A Arena do acampamento.

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A Arena do acampamento.

Mensagem por Narrador em Sex Mar 22, 2013 1:26 pm

Relembrando a primeira mensagem :

A arena é um lugar grande, aonde possui vários bonecos e jaulas com monstros para treinamento.O local e encantado para se transformar no ambiente em que o campista desejar, mas cuidado, os monstros também podem manipulá-lo!

O minimo de linhas por treino é 7 e devem ser listados, em spoiler ou code, no fim do treino, os itens levados e caso o campista use, os poderes usados.

*Você, deus, que for atualizar não atualize apenas de um usuário. Atualize TODOS os treinos que não foram atualizados.
*Apenas UM treino pode ser feito por dia
*O deus deve postar, embaixo dos treinos não atualizados as seguintes recompensas:

Treinos Possiveis:
-Esgrima
-Combate-a-Monstros
-Arco-e-Flecha
-Treino com bonecos(sem arma ou com qualquer arma que escolher)
-Treino Noturno(inclui fugir das Harpias e treinar na Arena/Floresta, vale mais exp)

Experiencia (minimo 10/max 300):
Dracmas (minimo 15/max 300):


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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Lucy Stanford em Qui Mar 28, 2013 5:16 pm

Acordei com o barulho do despertador ao meu lado.
Desliguei-o e me levantei. Fui direto ao banheiro pra dar um jeito no cabelo,
como hoje ele não queria colaborar, fiz um coque bagunçado. Coloquei uma calça
jeans, blusa regata, allstar e a jaqueta. Peguei todas as minhas armas e sai do
chalé.



Fui em direção à arena assoviando. Entrei e já fui
diretamente a uma jaula. Abri o cadeado com uma flecha. E de lá saiu uma harpia.



Tomei distância e preparei a flecha no arco. Mirei nela e
joguei a flecha tentando acertar o seu coração, mas ela desviou e veio em minha
direção. Abaixei-me e virei olhando ela parada a alguns metros de distância no
céu. Tentei novamente as flechas dessa vez duas seguidas, mas ela era bem
rápida então foi inútil. Mais uma vez a harpia veio voando em minha direção,
ela voou tão baixo que senti suas garras rasgando um pedaço da minha jaqueta e
fazendo-me cair no chão. O arco caiu de minhas mãos parando do outro lado da
arena. Então tirei a espada da bainha e
agachei preparada. A harpia passou
velozmente atrás de mim e na frente repetidas vezes enquanto eu tentava
acerta-la. Consegui no meio dessa confusão acertar a asa direita oque derrubou-a
e não deixou voar mais. Isso facilitou em um monte. Ela veio para cima de mim
então me abaixei e estiquei a perna esquerda dando lhe uma rasteira, a harpia
caiu e eu me levantei rapidamente e cravei a espada em seu peito a fazendo
explodir em pó.



Guardei a espada na bainha e fui pegar minhas flechas e o
arco. Sai da arena em direção ao meu chalé.

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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Convidad em Qui Mar 28, 2013 7:06 pm

Ambos esqueceram os spoilers de armas e habilidade, mas não irei descontar, será dessa vez um lembrete.

Louis: 180 exp e 200 dracmas.
Lucy: 230 exp e 250 dracmas.

ATUALIZADO.

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Os espadachins.

Mensagem por Convidado em Sex Mar 29, 2013 5:39 pm

Um bilhete, de papel amarelado e de letras corridas e escuras se encontrava na minha cama. Abri com curiosidade, deve ter sido posto na hora que estava almoçando. Abri e dizia nele:
" Pense na sua lâmina preferida e boa sorte".

Na mesma hora pensei em Contracorrente, a caneta estava no meu bolso como sempre, mas o que queria dizer esse boa sorte. Na mesma hora tudo ficou escuro e quando a luz retornou, estava no Coliseu de Roma, podia se ver pela parte destruída, mas não estava sozinho. Havia um homem com a roupa dos três mosqueteiros, sério, parecia D'Artangian. Ele carregava uma espada embainhada a cintura.

A frente dele, um homem gordo, com uma perna de pau e um gancho na mão esquerda se apoiava com a lâmina de aço de sua espada curva. Ao lembrar de tudo, graças a minha memória, sabia que era Barba Negra, o maior pirata de todos. Mais a frente, um homem com duas espada embainhadas as costas, com armadura medieval, barba negra cortada curta e olhar minucioso, ela Lancelot um dos melhores guerreiros da história. Além desses estava um homem de espada curva, roupas egípcias e um homem alto com roupa de couro negro e uma espada serrilhada e enorme.

Todos eram seres históricos conhecidos pelas suas habilidades com espadas e eu agora estava provavelmente destinado a lutar com cada um. O egípcio se virou para mim, os outros formaram um anel ao meu redor e colocaram as espadas para o chão. Meu inimigo careca avançou e nesse momento Contracorrente surgiu. Aparei a investida do inimigo com a face de minha espada, tentei produzir um raio, mas não consegui, meus poderes estavam bloqueados.

O egípcio me atacou mais alto, movia-se com extrema velocidade, eu desviei o rosto e tentei uma estocada na barriga para perfurar, mas ele usou a curva da espada para desviar o golpe. Meu inimigo cortou o ar com a parte curva e depois com a parte de fora, consegui desviar do primeiro, mas o segundo corte me acertou no ombro direito. Reclamei de dor, mas mudei minha espada de mãos, corte na horizontal e acertei sua cintura. Ele arquejou e quando bobeou cravei minha espada pelo seu ombro e ele se desfez em areia.

Eu avaliei meu próprio ombro, era um corte superficial e consegui empunhar Contracorrente de novo. Lancelot se aproximou com as espadas cruzadas na minha direção. Movia Contracorrente de mão em mão para confundir meu inimigo já que ele carregava duas espadas, ele logo atacou com uma por cima num arco para me cortar ao meio, mas eu parei o golpe. Depois ele aproveitou que minha espada estava no alto e estocou, mas eu girei meu corpo, tirei minha espada do encontro e de espada e ataquei. Cortei o peito do guerreiro, mas sua armadura protegeu e só consegui arranhar. Ele atacou com ambas as espadas e eu tentei parar o golpe, mas o a força foi tanta que minha espada foi jogada longe.

Lancelot cortou o ar para me decepar, mas eu rolei no chão, quando ele tentou me atacar de novo coloquei-me perto de seu ombro, onde seu alcance era zero, soquei na axila, cotovelei seu rosto e ele cambaleou. Segurei seu pulso girei fazendo ele soltar a espada e quando ele tentou me atacar com a outra mão, eu saltei para trás. Contracorrente voltou para minhas mãos e no mesmo movimento que destampei, cortei na direção do pescoço. Foi um golpe direto e certeiro que tombou o guerreiro o fazendo virar pó.

Barba Negra se adiantou, mesmo com a perna de pau se movia rápido e já zuniu sua espada com força. Eu desviei o rumo da sua espada com minha lâmina de bronze celestial e cortei um arco diagonal que ele aparou com seu gancho. Recuei um pouco quando ele atacou com o gancho e espada, um arranhão foi feito no meu peto e a espada por pouco não me perfurou a perna, já que eu consegui saltar de lado. Estoquei com minha espada grega, o bronze cortou a barriga do pirata que gritou. Ele tentou me agarrar com sua mão de metal, mas aparei seu corte com minha espada, fazendo faísca. Aproveitei que estava perto e ataquei na direção de sua perna de pau. Ele tropeçou e caiu e eu tive apenas o trabalho de terminar a luta com uma estocada.

No momento o gigante se apressou e andava em passos lentos e pesados, sua espada cortava o chão e deixava um trilho. Avancei e cortei com força, mas ele aparou o golpe com as serras de sua espada, depois me socou com tanta força no rosto que cai. Levantei tonto porém rápido, tentei um novo golpe, mas o enorme guerreiro aparou com sua espada. Ele então desceu sua espada com força e eu tive tempo apenas de rolar. Algumas serrar cortaram minhas costas e eu gritei de dor. Levantei como sangue escorrendo e o inimigo avançando.

Usei minha velocidade superior ao do inimigo e quando estava perto dele, rolei pelo lado de sua perna. Durante o movimento,cortei-o no joelho. Ele tentou me acertar, mas já estava do outro lado, estocando sua axila. Ele estava em fúria, cortava para todos os lado e eu rodava e acertava alguns pontos para ele enfraquecer. Por último saltei e cravei Contracorrente no seu pescoço e ele tombou com força no chão. Agora restava o mosqueteiro.

