Lago de Canoagem

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Lago de Canoagem

Mensagem por Narrador em Seg Dez 24, 2012 3:10 pm


Lago de Canoagem



Um bonito lago no meio do Acampamento. Um ótimo lugar para remar um barco, flertar com as náiades, ter um encontro romântico ou ter uma batalha entre barcos trirremes de guerra Gregos. Aqueles que fizerem um bom post, treinando canoagem, serão recompensados.

Modo Avaliativo
- Experiência entre 0 a 100, sendo:
0 a 50 – Enredo (Critérios: Clareza; Envolvência; Criatividade; Coesão)
0 a 25 – Ortografia e gramática (Critérios: Pontuação; Escrita; erros graves, médios e leves)
0 a 25 – Esforço (Critérios: Desenvolvimento com base nos treinos anteriores; Quantidade).



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Última edição por Narrador em Sex Jun 27, 2014 9:35 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Lago de Canoagem

Mensagem por Convidado em Qua Jan 15, 2014 9:58 pm







Donna Allen
" Todos temos luz e trevas dentro de nós. O que nos define é o lado com o qual escolhemos agir. "

                                                                      Donna havia perdido o sono, como sempre, os sonhos não a deixavam dormir. Levantou-se da cama, caminhou com passos rápidos e largos até o armário e se pôs a procurar alguma coisa. Entre as roupas rigorosamente dobradas e organizadas, havia uma larga caixa de papelão na cor branca. A menina sentou-se no chão e abriu a caixa. Dentro dessa caixa estava um manto longo e belo na cor preta com detalhes em prata, este também possuía um capuz. A semideusa nunca havia usado aquele item, ele era presente de sua mãe, Melinoe, a deusa dos fantasmas. Donna o tirou de lá e o vestiu por cima do pijama de flanela, colocou o capuz sobre a cabeça e de repente a menina começou a levitar. O item podia deixar a pessoa que o usava invisível e anular a gravidade, o deixando levitar como um fantasma. Donna adorou aquele item.

A noite estava clara. O céu noturno estava repleto de estrelas e a lua cheia brilhava sobre o mesmo tornando-o mais belo. O vento sussurrava uma leve melodia entre as árvores fazendo as folhas farfalharem calmamente. Donna, agora invisível, corria sobre a sombra da floresta para chegar ao lago do acampamento. Algumas Dríades a olhavam curiosas, mas logo perdiam o interesse e voltavam para a profundeza da floresta, pois não sabiam de onde viam os barulhos dos passos da semideusa. Donna, para uma cria da Deusa dos fantasmas, não era nada sutil, mesmo estando invisível. A garota nem levara armas, mas nem precisou mesmo, pois as Harpias não a incomodaram, estas estavam perseguindo um casal de semideuses, que  estavam indo se divertir na escuridão da noite. A semideusa lembrou-se de uma frase que sua avó costumava falar: A noite é uma criança e nós somos seus brinquedos. Ao lembrar-se da frase, Donna arrepiou-se e parou de correr. Olhou para a escuridão pontilhada de “diamantes” acima de si e deu um leve sorriso: Se vovó soubesse que a Noite estivesse viva...                                                Mas a menina decidiu esquecer o pensamento e voltou a correr em direção ao lago.

O lago era lindo de manhã, então imagine ele à noite. O lago refletia magnificamente aquelas milhares de estrelas brilhantes juntamente com a grandiosa lua. Nem sequer a água do lago ondulava. Ele refletia o céu noturno como se fosse um verdadeiro espelho. Na margem do lago estava cheio de canoas, caiaques e remos. Donna dirigiu-se naquela direção. Escolheu um caiaque, pois hoje a semideusa não iria remar no lago. Hoje ela iria descer o rio que ia á direção da praia, que cujo lago desembocava as águas. A menina empurrou o caiaque até a água.

Ploft! – Fez o caiaque ao encostar a água, espirrando gotas de água para todo lado.  

