Teste para Filhos do Tártaro

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Teste para Filhos do Tártaro

Mensagem por Rafael L. Máximos em Sab Mar 09, 2013 4:40 pm

Nome completo:
Idade:
Características Físicas:
Características Psicológicas:
Cite o que voce sabe sobre Tártaro (sem copiar de sites):
Narre sua história desde seu nascimento até a sua chegada no acampamento e sua reclamação. Deve ter passado por pelo menos três batalhas (sem ter feito nada de exagerado):


*Os testes devem ser postados aqui..

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Eles podem me matar, mas a superioridade moral é minha.
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Rafael L. Máximos
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Re: Teste para Filhos do Tártaro

Mensagem por Sten Louis Cooper em Ter Mar 12, 2013 8:19 pm

Nome completo: Sten Louis Cooper
Idade: 14
Características Físicas: Um garoto de estatura media e de cabelos castanhos. Olhos claros e porte atletico.

Características Psicológicas: Um pouco sozinho e queito, mas sempre arruma confusão sendo em brigas ou em bater em um professor(longa historia). Possui TDAH e isso o faz ter pessimas notas.

Cite o que voce sabe sobre Chronos* Tartaro. (sem copiar de sites): Tartaro é a personificação do sub-mundo e do inferno. Assim como Gaia era a personificação da terra. Ele é filho de Gaia juntamente com Urano. É um deus primordial.


Narre sua história desde seu nascimento até a sua chegada no acampamento e sua reclamação. Deve ter passado por pelo menos três batalhas (sem ter feito nada de exagerado):

Eu
sou Sten Louis Cooper,um menino de cabelos escuros e de um porte
bem atletico,moro em New York e estudo em um colegio pequeno nomeado de
David Hustel;um grande escritor Novayorkino; Eu tenho poucos amigos,mas
dos poucos são todos verdadeiros,eu não levo jeito com mulheres ou com a
escola,minhas notas são um desastre e as vezes tenho a imprensão de as
letras estarem voando sobre o papel.

Minha mãe não gostava de falar
da minha mãe,e dizia que um dia eu saberia mas na hora certa. Eu cresci
com essa duvida e acreditando que um dia eu saberia de tudo sobre a
minha familia.

A duvida de minha mãe se encerraria naquela tarde
de 13 de novembro,eu e meus amigos(Danniel,Hurisson e Samara)estavamos
em minha casa,com minha mãe tomando sorvete e conversando até eu receber
uma visita inesperada.

A minha ''querida'' inspetora,Lucy Roberts
dizendo que tinha um assunto muito serio para tratar comigo e pedindo
para entrar eu a levei para a cozinha,onde estavão meus amigos e minha mãe
e ela pediu para eles sairem, questionou e ela respondeu que era
particular e minha mãe deixo-nos sozinhos,oque fora o seu maior erro da
sua vida.
Assim que ele nos deixo sozinhos,eu ofereci um café e ela
aceitou eu pus o café em seu copo e perguntei a razão de ela estar na
minha casa, e ela respondeu:

-Por isso!

e
assas brotaram de seu corpo,garras mais afiadas do que a faca do
churrasco surgiram em lugar das unhas,uma cor cinzenta tomo seu corpo e
presas surgiram em sua arcaria dentaria.Entrei em desespero,eu gritava:


-SOCORRO,SOCORRO,SOCORRO!!!

ela
me atacou,eu me abaixei e minha mãe surgiu seguido por Danniel e
Samara,logo percebi que Danniel estava sem calsas e que tinha pernas de
bode,eu quis questionar mas minha espetora tinha virado uma especie de
morcego.Danniel tirou uma flauta do bolso e tocou uma melodia que ao meu
ver foi horrivel,mas fez a Furia cambalear e cair desacordada.Eu tinha
milhões de perguntas a fazer,só que não deixaram eu fazer,olhei para
Samara e a cara de espanto dela era igual a minha.

