Teste para Filho dos Três Grandes

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Narrador em Qui Jan 03, 2013 11:48 pm

Apenas três campistas de cada deus vão ser aprovados mensalmente, para isso o campista não pode ser filho de qualquer outro deus, mas pode pertencer a grupos extras.


_________________________________________________________________________________________________________________________________________
Ficha de Reclamação

Ω Nome –

Ω De que deus deseja ser filho –

Ω Por que escolheu esse deus e o que sabe sobre ele – [Minimo 15 linhas]

Ω Pertence a outro grupo –

Ω Descreva a personalidade de seu personagem, citando os principais defeitos e qualidades –

Ω Narre sua historia contando tudo desde como foi sua infância (e os fatos estranhos que ocorreram nesta), até como chegou ao Acampamento Meio-Sangue e descobriu que era um semideus. Narre batalhas, em toda a vida de um semideus deve ter ao menos 3 batalhas e em nenhuma delas deve fazer algo monstruoso. Use a criatividade e habilidades naturais de um meio-sangue – [Minimo 40 linhas]

Ω Narre uma missão one-post como se já tivesse sido reclamado. Pode usar os poderes do deus desejado até o nível 15, também pode usar os presentes de reclamação. Ao fim da missão coloque entre 'spoiler' os itens e poderes usados – [Minimo 40 linhas] (Credito à Kurt Damon)
_________________________________________________________________________________________________________________________________________



#Não copie qualquer parte do teste de outro lugar.
#Respeite a quantidade de linhas.
#Não use templates se este prejudicar o tamanho da linha ou bugar o tópico. (O campista tem 12 horas para corrigir o problema)

Se qualquer um desses três pontos for desrespeitado o campista está automaticamente desclassificado do teste.
Boa sorte a todos!

Narrador
Mortos
Mortos

Mensagens : 141
Data de inscrição : 24/12/2012

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Klaus Von Aldern em Qui Abr 04, 2013 9:45 pm

Ficha para Cria dos três grandes deuses



Ω Nome – Klaus Von Aldern

Ω De que deus deseja ser filho – Hades

Ω Por que escolheu esse deus e o que sabe sobre ele – [Minimo 15 linhas]
Além de exercer uns fortes papéis na mitologia grega, muitos não compreendem os filhos desse deus e alguns os julgam mal ou perversos. A maldade muda de cada ponto de vista e além disso, independente de ser filho de Hades ou não, é caráter e não condição do deus do submundo e da morte. Além desse ponto, joguei em alguns fóruns antes e sempre tive curiosidade em ser filho dos três grandes, porém me faltava tempo e paciência para elaborar uma ficha. Escolhendo a ficha para os três grandes, eliminei Zeus, por não possuir as habilidades atrativas para mim e Poseidon por achar muito clichê, a forma de Percy Jackson e outras coisas a mais. Além desse ponto, utilizei a observação para ver que não há muitos filhos dos três grandes cadastrados no fórum e muito menos filhos de Hades. As habilidades de Hades estão mais elaboradas e diversificadas, não que a dos outros deuses não estejam, mas foi a que mais me atraiu em questão de poder e força.
Hades ou Plutão, como é reconhecido pelos romanos, é um dos três grandes deuses olímpicos. Filho de Chronos e irmão de Zeus e Poseidon. É considerado o deus da morte e do submundo. Alguns costumam dizer que sofre de inveja de seus outros dois irmãos, porém acredito que ele só deseje aquilo que é dele por direito. Outro ponto conhecido de Hades é que ele raptou e casou-se a força com a deusa Perséfone. Obrigando-a a permanecer com ele no submundo, Hades e Persefone tiveram quatro filhos: Zagreu, Macária, Erínias e Melinoe, embora algumas mitologias dizer que o deus é infértil.

Ω Pertence a outro grupo – Não


Ω Descreva a personalidade de seu personagem, citando os principais defeitos e qualidades –

Klaus é muito observador e calado. Por ter tido uma criação um pouco complicada, o garoto passou a ser um pouco “arisco” e desconfiado de tudo e todos. Embora muitas vezes se mostre educado, gentil e atencioso, ele busca somente aquilo que possa lhe render algum bem ou lhe trazer benefícios. As suas principais qualidades são: É esperançoso e persistente, procura ajudar companheiros se esses precisarem dele em alguma missão e jamais abandona sua causa em meio ao caos. Defeitos: É razoavelmente teimoso e interesseiro. Costuma julgar as pessoas por tudo aquilo que elas possuem e naquilo que elas podem oferecer a ele. Muitas das vezes é preguiçoso, verdadeiro ao dizer para as pessoas o que pensa sobre elas e rancoroso quando o assunto é perdoar, além de quase nunca admitir um erro.




Ω Narre sua historia contando tudo desde como foi sua infância (e os fatos estranhos que ocorreram nesta), até como chegou ao Acampamento Meio-Sangue e descobriu que era um semideus. – [Minimo 40 linhas]

A morte produz a vida, o filho de Esperança


Esperança Von Aldern era uma mulher triste e sozinha que vivia cercada pelos seus maiores e envolventes companheiros, os mortos. A mulher trabalhava em Veneza, Itália no Instituto Médico Legal. O local era mantido pelo governo do país para fins científicos e casos policiais. Por amar muito sua profissão, Esperança era muitas vezes julgada como louca e afastava amigos e namorados de sua proximidade. Uma mulher jovem, sucedida financeiramente e até bonita dependendo do posto de vista de quem observasse. Certa noite enquanto ela arrumava o último corpo e guardava os materiais de autopsia, ela recebeu a visita de um homem. Ele se apresentou como Adam e possuía uma aparência muito oponente e curiosa, além de exercer um fascínio imediato sobre ela. Os dois conversaram durante algumas horas e após partir o homem prometeu que visitaria Esperança novamente.

Durante três anos, eles manterem encontros noturnos e por mais que ela demonstrasse verdadeiramente o que sentia em relação ao seu trabalho, o homem parecia jamais se assustar. Apaixonada e com esperanças de não chegar ao fim de sua vida sozinha, ela iniciou com ele um verdadeiro caso de amor. Os dois se amavam nas noites estreladas e ela fazia juras de paixão eterna, enquanto ele apenas lhe dizia que a eternidade não existiria para mante-los juntos. Após mais algum tempo de romance, Esperança descobriu-se grávida. Ao contrário do que ela pensava, Adam se mostrou indignado e furioso. Afastou-se da mulher e durante o processo de gestação, ela não teve nenhum contato ou notícias de seu amado ser. Desolada, Esperança resolveu se mudar para Roma, onde manteria o seu trabalho e não seria encontrada caso Adam se mostrasse arrependido.

Klaus nasceu três semanas após a mudança para Roma . Embora as feições de Adam fosse forte, o garoto havia nascido igualmente a sua mãe quando criança. Esquecendo o passado, Esperança passou a amar o filho com todas as forças. Voltando ao trabalho, ela contratou uma babá para cuidar de seu filho enquanto estivesse fora. Klaus já estava com quase 1 anos e muito bagunceiro passava horas emitindo barulhos próprios de neném da sua idade. Uma certa noite o garoto brincava com seu brinquedo enquanto a babá terminava de fazer algo no fogão. Ela retornou e pegando a criança no colo se encaminhou ao fogo. Ela sorria maliciosamente e dizia palavras de ódio e morte. No momento em que ela ameaçou joga-lo, Nicholas chorou e Esperança apareceu no local com Adam em seu encalço. A mulher se chocou na forma como a babá se encontrava. Com olhos amarelos como de Píton e cauda de serpente no lugar da cintura para abaixo, a babá sibilava algo que não podia ser entendido. Ao ver Adam, a serpente fugiu deixando a criança cair no chão, porém não houve ferimentos muitos graves: - Acredita em mim agora? Eu sou Hades, deus da Morte e do Submundo. Esse filho carrega metade de minha essência e por isso sempre correrá perigo. – Dito isso, Adam desapareceu numa cortina negra de sombras.


A Infância que eu jamais terei


Klaus a partir daquele dia recebeu toda a atenção e cuidado. Quando chegou a idade de 5 anos, o garoto começou a apresentar quadros de loucura, falando com amigos imaginários. Na escola as outras crianças tinham medo, porém Esperança sabia que os imaginários na verdade eram espíritos. O garoto passava a noite com sua mãe no IML, o que causava preocupação aos outros funcionários e diversão a ele, por conhecer pessoas diferentes. Muitas das vezes os diagnósticos mais complicados eram feitos rapidamente por Klaus perguntar pessoalmente ao morto o que havia lhe levado a morte. Esperança aprendia a cada dia que Hades havia contribuído para lhe dar um presente especial.