A cena era até que estranha, pois ver um caiaque se arrastar sozinho para água era um pouco assustador. A filha de Melinoe entrou no caiaque e ajeitou-se na pequena embarcação. Então, passaram-se alguns minutos até que a semideusa percebeu que ainda continuava flutuar lentamente perto da margem. Santo Poseidon, como uma pessoa poderia esquecer o remo!? Bem... Donna era essa pessoa. A menina levantou a mão em direção a um remo jogado na margem.  O remo veio levitando até a mão da feiticeira, o que fez Donna ficar surpresa, pois aquele poder nunca havia funcionado até hoje. O remo que ela havia levitado era um remo de duas pás, um remo essencial para enfrentar a correnteza de um rio. A menina começou a remar, distanciando-se da margem. A distancia era grande, dando um pouco de cansaço aos músculos de Donna, mas a semideusa ignorou. Ela continuava a alternar as remadas entre a esquerda e a direita indo na direção da linha de encontro do lago com o rio. A menina ia numa velocidade boa, nem muito rápida nem muito devagar. Ela estava indo bem, até quase entrar na área do rio. A filha de Melinoe, cujo agora estava visível, foi interceptada por uma Náiade.  

A Náiade possuía longos cabelos loiros, olhos verde-mar. Um rosto impecavelmente perfeito. Ela não ria como á ultima vez que Donna tinha visto. Como da ultima vez, a Náiade estava com a cara amarada, mas parecia mais raivosa do que mal-humorada. Ela olhou feio para a semideusa.

Você não deveria estar aqui, semideusa – Falou a ninfa.

É quem é você para dizer onde eu deveria estar?– Donna perguntou, lançando um olhar mortífero para a Náiade.  

Sou Perola uma das Hiades protetora desse rio– A Hiade apontou para trás, dando um riso seco– E não quero você nos meus domínios– Falou enquanto fazia uma careta de nojo– Você fede a submundo, não e tão forte igual a um filho de Hades, mas é o suficiente para me dar enjoou.

Ah que seja! Apenas saia daqui antes que eu mate você espirito da natureza idiota! – Falou Donna mal-humorada.

Como você pode me matar em meus domínios? Hein? – Perguntou a ninfa.

Nunca subestime uma semideusa! – Avisou-lhe Donna, lançando um olhar de desafio.

Então também nunca desafie uma Hiade! – Falou a ninfa, retribuindo o mesmo olhar.

Donna ignorou a Hiade e atravessou o encontro das águas. Ela sabia que ia se dar mal, mas Donna queria apenas se divertir. Aquela parte do rio estava calma. Depois de certo trecho, a correnteza começou a arrastar lentamente Donna para as partes mais profundas do rio. A semideusa remou mais algumas vezes, mas não lutou contra a correnteza. Ela se deixou se levada pela correnteza, até atingir a parte onde as águas calmas a abandonavam e as ondulações se mostravam ferozes.  Um sorriso suicida formou nos lábios da semideusa, mas, ao mesmo tempo um medo atormentava Donna, ele á atraía de uma maneira inexplicável. Remando com mais força ainda, ela inclinava o corpo para trás, deixando o caiaque ainda mais aerodinâmico, e na medida em que a velocidade aumentava mais, o sorriso no rosto da garota se alagava, acabando que se transformou em risadas.

Tudo estava maravilhoso até as ondas tornassem mais violentas do que nunca. A pequena embarcação oscilava descontroladamente. Donna, agora, estava remando contra a correnteza. Água estava forte, impossibilitando a garota lutar contra ela. Um barulho intenso vinha mais a frente, uma cachoeira estava próxima. Entre solavancos, a feiticeira de Circe tentava se livrar de lá. Impiedosamente a água continuou a arrastar Donna para a cachoeira. Ela apenas rezava para Melinoe e para Circe livrar daquela roubada.  A cachoeira chegou. O caiaque de Donna foi por água abaixo. Mas graças aos deuses a cachoeira era pequena, no entanto, o final da cachoeira era cheio de pedras. Por um milagre, Donna não virou paté de Donna, porem nunca deve se confiar em sua sorte, principalmente se você for um semideus.  Mais a frente estava cheio de pedras grades. A semideusa não possuía nenhum controle, a água estava a levado para a morte. O caiaque espatifou-se em uma grande pedra que havia no meio do rio. Donna foi lançada para fora da embarcação, batendo a cabeça em uma pedra, mas sua ultima palavra antes de ser engolida pela escuridão do rio foi:

Halitus!    

