a deixou, depois desse dia, sozinha e grávida. Minha mãe disse que a jovem mulher amaldiçoou aquele dia porém amou o presente que Apolo, o deus cujo ela amou, lhe dera.

Quando eu era pequena eu não ligava muito para essa história, mas a adorava, toda noite pedia para minha mãe conta-la. Até o meu aniversário de cinco anos, quando um homem apareceu, ele tinha cabelos castanhos e corpo esbelto. Ele disse que era meu pai e parecia ter um brilho próprio, eu não entendi porque minha mãe ficara tão abalada a ponto de derrubar uma travessa com um bolo de chocolate que minha avó fizera para mim. Eu fiquei muito confusa no dia, minha mãe chorou muito e o homem que dizia ser meu pai me deu um presente, um pequeno pingente em forma de sol, ele o colocou na minha mão e a fechou, disse que um dia eu iria entender quem era ele e disse também que não queria que eu precisasse usar aquele pingente. Dei de ombros e sorri, afinal era um presente, mesmo que de alguém que eu não conhecia, ainda assim, um presente. Um ano se passou e minha mãe se casou com um agrônomo muito rico e éramos felizes, muito felizes juntos.

Quando fiz sete anos, algumas semanas depois um garoto apareceu. Minha mãe dizia que não era para acreditar em estranhos, que isso era muito perigoso, mas ele parecia confiável. Tinha o rosto sujo e uma marca no queixo, ele levava consigo uma mochila rosa. Eu brincava na grama, no alto do morro em que cercas com rosas amarelas e margaridas brancas quando ele chegara, perto do pôr-do-sol. Dei de ombros novamente e andei em direção a casa da fazenda, ele parecia exausto, e tentava acompanhar meu ritmo rápido e então, quando chegamos a minha casa minha mãe conversou com ele enquanto ela fazia bolinhos para nós. Ela disse que ele nos ajudaria a cuidar da fazenda e então fomos criados como irmãos.

Uns quatro anos se passaram até que eu e o Marsh fomos para o acampamento, como minha mãe disse que seria um acampamento seguro, longe de qualquer perigo em que eu podia me meter. Como se uma criança de onze anos pudesse se meter em uma briga tão fácil assim, se isso fosse possível eu teria me metido em várias e várias confusões. Marsh era dois anos mais velho do que eu, ele era muito bonito, exceto pela cicatriz no queixo que ele dissera que fora um monstro que fizera tal. Ele descrevera os olhos felinos daquele monstro e sua cabeça de leão, como uma história de terror, toda noite ele me assustava com essa história, sempre me fazendo dormir abraçando-o, com medo de algo acontecer a mim ou a ele.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:

Eu escutava os gritos de minha mãe e do meu padrasto atravessarem a porta grossa de mogno, eram gritos de raiva, que se sobrepunham aos ruídos da chuva forte que batia nas janelas de vidro e a música alta que eu colocara no suporte do iPod, um panda, como uma caixa de som. Meu celular, apoiado na mesinha de cabeceira, desligado, fora de uso havia dois anos, desde que eu fora para o Acampamento. Estava sentada no banquinho do meu teclado havia duas horas, tentando, em vão, criar uma música que acalmasse os nervos da minha mãe, grávida havia dois meses. Minha guitarra estava em cima de minha cama, com os lençóis rosas e brancos bagunçados, uma mochila estava jogada a um canto no quarto, perto de uma montanha de roupas sujas, ao lado de um armário de mogno.

Havia tantas horas que eu ouvia meus pais gritando que eu já me acostumara a estes sons, então, quando pararam de gritar um com o outro, desliguei o som, ouvindo somente o som da chuva forte batendo nas janelas de vidro. A quietude na casa me assustou, eu me levantei do banquinho e apertei o pingente em forma de sol pendurado em meu pescoço. Ouvi batidas na minha porta, fortes, barulhentas, vi as dobradiças da porta balançarem. Senti meu coração bater mais forte e rápido, recuei um passo, engolindo saliva. As batidas pararam, respirei aliviada, porém uma batida, mais forte que as primeiras. As dobradiças se arrebentaram, eu dei um pulo para trás, sentindo meu coração praticamente sair pela boca ao ver uma mulher, com caninos ferozes, uma perna peluda e a outra de latão.

- Você é bonita. – disse ela, com uma voz arrastada e um tanto metálica. Senti o gosto de ferro na boca, sangue, engoli saliva novamente. – Prole do deus do Sol. – ela olhou para baixo, como uma adolescente insegura, colocou os cabelos castanhos gastos e ressecados atrás de sua orelha e então olhou para mim, um olhar feroz – Você é muito bonita. – disse e então atacou.

Ela pulou para cima de mim, eu desviei rapidamente, pulando para o lado, caindo no chão do meu quarto, rapidamente levantei e peguei minha guitarra a quebrando no ombro da mulher que caiu, atordoada. Peguei uma bola de beisebol caída perto da minha cama e arremessei contra a janela, a quebrando. Os estilhaços atingiram meu braço, que protegia meu rosto, o arranhando, peguei minha mochila jogada perto do meu armário e a joguei em minhas costas, pendurada em um dos meus ombros, pulei pela janela. Não era uma queda muito alta, apenas um metro e meio. Joguei minhas mãos para baixo, apoiando meu corpo com a ajuda dos meus pulsos e rolei na grama molhada.

A chuva batia forte em meu rosto, era difícil ver para onde eu andava, o vento jogava as gotas duras e ríspidas em meu rosto, molhando meu cabelo, que batia em minhas costas como chicotes. Ouvi o som de algo metálico caindo na grama e corri o mais rápido que conseguia naquela chuva forte então alguém me deu uma rasteira e eu caí no chão. Rolei na terra molhada, sentindo meu cabelo pesar com a lama, vendo os caninos monstruosos daquela mulher em cima de mim. Arranquei o pingente do meu pescoço, logo o transformando em um arco, atingi seu rosto com o mesmo, ela saiu de cima de mim e abri minha mochila que se transformou em uma aljava, tirei uma flecha de lá de dentro e a finquei em sua garganta.

Rapidamente saí de baixo dela e tirei outra flecha da aljava, fincando em sua omoplata ossuda. Ela se virou para mim, furiosa. Com um arco numa mão e uma flecha na outra, sentindo o meu coração bater forte e acelerado no peito. A vi atacar novamente, rapidamente abaixei, senti suas garras rasgarem minha blusa branca de seda e senti os pingos fortes em minha pele exposta, sentindo o líquido escorrer pelas minhas costas. Então, rapidamente saquei a flecha e a finquei na perna peluda e manca da Empousa, esta caiu e, com um movimento tão rápido quando os ferimentos em minhas costas permitiam, saquei outra flecha e atingi seu coração, vendo a mulher monstro se transformar em pó dourado.
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