TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

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TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Administrador em Seg Out 14, 2013 9:13 am



Bem-vindo(a) Convidado, deve estar ansioso(a) para descobrir quem é seu progenitor ou progenitora, por tanto, queira por favor realizar o teste a abaixo. Queira por favor postar seu teste neste mesmo tópico.
Também pedimos que siga algumas regras, todas localizadas abaixo, assim, as suas chances de passar nesse teste aumentam em muito.
Boa sorte e seja bem-vindo(a) a família do PJO.
 

 
Regras
NÃO PLAGEIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.

Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Progenitor Primordial:
Progenitor Mortal:
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):
 
 

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Última edição por Administrador em Ter Fev 04, 2014 10:20 am, editado 1 vez(es)
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Johanna L. Nikolaevna em Seg Nov 18, 2013 5:40 pm



You and I...We're born to die!
Nome: Johanna Löhnhoff Kügelge Iscariotes Nikolaevna
Idade: 17
Local de Nascimento: Polônia
Progenitor Primordial: Ares
Progenitor Mortal: Monick Jessie Iscariotes Nikolaevna
Características Psicológicas: Johanna é explosiva, desequilibrada emocionalmente, seu mau humor constante vive afetando sua relação com as pessoas e ela não costuma - e nem faz questão de ser simpática com qualquer um, o que quase sempre é visto como arrogância. Não, ela não quer se enturmar, isso requer se importar e importar podem ser fatais para uma pessoa como Johanna. Manipuladora, sedutora e com um charme que poderia ser considerado incorreto para uma filha de Ares. Johanna só se importa com uma pessoa: Joffrey, seu irmão gêmeo. A personalidade da garota é totalmente escondida pela mesma, sempre se mostrando fraca e tola... Mas não se deixe levar, a garotinha Nikolaevna é bem mais do que aparenta.
Características Físicas: Loira, cabelos curtos e lisos, estatura mediana, porém tem pernas longas e até que bonitas. Não tão magra, mas não gorda. Rosto cheio assim como os lábios carnudos e vermelhos, as bochechas são levemente coradas naturalmente e os olhos são hipnotizantes ao extremo. A garota tem uma fina marca roxa no pescoço que é sempre escondida com echarpes ou camisas com gola. Tem duas tatuagens, sendo que uma delas é na lateral do corpo um pouco depois dos seios esquerdo, a tatuagem em letras cursivas diz "Priest do not judge me, but he was so good and so beautiful. I'm just an innocent girl who was tempted by the devil sheets." E a outra é no final das costas, indo até um pouco no inicio da bunda, a mesma é a imagem de uma fada enrolada em uma cobra.
Conte-nos sua História: Uma hora as máscaras caiem Johanna, uma hora as cortinas se fecham e sua vida não será aplaudida... A não ser que você a mude. Esse sorriso já não os engana mais, suas falas ensaiadas já se esgotaram e agora tudo que lhe resta é o improviso. Então mais uma vez você sorri como se não fosse à criança não esperada, como se não fosse à polaca que nasceu em uma das melhores maternidades com todo o destino traçado. Então você sorri como se fosse realmente a russa que diz ser, como se realmente tivesse uma família que lhe ama, mas você sabe que não é assim. Sabe que ninguém realmente lhe conhece, eles batem o pé dizendo que conhecem, dizendo que sabem cada detalhe em você, porém não é verdade criança. Não é possível. Você não deixaria isso aconteceu, por isso sorri e diz os quão exclusivos eles são, mesmo sabendo que estará nos braços de outros em pouco tempo. Sempre foi assim, sempre será assim, o que resta aos quebrados? O que resta aos bastardos? O que resta a você?

Não muita coisa, apenas os restos, apenas aquilo que suas cansadas mãos conseguem alcançar. Uma criança de coração quebrado, de alma pesada e corpo desgastado, uma criança de olhos vazios e sorrisos falsos, é isso que sua mente lhe diz toda vez que sua história lhe passa pela cabeça. Talvez eu deva lhe refrescar a memória, talvez eu deva colocar as cartas na mesa e te mostrar a verdade. Eles não são seus mestres, mas são seus donos, são eles que controlam essa sua mente fraca e debilitada. São eles que lhe tiram a sanidade todos os dias, mas são eles e somente eles que lhe mantém viva. Reze aos deuses por seu corpo Johanna, pois sua alma já está a muito perdida.


{...}

Polônia, uma quinta-feira chuvosa e escura. O vento batia contra todas as janelas da maternidade, o som poderia até ser alto, porém os gritos de Monick na sala de parto superavam qualquer tempestade. A mimada Nikolaevna nunca fora de sentir dor e ter gêmeos era uma dor insuportável para ela, mas ela aguentou, foi forte para que os filhos pudessem vir à vida. E quando o choro do segundo bebê ecoou já estava tudo acabado, todo o destino traçado e as terríveis moiras fazendo seu trabalho. Johanna e Joffrey Nikoalevna, um casal de gêmeos que se odiou desde a primeira respiração. Sem pai ou outro sobrenome que não fosse da mãe, sem conhecer outro tipo de amor além do típico “eu os amo, mas odeio cada parte de vocês” que sua mãe os apresentava a cada dia por quatro anos.

Com quatro anos de idade ambos se viram sem apoio, Monick enlouqueceu e tentou afogar os dois durante o banho. As empregadas tiraram as crianças da mãe e então internaram a garota dos cabelos negros. As crianças foram mandadas para uma casa adotiva, tudo teria dado certo, oh poderia ter dado certo. Os pais eram educados, ricos e amorosos, mas claro que a desgraça tinha que seguir gravada na pele dos Nikoalevna’s, então não demorou muito para o casal ser assassinado a sangue frio. E mais um casal veio e mais um foi. Então o terceiro veio e eles acharam que seriam diferente, pobrezinhos, tão pequenos. Apenas sete anos de idade e já faziam pequenas guerras quando brigavam... E em uma delas um acidente ocorreu. Enquanto Johanna tentava matar o irmão seus sistemas falharam, o sangue em sua boca lhe enviava um alerta de que estava prestes a ter um ataque epilético. O arame se prendeu em sua garganta enquanto a mesma se debatia, e o irmão que antes lhe desejava a morte mais dolorosa que poderia, agora lhe ajudava, tirando o arame com cuidado, segurando a irmã enquanto a mesma caia. Porque era isso que eles faziam, seguravam um ao outro, no único amor que conheciam. Odiando cada pedaço um do outro.

Então o casal lhes devolveu como se fossem brinquedos estragados. Realmente eram brinquedos estragados. Finalmente o quarto casal veio esse sim era uma família de verdade... Era. Foi até os dois completarem dez anos, até que na sala da mansão, um desconhecido lhes cortou pedaço por pedaço na frente de Johanna. Então os dois finalmente perceberam, nunca poderiam ter alguém de verdade, sempre trariam a morte e gostavam disso. Gostavam de como todos choravam e entravam em pânico com sangue, gostavam do caos que se instalava toda vez que uma morte ocorria. Era tudo o que eles queriam. Caos. O serviço social polaco finalmente achou o único parente de sangue que os dois tinham Haymitch Nikoalevna, tio de ambos. Johanna tentou dizer a si mesma que ele seria diferente, que ele não se deitaria nos braços da morte, que não desistiria dos sobrinhos... Ela estava certa, mas nunca havia rezado o mesmo para a mulher de seu tio. Effie, uma verdadeira mãe para a garota loira, morta aos poucos pelo câncer. E lá estava Johanna em um enterro novamente, sempre em enterros, sempre de preto. 14 anos, apenas uma garota assustada e traumatizada sofrendo de uma doença que provavelmente não teria cura.

Não confie na luz. Não dê a mão aos deuses. Não se deixe levar pelas falsas promessas... Não seja estúpida. Ninguém disse tais coisas para Johanna e ela confiou, apertou a mão de seu pai em um acordo sem garantias. Pobrezinha, enganada pelo olimpiano, pela desordem pura. Claro, não ter mais a epilepsia pareciam tão bom... Mas o fogo, descontrolado e lindo sempre estava lá, a queimando, a lembrando e em raras ocasiões lhe ajudando. Então tudo o que a garota poderia fazer era sorrir, fingir e se alegrar. Enquanto Monick se encontrava em uma das melhores clinicas da Inglaterra, Johanna estava na Rússia tentando inutilmente se agarrar ao pouco de sanidade que tinha, deixando ela se escapar entre os dedos enquanto a mesma tentava se segurar aquilo com toda sua força... Mas uma garota fraca como ela não deveria contar com a força que não tem. Então Ares lhe obrigou a ir para o acampamento, Johanna não queria lutar por deuses como eles. Por isso apenas se finge de louca, de mimada, de inútil. Porque sabe que isso lhe safa do pior. Mas Joffrey, ele sim sabe que a irmã poderia cortar a garganta do próprio só para se dar bem. Porque no final das coisas Johanna só anseia ficar viva. Mesmo que há muito esteja morta. Como no xadrez alguém precisa cair para que outro se levante, mas está tudo bem... Se quiser a ver cair então ela será sua China Doll.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:Você já se sentiu deslocado? Fora de lugar? Como se tudo estivesse certo, porém nada fizesse sentido? Bom se a resposta for sim, bem vindo ao meu mundo, nesse exato momento a chuva molha meus cabelos, meus braços estão apertando o casaco enquanto meus pés batem contra a lama pisando em poças sujando e molhando meus sapatos. A ruela de terra estava vazia, silenciosa e provavelmente escondendo perigos em cada canto de sombra esperando vulnerabilidade, uma baixa guarda e eu estaria no chão novamente. Mal percebi que pensar isso já me deixava de baixa guarda, meus pés diminuíram a velocidade sem minha permissão e uma silhueta masculina se tornou visível, minhas pernas pregaram-me uma peça e no segundo seguinte eu estava com a cara no chão tentando não engolir a lama que tentava entrar em minha boca. A mão do garoto estava estendida, eu podia sentir a energia dele, o cheiro que ficava impregnado em cada semideus desde seu maldito nascimento, provavelmente era um filho de Hefesto, quando nossas mãos se tocaram um choque percorreu por todo os dois corpos... Não estou falando no sentindo romântico, eu realmente acabara de dar um choque em um filho de Ares. Levantei-me em um pulo me afastando bruscamente sem me importar com a sujeira que se espalhava por todo meu corpo. - Eu... Por Zeus, eu juro que foi sem querer, isso não era para ter acontecido. - Mas o filho de Hefesto não estava me escutando, seus olhos estavam vermelhos de raiva, ele investiu contra mim com uma espada que eu não fazia ideia de onde tinha surgido, seu movimento fora rápido o bastante para acertar minha bochecha fazendo um fio de um liquido vermelho e viscoso escorrer. Ele atacou novamente, dessa vez me abaixei rapidamente rolando para trás do mesmo, tirei a pulseira que se tornou um bastão e bati contra as costas do garoto, ele caiu de joelhos, porém em poucos segundos estava novamente investindo contra mim. Dessa vez ergui o bastão antes que sua espada me atingisse, comecei a forçar o bastão para frente a fim de afastar a espada dele do meu rosto, seu pé deslizou na lama fazendo ele se afastar, olhei para um poste de metal que havia ali, não acreditava que faria isso, porém aqueles anos de ballett deviam servir para algo. Corri sem se importar com a lama ou a chuva e me segurei no poste correndo pela parede tipo no matrix sabe? Bom, continuando, me suspendi no ar e dei um chute na nuca do garoto que caiu de cara na lama, sem querer perder tempo sai correndo e afundei mais ainda sua cara nela o fazendo engasgar com a lama, fiquei segurando sua cabeça até perceber que ele havia parado de respirar e seu coração de bater. Suspirei pesadamente e limpei meu rosto saindo dali, não sem antes pisar no corpo morto do garoto.

PS: Sou péssima em lutas.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Apolo em Seg Nov 18, 2013 5:56 pm

Sério, deuses Olimpianos (eu \o/). Sua ficha é uma das melhores que eu já vi *--* Sua escrita é muito boa, descrições melhores ainda, enfim, continue assim e bem vinda ao chalé V, prole de Ares ^^

Aprovada \o/


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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Eyria V. Machiavelli em Seg Nov 18, 2013 8:44 pm

OBS: Me desculpo previamente por qualquer erro cometido. Não sou boa narrando batalhas e treinos, fator que me levou a utilizar-me de algo original já pronto e apenas modificar. Sofri um caso de bloqueio criativo no dia de hoje, o que me levou a retalhar e modificar várias fichas de diversos personagens originais somado a uma história inédita. Em caso de necessidade, existem formas de provar que todo o conteúdo presente na ficha pertence a mim.


Oh Lord Heaven Knows



Nome: Eyria Valentine Machiavelli
Idade: 18 anos.
Local de Nascimento: Itália.
Progenitor Divino: Melinoe.
Progenitor Mortal: Cassian Machiavelli.
Características Psicológicas: Eyria é inconstante e assombrada ao tempo que é dócil e adorável. Pode alternar-se de glacial e desalmada para uma pessoa completamente distinta, disposta a ajudar e consolar. Seu maior defeito é também sua maior qualidade, sendo esta a sinceridade desbocada. Toma como base para a vida a lógica de “se fosse movida pelo medo, todas as coisas que fiz até agora jamais teriam ocorrido”. Outro interessante fator é que a garota resguarda em seu interior uma imensa tristeza, talvez até sem explicação, algo nato que carrega consigo desde sua primeira respiração.
Características Físicas: Tal e como uma porcentagem generalizada de sua família, Eyria tem os cabelos platinados e olhos azuis, acompanhados de uma sedosa pele pálida que herdou da mãe. Tem os traços faciais bem demarcados, tal e como o resto de seu corpo, sendo alta e esguia, porém, dotada de uma elegância felina que recai principalmente sobre as delicadas e leves curvas que oferecem uma grácil forma a seu corpo. Apesar dos traços delicados, a garota costuma alterar isso na face, carregando os olhos com uma maquiagem escura que nubla os ares de docilidade, sendo os contrários a este de sua preferência.
Conte-nos sua História:
O tempo se ralentizou, tudo passou muito depressa. Alanis fechou os olhos, respirou por última vez. Seus batimentos cardíacos cessaram e a vida se esvaiu dela. Tudo o que Cassian conseguiu fazer foi observar, parado, como se fosse apenas uma testemunha não viva, como se fosse apenas uma ilusão o que ele estivesse vivendo. Boquiaberto, desolado e por fim em um choque de realidade, murmurou um “não” e sentou-se sobre o sofá onde passara o dia, observando a cama, agora após certo tempo, vazia. Sua amada, a que cobria o buraco em seu peito que por ela havia sido deixado, agora já não estava.

• • • •

“O homem esquece mais facilmente a morte do pai do que a perda do patrimônio”
-Nicolau Maquiavel-

I'm so tired I can't sleep
I'm a liar and a thief
Sit and drink Pennyroyal Tea


Acontece que a pura verdade apenas sucede. Não existe prévio aviso ou algo para adiantar a situação. O que é doloroso, pois às vezes a própria morte pode estar batendo as suas portas de forma surpresiva. Ela simplesmente derrubará as paredes, atravessará as portas. E logo pegará sua alma.

Água benta? Mil exércitos? Nem sequer tais apelos podem-na deter. A resposta correta é apenas sentar e esperar calmamente. Como se fosse assistir o fim do mundo ao tempo que descansa. Apenas aguardar ao fim.

Sente-se e beba um chá, acompanhe como preferir.

O ponto é que, não estou deixando em claro a história. Palavras confusas, orações sem sentido, falta de coerência. Voltando ao inicio, ainda assim, nada fará sentido. Mas de todas as formas, tentarei. Era uma vez...

• • • •

O pesadelo ainda era vivido, a memória, tão real que parecia estar ali naquele momento. Ao vivo, tingida de escarlate, nublando-lhe a visão. Via a si mesma, a si mesma e a uma mulher vermelha, porém, não nítida, não completa. Apenas um fantasma, ou a senhora deles. Sua forma parecia tremeluzir, e em seu todo, concretizava-se seu pior pesadelo: Alanis, sua “mãe” com a beleza completamente arrancada. Os olhos fora de órbita, no sentido mais literal, pois estavam em suas mãos. A boca destruída, em um enorme sorriso atravessado. Um sorriso que jamais sairia dali. No pescoço, antes branco fino e delicado, arame farpado fazia papel de colar, arranco destelhos do sangue seco contra a tênue iluminação do sombrio local. A mulher parecia tentar falar, porém, não conseguia. Cada vez que tentava pronunciar uma palavra, o elixir de sua vida, ainda inacabado, manava a borbotões do pescoço e da boca. A mulher então estendia uma mao na qual se notavam ossos e veias negras, tentava tocar-lhe a face em gesto penoso, como pedindo ajuda. E então, tudo mudava. Eyria via a si mesma, anos antes, trajando uma longa túnica branca com belíssimos detalhes abstratos em vermelho. Detalhes abstratos? Não. Manchas de sangue. A alegre garotinha corria por um corredor escuro, os olhos azuis observando tudo de forma frenética, os cabelos claros contornando-lhe a pálida e dócil face. Parando em frente a um espelho, a pequena observa seu reflexo e abre um enorme sorriso, um sorriso cruel.

“Apenas continue sorrindo, eles nunca saberão onde você esconde os corpos”, dizia a si mesma a pequena, observando o distinto reflexo que a mostrava nos dias atuais, com a mesma túnica e o mesmo sorriso. E aquilo era certo, pelo menos ali. As lembranças, algumas reais, outras frutos do pesadelo, começaram a surgir. Ninguém nunca saberia. Ninguém além dos que haviam ido até lá levemente entorpecidos, guiados pela garota entre beijos e sussurros dóceis. Ninguém além dos que ali haviam perecido. O local havia sido descoberto muito tempo antes, quando a garota ainda era apenas um anjo intacto. Explorando o mais novo lar, no último nível do subterrâneo da mansão, por um acidente havia encontrado uma porta de ferro atrás do enorme espelho de entalhe vitoriano na moldura de ferro. E também por acidente, havia conseguido abri-la. No momento em que entrou, havia se sentido desesperada ao encontrar vários cadáveres ali. Reprimiu a vontade de gritar e sair correndo e chorando do local para avisar alguém sobre o que havia encontrado, motivada pela ignorância que lhe era dedicada. Após alguns minutos acalmando-se, dedicou-se a recorrer o local e memorizar o caminho. Por algum motivo, sentiu que aquilo ainda seria útil. Não os cadáveres. O amplio local dedicado a dar-lhes aquele destino e armazená-los. Certa novamente.

A garotinha então, como esperado, fez o que seu maldoso reflexo lhe plantava em mente: voltou ao passado, a seus trágicos dias. Correu o espelho e cruzou a passagem, observando ao redor. Tudo como sempre. Morte. Almas penosas, em busca de liberdade. O monstro era ela, ali, novamente, observando as pessoas vítreas e indignas de pena. Tanta impiedade impune, tanto frieza no ar. Tudo isso frente a apenas uma assombrada garotinha.

Como se tivesse sido dividida em três (o passado, o presente e o além), ela apenas corria os olhos pelo salão ocultando o desprezo que sentia. Observava a todos e cada um com indiferença. Adulações vazias, adoração estúpida, únicas coisas das quais se podia lembrar. Todos esses fatores provocavam náuseas na garota, tiravam-na do sério e aumentavam seu ódio por todas as coisas ocorridas ao longo do tempo. Por tudo o que havia tido de agüentar, mesmo que não se importasse, ela guardava rancor. Rancor que descontava em seus surtos, quando atraia aos demais para seu jogo. Quando os enganava e fingia ter prazer em conhecê-los para logo deixá-los com um enorme sorriso vermelho. No pesadelo.

Mas afinal, qual era o sentido de tudo aquilo? Por algum motivo, todas as noites, sempre que aquele terror noturno aparecia, ela se perguntava isso. E conseguia a mesma resposta. Memórias.

• • • •

Cassian Machiavelli. Rico, poderoso, atraente. Tudo aquilo que todos anelam na vida. Tudo aquilo do que se acreditava precisar para viver plenamente. Exceto o amor. Aquele sentimento que desgasta, corrói, acaba. Aquela coisa que dilacera de dentro para fora, ou em casos, o inverso. Aquilo que te faz sangrar, sofrer e sentir dor. Aquilo que todos procuram. Aquilo que ele não conseguia encontrar em longo prazo. Até que ela apareceu, com seus longos cabelos, olhos claros e pele sedosa. Com aquela voz dócil e penosa, aquela com a qual sussurrava promessas e frases bonitas. A voz que contava mentiras, as melhores já ouvidas. Aquelas mentiras que dão esperanças vãs, aquelas que todos sabem o que são e mesmo assim as adoram. Ao som dessas mentiras, ambos os corpos se fundiram a pleno amor e ódio, unindo assim não só o físico e sim o total, a alma, o sentimental. E com isso, após o fervor da paixão, ela desapareceu. Sem dar pistas ou notícias, sem sequer deixar seu nome. A única lembrança que mandou chegou tempos depois, em uma cesta dourada, envolta em mantas, deixada na porta.

“Lembre-se”, dizia o bilhete. Apenas. E Cassian lembrou-se de seu primeiro amor. Sua amante, sua confidente. Mesmo que por uma noite.