Donna conseguira prender o folego evitando assim se afogar, porém a dor de cabeça era forte demais para ela. A mente e alma de Donna estavam indo embora, tudo estava escurecendo, ela tentava lutar, mas não conseguia. Ela ouvia risinhos vindos de algum lugar próximo. Vamos, lute você não vai morrer agora, vai?O subconsciente de Donna perguntou. Não, mas é claro que não! Respondeu para si mesma. Ela começou a nadar, batendo os braços e pernas desesperadamente. Todo o corpo da semideusa doía principalmente à cabeça. A cada minuto parecia uma eternidade, a cada minuto a água tentava puxa-la para baixo, a cada minuto Donna estava perdendo a força. Mas a cada minuto ela subia a direção da superfície até por fim conseguir seu objetivo. A água lhe lançava de um lado para outro, mas a menina conseguiu nadar até a margem.

A semideusa se arrastou sobre a terra mais longe possível do rio. Deitou debaixo de uma árvore grande e deu um leve suspiro enquanto tocava a testa ensanguentada. Pontos pretos dançavam sua frente quando tentou se levantar então apenas se escorou no tronco da árvore observando o rio, que agora havia voltado ao normal, e Perola a Hiade idiota, que estava sentada numa pedra no meio do rio. A ninfa estava vestida como qualquer adolescente mortal pronto para ir ao shopping: Camiseta sem manga na cor azul marinho, jeans e all star azul escuro. A única coisa que se diferencia era as orelhas pontudas, as luvas estranhas que pareciam ser feitas de couro de peixe e o olhar de psicopata. A ninfa do rio sorriu sem afeto para a semideusa.

Eu lhe disse semideusa, mas foi teimosa demais para ouvir– Ela fez uma carinha de dó– Você teve sorte, mas não terá na próxima ver que inventar de colocar essa presença suja em meu rio– Depois que falou a ameaça, ela levantou-se e deu uma cambalhota de volta para o rio.            

Donna apenas fez apenas uma careta. Que ninfa doida! Pensou Donna. Será que tão batizando o rio com bebida alcoólica? Perguntou-se para si mesma. Ela deu outro suspiro. Sua cabeça doía muito juntamente com o corpo todo. A garota tinha certeza que não havia quebrado nada, mas seus braços e pernas estavam doloridos.  Donna mal olhava as mãos até tudo ter escurecido, apagando a visão de Donna e todos os seus sentidos. Ela havia desmaiado. O sonho era estranho, como sempre. Era uma mistura de My Little Pony e Monster High, sem contar e claro dos sorvetes e algodões doces falantes e as outras coisas sinistras. De 1 a 10, esse sonho atingiu 100 na escala de bizarrice. Bem... Para falar a verdade esse sonho não era um sonho é sim um pesadelo que traumatiza criancinhas! Mas enfim, Donna abriu os olhos alarmados levantou-se rapidamente, o que causou mais dor na cabeça da semideusa. Ela olhou para os lados e viu que tudo estava normal. Uma brisa suave fazia as folhas das árvores farfalharem calmamente. O rio fazia seu percurso tranquilamente. Somente o céu parecia diferente, ele estava numa tonalidade de roxo escuro, algumas nuvens cinza escuras pairava pelo céu, anunciando uma futura chuva.

A semideusa em passos vagarosos andou pela floresta em direção aos chalés. Ela tinha descoberto  que o seu tornozelo esquerdo havia torcido, então a garota foi apoiando-se nos troncos das árvores. Donna quase foi pega pelas Harpias, mas graças ao Manto Fantasma, a menina não foi pega. Por fim a menina chegou a seu chalé e cambaleou para dentro. Uns minutos depois, a filha de Melinoe estava com roupas quentes e em sua cama pensando sobre sua loucura de hoje. Ela listou mentalmente a primeira coisa que ia fazer de manhã  cedo: Ir à enfermaria e descansar no chalé, apenas isso... A menina se distraiu em seus pensamentos e acabou dormindo. Mas dessa vez não teve nenhum sonho.
   

Itens utilizados :
Manto Fantasma: um manto longo e com capuz, tem a capacidade de deixar o usuário invisível. Outra habilidade desse item é a de anular totalmente a gravidade sore o usuário, fazendo-o flutuar como um fantasma.[Opcional]    
Poderes e Habilidades:
Visão Noturna [Nível 2]
A escuridão e a noite não serão problemas para você. Seus olhos são adaptados com a escuridão e poderá enxergar até melhor que no claro. Poderás também enxergar através da névoa (Da normal e dá mágica).
Nível 3
Levitação I: A feiticeira pode levitar objetos leves com a força de sua mente, apenas objetos. [-5 MP por rodada]
Nível 5
Grimório Iniciante: pode usar os poderes do nível Iniciante do Grimório.