Tudo começou a mudar quando numa certa manhã enquanto caminhava pela escola, Klaus ouviu um sibilo diferente. Ele reconhecia de algum lugar, porém não sabia lembrar-se da onde. A névoa sempre fazia presente na vida do garoto, porém nessa manhã algo ou alguém cortou de sua visão. A primeira visão que teve foi de um garoto alto e gordo com um apenas um olho no meio da testa e por razões desconhecidas, o garoto passou a nota-lo também. Todas as manhãs na escola se tornaram horríveis pois além de Klaus possuir Déficit de atenção e dislexia, o garoto passou a ver seus companheiros de um modo diferente e alguns até ameaçavam-no. Um dia ele se arrumava no banheiro após terminar a sua aula de ginástica, quando o garoto de apenas um olho invadiu o banheiro com fúria e pronto para mata-lo. A sua doença nesse momento tornou-se uma benção, pois ele girou no calcanhar rapidamente e acertando o garoto na parede, ele correu. Klaus chegou até a porta, porém foi pego e puxado de volta para o interior do banheiro. Os dois iniciaram uma luta corporal e terminou-se quando Klaus envolveu o garoto numa chave de braço e jogou-o no chão. O garoto correu e o filho de Hades apenas ficou sentado no chão ganhando fôlego e querendo saber o que havia acontecido.

A última vez que algo ruim aconteceu, foi quando Klaus e Esperança comiam durante a noite em uma lanchonete e uma mulher com garras afiadas de pássaro e asas nas costas. A mulher se aproximou gritando que o filho de deuses deveria morrer. Esperança pegou pelas mãos do filho e correram pela porta dos fundos. A harpia seguiu os dois e após causar um ferimento leve em Esperança voo para cima do garoto, porém foi parado por um grupo de jovens que chegaram ao local. Eles se intitularam semideuses e aconselharam Esperança a deixar Klaus seguir com eles para um local especificado para pessoas como ele.
No inicio Esperança não quis pensar na hipótese de ter o filho distante, porém Hades apareceu em pessoa para lhe dizer que o melhor que poderia ser feito era o garoto partir para o acampamento para filhos de deuses. Klaus então partiu juntamente dois dias depois para o acampamento, onde iniciaria o seu treinamento como filho de Hades.




Ω Narre uma missão one-post como se já tivesse sido reclamado. Pode usar os poderes do deus desejado até o nível 15, também pode usar os presentes de reclamação. Ao fim da missão coloque entre 'spoiler' os itens e poderes usados – [Minimo 40 linhas] (Credito à Kurt Damon)


Era noite e o clima do acampamento parecia mórbido e inquietante. Por razões não conhecidas, os semideuses estavam nervosos e algo parecia não ir bem. O filho de Hades estava voltando para o seu chalé quando um sátiro lhe abordou na entrada. Era um garoto baixo e mal se podiam ver os chifres no centro da cabeça. Com dificuldade para falar, o sátiro deixou o recado que Quíron e Dionísio estavam esperando o rapaz na casa grande e que era urgente o seu comparecimento. O rapaz esperou o sátiro partir e entrou no acampamento de seu pai olimpiano. Seja o que fosse, poderia esperar um pouco.

Após tomar um banho e trocar as roupas de treinamento por uma mais confortável, Klaus partiu deixando recado que não dormisse na sua cama. O garoto não era muito amado pelos seus irmãos e assim que partiu do chalé ouviu alguns comentando que talvez fosse uma missão e que ele poderia morrer se tivesse vontade. Ignorando os comentários, ele adentrou a casa grande e logo pode observar Dionísio andando nervosamente por todos os lados, enquanto Quíron jogava damas com um semideus filho de Athena. O deus do vinho olhou a chegada de Klaus e murmurou algo que não deve ser dito, pois as palavras são feias para um garoto de família pronunciar.

- É este o garoto? – Dionísio perguntou. – O meu anel vai ser colocado nas mãos de um filho de Hades?
- Senhor Dionísio muito obrigado pela preferência. – Murmurou Klaus debochadamente.
- Sabe o que é poeira cósmica garoto? Gostaria de saber o que sente uma poeira. – O deus do vinho se aproximava calmamente.
- Senhor D, vamos manter a calma e semideus você era mais espertou quando chegou aqui no acampamento. Arrumando confusão com um deus não é muito sábio, concorda? – Quíron entrou no meio dos dois. – O motivo pelo qual lhe chamei aqui é que Hermes perdeu o anel do Senhor D e eu preciso que você vá busca-lo.
- Qual foi a razão pelo qual Dionísio emprestou o anel para o deus do furto? – Perguntou Klaus.
- Eu não emprestei e garoto, vai ver se eu estou na #@#%*#$ pariu! – Dito isso, Dionísio desapareceu como um vento.
- Nervosinho ele não? – Klaus sorriu. – Aonde Hermes perdeu o anel?
- Em um cassino. Aparentemente ele empenhou o anel no jogo de cartas e por razões estranhas, perdeu. – Quíron rodeava o filho de Hades. – Gostaria que partisse ainda essa noite e por favor não comente com os outros sobre essa pequena missão. – Quiron mostrou o endereço e também entregou ao rapaz uma réplica de como seria o anel.

Se afastando, Klaus partiu para o chalé e pegando os seus equipamentos de batalha, partiu para Las Vegas. A viagem surtiu sem nenhum contratempo ou monstros. Após um taxi e um carro alugado, Klaus estava em frente a um cassino que se intitulava: Cassino e Hotel Lotus. Era um lugar onde já havia ouvido falar, então não era muito difícil se livrar. Logo assim que entrou um linda garçonete veio com uma bandeja lhe entregando um flor rosa aparentemente feita de doces.
- Não querida, obrigado! – Agradeceu Klaus.
- Faço questão! – Ela insistiu. Não querendo causar problemas logo de imediato, ele pegou uma e colocando na boca fingiu que comia. Ele sorriu e ela correspondeu. Assim que se viu sozinho, ele jogou um pedaço da flor em um vazo de planta e com um pequeno pedaço na mão, fingia que mastigava enquanto andava pelo lugar.

O local que ele procurava era a parte das cartas e logo achou. Um homem usando roupas do século 19 jogava com alguns outros que não vestia nada moderno. Klaus se perguntou a quanto tempo aqueles homens estavam naquele lugar. Sorrindo simpaticamente ele se aproximou e se mostrava interessado. Ele assistiu algumas partidas e quando achou que o anel não poderia está ali, observou um homem trajando vestes arábias, um cabelo lambido e anéis pelos dedos, inclusive a do senhor D. Klaus olhou tanto para o anel que o homem percebeu e sorrindo se aproximou do garoto.

- Muito bonito esse anel não? Eu consegui de um homem bobo que perdeu para mim. Eu tenho para mim que você o conhece, você não se chama Klaus, filho de Hades? – O homem falou tão calmamente que logo poderia deduzir que ele já havia descoberto o plano.
- C-como assim senhor? Acho que há um engano. – O rapaz murmurou não querendo que os outros ouvisse.
- Rapaz, você é esperto, mas eu sou Hermes, deus dos viajantes e já ouvi ou ví pessoas melhores frequentando esse lugar. E tanto porque você não comeu a flor de lótus desde quando chegou, muito estranho. – O deus falou batendo nas costas de Klaus. Hermes retirou o anel do dedo e deixando no ar sorriu para o filho de Hades. – Eu deixo você levar o anel para o bobalhão do Dionísio, porém somente se você conseguir sair ileso desse lugar.
- Isso é fácil! – Klaus sorriu já sentindo a vitória.
- Fácil? GENTE OBSEVEM O FILHO DE HADES EM PESSOA NESSE ADORÁVEL HOTEL. QUEM QUER UM AUTOGRÁFO? – Hermes gritou alto o bastante para seguranças e outros funcionários prestarem a atenção.

Descoberto, Klaus passou o dedo no ar e pegando o anel correu. Os seguranças já estavam espalhados por todo o lugar e sair já estava parecendo um sonho distante. Puxando o cordão do pescoço ativou a espada de ferro estígio. Klaus se embrenhou no meio de algumas adolescentes, enquanto três seguranças corriam na sua perseguição. Ele olhou para os lados e observando duas mesas batendo a luz e causando escuridão embaixo, olhou mais a frente viu um carro que embaixo se formava sombras. Ele derrapou para abaixo da mesa e quando chegou nas sombras da mesa ativou o teletransporte. A habilidade lhe fez aparecer abaixo do carro e antes mesmo de sair, ele notou a presença de um segurança próximo ao carro. Ele rolou pelo chão e saindo pelo outro lado foi descoberto. O segurança partiu para cima dele e quando iria tentar segura-lo pelos braços, Klaus usou sua habilidade de pânico.