• • • •

Era cruel observar a pequena menina, tão frágil, tão inocente. Era triste ter de olhar e ver nela quem um dia tanto amou. Quem por tanto tempo preencheu sua mente e então apenas desapareceu. A pequena não levava a culpa, de forma alguma. Na verdade, era o maior logro, o maior orgulho do homem. E ele a cuidara e protegera, porém, não só. A dor passara, a memória se fora. E seu coração havia deixado em aberto o espaço de um novo amor. Bonita e jovem, beijada pelo fogo. Olhos verdes e sagazes. Com seus sorrisos suaves, sua inteligência e seu modo de enrugar o nariz ao falar haviam sido alguns dos fatores que haviam tocado o coração antes dilacerado de Cassian. O amor consolidou-se e logo o matrimonio. Alanis, o nome dela. Breve e raro, tal e como a mulher. Dócil na pronuncia, quase como um suave rugido ao pé do ouvido. Fatores que provocam fúria quando se renega aos deuses.

• • • •

O tempo passara e como esperado, a vida de Eyria fora se consolidando. Perante a ausência da mulher que lhe dera a luz, havia tomado como sua verdadeira mãe a Alanis, quem se encantava com o fator e aos poucos se acostumou, passando a tratá-la como se fosse realmente sua filha. O carinho mútuo entre ambas era impressionante, fator admirável entre a madrasta e a menina. Porém, nem a todos agradava esse amor, essa compreensão. E com isso Alanis aos poucos adoeceu. Era instável e passava grande parte de seu tempo em cama. Ninguém sabia o que ali havia, ninguém sabia pelo que ela passava. Nunca se descobria a enfermidade, nunca se chegava a um tratamento. E assim, aos poucos, a mulher era levada, morrendo por dentro. Eyria acabava-se vendo sua “mãe” naquele estado, fator que a levava a sentir-se culpada. Durante um desses pequenos surtos, a menina fugiu de seus aposentos, correndo para o subsolo sob o pretexto de explorar a nova casa. Nessa fuga, encontrou o espelho e os cadáveres. Contudo, não matava. Ali, iniciaram-se apenas os tenebrosos sonhos.

• • • •

Alanis havia morrido. E todos os dias a menina ajoelhava-se frente a seu túmulo, chorosa e imersa em tristeza. Sentia falta dela, sentia a dor da perda. O pior havia sido ver como a vida da mulher era tomada lentamente e não de forma súbita. O pior havia sido olhar nos olhos da morte e escutá-la sussurrar “Acabou. Você perdeu”. E assim tudo seguira. Por anos. Cada vez mais entristecida, Eyria recorria o caminho desde seu conforto até o túmulo. Lá chorava e conversava com o nada, esperando uma resposta. E depois, ia até o espelho e observava seu reflexo, sem coragem de atravessar a passagem oculta atrás dele, sempre temendo o que ia encontrar. Porém, um dia, isso mudou e ela o fez. O local estava vazio, com sinais claros da inutilidade secular. Estranhando a situação, saiu dali e voltou a fechar a passagem com o espelho, observando seu reflexo com seriedade. Espantada, pode ver como o mesmo abrira um sorriso cruel e rasgara a própria garganta, abrindo um segundo sorriso vermelho. Ela piscara atordoada, percebendo que tudo havia sido apenas um fruto de seus próprios medos. Seus demônios interiores. Seus eternos fantasmas.

• • • •

Sua vida continuara, quando os sonhos se tornavam cada vez mais realistas e frequentes. Mostravam o que havia sido, o que é e o que poderia ser algum dia. A atormentavam e faziam com que a mesma permanecesse acordada por dias, desencorajada a dormir. E assim estava ela, quase quebrando seus limites, porém, havia adormecido.

• • • •

Entre gritos, Eyria sentara-se assustada na cama, quase podendo sentir o sangue em sua pele, quase podendo ver a mulher e suas demais realidades. Piscando freneticamente, pode ver que ainda estava em seu quarto, imersa no silêncio e na escuridão. Nada havia acontecido, nada iria acontecer, além dos frequentes tormentos. Tudo estava bem. Por ora. Quem era o culpado daquilo? Com toda a certeza, não eram nem seu pai nem Alanis, mas sim a deusa. Aquela que deveria amá-la e cuidá-la, e o fazia. De modo estranho. A culpa recaia sobre os ombros da rainha dos fantasmas, aquela que faz o que deve ser feito. Pois ao homem fácil mais é culpar e ofender aos que amam do que aos que temem. E a seu modo, Eyria amava a desconhecida mãe. Aquela que em frios dias de inverno, com o coração de pedra apertado, a havia entregue e abandonado, sem deixar de cuidá-la por sequer um momento.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado):Entediada e já cansada de permanecer no chalé, a filha de Melinoe decidiu treinar. Ela era boa no que fazia, porém, sempre se podia melhorar e aprender mais, aumentando habilidades e destreza.

Levantou-se, colocando suas roupas completamente escuras como de costume, pegou a lança e dirigiu-se a arena, com planos  de treinar brevemente acertando bonecos.

Chegando lá, deparou-se com outro semideus que treinava sozinho. Com um sorriso forçado na face, escorou-se em um dos bonecos utilizados nos treinos.

-Não vai conseguir muito massacrando madeira e palha..._Comentou de forma sarcástica_

O outro apenas observou-a com um sorriso idiota, o mesmo de sempre enquanto colocava-se em posição de ataque.

-Então, minha cara, creio que posso tentar com carne e ossos._Disse ele incitando-a a lutar_

A garota sorriu da forma mais cruel que conseguira o que era bastante. Acariciou levemente a arma e teve uma bastante boa idéia, deixando implícita a aceitação para a luta.

"Nada de dominar palha por hoje, a sede de batalha abrasa minha garganta", pensou.

Ela deslizou a mão pelo cabo da arma e segurou-a com forca e talvez certa violência e fanatismo. Uma boa luta com digno oponente nunca se podia deixar de lado.
Ao notar que ela não se movia, o garoto pensou que esta estava distraída, atacando-a a uma velocidade impressionante. Eyria o superou, e parou a estocada com a lança, logo a separando da arma do oponente e girando sobre si para tentar atingi-lo pelo lado. Não funcionou, o garoto também era rápido.

Tentando algo mais engenhoso, o jovem tentou usar o método de afastar Eyria para colocá-la contra algo. A jovem notou precipitadamente o que estava sucedendo e seguiu a corrente do outro. Em último momento, desviou-se do local e deixou o outro preso. O experto conseguiu escapar, porém, não antes de ser acertado 5 vezes com a lança e ter ganhado algumas leves queimaduras.

Continuando a dança de espada contra lança, ambos giravam e se atingiam, conseguindo provocar raspões e cortes um no outro.

O garoto novamente conseguiu acertá-la utilizando um golpe com quebra, isto é, iniciou a estocada que iria ser parada pela lança e desviou seu rumo para baixo, continuando o movimento que deu-lhe na perna. Ela tambaleou-se brevemente para logo, acertá-lo nas costelas do lado esquerdo com o cabo da lança, arrancando um estralo terrível. O jovem contorceu-se de dor e soltou algo semelhante a um grunhido, mas de todas as formas, seguiu lutando.

Com certa raiva por ter se machucado, o garoto avançou contra a garota, utilizando uma violenta estocada que a mandou para trás e quase a fez cair ao chão, porém, está se deslizou rápida como uma serpente e suave como águas em calma para o lado o oposto.

O jovem tentou acertá-la novamente nas pernas, mas esta pulou e girou, acertando a face do outro com um chute, que deixou-o com mais raiva ainda.

Em um momento, algo chamou a atenção de Eyria por algum motivo. Um vulto entre as árvores. O garoto aproveitou para derrubá-la, porém ela como sempre ágil e veloz, conseguiu manter-se sobre um joelho.

Assim, continuou a breve luta, com a garota no chão parando todos e quaisquer golpes enquanto trocava os joelhos e se movimentava alguns centímetros por chão, enquanto o outro em pé lançava golpes sem acertos.

O outro semideus, aproveitou que Eyria encontrava-se com um dos joelhos no chão e lutava com uma lança, para com sua espada, lançar uma estocada que em batalha séria poderia matá-la. A garota, notando a arma vinda em sua direção, utilizou sua alta destreza, parando o golpe com o cabo da lança e girando a mesma em circulo para cima, arrancando a espada de seu oponente das mãos do mesmo. Com um movimento ágil e felino, estirou a perna que permanecia no chão em um movimento de semi-circulo, atingindo os pés do outro e derrubando-o. Levantando-se em segundos, girou a lança e colocou o extremo contra o pescoço do oponente e abriu um sorriso gélido, carregado de ironia.

-Em uma batalha real, você estaria morto._Com essas palavras, girou a arma e a colocou em ristre piscando para o outro ._

Deu as costas ao jovem jogado ao chão, indo direto para a enfermaria para curar os cortes que haviam ficado em sua pele.
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Joffrey L. Nikolaevna em Seg Nov 18, 2013 10:00 pm

Nome: Joffrey Löhnhoff Kügelge Iscariotes Nikolaevna
Idade: 17
Local de Nascimento: Polônia
Progenitor Primordial: Ares
Progenitor Mortal: Monick Jessie Iscariotes Nikolaevna

Características Psicológicas: Joffrey é cheio de segredos e mistérios, nunca se sabe o que se passa na cabeça do garoto. Na frente de quem interessa o loiro é uma pessoa, quase como um impostor, e quando não está sendo vigiado, ele tenta ser alguém condizente com seus pensamentos internos. O garoto não é muito comunicativo, o máximo que se consegue de reação dele era por meio de olhares, penetrantes. Parece que se você deixa de usar um sentido acaba por aprimorar outro. A língua sumiu, mas os olhos viraram de águia: ele está presente, apenas observando, tomando notas mentais de tudo e todos. E embora ele não seja capaz de se expressar, ele tenta ajudar as pessoas, concertando seus problemas. Ele ama, mas qualquer tipo de amor o sufoca, exceto o de sua irmã Johanna. Questiona para que serve o amor. Ele não pode ter nada de bom, uma vez que ela não consegue captar os sentimentos que ele causa. Ao mesmo tempo em que se dá o trabalho de se importar com as algumas pessoas, ele passa a brincar com outras. Parece que não quer relacionamentos, passando até a relutar a ter amigos. Tem distúrbios sadomasoquistas e certo grau de depressão, como problemas com drogas e bebidas. Por isso precisa sempre de reafirmação. Gosta de viver no seu canto e não quer aproximação de gente, procurando não se importar com os sentimentos dos outros. Silencioso, manipulador e muito observador, Joffrey mostra que pode ser muito pior do que qualquer outra pessoa quando quer.

Características Físicas: Loiro, cabelos curtos e lisos, estatura mediana e corpo atlético. Rosto meio quadrado leva feições fortes e marcantes. Os pulsos com marcas roxas mostram o dia que desejou dizer adeus mas não conseguiu finalizar isso. Tem duas tatuagens, sendo que uma delas é no pulso e leva o nome da irmã unido ao simbolo do infinito. E a outra é nas costas, sendo a imagem de asas, em homenagem ao seu anjo quebrado. Mais uma vez a irmã.

Conte-nos sua História:
Há sempre um caminho a seguir, uma página é escrita, tudo são meras possibilidades, quão grande é inocência, de quem do próprio destino não tem consciência, o destino é cego. Quem de vós desconfiai? Ele sempre sabe o caminho, mas nunca vê para onde vai. Todos os caminhos pertencem ao destino. E foram traçados antes e depois de acontecerem. O tempo é apenas um mero detalhe. Sabe quando a angústia aperta forte, formando um nó em sua garganta e faz desse nó a única barreira entre seus sentimentos guardados e sentimentos expostos? Essa barreira que te faz dizer não quando o que você quer é dizer sim; essa barreira que te faz ser o normal irmão quando o que você quer é ser mais; e essa barreira que te faz dar forças à essa pessoa conseguir outro amor, te levando ao chão, ao fim do precipicio?
Pois então, ela novamente se formou em Joffrey. E o desejo de sumir o consome mais à cada dia. No entanto, seria ela capaz de o fazer esquecer de Johanna? Eu acho meio impossível. Existe uma necessidade exorbitante em Joffrey de a manter perto de si, mas deve a manter afastada porque não aguenta mais sofrer sozinho e fingir para ela que tudo está bem; fingir que você está feliz por ela estar; esconder atrás de brincadeirinhas um real sentimento.

Confesse que preferia ter morrido, confesse que odiou a ideia de um manicômio e depois odiou mais ainda ser "adotado" por Haymitch. Confesse também que odiou saber sua verdade, conhecer sua essência. Confesse algo ao menos uma vez na sua medíocre vida Joffrey. Só não confesse que sabe o que amor, que já provou e prova disso a cada dia. Que prova o sentimento mais amargo emais doce do mundo a cada dia. Não, não confesse que você é fraco. Se diga frio, sem sentimentos ou manipulador; mas nunca se diga fraco, apaixonado e manipulável.

{...}


Polônia, uma quinta-feira chuvosa e escura. O vento batia contra todas as janelas da maternidade, o som poderia até ser alto, porém os gritos de Monick na sala de parto superavam qualquer tempestade. A mimada Nikolaevna nunca fora de sentir dor, e ter gêmeos era uma dor insuportável para ela, mas ela aguentou, foi forte para que os filhos pudessem vir à vida. E quando o choro do segundo bebê ecoou já estava tudo acabado, todo o destino traçado e as terríveis moiras fazendo seu trabalho. Johanna e Joffrey Nikoalevna, um casal de gêmeos que se odiou desde a primeira respiração. Sem pai ou outro sobrenome que não fosse da mãe, sem conhecer outro tipo de amor além do típico “eu os amo, mas odeio cada parte de vocês” que sua mãe os apresentava a cada dia por quatro anos.

Com quatro anos de idade ambos se viram sem apoio, Monick enlouqueceu e tentou afogar os dois durante o banho. A banheira estava cheia e ambos brincavam nela até que Monick lhe acariciou a cabeça e com um “eu te amo“ afundou seus rostos. As empregadas tiraram as crianças da mãe e então internaram a garota dos cabelos negros. As crianças foram mandadas para uma casa adotiva, tudo teria dado certo, oh poderia ter dado certo. Os pais eram educados, ricos e amorosos, mas claro que a desgraça tinha que seguir gravada na pele dos Nikoalevna’s, então não demorou muito para o casal ser assassinado a sangue frio. E mais um casal veio. Então o segundo veio e eles acharam que seriam diferente, pobrezinhos, tão pequenos. Apenas cinco anos de idade e já faziam pequenas guerras quando brigavam... E em uma delas um acidente ocorreu. Os pulsos de Joffrey estavam envolvidos por lâminas que a própria irmã colocou ali. Ela sorria e ele gostava da dor que aquilo lhe trazia. Ele gostava de ver o sangue escorrer, e a garotinha gostava ainda mais de cada urro de dor do irmão. Mas o sangue foi jorrado em demasia e Joffrey perdeu a consciência e Johanna, oh pobre Joha que tentou o acordar. Mas ela o ajudou, estancando o sangue com uma toalha e chamando os adultos. Porque era isso que eles faziam, seguravam um ao outro, no único amor que conheciam. Odiando cada pedaço um do outro.

Então o casal lhes devolveu como se fossem brinquedos estragados. Realmente eram brinquedos estragados. Então teve o terceiro casal, que veio com a desgraça de johanna. Finalmente o quarto casal veio, esse sim era uma família de verdade... Era. Foi até os dois completarem dez anos, até que na sala da mansão, um desconhecido lhes cortou pedaço por pedaço na frente de Johanna. Enquanto Joffrey matava à facadas o cachorro da casa. Então os dois finalmente perceberam, nunca poderiam ter alguém de verdade, sempre trariam a morte e gostavam disso. Gostavam de como todos choravam e entravam em pânico com sangue, gostavam do caos que se instalava toda vez que uma morte ocorria. Era tudo o que eles queriam. Caos.

O serviço social polaco finalmente achou o único parente de sangue que os dois tinham: Haymitch Nikoalevna, tio de ambos. Joffrey tentou dizer a si mesmo que ele seria diferente, que ele não se deitaria nos braços da morte, que não desistiria dos sobrinhos. Tentou jurar a irmã que tudo seria diferente e normal, mas como poderia jurar algo que ao menos tinha possibilidade de ser rela? Effie, uma verdadeira mãe para os anjos quebrados, morta aos poucos pelo câncer. E lá estavam os gêmeos em um enterro novamente. 14 anos, apenas um garoto que dormia ao lado da morte, e acordava clamando por ela.

Você realizou sua primeira grande tentativa de suicídio. Estava sozinho em casa, no seu quarto, apenas o loiro e a sua culpa. Parecia o momento mais apropriado, pois ninguém veria, ninguém sofreria, ninguém poderia o salvar... Escreveu uma mensagem no papel amarelo destinado à Johanna -uma das únicas pessoas que sabia que ficariam tristes a sua ausência. Deixou a folha amarela sobre o celular e trêmulo seguiu ao banheiro já que sabia que o que procurava estava lá. Dedilhou os vidros laranja de remédio pegando cinco ou seis diferentes e os ingeriu duma vez. Abriu o chuveiro entrando abaixo dele, mesmo vestido, e se encostou na parede caindo ao chão enquanto sentia a água quente escorrer por seu corpo. As memórias foram ficando turvas em sua mente e tudo que ele fora capaz de ver era a escuridão se aproximar, podendo então sorrir, sendo capaz de sorrir novamente, pois o proibido nunca mais o alcançaria, nada poderia mais o alcançar, ou poderia? Se pudesse ele tinha outras armas. Se levantou cambaleando do chuveiro e o fechou saindo ensopado para seu quarto. Se lembra de ter escorregado e batido as costas ao chão, aquilo havia doido, mas qualquer dor era melhor e mais suportável que a dor psíquica. Ao fundo de sua gaveta, aquela qual havia arrumado esses dias, havia uma ampola. Uma ampola contendo um líquido branco que iria o ajudar, afinal, quantas pessoas já morreram de overdose? Um adolescente como ele não faria diferença alguma, ou faria? Quem iria querer te salvar Joffrey? Essa era a pergunta que rodava em sua mente sendo capaz de te deixar zonzo. Mas havia uma pergunta a ser respondida antes: Você quer ser salvo? Creio que à muito já desistiu da sua própria salvação, mas continuou forte para os outro, apenas por ela, certo? A agulha da ampola já estava cravada a sua veia e o sangue fluía para dentro da seringa que ainda não havia sido empurrada. Você não queria mais a salvação a estava jogando fora para quem sabe um dia, os atingidos por você o perdoem. Seus dedos se afirmaram na ampola e o líquido branco que por ela saía fazia você queimar por dentro, mas a sensação de prazer aos poucos se tornou extrema e absoluta. Oh Joffrey, você acaba de ferir o coração dela, mesmo que ela não saiba o que você acaba de fazer. Você deu a última apunhalada no coração de sua irmã. Pelo que bem me lembro a sua promessa era essa. Se manter longe do que te fazia mal, não era? Mas tem horas que tudo de leva a desistência e então se desiste de tentar. E essa hora enfim chegou para você. Depois de tantas juras de amor quebradas por ambas as partes. Ah, chega uma hora que não existe mais concerto, a não ser a morte. Tão fria, calma e indolor a algumas pessoas. Mas você quer sentir dor, a dor te acalma. A dor e o teu sangue escorrendo por seu corpo, ah, esses são os seus refúgios para a realidade que não lhe agrada. Estou certo? A escuridão agora sumia para dar lugar a uma vista turva e esbranquiçada. Seus olhos já não estavam em órbita, mas o sorriso só se alargava em seus lábios. Você já sentia o frio, sabia que a tão esperada hora de sua despedida chegava. Você sorri tentando se levantar do chão para se deitar na cama. A seringa escorrega de seus dedos indo parar ao pé da cama onde você agora estava. Você fecha os olhos ficando apenas a espera da morte. Mais alguns minutos e os remédios fariam efeito junto a droga que corria em suas veias, mas algo tirou sua concentração. Aquele aroma. O perfume que sua irmã usava impregnava suas narinas e o rosto dela envolto de lágrimas veio a sua mente fazendo seus olhos se abrirem e em um salto você se colocar em pé. Como viveria sem cumprir a promessa de a fazer feliz? Como viveria sem ver as fotos antigas? Como viveria sem saber que um dia ela o amou mais que tudo? O que você faria agora? Como você mesmo disse já não havia mais volta. Não havia mais salvação e se existisse você não a queria. Espero que tenha aproveitado cada segundo ao lado de sua irmã, pois eles acabaram.


Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:

Sabia que havia desmaiado, mas aquelas paredes em cores brancas não eram de seu quarto. Em um salto o garoto se levantou da cama, abrindo os olhos e soube que tudo aquilo não passava de um sonho, ou uma lembrança. No entanto ali estavam as marcas por seu corpo, então tudo foi real, não foi Joffrey? O loiro suspira pesadamente enquanto se levanta e observa o quarto, até a porta enfim se abrir e Johanna entrar. Mas você que sempre se importou com ela, fingiu o reverso e sem ao menos a encararar nos olhos saiu dali. Pobre daquele filho de Bellona que se pôs no caminho do garoto Nikoalevna enquanto esse saia da casa grande.
- Prometo pegar leve com você, filho de Bellona. Sussurrou o garoto antes de se posicionar. A prole de Bellona parecia tão distraída, mas Joffrey não iria deixar barrato aquele tombo que lhe causou comer terra. Estava especialmente concentrado na batalha que estava por vir. A mão direita fechada em punho fora de encontro com o peito do inimigo, atingindo seu pulmão ou próximo à isso, o fazendo ir ao chão. Joffrey sorriu de lado dando um passo mal pensado em direção à prole de Bellons, e foi aí que sua perna ficara envolta pelo chicote. Uma puxada do garoto e o Nikoalevna estava ao chão; suas costas doeram quando entraram em contato com o solo e ele respirou fundo. A perna direita se contraiu e então se estendeu com força, acertando um chute no ombro do inimigo, o que o fez ser jogada para longe. Joffrey se levantou dando um sorriso cheio de malícia. Percorreu os dedos pela marca vermelha causada pelo chicote e voltou a olhar o garoto. Talvez os primeiros golpes teriam sido estudados sem muita calma, mas os que viriam seriam mais precisos. Primeiro o garoto tiraria a espada da bainha. Joffrey se aproximava e investindo contra o filho de Bellona tentaria fazer apenas um corte superficial; se não acertasse o primeiro, o segundo golpe correria para o braço do adversário, outro corte superficial ao desejo de Joffrey. No caso de acerto, Jof deixaria a espada na bainha. O adversário de Joffrey já estava fraco e com um chute ao meio de sua cabeça, o Nikoalevna lhe tirou a consciência. Seu olhar correu para cima, para o Olimpo, e você não entrara em declínio. Você se mostrara forte e um dia Ares teria orgulho em dizer “ Aquele que luta à meu favor é minha filho“.

PS: Sou péssimo em lutas.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Ter Nov 19, 2013 9:26 am

Eyria,
Adorei sua ficha, apesar da história pouco confusa, a ficha estava ótima, sua história foi cativante, prendeu minha atenção e tentou fazer algo inovador.
Bem vinda, filha.

Aprovada.

Joffrey
Sua ficha foi muito boa, muito bem escrita e criativa, apesar de a batalha ter deixado a desejar..
Bem vindo, filho de Ares.

Aprovado.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Taíza Q. Colomano em Ter Nov 19, 2013 4:21 pm



Taíza Quotar Colomano

Uma Pequena garota louca de volta à casa...

Nome Taíza Quotar Colomano
Idade: 18
Local de nascimento: Hungria.
Progenitor Primordial: Macária
Progenitor Mortal: Gerrard Quotar Colomano
Características Psicológicas: Bondosa, gentil, carinhosa, um pouco mimada e às vezes ingênua essas são características que podem definir muito bem a garotinha de Macária. Mas não se deixe enganar a garota é boa de luta, sabe o que está fazendo quando o assunto é morte rápida e indolor. Taíza prefere ficar sozinha na maioria do tempo, chega até ser anti-social, no entanto é sempre gentil ao mandar as pessoas embora sempre dizendo coisas como "Você poderia me deixar a sós comigo mesmas?" ou então "Me desculpe, mas estou com dor de cabeça, será que poderia me deixar sozinha?". Taí sempre sente pena de pessoas à beira da morte, às vezes até demais, a garota também é muito justa e honesta, coisas que seu pai sempre lhe ensinou. Outras coisas que podem resumir Taíza são: Centrada, introvertida, sempre em seu próprio mundo, às vezes tem alucinações aonde não consegue distinguir o real da fantasia.
Características Físicas: Pele branca. Cabelos negros que entram em total contraste com as poucas sardas existentes em seu rosto e o lindo par de olhos verdes como esmeraldas. Que ao te fitarem pode passar ódio, segurança e leveza, sobretudo a superioridade que Taíza sabe que tem. Seus cabelos na altura da base das costas são de um tom negro provocativo. Os lábios delicados e o nariz fino completam sua face que contem feições leves, dignas de uma rainha. O corpo não deixa o que falar, tem todas as curvas no local, entretanto nada exagerado, tudo em sua medida perfeita. A aparência da garota deixa claro sua personalidade e o sorriso psicótico sempre acaba voltando ao seu rosto... Não importa o quanto você fuja...



A little light...

Uma pequena luz se ascende para Taí
Um choro estridente, um sorriso de uma mulher que acaba de virar mãe, dedinhos cansados tentando alcançar a luz que tanto lhe incomoda, olhinhos atentos para o novo mundo que lhe é aberto. É assim que descrevo o nascimento de Taíza Quotar Colomano, a pequena cria de Macária e do grande empresário: Gerrard Quotar Colomano. Os primeiro dias de vida de Taíza já foram agitados, Macáriacom toda certeza amava o seu pequeno milagre, mas isso não significava que podia ficar com ela, então fez o que toda mãe olimpiana é obrigada a fazer: Entregou a garotinha para seu pai. Mas Gerrard não a queria...Nunca quis e no exato momento em que a recebeu, fez um...Acordo com um nobre casal de Lácio, vendendo a pobrezinha para os mesmo. A pequena foi criada em meio todo aquele luxo e riqueza, com todos os acenos e sorrisos falsos que as pessoas lhe davam, claro que mesmo quando pequena a garota já sofria os graves problemas de todo semideus. Trocando de creche a todo tempo por "maus-tratos" por parte das professoras ou às vezes sendo expulsa de algumas por gerar conflitos. Cansados de tudo isso Coralina e Konrrady decidiram que a garota só teria babás dali a diante. Claro, que nenhuma delas parava por muito tempo, até uma delas aparecer. Katarina, uma garota jovem e bonita, ruiva e olhos verdes, essa sim ficou como babá de Taíza até a garota completar dez anos. Quando Taí fez dez anos à mesma quis fugir de casa, então fez uma mochila com dois sanduíches de atum, uma garrafinha de suco de laranja e fui para o cinema da cidade. A pequena só saiu de muito tempo, quando já era à noite e ela estava com frio, uma garota loira chamada Amber a encontrou e a levou para casa sem pedir nada em troca. A imagem dos tristes e frios olhos azuis de Amber nunca saiu da cabeça da criança dos mares. E foi com esse tipo de lembrança que ela finalmente entrou na adolescência...  

A beautiful lie...

Uma linda mentira é revelada
Aos poucos a garota foi se tornando uma linda e experiente mentirosa. Seus pais sabiam que ela era uma semideusa, seus pais sabiam que ela corria iminente perigo...Mas eles não poderiam aguentar o peso de deixar ela ir para longe de Lácio, não, eles mal conseguiam aguentar o peso de deixá-la ir à escola. Porém o tempo passava rápido e a garota já estava beirando os doze anos, ambos sabiam que não poderiam esperar muito mais tempo, e nem precisaram. Em uma das noites Taíza simplesmente parou de comer e disse: - Eu quero saber quem são meus pais biológicos. Não quero ir atrás deles,apenas quero saber nomes. - A garota ficou olhando sem expressão alguma para os dois pais adotivos, nenhum deles sabia o que fazer, apenas ficavam encarando Taí com os olhos arregalados. Até que finalmente Coralina suspirou pesadamente e disse: - Seu pai se chama Gerrard e sua mãe...Macária. - A única coisa que podia se ouvir era a risada histérica de Taíza, ela não podia acreditar que seu mãe biológica tinha o nome de um deus grego, era simplesmente idiota e não fazia o menor sentido. - Macária? Quem diabos da o nome da filha de Macária? - O casal não pode evitar o rolar de olhos e a voz de desaprovação enquanto diziam em uni-som: - Talvez Perséfone. Você é uma semideusa Taí. - Taíza ficou calada olhando para os dois, tudo parecia tão claro e tão embaçado em sua mente, isso explicava muitas coisas, mas era impossível não é mesmo? As imagens começaram a sair de foco, a respiração de Taí ficou acelerada demais, tudo parecia girar e a garota podia-se sentir pendendo para o lado lentamente, caindo, sim ela estava indo de encontro ao chão. Sua cabeça foi a primeira a sofrer o impacto e a garota já podia sentir um galo se formar na lateral de sua testa. Dor e confusão. Foram as duas coisas que Taíza sentiu antes de apagar de vez. Sete horas, esse era o horário que o relógio marcava, Taí tinha aula hoje e se não levantasse chegaria atrasada, mas a morena não conseguia parar de pensar no estranho sonho que tivera na outra noite. Tinha sido um sonho não é mesmo? Tinha que ter sido um sonho. Os números sete e trinta brilhando na tela do despertador foi o que fez Taíza levantar a assustada e colocar seu uniforme escolar. A garota prendeu os cabelos de qualquer jeito e escovou os dentes com pressa. Escola, mais uma coisa que não fazia sentido algum para a herdeira Colomano, afinal ela não era uma semideusa? Não! Fora um sonho, nada daquilo era real...Mas ao chegar na escola Taíza já não via mais as coisas como antes, agora tudo parecia tão estranho, professores verdes, alunos a olhando com seus três olhos...Aquilo não podia estar certo, ela não podia ser uma semideusa.

No mesmo dia Taíza foi mandada mais cedo para casa, porém seus pais não se encontravam em casa, apenas uma grande loba que Taí reconheceu de seus livros de história. Lupa. A mãe de Roma, a loba protetora...A garota sentia que deveria dar um passo para trás, mas tudo que fez foi se ajoelhar perante à loba. Lupa não se importou com a garota, apenas saiu andando indicando que Taíza deveria segui-la e a mesma o fez até uma grande casa. Lá algumas coisas lhe foram explicadas, romanos, gregos, acampamentos e guerra. Uma terrível guerra que estava se aproximando. A princesa de Macária foi treinada e quase morreu nesses treinamentos, porém a mesma continuou em pé diante de todas as dificuldades e de todos os inimigos. Quatro messes. Essa foi a duração dos treinos de Taíza, quatro messes para tornar-se uma verdadeira romana. Com um bastão, um gládio ou então uma lança. Não importava a arma, e sim o inimigo. Então a filha de Macária e um filho de Marte chamado Finnick rumaram ao acampamento Júpiter, uma longa e árdua jornada cheia de brigas entre si e com monstros, além de dificuldades. Mas também havia raros momentos de felicidade em que Finnick e Taí dividiam algum tipo de ligação entre semideuses. Esses momentos cessaram quando ambos chegaram ao acampamento Júpiter. Finnick foi designado para a 2ª corte enquanto Taíza foi para a 1ª corte. Os dois treinavam, brigavam e treinavam mais ainda. Era tudo o que eles sabiam fazer, treinar para proteger Nova Roma. Porém todo esse treinamento não adiantou de nada quando o mesmo foi invadido. Finnick foi morto e Taíza foi levada para o acampamento meio-sangue, aonde vive até atualmente...  

A broken doll...

Uma boneca se quebra
Hoje em dia Taíza é apenas mais uma romana dentre todos os gregos, após a morte de Finnick a garota não faz quase nada, apenas senta-se na margem da praia e fica olhando para a água, todos tentam falar com Taí, porém é como se ela estivesse em outro mundo. Talvez um mundo aonde Finnick está vivo, aonde Finni volta para ela com suas brincadeiras idiotas e as brigas. Mas ela sabe que isso não ocorrerá e tudo que lhe resta é a sede de vingança por trás de olhos verdes e frios, quase tão frios quanto os de Amber...

Now go out there and battle.

Você então escova seus dentes sem nenhuma vontade de voltar para o quarto, um longo suspiro escapa de seus lábios, a lua brilha lá fora, você se debruça contra o peitoril da janela e vê dois lindos cavalos negros. Mas não vê só os cavalos, vê uma menina e menino. O que eles farão com os belos cavalos? Não podiam machucá-los não mesmo, não criaturas tão perfeitas.

O que está fazendo criança? Desça dessa jane... Já é tarde você está cada vez mais perto do chão, seu sapato alto te atrapalha na descida da escada, o vestido está ficando cada vez mais sujo e você sabe que sua mãe fará você mesma lavá-lo, mas não importa, seu objetivo é importante demais. O que eles estão fazendo? Os cavalos avançam... NÃO! O garoto bate com uma barra de ferro no rosto de um deles e é como se tivesse lhe cortado o coração, como ele podia ser tão maldoso e cruel com tal criatura? Ele some nas sombras, mas ele votaria, a menina se mantinha com o cavalo. Ei, espere, ela está subindo a escada de incêndio de perto de você.

Você só observava os movimentos violentos e graciosos da garota ruiva. Quando ela chegou perto o suficiente, junto a janela, já não sabendo se vibrava pelo cavalo ou pela menina.

- Não!

Você esbraveja quando vê a garota jogar vasos de planta pesados no cavalo, tentou impedir segurando-lhe o braço, mas a menina não escutou a a garota de vestido não conseguiu pegar-lhe o braço. Então você pula da escada de encontro ao cavalo, dessa vez quem tenta pegar-lhe o braço é a ruiva, mas você não dá essa chance à ela não é mesmo Taí?

A garota ruiva parecia não ver a de vestido, o cavalo parecia ferido, um sentimento te invade por um minuto , sua vida parece acabar diante dos seus olhos quando a ruiva enfiou a barra de ferro no cavalo e o fez sumir em uma nuvem de poeira diante dos seus olhos o ruivo se aproximou.

- Como você pode fazer isso com o cavalo?

A garota deixa um riso escapar, você via sua perna machucada. O ruivo jogou uma blusa e uma calça sobre seu corpo

- Troque-se, estamos atrasados e seja lá quem tenha nós mandado, vai querer minha cabeça em uma bandeja.

Você joga as roupas em um canto, tira os sapatos e ainda emburrada sai com passos firmes. Eles não te intimidam não é mesmo Taí? Oh não, você vê a morte quase todos os dias, porque eles te assustariam? Quem eles pensavam que eram pra falarem assim com você? Eles pararam na calçada quase entrando em um Táxi, mas então você se recusa a entrar de todas as formas plausíveis, oh não Taí não iria confiar neles.

- Vamos logo, eu não tenho tempo Barbie.

O ruivo falou o que só te deixa mais raivosa, a ruiva saiu do táxi, você ouvira o nome dela dito por Dimitri, era Wanda.

- Da pra você andar logo?Ou vou ter que ir aí te buscar, não tenho medo de cara amarrada, nem de uma garota mimada.

A Voz da ruiva saiu confiante, Você não é mimada, só um pouco revoltada, mas a ruiva, impôs respeito e você começou a ir a caminho do táxi, de uma maneira estranha você começa a gostar da ruiva, mas não transparece, não quer que a achem fraca. O taxista te olha, ele sabe quem você é, quem nessa cidade não sabe? Você se encolhe, percebe que os cortes em seu pulso ficaram a mostra, inutilmente você tenta esconder, tarde demais. Todos já sabem T, você irá confiar neles? Oh pobre anjo sendo arrastada sabes lá pra onde, oh pobre anjos sendo arrastada por sabes lá quem. Lágrimas começam a sair de seus olhos, você não tem para onde fugir, nesse momento queria ser uma mimada. Pelo menos alguém estaria te procurando, mas você não é isso não é Taí?

O Táxi parou, você nem pra fora olhou não é mesmo T? Wanda desceu, voltou não muito tempo depois com comida e algum dinheiro, eles pareciam mais famintos que você , o táxi continuou sua viagem pra sei lá aonde, você no entanto não aprecia tão interessada quando deveria estar, começou a amanhecer e como Wanda, você acabou por dormir, quando acordou estava no meio de uma estrada, deveria ter dormido demais, parecia já ter passado da hora do almoço, todos acordaram quando o Táxi parou, o garoto deu algumas moedinhas estranhas pro taxista que sumiu no horizonte seu novo desafio era subir uma enorme colina. Você engole à seco e começa a subir, algum barulho chama sua atenção, mas você não liga e continua a subir. Seu estomago dói, você comeu tudo e ainda não vomitou T? Parabéns meu anjo! Mas seu corpo não está acostumado, algo te alerta que é melhor colocar tudo para fora, antes que lhe aconteça algo ruim. Você então pensa em como deveria estar no Júpiter e aquilo não passava de mais uma fantasia...Ou era verdade?


Pontos negros que pareciam pássaros começam a ficar maiores até que os três se dão conta de que são Harpias, o ruivo fica os distraindo, Wanda e você sobem correndo a enorme colina, mas, no entanto Taí, você não poderia deixar aquela criatura pra trás, volta enquanto Wanda continua subindo, ela vê duas Harpias já longe levando Dimitri, sobe atrás de Wanda que está a alguns metros de altura lutando com a harpia que a segurava pela gola da camisa, o único jeito era distrair. Um pequeno monte de pedrinhas foi sua única arma, Taíza anjinho não tem força pra acertar né até que... VOCÊ ACERTOU! A harpia olhou pra pequena loira e deixou a ruiva cair sobre a árvore despencando em alguns galhos, antes que você pudesse ir atrás de Wanda ela teve que se proteger pegando um galho, ele era forte e tinha uma ponta...Então você vê tudo ficar preto, sente uma tontura e a última coisa que ouve é a voz de sua mãe dizendo "Inútil". Com um solavanco você senta-se na cama do chalé, nada fazia sentido, sua cabeça doía...É Taíza, está na hora de voltar ao seus remedinhos...
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Apolo em Ter Nov 19, 2013 4:24 pm

Meus Parabéns! Seu teste está muito bom, com poucos e quase despercebidos errinhos, mas nada grave ^^

Bem vinda Filha de Macária \o/

Aprovada!
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Qua Nov 20, 2013 10:13 pm

Nome: Cody Evans

Idade: 15 anos

Local de Nascimento: Los Angeles, Hollywood.

Progenitor Primordial: Hécate

Progenitor Mortal: Chris Evans

Características Psicológicas
Cody é um garoto muito calmo. Aparentemente prefere ser chamado de antissocial e faz de tudo para mostrar que não gosta de estar muito próximo de pessoas que não sejam de sua família. Não tem amigos e suas únicas companhias são Alek, Blair, o pai e seus livros, além de seu celular e de suas músicas. Um garoto que na escola é muito popular pelo seu pai e pela sua beleza, é extremamente protetor com a irmã e vive tendo algumas discussões bobas com o irmão. Odeia atenção, o que não é nada bom para ele, sendo filho de uma celebridade.  Sua dislexia dificulta um pouco os estudos, mas não é nada grave e sempre está fazendo algo, nunca ficando parado devido ao TDAH.

Características Físicas
Cody assim como o irmão que é idêntico a ele, tem estatura alta. Seus cabelos que estão sempre bagunçados são escuros e macios. Seus olhos são de um azul forte e belo, que parece ser idêntico à cor do céu. Sua pele é pálida o que torna o garoto bonito e sempre estar com garotas o perseguindo. Suas roupas são variadas quando não está com a típica camisa laranja do acampamento meio-sangue: Normalmente, uma camisa de cor variada, não sendo muito chamativa e uma calça ou short jeans, e quando o inverno chega, ele sempre está com o casaco que seu pai lhe dera.


Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Ser filho de uma celebridade não é nada fácil. Você desde que nasce já é famoso quase no país inteiro, é visto em todas as televisões como noticia principal do dia. Mas o que me torna ainda mais "famoso" são os dois simples fatos de ser um dos trigêmeos filhos de Chris Evans, e minha mãe ter abandonado minha família assim que Alek, eu e Blair nascemos.

Meu pai ficou um bom tempo abalado com isso. Ele nos contava a história de como conheceu nossa mãe, e como ela foi embora no dia seguinte que nos pariu. Ele havia dito que ela não podia ficar com nós, era uma história complicada. Ela era uma bela mulher que ele conhecera em uma festa que havia sido convidada. Tinha cabelos longos e negros, olhos que pareciam ser dourados e pele pálida. Ela estava linda segundo ele.

O loiro cuidava de três crianças sozinho, e é claro que isso dificultou a vida dele. Não conseguia mais participar de filmes, ou trabalhar direito. Tudo isso, por 14 anos, sendo que a partir daí, eu e meus irmãos começamos a cuidar de nós mesmo, deixando ele um pouco mais relaxado.

Cada um de nós três temos personalidades diferentes. Blair, que parecia ser a mais nova era baixinha, tinha cabelos longos e escuros e pele clara, tímida e talvez, a que unia nossa família nos momentos ruins. Era linda, o que fazia os garotos da escola sempre estarem a rodeá-la, o que eu e Alek não deixávamos acontecer.  Eu e Alek parecíamos à versão masculina de Blair: Cabelos escuros, um pouco mais altos, olhos azuis e pele quase pálida. Alek era o "corajoso" e popular, enquanto eu, o quase antissocial e perseguido pelas garotas.

Deixando de lado a história de minha família, contarei a minha história.

Desde que nasci eu sempre era um pouco quieto. Não gostava muito de interagir com outras pessoas, e na infância, com outras crianças. Odiava e ainda odeio ganhar muita atenção, e isso sempre acontecia. Não podia sair na rua sozinho e logo alguma pessoa ou jornalista vinha para cima de mim.

Na escola, eu e meus irmãos também éramos bem conhecidos. As garotas viviam atrás de mim e de Alek. E como já tinha dito antes, os garotos corriam atrás de minha irmã. Eu sentia uma grande vontade de proteger Blair, e odiava vê-la chorar. Para mim, ela era a única que realmente me entendia.

A maior parte do meu tempo eu passava estudando ou lendo algum livro, ou até mesmo, quando estava de bom humor, aprontava com Alek, mas raramente isso acontecia.

Naquele dia, estávamos todos reunidos na sala de jantar enquanto a cozinheira colocava a comida sob a mesa e todos começavam a se alimentar, menos meu pai. Ele parecia apreensivo, com medo de algo ou algo assim. Enquanto conversávamos, eu notava que ele não dizia uma palavra, apenas fitava sua comida.