•Halitus: Da a capacidade de prender o fôlego por 1 hora [o tempo fica ao controle do narrador].

com: Náiade assassina onde: Lago de canoagem roupa: Pijama de flanela ouvindo: Kill Me–The Pretty Reckless

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Re: Lago de Canoagem

Mensagem por Poseidon em Qua Jan 15, 2014 10:33 pm

Seu treino está ótimo. Muito inovador. Meus parabéns!
Atente-se apenas à repetição de palavras e nisso você realmente pecou. Em um parágrafo a palavra lago apareceu 7 vezes, em outro o nome Donna foi muito citado, em pequenos intervalos.

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Re: Lago de Canoagem

Mensagem por Vince K. Evans em Sex Jan 17, 2014 10:39 pm

remembering sunday
he falls to his knees


   
   
   

Vince grunhiu e rolou em sua cama pelo que pareceu ser a sexta ou sétima vez, repousando agora com sua barriga voltada para o teto, e o braço direito preguiçosamente cobrindo os olhos. Já dormira diversas vezes em locais desconfortáveis antes, no entanto, este era de longe o pior deles. Felizmente, estava sozinho em seu próprio chalé agora, e não no chalé de Hermes, como estava no dia anterior. Crianças e adolescentes desconhecidos deitavam espalhados pelo chão junto a seus pertences, apenas a visão de tal cena o deixava enjoado. Sentou-se vagarosamente, relembrando momentos felizes de seu passado em sua cidade no interior de Oregon, sua família, amigos e irmão; sentiu o coração apertar ligeiramente, passando a mão pelos cabelos claros quando percebeu que acordara de mau humor.

☓ ☓ ☓

Saiu do chalé vestindo sua roupa usual, a blusa preta surrada, rasgada e cheia de manchas brancas que sempre usava quando estava em casa nos finais de semana; uma bermuda que passava dos joelhos, feita de um tecido macio, e larga o suficiente para não atrapalhar seus movimentos; seu tênis vans também em péssimas condições, algumas pulseiras de tecidos diversos em seus antebraços seu usual colar com o anel como pingente que caia não muito acima do tórax. Estava pronto para explorar enfim o acampamento, como sugeriram, local que o garoto carinhosamente apelidou de "prisão domiciliar".

Nunca em sua curta vida se sentiu tão preso quanto agora, confuso e perdido em suas próprias questões. Fora uma mudança muito brusca, e Vince se encontrava em uma situação totalmente desconhecida, em um ambiente hostil, e sem ideia alguma de como agir; isto é o que o deixava mais irritado, devia ser cauteloso no momento já que o estado em que se encontrava não o permitia agir livremente como antes. Vince sentia saudades de sua autonomia, e agora buscava qualquer meio dentro de sua prisão para que pudesse relembrar tais momentos de alegria.

Enquanto andava, chutando algumas pedrinhas pelo chão e ignorando olhares curiosos que lhe lançavam, o menino avistou nas margens do lago algumas canoas ainda presas em solo. Parou por alguns instantes, encarando os objetos enquanto ponderava sobre a ideia que surgiu em sua cabeça. Nunca aprendera realmente a usar remos em sua vida, tivera algumas aulas sobre o básico de canoagem, mas nada muito complexo. Resolveu tentar, se aproximando do menino que logo se levantou, batendo as mãos na calça que estava cheia de grama.

Meu nome é Max, ajudo os campistas com canoagem.Disse ele, enquanto soltava alguns caiaques e procurava pelos remos. Parecia ter uma personalidade que contrastava com a dele, e seu bom humor logo o fez franzir as sobrancelhas. É difícil ver pessoas por aqui a essa hora.

Sou Vince. Mesmo que contrariado respondeu por educação, ainda que fosse uma resposta rápida e seca, segurando o remo que lhe fora oferecido. E estou precisando relaxar, só isso.

Ele pareceu entender o final da conversa amigável, para sua felicidade. Antes que pudessem entrar na água o instrutor o mostrou os movimentos básicos que deveria fazer para remar, algo que ele já tinha o conhecimento, e partiu então para o aquecimento de ombros e tronco, movimentando-os em séries repetitivas e similares.