-Oque foi isso? Danniel é um bode?-perguntei confuso

-Sátiro-ele me advertiu

-E a inspetora?


-Ela é uma furia,Danniel leve-os aõ acampamento,eu cuido dela.-disse minha mãe ofegante-


-Oque está acontecendo?-Perguntou meigamente Samara,que parecia estar se recuperando do susto.-


-Voces
são semideuses,o cheiro de voces crescem nessa idade e atrai os
monstros.Eu tenho que leva-los ao um local seguro,que é o Acampamento
Meio-sangue-explicou Danniel.-


-O que?semideuses são coisa de mitologia,não são reais ! E o que é o acampamento meio-sangue?-disse ficando nervoso e confuso-


-É,e nem Satiros ou furias.-Retruncou sarcasticamente meu amigo sátiro.-E
o acampamento meio-sangue é um local aonde todos os semideuses ficam
protegidos e aprendem a usar as suas habilidades,mas eu te explico
melhor no caminho.Vamos


ele empurrou eu e Samara até a porta,e eu disse com medo:


-Mas e a minha mãe?


-Filho,eu vou cuidar da furia e eu já sabia que esse dia chegaria.-Ele disse friamente-

Entramos
em um carro azul que eu não sabia a marca,alias eu nem sabia que
Danniel dirigia ou era um sátiro,eu começei a achar que eu não sabia de
muita coisa.No caminho Danniel me disse coisas como ''até voces forem
reclamados ficarão no chalé 11 dos filhos de Hermes'' e de vez em quando
eu e Samara faziamos perguntas que ele desviava do assunto.
Soltamos do carro em uma rua com um pinheiro dourado no topo,Danniel deu uma faca pra mim e pra Samara:

-Isto será a arma de voces até serem reclamados!

Não
o questionamos estavamos tão confusos que não tinhamos questionado uma
explição de Danniel.Mas naquele momento um cão do comprimento de uns 3
Dobermans e mais negro que o asfalto,seus dentes estavão a mostra e
percebi que a arcada dentaria dele devia ter mais dentes do que um
tubarão,e nas suas patas as garras afiadas como a do Wolverine,Danniel
puxou a flauta mais o cão pulou nele e acabou com a flauta,meu amigo
sátiro caiu desacordado.
Eu e Samara entramos em pânico,nos não
sabiamos oque fazer nunca haviamos lutado com ninguem e muito menos com
um chachorro mutante,o monstro atacou novamente dessa vez em mim e por
instinto eu rolei para o lado,Samara estava se recuperando do susto e
tacou uma pedra no cão,que desviou sua atenção para ela e isso foi um
erro o Doberman gigante a derrubou e estava prestes a mata-la,eu estava
completamente sem ter o que fazer até lembra da faca que Danniel me
deu,mas o alvo estava longe para ataca-lo com a faca e eis que surgiu
outras de minhas ideias e de todas a mais louca e perigosa,jogar a faca
no cão e julgando pela minha mira eu erraria e pela distancia dele para
Samara eu poderia mata-la,mas se eu não o fizesse ela morreria pelo
cão.Então me armei com a faca mirei no cão e taquei,no mesmo momento
fechei os olhos e rezei,quando o abri o cão sumira e um simbolo de uma
rocha surgira na minha cabeça e Samara
desmaira,provavelmente pelo medo e a essa altura Danniel estava acordado
e confuso,eu perguntei o que era a rocha e ele disse:

-Você foi reclamado,por Tartaro.

-Uau.-foi tudo o que eu disse, alias estava confuso-

Carreguei Samara até o topo da colina,quando a atravesamos um acampamento surgiu e um Homem-cavalo veio até mim.

-Olá,sejam bem-vindos ao acampamento Meio-Sangue,meu nome é Quiron.

