Missão One-post para Bekah - Pela Estrada Afora

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Missão One-post para Bekah - Pela Estrada Afora

Mensagem por Convidado em Seg Fev 11, 2013 4:48 pm

Era uma tarde alegre e os pássaros cantavam sem cessar. Uma das escolas primárias de NY estava fazendo uma excursão para o Aquário Municipal, porém algo estava prestes a estragar o passeio dos pequeninos. Um ciclope havia deitado no meio da estrada e estava descansando, mas seu enorme corpo impedia a passagem, e mesmo assim, dentro de algumas horas ele estaria acordado e digamos que poderia engolir aquele ônibus de uma só vez. Preciso que você salve os pequenos acordando o ciclope e lutando com ele antes que o ônibus vire a esquina. Depois disso aparecerá o minotauro e a Campe, que estavam de companhia para o ciclope e provavelmente ficarão muito bravos ao terem seu amigo morto. O minotauro troxe sue mascote - irônico, não, um bicho ter outro bicho de estimação '-' - um cão infernal de três cabeças e a Campe está acompanhada de suas inseparáveis 6 empousas. Dois lestrigões estarão á sua espera assim que tiver matado todos os outros. É isso ^^

Regras:

Pode levar até duas armas de ataque e duas de defesa. Um item mágico e um mascote.
Narre a luta com um monstro de cada vez.
Narre o final da última batalha e volte para o camp.
Ciclope: 300/300 hp
Minotauro: 350/350 hp
Campe: 280/280 hp
Empousas: 80/80 de hp cada
Cão infernal: 100/100 de hp
Lestrigões: 130/130 de hp cada

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Re: Missão One-post para Bekah - Pela Estrada Afora

Mensagem por Rebekah Zolannsky em Seg Fev 11, 2013 5:10 pm

Naquela tarde eu simplesmente decidira que não faria nada. Isso mesmo, passaria o resto do dia deitada no gramado contemplando a paisagem enquanto meus companheiros de acampamento se esforçavam debilmente na arena. Ah que maravilha! Um dia inteirinho somente para olhar o tempo passar; seria o dia perfeito, sim, mas sempre tem um deus que resolve se preocupar com os humanos e quer que nós semideus intervenham para eles já que eles mesmos não podem fazê-lo. Agora, eu estava definitivamente irritada por Héstia ser a deusa do lar, afinal, por que é que ela se importava tanto? Suspirei e reprimi os pensamentos egoístas tentando pensar nas criancinhas inocentes que morreriam caso eu não interferisse no sono do ciclope.

Aberforth estava ao meu lado quando recebi a mensagem de íris da deusa; eu o acariciava gentilmente e sentia pena de ter que fazê-lo se sentar, mas mesmo assim não hesitei, afinal, as crianças nova-iorquinas precisavam de mim. Dei uma sacudidela em Aberforth e ele se levantou preguiçoso; um majestoso grifo dourado. Sorri para ele e afaguei sua cabeça com gentileza.


- Ab, preciso de um favor seu - murmurei baixinho, ele assentiu sem muita vontade -, preciso que me leve até Nova York, para perto do aquário e que me ajude a derrotar alguns monstros inconvenientes.

O grifo me fitou e eu suspeitava que se ele pudesse teria revirado os olhos, e então abaixou-se lentamente para que eu subisse em seu lombo. Eu o fiz sem hesitar e logo nós estávamos sobrevoando os E. U. A por cima das nuvens mais altas; Aberforth voava com paixão e fazia com que eu me sentisse livre, como se eu fosse livre para fazer o que eu quisesse. A sensação era tão boa que me desanimava saber que estava caminhando para um massacre sangrento; uma possível mini-guerra, se quer saber. Certo, talvez eu estivesse exagerando, mas sabia que minha tarefa era difícil.

Chegando a Nova York logo vi o dorminhoco; ele se deitara no meio da estrada bloqueando qualquer chance de alguém tentar passar por ali; morcegos voaram em meu estômago somente por pensar na idéia do ônibus das crianças passar por ali enquanto aquele ciclope fedorento ocupava a estrada. Dei de ombros e decidi que seria melhor começar o meu trabalho de uma vez.