Ele desembainhou seu florete de prata e veio na minha direção. Eu girava Contracorrente na minha mão direita e quando nos aproximamos ele atacou. Seus golpes eram todos par espetar, dificilmente para cortar em arco e eu desviava ora com o corpo ou mudava o rumo do golpe com a face de minha espada. Ele então espetou meu joelho, cortou meu rosto e cravou sua espada no meu ombro. Mesmo com a dor, fiz um arco deitado que o cortou na cintura e ele se afastou. Meu ombro ardia, minha visão embaçava vez ou outra, mas lutaria com a outra mão. Mesmo como desconforto de um segundo golpe no mesmo lugar, avancei com um corte na direção do pescoço, que ele desviou com graça e me espetou na mão.

Mesmo com um pequeno corte girei e cortei baixo, vi sangue escorreu de sua coxa, avancei com uma estocada alta que ele teve que abaixar para defender e essa foi minha chance. Chutei seu rosto e ele rolou. Apesar de ter levantado, estava sem a espada e eu tive apenas do trabalho de cravar a espada em seu peito e ver o último inimigo cair. Tudo escureceu de novo e quando clareou estava deitado na minha cama com um bilhete dourado escrito" PARABÉNS FILHO" em grego.

Então fora um desafio de meu pai.


Código:
Contracorrente: espada de bronze celestial que vira uma caneta esferográfica quando fora de uso. Sempre esta no bolso. Pelo tempo que ficou com o antigo usuário, ela absorveu parte de seus poderes, então da ao usuário o poder de controle de água e criar terremoto.

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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Convidad em Sab Mar 30, 2013 10:04 am

Ficou bom, mas em seus próximos treinos, não invente historinhas. Use os monstros do bestiário. Considere-se avisado.

2 níveis e 500 dracmas

Atualizado

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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Oliver W. Cromwell em Sab Mar 30, 2013 10:33 am

Era um final de tarde bonito no acampamento meio-sangue, pareciam séculos desde a última vez que eu tive tempo para admirar o pôr do sol, aquele dia era mesmo incomum, eu havia acabado de chegar ao tal acampamento e logo fui reclamado por Dionisio, o deus do vinho. Não era nenhuma surpresa para mim, após tantas batalhas por minha vida e várias aventuras uma coisa era certa, batalhar me acalmava, era o único momento em que eu conseguia me concentrar por mais de 2 minutos em uma atividade, mas mais que isso, era o único momento que eu me sentia feliz e sob controle da situação.Isso significava ser um semideus...


Para minha surpresa eu estava gostando daquela calmaria, era bom finalmente relaxar após vários anos arrumando problemas nas escolas em que passei, lutando com monstros para salvar a minha pele, mas como um bom semideus, a adrenalina fazia parte do meu corpo, e eu precisava daquilo para me sentir vivo. Quíron, o instrutor do acampamento que era um centauro (meio homem e meio cavalo) havia dito para que o encontrasse na Arena, ele tinha uma surpresa para mim. Deixei de lado o pôr-do-sol e me dirigi ao lugar combinado.


Chegando lá, Quiron me recebeu com um sorriso no rosto e me disse:

– Seu pai gosta de testar os novatos, por isso há uma surpresa nada agradável para você na arena, estarei supervisionando seu treino. Agora vá e demonstre sua habilidade garoto!
Então tirei minha espada da bainha e ergui o meu escudo, um pouco pesado, mas ainda assim util.E segui para o interior da Arena, onde uma menina maravilhosa me esperava, e tentava me seduzir, mas eu sabia que era uma Empousai.

Assim que vi o que me esperava, sabia que seria um desafio e tanto. Eu tinha más recordações de Empousas, pois tinha sido a única vez que falhara em combate e, consequentemente, minha mae morreu.Seu charme havia sido uma arma mais poderosa do que qualquer espada ou lança já haviam me mostrado. Á princípio, pude ver uma garota morena de olhos verdes, com uma beleza sobrenatural, usando roupas da moda e super elegante. Ela me olhou dentro dos meus olhos tentando jogar seu charme e fascínio para mim, mas por algum motivo o truque não havia funcionado.No meu subconsciente uma voz me dizia para nao acreditar naquilo, e então entendi que de alguma forma eu estava bloqueando a magia da Empousa, e eu achava que tinnha algo haver com os poderes de meu pai. Foi então que ela começou a se transformar, seus olhos ficaram vermelhos e cheios de raiva, seu cabelo chamuscava labaredas de fogo, suas mãos agora eram garras, seus dentes presas, e suas pernas uma era feita de bronze e a outra parecia uma perna de burro.


==========X==========


Sabia que agora seria uma luta para valer, a empousa se preparou para a batalha com suas garras afiadas apontadas para mim. Ela fez um ataque direto e frontal que eu defendi com meu escudo, com alguma dificuldade, passando para o lado da empousa, dei um golpe giratório com minha espada de forma que eu poderia perfurar em suas costas, mas a criatura também era rápida mesmo com as pernas de tamanho e forma diferentes. Novamente ela fez um ataque frontal, mas dessa vez ela tinha um truque na manga, usou sua garra direita direto no meu escudo, minha mente ágil de forma rápida e defendi sem maiores problemas, mas o monstro havia feito isso como distração usando sua garra esquerda para ferir-me na altura da costela.Na ultima hora, consegui me desviar em parte, mas um grande corte abriu-se em minhas costas, dei um urro de dor e tentei duas estocadas e um corte lateral, mas ela se desviou e tentou pular em cima de mim e me derrubar e me cortar com suas garras.Consegui no último instante me deslocar para o lado fazendo com que o ataque pegasse apenas de raspão.


Eu estava em extase por ter um grande desafio como aquele, meu pai sabia mesmo como animar um de seus filhos no primeiro dia de acampamento, mesmo nao sendo muito chagado em batalhas. A empousa veio novamente em minha direção com suas garras. Eu logo me recompus, me coloquei em posição de batalha e esperei pelo ataque da criatura.


- Você será o meu jantar hoje meio-sangue, não vejo a hora de provar esse seu quente e suculento sangue. Há tempos não provo sangue de um semi-deus.


Ela investiu mais uma vez contra mim com suas garras, primeiro com a direita direto em meu escudo e depois à esquerda tentando me ferir, mas dessa vez eu estava preparado, assim que houve o choque de sua garra de encontro ao meu escudo, me desloquei para o lado evitando sua garra e cortei o ar com minha adaga em direção a perna de burro indefesa da Empousa. Ela gritou de raiva quando sentiu sua perna sendo dividida de seu corpo. Ela agora estava vulnerável, mas mesmo assim perigosa, não podia se mexer, mas suas garras ainda eram afiadas e mortais. Em um golpe de fúria me lancei ao seu encontro, no ultimo momento me joguei de joelhos usando o escudo como barreira acima de minha cabeça e encravei a minha espada na barriga do monstro que me amaldiçoou com suas palavras e se transformou em pó.


Quando relaxei vi que estava sangrando, depositei minha adaga no chao, juntamente com meu escudo. Quiron apareceu do outro lado da arena batendo palmas, me deu os parabéns pela vitória e disse para que fosse cuidar do meu pequeno ferimento. Agradeci meu pai por pensamento por eu ter sobrevivido e segui em direção ao meu chalé. Aquela havia sido minha primeira batalha na minha mais nova casa e um bom treino.
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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Convidad em Sab Mar 30, 2013 10:46 am

Um bom treino, mas empousa é singular e empousai é plural. O que significa que não existe "empousas" nem "uma empousai"

Uma empousa
Duas empousai
Três empousai

200XP e 300 dracmas

Atualizado

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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Aria Adams em Dom Mar 31, 2013 10:34 pm

Nos últimos tempos estava mais do que empolgada para treinar, talvez fosse a guerra que se aproximava que me dava essa animo, eu percebi que não era apenas que que estava tão animada, a maioria dos semideuses estavam assim, talvez seja o espirito de sobrevivência que fora despertado diante o perigo eminente, todos tentavam prepara-se da melhor forma possível, estavam dando o seu melhor. Mas meu maior temor era que nosso melhor não fosse o bastante. Eu suspirei, afastando os pensamentos negativos, tínhamos que conseguir. Vamos conseguir. Fiquei perdida em pensamentos a manha toda, enrolando, não queria sair de debaixo das cobertas e nem levantar da minha cama aconchegante. Tudo parecia tão mais fácil dentro do chale, sem ameaça de morte, sem problemas, sem mortes, apenas eu, minha cama, o cobertor e um bom livro.

Ja era de tarde quando resolvi treinar, separei minhas armas, coloquei uma roupa mais apropriada e parti para a arena. Pelo que pude perceber não havia muitos semideuses treinando aquela hora, a arena esta praticamente vazia. Fui em direção as jaulas, tentando decidir qual monstro enfrentaria hoje. Analisei cada uma das jaulas, alguns monstros estavam agarrados as grades, fazendo seus barulhos estranhos, outros se mantinham afastados, no fundo das jaulas. Alguns me pareciam assustadores, outros nem tanto, mas eu sabia que as aparências, normalmente, enganam.