-Pai... Aconteceu alguma coisa?[/color] - Eu perguntei, desviando a atenção de meus irmãos para o loiro.

-Ahn? O que filho? - Ele olhou para mim, confuso, como se estivesse acabado sair de um transe.

-Você não comeu e não disse nenhuma palavra até agora...[/color] - Eu respondi, fitando seus olhos que mostravam confusão e medo.

-Não é nada, apenas... Algo que devemos conversar amanhã quando chegarem do colégio... - Ele respondeu, empurrando a cadeira para trás e saindo da sala, nos deixando com uma expressão confusa no rosto. Alek logo suspirou, voltando a comer. Sua ação logo foi copiada por nós dois.

-O que será que o papai tem, Cody? -Blair largou o talher e olhou para mim, pensativa.

-Não sei mana... Será mais algum problema de trabalho, Alek? - Olhei para meu irmão.

-E eu vou saber? Vamos esperar até amanhã... Ele disse que iria falar. - Alek respondeu rapidamente, sem tirar os olhos de sua comida.

E o silêncio voltou a reinar depois daquela última frase. Terminamos de jantar e cada um seguiu para seu respectivo quarto, dormindo em seguida.

Logo, eu tive um sonho:

Eu estava em um lugar cheio de neblina. A lua brilhava no céu e o som de algo se aproximando era evidente.

Parecia ser três coisas que se moviam entre as sombras que a lua não conseguia extinguir. Quando a neblina se dispersou, eu pude ver o que se aproximava. Um cão negro que talvez fosse da raça Pitbull e uma, talvez, Doninha, os dois de cada lado. E no meio, uma mulher alta de olhos escuros como a noite e cabelos da mesma cor. Usava um vestido curto que realçava sua beleza.

-Quem é... Você? -Minha voz saiu trêmula e logo eu estranhei. Eu podia comandar minha voz em um sonho?

-Não sabe mesmo quem eu sou? - A mulher sorriu e eu fiquei estático. Ela parecia exatamente como meu pai havia descrito minha mãe. -Não mesmo... Filho?

-Você não pode ser ela... Pode? Como eu estaria falando com minha mãe por um sonho? E como eu estou conseguindo me controlar em um sonho?

-Logo você entenderá filho... Apenas, aceite tudo o que irá acontecer... Está bem? -Ela perguntou.

-Ahn? Como assim? -Foi a última coisa que eu consegui dizer. Ela apenas sorriu e os dois animais ao seu lado emitiram um som que parecia estar rindo junto. A mulher acenou com a mão e finalmente disse:

-Adeus, filho... Cuide-se.
E então, tudo escureceu.
[...]

O dia seguinte chegou rápido e logo comecei minha rotina. Levantar, me arrumar, "tentar" ir pra escola, não sendo seguido por ninguém; Assistir as seis tediosas aulas do dia e finalmente ir pra casa.

Eu estava ansioso para descobrir o motivo pelo qual meu pai estava daquele jeito no jantar de ontem e quanto mais rápido eu chegasse em casa, melhor.

Deixei seus irmãos para trás e adentrei a grande construção em que morava, encontrando meu pai sentado no sofá, novamente apreensivo.

-Oi pai... -Eu disse, deixando minha mochila no chão e sentando ao seu lado.

-Oi filho, como foi a escola? -O loiro perguntou, forçando um sorriso.

-Chata... Como sempre. -Eu respondi suspirando. Logo, meus irmãos adentraram a casa e cumprimentaram Chris.

-Agora que estamos todos aqui, diga o que está acontecendo pai. -Alek falou, se encostando-se à cadeira frente ao loiro enquanto Blair sentava do outro lado.

-É algum problema no trabalho? -Minha irmã perguntou, mostrando estar preocupada. Meu pai apenas negou com a cabeça e deu um longo suspiro.

-Eu preciso contar-lhes uma coisa... -Ele começou.

-Então diga. -Eu disse, percebendo o olhar desaprovador de meu pai por tê-lo interrompido. -Foi mal...

Então ele começou a contar.

Minha mãe era na verdade uma deusa. Hécate, a deusa da magia. Meu pai havia ficado com ela sem saber aquilo e só foi descobrir isso quando ela lhe deu a noticia que estava grávida. No inicio, meu pai se assustou, mas logo entendeu. Ele prometeu a minha mãe que quando teríamos quinze anos, não passando do ano que faríamos aquela idade, ele nos mandaria ao acampamento meio-sangue, local onde filhos de deuses com mortais eram treinados.

Se ficássemos mais um pouco junto ao meu pai, iria chamar a atenção de monstros e eles nos atacariam, então, era melhor irmos logo.

Tudo aquilo me deixou assustado. Eu pensava que era mais alguma brincadeira que Chris fazia com nós, mas não parecia ser brincadeira. Ele abaixou a cabeça percebendo as expressões confusas e assustadas que seus filhos mantinham.

-Me desculpem por isso... Eu não queria mentir para vocês, e não queria ter que dizer isso... Mas é melhor. -Ele disse aquilo, deixando o silencio pairar no local.

-Isso só pode ser brincadeira! -Alek levantou, gritando não muito alto, olhando para meu pai.

-Como assim pai? Isso é mais alguma fala de algum filme novo que você está treinando com a gente sem nós sabermos? Saiba que isso não é legal. -Blair disse, com sua voz fofa de sempre.

-Queria que fosse apenas um filme filha... Mas não é! -Chris disse. Sua voz mostrava que ele estava prestes a chorar.

-Aquele sonho... Era realmente verdade. Aquela mulher, era a minha mãe mesmo... - Eu disse, um pouco baixo, mas suficiente para que todos ouvissem. Logo, eles me olharam com duvida e eu contei sobre o sonho.

Blair olhou para mim confusa.

-Eu tive quase um sonho parecido... -Ela ia continuar falando mas a companhia tocou.

-Deve ser ele... -Meu pai enxugou as lágrimas que já escorriam pelo rosto e saiu andando, fazendo um sinal para nosso mordomo que deu meia volta e saiu. Logo, quando abriu a porta, observamos um jovem que parecia ter a mesma idade que a minha adentrar a sala. Ele acenou para nosso pai e sorriu para nós.

-Nossa, nunca vi semideuses trigêmeos, bem legal! -Ele disse, mostrando estar alegre.

-Quem é esse pai? -Alek perguntou, com a sobrancelha arqueada.

-Ah, desculpem-me. Eu sou Carl Harris e vim leva-los para o acampamento! -Ele sorriu, tirando o boné e as... calças?

-O que é isso? -Minha irmã gritou ao ver aquilo. Carl tinha pequenos chifres nascendo em sua cabeça,  era peludo e ao invés de pés, ele tinha cascos.

-Oh, desculpem-me novamente. Eu sou um sátiro. -Ele disse, rindo.

-Um ser metade burro e metade homem? -Eu perguntei.

-Não. Metade bode! -Ele pareceu desapontado. -Enfim, eu só poderei levar um de vocês. Outros dois sátiros irão vir busca-los. Se forem todos, irão atrair muitos monstros, e isso não é bom...

Eu e meus irmãos nos entreolhamos. E como se estivéssemos falando mentalmente um com o outro, eu dei um passo a frente e olhei para o sátiro.

-Eu vou primeiro... -Em seguida acenei para meu pai que continuava com sua expressão e segui até ele, dando um forte e longo abraço no loiro. -Eu vou ficar bem, pai. E prometo tentar vir te visitar.

Ele sorriu fraco e retribui meu abraço. Pra um pai "coruja", perder os filhos não era nada legal.

-Prometa que não vai ficar bebendo!-Eu disse, rindo em seguida.

-Prometo sim. -Ele riu junto a mim e meus irmãos fizeram o mesmo. Me aproximei de Blair e lhe abracei com força.

-Quando for sua vez, cuide-se mana... Não quero ter a noticia de que algo aconteceu com a caçula.

-Você sabe que eu não sou a caçula! -Ela riu, dando um fraco soco na minha barriga e eu sorri. Olhei até Alek e dei um soco em seu ombro.

-Você também, chato! -Eu disse sorrindo e ele socou a minha barriga em resposta, rindo em seguida. -Ai.

-Pode deixar, brother!- Alek disse, ainda não parando de rir. Olhei para Carl que observava tudo, sorrindo como sempre.

-Levo alguma coisa? -Perguntei a ele.

-Não, tudo o que é necessário tem no acampamento. -Ele disse, arrumando o boné de volta no cabelo encaracolado e seguindo até a porta. -Quando chegarmos ao acampamento, o outro sátiro virá vir buscar um dos dois.

Meus irmãos assentiram e eu dei um último abraço em meu pai antes de seguir até a porta e fecha-la. Logo, eu e Carl estávamos caminhando para fora de minha residência, rumo ao local em que toda a minha vida mudaria.

[...]

Eu já havia chegado ao acampamento e mandado o outro sátiro para minha casa.
Estava em frente a mesa de um grande homem, um pouco "cheinho" que vestia sandálias e uma camisa havaiana. Ao lado dele, um ser. Metade homem e metade cavalo. Era Quíron, o Centauro que havia me dado as boas vindas assim que cruzei a fronteira e adentrei ao acampamento.  Ao meu redor, várias mesas cheios de outros semideuses curiosos. Todos pareciam diferentes: Alguns loiros, outros morenos e alguns até de cabelos de cores estranhas. Enfim, uma variedade de jovens filhos de deuses gregos.

-Muito bem, temos aqui Clark Levan... - O homem com camisa havaiana começou a dizer e Quíron o interrompeu.

-É Cody Evans, Dionisio. -Ele disse, mostrando a identidade do homem. Era realmente o deus do vinho?

-Tanto faz... Enfim, vamos descobrir de quem esse pestinha é filho. -Ele disse e logo, um brilho roxo apareceu flutuando em cima de minha cabeça. Todos murmuraram baixo e observei os integrantes de uma das mesas sorrirem. O símbolo em minha cabeça era o da magia!

Dionisio suspirou e logo começou a dizer.
-Filho de Hécate, deusa da névoa e da magia.


Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):
Eu já estava cansado de não fazer nada no acampamento.
Eu passava o dia inteiro em meu chalé sem fazer nada ou conversar com ninguém, apenas com meus irmãos - quando eles estavam por perto - e observando os itens que havia ganhado de minha mãe no mesmo dia que ela me reclamara. Luppus, meu lobo do submundo de estimação ás vezes me fazia companhia quando não estava ocupado correndo pelo acampamento ou investigando o chalé.
Resolvi que aquilo iria mudar. Sai do chalé de minha mãe, levando minha varinha e meu grimório e segui pelo acampamento, deixando Luppus deitado em cima de minha cama e chamei a atenção de um filho de Apolo que passara por ali.
Perguntei onde eu poderia treinar e ele logo respondeu que havia a arena, um local que eu podia fazer treinos de arco-e-flecha, contra bonecos e até, contra monstros. Me interessei por aquilo e agradeci, saindo correndo até o local indicado.
Quando finalmente cheguei, fiquei espantado pelo tamanho do local. Um amplo espaço com várias coisas diferentes para se fazer, e ao fundo, algumas jaulas. Provavelmente, era ali que continham os monstros.
Caminhei até lá, tirando minha varinha do bolso e rapidamente, e observando ela se transformar em espada enquanto meu grimório virava um escudo e fiz um sinal para um sátiro que estava perto das jaulas. Ele acenou positivamente e abriu uma delas, liberando um grande monstro de apenas um olho. O sátiro se apavorou e saiu correndo ao ver o que provavelmente seria um ciclope.
Levantei minha espada com a lamina feita de presas das feras mortas com cabo de madeira e assim que o monstro me viu, deu alguns poucos passos para trás, receoso. Era um de meus poderes, uma aura sombria que deixava meu oponente com medo.
Investi contra o monstro e fiz um corte em sua perna esquerda no mesmo instante que desviei de um soco que ele tentara dar. Ele se virou com dor e me chutou, acertando minhas costas. Cai no chão, levantando em seguida e coloquei o escudo em minha frente, fazendo o ciclope dar outro soco na arma defensora. Logo eu já estava atacando-o novamente, tentando acertar sua barriga ou sua perna, para incapacita-lo de se mover. Movimentei-me para o lado e acertei novamente sua perna esquerda, desta vez, fazendo-a sangrar mais e o ciclope urrou de dor, tentando tapar o ferimento com as mãos. Foi que nesse mesmo instante, aproveitando o momento que o monstro esqueceu-se que eu ainda estava ali, que cravei a espada em sua barriga, fazendo o ciclope soltar um gemido de frustação e dissolver-se em poeira dourada, misturando-se ao vento.
Deitei no chão, arfando um pouco e observando minha espada voltar a ser varinha e meu escudo, um livro e os peguei, colocando a arma em meu bolso e o grimório, apenas segurei com uma das mãos. Tomei coragem e levantei, seguindo para a enfermaria com a intenção de descobrir se havia fraturado alguma costela.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Qui Nov 21, 2013 11:06 am


☠ Cody,
Uma história bem criativa e coerente, poucos erros, mas nada que o prejudique demais. Poderia ser mais descritivo quanto a batalha, que faltou um pouquinho de coerência.
Mas sua ficha estava ótima.
Aprovado.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Qui Nov 21, 2013 11:39 am

Nome:
Blair Marie Evans.
Idade:
15 anos.
Local de Nascimento:
Los Angeles.
Progenitor Primordial:
Hécate.
Progenitor Mortal:
Chris Evans.

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Blair é uma garota extremamente tímida. Apesar de ser filha de um ator, a garota sempre se sentiu sem graça ao ser o centro das atenções. É uma menina meiga e fofa, sempre preocupada com quem ama, colocando-os sempre em primeiro lugar, principalmente quando se trata do seus irmãos e seu pai. Muito determinada quando se trata dos seus objetivos e sonho, raramente muda de ideia sobre alguma coisa, também é muito esforçada e sempre está preparada para tudo. É muito simpática e espontânea.
●••●
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Diferente do pai e dos irmãos, Blair é baixinha, tem cerca de 1,55 de altura, possui uma elegância natural, herdada do seu lado paterno.  Seu corpo é esguio, com curvas leves e acentuadas. Seu rosto possui traços delicados, possui o cabelo castanho escuro comprido, olhos azuis claros. Com seu sorriso cativante, quase sempre presente.
●••●
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Toda criança é curiosa. Faz inúmeras perguntas, uma atrás da outra, praticamente sufocando seus pais. Blair não foi diferente, mas sua curiosidade se referia somente a uma coisa. Sua mãe. Sempre encheu Chris de perguntas, querendo saber tudo sobre a figura desconhecida de sua mãe. E o ator sempre lhe contara o que lembrava.
Ele a conheceu em uma festa. Chris notou a bela mulher com um longo vestido roxo e a observou por boa parte da noite até tomar coragem e ir até ela, começando uma conversa. Ele sempre contou a Blair o quanto ela era linda e fazia questão de frisar o quanto a filha era parecida com a mãe. Não entrou em detalhes sobre o que aconteceu a seguir, mas não precisava ser muito inteligente para saber o que aconteceu, certo?
Quando ele soube que iria ser pai, a felicidade não cabia em si. Apesar do pouco tem que conhecia a mulher, já podia afirmar que estava apaixonado por ela. O que não esperava é que daquela relação nascessem três bebês. Alek, Cody e Blair. E também não esperava ser abandonado no dia seguinte após o nascimento deles.  Porém ele nunca reclamou, a moça deixou claro que não poderia cuidar das crianças, mas que as amava muito e que sempre olharia por elas.
Se cuidar de uma criança não é fácil, imagine de três, considerando que não eram crianças “normais”. Os três, desde pequenos, implicavam entre si, principalmente Alek e Cody. Blair apenas observava os irmãos rindo deles e as vezes com eles.
Blair sempre foi uma garota tímida, resultado de ter um pai famoso, sendo praticamente o centro de atenção da mídia. Na escola, todos se aproximavam dela, querendo saber tudo sobre o famosos ator Chris Evans, sem nem realmente se interessar pela amizade da garota. Com o tempo, Blair passou a evitar fazer amigos e claro que os seguranças e seus irmãos a ajudaram nisso.  
Com isso, a garota começou a passar mais tempo lendo, estudando ou saindo com seus irmãos, isso sem comentar o que ela mais gostava de fazer. Desde pequena Chris levava a filha para os set de filmagens, onde a menina observava o pai com os olhos brilhando. Era o que ela mais gostava de fazer. Passar o seu tempo ao lado de Chris, nem que seja apenas olhando-o.
Ela não podia negar que sentia falta de uma figura materna em sua vida. Apesar de todos os esforços de Chris para que os filhos não ficassem sem nada, uma coisa sempre faltava. O olhar de mãe, o amor de uma mãe ou simplesmente sua presença.
Era difícil ver suas colegas se exibindo sobre as atividades que faziam com suas mães, os conselhos que elas lhe davam e doía saber que nunca teria isso, por mais que Chris se cassasse de novo, ela não passaria de um incomodo para quem quer que fosse.
E naquela noite ela teve um sonho. Com uma mulher muito parecida com ela, a mulher sorria e dizia que lhe amava e que não era para se preocupar, pois em breve Blair iria entender tudo o que se passava. Então a garota soube que se tratava de sua mãe. Não sabia como e nem porque tinha sonhado com ela, mas teve ali uma nova esperança.
Não comentou sobre o sonho com seus irmãos, mas notou que Cody estava mais diferente que o normal, parecia até preocupado, mas ao perguntar sobre isso para ele, o mesmo afirmou que se tratava das provas finais da escola.
●••●

Blair notou que seu pai andava muito estranho nos últimos dias e após Cody perguntar o que acontecia ele disse aos filhos que conversaria com eles no dia seguinte. A garota ficou preocupada, afinal, Chris sempre foi um homem bem humorado, relaxado e vivia fazendo piadas com os filhos.
A menina controlou sua curiosidade e esperou pacientemente até o dia seguinte e ao chegar da escola, seu pai já esperava ela e seus irmãos. Eles se sentaram e Chris contou a eles tudo o que ocultou durante todos os anos.
Eles eram dele com uma deusa, Hécate mais precisamente. Contou que eles deveriam ir para um Acampamento para os filhos de deuses com mortais, os semideuses. E no mesmo dia Cody partiu.
Blair ficou muito preocupada com o irmão, afinal, sua família era tudo que ela tinha, porém mais tarde, quando outro sátiro veio buscar Alek, ele garantiu que Cody havia chegado bem ao lugar e aparentemente, estava adaptando-se bem.
Alek foi embora e já era possível ver como Chris estava triste. Blair aproveitou para passar o máximo de tempo que podia ao lado do pai e quando chegou sua hora de ir, ela chorou.
- Não chore, minha princesa. – dizia o homem – Vá para lá, fique segura. Aprenda a se defender e se cuide. Fique de olho em seus irmãos e cuide deles, sim? Amo você.
E no mesmo dia Blair chegou ao Acampamento, sendo recepcionada por seus irmãos.
●••●

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):
Fechei os olhos, escutando a música pelos milagrosos fones de ouvido, segurando-me para não pular na água e me refrescar.

Tirei os fones do ouvido e desliguei a música, olhando para o mar a minha frente.
A praia havia se tornado um dos meus lugares favoritos do acampamento. A não ser pelos casais. Eca, os casais.
Bufei, levantando-me da areia e seguindo para o único lugar que me agradava além do meu chalé e da praia. A arena.
Não que eu fosse uma grande guerreira, mas costumava a ir assistir os treinos que ocorriam ali, sempre tentada a treinar, mas nunca tive coragem, ou empenho. Bom, hoje seria diferente.
Peguei uma espada e um escudo, ambos de bronze, bem simples. Serviria para um primeiro treino. Caminhei para arena, verificando se usava roupas adequadas para o treino. Short, camiseta e tênis. Não deveria ter problema, me machucaria de qualquer jeito.

Sorri ao chegar ao local, por sorte não havia ninguém, apenas um sátiro ao lado das jaulas em que ficavam os monstros. Saltitei até ele e pedi que libertasse um dos ciclopes para lutar comigo.
Voltei para o centro da arena, empunhando a espada e arrumando o escudo em frente ao corpo, não deixaria que um ciclope me machucasse. Cair ou tropeçar é uma coisa, ser ferida por um monstro é outra.
Sorri novamente vendo o monstro vir em minha direção, trazendo um bastão de madeira como arma.
Esperei ele se aproximar e esquivei-me para o lado. Com a velocidade que ele vinha, não conseguiu parar na hora, por isso, andou mais alguns metros antes de virar-se para mim novamente.
- Um pouco lerdo, não? - ironizei.
O ciclope vem em minha direção mais uma vez e diferente de antes, não consigo desviar a tempo e tenho que usar meu escudo para não ter a cabeça esmagada pelo seu bastão. O impacto do bastão de madeira contra o escudo me leva ao chão. Ele sorri com a vantagem. Idiota.
Assim que eu o vejo vir para cima de mim, chuto sua barriga e ele se afasta o suficiente para que eu pudesse me levantar. Sem querer deixar por menos, finco minha espada em seu braço, fazendo um corte profundo. Puxo a espada de volta ao tempo em que ele tenta me atacar com o bastão em um golpe na horizontal. Graças aos deuses o monstro é alto e burro, por isso, eu simplesmente abaixei-me, evitando assim o ataque.
Aproveito onde estou para fazer um corte em seu joelho esquerdo. O monstro urra de dor e eu me afasto, a fim de evitar algum chute.
Vendo que ele estava mais focado na dor que em qualquer outra coisa, aproximei-me dele e sorri maldosamente, apenas para provocá-lo.
O resultado foi o esperado, ele corre em minha direção de novo, dessa vez mais lento, deveria ser por causa dos seus ferimentos, acho eu.
Como o meu primeiro ataque, deixo ele correr até mim e me esquivo antes que ele passe por mim, ficando de costas para ele, passando a espada por sua cabeça com um simples golpe na horizontal, decapitando-o. Sorri vendo ele se transformar em pó. Limpo minhas roupas e volto para o chalé, satisfeita com meu desempenho em meu primeiro treino.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Ex-Staff02 em Qui Nov 21, 2013 11:45 am

Gostei de como foi descritiva em sua história e personalidade, acho que poderia ter sido melhor na batalha e prestar atenção nos conectivos do texto, para não ficar tão pulado os parágrafos, mas isso não interfere tanto no sentido, Parabéns.