Enfim sentaram-se em seus respectivos caiaques, Vince deu o primeiro impulso fincando a ponta direita do remo na areia próxima à margem, boiando para o centro do lago enquanto esperava que Max fizesse o mesmo. Logo o alcançou, e juntos passaram a iniciar longas e lentas remadas, tentando ao máximo se manter em linha reta. Era mais difícil do que lembrava, a força não deveria ser excedida em nenhum dos braços para que ele continuasse seu trajeto, e o tempo entre uma ação e outra deveria ser praticamente calculado, tanto para que não fosse muito rápido quanto para manter a canoa em seu eixo retilíneo. Vince estava tendo um trabalho enorme para seguir tais regras, e dentro de aproximadamente dez ou quinze minutos remando sem pausas, podia sentir o cansaço dominar seu corpo.

Pararam por mais algum tempo na margem, encarando algumas náiades de forma curiosa, que retribuíam o mesmo olhar de interesse. Algumas tentavam atravessar o rio, ainda duvidosas, e paravam no meio do caminho, virando as costas e retornando para onde vieram. O semideus ao seu lado coçou sua nuca, falando com uma voz séria, incorporando um verdadeiro instrutor. Vince se questionou quantas vezes por dia o garoto tinha esse trabalho, ou se mesmo gostava de fazê-lo. Preparou-se para as críticas, já que estava fazendo um trabalho horrível no exercício, normal para qualquer iniciante. Ele tinha certeza que se sairia melhor em outra atividade, como escalada ou hipismo.

Olha Vince... Você não é um completo desastre. Ele assentiu com a cabeça, um movimento que foi percebido por pouco, mas que fez o menino a sua frente continuar. Mas ainda assim precisa melhor sua postura, está curvando demais a parte superior das costas, e isso pode prejudicar seu rendimento.

☓ ☓ ☓

Continuaram o percurso, e agora com a pequena dica anotada, o garoto endireitou as costas ligeiramente como foi instruído. Para sua surpresa, o processo de levantar e abaixar o remo, aplicando força no mesmo para ser impulsionado ficou extremamente mais fácil, ainda que sua pouca experiência fosse um enorme obstáculo, mas nada que não pudesse ser superado.

Agradeceu e despediu-se assim que repousaram as canoas e remos na margem novamente. Afastando-se, Vince chegou a cogitar a ideia de voltar dali a alguns dias para outra aula. O exercício o lembrou de suas terras, e logo sentiu o corpo pesar novamente. Nunca antes quis tanto estar em casa como agora.

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Re: Lago de Canoagem

Mensagem por Poseidon em Sab Jan 18, 2014 1:13 pm

Sua narração é excelente, disso não há dúvidas. De erros e falta de comprometimento, não tenho a reclamar. Você se esforça em qualquer post e faz uma narração espetacular.
Contudo seu treino, em si, foi muito simples, não houve aquele clímax. No mais está ótimo. Meus parabéns!!!


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Re: Lago de Canoagem

Mensagem por Convidado em Seg Jan 20, 2014 10:42 am




Remando


Era outro dia no acampamento, nada para fazer, fantasmas por todos os lados falando qualquer coisa, eu tinha tentado ir na arena para fazer um treinamento, mas um dos meus irmãos me avistara e me mandou voltar pro chalé, claro que eu não obedeci e fui até a parede de escalada, mas assim que coloquei o pé numa pedra para começar a escalada um fantasma apareceu e me arrastou até o chalé. Fiquei emburrado, sentado na cama, não havia ninguém no chalé, como sempre, saí de fininho sem que os fantasas ali presentes me vissem, me esgueirei pelo lugar, passando pela porta, fechando-a sem fazer barulho, cheguei no lago de canoagem apenas com minha capa, não precisaria de mais nada, afinal. Adentrei num barco, de fato, era muito grande para mim, por isso me apoiei num remo e fiquei em pé na embarcação. Comecei a remar, era difícil, afinal eu usava apenas um remo, remando de um só lado e com muito esforço, mas continuei minha atividade, consegui ver no lago semideuses numa espécie de batalha com remos, náides, semideuses conversando e tudo mais, quase bati numa pedra enquanto prestava atenção nos outros seres que estavam ali, com dificuldade, sai do caminho da pedra, mesmo que tenha, de leve, batido a popa do barco na pedra, continuei meu caminho pelo lago, tentei fazer uma curva usando a pá do remo como leme, mas acabou que devo ter feito algo errado e o barco acabou virando me derrubando na água, depois voltou para a posição original, mas eu ja estava na água, me afogando, apenas me lembrei de vestir a capa que havia puxado comigo ao cair na água, fiquei invisível e comecei a alterar a gravidade para conseguir, de certa forma, "voar". Ao chegar na superfície estava ofegante e molhado, sentei no barco, tirando a capa, o remo teria caído em algum lugar do lago. Peguei o outro remo que havia no barco e comecei a remar, sempre o a capa perto de mim, para fora do lago. Quando cheguei perto o suficiente, coloquei a capa e pulei até a terra firme, voltei, mesmo invisível, parao chalé para trocar as roupas molhadas e me aquecer um pouco.