Depois de minutos de analise, resolvi enfrentar um grifo, monstro qual nunca tinha enfrentado. Pedi para um dos monitores que ali estavam soltar um grifo, ele nada disse, apenas apagou o cigarro que fumava, e abriu a jaula. O bicho não saiu de prontidão, veio andando lentamente para fora da jaula, eu me direcionei ao centro da arena, esperando ele se acomodar com a claridade. O grifo focou seus grandes olhos vermelhos em mim, ele endireitou o corpo, dando assim a impressão de que era maior, as grandes asas estavam abertas, o corpo de leão e a cabeça de águia davam-lhe um ar de soberania. Ele ficou um tempo apenas me analisando, eu ja desembainhara a espada, e transformei meu relógio em escudo, o grifo me encarou por mais alguns minutos antes de correr em minha direção, desviei para a esquerda, abaixei segundos antes de sua pata passar onde minha cabeça estava momentos antes, aproveitei que ja estava abaixada, e usei a espada para golpear uma das pernas traseiras dele, o bicho urrou de raiva, e investiu com sua pata para cima de mim novamente, usei o escudo para me defender, e rolei para o lado direito, me pus de pé em um salto.

Antes que eu pudesse me defender o grifo usou suas garras para me machucar na barriga, por sorte, consegui dar um passo para trás, evitando que o ferimento fosse muito profundo. Observei o que ele havia feito, a blusa do acampamento estava rasgada, escorria um pequeno filete de sangue do machucado, ardia, mas não era nada demais. Voltei minha atenção para o monstro, ele ja estava pronto para me atacar novamente, não iria arriscar chegar muito perto dele, então transformei minha pulseira em arco e guardei a espada na bainha. O grifo levantou voou, voando em círculos, o que dificultava minha mira. Não conseguiria mirar em seu coração ou em qualquer outro lugar se ele continuasse no ar, então resolvi mirar na sua asa direita. Demorei um pouco para conseguir manter o arco virado para o alto, prendi a respiração, desejei que fosse uma flecha de fogo, e assim foi feito, a flecha que desejei apareceu assim que eu puxei a corda do arco, mirei na asa direita do grifo, e atirei, observei a trajetória da flecha, que acertou o alvo, atirei outra em seguida.

A asa pegou fogo, e ele caiu em espiral, assim que atingiu o chão subiu uma nuvem de poeira, quando ela abaixou, o monstro ja estava de pé, e corria em minha direção, me abaixei quando ele estava a centímetros de mim, resolvi acabar logo com aquilo, acertei sua outra perna, ja que a que eu acertara antes estava mancando. O grifo caiu, aproveitei e peguei o arco novamente, mirei em seu coração, ele ja estava tentando levantar, e rugia bravamente, desejei que aparecesse uma flecha de bronze celestial, e foi o que acontecei. Atirei 3 consecutivamente, e ele se desfez em pó.

Sentei no chão, para analisar mais de perto os ferimentos, não eram muito graves. Fiquei por um tempo sentada no chão, antes de me levantar e ir em direção aos chales, sendo mais especifica, para o chale de Hécate, cuidar dos ferimentos, e dormir.



Spoiler:

→ Espada da Hidra (Contém o ácido da Hidra, por isso quando corta algo, ela queima. Feito de Bronze Celestial, semi-indestrutível) [Presente de Aniversário Adiantado By: Hefesto]
→ Escudo do Vento Oeste - escudo de prata divino indestrutível, é mais leve que os escudos normais, facilitando assim seu manuseio, [VIRA UM RELÓGIO QUANDO DESATIVADO]
Agilidade I: Mênades se locomovem mais rápido do que os outro semideuses pela afinidade com os felinos, mas não chegam a ser mais rápidos que filhos de Hermes.
Arco do Elemento Amor - É um arco especial que cria suas flechas a partir do desejo do arqueiro. É encantado, sempre volta ao dono e pode ser transformada em uma pulseira com uma Marta como pingente. [By: Eros]





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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Convidad em Seg Abr 01, 2013 8:49 am





+ 230XP
+ 200 Dracmas

Alguns erros de português, houve excesso de vírgulas em algumas partes e em outras houve a falta da crase ou acento . (Por exemplo, faltou o acento do “Já” em vários momentos).

O treino foi rápido, dando a impressão de corrido, porém, teve uma boa introdução e um linguajar esforçado – ao menos teve uma evolução e não usou uma pá de poderes/armas para derrotar um grifo e quando trocou de arma lembrou-se de guardar a outra. Pode melhorar bastante, mas por enquanto irei 'bizonhar' seu desempenho nos próximos (:

BÔNUS: Não vou tirar seu HP – Comemore! -.


{ATUALIZADO}


Última edição por Hades em Qui Abr 04, 2013 4:44 pm, editado 1 vez(es)

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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Rafael L. Máximos em Seg Abr 01, 2013 6:35 pm

Atualizada

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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Lucy McAdams em Qua Abr 03, 2013 1:06 pm

Era apenas mais um dia no acampamento. Estava um pouco frio, mas muitíssimo confortável. O vento estava mais como uma brisa suave fazendo meus cabelos baterem levemente em meu rosto.
Cheguei na arena pronta para treinar minha mira, que por sinal, era péssima. Peguei um arco emprestado pois não tenho um. Decidi treinar primeiro com simples alvos, redondos, coloridos, nesse só faltava ter os pontos marcados para parecer mais com um jogo.
Fiz com que brotasse alguns ramos para evitar que o alvo se movesse, e evitar qualquer imprevisto. Segurei o arco e posicionei a flecha, do jeito que achava que era, mas completamente errado. Então, Quíron veio até mim.
- Novata com o arco, certo? - ele não me esperou responder e deu uma leve risada. - Vi que prendeu o arco, mas fique tranquila, ele não vai sair do lugar.
- Só queria ter certeza... - hesitava enquanto falava. - Como seguro o arco e posiciono a flecha?
- É bem simples - ele me ajudou a posicionar da forma certa, não era bem como mostra nos filmes ou como descreve nos livros, era milhares de vezes mais difícil.
Tentei atirar a primeira. A parte boa é que acertei o alvo, a parte ruim é que não era o meu alvo. Por sorte, ninguém o estava utilizando para treinar, corri até lá e peguei a flecha. Voltei a tempo de ver um sorriso no rosto de Quíron.
-É mais ou menos assim, com a prática que se atinge a perfeição não é? Continue que vai conseguir.
- Obrigada!
Ele se distanciou e meu nervosismo acabou um pouco. Era estranho como tinha mais dificuldade em fazer as coisas perto de outras pessoas, principalmente os mais experientes.
Tentei mais um tiro. Sem sucesso, óbvio, não precisava ser o Oráculo para saber disso. Mais um tiro, outro e outro. Todos no chão. Depois de algum tempo, o que tinha sido melhor tinha acertado uma das plantas que prendia o alvo.
Foram mais algumas tentativas, a vontade de desistir sempre é presente, mas sabia que não deveria. Decidi atirar de ângulos diferentes, nunca permanecer na mesma posição. Não me arrependo, comecei a acertar as bordas, diferente do começo que nem isso acontecia.
Não acertei o centro, mas se acertasse, seria pedir demais. Não tinha certeza se aquilo era pra mim, por um momento achei que combinava mais com a espada, mas na verdade não tinha certeza, ambos ainda era preciso muito treinamento. Achei melhor parar por hoje, meus braços estavam um pouco doloridos e ainda queria colher morangos. Devolvi o arco e fui para meu chalé tomar um banho.

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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Convidad em Qui Abr 04, 2013 4:50 pm





+ 100XP + 20XP (Bônus) = 120XP
+ 75 Dracmas

A ortográfia não foi uma das melhores xD Teve alguns erros de português e execessos da vírgula. A formatação também não agradou muito aos olhos, tente pular uma linha a cada template e colorir também as falas de Quíron.

Na narração faltou detalhes (Apesar de um bom uso de seu poder). Senti falta de uma boa introdução. A propósito, como seria a posição correta? =) Quantas flechas ao todo você acertou? Esses detalhes são importantes. Todavia, gostei do fato de você não colocar "cheguei lá, atirei 3 flechas e acertei tudo" e sim ter colocado um pouco de realismo.

{ATUALIZADO}


Atualizado por Rafael


Última edição por Hades em Dom Abr 07, 2013 6:52 am, editado 1 vez(es)

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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Klaus Von Aldern em Sab Abr 06, 2013 5:16 am

Treino Noturno: Se eu soubesse não teria feito.