APROVADA

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Alek Evans em Qui Nov 21, 2013 6:12 pm

Nome: Alek Evans

Idade: 15

Local de Nascimento: Los Angeles

Progenitor Primordial: Hécate

Progenitor Mortal: Chris Evans

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):

Alek é um garoto tranquilo, não gosta de extravagancias ou de coisas muito supérfluas porém o seu maior defeito é gostar de chamar atenção e na maioria das vezes com piadinhas sem graça, desde muito novo foi muito mimado e a maioria das meninas dos colégios que passava corria atrás dele, o seu maior prazer é gostar de sua família e lutar com todas as forças para protege-los.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):

Alek segue a estrutura do seu irmão, estatura alta, com cabelos arrumados e bem penteados de cor escura e bem lisos. Com seus olhos azuis quase hipnotizantes exibem a cor do céu com beleza, a pele é pálida quase lembrando a cor de um vampiro dessas séries de tv. As roupas seguem o tom e a combinação que cai para o momento, nada de cores fortes para a noite ou bonés e óculos.

Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):

Ser conhecido no mundo inteiro não é nada legal, exceto para mim que sempre fui o mais indiscreto dos três, eu era filho de uma celebridade assim como Blair e Cody que eram meus irmãos gémeos.
Nós três formávamos o trio imbatível, os filhos de Chris Evans... muitas pessoas nos perguntavam como era ser filho de um super herói, capitão américa, tocha humano, esse tipo de coisa bem legal... Na maioria das vezes eu não tinha a resposta correta para essa pergunta e sempre que algum paparazzi se aproximava a única resposta era cobrir o rosto e seguir para algum carro.
Minha mãe havia nos abandonado assim que nascemos ela sumiu sem deixar respostas e nosso pai, Chris, cuidou de nós por 14 longos anos. Claro que esse excesso de preocupação atrapalhou-o em seus filmes e assim que assumimos a nossa adolescência podemos com sorte cuidar uns dos outros.
Nós três éramos pessoas totalmente distintas, enquanto Blair mostrava todo o seu carinho e zelo pela família Cody, que era um tanto antissocial se apegava cada vez mais com nosso pai. Eu... Eu já era mais tranquilo, tentava divertir todos sempre que podia e quase nunca ficava em casa, eu era muito popular no colégio e na maioria das tardes eu sempre tinha algum encontro ou algum grupo de estudos, que na maioria das vezes eram compostos somente de meninas.
No Colégio eu era bem observador, vivia prestando atenção nos garotos que se aproximavam da minha irmã sendo ou não amigos dela, muitos visavam apenas em ser “badalados” e fingiam amizade para aparecer em alguma foto ou capa de revista de alguma revista jovem, claro que para um bom irmão ver outros garotos aproximando-se da sua irmã não é nada legal ainda mais para um jovem rico e ciumento...
A melhor parte do dia era no colégio, apesar que muitos critiquem esse meu gosto por conta de eu não gostam nem um pouco de estudar, mas, dentro de casa era um tanto chato, vários mordomos espalhados, faxineiras, jardineiros e alguns seguranças, eu não precisava levantar um dedo para pedir um copo d’água... Jogar vídeo game a tarde toda não era lá essas coisas e volta e meia tentava burlar a segurança e fugir para a casa de alguma amiga.
Naquele dia nós estávamos na sala de jantar, acompanhado de nosso pai e algumas cozinheiras, o loiro estava preocupado e não deixava de mostrar o seu olhar triste e desconsolado, parecia que algo estava sendo tomado do fundo do seu coração, vendo aquele olhar preocupado Cody apressou-se em perguntar sobre tal nervosismo, foi quando enfim ele começou a falar.
De repente toda a nossa história veio a mesa, a origem de como surgimos e o porquê que nossa mãe havia sumido, nós não éramos só filhos de uma celebridade e sim filhos de uma deusa... Hécate, era seu nome. Em silencio todos terminavam as suas garfadas incrédulos com tal fala do nosso pai, eu não dei a mínima achando que talvez fosse alguma fala de algum filme assim como todos, mas logo tudo foi esclarecido e antes que pudéssemos terminar ao mínimo a refeição a campainha tocou, uma das empregadas abriu-a e da mesa podemos ver um garoto de meia altura e de idade mais ou menos compatível com a nossa o nome dele era Carl e sim... ele tinha pernas de bode, acabamos descobrindo isso da pior maneira possível, o infeliz abaixou as calças no meio da sala e eu me segurei para não bater nele, mais uma vez nossa história foi contada e o primeiro a se escalar na nova aventura foi Cody, que seguiu feliz com o jovem protetor.
A despedida foi triste mas haveriam mais dois daqueles que voltariam e nos buscariam, no outro dia Blair foi a próxima e por último eu... Me despedi do meu pai com o maior amor do mundo, agradeci tudo que ele me proporcionou e como última recordação levei uma pulseira de ouro branco um presente dado por ele para que me concedesse sorte nessa nova vida.
[...]
Passamos a noite viajando e no outro dia chegamos no tal acampamento, a viagem foi boa, tranquila e agradável, o motorista do carro era Jullian meu protetor, assim que cruzamos o acampamento fomos bem recebidos por um ser... Metade homem metade cavalo? Mais ou menos isso, passamos das fronteiras e seguimos para a sala do estranho, ele me cercou de perguntas e assim que terminou todas levantou as mãos dizendo a todos que cercavam-nos
- Filho de Hécate, deusa da magia e névoa.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):

Era noite e todos os pássaros cantarolavam o som da noite, com seu grunhido sombrio os corvos que pairavam por aquela região exibiam o som do bater de asas fortes e grosseiros, era hora de levantar.... Mas àquela hora?
O relógio de pulso que seu pai lhe dera marcava às 00:42 A.M talvez não fosse o melhor horário para sair e procurar algo para fazer, Alek levantou e procurou em seu armário uma faca que havia ganhado assim que entrara no acampamento, ela era parecida com um punhal e mostrara todo o esplendor do seu prata brilhante, cansado de ficar deitado o garoto, filho de Hécate ergueu-se da cama e seguiu em direção a porta, guardou a faca atrás pendurada em seu cinto e com as mãos na nuca andou sobre a trilha de chalés.
Na entrada da floresta um pequeno grupo de Harpias incomodavam um javali que com certeza seria a preza do momento, Alek sorriu e manteve apenas o olhar esperando que algo ali pudesse diverti-lo, devagar o garoto puxou a faca e manteve-a na mão direita segurando-a fortemente caso acontecesse algo inesperado, como todo futuro de um bom semideus uma das harpias sentiu o cheiro da prole primordial e acabou emboscando-o por trás, claro que não foi uma ideia lá tão perfeita, ainda mais sabendo que há um grupo de mulheres aves esperando para conseguir a sua caça.
Alek mostrava pela primeira vez o medo em seus olhos e sem saber se podia ou não revidar, ou esperar, decidiu atacar primeiro antes de virar refeição de Harpia. O garoto acabou dando um corte na canela da mulher que com fortes dores soltou-o céu a baixo, a queda não era tão devastadora mas era suficientemente capaz de quebrar um pé, o pouso do semideus foi tranquilo e por sorte não quebrou nenhum osso, a Harpia solitária descia em um voo rasante de encontro ao garoto que mostrava a lamina prateada da faca que pela primeira vez brilhava juntamente ao brilho ofuscante da luz da lua.
Uma pequena e não tão densa névoa cobriu o local e a pobre criatura mantinha-se cega dentro daquela cortina de “fumaça” Ela debatia-se para os lados a procura da sua refeição, mas o garoto mostrou eficiência em combate e com seguidos golpes de diversas direções e locais acabou machucando um pouco a ave que tentou levantar voo. Porém um dos alvos mais acertados foram as asas deixando-a no chão o último golpe “viria a cavalo “e assim como um jato acertou com força o coração da criatura o pavor do seu primeiro assassinato cobriu os olhos do garoto em lágrimas, as pernas tremulas tentavam desvendar o caminho até o chalé e na cama voltou a se deitar antes que a vontade de batalhar tomasse seu corpo novamente.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Apolo em Qui Nov 21, 2013 6:28 pm

Seu teste foi bom, apenas cuidado com alguns erros gramaticais... Bem vindo, filho de Hécate.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Alex Hudsson em Sab Nov 23, 2013 6:54 pm

Teste de Reclamação

Nome: Alexis Westmach Amundsen.

Idade: 16 anos.

Local De Nascimento: Londres, Reino Unido.

Progenitor Primordial: Melinoe

Progenitor Mortal: George Westmach Amundsen.

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): A Personalidade de Alexis é bem confusa, o que dificulta para a mesma fazer amigos, corajosa, Alexis enfrenta seus desafios sem medo do pior, é capaz de se adaptar facilmente a qualquer ambiente e/ou mudanças que aconteçam ao seu redor. Bagunceira, não gosta de seguir ordens e tão pouco é uma pessoa organizada, tem dificuldade em se socializar, pois é fria, o que faz com a que a mesma tenha dificuldades em conversar e interagir com pessoas que não ainda não conheça, também costuma ser um pouco sádica, ri do sofrimento causado as pessoas (pelo menos das pessoas que não gosta). Obsequiosa, gosta de ajudar as pessoas, mas apenas aqueles que ela acha serem dignos de tal ajuda; Furtiva, consegue se movimentar sem fazer barulho ou chamar atenção. Alexis costuma se esconder atrás de um “muro”, onde ninguém possa descobrir seus pensamentos, emoções e sentimentos mais sombrios, é tão fechada que muitas pessoas já se afastaram da garota, mas o que ninguém sabe é que Alexis espera que alguém quebre o muro e conheça sua verdadeira personalidade.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Os traços mais marcantes de Alexis são os longos cabelos loiros, os olhos verdes brilhantes e as sobrancelhas grossas, é magra tendo somente 59kg possui para seus 1,73cm de altura, o que irrita profundamente a garota que queria ser um pouco mais baixa. Possui a expressão forte e ao mesmo tempo delicada, o que acaba fazendo com que as pessoas pensem que a garota é apenas mais um “rostinho bonito”, não costuma sorrir muito e fica extremamente corada quando está com vergonha ou até mesmo tímida, tem mania de morder os lábios e mexer no cabelo quando esta nervosa. Possui um estilo mais masculino, odeia usar saias e/ou vestidos, seu vestuário é composto por blusas de banda, calça jeans skinny e tênis all star. Alexis tem duas tatuagens: a frase “Made in England” na sola do pé e o desenho de um leão no dedo indicador.

Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos): Nasci dia 17 de fevereiro de 1997 (16 anos) em Londres, Reino Unido e passei parte da minha infância em Londres, não foi nada feliz, eu fui constantemente ignorada por meu pai que sempre me lembrava que eu era o pior erro da vida dele, bom, isso fez com que eu entrasse em depressão com apenas 6 anos de idade, não era ingênua como as outras crianças, era diferente e isso fazia com que todos se afastassem de mim e também fazia com que eu odiasse a mim mesma, fazia com que eu pegasse todas as noites, uma lâmina que tinha escondida debaixo da minha cama numa pequena caixinha e com ela, fizesse pequenos cortes em meus braços, eu era tão inútil na vida de meu pai que ele nunca percebeu que eu me cortava e isso só me motivava a continuar me machucando.

Quando completei 8 anos que o inferno realmente começou, meu pai se casou novamente e digamos que minha madrasta não era... Amigável. Ela achava que eu só estava ocupando espaço e impedia que ela conseguisse toda a herança da família que por direito pertencia a mim, Donna (Mulher do meu pai) tinha uma filha, Ashley que era mais velha que eu e amava me fazer de empregada, eu era obrigada a fazer tudo o que Ashley queria ou sofreria castigos, ainda tenho as cicatrizes me meus braços e pernas das surras que eu levava.

Quando fiz 11 anos, um milagre aconteceu, uma tia distante que morava nos Estados Unidos apareceu, assim que soube como eu era tratada naquela casa ela entrou num processo para conseguir minha guarda e felizmente, ela conseguiu. Nos mudamos para Manhattan, ali vi toda a minha vida mudar, apesar de toda a dificuldade me fazer amigos, minha vida estava relativamente melhor, eu ainda era considerada “estranha” por meus colegas de classe e as demais pessoas que costumam julgar as pessoas pela capa, mas isso não me abalou, eu não ligava para a opinião de nenhum deles. Finalmente, quando completei 13 anos consegui fazer um amigo, Nathan, ele conseguia ser mais esquisito que eu, mas era gente boa e tinha me ajudado num momento de necessidade, tinha salvado a minha vida... Mas não gosto de lembrar das coisas que aconteceram naquela noite, coisas que somente eu e Nathan sabíamos.

Depois de conhecer Nathan minha vida nunca mais foi a mesma e com 14 anos, eu meio que entrei na fase de "adolescente rebelde", fiz duas tatuagens, comecei a fumar e a beber. Minha tia começou a ficar preocupada comigo e eu, em agradecimento a tudo que ela tinha feito por mim voltei a ser "normal". Quando cheguei aos 16 anos descobri que era diferente dos outros, descobri o porquê do meu pai achar que eu era um erro, mas mesmo depois disso não perdoei ele por me condenar só porque eu era filha de uma deusa, isso mesmo, eu tinha descoberto que era uma semideusa, vou contar para vocês como tudo começou.

-v-

Estava mais frio que o normal em Manhattan, eu andava pelas ruas apertando mais o casaco contra meu corpo. Tinha marcado de ir me encontrar com Nathan na Starbucks, o lugar que eu considerava meu santuário, já que amava café. Não demorou muito e eu cheguei à cafeteria, Nathan já me esperava lá, me sentei à mesa de frente para ele. – E então, o que queria falar de tão importante comigo? – Perguntei e mordi os lábios, bom, estava meio nervosa, sempre que alguém dizia que queria conversar comigo era porque alguma coisa extremamente ruim tinha acontecido. – Primeiramente, tome aqui seu café, sei que fica mais calma quando bebe e isso vai ajudar – Nathan resmungou enquanto empurrava um copo cheio de café para mim.

Bebi um pouco do café e olhei para o Nathan, séria, odiava quando as pessoas ficavam enrolando para contar as coisas. – Desembucha logo – Resmunguei e bebi mais um pouco do café. – Ok... Bem, acho que já está na hora de você saber toda a verdade, Alexis – Nathan disse sem olhar para mim, parecia hesitante em me contar o quer que fosse e isso estava me deixando extremamente confusa. – Acho que não vou conseguir falar, melhor levar você para o Quíron – Nathan falou no mesmo tempo em que se levantou da mesa e saiu me puxando para fora do café, claro né, porque era extremamente normal você falar que queria contar uma coisa, depois parar do nada e dizer que era melhor me levar para Quíron que eu não fazia nem ideia de quem era.

- Pra onde estamos indo? – Fiz a pergunta que não queria calar e Nathan me ignorou completamente, sem parar de me puxar pelas ruas de Manhattan. Depois de alguns minutos resolvi deixar ele me arrastar, não adiantava lutar e/ou protestar com Nathan mesmo, fiquei surpresa quando percebi que ele estava me levando para casa.

-v-

Bom, pelo jeito as coisas eram mais sérias do que eu pensava, mas era tão ruim assim para fazer meu pai sair de Londres para vir aqui? Observei o homem de cabelos negros com apenas alguns fios de cabelo branco na minha frente com a aparência cansada, me manti impassível e cruzei os braços esperando alguém me explicar o que estava acontecendo ali. – Deve estar se perguntando o que estou fazendo aqui – Meu pai tentou adivinhar o que eu pensava e não é que ele conseguiu? Estava começando a achar que ele era a única pessoa que realmente me conhecia, mas ele não tinha quebrado o “muro”, eu ainda não tinha o perdoado por tudo que tinha feito comigo. – É, estou mesmo, achei que nem se lembrava mais de mim – Dei de ombros enquanto me sentava no sofá ainda de braços cruzados, me pai se sentou ao meu lado, perto demais o que fez eu me afastar e ele cerrar os lábios, pelo jeito ele não tinha gostado de eu ter me afastado.

- Achei que devia explicações a você e eu nunca me esqueceria de você, é minha filha, tem meu sangue correndo em suas veias – Ele começou a falar e eu revirei os olhos, porém decidi deixar ele continuar com toda aquela baboseira. – Sei que errei em te ignorar por todos esses anos e queria pedir minhas sinceras desculpas – Continuou falando e soltou um leve suspiro. – Sabe que não sou de enrolar, então, Alexis você é filha de uma deusa – Disse de uma vez só, eu fiquei olhando para com cara de “como é que é?” e ele suspirou novamente. – Você é filha de uma deusa, não posso explicar muito, não é meu dever, mas você irá para o acampamento meio-sangue e lá irão te explicar tudo – Ele falou como se aquilo fosse completamente normal e se levantou do sofá no mesmo momento em que minha tia e Nathan desciam as escadas, minha tia segurava minha mochila nas mãos e a entregou para mim assim que chegou ao meu lado, parecia prestes a chorar.

- To entendendo mais nada – Resmunguei e olhei para meu melhor amigo em busca de explicações mais claras. – Vamos ao acampamento e lá você vai saber de tudo – Nathan falou. Minha tia me abraçou e sussurrou um “Boa sorte” para mim, meu pai até tentou me abraçar, mas eu saí de casa com Nathan atrás de mim, parecia incrível como as pessoas achavam que podiam sair e entrar na minha vida como e quando bem entendessem.

-v-

Agora a ficha tinha caído, lembra quando falei que não sabia quem era Quíron? Pois é, descobri. Quíron é um centauro, descobri isso depois que acordei no acampamento meio-sangue, não me lembrava de muita coisa, só que Nathan e eu estávamos prestes a atravessar as barreiras do acampamento, só que alguma coisa atingiu minha cabeça e tudo ficou escuro. Depois de toda essa confusão eu descobri ser filha de Melinoe, fui reclamada assim que Quíron me explicou toda a história de Deuses terem filhos com mortais, no meio de tudo isso; Também descobri que Nathan na verdade era um sátiro que tinha sido mandado para me proteger, pelo jeito minha vida nunca seria normal.


Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos): - Such a lonely Day, and is mine... – Cantarolei enquanto andava em direção a floresta, minha missão era encontrar uma dracaenae que estava solta em algum lugar por ali. Continuei andando no meio daquele “matagal” e até batia em algumas plantas que me atrapalhavam de passar com a espada de bronze (que eu tinha pego emprestada do acampamento), não demorou muito e eu encontrei uma pequena clareira, a dracaenae estava lá, prontinha para atacar quem aparecesse. Não me escondi, nem nada, saí entrando na clareira e olhei para a dracaenae.

Confesso que fiquei um pouco aliviada quando ele somente se empenhou em me atacar, sem brincadeiras e sem falas com seu sotaque irritante. Desviei das garras da monstra que tentou, somente tentou desconfigurar meu lindo rostinho e no mesmo momento ataquei o lado esquerdo dela com a minha espada, porém ela foi rápida e também desviou, quando ia atacar novamente, ela foi mais rápida e tentou arranhar meu braço, dei um passo para trás, mas como a sorte não é minha amiga, tropecei em alguma coisa e acabei caindo no chão.

Antes que a bicha me atacasse com sua cauda, rolei para o lado e me levantei rapidamente, mas não fui tão rápida, senti alguma coisa bater em meu tronco e assim eu saí “voando” pela clareira até que meu corpo bateu numa árvore, o impacto fora tão grande que senti um gosto metálico em minha boca, fiz uma careta e cuspi o sangue que estava em minha boca e me levantei do chão ignorando todas as dores que eu sentia em meu corpo, olhei para a dracaenae com raiva, mas ela somente sorriu para mim e voltou a me atacar com a sua causa, mas eu pulei e desviei, comecei a correr em “zigue-zague” até a dracaenae e tentei acertar o braço esquerdo dela com a minha espada, não deu muito certo, ela foi mais rápida desviando e me atacando ao mesmo tempo, dessa vez não fui rápida o bastante para desviar, senti meu braço arder e um líquido quente escorrer por ele.