Sten Louis Cooper
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Re: Teste para Filhos do Tártaro

Mensagem por Thiago Wester em Qui Mar 14, 2013 3:02 pm

Nome completo: Thiago Wester
Idade: 18
Características Físicas: Thiago, um menino de cabelos negros como as trevas e olhos verdes como a natureza. É um rapaz musculoso e forte, com uma pequena cicatriz no braço esquerdo de sua primeira batalha na vida, ainda com cinco anos de idade. Ás vezes, por alguma razão, está com cabelos loiros e olhos azuis... Como isto acontece ninguém sabe explicar. Nem mesmo ele.
Características Psicológicas: Amigável, companheiro. Aberto, espontâneo, parece sincero mesmo quando está sendo superficial. Cândido, direto, senso de justiça, pouco tato, pode ser bruto. Visão filosófica, humanitária, visão larga, mais teórica e teatral do que prática. Entedia-se com detalhes e deixa de lado. Pega mais do que pode e atrapalha-se. Estimulante, inspirado, transmite confiança. Religiosidade ou interesse em novas ideias e maneiras de fazer coisas. Independente, rebelde, não aguenta o confinamento. Infantil, não quer saber de coisas sérias. Tendência a jogar, apostar, pegar chances. Pode ir longe demais.
Gosta de animais, é destemido e "sortudo". Não fica parado. Sociável, faz coisas para os outros, mas no seu próprio tempo. Defeito de odiar tudo. Esquemas grandiosos. Possui certo fraco para as mulheres, algo que faz com que constantemente esteja em perigo, mas ele simplesmente não consegue evitar. O simples cheiro exalado por uma mulher mexe com a cabeça do garoto de modo que ele não consiga resistir, ainda mais sendo um adolescente.
Cite o que você sabe sobre Tártaro (sem copiar de sites):
Narre sua história desde seu nascimento até a sua chegada no acampamento e sua reclamação. Deve ter passado por pelo menos três batalhas (sem ter feito nada de exagerado):

Thiago Wester. É filho de uma empresária, com um deus. Antes de nascer já gerou muitas especulações, já que foi um bebê que participou de um raro evento, afinal sua mãe passou por 10 meses de gestação. Antes mesmo do parto já havia boatos do nascimento de um possível gênio, afinal, Albert Einstein também havia nascido daquela forma, algo que só aumentava as expectativas.

Quando tinha cinco anos, sua mãe estava em uma viagem de negócios, e não pudera leva-lo. Uma babá foi contratada para que pudesse cuidar do garoto. Sem muito a conheces rapidamente foi admitida, mesmo sem haver indicações, afinal, estava um dia antes de um dos maiores contratos empresariais que Marina já havia fechado.

Eis que Thiago dorme, era aproximadamente oito horas da noite, e acreditando que não havia nada de errado, pegou no sono. Alguns minutos depois, começou a sentir uma irritação em sua pele. Abriu os olhos e percebeu que estava em uma espécie de panela gigante. Aaron saiu da panela e percebeu que sua babá era uma fúria, lembrando-se de um filme que havia visto. Aterrorizado com aquilo, correu para de baixo da cama, sendo perseguido por sua babá. Ela jogou a cama para o alto e o garoto se encolheu contra a parede, demonstrando todo o medo que sentia. Fechou os olhos e ergueu a mão. O tempo parou e a fúria não se mexia, a luz que antes piscava parou também, e assim o menino apontou a mão para a Fúria que foi jogada contra a parede, Thiago gritou de susto e mais uma corrente voou em direção da babá, agora reduzida a pó. O garoto se encolheu e chorou durante toda a noite.

Como foi a descoberta?

— Thiago, levante-se. Você deve ir para a escola, se faltar outro dia terá que repetir o ano. – dizia a mãe do semideus, seu tom de voz revelava alguma preocupação com o garoto, principalmente mediante as tais circunstancias. Geralmente, seus olhos azuis demonstravam extrema serenidade, mas agora... Bem, agora a situação era completamente oposto. Ela estava cansada, e demonstrava estar muito tensa, além de preocupada com a situação escolar de seu filho, que constantemente matava aula, para sair com as garotas do colégio.