- Você quer mesmo enfrentar o filho do deus da morte? – Assim que o homem ouviu as palavras falhou nos movimentos e o garoto cravou sua espada no braço do homem causando um ferimento um pouco sério. Ele estava quase chegando na portaria e novamente já tinha outros homens em seu encalço. Perto da saída ele observou a porta e os homens que o perseguiam fielmente. Klaus concentrou sua energia e convocou três esqueletos.

- Fique no caminho deles e não deixe-os chegar perto de mim! - O rapaz ameaçou correr na direção dos homens e os esqueletos vendo, seguiu. Os seguranças pararam por medo e alguns até voltaram para trás. Vitorioso, o filho de Hades mentalizando a árvore escura do lado de fora e escondendo atrás das sombras da cortina, se teletransportou para fora do Cassino. A se ver livre do lugar e com o anel nas mãos, ele não parou de correr. Correu incansavelmente pelas ruas de Las Vegas e só parou quando achou um ponto de taxi. Dizendo o endereço próximo ao acampamento, Klaus partiu no taxi prometendo nunca mais se aproximar daquele hotel. A flor de Lotus que estava em seu bolso, havia virado pó e para nada mais servia.

Era quase manhã quando Klaus chegou na barreira do acampamento e observou Hermes parado na fronteira, bem abaixo da entrada. O deus sorriu para ele e desapareceu, não antes de dizer suas últimas palavras: - Diga a Dionísio que o cordão de ouro branco dele muito me interessa.




Armas utilizadas
Ω Espada de Ferro Estígio - uma espada com o cabo negro e a lâmina feita de ferro estígio. Leve e com um perfeito equilíbrio o cabo se encaixa perfeitamente na mão de seu usuário e se torna muito fácil de ser utilizada pelos filhos de Hades.


Poderes utilizados
Convocação de Esqueletos II (Final) Você pode trazer para uma batalha até 6 esqueletos humanoides munidos de armas do submundo que lutarão sob seu comando para te proteger, ou seja, você não os pode invocar para proteger os outros. Cada um vem com a metade dos HP que você possui e duram 5 turnos, antes de voltarem para de onde vieram. Uma vez por missão.
Custo: 10 pontos de Energia por esqueleto.
[Nível 15] • Pânico! Uma variação mais poderosa do Influência sobre o medo [PASSIVO - Nível 5]. Com essa habilidade todo os filhos de Hades conseguem, através de palavras desferidas Calmamente para os monstros grandes (Nada de gritar) ou com um olhar para humanos/outros campistas podem anular Um movimento de ataque/defesa de seu adversário OU deixar ele mais lento durante duas rodadas pois o mesmo irá congelar de medo.
Custo: 10 de energia
[Nível 5] • Viagem nas Sombras I (Inicial) Uma habilidade clássica dos filhos de Hades: a viagem sombria, ou viagem nas sombras. Quando alguma prole de Hades estiver em contato com lugares que possuem sombras, a prole poderá se "teleportar" para qualquer lugar com sombra a cinquenta metros dali. Por enquanto, terá este limite, mas quando a habilidade estiver bem treinada, poderá se teleportar para qualquer lugar.
Custo: 10 pontos de Energia para cada teleportação.


avatar
Klaus Von Aldern
Filhos de Hades
Filhos de Hades

Mensagens : 5
Data de inscrição : 04/04/2013
Idade : 20
Localização : Quem sabe?

Ficha do personagem
Level: 3
Energia:
130/130  (130/130)
HP:
130/130  (130/130)

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Convidad em Sex Abr 05, 2013 4:12 pm

Teste execelente, meu caro. Apesar de não ter gostado muito de você usar alguns poderes acima de seu nível (: Todavia, sua história e Teste prendeu minha atenção.

ESTÁ RECLAMADO COMO FILHO DE HADES!


xD Avise para algum ADM te atualizar.

Convidad
Convidado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Alexander Morrison em Seg Maio 06, 2013 4:34 pm

Ω Nome – Alexander Morrison

Ω De que deus deseja ser filho – Hades

Ω Por que escolheu esse deus e o que sabe sobre ele –

Não há nenhum motivo particular para que e tenha escolhido Hades. Em todos os rpg's que jogo costumo buscar o posto de filho de um dos três grandes, uma vez que fica bem mais fácil narrar quanto as missões e ao possível reconhecimento. Gosto de atenção. Enfim, as habilidades de Hades estão bem mais elaboradas que as dos outros dois, o que atrai bastante, além da existência de habilidades especiais ante aos outros. Tive umas ideias para personagem filho de Hades e pretendo colocá-las em prática.
Hades, filho de Chronos e Réia, ambos titãs, e neto de Gaia e Uranos. Na mitologia romana, recebe o nome Plutão. Irmão de 5 dos 11 outros Doze Deuses, sendo esses Zeus, Poseidon, Hera, Héstia e Deméter, forma com os dois primeiros o Trio Magno de Deuses do Olimpo, aqueles que comandam o planeta. Zeus, senhor dos Céus; Poseidon, senhor dos Mares e, não menos importante, Hades, senhor do Mundo Inferior. Ele é responsável por reger o mundo dos Mortos, que integra desde o Tártaro aos Elísios, tendo seu castelo nessa mesma localidade. Raptou e casou-se com sua sobrinha, filha de Deméter, Perséfone, Deusa da primavera.

Ω Pertence a outro grupo – Não.

Ω Descreva a personalidade de seu personagem, citando os principais defeitos e qualidades –

Alexander é um tipico adolescente americano. Rico, viveu rodeado de video-games e seguranças. Estudou em escolas particulares a vida inteira, e nem por isso se tornou menos educado com as pessoas. Ao contrário da maioria dos filhos de Hades, Alexander possui uma mente muito tranquila e sua criação o privou das maldades e más influências do mundo. Mostra-se como um garoto ingênuo, até certo ponto, o que é uma grandiosa desvantagem. Confia demais nas pessoas e não reconhece as próprias habilidades, por ter passado a vida sendo auxiliado por seguranças e professores particulares para quaisquer suas necessidades. Em contra-partida, tudo isso somou-se para formar um garoto de caráter, determinado a se livrar da necessidade de ajuda.

Ω Narre sua historia contando tudo desde como foi sua infância (e os fatos estranhos que ocorreram nesta), até como chegou ao Acampamento Meio-Sangue e descobriu que era um semideus. Narre batalhas, em toda a vida de um semideus deve ter ao menos 3 batalhas e em nenhuma delas deve fazer algo monstruoso. Use a criatividade e habilidades naturais de um meio-sangue –

Seria estranho falar como ele nasceu? Berço de ouro é eufemismo. Filho da herdeira de uma grande companhia de automóveis e um investidor estrangeiro, as condições de nascimento de Alexander são, no mínimo, curiosas. Os seus relampejavam, os ventos e a chuva castigavam a grande mansão da família Morrison, em Providence, Rhode Island, onde a herdeira da família rompia gritos ao sentir seu interior tentando expelir uma criança. A parteira nunca tinha visto um "aquilo" tão escuro e profundo em sua vida. Do outro lado da sala, escutando os gritos, preocupado, um homem alto de cabelos e barba negra olhava pela janela, preocupado, sob o constante som de ventos, água e trovões. Algo o preocupava, só não se sabia o quê. A única coisa que o tirou daquele transe foi o estridente som de uma criança, que preenchia cada espaço daquele quarto e cativava a atenção do homem acima de tudo. Ele tomou o filho em seus braços, enquanto sua mulher ofegava, com um sorriso milagroso no rosto. Ali nascia Alexander Morrison, herdeiro da milionária Morrison Industries.

Suas lembranças eram vagas. Até os 4 anos sempre brincava com o pai ao chegar do Jardim de Infância, o mais caro da cidade vale comentar, num tapete próximo a lareira, onde seus pai contava histórias das vezes que ele e os irmãos contrariaram seu Pai e todos acabaram sendo castigados - sempre omitindo a parte onde eles revidavam e tomavam o trono do mesmo - talvez como uma estratégia para impedir a natureza impetuosa do menino, mas que sempre o divertiam bastante. Tais dias foram ficando cada vez mais escaços até não mais existirem. Aos 6 anos seu pai viajou para Nova York a negócios e nunca mais voltou. Tratar isso com sua mãe era complicado, mas nada que aquela família não tivesse visto pior.