O que fazer quando o tédio toma conta da sua vida? Eu estava me sentindo dessa maneira logo assim que a noite caiu. Geralmente após tanto treinamento eu adormecia instantaneamente ao cair sobre a cama, porém naquela noite as regras mudaram. Um treino para semideuses noturnos estava sendo realizado na arena e eu por preguiça resolvi não me inscrever, mas o arrependimento está agora tomando conta de mim. Virei para vários lados da cama e após ver que nem um banho quente resolvia, coloquei minha roupa de treinamento. Resolvi que independente da resposta eu estaria preparado, então peguei minha espada e meu escudo.

A arena estava absurdamente escura, o que me deixava feliz por odiar claridades. Quíron estava autoritário sobre o campo de treinamento e ordenava os campistas a realizar movimentos rápidos e precisos. – Filho de Hades, o que faz aqui? Mudaste de ideia? – Ele falava diretamente para mim quando pensei que ele não havia me visto.
- Senhor, perdoe-me a intromissão, mas eu gostaria de saber se restou alguma vaga de última hora? – Eu odiava admitir um arrependimento, mas qualquer coisa seria melhor do mofar numa cama sem sono.
- Um semideus disposto a treinar é sempre bem vindo. – Ele deu uma batidinha nas minhas costas, o que eu odiava e me empurrou para o meio da arena. Eu no começo fiquei sem saber o que seria feito, porém um rosnar alto me mostrou que logo eu saberia a minha função. Uma fera mitológica estava atacando os semideuses. Ela tinha um corpo de leão, cauda de serpente e asas de águia no centro das costas, além de garras no lugar dos pés. Eu nem ao menos tive tempo de gritar pois o animal sentindo a minha falta de preparação avançou sobre mim me fazendo me arrastar pelo chão a uns 2 metros. Arranhando e assustado apenas ouvia os campistas gritando palavras de afronta e coragem. Recuperei o meu fôlego e quando estava me levantando senti uma baba quente caindo sobre os meus ombros. Completamente enojado olhei a minha vota e meus olhos deram de encontro com outros dois olhos vermelhos e sanguinários. Eu não tinha dúvidas sobre aquela outra fera, afinal qualquer filho de Hades sabe reconhecer um quando se vê, era um cão infernal adulto. Rolei para a esquerda e acionei o meu escudo no momento em que ele pulou sobre mim. O impacto me fez novamente me arrastar, porém com menos efeito dessa vez.

Estava acontecendo um treino contra criaturas mitológicas e eu havia-me enscrevido. Vendo que não poderia voltar atrás acionei a minha espada e tentava recuar a criatura que havia cismado comigo. – Mete o pé coisa feia! – Eu tentava afasta sem nenhum resultado positivo. Quando uma flecha veio voando e acertou o cão em uma das patas, ví a minha chance. Segurei firme a espada e lancei um golpe na vertical na outra pata. O cão rugiu de dor e caiu no chão ferido. Corri até ele e desferi um chute com toda a minha força, porém logo me arrependi pela cabeça do cão ser muito grande e dura. Após pular com um pé só reclamando de dor, ví que o cão já havia sido eliminado por algum filho bondoso de um deus qualquer. A quimera ainda soltava fogo para todos os lados, e causava certa dificuldade.
Todos rodearam a sua volta e agora ela era o alvo. Envolvi-me na batalha e rodeava o animal.

A adrenalina corria pelo meu corpo e meu coração batia forte no peito. Quando um filho de Eros gritou e partiu para cima, os outros imitaram. Olhei para a parte abaixo do animal e observei as sombras e logo me concentrei nela. As sombras abaixo formaram uma pequena mãozinha que logo me foi útil pois prendeu uma das pernas fazendo a quimera se desequilibrar um pouco. Ela cuspiu fogo e depois virou na minha direção e cuspiu novamente. Me joguei para os lados batendo em uma garota que me olhou com um olhar fulminante. – Não tive culpa viu. – Com a espada em mãos parti enlouquecido para próximo do monstro e desferi um golpe na parte inferior das suas costas. A quimera sentiu e ficou em pé, de uma forma que me parecia medir 2 metros ou mais. Me afastei e fui para suas costas, quando uma flecha passou zunindo sobre mim, me abaixei e desferi outro golpe na calda de serpente. Enquanto eu desferi esse golpe, um outro campista clavou uma adaga e outro acertou uma flecha certeira na cabeça do alvo que vazou do outro lado.

A quimera explodiu em uma chuva de fumaça cinza que atingiu a todos. Com o treino finalizado peguei minhas coisas e quando me retirava observei Quiron que me olhava sorridente. Fechei o meu rosto para ele: - Nunca mais eu participo de um treino seu noturno. Eu poderia ter morrido você sabia? – Não esperei a resposta do centauro e logo me pus a caminha para o meu chalé. Eu precisava de um outro banho mais caprichado que dessa vez o sono chegaria.






Poderes utilizados

- [Nível 1] • Senhor das Armas I (Ferro Estígio) - O ferro estígio é considerado o “metal oficial” de Hades, por assim dizer. Graças a isso todo filho de Hades tem uma aptidão nata para manusear qualquer arma de ferro estígio como se já tivesse treinado muito com ela. [ Passsivo ]

- [Nível 1] • Umbracinese I (Inicial) - Você tem a capacidade de manipular em pequena escala o elementos trevas. Manipular, não significa criar o elemento, exigindo um ponto de foco para extrair o mesmo e o poder ser efetivo.
Custo: Variável de acordo com a utilização. [ Ativo ]


Armas Utilizadas

- + Espada de Ferro Estígio - uma espada com o cabo negro e a lâmina feita de ferro estígio. Leve e com um perfeito equilíbrio o cabo se encaixa perfeitamente na mão de seu usuário e se torna muito fácil de ser utilizada pelos filhos de Hades.

- + Escudo da Penumbra - um escudo todo negro, feito de prata divino, com o desenho de uma caveira desenhado no centro. O escudo é indestrutível. Três vezes por missão e uma em treino, o escudo pode absorver a energia e/ou força do ataque e convertê-la em energia transmitida para o portador do escudo. O escudo pode se tornar um bracelete negro com uma energia acinzentada envolta.




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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Lily Evans em Sab Abr 06, 2013 10:41 pm

Eu havia ido,a arena treinar.

Precisava estar forte,para ir para a guerra.

Então abri a jaula e saiu de dentro um basilisco.

Peguei meu chicote,que havia ganhado de presente da Artie,e vendei meus olhos,assim não morreria.

Comecei a chicoteá-lo,e logo em seguida,me distanciei um pouco dele.
Era difícil lhe dar com um monstro em que não se podia olhar.

Ele se feriu um pouco,porém eu também,mas isso não foi o bastante para me intimidar.

Da morte eu não tinha medo,apenas de quebrar meu chicote preferido.

Chicoteei o basilisco novamente,precisava dar umas cinquenta chicotadas nele,para vencê-lo.

Então dei mais uma,estava me ferindo um pouco mais,porém continuaria lutando.

Dei outra chicotada nele e dessa vez,acabei errando o alvo,infelizmente.

Eu já havia me ferido bastante,com esses erros de cálculo,não poderia errar mais.

Deixei me guiar,pelos meus sentidos,e assim consegui ferí-lo mais um pouco.

Tinha que admitir,que era complicado,porém não era impossível.
Consegui calcular,qual seria o próximo ato do basilisco e assim surpreendê-lo.

Com o chicote em mãos o nocautiei em cheio.

Vi que o basilisco,já estava quase sem forças e depois de tantas,chicotadas,pude vê-lo se desfazer em cinzas na minha frente,tirei a venda logo em seguida e depois peguei um dos dentes dele.

Arma usada:
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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Rafael L. Máximos em Dom Abr 07, 2013 6:15 am

Desconsiderado.Devido ao fato da semideusa ter lutado com um monstro que não havia no bestiário do acampamento esse treino foi anulado.
Sinto muito, mas são as regras.
Mais informações sobre o Bestiário Aqui!

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Eles podem me matar, mas a superioridade moral é minha.
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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Convidad em Dom Abr 07, 2013 6:50 am





+ 225XP + 25XP (Bônus) = 250XP
+ 225 Dracmas
Gostei do treino, pequeno, criativo e não foi Over Power, ou seja, teve suas fraquezas e seus defeitos e conteve um português com poucos erros provenientes da digitação. Porém, senti um pouco a falta de uma "evolução" em si, mas como primeiro treino devo contar que isso foi somente seu primeiro treino, portanto, ainda estava "conhecendo o terreno".