— Nossa mãe, que forma esplendorosa de acordar seu filho. É segunda feira de manhã, mostre um pouco mais de animação. – respondia o garoto de cabelos negros, agora enterrados contra o travesseiro. Não tinha a menor vontade de levantar as 07h00min de uma manhã de segunda feira, ainda mais para ir à escola.

— Thiago, vamos. Você não tem ideia do atraso de vida que é poder um ano escolar. Imagine quando todos estiverem na faculdade e você ainda terminando o colegial. Vergonhoso.

— E quem disse que eu me importo com isso, mãe? – respondia o garoto, agora estava se revirando na cama, mostrando resistência a tudo que sua mãe lhe falava.

Enquanto o garoto tomava uma ducha para ir para o colégio. Sua mãe estava na cozinha, preparando seu almoço. Ela transparecia um pouco de felicidade, finalmente estava conseguindo se dar um pouco melhor com seu filho, que sempre agia de forma insolente, e suas ações eram um tanto quanto... Inconsequentes. Diversas vezes teve que pega-lo em delegacias, ou hospitais por toda a cidade. Mas mesmo assim, era muito ligada ao garoto.
O jovem entra no cômodo e imediatamente se dirige a mesa, afinal, o café já estava servido. Ovos, bacon e suco de laranja. Clássico, chegava a parecer o inicio de um filme hollywoodiano, e quem sabe não se tornaria? Bem, enquanto o garoto se alimentava, sua mãe o fitava. Era quase como se dissesse “se comporte garoto, sua vida está por um fio. E não quero ser designada a corta-lo.”.
— Pense nas garotas da faculdade, meu filho, pense nelas. – antes de terminar a sentença, a discussão já estava vencida. Enfim, agora o garoto já estava de pé sob a ducha.

Enquanto o garoto tomava uma ducha para ir para o colégio. Sua mãe estava na cozinha, preparando seu almoço. Ela transparecia um pouco de felicidade, finalmente estava conseguindo se dar um pouco melhor com seu filho, que sempre agia de forma insolente, e suas ações eram um tanto quanto... Inconsequentes. Diversas vezes teve que pega-lo em delegacias, ou hospitais por toda a cidade. Mas mesmo assim, era muito ligada ao garoto.

O jovem entra no cômodo e imediatamente se dirige a mesa, afinal, o café já estava servido. Ovos, bacon e suco de laranja. Clássico, chegava a parecer o inicio de um filme hollywoodiano, e quem sabe não se tornaria? Bem, enquanto o garoto se alimentava, sua mãe o fitava. Era quase como se dissesse “se comporte garoto, sua vida está por um fio. E não quero ser designada a corta-lo.”.
Lucas engole em seco, e se levanta. Indo para seu quarto, pare mediante suas coisas e as encara por mais uns trinta segundos. Sentia como se fosse ficar sem vê-las durante um bom tempo, mas por sempre sentir isso, resolveu ignorar aquela sensação. Em cima de sua mesa de cabeceira estavam algumas medalhas de esgrima, e fotos de viagem. Aquelas atividades eram seus hobbies. Na verdade, eram as únicas coisas que o interessavam, portanto queria oficializa-las o mais rápido possível, de preferencia, trabalhando com uma delas.