Senti uma tontura, mas ela passou rapidinho, saí pulando quando ela tentou acertar minhas pernas com sua calda, saí contornando a monstra e desviando de alguns galhos que estavam no chão, eu não queria bater com as minhas costas em uma árvore novamente. Percebi que tinha um galho baixo atrás da dracaenae, foi aí que tive a melhor ideia pra alguém que não era muito inteligente, corri mais rápido e contornei a bicha feia, dei um pulo e segurei no galho baixo com uma mão enquanto segurava a espada com a mão livre, impulsionei meu corpo para frente e soltei o galho, caí nas costas da dracanae, com a mão que eu tinha acabado de soltar o galho segurei num dos ombros dela para não cair, ela começou a se balançar e o negócio começou a ficar sinistro pro meu lado, agoniada para acabar com aquilo de uma vez, prendi minhas pernas na cintura dela, segurei minha espada com as duas mãos e sem demorar muito cravei a espada nas costas dela que explodiu em pó.

Caí de bunda no chão tossindo e cuspindo sangue junto com aquele pó nojento. – Argh, preciso ir a enfermaria – Resmunguei para mim mesma e me levantei do chão bem devagar, agora que a adrenalina da luta tinha acabado eu sentia todas as dores por meu corpo, soltei um suspiro e fui quase me arrastando de volta ao acampamento.

OBS: Essa batalha ficou uma bosta, mas foi o que minha criatividade permitiu, sorry ç-ç

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Sab Nov 23, 2013 7:10 pm

Alexis, gostei bastante da sua ficha, você se mostrou muito criativa e detalhista, praticamente não teve erros e apesar da sua observação, também gostei da batalha.
Seja bem vinda, filha.
Aprovada.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Lilithy Durfy em Qui Dez 05, 2013 7:06 am

Nome: Lilithy Angelin Durfy

Idade: 16

Local de Nascimento: Dublin ,Irlanda

Progenitor Olimpiano: Deméter

Progenitor Mortal: Nichollas Durfy

Características Psicológicas: Sou uma garota que odeia acima de tudo ter que se descrever perante os outros. Tenho um ego e orgulho lá em cima, e às vezes isso faz com que eu perca as poucas pessoas as quais amo. Tenho uma queda pela natureza e amo gatos! Gosto de ficar sozinha, na maioria das vezes... isso me eprmite refletir na vida e em tudo o mais que ela me traz- seja bom, ou ruim.

Características Físicas: Sou uma pessoa considerada baixa, com longos cabelos negros e pele clara. Meus olhos verdes já foram, outrora, bonitos... aggora demonstram nada senão um ar de tristeza... Meso dessa forma, se tem uma coisa que eu gosto em mim mesma são os olhos. Talvez, porque meu pai dizia lembrarem muito os da minha mãe.

Conte-nos sua História: Nasci em um tranquilo vilarejo em Dublin, Irlanda. Meu pai é um simples camponês que leva uma vida pacata. Passei quase toda a minha infância privada de muitas amizades, já que sou sopesada como “má influencia” por toda a redondeza, devido aos meus surtos psicóticos e todos os meus problemas mentais.
Durante meus tempos de pequena, fatos estranhos ocorreram em minha vida. Houve noites que eu não consegui dormir, sussurros me perturbavam, seguidos de terríveis pesadelos. Neles eu era perseguida e ás vezes até morta, acordava sempre ofegante, tudo sempre parecia tão real. Também ocorreu um dia de eu estar na varanda de casa, ao lado de meu pai, quando subitamente uma estranha criatura passou correndo na minha frente. Eu jurei tê-la visto voar, mas meu pai disse que era apenas um carteiro, caminhando normalmente. Sobrevim por muitas situações semelhantes, tantas que chegam a ser incontáveis.
Aos sete anos descobri que tinha dislexia, mas com a ajuda de alguns tratamentos, aprendi a ler corretamente, e os livros hoje em dia são minha paixão.
Depois de descobrir ser portadora de dislexia e hiperatividade, claro que fui transferida para uma escola de crianças problemáticas, mas logo adaptei-me ao novo ambiente. O único problema, que ainda me incomodava profundamente, era o sumiço de minha mãe. Nicollas, meu pai, persistia em dizer que ela precisou abandonar o país, mas e as fotos? Ele obviamente teria que ter ao menos uma recordação da mulher que diz ser a única que já amou verdadeiramente. Mas nada, nem uma carta, um bilhete, nada. Era como se ela tivesse se esvaído, carregando todas as lembranças consigo.

Minha vida não era muito interessante, sempre a mesma rotina tosca, as mesmas pessoas, os mesmos lugares, mas eu não queria sair daqui, Dublin parece ser a cidade perfeita para uma garota como eu, diferente em quase todos os aspectos, das pessoas ao meu redor. E tudo teria permanecido a mesma coisa se não tivesse ganhado como vizinho e professor o Sr. Jack, o idoso rabugento e solitário, que nunca assenta um sorriso no rosto.
Deve ter acontecido mais ou menos umas duas semanas depois que o Sr. Jack começou a lecionar na Saint Patrick’s School (minha atual escola).
No dia anterior, ele havia me dito toda a verdade após me salvar de um imenso ciclope. Eu ainda estava processando toda aquela informação de ser filha de uma deusa grega, parecia uma realidade tão distante da que eu vivia, mas pra falar a verdade, tudo fazia muito sentido, as vozes que eu ouvia, os surtos que me dominavam, e principalmente, o fato de eu não ter uma mãe. Talvez, fosse melhor para mim, acreditar nas palavras do Sr. Jack e ir com ele para lugar que diz se chamar “Acampamento Meio-Sangue”. Ele diz também que este é o único lugar seguro para crianças como eu. Não vou dizer que não me senti feliz quando soube que mesmo sendo diferente, talvez pudesse ter amigos uma vez na vida, e, principalmente, conhecer minha mãe, uma coisa que almejei durante muito tempo.
Depois de uma minuciosa conversa com meu pai, resolvemos que eu iria com Sr. Jack para o tal acampamento. É claro que meu pai sabia de tudo. Ele sempre soube, mas disse que o motivo de tê-lo mantido em segredo foi minha própria segurança. Na situação em que me encontrava, não pude revidar, e agradeci por ter se preocupado tanto com isso. Eu jamais trocara meu pai por nenhum outro. Ele era a pessoa que eu mais amava neste mundo, mesmo se descobrisse quem era minha mãe, meu pai estaria sempre em primeiro lugar.
Os pensamentos e as possibilidades invadiam minha mente. Ficar longe de meu pai não era algo animador. Estive com ele durante toda minha vida, nunca o havia deixado.
A mala já estava pronta e o Sr. Jack acabava de chegar, o avião partiria em menos de uma hora e a distância de Dublin até Nova York não era nada curta. Confesso que foi cos lágrimas nos olhos que deixei meu pai, minha casa, minhas raízes e parti escoltada pelo velho sátiro.

O avião não demorou a decolar e meu coração batia cada vez mais forte tanto pela emoção, quanto pelo medo, eu nunca havia viajado de avião antes. Quando já estávamos no ar, meus temores passaram, me senti leve e livre ali, naquele local

Acordei com a voz do Sr. Jack dizendo que já havíamos pousado o que significava que estávamos a poucos metros da minha nova casa. Assim que saímos do avião, o Sr. Jack pediu um taxi pelo telefone público do aeroporto (Ela havia dito que celulares atraem monstros). Não demorou muito para que o carro parasse na entrada do local em que nos encontrávamos. A motorista sorriu com desdém enquanto entravámos no automóvel.
A corrida foi tranquila, mas em um estranho momento, o Sr. Jack esbugalhou os olhos e farejou o ar. Ele não disse nada, apenas pediu para que a motorista parasse na próxima esquina. A motorista hesitou, e olho para nós através do retrovisor “Essa não!” Jack gritou “Saia do carro Lilithy, agora” Eu fiquei sem estender muito, mas obedeci no instante em que se ouviu um BUM, e um segundo depois, não havia mais carro, o que restava dele estava jogando debaixo de uma árvore próxima e o Sr. Jack havia perdido as calças e estava pulando em cima da motorista, que revelou ser uma empousa, eu li sobre elas em algum lugar. O fato é que, a única coisa possível de se ver era uma mistura muito inusitada de movimentos nunca vistos antes. Temi o pior, o Sr. Jack era apenas um velho sátiro e a jovem empousa parecia muito mais forte que ele. Eu corri os olhos pelo local, ansiando encontrar uma forma de ajuda-lo, foi quando um pequeno graveto chamou minha atenção, ele pareceu brilhar, querendo que eu o visse. Não pensei duas vezes ao pegá-lo nas mãos e lançar na direção da empousa, é claro que isso não a feriria, mais chamaria sua atenção. Funcionou, por uma fração de segundos ela deixou o Sr. Jack de lado “Quando eu acabar com o velho, é sua vez, semideusa” Sua voz soou áspera, mas não por muito tempo, quando ela percebeu, já estava se desintegrando, e sendo transformada em uma pilha de pó brilhante. O Sr. Jack nunca me falou que andava armado com uma faca, mas não interessava. Agora a única coisa que importava era que todos estávamos bem. “Afinal, ainda estamos muito longe?” perguntei. Ele não disse nada, ainda estava ofegante, apenas apontou. Olhei na direção de seu braço, poucos metros á frente estava:
“Acampamento Meio-Sangue”
“Finalmente!” Exclamei enquanto adentrávamos meu mais novo lar.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado: A noite reinava lá fora. As estrales perdiam seu brilho no breu e, a lua não passava de um fio de prata que tentava, inutilmente, iluminar o firmamento. Eu ainda não conseguira dormir, algo me incomodava profundamente, uma sensação de desconforto, como se algo não estivesse certo. O silêncio que reinava no chalé 11 não ajudava muito a amenizar a situação. Fechei meus olhos, tentando relaxar, e no breve momento em que estive a ponto de ficar inconsciente, percebi o que estava fora do comum. Um ambiente familiar me veio à mente, logo o reconheci: era o chalé 1. O chalé onde minha melhor amiga, Rebekah, estaria agora, dormindo…ou não.
Mais uma vez, fechei os olhos, porém agora eu não tinha a intuito de dormir, muito pelo contrário, queria adentrar os sonhos de Bekah. Sabia muito bem que isso era realmente perigoso, mas precisava tentar, talvez fosse a única forma de salvá-la. Concentrei-me e orei para meu pai e para Morfeu, esperando que me ajudassem e me fizessem bem sucedida no que estava prestes a fazer. Foi então que aconteceu. Toda a cena ficou diferente, e algo semelhante a uma névoa me envolveu. Já não me encontrava mais deitada em minha cama, mas sim em uma sala estranha, obscura.
− Olá − Falei, tentando chamar a atenção de quem quer que estivesse ali, mas a única resposta que obtive foi o meu próprio eco.
Observei com mais cautela e, finalmente, encontrei-a. Sentada em um canto mais escuro da sala, tomada pelas sombras, Bekah parecia olhar para o nada e para o tudo ao mesmo tempo, perdida em seus próprios devaneios. Não consegui entender o porquê de aquilo ser tão perigoso, mas no minuto seguinte, ele apareceu, rastejando e sibilando, a enorme serpente surgiu por entre uma grande obstrução em uma das paredes. Suas escamas esverdeadas e – principalmente – seu tamanho, o fizeram inconfundível: um basilisco. “Deuses” pensei comigo mesma. A situação piorava a cada momento que se passava. Seria quase de todo impossível derrotar aquela fera, mas se eu não o fizesse, Bekah estaria – literalmente – morta. Respirei fundo e, por mais difícil que parecesse, tentei bolar um plano. As regras eram básicas: eu não podia olhá-lo nos olhos, nem ser tocada pelo seu bafo; tinha apenas uma espada e um escudo em mãos; não podia deixar que ele atacasse Bekah e tinha de manter nós duas vivas, simples assim. Eu não havia reparado antes, mas haviam algumas pilastras espalhadas pelo cômodo, e na ocasião, eram o melhor esconderijo. Prostrei-me por detrás da pilastra mais próxima. O Basilisco ainda não havia visto Rebekah, isto era um bom sinal…Ops! Maldita boca eu tinha. A fera começou a se rastejar na direção da minha amiga. Eu precisava fazer algo. Tinha de pensar, foi como que por milagre que resolvi olhar para o chão, ali haviam algumas pedras de tamanho médio. Deitei meu escudo no chão, com muito cuidado e segurei uma delas em minhas mãos. Servia. Rezei, mirei e atirei. Obviamente a pedra não causou os danos que eu havia esperado, porém, chamou a atenção do monstro, fazendo esquivar-se de Bekah. Fechei os olhos, ele provavelmente sentiria meu cheiro e viria a meu encontro. Esperei um só segundo, até que sentisse o odor horrível que emanava da fera. Ela se aproximava. Eu corri, mas não para frente, corri para onde deduzi ser a direção contrária a que o monstro tomava. Corri muito rápido, com a velocidade que só um filho de Hermes teria. E então bati contra alguma coisa áspera e dura. As escamas do basilisco, supus. Então fiz a única coisa que me pareceu…possível, no momento. Pulei para cima da fera, ainda com os olhos fechados, e segurei-me em uma das grandes escamas, a fim de não escorregar. Já no dorso do basilisco, abri os olhos, me pareceu seguro. Engatinhei até o local mais próximo a sua cabeça e, com um só movimento, finquei Aérisno local aonde deveria estar seu olho direito.
A fera uivou de dor. Começou a debater-se, jogando-me assim, de uma lado para o outro de suas costas. Mas meu trabalho ainda não estava terminado. Com uma GRANDE dificuldade, acertei seu olho esquerdo, e mais uma vez ela gritou e se contorceu, dessa tão forte, que fui parar no chão. Tentei ser rápida para encontrar meu escudo, e com todo o seu brilho, não foi tão complicado assim. Meu coração batia de uma maneira desregulada e eu não sentia o chão sobre meus pés. Bekah continuava inerte, sem mover um só músculo. O monstro revidou, sua língua fazendo aquele ruído insuportável. Esquivei-me paralado e atingi sua garganta. Sangue azul começou a ceder do ferimento. Mais uma vez, desferi um golpe, desta vez, no alto da cabeça, e consequentemente, o basilisco gritou. Continuei nessa de fazer-lhe os maiores ferimentos que conseguia, porém, eu mesma não conseguira escapar deles. Meu braço esquerdo já adormecia e minha cabeça girava de dor. Meus joelhos, os dois, estavam tão arranhados que me dava agonia só e olhar para eles. Quase sem forças, eu me esforçava ao máximo para manter a fera longe de Bekah. E quando achei que seria meu fim, uma luz iluminou meu cérebro, dizendo-me para atingir o que achava ser seu coração. Assim o fiz. Aéris, já toda encharcada de sangue monstro, foi de encontro ao coração do monstro. De início achei que não surtiria efeito, porém como que se fosse paralisado, a fera parou. Ficou imobilizada e deu um último gemido, antes de virar pó.
Arfei e corri de encontro a Rebekah, quando minha mão já estava a centímetros de sua face, percebi que estávamos em um sonho, seria melhor não despertá-la. E enquanto pensava nisso, a mesma névoa que me envolverá no início de tudo, me tomou novamente. Meu cérebro girou e quando abri os olhos, já me encontrava de novo no chalé 11, deitada, porém com todo o corpo entorpecido.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Qui Dez 05, 2013 10:50 am

Lilithy,
Gostei bastante da sua ficha, especialmente da história. Tome cuidado apenas com os erros e a falta de coerência em certos aspectos.
De qualquer maneira, seja bem vinda, filha de Deméter.
[size=24]Aprovada.


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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Henry N. Pond em Qui Dez 12, 2013 3:32 pm

Nome: Henry {Noble} Pond
Idade: 13
Local de Nascimento: Yorkshire, Inglaterra
Progenitor Primordial: Hécate
Progenitor Mortal: Charl Noble Pond [Morto]
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
É um garoto inteligente e atencioso, mas, assim como o pai, gosta de aventuras, do perigo. Costuma e tenta ao máximo ser amigável e fazer o maior número de amigos possíveis, para ele, quando mais amigos, melhor! Porém quando alguém não o trata bem ou a uma das pessoas que ele gosta, não mede esforços para retribuir da mesma forma, fria e arrogante, de tal pessoa, gosta muito de viajar, principalmente para lugares históricos e antigos, por isso sempre adorou sua cidade natal: Yorkshire, que é bem histórica. O Ar Livre o faz se sentir calmo, e a noite ainda mais. Sempre tenta observar atenciosamente tudo que o rodeia.
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Tem a pele branca, os cabelos são longos, lisos e castanho-escuros, quase pretos, com uma pequena mecha mais clara, e normalmente ficam bagunçados, acha sua altura normal para a sua idade (13 anos), porém se acha muito magro. Às vezes seu rosto toma uma expressão de tristeza por acontecimentos passados, que tenta evitar. É muito parecido com o pai e tem a mesma pequena cicatriz em forma de lua na perna.
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos): - 3ª pessoa

Um dia frio de Inverno



Era um dia frio de inverno de Dezembro, mais especificadamente em 08 de Dezembro de 2000, quando um garotinho nascia, um garoto especial, um semideus, o qual ele só descobriria ser 13 anos depois. A mãe tinha que partir, tinha, afinal, deveres divinos a cumprir, o pai prometeu cuidar dele até que um dia ele pudesse descobrir de onde veio, e a mãe disse que quando isso acontecer, ele estaria em grande perigo, perigo este maior ainda do que ele já passaria por sua infância, mas quando a verdade fosse revelada, ele devia ir o mais rápido possível para um lugar, um lugar onde ele iria ficar bem, onde estaria protegido, e se foi.
***
Yorkshire para Cardiff e a figura misteriosa
07 de Outubro de 2005, Henry tinha 4 anos, quase cinco. Yorkshire tinha se tornado um lugar muito ligado ao garoto, era Outono, o dia estava frio, o inverno se aproximava, mesmo que apenas com 4 anos, o garoto já tinha alguns amigos na cidade, ele não queria se mudar, não queria mesmo, mas o pai dizia que eles tinham que se mudar, e que Cardiff seria uma ótima cidade para eles. Enquanto o pai arrumava as malas e todos os móveis da velha casa rústica em Yorkshire, o garoto via uma figura encapuzada, não sabia se era homem ou mulher, olhava pela janela, em pé na cadeira perto da janela. Henry imaginava quem seria a pessoa parada fixamente do outro lado da rua, quando piscou, a figura já não estava mais lá, achou aquilo muito estranho. O pai mandou sair de cima da cadeira, pois estava terminando de arrumar tudo para a mudança.
***

Cardiff e Morte do Pai

05 de Janeiro de 2008, Henry já com 7 anos. Já morava há 3 anos em Cardiff, País de Gales e já tinha começado os estudos. O pai, Charl Noble Pond, já era um conhecido arqueólogo, já tinha levado Henry para aventuras em várias de suas viagens, como para Stonehenge, na Inglaterra e para Anfípolis, na Grécia. O garoto gostava muito do trabalho do pai, porém foi por causa de uma dessas expedições arqueológicas que Henry perdeu o pai. 08 de Setembro de 2008, o pai tinha saído em uma expedição para Stanwick, Inglaterra há 5 dias. Como de costume ele ia para a escola e depois ia para a casa de sua tia, naquele mesmo dia, ao sair da escola, Henry havia visto a mesma figura de 3 anos atrás, o olhando , a mesma figura encapuzada, parada, ia falar com a tal pessoa, mas, novamente, quando piscou, desapareceu, Henry passou o dia pensando naquilo, até que os avós chegaram a casa da tia. Eles tinham um ar de tristeza, parecia que algo abalador tinha acontecido. A tia também estava bastante estranha, tentava imaginar o que havia acontecido. Então os avós, Minerva Noble Pond e August Pond, o chamaram e disseram que o pai havia sofrido um acidente durante sua pesquisa e estava morto. O garoto ficou abalado, e assim permaneceu durante dias, meses, e até hoje ainda terrivelmente triste pela morte do pai, agora os dois pais estavam mortos, já que o pai dissera que sua mãe, que nunca viu, tinha morrido meses depois do parto. Mas os avós também naquela ocasião: “Logo você reencontrará sua mãe”, mas como poderia? A mãe estava morta, então pensou que talvez tivesse alguma doença e morreria logo.
***
Nova York e o semideus



No começo de 2009, quando Henry tinha 8 anos, passou 4 meses com os avós em Londres, para então se mudar para Nova York, passou o resto de 2009 no Brooklyn, na casa de amigos dos avós, e no começo de 2010, aos 9 anos, se mudou para Manhattan. Lá a figura encapuzada passou a aparecer mais vezes. Henry já estava cansado de tanto se mudar e de nunca conseguir falar com a figurada encapuzada, estava começando a achar que ela era coisas de sua cabeça. Passou 4 anos lá, estudando na mesma escola, ainda atormentado pela morte do pai, foi então que, exatamente no dia do meu aniversário de 13 anos, 08 de Dezembro de 2013, algo inesperado aconteceu. Do nada uma criatura que o garoto nunca havia visto antes apareceu, Henry sabia bem o que era, quando foi com o pai a Anfípolis, na Grécia, pesquisou bastante sobre Mitologia Grega, o monstro que ele estava vendo era uma Quimera, achava que não era possível, aquilo não existia. Quando a Quimera estava prestes ao atacar, virou um monte de pó, e uma criatura que parecia um garoto normal, mas com pernas de bode, segurando um arco estava parado na frente de Henry. “Bode!”, falou. Ele explicou que na verdade era um sátiro e estava combatendo o monstro, quando o garoto disse o nome ele começou a falar algo sobre um tal acampamento Meio-Sangue, deuses e monstros. Falou também que vinha vigiando Henry desde que o garoto nasceu, “Lembra-se do encapuzado?”. Demorou para o semideus acreditar no que ele estava dizendo, Half, o sátiro, disse que os avós já sabiam, e que Henry tinha que ir com ele já, pois eles (os monstros) já sabiam.
***
O filho da magia
Na mesma noite de 8 de Dezembro Henry participava de uma atividade no acampamento meio-sangue, não sabia bem o que fazer, então ficou quase o tempo todo parado. Foi então que, no final dessa tal atividade, uma névoa apareceu diante do garoto, todos estavam olhando e Henry não sabia o porquê. Foi então que percebeu a névoa, e uns itens estranhos apareceram para ele. Um símbolo estranho apareceu em cima da cabeça do semideus, então o centauro que era diretor de atividades do acampamento, falou: “Henry Noble Pond, filho de Hécate”. Mais uma coisa fazia sentido , sorriu, seu primeiro verdadeiro sorriso de felicidade em anos, desde a morte do pai.



Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos): - 1ª pessoa
OBS - Poderes/Feitiços/Armas:

Usei os poderes e feitiços de filho de Hécate do nível 1
Usei os presentes de reclamaão obrigatórios e citei os que pretendo pedir caso seja aprovado

Eu sabia que estava desobedecendo ordens claras do diretor de atividades que eu insistia em esquecer o nome. Era noite, em torno das oito horas, eu deixava a proteção do acampamento meio-sangue, andei devagar e atento, para que ninguém conseguisse me ver. Carregava minha Varinha e meu Grimório, mas havia deixado minha Cartola no chalé e não queria a ajuda do meu lobo infernal negro, pois queria o mínimo de coisas comigo. Eu podia transformar minha varinha em espada e meu Grimório em escudo, além disso tinha meus poderes, não precisa de mais nada, embora estivesse com um pouco de medo, afinal eu tinha praticamente acabado de descobrir que era um semideus, mas eu tinha esperança que poderia vencer um monstro, eu descia a colina meio sangue, achava que talvez teria algum monstro ali, afinal, se o que eles queriam eram semideuses, ficariam esperando ansiosos, ao redor do acampamento, comecei a ouvir alguns estranhos barulhos vindos das árvores, falei, então:
-Tem algum senhor monstro esperando abocanhar um semideus por aí?
Continuei descendo, os barulhos se tornavam mais altos, até que uma criatura horrenda apareceu bem na minha frente, uma quimera!
-Aaah! Quimera? Oh Deuses, tantos monstros mais, digamos, fáceis de derrotar e vocês me mandam uma QUIMERA? Não podia ser um cão infernal não? Eu poderia até tentar domá-los.
A quimera levantou sua terrível pata de leão e fui lançado pelos ares batendo em uma árvore, o monstro tinha uma horrível cabeça de Leão e outra de Dragão, corpo de leão e cauda de serpente, o monstro me atacou com sua cauda de serpente, desviei, se eu fosse atingido por aquela cauda, mordido ou sei lá o que mais seria contaminado com veneno de quimera, o monstro atacou de novo. Minha aura sombria começou a emanar, mas mesmo com ela, a criatura não hesitava. Peguei a varinha e o grimório e os transformei, respectivamente, na espada e no escudo. A Quimera atacou novamente com sua cauda e defendi com o escudo, eu precisa de um plano, e rápido. Então tive um, rodei em volta da quimera ela tentava me atacar, mas eu desviava ou defendia no escudo, mas não permaneci com tanta sorte assim, uma parte da cauda da quimera bateu nas minhas costas e fui jogado até bater em uma árvore, já estava ficando cansado e ferido , fiz a espada virar varinha e a guardei, com a mão livre, lancei um lampejo de energia mágica no monstro, que o deixou um pouco atordoado, mas ainda assim não pude evitar uma investida do monstro, que ao bater no escudo me lançou para atrás me desequilibrando, então caí no chão, o monstro estava avançando, então eu só tinha uma chance, transformei o escudo em grimório e peguei a varinha, li alto e forte:
-KINISI! Vamos lá pedras, ataquem-no!
No pequeno tempo que tive, transformei novamente o grimório e a varinha em espada e escudo e o ataquei, mas ele sempre desviava, e tentava me atacar. Então lembrei da névoa.
Recuei e transformei as armas nos objetos mágicos, lendo o grimório e segurando a varinha, falei:
-ARCHI OMCHILI
E coloquei o grimório e a varinha em forma de armas de novo. Com a névoa o monstro devia pensar que a espada era um simples bastão de madeira e o escudo um livro velho normal. Agora eu precisava me dividir entre controlar a névoa e atacar. Rapidamente, assim que o monstro fez seu ataque, desviei, mas quando fui atacar com a espada, que para o monstro era um bastão, parece que me desconcentrei e o monstro percebeu que era uma espada, era tarde de mais... para a Quimera, a ponta da espada a atingiu e ela virou um monte de pó. Desmaiei
***
-VOCÊ ESTÁ REALMENTE MUITO ENCRENCRADO! – Disse o centauro – SAIU DO ACAMPAMENTO, ENFRENTOU UMA QUIMERA E PODIA TER SIDO MORTO! TER GANHADO DAQUELE MONSTRO FOI UMA PURA SORTE!
-Han... Oi ?
-VOCÊ FOI GRAVEMENTE FERIDO, CONTAMINADO COM VENENO DE QUIMERA E DESOBEDECEU MINHAS ORDENS!
-Pois é né, achei que se ela não me atingisse não seria contaminado com veneno, mas quando a cauda bateu em minhas costas...
-NÃO IMPORTA! Depois discutiremos seu castigo, e será bem severo! E NUNCA, NUNCA MAIS FAÇA ISSO!
-Entendido! Ou será que não!
-Grrr . Quando se sentir melhor pode ir!
Encontrei meu Grimório e minha varinha na mesinha ao lado, peguei-os e fui para o chalé, ainda atordoado.
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Ex-Staff02 em Qui Dez 12, 2013 8:34 pm

Henry, seu teste foi bom na história, mesmo que não tenha me prendido muito, porém seu combate foi comum. ( Quimera não tem uma cabeça de bode e de leão, alguns dizem que tem uma terceira de dragão ou o dragõa na cauda, mas tema de bode).

Mesmo assim, não fez nada ruim,
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Dom Dez 15, 2013 1:36 pm

Nome: Gregorio Maquiavel
Idade: 15
Local de Nascimento: Nova York
Progenitor Primordial: Melinoe
Progenitor Mortal: Rodof Maquiavel
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Criativo, Desastrado, louco, um pouco psicopata e atrevido.
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Magro, Cabelos escuros, olhos claros ,pele clara bom condicionamento físico.
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Bem eu sou um semideus.
Se você acha que ser um semideus é coisa fácil esta muito enganado (a), ser semideus é uma tarefa muito difícil eu não desejo isso a ninguém.
Meu nome é Gregorio Maquiavel, tenho 14 anos vivo com meus pais Gretha e Rodof Maquiavel, meus pais dizem que sou um garoto problemático.
Se eu acho que sou?
Com certeza, minha vida deu um guinada muito louca no ultimo dia de aula, antes das férias de verão, na Academias Linos era comum os professores levarem seus alunos a aulas de campo para que possam aprender um pouco mais sobre o tema estudado minha professora a Srta. Morrow nos levou a uma velha exposição de artes moderna que estava de passagem na cidade o tema era:  Velhas civilizações antigas e seus costumes, eu sempre gostei deste tipo de tema e logo me candidatei a ir.
Agora você imagina 26 alunos três professores dentro de um ônibus amarelo indo em direção ao centro de eventos de Nova York é uma loucura, as meninas fofocando de um lado os valentões batendo em garotos a frente e eu sendo eu mesmo sentado no terceiro banco do lado direito do ônibus ao lado de meu amigo Scott, ele era um menino de 14 anos que tinha a cara de ter uns 23 ele era alto e forte tinha cabelos encaracolados caídos na testa e uma barbicha ruiva no queixo.
- Você esta bem Greg? Disse Scott com uma voz rouca.
- Estou bem só estou me sentindo tonto por conta do movimento do ônibus que sempre me deixa assim você sabe.
Não demorou muito para chegar ao Centro de eventos o lugar era enorme e bonito todos nos descemos do ônibus e seguimos em fila única juntamente com os professores até a entrada do lugar a Senhorita Morrow estava ao meu lado, eu me sentia meio constrangido quando estava perto dela, pois ela era muito bonita, havia longos salões lotados de diferentes objetos, as meninas correram para os bancos e lá ficaram fofocando ou Tuitando algo os meninos correram para a seção de armaduras e lanças Espartanas enquanto eu e Scott ficamos sentados observando as estatuas uma estatua de uma mulher me chamou muita atenção ela usava um sobretudo escamoso e seus cabelos não eram fios e sim serpentes Scott vendo minha fascinação pela estatua me disse.
- Ela da medo só de olhar até parece que ela vai nos petrificar, você sabe quem ela é?
- Sim sei muito bem quem ela é, Medusa.
- Esta certo meu amigo e quem é aquele ali ele tem muita coisa igualado a você. – Disse a professora Morrow ao meu lado apontando para um homem segurando uma espada e sobre seus pés havia um bicho de quatro cabeças.
- Este é Teseu não é?
- Sim isto mesmo.
Um grito ecoou por todo o salão as meninas correm para tirar foto eram dois meninos brigando por bobagem.
- Se me dão licença tenho que resolver isso. Disse ela a nos dois e seguiu até os dois meninos que se esbofeteavam.
Tudo parecia esta ocorre como uma tarde normal de excursão, mas não para mim eu sabia que uma hora ou outra algo ruim iria ocorre era sempre assim desde meus 12 anos quando fui a minha primeira excursão na 7ª serie nos fomos para um piquenique em uma piscina publica e como eu era o menor da turma os meninos me agarraram pelas pernas e me jogaram dentro da água para meu azar eu não sabia nadar e acabei me afogando, mas fui resgatado por um homem, durante longos três meses fui zoado pelos meus colegas outra vez foi na minha sexta escola com 13 anos fui passar um fim de semana em um acampamento no meio do nada e minha cabana foi atacada por ursos, o azar me segue por aonde eu vou sei lá minha vida anda meio turbulenta e nesse passei não seria diferente eu acabaria fazendo alguma bobagem que logo iria parar no YouTube.
- Esta pensando em que Greg? Disse Scott a mim.
- Em como seria legal viver na época desses caras, acreditar em deuses e tal... Sabe até seria legal se eu fosse filho de um deles.
Para meu azar eu era mesmo um filho de um deus e isso não era nada bom perigos eminentes por todas as partes meu Zeus aiai...
- Seria mesmo. Disse Scott pensativo. – Imagina você lutando com uma dessas criaturas?
- Seria bem da hora. Disse eu me levantando e seguindo para o ônibus, pois os professores já estavam chamando de volta.
Quando subi para o ônibus havia um menino alto e parrudo bem a minha frente e eu magro e lesado acabo escorregando e tropeçando nele o menino se vira com uma cara de pitbull raivoso e diz.
- Não sabe olhar por onde anda não?
Eu engoli em seco ao ver que o menino era o mesmo menino briguento da briga de horas atrás meio gago respondo.
- Desculpa.
- O que? Não venha com essas desculpas esfarrapadas.
Ele da um cutucam em mim tão forte que me fez ir para trás e acabar caindo para fora do ônibus de bunda no chão. A explosão de vais e gargalhadas explodiu dentro do ônibus e fora meninas e meninos começaram a tirar fotos e postar no Instagran ou no Facebook, não sabia onde me esconder naquele momento eu queria enterrar minha cabeça no chão ou sumir, para piorar a situação caio logo em cima de um liquido amarronzado. – Sabe sou azarado mesmo a droga do liquido era fezes de cachorro. O fedor tomou conta do ônibus nem mesmo Scott quis sentar ao meu lado, todos cochichavam e caçoavam de mim.

Ao chegar ao meu dormitório fui logo tomar meu banho e relaxar um pouco antes de ir para a casa de meus pais, visto minha camisa favorita uma camisa com um enorme desenho de símbolos gregos que representava os nomes de todos os deuses Gregos uma calça jeans preta e meu all star tradicional, sigo para o dormitório de meu amigo Scott bato na porta e vejo que estava vazio penso onde ele deveria ter ido em uma hora daquelas já eram quase 10:00 P.M vasculho por todo o colégio quando ouço próximo a sala dos professores a voz de Scott e de uma mulher que eu logo reconheci, era a Srta. Morrow fiquei bem quietinho escutando a conversa deles.
- Ele precisa saber a verdade. Disse Scott
- Não, esta muito cedo não podemos assustar ele.
- Mas eles já sabem que ele esta aqui e vão vir atrás dele a qualquer custo você sabe disso e meu dever é proteger ele com minha vida.
- Se é assim levaremos ele para o acampamento amanhã mesmo fale com Rodof ele lhe ajudará.
Rodof eu havia escutado mesmo esse nome o menino que eles falavam era eu? Meu pai ia ajudar a me sequestra? O que eles estavam pensando que eu nunca ia descobrir? Eu tinha que fazer algo.
Saio correndo e acabo derrubando uma lata de lixo, ela ao rolar no chão faz um barulho estrondante e chama a atenção de Scott que abre a porta e apenas vê o vulto de uma camisa que ele reconheceria a quilômetros de distância.
- Era ele, Será que ele descobriu?
- Espero que não. Disse a Senhorita Morrow.
Chego ao meu quarto e logo tranco a porta ofegante e pensando em milhares de coisas não sabia que isso era possível meu melhor amigo um sequestrador e que diabos era aquele acampamento que eles falavam será que iam me matar?
Na manhã seguinte já estava de malas prontas indo em direção a arada de ônibus ao me ver Scott corre em minha direção eu acelero o passo, mas ele era rápido e me alcançou e disse.
- Precisamos conversar.
- Não tenho nada para falar com você seu pilantra.
- Você não intende, esta correndo perigo temos que ir até seu pai.
- Não quero você perto de mim.
- Não esto nem ai, vou com você para onde você for eu sou sei protetor.
Dou uma risada sarcástica.
- Você meu protetor?
Nos subimos no ônibus eu não dei nem um piu até chegar em casa onde fui segui por Scott até ela. Quando abro a porta vejo Gretha só de calcinha praticando poli dance.
- Veste uma roupa sou vagaba.
- Mais respeito seu moleque você não esta falando com sua parideira não.
Não sei como meu pai aguenta viver com esta mulher ela é imunda e fedida trabalha anoite e passa o dia praticando seu “Show”.
- Pai! Pai...
- Estou aqui filho na Biblioteca.
Caminho até a biblioteca e encontro meu pai sentado em uma mesa escrevendo um livro sorrio ao perceber que ele estava bem e digo.
- Senti saudades. Dou um longo abraço nele.
- Senhor Maquiavel. Disse Scott.
- Scott. O que lhe trás aqui?
- Aquele assunto senhor temos que contar a ele é chegada a hora.
- Do que vocês estão falando! Exclamei confuso. – Que negocio é esse de acampamento de eu ser especial e tal?
- Meu filho sua mãe não é Gretha.
Bem isso eu já sabia há muito tempo ela tinha o prazer de esfregar na minha cara este fato.
- Bem isso eu sei então quem ela é?
- Sua mãe é uma mulher muito ocupada e poderosa.
Um estrondo eclode na sala e apenas escutei o grito agudo de Gratha e um estralar de ossos quebrando.
- Droga! Eles nos acharam. Gritou Scott.
- Para a saída de emergência.
Descemos uma rampa até chegar a um velho carro um Palio ano 1999 meu pai acelera e canta pinéu até sair pelas ruas de Nova York. Logo atrás de nos vinha dois seres de mais ou menos três metros de altura isso era impossível para qualquer ser humano olho para Scott com um olhar de se explica logo.
- Eles são Ciclopes. Disse o menino.
- Ciclope fala serio...
- Não é brincadeira tudo que você sabe sobre deuses gregos é real monstros e tudo, tudo mesmo.
- Sei e eu sou um semideus. Dou uma risada sarcástica.
- Isso mesmo e eu sou seu protetor. – Ele desaciona um relógio e suas pernas assumem a aparência de pernas de bode a principio me assusto e penso que é uma pegadinha de mau gosto, mas acabo percebendo que era tudo real. – Sou um sátiro.
- Estamos chegando. Disse meu pai.
Os monstros vinham logo atrás um deles pegou um poste de energia e lançou contra o carro sorte a nossa ou azar ele tinha uma péssima mira, mas uma sorte muito grande o poste não acertou o carro, mas caiu logo a nossa frente fazendo o carro bater em cheio no poste e capotar.
Scott com seus cascos quebra o vidro da frente e nos liberta da prisão de ferros torcidos.
- Estão todos bem. Disse ele eu apenas fiz que sim com a cabeça. – Vamos. Ele saiu correndo em direção a um grande pinheiro.
Os dois Ciclopes chegaram mais perto tão perto que tivemos que lutar contra ele, Scott retirou uma flauta da cintura e a tocou fazendo brotar no chão ramos de videiras que prenderam o Ciclope no chão por alguns segundos. Scott atravessa a entra do acampamento comigo logo atrás e meu pai, meu azar era tão grande que nem em momentos difíceis eu tinha sorte meu cadarço desamarrou e acabei tombando e cai de joelhos no chão o Ciclope com seu punho fechado acertou bem em cheio minhas costas me fazendo voar para frente e atravessar a fronteira, a ultima coisa que vi foi meu pai ser esbagaçado pelas duas mãos fechadas do ciclope e eu apaguei.

Na manhã seguinte acordei em uma cama confortável em uma sala de enfermagem eu senti o leve toque de um pano molhado tocar minha testa quando abri meus olhos vi uma linda menina ruiva, branca e com sardas no rosto ela sorri.
- Bom dia campeão. Disse ela ainda sorrindo
- Onde estou. Digo ainda sem forças.
- Você esta no acampamento Meio-Sangue aqui você estará protegido de todos os perigos e aprenderá a cuidar de seus problemas com monstro.
Eu tento me levantar, mas a menina me detém e diz.
- Você deve descansar por mais algumas horas.
Quando ela termina de falar capoto novamente.

Só volto acordar três horas depois  a beira de minha cama estava Scott ao me ver acordar sorri ele me pergunta como estou e digo melhor do que nunca minhas costas não doíam mais e nem me sentia mais fraco, em seguida entrou um homem metade cavalo no meu leito e ao me ver diz.
- Seja bem vindo garoto, soube que você é tão... O velho preferiu ficar calado para não ofender a mim. – Sou Quíron serei seu mentor aqui, por hora você vai ficar no chalé de Hermes enquanto não descobrimos quem é sua mãe.
Concordo com a cabeça, na mesma tarde já estava instalado no chalé de Hermes onde fui bem recebido por todos os meus colegas de quarto até eu perceber que a cada minuto que eu passava lá alguma coisa minha desaparecia misteriosamente.