A formatação do testo me agradou bastante. Houve a divisão dos parágrafos e a coloração das falas. Enfim, foi um bom treino (:

{ATUALIZADO POR EROS}


Convidad
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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Rachel O. Gordon em Dom Abr 07, 2013 8:07 am

Treino #001 - Aprendendo a Manusear Um Arco.
07:00 AM • Na companhia de Filhos de Apolo & Bruce, seu irmão mais velho • Sonolenta


- Vamos, Você tem de treinar! – Disse alguém, provavelmente um dos meus irmãos mais velho usando uma voz que eu desconhecia, era algo calma e baixa ao mesmo tempo em que mantinha o tom severo que fazia todos os novatos do chalé de Hefesto estremecer, e é por isso que todos entre seis e treze anos evitam Bruce. Mas ao menos ele não gritava, não com ela. Ele sacudiu de leve a morena fazendo com que ela abrisse um dos olhos – Me Deixe dormir! – Estremeceu baixinho enquanto se jogava para baixo, em direção ao colchão fino à qual dormiu naquela noite graças a uma aposta perdida, enquanto, o mais velho que raramente aparecia no acampamento teve de dormir em um beliche confortável com alguma filha de Afrodite em seu encalço. Está explicada a vontade de sair de manhã. Pensou antes de fechar os olhos com força e tentar voltar para o belo sonho que estava tendo. Se cobriu com sua coberta mas logo a mesma foi puxada com força e não demorou para uma brisa gelada da manhã entrasse por dentro de suas vestes de dormir e logo se sentisse desperta pelo frio. Sentou-se na cama e encarou o ruivo que exibia um sorriso maroto enrustido no canto dos lábios. –Você venceu! – Foi a única coisa que disse antes de se levantar para se arrumar – Mas na próxima, eu fico no chalé de algum bonitão e você dorme aqui! -

Rachel se vestiu rapidamente e adequadamente com cuidado para não fazer barulho. Uma Jeans, a camiseta laranja do acamamento que foi cortada e arrumada para se ajustar as suas formas e um boné velho de caminhoneiro que ganhou de aniversário completava aquilo que ela chamava de "Movimento anti-Afrodite".

Ao sair do chalé encontrou o irmão e mais alguns filhos de Apolo do lado de fora se alongando para o treinamento que começava cedo... Na realidade não era tão cedo assim, as sete o sol já havia nascido há um bom tempo, mas para ela, que dormia quase às quatros da manhã era absurdamente cedo.- Tenho mesmo que treinar? – Perguntou demonstrando descontentamento, ela não era amiga de ninguém. Por mais que morasse desde quando nasceu no acampamento ainda tinha certo problema em se socializar com os outros. Seu irmão fez que sim com a cabeça e a empurrou para o centro para fazer os alongamentos com os outros. Como uma mãe manda o filho brincar com os coleguinhas. Deu uma risada ao ter esse pensamento e logo começou a se alongar.

Puxa de cá, estica de lá. Os movimentos eram basicamente para os braços e as mãos e nenhum deles – graças aos Deuses! – tinham uma posição horrenda. Era legais um à qual se tinha de brincar de dar soco, contrair os braços e soltar que nem lutadores de boxe só que com uma velocidade maior e frequentemente enquanto pulava de um só pé. Não era difícil, ela tinha um corpo extremamente ágil. Mas não demorou muito que todos tivessem de ir para a arena onde havia maçãs, bonecos e alvos coloridos com alguma tinta Neon. O cheiro que emanava da arena, por da tinta era algo totalmente horrível, e não demorou muito para ela torcer o nariz enquanto olhava para os arcos à sua frente. Todos eram diferentes juntamente com as flechas. Longos, curtos, do seu tamanho, menor que sua mão...Enfim, eram de tamanhos extremamente variados. - Tome esse. Normal, corda de laço de punjab.- Disse um filho de Apolo sorridente enquanto entregava um arco com a corda grossa e levemente enrugada enquanto ela o olhava esperando a explicação do que seria esse tal “Laço de Punjab”, mas a explicação não veio e novamente ela foi empurrada até uma demarcação. Mas ao menos foi empurrada por vários, seguindo o comboio, ao invés de uma só pessoa fazer isso.

A sua demarcação era diferente, o alvo era mais pra frente já que ela ainda era novata. Ótimo, nível de humilhação: Master. Revirou os olhos e começou a olhar em volta e antes que pudesse abrir a boca para perguntar onde se encontrava uma aljava e uma espécie de roupa foram jogadas em seu rosto. Era parecido com o colete que os guardas de transito usam; só que aquele era verde-limão Neon com tecido vagabundo e enquanto na aljava continha cinco flechas cegas. Ajeitou a primeira flecha no arco sem cuidado, seguindo apenas um raciocínio: A parte pontuda vai à frente! E é a parte pontuda que tenho de espetar!
- Isso! –Disse quando finalmente conseguiu encaixar a flecha certinha no lugar enquanto os outros, que tinham idade entre onze e quinze anos já estavam na sua segunda flecha.
- De que buraco você saiu? – Perguntou Bruce quando viu ela fazer uma dancinha da vitória por tão pouco.
Suas bochechas assumiram um leve tom de rosa e deu os ombros – Desculpe. - Falou se aprontando para tirar a flecha puxando o braço para trás com força e tentando mirar certinho e quando soltou a flecha ouviu o barulho chato da mesma passando perto de sua orelha e cabelos. A flecha tinha ido muito pra cima e com muita força, ultrapassando o alvo e indo parar mais longe do que deveria. - Oops! Muita força? – Comentou - vulgo perguntou - baixinho tentando entender o que fez de errado.

- Deixe-me mostrar... Como sempre. – Bruce puxou o arco da mão dela com ar de tédio e arrumou uma flecha ali - Viu? Tem de ser assim! Esse arco é com tripa de gato, por isso a tira mais grossa. Mas normalmente deixa assim, viu? – Ela fez que havia entendido com a cabeça.

- Depois é a mira, feche um dos olhos caso queira ter maior visualização...Não, não é pra fechar os dois. Titanium! Credo. Parece que tem algo em seus olhos... Certo, Esquece a parada do olho e Preste atenção nos meus dedos e na pose que estou. Não vá querer errar. – Rachel fez que sim com a cabeça e tentou imitar a posição até que a flecha foi lançada e caiu exatamente na marca vermelha, que totalizam dez pontos. - Sua vez. – Bruce jogou o arco de qualquer jeito para ela, mas ao menos sorria. Ela pegou o arco com cuidado e tentou colocar a flecha em seu lugar e deu graças por dessa vez ter sido bem mais rápido. Arrumou suas pernas como ele fez, um pé para trás e outro para frente até sentir que o peso em seus braços diminuirá e se sentia mais presa ao chão, com mais estabilidade; Arrumou as mãos e fechou o olho esquerdo visualizando o alvo com clareza; Deu um leve puxão para trás e atirou.

A flecha voou até a marca de cinco pontos. Cinco de dez não era assim tão bom, mas mesmo assim ela sorriu e se virou para trás para demonstrar que conseguiu algo melhor do que antes, mas ele havia desaparecido, fugido enquanto ela se arrumado ou coisa assim. Suspirou desapontada e pegou mais uma das flechas, mirando e acertando na mesma marca, mas ao menos o processo foi mais rápido. E assim foi indo, a cada flecha solta seu tempo diminuíam, suas mãos se machucavam e a mira melhorando. O alvo, a cada cinco flechas, mudava e isso aumentava a dificuldade, até que, quando todos fizeram o circuito de três alvos, ou quinze flechas, foram dispensadas. Alguns riam, brincavam e corriam em direção à um rio. Mas ainda são nove da manhã!. Pensava agora com sono, mas não com o bastante para voltar pra cama e também com fome. Seu estômago fazia barulhos estranhos e não era por causa do soco leve que havia ganhado, então, caminhando em seus passos de elefante, por serem silenciosos – Sim, elefantes tem um passo “leve” – e grandes foi em direção ao refeitório.

Código:
 Arco com Laço de Punjab - A corda é  mais grossa. Utilizado por amadores. [Pertence ao Acampamento]
5 Flechas de ponta Cega - [Pertence ao Acampamento]


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Uma Palavra: Brilhante.
Acho que não escondo de ninguém como me fascina seus textos;
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Última edição por Rachel O. Gordon em Dom Abr 07, 2013 8:31 pm, editado 1 vez(es)
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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Pietro L. Parker em Dom Abr 07, 2013 10:27 am

Primeiro Dia no Acampamento

O meu primeiro dia no acampamento me levantei da cama coloquei uma roupa e fui olhar o acampamento , apos sair do meu chalé fui dar uma passada para falar com meu pai o Sr.D quando avistei ele , me curvei e perguntei a ele :

[i]- Pai o que devo fazer aqui no acampamento? Dionísio respondeu.


- meu filho, treine e lute para ficar forte como seus irmãos.


Comecei a adorar o acampamento porque eu poderia ver meu pai , que antes pensava que ele nunca existia , abracei ele apesar eu ser o filho mais novo dele , Dionísio começou a rir e disse .

- Bryan meu filho vou te mostrar uma coisa.