Foi então que as provações começaram. Na sua escola, a Carlton Academy Elementary School, Alexander era tido como um dos alunos mais populares, mesmo com notas regularmente medianas. Sofria de Dislexia e TDA, o que o deixava afoito durante toda a aula. Um dia ao seguir em direção ao carro que o levaria para casa, Alexander notou uma estranha concentração de corvos na área. Os barulhos eram incessantes, e aquela vizinhança não costumava ter pássaros daquela forma. Foi então que, ao apertar o passo, ele despertou a atenção dos corvos, sendo atacado por eles numa enevoada nuvem negra. Tentava se proteger, cobrindo a cabeça com os braços, mas nada parecia adiantar. Os corvos bicavam sua barriga incessantemente, como se tentassem arrancar seus intestinos. Foi então que o menino começou a correr, em direção a academia, fazendo a mesma ser invadida pelos corvos, que voavam atrás dele. Ele se enfiou e testou todas as portas, mas todas estavam fechadas. Pôs-se a correr até próximo a escadaria, onde uma sombra o atraia a proteção. Agachou-se na sombra, cobriu a cabeça e ofegou, silencioso, desesperado. A revoada corria de um lado para o outro, passava por cima e aos lados dele mas pareciam nunca notá-lo ali. As sombras o escondiam não somente por seu uniforme negro, mas também por algo mais. Os corvos ocasionalmente desistiram de sua busca e se dispersaram, o que finalizou a primeira provação.

Depois desse episódio, sua família mandou exterminar todas as aves da região, contratando os melhores guarda-costas/assassinos de aves do país. A vida de Alexander ficou menos divertida, sendo limitado em tudo pelos seus protetores. Daí que surgiu o chefe dos guarda-costas, um homem baixinho com muita bagagem nas costas e, ao visto de sua mãe totalmente ocupada com a empresa, "um currículo invejável". Esse era Norton e ele mudaria sua vida. O sárito, digo, segurança costumava levar Alexander para tomar sorvete logo após a aula, o que seria normal se o homem não tivesse o estranho costumo de engolir o papel junto ao sorvete. Era o ponto alto do dia do garoto, até aquele dia... No ponto do sorvete, Alexander foi encarregado de comprar as delícias enquanto Norton ia pegar algo que esqueceu no carro. Nesse intervalo, uma nova atendente surgiu para Alexander. Uma mulher linda, mais bela do que as mais belas, uma perfeita realização de todos os sonhos do garoto. Ele perdeu a fala, ficou próximo a babar enquanto ela tentava conseguir o pedido. Seu sorriso era bonito e ao mesmo tempo perverso, algo que o garoto não entendia mas também não questionava. Sentia-se cada vez mais perto dela, como se ele se inclinasse involuntariamente para beijá-la. Foi então que Norton rompeu os dois, gritando pela sorveteria com um cajado de madeira em mãos. Ele afastou ambos, quebrando o encanto que acometia Alexander e o fazendo perceber o quanto realmente estava de beijar a moça. Escutava seu segurança praguejar em algo que parecia não ter sentido, seria Grego? Ele ainda entendia pouco, algo como "Puta com asas de morcego", algo que realmente ofendia a menina. O garoto achava aquilo exagero, até perceber que a menina realmente não era normal. Seus dentes possuíam pequenas presas, pequenas elevações apareciam em sua cabeça, disfarçadas pelos cabelos. Ela gritou, numa gargalhada maligna, e suas unhas cresceram até cerca de 30cm. As pessoas saíram gritando, sem mesmo entender o motivo do grito. Não davam bola pra menina demônio, simplesmente corriam temendo algo na sorveteria. Logo uma batalha começou entre Norton e a mulher, que lentamente avançava em direção a ele, o ferindo mais e mais. Tinha algo errado e Alexander não conseguia dizer o quê, apenas ficava preocupado com Norton, o chamando incessantemente. Ao perceber que a batalha estava unilateral, ele decidiu juntá-se, pegando uma bandeja de metal com dois Sundaes deliciosos em cima e atirando-os contra ela. Isso atraiu sua atenção, que saltou contra ele com a fúria de dez TPM's juntas. O jovem se esquivava dos golpes com garras e detinha alguns com a bandeja, até instintivamente batê-la contra a cabeça da jovem, a atirando, confusa, sobre uma mesa. Norton o pegou pela mão e correu em direção ao carro, no caminho retirando as calças e revelando que, ao invés de pés, ele possuía cascos! O quepe que usava quando motorista caía e revelava um par de chifres por entre seus castanhos cabelos. Tudo aquilo era demais para ser processado.

No carro, Norton arrancou em direção a auto-estrada. Alexander exigia respostas, mas essas eram dadas em fragmentos. A gargalhada foi escutada novamente, o que forçou o garoto a olhar para trás e vir uma sombra sumindo no céu acima da sorveteria. Quando na rodovia, Norton começou a explicação. Falou sobre tudo, sobre a existência de Deuses Olimpianos, sobre os filhos que eles continuavam tendo na terra, sobre a forte odor que esses filhos exalam e que atraem inúmeros monstros, dentre eles a Súcubo que acabou de atacá-los e não parecia satisfeita. Por fim, falou sobre a existência de um único lugar onde é seguro um semideus viver: O Acampamento Meio-sangue. Falou ainda do TDA e da Dislexia como fatores do treinamento nato dos heróis e do costume para com o Grego antigo. O garoto absorvia tudo por cima, ainda ofegante com o que tinha acontecido, e perguntava sobre o que aconteceria com sua mãe e com as pessoas na sorveteria. "A Névoa" respondeu Norton. A Névoa que envolvia aquilo feito pelos Semideuses e monstros. Provavelmente as pessoas na Sorveteria viram uma máquina pegando fogo ou algo parecido, era mais crível. Por sorte, Rhode Island ficava a menos de 4 horas de Nova York, atual sede do Olimpo e a Long Island, local do Acampamento.

O acampamento estava próximo. Norton parou o carro próximo a uma floresta, tomando um longo fôlego ao ficar frente a frente com ela. Parecia em paz naquele lugar, uma paz que não muito duraria. O grito, o reconhecível grito, ecoava pelos céus. Sobre as cabeças deles três criaturas com corpos de sensuais mulheres e asas de morcegos pairavam, prontas para atacar. Norton empurrou o menino com os chifres em direção a floresta, e lá começaram a correr. Não sabia para onde, não sabia porquê, mas Alexander corria pela floresta o mais rápido que podia. As asas de morcego esquivavam-se das árvores como se conhecessem todo o percurso, mantendo o garoto a todo instante sob seus olhares. Norton tentava chamar a atenção delas com pedras atiradas, galhos movidos e etc, mas nada parecia funcionar. A investida da primeira Súcubo derrubou o garoto, quando sapatos altos da Armani foram cravados em suas espaldas. Alexander caiu ao chão, atordoado, mas a sorte parecia começar a sorrir para ele. Ao seu lado, uma adaga de um estranho material estava fincada no chão. Uma cor semelhante ao cobre, não, algo mais bronzeado. Não era muito, mas era o que tinha.

Começou então sua primeira batalha. Virou-se para as Súcubos e, cansado de necessitar da ajuda de todos, preparou-se para a próxima investida delas. Quando a primeira foi feita, seu TDA o auxiliou e uma esquiva perfeita, resultado de um rolamento para a direita, se fez. Quando voltou a ficar em pé, Alexander balançou sua adaga contra a criatura e a feriu na asa, o que a derrubou ao chão. Norton comandou algumas raízes próximas que enroscaram-se no pé da Súcubo, enquanto as outras duas gritavam e rumavam em direção a eles. "A adaga" disse Norton, apontando para a criatura. Alexander sabia o que fazer, mesmo não acostumado aquela ideia. Fincou sua adaga no estômago da mulher que o paquerara na sorveteria, vendo ela então dissolver-se em pó. Sua vitória parecia plena, mas não havia tempo para comemorar! Norton puxou-o pelo braço e continuaram a correr, enquanto duas Súcubos irritadas pela morte da irmã o seguiam pela floresta. "Estamos perto" repetia Norton. "Posso sentir que estamos perto". O fôlego faltava ao garoto, que mais e mais se exaustava ao correr pela floresta. Quando, por fim, estava ao alcance das Súcubos, ele sentiu uma estranha força transpassando seu corpo, junto ao de Norton, uma força que foi suficiente para deter as Súcubos e as fazer bater em retirada. Ofegante, o garoto deita-se no chão, exausto, enquanto o Sátiro faz algo parecido. "Onde estamos" perguntou, ofegante. Sua resposta foi algo tão simples que parecia suficiente, mas era o melhor que teria naquele momento: "Em casa."

[Narrei assim pq ficaria uma verdadeira Fan Fic se eu colocasse falas... Desculpe se não ficou do seu agrado.]

Ω Narre uma missão one-post como se já tivesse sido reclamado. Pode usar os poderes do deus desejado até o nível 15, também pode usar os presentes de reclamação. Ao fim da missão coloque entre 'spoiler' os itens e poderes usados –

O acampamento lotava minha agenda. Enquanto a maioria estava entretida com seus respectivos treinamentos, algo surgiu. Algo que só eu podia lidar.