Aproximei-me do ciclope lentamente e o cutuquei com a ponta de Mordecostas um pouco receosa; ele emitiu um ronco alto e se virou de costas para mim. Revirei os olhos, nunca pensei que me irritaria tanto ao ver um ciclope dormindo. Cutuquei o mais uma vez, dessa vez com mais força, mas nada dele acordar. Por fim, me irritei de verdade e cravei a lâmina mista no braço no ciclope com vontade. Ele era tão grande que sem precisar olhar eu sabia que ele acabara de abrir seu único olho vermelho e estava fitando o asfalto cinzento com raiva; afastei-me alguns metros postando-me ao lado de Aberforth e troquei um olhar cúmplice com o grifo.

O ciclope levantou-se com dificuldade e fitou o ferimento em seu braço enorme com sangue nos olhos; olhou para trás e me focalizou com seu único olho que parecia ser vesgo, mas é só um palpite. No mesmo momento Aberforth abriu as asas e voou para os céus dançando no vento com seu brilho dourado, enquanto eu permaneci no chão e ergui Mordecostas e o escudo de cristais com confiança. O ciclope avançou em minha direção; ele rugiu de forma demoníaca e levantou seu bastão tentando me acertar com força, mas eu desviei a tempo e vi o grande buraco que se formou no asfalto da ruela. Engoli em seco e ergui Mordecostas com a mão esquerda enquanto mantinha o escudo de cristal na mão direita.

Mais uma vez ele tentou me atacar com seu bastão, mas agora fui mais esperta; me defendi com o escudo de cristal e o impacto contra o escudo se voltou contra o ciclope que cambaleou para trás. Ele caiu de joelhos e eu tentei alcançá-lo, mas o monstro me deu uma rasteira de uma maneira que eu não entendi muito bem. Me vi caída no chão enquanto o ciclope se erguia com seus muitos metros de altura.

Investi contra ele com Mordecostas, mas ele se defendeu com o bastão e a espada ficou presa no objeto de madeira, ainda assim eu não a soltei, e o que aconteceu foi algo que eu bem poderia ter imaginado, ele ergueu o bastão no alto e eu me vi pendurada pela espada. O ciclope aparentemente não havia percebido nada, pois parecia estar me procurando lá embaixo.

Aproveitei sua distração e fiz um esforço para pousar em seu ombro. Agarrei-me em seu pescoço com força, a espada agora em mãos embora ainda com um pouco de dificuldade. O ciclope começou a se mexer sem parar e batia com o bastão nas costas tentando me derrubar, mas eu só fazia desviar, embora já estivesse ficando cansada. Por fim, ele se jogou no chão e começou a rolar enlouquecidamente, por vezes seu peso quase me esmagava. Olhei para Aberforth lá no alto e ele entendeu que estava na hora de agir.

Lá do alto com suas asas majestosas veio o grifo com sua beleza inconfundível. Aberforth mergulhava no ar em direção ao ciclope; puxei a espada das profundezas da pele do grandalhão e me segurei em seu ombro com dificuldade; olhei para o chão, parecia uma queda terrível. Suspirei, talvez eu pudesse contar com algum poder camarada mais uma vez. Larguei o ciclope e cai no chão de joelhos. Corri para longe enquanto Aberforth atacava o pescoço do ciclope com seus dentes de cerra. O sangue pastoso do ciclope escorria sem cessar.

Aberforth derrubou o ciclope no chão e eu vi o sangue vermelho nas patas do grifo, mas eu não podia parar, o ciclope ainda não fora derrotado. Chamei Aberforth e montei em seu lombo; ele sobrevoou ao redor do ciclope e eu o açoitei com Mordecosta, uma, duas, três, quatro... Milhares de vezes, até que ele não aguentou mais e cambaleou para trás virando pó.

Mas é claro que meus problemas estavam só começando; não tive nem tempo de resfolegar e já apareceram o minotauro, a campe, um cão infernal e seis empousas. Irônico, isso porque eu pretendia passar o dia inteiro olhando para o tempo sem fazer absolutamente nada de útil. O minotauro se aproximou devagar, quase como se estivesse testando o ambiente e me fitou com seus olhos tenebrosos. Dei alguns passos para trás e mantive o escudo na minha frente; a espada na mão esquerda.

Um forte trovão ecoou no céu e eu olhei para cima instantaneamente; erro quase fatal. O monstrengo nem me deu tempo de reagir e pulou sobre mim arrastando-me com sua força inumana pelo asfalto da ruela; eu sentia o asfalto sendo arrancado do solo brutalmente e lutava para conseguir reagir. Meu escudo foi parar em algum lugar que eu não sabia onde.