Dionísio pegou um pouco de área do chão Bryan estava sem entender o que ele queria fazer, Dionísio jogou a terra que voo como um brilho radiante, quando pisquei meus olhos apareceu 3 equipamentos uma espada um tirso e um escudo nunca tinha visto aqueles equipamentos . Bryan perguntou a Dionísio.

- pai para quem são esses equipamentos? Dionísio respondeu:

- Pegue-os meu filho e faça deles sua vitoria, vá ate a arena do acampamento e der o melhor de si.


Bryan pegou os equipamentos e saiu andando como sua espada na bainha o tirso na mão juntamente com o escudo e pegou o caminho ate a arena, também no acampamento estava virando uma febre treinar muito, após chegar na arena, era um lugar bem legal , repleto de bonecos de madeira e jaulas com monstros dentro . Tinha um ciclope e outro mais soltou o Ciclope por que queria que ele fosse o primeiro adversário para mim matar.

O ciclope estava furioso mais não fez medo a Bryan. Bryan ficou em posição de batalha esperando ser atacado o sol ardente deixava o ciclope sempre olhando para baixo para não ficar encandeado com a luz , Bryan percebeu isso e foi correndo para cima do ciclope ao ponto de se chocar com o ciclope ele derrapou na areia passando por baixo do ciclope que ao ficar de baixo dele Bryan furou as duas pernas dele com o tirso o ciclope tentou esmagar com os pés mais Bryan deu cambalhotas para tentar se safar dessa , com os cortes feitos pelos tirso o ciclope ficou com uma coceira nos pés que ficou sentado se cassando e ao mesmo tempo observando Bryan em quanto o ciclope tentava escapar da coceira Bryan pensou em pensou e tento botar um plano em pratica Bryan pegou o tirso correu ate pular nas costas do ciclope , mesmo desequilibrado caiu mais ainda conseguiu furar o olho do ciclope com a espada o monstro começou a gritar e a ficar tonto mal ficava de pé Bryan se levantou e começou a correu ate as pernas dele e fez um grande corte e depois bateu o escudo bem forte que quebrou uma perna do ciclope o ciclope ficou caído . Bryan foi ate a cabeça dele que estava caída e gritando de dor . Bryan não teve piedade pegou a espada enfiou na boca do ciclope com força que ficou uma boa parte do cabo dela do lado de fora ele se afastou e bateu com o escudo no cabo da espada que enfiou mais ainda o ciclope começou a gritar de tanta dor acabou perdendo muito sangue nos cortes sofridos e morreu .



Spoiler:
- Espada de vinho: Uma espada roxa, feita de bronze celestial com um cabo dourado. Só pode ser empunhada por filhos de Dionísio ou mênades, quando se acerta um golpe no corpo do adversário, produz uma sensação de embriaguez no corpo do oponente, fazendo com que ele fique tontopor 2 turnos.
- Tirso da perdição: Um tirso, com hera venenosa em sua ponta. Quando o oponente recebe um golpe desta arma, ele é envenenado, ficando com uma coceira que o distrai e o deixando tonto.
- Escudo Ancestral de Videira: Um escudo feito da videira mais grossa do mundo, ele é pesado, resistente para ataques corpo a corpo.

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Pode se dedicar mais.
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Para viver a vida o amor  não é preciso te-lo mais sim encontra-lo. O amor em nossos corações é como uma caixa de chocolate saborosa cheia de segredos que não pode ser entregue a qual quer um. Mais o amor que tenho dentro do meu peito sinto que entreguei ele a uma garota  que o merece mais do que eu ofereço  '' Harmony isso que tenho dentro do meu peito já e seu, prometo te respeitar , te amar, te proteger,te dar carinho. Me desculpe mais não sou perfeito,Pois se fosse nada iria te faltar .Só quero dizer com essas pequenas palavras que Eu Te Amo e vou sempre estar ao seu lado nas horas ruins e boas de nossas vidas.
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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Andrew Hembree em Dom Abr 07, 2013 5:46 pm

Fique sentado na arquibancada da arena por alguns minutos, brincando com a minha adaga. Depois de algum tempo percebi com era fácil manejá-la, coiisa de semideus. Meu escudo estava largado ao lado, precisava aprender a usar aquelas armas em combate mas o nervosismo e a insegurança não ajudavam.
Fiquei observando os campistas mais velhos treinando contra monstros diversos, alguns saindo vencedores e quase intáctos, já outros nem tanto.
Pensei e repensei, não poderia ficar alí sem fazer nada. De que adiantava ter ganhado armas se não vou usá-las? Tomei coragem, ajustei o escudo em meu braço esquerdo e desci da arquibancada e caminhei até um dos instrutores.
- Oi, hã, poderia me ajudar - perguntei.
- Claro. Do que precisa? - disse o semideus que parecia ser um filho de Hermes, percebi pelas feições élficas.
- Bem, eu quero treinar contra algum monstro. Símples, nada muito forte. Quero continuar vivo. - ele deu uma gargalhada e respondeu.
- Claro. Recomendo uma harpia - disse afinal e caminhou até uma das jaulas. Ela continhas várias daquelas mulheres-galinha. Com a juda de outros instrutores ele retirou uma delas e a libertou na arena - Agora é com você, semideus - falou por fim.
Saquei minha Adaga das Rosas e deixei o escudo um levantado. O monstro começou a voar em circulos, pelo jeito já sabia que eu era seu adversário.
Me concentrei ao máximo, aquela criatura parecia inteligente pois não atacou diretamente como pensei que faria. Dei um passo atrás, para meu azar acabei perdendo o equilíbrio. Uma brecha foi aberta na minha defesa e a harpia não perdeu a oportunidade.
O monstro investiu na minha direção com muita velocidade, olhei para a criatura e só vi as suas garras afadíssimas. Levantei o escudo mas foi tarde. Uma das garras da criatura cortou a pele do meu ombro e um fio de sangue escorreu pelo meu braço. A dor me fez largar o escudo na mesma hora.
A harpia deu meia volta e atcou novamente, segurei minha Adaga firme, senti a raiva dentro de mim aumentar, só pensava em matar aquele mostro. Assim que o monstro chegou perto ataquei com a arma e me joeguei para o lado. Consegui causar-lhe um corte na asa esquerda por sinal, o mostro soltou um som estranho, acho que era um grito. Ignorei a dor no meu ombro e peguei o escudo.
Girei a adaga na minha mão e levantei o escudo a tempo de impedir outro golpe do monstro. A fera manteve suas garras presas na borda do escudo e tentou me morder, coloquei a lâmina da Adaga na frente na hora correta e consegui lhe fazer um corte na boca.
O monstro soltou aquele grito estranho novamente, parecia atordoada. Girei o escudo e ataquei novamente, agora com a ponta da adaga. A arma perfurou seu peito. A criatura se debateu, a dor fez-lhe gritar compulsivamente até explodir em uma núvem de pó diante de mim.
Caí sobre os joelhos, exausto. Meu ombro voltou a doer. Guardei a adaga e pressionei o ferimento para estancar o sangramento. Levantei e saí da arena direto para a enfermaria.

Código:
Armas:
£ Escudo da Terra ( pode proteger você dos piores ataques e é indestrutível. E de última opção, quando suas armas não estiverem presentes ou quebradas, pode jogar na cabeça do monstro e ele terá sérios ferimentos.[by Perséfone]
£ Adaga das Rosas - Uma Adaga encrustada de Rubis. Quando não usada, transforma-se em um colar de Rubis. [by Perséfone]

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Muito Bom.
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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Lucas S. Granbry em Seg Abr 08, 2013 12:39 am


Lucas Stark Granbry

Lucas vs Grifo
[rigth]

Logo o sol entrava pelo chalé de Ares iluminando o local, uma forte luz entrou no chalé revigorando-me e acordando-me, me espreguicei bocejando com os olhos semi fechados. Olhei para os lados e meus irmãos e irmãs também acordavam, devagar, mas acordavam.
Levei minha mão até a boca e soltei uma bufarada sentindo o cheiro de meu bafo e após pensei comigo mesmo -Escovar os dentes... Ótimo... - Levantei-me preguiçoso e me dirigi ao banheiro sonolento, olhei meu reflexo no espelho e decidi que era hora de acordar, tomei uma ducha de água quente e em seguida fui para pia escovar os dentes, enxaguei a boca, coloquei o respectivo uniforme e segui com meus irmãos para o refeitorio apenas levando minha pequena pulseira com um pingente de fênix.

Saboreei o café da manhã e olhei as mesas ao redor, chalé de Hefestos, Afrodite e... Eros. Eu a olhei adimirado, ela conversava com seus irmãos entusiasmada. Logo alguém me chamou -Vamos, Lucas!- sai de minha ilusão e segui o garoto que me chamou. Todos nós seguimos para a arena e eu só pensava nela. Ok!, disse para mim mesmo, ela nunca iria dar bola para mim e como um bom campista eu devia me esforçar em minhas obrigações, mas essa era a vida que eu queria?