Sem mais delongas, ele pega sua mochila e a coloca nas costas. Possuía alguns chaveiros de touros, bem, touros o encantavam. Ele adorava os animais. Para o jovem eram simplesmente fantásticos. Preferia os de pelugem escura, da mesma coloração de seu cabelo. Mas isso era apenas um detalhe.
— Vamos logo Thiago, você não quer se atrasar. – dizia sua mãe realçando a demora.
— Não tenha tanta certeza disso... – respondeu o garoto, saindo pela porta.
— Volte a seis, se for se atrasar, me ligue. Você ainda não é maior de idade.
— Eu sei, Marina. Eu sei.
— Bela camiseta, zumbi. Passou a noite jogando vídeo game e esqueceu-se de trocar? – Thiago abordava Edward, que no momento estava se virando para poder conversar com o garoto. Estava de costas, havia sido pego de surpresa.
— Ei “man.”, quer café? Disse o cara da camiseta preta, comprou sozinho ou foram precisos mais vinte caras para escolher?
Ao terminar de falar Thiago já estava próxima a esquina. E para Edward, era um tanto quanto difícil acompanhar o ritmo do garoto. Afinal, as muletas não eram feitas para corridas. Após alguns sinais fechados, Edward finalmente alcançou o garoto, e ainda teve que ouvir um “eu disse que estava com pressa” enquanto Aaron roubava um dos copos de café que Edward carregava. Café com leite, nossa como era bom, aquele sabor, o cheiro... Algo a ser deleitado.

Quando entrou na escola, Thiago foi direto para sua aula. Naquele dia seus horários eram diferentes dos de Edward. Mas, eles iriam se encontrar no final da aula para que pudesse ir junta para a casa sua casa. O problema, é que... O último horário do garoto era história, e bem, seu professor simplesmente o odiava. Nem havia um motivo muito claro para isso, o professor já o odiava antes mesmo das brincadeiras do aluno, que implicava com a voz fanha de seu professor. Que fazia questão de deixar a matéria ainda mais entediante do que já era. Como se fizesse de tudo para que seus alunos dormissem, no intuito de poder suspendê-los.
Ao final da aula, Lucas estava na frente da escola. Edward estava atrasado, ele não costumava se atrasar. Algo preocupou o garoto que ali esperava. Talvez algo tivesse acontecido com seu amigo. Talvez ele tivesse sofrido algum tipo de acidente. No entanto, caso aquilo ocorresse, a escola deveria informa-los, não é mesmo? Cansado de esperar, Lucas resolve que iria sozinho para sua casa. E bem, cancelaria a noite de videogames, afinal, não havia como jogar com Edward desaparecido.
Ao chegar em sua casa, percebeu que as coisas estavam reviradas, e lá estava Edward. Ele não tinha muito tempo para e uma mala estava em frente a porta. Ao olhar bem para a casa, Aaron concluiu que o garoto estava conversando há um bom tempo com sua mãe, e tudo que ele conseguiu dizer foi:
— Mais que diabos está acontecendo aqui?? Minhas coisas estão reviradas.
Ao terminar a sentença, um baque é ouvido o, e vário tijolos voam contra o garoto. A sua frente estava uma quimera, enorme e fortíssima. E bem, Edward agora estava sem as muletas com duas pernas de bode, um tanto quanto estranhas. Com uma flauta de bambu, Edward começava a tocar uma melodia que fazia com que as plantas de Marina, crescessem e se espalhassem nas paredes, como uma rede. A quimera salta logo a mãe de Lucas joga uma cadeira contra ela, fazendo com que a cadeira quebre e a quimera role. Caída, ela tenta se levanta, e gira, usando sua calda para golpear o sátiro. Sim, Edward era um sátiro. Lucas havia lido sobre eles há algum tempo, na aula de historia mesmo, estava estudando sobre as grandes civilizações e se interessou pela fica, não sabia ao certo por que. Nesse momento, as gramíneas voam contra a quimera, prendendo a criatura.
— Thiago, vamos.
Dizia sua mãe o arrastando para o carro. Precisavam sair daquele local rapidamente, ou começariam a ter alguns problemas com mais criaturas vindo atrás dele, e isso não era nada agradável. Ao entrarem no carro, Marina começou a falar. Explicava sobre deuses e semideuses, e a possibilidade de Aaron ser um, possibilidade nada, ele era. Porém, eles começam a ouvir barulhos, Edward dirigia. Ao olhar pelo retrovisor o sátiro via três leões de nemeia. Mostrando os dentes, eles avançavam contra o carro, dando varias trombadas. Enquanto isso, Marina explicava para Lucas, e Edward dirigia. Estavam chegando em uma colina. Então, os três leões se jogam contra o carro. Com o impacto ele sai da pista e começa a capotar.
Lucas se levanta, sua visão estava turva. Onde ele estava? Não reconhecia aquele local. Aparentemente, em um acampamento. Será que era o que sua mãe havia mencionada, mas... Onde ela e Edward estavam? Perguntas sem respostas. Estava na enfermaria.
— A onde esta minha mãe? E o sátiro? – dizia o garoto ainda tonto
— Mãe? Sátiro? Você apareceu aqui sozinho.
Um garoto entra na sala.
— Enfermeira, esse garoto está sendo chamado na casa grande.