Uma criatura desconhecida e nova estava atacando as criaturas do Bosque, mexendo com todo o Status Quo do local. Alguns dos seres que eram usados para demonstrações e aulas estavam sendo caçados e mortos por essa. Como regente das criaturas do Submundo, era o mais apto a enfrentá-la, e meu extenso conhecimento seria como uma luva nessa situação. Me emburaquei no bosque, seguindo uma trilha de ninfas e dríades desmaiadas, como num sono profundo, e algumas criaturas que pareciam simplesmente não mais viver.

- O que será que passou por aqui? - Me perguntava, segurando em minha mão uma espada negra como o fundo das Marianas.

Ao seguir um pouco mais, um estranho relincho ecoou pela floresta, e meu TDA me salvou mais uma vez. Abaixe-me instintivamente, sentindo quatro patas passaram por cima de minha cabeça, de forma que um centímetro a mais e eu estaria desacordado. Do outro lado do salto, uma criatura que tinha a forma de um simples cavalo, mas seu corpo era envolto por uma chama negra que parecia não ter fim.

- Pesadelo... - Falei, acessando meu Conhecimento Rico. - Parceiros de Íncubos quando a caça de lindas e inocentes mulheres em seus sonhos... Me pergunto o que faz aqui, longe de seu habitat, nobre garanhão... - Falava calmamente, o que intimidava a maioria dos adversários frente a uma batalha. Infelizmente, a personificação de um pesadelo não iria ficar intimidado tão facilmente. - Muito bem, criatura inferior! - Branda a voz, num tom autoritário. - Obedeça seu mestre, filho do Grande Hades, e volte aos confins do submundo ao qual pertence!

O monstro pareceu tentado a aceitar, mas balançou a cabeça num gesto de protesto e avançou contra mim, no intuito de me pisotear, e, devo confessar, quase conseguiu. Brandi minha espada contra a pele do garanhão, o que foi suficiente para desviar sua rota mas não fez muito além do que um arranhão, que logo pareceu ser preenchido por novas chamas.

- Pesadelos são feitos de chamas... Droga... Então, você que pediu amigão. - Com a espada agora na mão esquerda, trouxe a direita até próxima ao peito e, frente a ela, meu bracelete negro se transformou num escudo decorado com imagens de caveiras. Outro presente do meu Pai. - É infeliz dizer isso, mas eu pressinto sua morte! POR HADES!

Avancei, investindo contra o garanhão com o escudo cobrindo o corpo e a espada apontada contra ele. Ao me aproxima, golpeei em direção a seu focinho, mas o mesmo desaparecia em chamas e reaparecia em outro lugar. A batalha seguiu dessa forma, com golpes meus, correndo pela floresta atrás dele. Ideia estúpida, admito, mas na hora foi que consegui pensar. Após alguns minutos, o cansaço começava a tomar minhas energias enquanto a criatura ainda parecia imponente. Nesse instante ele atacou, conseguindo me derrubar e retirar meu escudo. No chão ergueu sua grande pata em direção ao meu peito, mas, graças ao meu pensamento rápido, sua pata simplesmente ultrapassou o peito como se ele não existisse. Aproveitei a brecha para fincar a espada na barriga do monstro, que se desfez, reaparecendo novamente em outro local.

- Sério isso? Ferro Estígio não tem todo o efeito sobre você? Aff, eu não queria fazer isso, mas você não me deixa escolha. - Fechei os olhos, elevando minhas mãos em direção ao garanhão. Ele começou a ficar inquieto, talvez minhas habilidades estivessem começando a funcionar. - Sinto muito garanhão, hora de partir!

A sombra das árvores, iluminada pela grandiosa Ártemis, agora serviam de matéria prima para minha estratégia final. Como não podia destruí-lo, o que podia era enviá-lo de volta ao mundo dos mortos, através da única maneira que conhecia: As trevas abaixo do cavalo começavam a se erguer, prendendo suas patas e lentamente subindo seu corpo, mesmo com seu intenso protesto. Os movimentos do cavalo tornava ainda mais difícil a manipulação pela parte de Alexander, que concentrava-se cada vez mais para completar o envio. Por fim, todo o corpo do monstro foi envolto pelas trevas e ele desapareceu na sombra das árvores, mandado ao mundo inferior.

- Ufa... - Caí ao chão, apoiando minhas mãos em pedras próximas e largando o corpo. - Essa foi difícil... - Um barulho numa moita próxima chamou minha atenção. Suspirei, o que seira incomum de alguém fazer naquela escuridão aquela hora da noite. Sutilmente respondi. - Nem pense nisso.

Da mata um cachorro de dois metros de altura saiu, com cabeça e orelhas baixas, se aproximando de mim. Fiz carinho em seu focinho, enquanto ele cheirava os meus pés e lambia alguns ferimentos.

- Pronto, pronto... Está tudo bem agora, o cavalo malvado foi embora... Então, vou precisar de você pra ir para casa agora...

Após algum tempo lá, aproveitando o ambiente lindo da noite, subi no cachorro e aproveitei a carona em direção ao acampamento.
avatar
Alexander Morrison
Filhos de Hades
Filhos de Hades

Mensagens : 13
Data de inscrição : 06/05/2013

Ficha do personagem
Level: 8
Energia:
1700/170  (1700/170)
HP:
170/170  (170/170)

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Convidad em Seg Maio 06, 2013 4:59 pm

Reprovado.
E impossivel voce ter conhecido seu pai e ele ter vivido com voce ate os 6 anos de idade.Infelizmente vou ter que te reprovar, mesmo que eu saiba o trabalho que voce teve para construir seus posts.Refaca o teste por favor(pode usar o mesmo roteiro, so editar as partes sem sentido).

Convidad
Convidado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Alexander Morrison em Seg Maio 06, 2013 5:10 pm

Desculpe, faz tempo que não leio a saga, esqueci esse detalhe rsrs

Ω Nome – Alexander Morrison

Ω De que deus deseja ser filho – Hades

Ω Por que escolheu esse deus e o que sabe sobre ele –

Não há nenhum motivo particular para que e tenha escolhido Hades. Em todos os rpg's que jogo costumo buscar o posto de filho de um dos três grandes, uma vez que fica bem mais fácil narrar quanto as missões e ao possível reconhecimento. Gosto de atenção. Enfim, as habilidades de Hades estão bem mais elaboradas que as dos outros dois, o que atrai bastante, além da existência de habilidades especiais ante aos outros. Tive umas ideias para personagem filho de Hades e pretendo colocá-las em prática.
Hades, filho de Chronos e Réia, ambos titãs, e neto de Gaia e Uranos. Na mitologia romana, recebe o nome Plutão. Irmão de 5 dos 11 outros Doze Deuses, sendo esses Zeus, Poseidon, Hera, Héstia e Deméter, forma com os dois primeiros o Trio Magno de Deuses do Olimpo, aqueles que comandam o planeta. Zeus, senhor dos Céus; Poseidon, senhor dos Mares e, não menos importante, Hades, senhor do Mundo Inferior. Ele é responsável por reger o mundo dos Mortos, que integra desde o Tártaro aos Elísios, tendo seu castelo nessa mesma localidade. Raptou e casou-se com sua sobrinha, filha de Deméter, Perséfone, Deusa da primavera.

Ω Pertence a outro grupo – Não.

Ω Descreva a personalidade de seu personagem, citando os principais defeitos e qualidades –

Alexander é um tipico adolescente americano. Rico, viveu rodeado de video-games e seguranças. Estudou em escolas particulares a vida inteira, e nem por isso se tornou menos educado com as pessoas. Ao contrário da maioria dos filhos de Hades, Alexander possui uma mente muito tranquila e sua criação o privou das maldades e más influências do mundo. Mostra-se como um garoto ingênuo, até certo ponto, o que é uma grandiosa desvantagem. Confia demais nas pessoas e não reconhece as próprias habilidades, por ter passado a vida sendo auxiliado por seguranças e professores particulares para quaisquer suas necessidades. Em contra-partida, tudo isso somou-se para formar um garoto de caráter, determinado a se livrar da necessidade de ajuda.