Chegamos na Arena e nos sentamos na arquibancada, todos os chalés estavam lá, especialmente o chalé "dela". Estavamos todos conversando e via-se apenas um enorme caixote no centro da arena, o caixote mexia-se de um lado para outro, sendo que a criatura que estava lá dentro devia estar louca para sair. Essa era a minha chance, pensei. Sim, eu queria impressionar a garota, desci os degraus da arquibancada devagar para não tropeçar nos campistas do meu lado -Ei! O que vai fazer Lucas?- Perguntou a mesma voz que me chamara daquela vez, respondi: -Vou dar um show.- Sorri confiante e continuei a descer os degraus.

Ao me aproximar do caixote ele balançou e eu perdi toda minha confiança e a troquei por medo, mas todos estavam olhando e eu não tinha escolha a não ser continuar, meus pés ficaram pesados a cada passo que eu dava, meu corpo estava trémulo, levei minha mão para o caixote e puxei a tábua... Plaft! A tábua caiu no chão e eu afastei me preparando, peguei o pingente de fênix e o transformei no "Phoenix(Meu Arco)" apontado para o caixote, um vulto preto saiu do caixote voando sobre a arena, pensei que fosse algum tipo de espectro, mas então vi um bico, e belas penas cinzas.Sim, era um Grifo.

Tenho que ter uma estratégia, pensei. Levantei o arco para o céu e disparei uma flecha de fogo sem a itenção de acertar a criatura alada, fechei os olhos e... Bum! Um tipo de tocha ia cortando os céus,todos estavam impressionados com aquela flecha, até o Grifo estava distraido. Era minha chance, disparei a flecha sobre a asa esquerda do Grifo e errei, mas acertar um alvo em movimento de primeira não é possivel ou é?
Então dei um grito e disse: -Fênix!!!- Então duas asas do tamanho de meu corpo se criaram a partir das "tatuagens" que eu tenho em minhas costas, e agora começa uma guerra áeria.

O Grifo era mais rápio do que eu, mas eu não perdia as esperanças, peguei meu "Phoenix" e pensei uma flecha de fogo e a mesma se materializou em meu arco e disparei contra o grifo, ele deu um tipo de grito de dor, eu tinha acertado a asa dele,mas ele se virou contra mim e dez um corte em mim com suas unhas,e ele caiu sem hesitar no chão,fui para o chão também e minhas asas sumiram, me aproximei correndo, mas era tarde demais e ele arranhou meu peitoral me jogando contra o chão. Ele pulou sobre mim e ficou com as garras levantadas indo descendo devagar para acertar-me. Eu fui mais rápido, com o arco, acertei sua cabeça libertando-me de suas garras, rapidamente preparei uma flecha e o Grifoavançou, mas parou quando viu a seta apontada para ele, o monstro me acertou com suas asas e voou, uma flecha de fogo se materializou em meu arco e a benção de Eros se ativou e lançei a flecha contra o mesmo,sorri e disse - [color-cyan]Bye-bye[/color- ]Disse com um sorriso estampado no rosto, a flecha perfurou o ponto entre as costelas dele, uma poeira dourada cobriu toda a arena. Ajoelhei-me cançado com o sangue pingando de meu ferimento.

Armas:
Ω Arco do Elemento Fogo - É um arco especial que cria suas flechas a partir do desejo do arqueiro. É encantado, sempre volta ao dono e pode ser transformada em uma pulseira com uma Fênix como pingente.
Habilidades e Bençãos:
Nível 1 :
A Marca de Eros - Nas costas de todo arqueiro, há uma tatuagem de duas asas encolhidas. Não são tatuagens pintadas, apenas contornos pretos formando o desenho da mesma. Essas asas podem tornar-se reais. Cada uma possui o tamanho do seu corpo, e lhe dão total liberdade de um combate aéreo. Para transformar as tatuagens em asas, basta dizer alto e o nome do seu animal. [Novo]

Benção de Eros: Duas vezes por treino ou uma por missão, esta benção pode ser ativada. Ela lhe permite acertar o alvo aonde ele estiver com total precisão. Nem por meios mágicos conseguirá se esconder ou defender das flechas lançadas.

[/right]
This Sparrtaaaaaaaaaaaaaa!!!

@Thay






225XP + 25XP (Bônus) = 200XP
+ 200 Dracmas
Nota 7
Odiei a fonte e a formatação; Sinceridade.
ótima ortografia.
Hécate.


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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Allison Adams em Dom Abr 14, 2013 2:04 pm

Treinar : Melhor coisa a se fazer

"Cereal é a melhor coisa do mundo e te deixa forte u-u"


Allisson nunca foi o tipo de garota que gostava de ficar deitada na sua e muito menos de ficar parada, deve ser por ter convivido por um longo tempo com o pai e irmão esportista que lhe obrigava sempre estar em movimento seja nas corridas matinais ou para pegar sua carteira que o irmão vivia lhe roubando, mas isso não vem ao caso, a jovem sentia uma grande necessidade de se movimentar mas não queria apenas correr pelo acampamento sentia que podia fazer mais do que uma coisa...quem sabe um treino? Ah essa seria uma ótima ideia ao ver da garota.

Agora Alli estava pronta, já havia tomado seu café, prendido seu cabelo e vestido roupas leves que lhe possibilitava realizar movimentos de uma forma ágil e finalmente se colocou a caminho da Arena, em quanto deslizava a mão esquerda suavemente pelo punho de sua espada ainda presa na bainha em sua cintura.

Pela primeira vez em toda sua vida a jovem havia pisado na Arena, desde o dia em que chegará no acampamento não avisa sentido vontade alguma de treinar até o momento que ficou sabendo dos caçadores e das invasões, o local era uma área ampla de gramado verdinho e aparentemente aparecia ter sido molhado a pouco tempo pois o odor de grama molhada entrava pelas narinas de Allisson e lhe dava um sensação um tanto gostosa, alguns momentos depois percorreu o local com os olhos e visualizou diversos bonecos de treino espalhados, observou também que alguns campistas conhecidos se encontravam por lá, alguns armados com espadas e outros com os próprios punhos batiam sem dó alguma nos bonecos ou até mesmo lutando contra alguns dos monstros que se mantinham presos no acampamento justamente para serem efetuados os treinos, a garota parau por um momento e decidiu fazer logo o que virá ali fazer.

A jovem sacou a espada da bainha e rodopiou a mesma na mão direita, se encontrava a cerca de 2 metros de um dos bonecos de treino espalhados, segurou com firmeza a espada se colocou a correr até o boneco e por fim golpeando o mesmo com golpes na altura da cintura, peito e joelho fazendo um sequencia de estocadas diretas e intercalando com giros terminando com um golpe direto no pescoço do boneco assim lhe arrancando a cabeça. Allisson não estava satisfeita e sentia que podia fazer mais do que isso então localizou outro boneco a cerca de um metro e meio de distância e colocou a espada novamente na bainha, logo em seguida se colocou a correr a té o boneco localizado dando inicio assim em uma sequencia de chupes na altura do peito em quanto intercalava entre direita, esquerda, direita, direita, esquerda e colocava velocidade e força em cada chute, depois de alguns minutos trocou os chutes por socos na altura do estomago com a mesma sequencia e intensidade finalizando com um salto e um chute com rodopio acabando por lançar o boneco longe.

Agora achava que estava bom por um começo e acreditava que seria capaz de fazer muito mais do que aquilo em um futuro muito próximo. Antes de sair do local a jovem sorriu para o vento e sentiu a brisa do vento no rosto, se sentou por um momento na grama em quanto sentia o cheiro da mesma novamente pois aquilo parecia que lhe renovava as forças e por fim se retirou para um corrida diária.






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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Convidad em Dom Abr 14, 2013 2:20 pm





+ 100XP
[b]+ 80 Dracmas

Sempre falo que "tamanho não importa". Seu treino teve alguns erros de digitação, uns graves e outros não. Porém, achei que, apesar de uma boa introdução, fiquei um pouco desapontado. É o seu primeiro treino e você já consegue realizar tais coisas? Como aprendeu? xD Faltou um desenvolvimento mais trabalhado e claro, mais riquezas nos detalhes.