Ele encaixou seus grandes chifres em minha cintura e me atirou longe fazendo-me bater a cabeça em um poste de eletricidade com força. Minha visão ficou turva e eu sentia a terra tremer abaixo de meus pés enquanto ele se aproximava; segurei a espada ainda um pouco zonza e me levantei com dificuldade. Não vi outro jeito se não chamá-las.

Enquanto o Minotauro me fitava enraivecido, Aberforth se aproximou e fez um belo estrago em seu ombro com seus dentes de cerra. Aproveitei a oportunidade e assobiei para algumas aves que rondavam por ali; duas aves desceram em direção ao solo em uma velocidade incrível e eu ordenei que elas atacassem o Minotauro que agora já se livrara do grifo e o jogara bem longe. Olhei de longe para ver se ele estava bem e parecia ter apenas algumas fraturas no longo pescoço.

As duas águias voaram na direção do monstrengo e começaram a usar seus bicos afiados para lhe causar ferimentos preocupantes. Uma delas fez um rasgo profundo em seu pescoço e a outra fez uma ferida razoavelmente grande em seu joelho, o que fez com que ele perdesse o equilíbrio momentaneamente. Ele tentava espantá-las com suas mãos enormes e elas só faziam bicá-lo mais ainda.

Busquei Aberforth ao longe e ele parecia um pouco ocupado com a campe. Me voltei para o Minotauro e as duas aves haviam se tornado uma chuva de penas; engoli em seco e olhei para os céus buscando ajuda. Voltei meus olhos para o monstro. Apesar de ter matado as aves ele estava consideravelmente abalado; o pescoço, o joelho e as mãos estavam cobertos de sangue, e seu rosto possuía vários riscos das garras das águias. Ele se ergueu e caminhou em minha direção meio que cambaleando.

Quando ele já estava a cerca de 40 centímetros de distância puxei minha espada e investi com força contra sua pele fazendo um corte profundo no tórax, o monstrengo arfou e caiu de joelhos, seus olhos saíram das órbitas. Deixei que toda a força que eu possuia se alojasse em meus punhos e segurei o animal pelo pescoço derrubando-o no gramado sem muita dificuldade; aparentemente ele estava chegando ao seu limite. Caiu no asfalto e tentou se levantar, mas eu subi em cima dele e o prendi contra o chão. Segurei a espada com firmeza e decepei a cabeça do monstrengo em um segundo. O Minotauro virou pó.

Olhei para os céus e aos poucos as nuvens se tornavam mais cinzentas. Voltei minha atenção para a Terra e Aberforth parecia estar em grandes problemas; corri na direção do grifo que estava lutando ao mesmo tempo contra a campe, o cão infernal e seis empousas; três das quais viram minha aproximação e correram em minha direção, mas não antes de eu encaixar uma flecha do amor no arco e atirar bem na barriga da campe fazendo com que ela se apaixonasse na mesma hora por Aberforth. O comportamento da campe mudou no exato momento e ela começou a acariciar o grifo com gentileza passando então a atacar o cão infernal ao lado de Aberforth

Olhei ao meu redor e me vi cercada por três empousa asquerosas. Bufei irritada e ergui Mordecosta com vontade. Desferi o primeiro golpe contra a da esquerda; segurei-a pelo pescoço com força enquanto as outras estavam tentando perfurar minha pele com suas presas sem resultado; cravei a lâmina da espada na barriga da empousa e ela se transformou em pó. Virei-me na direção das outras e desferi um golpe contra o rosto de uma fazendo-a arfar de dor, então vire ia lâmina para a parte de bronze celestial e cravei a espada afiada bem aonde deveria estar seu coração; então voltei para a última que sabiamente recuara alguns passos, avancei rapidamente e ela se virou para correr, então eu lhe dei uma rasteira derrubando a mesma no chão e cortei sua calda com a ponta da espada para então decepar-lhe a cabeça.

Corri, então para acudir Aberforth e as outras três empousa se colocaram em meu caminho; bufei com raiva e cravei a espada na cabeça de uma das empousa fazendo-a virar pó, depois me voltei para outra e investi com a espada, mas ela desviou de um golpe na barriga e de outro no ombro, a empousa abriu um sorriso largo e eu a fitei furiosa e então me voltei para sua amiga que estava maravilhada com a compaheira e cravei a espada em sua barriga escamosa, mais uma que virou pó. A última empousa me fitou com raiva e tentei mais uma vez investir contra ela; tentei no pescoço e ela se abaixou, na perna e ela se afastou, no braço e ela derrubou minha espada tomando o cuidado para não encostar na lâmina de bronze celestial. Fuzilei-a irritada e então lhe dei um chute com toda a força que possuía, ela tentava se levantar, mas não conseguia; resgatei a espada do asfalto e cravei no meio de sua testa; ela virou pó.