Thiago era um semideus novo no acampamento, havia acabado de chegar, portanto ainda pertencia ao grupo dos indeterminados. Por algum tempo perguntou a todos qual era o deus mais poderoso, alegando que a resposta seria o seu progenitor divino. Todos riam do garoto, pelo fato de quê, se ele realmente fosse tão poderoso já haveria tido sido reclamado como filho do deus em questão. Logo, sua resposta era um tanto quanto plausível, afinal, os deuses não podem simplesmente reclamar um filho, apenas pelo fato de emitir uma aura poderosa, mas, precisavam testa-lo, para que o mesmo prove ser digno de representar o deus em questão.

Como todos os indefinidos, Thiago foi obrigado a hospedar no chalé de Hermes. Para o garoto aquilo era o verdadeiro inferno, semideuses roubavam suas coisas, mexiam com ele, e o ridicularizavam pelo fato de ainda ser indefinido. Além de que, sempre que estava naquele chalé sentia-se deslocado. Como se aquilo não fosse seu lugar, como se o acampamento não fosse para semideuses como ele. Precisava tomar um ar, precisava respirar. Logo, ele sai do chalé, já era noite. Por ser novato no acampamento não sabia das normas, muito menos que havia monstros naquele local.

Sozinho, ele caminhava. Estava próximo ao lago, até que tudo ocorreu. Começou a ouvir sussurros, seguido por batidas de asas. Aquilo o assustou, estava apavorado. Não sabia o que fazer muito menos o que estava presente. Novamente escutou o bater de asas e naquele momento começou a correr, não carregava nenhum equipamento, por isso não havia como se defender, a não ser que começasse a jogar pedras, porem, no momento não havia pensado naquilo.

Uma harpia surge, voava. Emitia grunhidos, estava claramente nervosa. Alguma coisa no campista fez com que ela se zangasse. Um leve som foi audível, como se ela cortasse o ar. E ao olhar para trás o campista se depara com as garras da harpia. Não eram naturais, emitiam um brilho diferente, como ferro estigeo. Aparentemente era um implante, talvez de Hefesto. Em um rasante, ela cravou suas garras no antebraço do garoto, fazendo com que ele se contorcesse de dor.

Um baque foi audível, agora o campista estava no chão. Barulhos de armas, e vários campistas o cercavam. Aparentemente a harpia já havia sido derrotada. E ele estava deitado, ao seu lado direito estava Quirom. Logo ele informou:

- Não podemos sair dos chalés depois do toque de recolher, por essa infração, amanhã terá que patrulhar o bosque. Entende?
Thiago volta para o chalé de Hermes, onde passa a noite. No outro dia vai até o refeitório onde toma seu café da manhã, em seguida vai para o bosque. Um sátiro o recebe e juntos patrulham o bosque, nada de especial aconteceu.
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Re: Teste para Filhos do Tártaro

Mensagem por Convidad em Qui Mar 14, 2013 3:04 pm

Os dois forão aprovados.

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Re: Teste para Filhos do Tártaro

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