OBS:
Se quiser, eu posso lhe passar um corretor Online ^^ Boa sorte nos próximos, gostaria muito de ver sua evolução. ~le pokémon~
{NÃO ATUALIZADO}


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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Leonard S. Targaryan em Dom Abr 14, 2013 8:08 pm



Meu Primeiro Treino! ☼


Mais um dia cansativo de treinamento , Quíron ja estava na arena passando o treino da manhã, sua feição estava como a de sempre, parecendo estar mal humorado e sem animo algum. Me surpreendi ao olhar para a arena por inteira, estava tudo bem diferente, agora nos dois cantos bem desaproximadas uma da outra havia grandes estatuetas que parecia pesar toneladas, as estatuas pareciam Hermes em umas de suas formas humanas, segurando um de seus cetros. Me aproximei de Quíron buscando saber mais sobre o que estava acontecendo e o motivo daquelas duas estatuas enormes na arena, Quíron não me ouviu chegar graças ao seus trotes barulhentos ao pisar no chão, mas bem próximo pude notar que ele segurava como sempre uma de suas fichas de anotações , por fim não consegui ver muita coisa graças ao tamanho de Quíron.- Quíron , o que são estas estatuetas ? - Perguntei indo direto ao assunto sem querer prolongar uma conversa com o treinador, ele meio que se assustou com minha aparição, mas foi logo dizendo -Aleluia Você chegou, tenho um treino especial. Quíron disse me colocando no centro da arena, onde conseguia ver cada estatueta muito bem. - O objetivo desta prova é não ser atingido, bom treino.Assim que Quíron terminou de explicar retirei meu arco colocando uma de minhas flechas entre os dedos e minha visão, estava esperando algo daquelas estatuas, mas estava demorando demais, foi quando um dois discos vieram em minha direção em uma velocidade esmagadora, não consegui nem me mover e fui atingido no braço, que acabou sendo empurrado um pouco para trás e me desconcertando a mira. Me preparei de novo, desta vez esperando um daqueles malditos discos, e novamente um deles vieram rapido ate demais, me acertando na batata da perna. - Se concentra , ouça os disparos garoto. Quíron disse pegando sua prancheta pendurada na cerca de madeira que rodeava a arena. Me concentrei ao máximo , estava quase ouvindo o barulho da floresta, meus sentindos estavam todos bem aguçados esperando para serem usado, foi quando ouvi, como se estivessem preparando um espingarda para atirar, olhei rapidamente colocando meu olhar sobre meu arco e atirando uma flecha de Ar que se explodiu ao chocar com algo no ar, não puder ver o que era pela velocidade do momento, mas foi ai que começaram a vim mais alvos, comecei a atirar acertando uma boa quantidade, de vinte discos que viam eu consegui acerta sete, aquilo era um progresso comparando com o começo que eu era apenas acertado, agora dos outros discos eu desviava . Alguns discos me acertaram com muita força deixando vermelho o ponto que atingiam, outros ate mesmo cortava por virem muito rápido e passarem raspando, alguns cortes pareciam cortes feito por folhas de papel, ardendo um pouco, mas dando para aguentar. O treino acabou sendo muito bom, minhas ultimas flechas foram horríveis, mas estava melhorando a esquiva, e agora de dez discos que viam em minha direção, três eram acertados. O treino estava prestes a acabar, pude nota Quíron olhando no relógio parecendo estar preocupado, foi então que me distrai e um disco foi lançado, rapidamente pude ouvi-lo, aquele treino não tinha me ajudado somente na mira mais em muito dos meus extintos, o disco ficava bem próximo, era como eu estivesse vendo tudo em câmera lenta, e assim minha flecha saiu da aljava em minhas costas e foi para meus dedos pronta para ser arremessada contra o disco, e assim foi feito , soltei a flecha e ela se chocou com o disco fazendo o mudar de direção indo para fora da arena. - Ja esta bom por hoje, podei ir para o chalé tomar um banho e cuidar dos pequenos ferimentos que foram causados. Aquelas palavras soaram muito bem da boca de Quíron, era tudo que eu queria , uma ducha gelada e nada mais. Assim que ele me deixou sair, passei meu arco o colocando nas costas e indo para o chalé.



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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Convidad em Dom Abr 14, 2013 8:25 pm

1 lvl e 300 dracmas

Merecia menos, mas estou lhe dando isso por ser seu primeiro treino, nao espere avaliacoes tao parciais mais, garoto, isso foi um presente.

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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Leonard S. Targaryan em Dom Abr 14, 2013 8:47 pm



Treino de Arco e Flecha ☼


As primeiras semanas foram decididamente os mais difíceis.
Toda noite Lucas tinha pesadelos.
Ele acordava nadando na cama, aos gritos, afogando-se no mar de lençóis. Do outro lado do quarto, a cama que fora destinada a seu irmão flutuava nas trevas feito um barco. Essa visão não ajudava em nada, em geral, passava-se um bom tempo antes de os gritos pararem.
Possivelmente a única coisa boa advinda desses pesadelos era que eles traziam aos dias mais força ao garoto, cada gota de suor parecia uma forma de fortalecimento na escuridão do dormitório, mas acima de tudo batendo todo tipo de tortura, aquela era a pior de todas.
Lucas sentava-se na cama e cantarolava bem baixo, dando a entender que estava de volta a sua consciência, os dedos gelados pressionados mostrando estar buscando forçar para se reanimar e voltar a si próprio deixava o ambiente em seu estado gentil e confortável, como um dormitório deveria ser.
Pela manhã, de modo humilhante Lucas foi jogado com os novatos que mal sabiam segurar um arco, o garoto se sentia gigantesco entre os campistas que batiam em seu ombro, muitas vezes desejava empalidecer ate sumir por completo, mas nada podia se fazer naquele momento. Mesmo se sentindo em casa, não havia grande margem de orientação. Sem se virar, Lucas perguntou a calmamente consigo mesmo em voz baixo o que fazia ali, com um olhar cauteloso pegou seu arco e se dirigiu ate o centro da arena onde com certeza Quíron os esperavam.
- Preparem seus equipamentos e se alojem no centro da arena. Quiron gritava enquanto parte dos campistas seguiam o que ele dizia.
Todos estavam em seus devidos lugares com armas e equipamentos alojados em suas mãos preparados para um combate, estar em uma guerra naquele momento era o mais próximo a aquele treino. O rosto de Quíron sumiu em meio a tantos campistas a frente do garoto, seu olhar furioso e ao mesmo tempo brincalhão se expandia pelas cercas da arena e procurava um alvo qualquer. – Sejam rápidos agora, daqui para frente suas técnicas serão vistas e revistas por mim, então tratem de se esforçarem. O grupo de campista se separou pela arena, dando novos horizontes a visão de Lucas, todos pareciam inimigos naquele momento, ate alguns bonecos de madeira saírem em plena a arena. Dezenas de flechas cobriram o céu vindo em direção aos bonecos no centro do lugar, os bonecos com intuito de serem acertados foram correspondidos com flechadas no peito e por toda madeira existente no corpo dos alvos. Muitos campistas foram desclassificados e retirados da arena logo depois da revisão de Quíron, mesmo assim Lucas e mais dois campistas ficaram em seus postos e com seus equipamentos em mãos. Por sorte os três campistas pegaram seus equipamentos e pularam no cercado mostrando grande velocidade e habilidade ao esperar novamente pelos ataques dos bonecos de madeira, tudo se dizia que aquele treino era movido a magia graças aos movimentos dos bonecos de madeira, que não deveriam ter vida própria. O cercado pareceu ser o meio mais seguro para os campistas para se proteger, quando os bonecos atacaram de novo flechas e mais flechas foram lançadas contra o vento e acertaram em cheio os bonecos, que eram chamados de alvos naquele momento.
Certo tempo passou e o calor estava exaltante, dois dos campistas junto de Lucas soavam graças ao sol que pegava fogo naquele momento, o cansaço parecia reinar entre os adolescentes, mas mesmo assim eles continuavam em pé prontos para mais um Round de bonecos mágicos e sem feições alguma. A ultima flechas foi lançada por cada adolescente dando a entender que o cansaço tinha vencido, com isto Quíron que mostrava esta completamente sem rumo parou o treino e prestigiou cada um dos campistas parados na arena. O olhar de cada um naquele momento foi de orgulho, mas estar cansado e ter Quiron para acabar com o treino mostrava que não eram capazes nem mesmo de sobreviver em grupo, por si próprio.
-Vocês fizeram tudo errado, trabalhar em grupo aqui é a melhor maneira, com certeza vocês se dariam melhor se tivessem ajudados uns aos outros. E assim estas foi as ultimas palavras de Quiron ao virar as costas e sumir ao meio dos campistas integrados ao lado de fora da arena.
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Re: A Arena do acampamento.

Mensagem por Convidad em Seg Abr 15, 2013 10:10 pm

230 de exp e 100 dracmas.

Foi um treino interessante, mas cuidado com a pontuação. Antes colocava demais, agora esta sumindo com vírgulas que tornam a leitura correta, esta muito corrido.

ATUALIZADO.

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Re: A Arena do acampamento.

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