Já fazia três semanas que eu estava no acampamento Meio-Sangue tudo era muito legal fiz vários amigos e fortaleci ainda mais minha velha amizade com Scott que me ensinou muitas coisas sobre como cuidar de plantas entre outras coisas.
Uma tarde ouviu-se o som de uma corneta muito alto isso significava que haveria alguma disputa ou era caça a bandeira ou corrida de vigas eu nunca havia participado de uma eu me sentia apito a ir a uma delas, Quíron anunciou que haveria uma corrida de vigas as 6:00 P.M eu fiquei morto de alegre e fui me candidatar a disputa os veículos já estavam todos pronto eu correria com a ajuda de uma filho de Hermes contra dois filhos de Atena e dois de Ares a disputa seria bem acirrada.
Ao sinal de Quíron as vigas partiram em disparada em primeiro lugar estava a dos filhos de Atena seguida de Ares e por fim de Hermes, esta noite eu não me sentia muito bem meu estomago borbulhava de dor não sabia o motivo a comida do acampamento era sempre bem balanceada eu não queria decepcionar meus colegas de veiculo que tentavam roubar de todos os modos e eu acabei entrando no bonde e lancei duas bombas contra a carruagem dos filhos de Ares que meio que irônico foram parar nos ares.
Um menino valentão correu em direção a nossa viga e com um soco me derrubou no chão com ódio começou  a me socar eu sem saber oque fazer tentei reagir e chorar, o menino se levantou vitorioso e cheio de si eu fiquei no chão com uma fúria enorme brotando em meu coração eu o olhe com um tremendo rancor, todos me olhavam assustados, pois de meu ser emanava uma aure negra e diversas formas humanoides brancas pairavam sobre mim o filho de Ares ao ver a cena se assustou também e disse.
- Meu Zeus ele é... Um demônio.
A filha de Atena que prestava atenção afoitamente gritou.
- Não sei burro ele acaba de ser reclamado, Viva a deusa dos fantasmas... Seja bem vindo filho de Melinoe.
Outros meninos e meninas do chalé de Melinoe veio ao meu encontro e me abraçou e disse.
- Bem vindo irmão.
Os próximos dias no meu novo chalé foram muito bons conheci diversas pessoas novas e aprendi diversos novos truques.
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado.
Eu amo lutar é algo que vem de dentro de mim, mas nunca tinha tido coragem de lutar eu acho que por que sou muito desastrado e acabaria fazendo algo que me levasse a morte, mas uma manhã meus amigos ficaram insistindo bastante que eu lutasse pela minha primeira vez o medo percorreu meu estomago era hora de eu quebra meu medo pego minha adaga  e sigo para a arena e meus amigos seguem para me observar Scott deu um tapinha em minhas costas e disse.
- Vai da certo meu chapa.
Sorrio fraco, eu sabia que ia dar em ***
Peço para o tratador libertar uma aranha gigante que era a criatura menos pavorosa que havia no lugar as minhas amigas filhas de Atena gritaram de pavor eu apenas deu uma gargalhada. A aranha veio em minha direção como uma naja e eu tento desviar do golpe que seria fatal da mostrenga saltando para o lado, meu coração batia a 300 por hora eu pensava que eu ia morre a qualquer momento se não fosse pela aranha poderia ser de um ataque cardíaco. Tento desferir alguns golpes contra ela, mas com a mesma facilidade que tive de escapar ela fugia duas vezes mais rápido ela começou a subir em uma parede e este foi o momento que eu pensei que seria o ideal para acabar com ela lanço um punhado de terra nos olhos dela, mas não fez efeito só a deixou um pouco mais brava, salto para ataca-la e acerto o nda quando vejo o monstro estra sobre mim com suas presas enormes querendo me comer  neste momento pensei que seria meu fim, em um surto de insanidade finco a adaga no lugar que deveria ficar a boca da aranha ao fazer isso ela salta para trás e balança sua cabeça de um lado para o outro como um cachorro louco, meu coração não parava de bater acelarado eu respirava fundo tentando relaxar aquela pressão e os olhares demeus colegas sobre mim era assustador nunca me senti tão precionado como naquele momento, fico de pé e o monstro vem em minha direção com mais ira tentando me atacar salto para o lado rolando e ficando de pé novamente a disputa fica nesse salta para o lado e rola por alguns longos cinco minutos eu já estava cansado e ficando sem forças nas pernas para saltar do mesmo modo era a aranha que me olhava com um olhar de morte e raiva. em um ultimo salto de ira ela consegue se fixar sobre mim e fincar sue ferrão em meu pescoço assim ejetando uma grande dose de seu veneno que por minha sorte tinha sido drenado pelos tratadores alguns minutos atrás assim não surtindo um efeito de imediato a aranha achando-se vitoriosa foi para trás aguardar a morte certa de sua vitima que mais esperta do que ela fingiu-se de morta quando ela tentou lhe abocanhar e enrolar em casulo a esfaqueou até a morte, fico de pé e sigo em direção a saida da arena meus amigos me aplaudem o máximo que digo.
-Nunca mais quero ver uma aranha em minha vida. Dou uma gargalhada.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Ter Dez 17, 2013 11:34 am

Bom... Você deve tomar mais cuidado com os erros ortográficos, que prejudicam muito a leitura e avaliação, além disso, deve ser mais coerente. As suas respostas foram curtas, sendo que o mínimo era de cinco linhas, além disso, você poderia ter sido mais descritivo em relação a sua batalha. Porém, no geral, sua ficha foi boa.
Aprovado.

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Jaantony W. Vikary em Dom Dez 22, 2013 2:04 pm


– Descende de Adão e Eva – tornou Aslam. – É uma honra suficientemente grande para que o mendigo mais miserável possa andar de cabeça erguida, e também vergonha suficientemente grande para fazer vergar os ombros do maior imperador da Terra.

As Cronicas de Nárnia, Príncipe Caspian - C. S. Lewis

Nome: Jaantony Riv Wolf high-Ironjade Vikary
Idade: 18 anos
Local de Nascimento: New York
Progenitor Primordial: Érebo
Progenitor Mortal: Gwen Delvano Vikary
Características Psicológicas: Descontrolado. Não se via amor ou piedade em seus olhos, e quando esses sentimentos raros apareciam, instantaneamente se diluíam e pareciam ser confinados. Seu sorriso era fácil, mas vinha apenas em momentos errados e horas inoportunas. Sua família sempre o aceitou assim, por isso, nunca lhe passou pela cabeça o que acontecia. Era normal de um jeito estranho e amado mesmo assim. Cresceu fiel aos seus princípios e certo de que fazia o correto. Correto para os ideias que herdou. Perfeito para os olhos do pai.
Características Físicas: Seus cabelos escuros contrastavam o cinza de seus olhos e o corpo largo e alto chamava a atenção de quem o olhava, mas nada se comparava às tatuagens. Marcas tribais e maoris cobriam os dois braços completamente. Partiam do pescoço e se estendiam uniformemente até as articulações dos dedos e não acabava por ai. O peito completamente preenchido possuía um único desenho que se estendia quase até o pescoço. Nas costas, asas. Negras e grandes.
Conte-nos sua História: "Gwen saiu de casa em uma noite mais escura que as demais, quando tudo estava propício para dar errado e sumiços eram cada vez mais frequentes na região. Não chegou a ser alertada, não se importariam em fazê-lo, e ela sabia. Era uma mulher linda, de gosto estranho, que chamava a atenção de todos os homens do pequeno bairro onde morava. Saiu escondida, depois que todos dormiram, e só foi vista um ano depois.

A polícia local foi alertada, as buscas eram incessantes e nada nem ninguém sabia para onde e como Gwen havia sumido. Era uma época negra, não haviam transportes liberados para fora da cidade e tão pouco havia como se chegar nela, não naquelas condições. Ela havia simplesmente desaparecido."

[...]

Nessa idade um dos poucos prazeres que ainda me prendiam a vida tediosa e de favores nada recíprocos eram as histórias. Ah, mas como eu me saboreava delas. Antigas aventuras, perigos e invejas eram contados na voz de um velho já enrugado e frágil, curvado sobre o próprio corpo por culpa dos ofícios de quando novo e das responsabilidades e pesares que carregava sobre si até hoje, perto da morte. Mas as crianças gostavam! Mesmo o cheiro insuportavelmente adocicado do perfume barato, ou do talco que cobria cada uma das minhas articulações pareciam não afugentá-los.

E por outro lado eu gostava de ouvintes, me rodeavam em um circulo quase perfeito para a idade e sorriam uns paras os outros a cada brincadeira simples que eu fazia para anima-los. Eu estava mais feliz ali, por isso deixei o almoço do asilo de lado, naquele dia, e me preparei para uma nova história. Contaria sobre meu neto.

– Seu nome é Jaantony e hoje deve possuir seus dezoito anos. Não o vejo há dois e foi ele quem me colocou aqui.

E então o tempo pareceu diminuir de velocidade. Os olhos se fixaram em mim e eu me peguei imaginando a cena enquanto a narrava.

"Eu o conheci já com alguns meses, quando foi levado pela mãe - e que Deus a tenha - até a porta de casa e entregue a mim. Ela não estava bem, pálida e com dores não suportou até que fosse levada até o hospital. O menino, por incrível que pareça, ria mais alto a cada minuto, enquanto ela desvanecia. Ele parecia sugar-lhe a vida e assim o fez. Minha filha morreu aos 21 anos, depois de passar um deles sequestrada pelo homem que lhe pusera o filho.

Eu o eduquei da melhor forma que pude, mesmo que ele se negasse a aprender e escutar. O levei para a escola, cuidei de seus ferimentos (que ele dissera ser causado em simples brincadeiras) e o amei. Acima de tudo eu lhe considerava um filho, o filho homem que nunca pude ter. Ele cresceu, e cuidar dele ficou mais difícil. Seus ferimentos só cresciam e ele se pintava para esconder os hematomas. Hoje fez desenhos definitivos por todo o corpo."

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:– E então, ele melhorou? – Perguntou um menino com cara de surpresa, que se sentava logo a minha frente.

– Não, meu jovem – respondi com um forçando um sorriso – ele tentou fugir de mim diversas vezes, mesmo eu o ajudando.

"Um dia o vi brigando com um menino um pouco menor que ele, crianças. Aquilo me desolou. Foi desumano, frio e... sem vida. Ele usava uma espada que eu não sabia que possuía e a brandia como se a usasse desde que nascera. Mas a criança também não ficava atrás... Possuía um arco dourado e lançava flechas com exímia perfeição. Fiquei abismado em como crianças como aquelas poderiam fazer coisas do tipo, mas alguém me impedia de ir ajuda-lo. Uma garota pequena que andava com meu neto, bonita e com belos cabelos loiros. Parecia de uma força que amedrontava até a mim, e mesmo que quisesse não conseguia ir ajuda-lo.

A luta continuou por algum tempo: Flechas sendo rebatidas e a espada do meu neto brandindo sedenta por sangue. Ambos estavam cansados, era visível, mas a aura estranha que os cercava parecia motiva-los a continuar. Tentei gritar, pedindo que parassem mas não ouve som algum. Uma fecha se fixara na perna de Jaan e o garoto com o arco parecia beber o sangue que escorria da testa, recém cortada.

Pensei que acabariam com a luta por exaustão, mas as sombras nos pés do menino menor o seguraram e ele tropeçou. Foi horrível. Me neguei a crer no que vi. Não acreditei no que se passava. Jaantony Vikary, meu neto, estava com a espada cravada sob o pescoço da outra criança, que engolia seu próprio sangue e se asfixiava. Ouvi um nome: "Abby" e então acordei aqui. Nunca mais quis procura-lo...
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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Convidado em Dom Dez 22, 2013 2:14 pm

O teste para filhos de Érebo, ou qualquer outro primordial, é outro. http://pjoonline.forumeiros.com/t876-teste-para-filho-de-primordial

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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

Mensagem por Logan W. Ferruci em Seg Dez 23, 2013 3:03 am







Teste de Reclamação



smooking

A verdade será escrita com sangue!




   Nome: Aidan Chasse Bennett
   Idade: 16 anos
   Local de Nascimento: Chicago
   Progenitor Primordial: Quione
   Progenitor Mortal: Alexandre C. Bennett
   Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Psicologicamente, meu maior defeito acontece quando alguém me irrita, não tenho o mínimo de controle quanto a isso, entretanto, por favor, não me importune. Enfim, sou determinado e sempre alcancei meus objetivos, mas agora as coisas mudaram e esses objetivos se tornaram muito mais complexos, nada comparados aos da vida que levei no passado, por isso terei de ter a atenção dobrada, e é claro, pode ser que haja uma mudança no meu modo se ser...

   Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Amo praticar esportes, sempre tive um prazer enorme por isso, é como um hobby. Justamente por causa deste fator que meu corpo é totalmente definido, desde minha adolescência até agora em minha juventude. Nos colégios os quais estudei, sempre fui o mais descolado, mesmo com os problemas que causava. Às vezes as pessoas não gostavam de me conhecer, pois eu me tornei, com o decorrer do tempo, um garoto um pouco esnobe. E isso afastava alguns tipos de pessoas de mim. Tenho o cabelo curto e negro, negro como meus olhos, pele clara e fria, uma aparência facial — como diz as pessoas — atraente. Meço um metro e oitenta e sete centímetros, e acredite; ter essa altura já me ajudou muito, mas isso não vem ao caso. Sempre me mostrei um garoto simpático e educado.

   Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):


Um garoto que poderia ser dito como normal, mas ele e seus Pais adotivos sabiam que ele não era, normal.Suas atitudes, feições, seu jeito de ser, era estranho, várias vezes chegou a quase brigar com alguns Alunos por motivos fúteis.
Sua Mãe adotiva todas os dias o levava para um Psiquiatra, mas parecia não dar efeito nenhum, ir ao Psiquiatra era só um Hobby para o garoto.
Mas tudo mudou em uma Terça-Feira, o Céu estava nublado, o frio predominava em Nova Iorque, e eu mais uma vez ia para o Psiquiatra, já estava ficando enjoado da cara do Sr. Villier, aquele quatro olhos vivia falando que eu era bizarro, anormal, tinha vontade de pegar uma caneta e fazer com que ele virasse um Queijo suíço, cheio de buracos.
Mas eu não poderia, eu ia acabar sendo presso, ia até sair no Jornal: "Garoto louco faz Psiquiatra virar Queijo Suíço".

Ri do meu pensamento, mas depois fiquei sério, e saí do carro, alguns flocos de neve caíram sobre o meu ombro, mas não liguei muito.E continuei andando para o prédio na qual o Sr. Villier trabalhava.
Minha Mãe estava logo atrás de mim para não ir andando por todas aquelas escadas resolvi ir de elevador, para o andar de atendimento dele, passei pela secretária dele e abri a porta do seu escritório e viu uma cena diferente: O homem, que agora, não tinha mais o corpo de um humano. Agora, era um animal mitológico, a manticora. Seu rosto permaneceu o mesmo, seu pescoço encompridou, seu corpo era de um leão, e tinha um rabo enorme de escorpião, que solta espinhos de tamanhos enormes. A mãe de Aidan, desmaiou rapidamente. Seu corpo estava amolecido no chão. Ah, agora, o garoto parecia completamente raivoso, mas não tinha arma alguma, ou talvez, apenas a pistola que está dentro da bolsa de sua mãe. Ele pegou a bolsa beje, mas a manticora, com seu rabo o jogou contra a parede de gesso, que agora abriu-se em uma enorme cratera. Ele, então, ficou imóvel por alguns segundos, a bolsa de sua mãe, estava na grade do segundo andar, quase caindo, ele esticou a mão, e enfiou dentro, a procura de alguma coisa, uma espatula de uma, ou uma caneta, algo que poderia matar ou ferir o monstro, mas nada, ele sentiu com seu tato algo de metal, pegou no cabo de tal coisa e puxou, era uma Pistola.

Instantaneamente mirei no peito do bicho e apertei o gatilho, estava armada, e não estava travada, a bala foi ao encontro do monstro e acertou o peito dele, mas parecia ser como só uma picadinha de formiga, ele veio com aquele rabão de escorpião e tentou me acertar, mas por algum motivo rolei para o lado e consegui desviar, eu tinha acabado de me salvar da morte, e ainda mais, por extintos, será que algum ancestral meu era Gladiador ou guerreiro?Talvez sim...Talvez não...Segurei firme no apoiador da arma e disse: Vai para o inferno!-falei e disparei um tiro mirando a cabeça do monstro, eu era muito bom quando o assunto era mira e balas, adorava jogar jogos que envolviam os dois e mortes.Eu era um "Sniper" quando se tratava disso.

O monstro não reagiu, foi atacado, caiu no chão, resmungando palavras estranhas, em uma linguagem antiga, grego.Aidan pegou sua mãe no colo, e tentou correr o mais rápido possível pela escada, mas com atenção, em um dos degraus, ele escorregou seu pé, por ter pisado bem na quina, e sua mãe voou alguns centímetros acima dele, e ele escorregou um degrau a baixo. Sua mãe bateu a coluna no degrau, crack! Quebrou-se, partiu-se. Ela estava morta e a culpa era do garoto, por ser problemático. A mãe, ao menos, morreu adormecida.Agora o garoto  queria vingar a morte de sua mãe, ela era tão boa, doce, mas nesse momento teria entrado em depressão.

Aidan não hesitou, mesmo que sua mãe tivesse morrido, ele teria que fugir, não poderia morrer junto com ela, não agora, não aqui. Ele empurrou a porta, e deu na recepção do lugar, e viu a secretária olhando assustada, para o garoto, totalmente suado, com um machucado na testa, que havia feito na hora que caiu da escada. Ele segurava a arma, e a secretária logo se assustou, pegou o telefone e começou a ligar para a polícia.Aidan entrou dentro do seu carro, rápido, chiquérrimo. Colocou a chave, que sua mãe havia lhe dado, para segurar, colocou o pé no acelerador, sem mesmo pensar nas regras do trânsito. Ele precisava fugir, mesmo que isso fizesse-o parecer com um fugitivo, um bandido. Alguns flocos de neve bateram em seu rosto.Um sinal? Não, claro que não, o seu psicólogo apenas estava tentando o deixar confuso, completamente confuso.

Aidan, enfiou a mão dentro do porta-luvas, e encontrou um papelzinho, era o endereço de seu Pai verdadeiro. Ele logo foi diretamente no endereço, agora, o trânsito da cidade estava completamente tranquilo. Bom horário para ouvir uma musiquinha, mas, quando ligou o rádio, não pode se satisfazer, ouviu notícias sobre ele, ele era o fugitivo. Uma coisa fez-o sentir um frio na espinha, era a voz do doutor Villier. Aquele nojento, falava que Dan quem começou tudo. Era um alarme, a polícia vinha atrás dele. Ouviu, de repente, a repórter falar "Aidan Chase Bennett, se estiver em um veículo nesse momento, saia deste imediatamente!" Desligou o rádio, com uma atitude rebelde. Começou a cantar músicas depressivas, sua voz, ia no tom certo. Ele parou o veículo, e tocou a campainha da tal casa. A porta abriu.

-Olá, Pai... Alexandre, sim? Eu ouvi uma coisas bem estranhas hoje... sobre monstros... Você me deve uma explicação.- Cruzou os braços, bravo. Ahn..
– Pergunte isso no acampamento, garoto. Vamos

Ele o jogou dentro de seu carro esportivo, e foram diretamente para Long Island, demorou um pouco, mas chegaram. Era uma fazenda de morangos, Aidan não questionou, mas era estranho, claro que era. Pularam uma cerca, e foram correndo para cima de uma colina, e lá em cima encontraram um portal enorme, de mármore, escrito “Acampamento Meio-Sangue”;Aidan pensou para si mesmo – Serás verdade,ou apenas ilusão? –O Pai dele não conseguiu entrar, e ele se sentiu culpado, por só encontrá-lo uma vez, e não poder ficar com ele. Ele saiu do portal, e deu um abraço em seu Pai. Ele sorriu, mas logo foi embora, deixando o garoto sozinho, em um acampamento qualquer, um acampamento misterioso, mitológico.Aidan, passou, desde então, dias no Chalé de Hermes, pensando em quem seria sua verdadeira mãe.
Após alguns dias ainda sem ser Reclamado durante uma noite em um sonho aparece o rosto de sua verdadeira mãe...Era uma deusa, Quione...
   Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):

Alguns dias se passaram desde que eu havia chegado no acampamento meio sangue, já era reclamado, minha mãe era Quione, a deusa de neve e do frio, não tinham muitas pessoas no chalé de Quione, eram só eu e mais três ou quatros campistas, o chalé era bonito, era todo de mármore branco, suas portas eram grandes e majestosas, e tinha uma coisa estilo 3D se olhassemos direito pareciam lobos das neves, dentro era bem aconchegante e friozinho, do jeito em que eu gostava, os moveis eram de cor claras, brancos, azuis e cinza.
Um dia o sol entrou por uma das janelas e ficou ali me pressionando para acordar, e como eu era um bom garoto, me levantei, não estava muito animado, pois hoje todos iriamos a Arena, e eu nunca havia pegado em nenhuma arma direito, só umas que me deram, mas eu quase não pegava nelas, eram um Par de Adagas que congelavam o que tocava e outras coisas, mas eu gostava mais do Par de Adagas.
Vesti uma blusa branca do Camp, com uma calça mais escura e um sapatênis cano longo beje bem legal que eu sempre usava, peguei o meu par de Adagas e fiquei com uma em cada mão e andei em direção a arena, junto aos meus outros irmãos e irmas, todos tinham pele clara, e cabelos escuros.
Quando cheguei a arena fiquei observando todos os campistas ali presente, eram muitos, de vários chalés diferentes, mas em poucos dias eu já havia conhecidos algumas pessoas, em especial uma filha de Poseidon, Abby, éramos amigos desde que cheguei.
Não estava muito confiante de mim, mas encarei as adagas de gelo, feitas de Diamante e andei até Quíron, o centauro instrutor de atividades, e pedi para lutar com um monstro, nem muito forte, nem muito fraco, um mediano...Então ele me indicou a ir até o centro da arena, lá haviam três jaulas, cada um com um monstro diferentes, um grifo, uma criatura alada, uma mistura de águia e leão, ou era algo assim, outra era um Lestrigão, um canibal gigante com um taco na mão, ele era 10x mais alto que eu, então decidi não arriscar, pois estava só com minhas Adagas de Gelo, e por último uma Harpia, ela parecia furiosa, mas não era lá muita coisa, então resolvi lutar com ela.
Segurei firme o meu Par de adagas de diamante enquanto um semideus liberava a harpia, ela veio em minha direção com toda a velocidade que conseguia alcançar, deslizei por baixo dela e tentei acertar sua barriga, mas acabei acertando o seu calcanhar, me levantei e olhei com frieza para a Harpia então fiquei com as duas adagas em uma de minhas mãos e criei uma bola de neve na palma de minha mão e joguei na direção da Harpia, ela adquiriu algumas lâminas e cortou o braço da criatura, fiz careta e mordi meu lábio inferior ainda com raiva.
A harpia voou em minha direção e arranhou meu braço e minha perna, recuei para trás e tentei dar um chute na criatura, mas não consegui acertar, ela tentou me mordeu com seus dentes meio afiados, mas peguei minha adaga e tentei cortar sua garganta, mas fiz apenas um pequeno corte.
A harpia arranhou meu peito e rasgou um pouco de minha blusa, fiquei com mais raiva ainda e dei um grito, segurei firme no cabo de minhas Adagas e corri na direção do monstro, fiz corte no peito dela e congelei uma parte do abdômen da harpia, ela ficou imobilizada por alguns poucos segundos, o que mal deu tempo deu respirar já fiz um corte onde era pra ser seu coração, e a mesma se desfez em um tipo de pó dourado que cheirava a enxofre, saí da arena e fui direto para o meu chalé, cansado depois da minha batalha contra aquela harpia.





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Re: TESTE DE RECLAMAÇÃO(ANTIGO)

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