Mais uma vez tentei me aproximar de Aberforth e os outros dois monstros e finalmente obtive resultado, infelizmente não necessariamente o cartão de visitas que eu esperava, mas ok. O cão infernal não me deu muito tempo para pensar e me derrubou no chão impiedosamente, senti uma dor considerável quando minha coluna encontrou o chão, mas ao invés de reclamar me esforcei para afastar o animal; o cão tentou morder meu braço, mas desistiu quando percebeu a pele dura como rocha, tudo isso graças a minha eterna rainha da noite, minha mãe adotiva a deusa Nyx, patrona dos vampiros e dos filhos revoltados.

Sorri sarcástica para o animal enquanto via de esguelha Aberforth se aproximar com raiva e dar uma bela... Mordida, era isso que as aves faziam? Pois bem, um tipo de mordida com seus dentes de cerra nas nádegas do cão; reprimi a risada e o empurrei para longe vendo o sangue escorrer de sua parte de trás, quase parecia uma cadela menstruada - me arrependi de pensar isso no mesmo momento.

O cão uivou odiosamente e me fuzilou com precisão; correu na minha direção, eu ainda me recuperava, e quando eu tentei acertá-lo com a espada ele desviou; Aberforth foi mais rápido e o empurrou com a cabeça, o cão caiu atordoado, mas se reergueu antes que eu pudesse chegar perto o suficiente para atacá-lo. Ele pretendia me alcançar novamente, mas Aberfoth mostrou-se um ótimo bichinho de estimação mais uma vez e o segurou pelo pescoço com seu bico forte, encarei-o perplexa enquanto ele pressionava o pescoço do cão até que o sangue inundou sua boca e ele largou o mesmo no gramado; o cão simplesmente virou pó.

Olhei para Aberforth agora só faltava a campe, mas ela ainda estava apaixonada por Aberforth. Sorri para o grifo com cumplicidade e então corri na direção da campe por terra enquanto ele ia pelo céu. Aberforth agarrou o pescoço da mulher dragão com força e ela começou a se debater, enquanto isso deixei que minhas garras de Wolverine crescessem até o devido tamanho e cravei em sua parte de trás fazendo um rasgo enorme com as garras extremamente resistentes; a campe arfou de dor e com esforço conseguiu se livrar dos dentes de Aberforth. Arregalei os olhos quando olhei no fundo dos olhos dela e percebi que o efeito das flechas havia acabado; rapidamente segurei Mordecostas e cravei na parte da pele que eu havia rasgado com a unha; Aberforth a atacou por trás na região do pescoço e mordeu-o com firmeza até conseguir quebrá-lo; a campe virou pó quase que instantaneamente.

Joguei-me no chão exausta e fitei Aberforth da mesma forma; sua pata estava um pouco danificada, seu bico coberto de sangue de monstro e suas penas cheias de diversas coisas que não compunham uma visão agradável. Mas quem disse que alegria de pobre dura pouco com certeza estava certo.

Dois gigantes canibais se postaram a minha frente e eu já não sabia se conseguia fazer alguma coisa cansada como estava, mas mesmo assim levantei-me arrastando Aberforth comigo e os fitei com superioridade. Recapitulei as magias do Grimório e torci para que houvesse alguma que pudesse me ajudar, logo me lembrei de uma que seria muito útil e a utilizei sem medo.


- Estantiun!

Um véu negro cubriu a visão dos dois lestrigões e eu troquei olhares cúmplices com Aberforth. Primeiro nós atacamos o da esquerda que parecia ser o mais esperto; Aberforth cerrou-lhe os joelhos com os dentes enquanto eu fazia diversos cortes em sua pele com a espada; o lestrigão se debatia e tentava nos empurrar dando pontapés, conseguiu afastar Aberforth por alguns instantes com um belo chute na direção do grifo, mas logo o mascote estava de volta e sobrevoando a cabeça do inimigo, fazendo diversos arranhões em seu rosto. O outro lestrigão pareceu começar a se adaptar melhor a falta de visão e investiu contra mim com um tronco de árvore; dei um super pulo quando o tronco chegou perto e consegui desviar.