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Re: Lago de Canoagem

Mensagem por Hermes em Seg Jan 20, 2014 11:13 am

Josh um treino curto e sem muitas atividades, contudo, por ser criança há seus limites então eis sua recompensa:
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Re: Lago de Canoagem

Mensagem por Leon Alfrodies em Dom Fev 23, 2014 6:32 pm


*1º Treinamento no lago*


Leon estava ligeiramente animado com a ideia de treinar no lago. Quando pequeno sua mãe costumava leva-lo a um pequeno rio perto de sua cidade para nadar. Ele sabia que não nadaria hoje, mas estava simplesmente animado com a ideia e com as lembranças que vinham a sua cabeça.
Ao chegar ao local propriamente dito, Leon se impressionou com a quantidade de garotas que o local tinha. Sua meia-irmã havia lhe dito que aquelas não eram simples garotas bonitas. Eram náiades ou simplificando: Ninfas dos lagos. Ela havia lhe dito que ele deveria ter cuidado com elas, pois do mesmo modo que eram lindas podiam ser perigosas.
Havia um pequeno grupo de campistas se alinhando em volta de um garoto mais velho que provavelmente deveria ser um monitor. Ao chegar mais perto ele pode ouvir oque dizia:
- Eu sou Robert, filho de Poseidon. Hoje eu vou ser o monitor e meio que salva vidas de vocês,  caso aconteça algum imprevisto. Quero que os mais leigos no assunto formem uma fila a minha direita e quem já tiver alguma noção de canoagem pode ir se preparando a beira do lago.
Alguns garotos e garotas foram para o lago e já pegavam as canoas com certa atitude independente. Leon se deslocou para a direita de Robert, afinal ele não queria passar vergonha não sabendo todos os passos. O monitor perguntou se todos sabiam nadar e por mais incrível que parecesse uma filha de Poseidon admitiu não saber nadar.
Ele dividiu o grupo em dois: Os que sabiam nadar e os que não sabiam. Colocou os menos experientes esperando enquanto dava as instruções ao outro grupo, no qual Leon fazia parte.
Robert ensinou como se deviam utilizar os remos e os alertou que a força era a ignição principal da canoa. Ele explicou que como se tratava de um lago eles não teriam problemas com correntezas e por isso poderia se deslocar a qualquer local do lago. Também alertou sobre as náiades e que não se deviam se render aos gracejos delas (Alguns garotos assoviaram enquanto ele explicava essa parte).
Com o comando de Robert o pessoal do grupo de Leon se deslocou para o lago e cada um pegou sua própria canoa e se lançou nas aguas. A canoa era pequena, só possui local para uma pessoa, mas isto a fazia mais leve e ágil para movimentos bruscos. Leon adentrou na sua e se sentiu um pouco desconfortável com a madeira. Ele pegou os remos e colocou força e foi se deslocando com certa dificuldade. Enquanto remava, Leon notara que não era uma simples tarefa, pois seus braços já começavam a doer pelos movimentos repetitivos.
Depois de remar em uma força longa ele decidiu ir mais rápido, pois havia pegado os macetes do treinamento. A cada remada ele sentiu seus pulmões implorarem por ar e seus músculos se tencionarem cada vez. Leon agora andava em uma velocidade rápida e apenas para se exibir para algumas garotas ele fez pequenas manobras de desvio entre elas. Quando ele parou cerca de doze metros da margem um garoto se aproximou e falou:
- Ei filho de Ares, que tal a gente pegar uma corridinha?
A ideia empolgou Leon. Ele não sabia de fato que era o garoto, mas certamente não era um campista novato como ele. Ele tinha cabelos negros e os olhos eram esverdeados. Usava uma camisa sem mangas que mostravam seus músculos definidos. Definitivamente, aquele garoto não era novato, pensou Leon.
Os dois se posicionaram ao lado um do outro e começaram com velocidade. Os golpes na agua eram rápidos e faziam a agua molhar todo o rosto do garoto. Leon sabia que tinha que ganhar, pois ele possuía sede de vitória e vencer um campista veterano era uma glória para qualquer novato. Assim continuou Leon, mas algo estava errado. A agua ficara pesada como areia e ele cada vez tinha que utilizar mais força para se locomover no lago.
De repente a canoa de Leon simplesmente parou, mesmo ele colocando toda a força nos remos. Alguns garotos riram em tom de humilhação e foi então que uma náiade surgiu na beira de sua canoa fazendo ele se assustar. Ela falou:
- O filho de Ares deveria se utilizar mais de sua sagacidade ao escolher aceitar seus desafios. O deus dos mares sempre é generoso com as dadivas de seus filhos.
Claro, ele era um filho de Poseidon, pensou Leon. A náiade voltou adentrar na agua enquanto ele tentava ver seu corpo magistral, mas a agua do lago era escura onde ele se localizava. Mais algumas remadas e logo se passaram uma hora e o monitor chamou todos os campistas que estavam no lago. Leon se deslocou ate a margem e deixou todos seus acampamentos no local devido. Seus braços estavam extremamente doloridos, principalmente nos ombros. Uma voz em sua cabeça falou com tom de orgulho:
- Sem dor, sem ganho!
Algo dizia pra ele mesmo que ele devia sentir orgulho daquilo. O sol batia no lago o fazendo de espelho. Leon sorriu ao se lembrar das tardes com sua mãe no rio. Tudo esta bem, bem demais.
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Re: Lago de Canoagem