Ω Narre sua historia contando tudo desde como foi sua infância (e os fatos estranhos que ocorreram nesta), até como chegou ao Acampamento Meio-Sangue e descobriu que era um semideus. Narre batalhas, em toda a vida de um semideus deve ter ao menos 3 batalhas e em nenhuma delas deve fazer algo monstruoso. Use a criatividade e habilidades naturais de um meio-sangue –

Seria estranho falar como ele nasceu? Berço de ouro é eufemismo. Filho da herdeira de uma grande companhia de automóveis e um investidor estrangeiro, as condições de nascimento de Alexander são, no mínimo, curiosas. Os seus relampejavam, os ventos e a chuva castigavam a grande mansão da família Morrison, em Providence, Rhode Island, onde a herdeira da família rompia gritos ao sentir seu interior tentando expelir uma criança. A parteira nunca tinha visto um "aquilo" tão escuro e profundo em sua vida. Do outro lado da sala, escutando os gritos, preocupado, um homem alto de cabelos e barba negra olhava pela janela, preocupado, sob o constante som de ventos, água e trovões. Algo o preocupava, só não se sabia o quê. A única coisa que o tirou daquele transe foi o estridente som de uma criança, que preenchia cada espaço daquele quarto e cativava a atenção do homem acima de tudo. Ele tomou o filho em seus braços, enquanto sua mulher ofegava, com um sorriso milagroso no rosto. Ali nascia Alexander Morrison, herdeiro da milionária Morrison Industries.

Suas lembranças eram vagas. Imaginava seu pai como um homem alto, forte, com cabelos negros como a noite e uma barba que parecia sempre perfeita, pelo menos era assim que sua mãe sempre o descrevia. Com o passar dos anos, quanto maior se tornava a empresa e quanto mais fábricas abriam ao longo do país, mais tempo era consumido dos momentos mãe e filho. Com o tempo apenas se encontravam nas datas comemorativas, quando paravam e conversavam até algum compromisso de última hora arrancá-la novamente dele. Tratar isso com sua mãe era complicado, mas nada que aquela família não tivesse visto pior.

Foi então que as provações começaram. Na sua escola, a Carlton Academy Elementary School, Alexander era tido como um dos alunos mais populares, mesmo com notas regularmente medianas. Sofria de Dislexia e TDA, o que o deixava afoito durante toda a aula. Um dia ao seguir em direção ao carro que o levaria para casa, Alexander notou uma estranha concentração de corvos na área. Os barulhos eram incessantes, e aquela vizinhança não costumava ter pássaros daquela forma. Foi então que, ao apertar o passo, ele despertou a atenção dos corvos, sendo atacado por eles numa enevoada nuvem negra. Tentava se proteger, cobrindo a cabeça com os braços, mas nada parecia adiantar. Os corvos bicavam sua barriga incessantemente, como se tentassem arrancar seus intestinos. Foi então que o menino começou a correr, em direção a academia, fazendo a mesma ser invadida pelos corvos, que voavam atrás dele. Ele se enfiou e testou todas as portas, mas todas estavam fechadas. Pôs-se a correr até próximo a escadaria, onde uma sombra o atraia a proteção. Agachou-se na sombra, cobriu a cabeça e ofegou, silencioso, desesperado. A revoada corria de um lado para o outro, passava por cima e aos lados dele mas pareciam nunca notá-lo ali. As sombras o escondiam não somente por seu uniforme negro, mas também por algo mais. Os corvos ocasionalmente desistiram de sua busca e se dispersaram, o que finalizou a primeira provação.

Depois desse episódio, sua família mandou exterminar todas as aves da região, contratando os melhores guarda-costas/assassinos de aves do país. A vida de Alexander ficou menos divertida, sendo limitado em tudo pelos seus protetores. Daí que surgiu o chefe dos guarda-costas, um homem baixinho com muita bagagem nas costas e, ao visto de sua mãe totalmente ocupada com a empresa, "um currículo invejável". Esse era Norton e ele mudaria sua vida. O sárito, digo, segurança costumava levar Alexander para tomar sorvete logo após a aula, o que seria normal se o homem não tivesse o estranho costumo de engolir o papel junto ao sorvete. Era o ponto alto do dia do garoto, até aquele dia... No ponto do sorvete, Alexander foi encarregado de comprar as delícias enquanto Norton ia pegar algo que esqueceu no carro. Nesse intervalo, uma nova atendente surgiu para Alexander. Uma mulher linda, mais bela do que as mais belas, uma perfeita realização de todos os sonhos do garoto. Ele perdeu a fala, ficou próximo a babar enquanto ela tentava conseguir o pedido. Seu sorriso era bonito e ao mesmo tempo perverso, algo que o garoto não entendia mas também não questionava. Sentia-se cada vez mais perto dela, como se ele se inclinasse involuntariamente para beijá-la. Foi então que Norton rompeu os dois, gritando pela sorveteria com um cajado de madeira em mãos. Ele afastou ambos, quebrando o encanto que acometia Alexander e o fazendo perceber o quanto realmente estava de beijar a moça. Escutava seu segurança praguejar em algo que parecia não ter sentido, seria Grego? Ele ainda entendia pouco, algo como "Puta com asas de morcego", algo que realmente ofendia a menina. O garoto achava aquilo exagero, até perceber que a menina realmente não era normal. Seus dentes possuíam pequenas presas, pequenas elevações apareciam em sua cabeça, disfarçadas pelos cabelos. Ela gritou, numa gargalhada maligna, e suas unhas cresceram até cerca de 30cm. As pessoas saíram gritando, sem mesmo entender o motivo do grito. Não davam bola pra menina demônio, simplesmente corriam temendo algo na sorveteria. Logo uma batalha começou entre Norton e a mulher, que lentamente avançava em direção a ele, o ferindo mais e mais. Tinha algo errado e Alexander não conseguia dizer o quê, apenas ficava preocupado com Norton, o chamando incessantemente. Ao perceber que a batalha estava unilateral, ele decidiu juntá-se, pegando uma bandeja de metal com dois Sundaes deliciosos em cima e atirando-os contra ela. Isso atraiu sua atenção, que saltou contra ele com a fúria de dez TPM's juntas. O jovem se esquivava dos golpes com garras e detinha alguns com a bandeja, até instintivamente batê-la contra a cabeça da jovem, a atirando, confusa, sobre uma mesa. Norton o pegou pela mão e correu em direção ao carro, no caminho retirando as calças e revelando que, ao invés de pés, ele possuía cascos! O quepe que usava quando motorista caía e revelava um par de chifres por entre seus castanhos cabelos. Tudo aquilo era demais para ser processado.

No carro, Norton arrancou em direção a auto-estrada. Alexander exigia respostas, mas essas eram dadas em fragmentos. A gargalhada foi escutada novamente, o que forçou o garoto a olhar para trás e vir uma sombra sumindo no céu acima da sorveteria. Quando na rodovia, Norton começou a explicação. Falou sobre tudo, sobre a existência de Deuses Olimpianos, sobre os filhos que eles continuavam tendo na terra, sobre a forte odor que esses filhos exalam e que atraem inúmeros monstros, dentre eles a Súcubo que acabou de atacá-los e não parecia satisfeita. Por fim, falou sobre a existência de um único lugar onde é seguro um semideus viver: O Acampamento Meio-sangue. Falou ainda do TDA e da Dislexia como fatores do treinamento nato dos heróis e do costume para com o Grego antigo. O garoto absorvia tudo por cima, ainda ofegante com o que tinha acontecido, e perguntava sobre o que aconteceria com sua mãe e com as pessoas na sorveteria. "A Névoa" respondeu Norton. A Névoa que envolvia aquilo feito pelos Semideuses e monstros. Provavelmente as pessoas na Sorveteria viram uma máquina pegando fogo ou algo parecido, era mais crível. Por sorte, Rhode Island ficava a menos de 4 horas de Nova York, atual sede do Olimpo e a Long Island, local do Acampamento.

O acampamento estava próximo. Norton parou o carro próximo a uma floresta, tomando um longo fôlego ao ficar frente a frente com ela. Parecia em paz naquele lugar, uma paz que não muito duraria. O grito, o reconhecível grito, ecoava pelos céus. Sobre as cabeças deles três criaturas com corpos de sensuais mulheres e asas de morcegos pairavam, prontas para atacar. Norton empurrou o menino com os chifres em direção a floresta, e lá começaram a correr. Não sabia para onde, não sabia porquê, mas Alexander corria pela floresta o mais rápido que podia. As asas de morcego esquivavam-se das árvores como se conhecessem todo o percurso, mantendo o garoto a todo instante sob seus olhares. Norton tentava chamar a atenção delas com pedras atiradas, galhos movidos e etc, mas nada parecia funcionar. A investida da primeira Súcubo derrubou o garoto, quando sapatos altos da Armani foram cravados em suas espaldas. Alexander caiu ao chão, atordoado, mas a sorte parecia começar a sorrir para ele. Ao seu lado, uma adaga de um estranho material estava fincada no chão. Uma cor semelhante ao cobre, não, algo mais bronzeado. Não era muito, mas era o que tinha.