- Clespan! - Murmurei e os cipós começaram a crescer nas pernas e nos braços do lestrigão acabando por imobilizá-lo.

Voltei-me para o outro lestrigão e Aberforth acabara de transformar suas orelhas em resíduos não identificados. Por fim, ordenei que Aberforth descesse alguns metros, subi em seu lombo e cravei Mordecostas na onde deveria estar o coração do lestrigão. Ele virou pó.

Voltei-me para o irmão gêmeo do outro monstrengo, ele conseguira livrar um dos braços do cipó, mas ainda lutava para livrar o outro. Encarei o lestrigão arfando, eu já não conseguia mais mover um músculo e Aberforth parecia estar na mesma situação; nós ficamos ali parados observando enquanto ele se soltava rapidamente. Uma onda de eletricidade tomou conta de mim, eu não podia deixar as coisas acabarem daquele jeito. De repente encontrei forças sabe-se-lá de onde e dei um salto de cerca de cinco metros enganchando minha espada no peitoral do monstrengo, então me apoei com minhas pernas e encarei o monstro com os olhos elétricos, ele ficou lento de repente e pousou seus olhos em meus cabelos que voavam ao vento. Segurei a espada com firmeza e com toda a força que possuía arrastei a espada pelo tórax do monstro, descendo devagar e com precisão até rasgá-lo ao meio por completo. Olhei para cima uma última vez e vi as duas partes do monstro separadas pela lâmina virarem pó.

Cambaleei até Aberforth e sentei-me ao seu lado na calçadinha da rua tendo a consciência de que devia parecer uma mendiga ao lado de um pássaro enorme. Logo, o ônibus escolar passou pela rua devagar e eu me senti feliz por impedir que aquelas crianças tão inocentes morressem por nada. Aberforth se ergueu sacudindo o pó e diversos objetos estranhos de seu pelo e eu subi em seu lombo rumando devolta ao acampamento.


Armas:
- Armadura dos 7 mares
- Escudo de Cristais
- Mordecostas
- Arco e flechas do amor


Poderes:
Habilidades Especiais

Vampirismo: A semideusa Bekah agora é um vampiro. Seus olhos são vermelhos e sua pele palida, quase como uma Maldição de Aquiles. Ela adquire habilidades de super-força e super-velocidade (Transformação feita por Nyx, patrona dos vampiros)(Impossível contagiar outras pessoas. [By: Nyx *-* Diva]

Poderes dos Filhos de Zeus

Perícia com Espadas [Nível 1]: Os Filhos de Zeus como todos os filhos dos Três Grandes possui grande maestria com a espada.

Perícia com Armas Avançado [Nível 15]: Os filhos de Zeus se dão bem com todas as armas, podendo facilmente manipula-la sem nem ao mesmo antes tê-la visto.

Senhor das águias [Nível 10]: A águia é o animal característico de Zeus, e o obedece cegamente. Após conseguir esse treinamento, as Águias serão seus servos mais eficientes.

Força Taurina [Nível 6]: Um dos animais representantes de Zeus é o Touro. Seus filhos recebem uma força interna maior do que o normal, deixando seus golpes muito mais fortes do que seria comumente.

Antigravidade [Nível 3]: Os céus favorecem a prole de Zeus. Toda vez que estiver em queda livre, este o impede de sofrer maiores danos, o que também o permite dar salto maiores.

Olhos em choque [Nível 7]: Faz com que seus olhos fiquem elétricos, fazendo com que ao encarar o adversário pode deixá-lo mais lento, quase que paralisado por uma rodada.

Poderes das Mênades

Wolverine: Meus filhos podem criar enormes garras em seus punhos, iguais ao herói ''Wolverine''.

Poderes dos Guerreiros da Noite

Magia Iniciante [Nível 3]: Você consegue realizar as magias definidas no Grimório para iniciantes.

Magia Intermediária [Nível 15]: O filho de Nyx agora pode utilizar as magias definidas no Grimório para o nível intermediário.

------------------------------------- PercyJackson -------------------------------------

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Minha mente nem sempre tão lúcida é fértil e me deu a voz.
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Rebekah Zolannsky
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Re: Missão One-post para Bekah - Pela Estrada Afora

Mensagem por Convidado em Sex Fev 15, 2013 9:06 am

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Re: Missão One-post para Bekah - Pela Estrada Afora

Mensagem por Convidad em Dom Mar 17, 2013 10:20 am

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Re: Missão One-post para Bekah - Pela Estrada Afora

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