Mensagem por Afrodite em Dom Fev 23, 2014 6:55 pm

Gostei, além de ter ficado pequeno e ter muitos erros de pontuação, gostei bastante!

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Re: Lago de Canoagem

Mensagem por Matteo G. de la Vallière em Seg Abr 07, 2014 10:57 pm





Let it go Olympians!






Posso dizer que se passou mais um dia normal no acampamento, eu havia terminado de ler um livro que arrastara sua leitura por alguns dias, realizei todas minhas atividades sociais no acampamento, exceto ter feito algum treino, quero dizer, nos últimos dias vim intensificando meu treinamento e tentando formas divertidas de me fortalecer, saí um pouco do Chalé para respirar um pouco e pensar, caminhei um pouco pelo acampamento enquanto observava o crepúsculo, as margens do lago, olimpianos conversavam e namoravam enquanto outros treinavam canoagem pelo lago.

Isso me lembrava de alguns anos atrás, quando minha mãe morreu, meu pai fazia de tudo para me animar, me levava para pescar, e certo dia me levou para praticar canoagem, eu apenas fitava o lago e as lembranças despejavam como um rio de memórias, é quando chamam minha atenção. -Hey, você vai praticar ou apenas ficará olhando? - Era um filho de Ares, aparentemente cerca de dois anos ais velho, era um tanto quanto genioso e continuava a me encarar. -Tudo bem, se você não vai, eu vou. - Restava apenas uma canoa e ela era uma compartilhada, ou seja, duas pessoas deveriam remar sincronizadas para poderem sair do lugar, eu não pensei e apenas respondi. -Eu vou. - De início, eu estava bem confiante, já tinha feito isso, e não havia razão para desespero, por mais que aquele garoto me assusta-se.

Entramos na canoa que logo foi impulsionada pela força do rapaz desencalhando-a, continuei a remar, erguendo meu braço esquerdo e dando continuidade ao movimento erguendo logo depois o segundo e abaixando, em um movimento de como se eu movesse uma manivela, mantinha-me até então estático sem falar nada, e o ritmo ia aumentando sem eu perceber, já estava um pouco sonolento enquanto nos distanciávamos cada vez mais da margem, foi quando o filho de Ares resmungou. -Você pelo jeito não falará nada, que pelo menos reme mais depressa. - Disse apenas reclamando de meu silêncio, porém remar mais depressa em pouco tempo ficaria fora de questão com meu físico bem menos desenvolvido que o dele, em meus pensamentos eu apenas fervia meio sua petulância.