Começou então sua primeira batalha. Virou-se para as Súcubos e, cansado de necessitar da ajuda de todos, preparou-se para a próxima investida delas. Quando a primeira foi feita, seu TDA o auxiliou e uma esquiva perfeita, resultado de um rolamento para a direita, se fez. Quando voltou a ficar em pé, Alexander balançou sua adaga contra a criatura e a feriu na asa, o que a derrubou ao chão. Norton comandou algumas raízes próximas que enroscaram-se no pé da Súcubo, enquanto as outras duas gritavam e rumavam em direção a eles. "A adaga" disse Norton, apontando para a criatura. Alexander sabia o que fazer, mesmo não acostumado aquela ideia. Fincou sua adaga no estômago da mulher que o paquerara na sorveteria, vendo ela então dissolver-se em pó. Sua vitória parecia plena, mas não havia tempo para comemorar! Norton puxou-o pelo braço e continuaram a correr, enquanto duas Súcubos irritadas pela morte da irmã o seguiam pela floresta. "Estamos perto" repetia Norton. "Posso sentir que estamos perto". O fôlego faltava ao garoto, que mais e mais se exaustava ao correr pela floresta. Quando, por fim, estava ao alcance das Súcubos, ele sentiu uma estranha força transpassando seu corpo, junto ao de Norton, uma força que foi suficiente para deter as Súcubos e as fazer bater em retirada. Ofegante, o garoto deita-se no chão, exausto, enquanto o Sátiro faz algo parecido. "Onde estamos" perguntou, ofegante. Sua resposta foi algo tão simples que parecia suficiente, mas era o melhor que teria naquele momento: "Em casa."

[Narrei assim pq ficaria uma verdadeira Fan Fic se eu colocasse falas... Desculpe se não ficou do seu agrado.]

Ω Narre uma missão one-post como se já tivesse sido reclamado. Pode usar os poderes do deus desejado até o nível 15, também pode usar os presentes de reclamação. Ao fim da missão coloque entre 'spoiler' os itens e poderes usados –

O acampamento lotava minha agenda. Enquanto a maioria estava entretida com seus respectivos treinamentos, algo surgiu. Algo que só eu podia lidar.

Uma criatura desconhecida e nova estava atacando as criaturas do Bosque, mexendo com todo o Status Quo do local. Alguns dos seres que eram usados para demonstrações e aulas estavam sendo caçados e mortos por essa. Como regente das criaturas do Submundo, era o mais apto a enfrentá-la, e meu extenso conhecimento seria como uma luva nessa situação. Me emburaquei no bosque, seguindo uma trilha de ninfas e dríades desmaiadas, como num sono profundo, e algumas criaturas que pareciam simplesmente não mais viver.

- O que será que passou por aqui? - Me perguntava, segurando em minha mão uma espada negra como o fundo das Marianas.

Ao seguir um pouco mais, um estranho relincho ecoou pela floresta, e meu TDA me salvou mais uma vez. Abaixe-me instintivamente, sentindo quatro patas passaram por cima de minha cabeça, de forma que um centímetro a mais e eu estaria desacordado. Do outro lado do salto, uma criatura que tinha a forma de um simples cavalo, mas seu corpo era envolto por uma chama negra que parecia não ter fim.

- Pesadelo... - Falei, acessando meu Conhecimento Rico. - Parceiros de Íncubos quando a caça de lindas e inocentes mulheres em seus sonhos... Me pergunto o que faz aqui, longe de seu habitat, nobre garanhão... - Falava calmamente, o que intimidava a maioria dos adversários frente a uma batalha. Infelizmente, a personificação de um pesadelo não iria ficar intimidado tão facilmente. - Muito bem, criatura inferior! - Branda a voz, num tom autoritário. - Obedeça seu mestre, filho do Grande Hades, e volte aos confins do submundo ao qual pertence!

O monstro pareceu tentado a aceitar, mas balançou a cabeça num gesto de protesto e avançou contra mim, no intuito de me pisotear, e, devo confessar, quase conseguiu. Brandi minha espada contra a pele do garanhão, o que foi suficiente para desviar sua rota mas não fez muito além do que um arranhão, que logo pareceu ser preenchido por novas chamas.

- Pesadelos são feitos de chamas... Droga... Então, você que pediu amigão. - Com a espada agora na mão esquerda, trouxe a direita até próxima ao peito e, frente a ela, meu bracelete negro se transformou num escudo decorado com imagens de caveiras. Outro presente do meu Pai. - É infeliz dizer isso, mas eu pressinto sua morte! POR HADES!

Avancei, investindo contra o garanhão com o escudo cobrindo o corpo e a espada apontada contra ele. Ao me aproxima, golpeei em direção a seu focinho, mas o mesmo desaparecia em chamas e reaparecia em outro lugar. A batalha seguiu dessa forma, com golpes meus, correndo pela floresta atrás dele. Ideia estúpida, admito, mas na hora foi que consegui pensar. Após alguns minutos, o cansaço começava a tomar minhas energias enquanto a criatura ainda parecia imponente. Nesse instante ele atacou, conseguindo me derrubar e retirar meu escudo. No chão ergueu sua grande pata em direção ao meu peito, mas, graças ao meu pensamento rápido, sua pata simplesmente ultrapassou o peito como se ele não existisse. Aproveitei a brecha para fincar a espada na barriga do monstro, que se desfez, reaparecendo novamente em outro local.

- Sério isso? Ferro Estígio não tem todo o efeito sobre você? Aff, eu não queria fazer isso, mas você não me deixa escolha. - Fechei os olhos, elevando minhas mãos em direção ao garanhão. Ele começou a ficar inquieto, talvez minhas habilidades estivessem começando a funcionar. - Sinto muito garanhão, hora de partir!

A sombra das árvores, iluminada pela grandiosa Ártemis, agora serviam de matéria prima para minha estratégia final. Como não podia destruí-lo, o que podia era enviá-lo de volta ao mundo dos mortos, através da única maneira que conhecia: As trevas abaixo do cavalo começavam a se erguer, prendendo suas patas e lentamente subindo seu corpo, mesmo com seu intenso protesto. Os movimentos do cavalo tornava ainda mais difícil a manipulação pela parte de Alexander, que concentrava-se cada vez mais para completar o envio. Por fim, todo o corpo do monstro foi envolto pelas trevas e ele desapareceu na sombra das árvores, mandado ao mundo inferior.

- Ufa... - Caí ao chão, apoiando minhas mãos em pedras próximas e largando o corpo. - Essa foi difícil... - Um barulho numa moita próxima chamou minha atenção. Suspirei, o que seira incomum de alguém fazer naquela escuridão aquela hora da noite. Sutilmente respondi. - Nem pense nisso.

Da mata um cachorro de dois metros de altura saiu, com cabeça e orelhas baixas, se aproximando de mim. Fiz carinho em seu focinho, enquanto ele cheirava os meus pés e lambia alguns ferimentos.

- Pronto, pronto... Está tudo bem agora, o cavalo malvado foi embora... Então, vou precisar de você pra ir para casa agora...

Após algum tempo lá, aproveitando o ambiente lindo da noite, subi no cachorro e aproveitei a carona em direção ao acampamento.
avatar
Alexander Morrison
Filhos de Hades
Filhos de Hades

Mensagens : 13
Data de inscrição : 06/05/2013

Ficha do personagem
Level: 8
Energia:
1700/170  (1700/170)
HP:
170/170  (170/170)

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Convidad em Seg Maio 06, 2013 6:45 pm

Agora sim, reclamado

Convidad
Convidado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Beatrice J. Desbiens em Qui Maio 16, 2013 4:35 pm




Beatrice J. Desbiens

Teste para filhos dos Três Grandes.


Ω Nome – Beatrice Josephine Desbiens.

Ω De que deus deseja ser filho – Poseidon.

Ω Por que escolheu esse deus e o que sabe sobre ele – Poseidon é filho de Cronos e Réia. Seu palácio situa-se no fundo do mar e com seu tridente poderia causar tanto destruição – como maremotos e tremores – como também poderia fazer brotar água do solo.

É casado com Anfitrite. Está não o queria tendo se escondido dele nas profundezas dos mares, mas com o tempo mudou de ideia e foi atrás dele. Junto com ela, Poseidon teve um filho chamado Tritão.

Um caso conhecido que é mesmo casado, Poseidon teve vários casos sendo um dele com sua irmã Deméter. Por sua vez Deméter para fugir de Poseidon, transformou-se em égua, mas Poseidon transformou-se em garanhão e deste encontro tendo nascido o cavalo Arion. Outro fora com Medusa tendo com ela gerado o cavalo Pégaso. Por esses motivos, Poseidon é conhecido como sendo muito ligado aos cavalos.

Eu escolhi Poseidon, por ser o deus olimpiano que eu mais me identifico. Tanto por eu ter uma afinidade com cavalos, tendo Poseidon os criado, quanto eu tenha nascido em uma cidade litorânea e adorar o mar. Por uma incrível coincidência desde que eu me entendo por gente, não consigo comer nada que seja proveniente do mar (incluindo também rios, lagos, e afins.) a não ser o próprio sal.