Enquanto estávamos dando uma volta circular, em meio aos movimentos de subir e descer como se estivéssemos à rodar uma manivela, meus braços já desmoronavam e eu estava exausto tentando não demonstrar enquanto meu companheiro parecia ter um fôlego que não acabava, enquanto tentava tirar esse cansaço de meu psicológico fomos abordados por duas garotas que caçoavam de nossos movimentos. -O que pensam que estão fazendo? nessa velocidade vocês não vão chegar à lugar algum. - Ambas davam risos irônicos, para falar a verdade, elas esboçavam as mesmas emoções e tinham uma face muito parecida uma com a outra, estava claro que as duas morenas eram gêmeas. As provocações de ambas pareciam um combustível para o pavio curto para o filho de Ares que se incendiava em fúria com o insulto. -O que vocês querem dizer com isso? - Nesse ponto já estava esperando ser lançado para fora do barco que estava em uma razoável distância da margem. -P-p-por favor, não faça nada que irá se arrepender depois... - Disse em um tom bem inseguro, já esperando uma resposta bem "sútil".

-Não! porquê vocês duas não param de falar e remam? - Ele não dizia palavras muito complexas e não demonstrava ter grandes atributos intelectuais enquanto mostrava-se explosivo, como resposta, nenhuma delas disse uma palavra, apenas saíram na frente em disparada, enquanto o garoto apenas olhava indignado, deu uma olhada rápida para trás e eu confirmei entendendo seu recado, navegávamos com certa velocidade, meus braços durante a discussão se aliviavam porém com os movimentos de cima vira, baixo vira, traziam a tona minha exaustão enquanto meus músculos pulsavam, demoramos cerca de quinze minutos para chegar ao outro lado, quanto mais demoraria para voltar à margem visto que eu já estava cansado? minha mente era inundada com pensamentos ruins e de cansaço enquanto eu me esforçava ao máximo para tentar ajudar no remo, tomando certa dianteira, as garotas demonstravam muita euforia, se passaram cerca de cinco minutos mais e nos aproximávamos cada vez mais de nosso ponto de partida, meus músculos pulsavam de dor e o suor escorria pelo meu rosto enquanto o vento proveniente de nossa velocidade junto com a brisa do lago jogavam-o para traz, grudando meu cabelo junto a testa, eu parecia que não ia me aguentar enquanto um oceano de dor cercava meus braços que não conseguiam comportar tal esforço físico, por um momento parei, me tornando apenas um estorvo, um peso à mais no barco.

Eu havia percebido que ele sabia que eu havia parado, me senti apenas um peso morto, em certo esforço por cerca de trinta segundos apenas parei, meu coração saltava para fora e as garotas apenas ganhavam certa vantagem, eu me sentia culpado, ferindo o orgulho de meu colega de canoa, eu tentei em meus últimos esforços remar cada vez mais rápido, muito mais do que anteriormente, ultrapassando meus limites, nos movimentos de vai e vem dos remos, eu rangia meus dentes com a dor de tamanho esforço, apenas fechei meus olhos e me movimentei, esqueci de tudo a minha volta e meu psicológico se encarregou de esquecer a dor, em certo ponto eu não tinha me dado conta que estávamos à poucos metros e continuei a remar, enquanto um empate era visível, continuei até encalhar o barco e me atirar contra as costas do filho de Ares, não aguentei, rastejei para fora do barco e sucumbi perante todo esforço realizado.

O garoto fez certo esforço para me levantar, com um semblante de alegria, esboçando pela primeira vez um sorriso. -Admiro muito seu esforço, bom trabalho! Meu nome é Kevin, e o seu? - me surpreendi pela sua abertura, talvez ele não possuísse uma alma de gelo enfim. -Prazer, Matteo - Disse em uma grande pausa, respirando forte, me esforcei mas do que na acadêmia nesse dia As garotas pareciam também felizes e nos cumprimentaram, mesmo pelo empate, foi uma grande vitória interna conseguir vencer meus limites. Pouco depois me despedi de todos e fiz um grande esforço para voltar ao chalé, não jantei no dia e dormi bem antes do que o normal, nesse dia, conquistei a vitória pessoal de vencer meus limites físicos e sociais.


Thank's for @Lovatic, CG


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Re: Lago de Canoagem

Mensagem por Circe em Ter Abr 15, 2014 11:47 am

Seu treino foi um pouco confuso em algumas partes, mais pela pontuação errada (ou excesso de vírgulas e falta de pontos e parágrafos) do que pela narração, mas teve alguns detalhes que você poderia ter deixado mais claro. No demais está perfeito, parabéns.

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Re: Lago de Canoagem

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