Ω Pertence a outro grupo – Não

Ω Descreva a personalidade de seu personagem, citando os principais defeitos e qualidades – Assim como Poseidon e seus mares, Beatrice é um tanto inconstante, havendo momentos de pura calmaria, como também tempestades e maremotos. Apesar de tudo, é muito gentil e prestativa.

Ω Narre sua historia contando tudo desde como foi sua infância (e os fatos estranhos que ocorreram nesta), até como chegou ao Acampamento Meio-Sangue e descobriu que era um semideus. Narre batalhas, em toda a vida de um semideus deve ter ao menos 3 batalhas e em nenhuma delas deve fazer algo monstruoso. Use a criatividade e habilidades naturais de um meio-sangue –
Beatrice nasceu na cidade de Biarritz, França. Beatrice, por conta das muitas dificuldades que teve de passar, tornou-se uma menina esforçada, que não se deixa abater pelas dificuldades e que sabe tirar o melhor de cada situação que vive. Pele clara, cabelos e olhos castanhos, não é considerada dona de uma beleza exótica, tendo o que chama a atenção nela é a beleza de ser petit. Sendo toda a vida pequena para a sua idade, aprendeu a não se importar, e atualmente até gosta.

Filha de Clarice Desbiens. Clarice é de uma família rica, mas muito afetuosa. Seus avós são meio malucos, mas de uma doçura sem igual, por quem tem bastante carinho. Beatrice cresceu em uma família relativamente abastada, devido a sua mãe, que nos negócios da família que é do ramo imobiliário, sendo muito prestigiada.

Não se engane com a aparência frágil de Beatrice. É bastante persistente, sendo interpretada muitas vezes por pura teimosia. Muito decidida, sabe bem o que quer e como conseguir. Não mede esforços para alcançar seus objetivos, mas não passa por cima de ninguém, qualidade que aprendeu com a sua mãe. De quem sente muito orgulho. Filha única, é bastante carinhosa com toda a sua família, principalmente com sua mãe, por quem tem um xodó. Com os amigos é bastante leal e sincera.

Sua vida escolar sempre fora conturbada. Tendo sempre visto criaturas que somente ela via. Tendo dislexia e THD, sempre se esforçou, mas nunca tendo passado de uma simples aluna mediana. Em sua sexta série, apareceram criaturas brancas como mármore, que possuíam uma perna de bronze e outra de burro, presas no lugar de dentes, olhos vermelhos e garras no lugar de unhas. Beatrice não sabia seus nomes, só que eram bastante populares, principalmente com os garotos. Foi a partir daí que sua vida só começou a piorar. Volta e meia começou a ser atacada, sendo as criaturas de olhos vermelhos as primeiras. Sempre que isso acontecia, Beatrice era culpada por algum acidente, que acarretava sempre em sua expulsão.

Disposta a ajuda-la, a mãe de Beatrice, Clarisse resolveu levar a filha a Nova York, tendo a França se tornado um lugar inconcebível de se viver. Só que chegando em Nova York, tudo que Clarisse podia fazer era esperar vir alguma ajuda para sua filha. Não podendo conta-la a verdade, pois somente acarretaria ainda mais perigos para a filha.

Beatrice estava voltando de sua escola e o tempo estava nublado. Já próxima de casa percebeu que algo estava definitivamente a seguindo. Eram as criaturas de de olhos vermelhos que já havia visto. Feliz em já conseguir ver seu apartamento, olhou para a esquina e avistou mais uma. “Mas que droga. O que eu faço?” perguntou-se Beatrice. Sabendo que havia mais uma atrás de sí, resolveu tentar atravessar a avenida e contornar, para assim tentar chegar a seu apartamento. Foi quando uma das criatura agarrou seu braço. Mas antes mesmo de conseguir pensar em algo que poderia fazer, Beatrice avistou dois adolescentes, não muito mais velhos que ela mesma, e conseguiram solta-la.


- Corre, agora!
Disse a menina de olhos castanhos puxando Beatrice pelo braço com o garoto loiro logo atrás. Levaram-na ao metro e quando estavam já em um dos vagões Beatrice perguntou.


– O que é que está havendo? O que foi aquilo? Aliás, o que era aquilo?
Perguntou a menina, tentando manter o auto controle.



– Aquilo era uma empousa, um monstro. Você é uma semi-deusa.
Explicou o garotoloiro .
– Afinal, qual o seu nome?



– Meu nome é Beatrice Desbiens. E que história é essa de semi-deusa? Eu não sou nada disso não! E pra onde raios estamos indo?


E enquanto estavam no trem, o garoto explicou a Beatrice tudo, até mesmo o motivo de a menina nunca ter conhecido seu pai. E foi daí que entendeu o porque de sua mãe nunca tê-lo mencionado. Ela não podia, justamente para protegê-la. Quando finalmente saíram do metro estava chovendo. Beatrice explicou que tinha que avisar a mãe, que não poderia sumir sem dizer nada para ela. Foi explicado que poderá ser muito perigo, que isso traria atenção, mas Beatrice insistiu. Ligou pro escritório da mãe e avisara que estava bem, mas que não voltaria para casa hoje. Sua mãe pareceu compreender bem o que estava acontecendo, o que a fez acreditar que ela realmente sabia de tudo.

A viagem de ônibus foi relativamente calma, a pesar da chuva torrencial que caia. Beatrice não estava entendendo muita coisa, apesar que aquilo também não ser uma novidade. Sempre fora uma problema em qualquer escola que havia frequentado. Mas aquilo eram paramêtros totalmente diferentes. Mas enquanto a menina fazia suas divagações sobre o que estava acontecendo, a garota avisou que logo desceriam. Quando desceram estavam no pé de uma colina, não havendo nada por quilômetros. Mas os dois começaram a subir então ela fez o mesmo.

Quando chegaram próximos de algumas árvores, apareceram novamente as empousas que o garoto havia dito. Beatrice não sabia para onde correr, e se conseguiria de fato. E enquanto a menina pensava o garoto saca uma espada de algum lugar e a menina também com uma grita:

– Beatrice, continua em frente e corre!

“De onde eles tiraram essas espadas?” pensou a menina enquanto corria colina acima. Chegando ao topo, avistou algum tipo de acampamento. Mas não conseguira ver mais nada, pois logo algo a pegou por trás, prendendo sua respiração, e tudo ficara escuro.

Quando a menina acordou estava em uma espécie de enfermaria, seu pescoço doía, mas não tanto quanto achou que deveria, mais como alguém que dormiu de mal jeito. Quando Beatrice olhou melhor pelo recinto viu um homem a observando. Olhando para ela, ele disse:


– Que bom que acordou. Bem vinda ao Acampamento Meio-Sangue, criança.

---

Ω Narre uma missão one-post como se já tivesse sido reclamado. Pode usar os poderes do deus desejado até o nível 15, também pode usar os presentes de reclamação. Ao fim da missão coloque entre 'spoiler' os itens e poderes usados –
Estava no Acampamento Meio-Sangue, crianças corriam de um lado para outro, o dia estava muito belo, porém ninguém que eu conhecia estava ali, apenas o bom e velho Quíron e o Sr. D. As crianças pareciam ter em torno de 13 a 20 anos, não sei por que as chamavas de crianças no sonho, até quando eu olhei no espelho e observei a minha face mais envelhecida com algumas marcas de expressão, eu deveria ter uns 28 anos, então... Eu acordei. Tudo não passara de apenas um sonho, porém, os sonhos de pessoas como eu, não são tão meros assim, as vezes, eles possuem relações com o nosso futuro. "Pelo menos ainda estou gata com 28", pensei. Porém a ideia entre ficar acordada e sonhando não eram tão boas assim, logo que abri os olhos me deparei dentro do labirinto, agora as lembranças voltavam ao meu ser e eu sabia que estava ali porque tinha que completar minha missão, entrei no labirinto para chegar ao meu destino, e até agora estou tentando sair, tinha parado para dar uma cochilada, logo me levantei, peguei minha mochila e minhas armas e continuei caminhando.

Passava de túnel a túnel até ouvir barulho de passos, era um som forte, o suficiente para fazer alguns túneis tremerem, me joguei em um canto e esperei o que fazia aquele barulho com minha espada de bronze celestial a mão, achava que a criatura não ia perceber que eu estava ali, e passaria direto para outro lugar, porém meu cheiro forte de semideus misturado com o cheiro de água do mar me entregou, o monstro correu em direção ao túnel que eu estava, observei a cabeça dele aparecer lentamente, era grande e possuía dois chifres grandes. Era um Minotauro, corri desesperadamente para o outro lado, virei a esquerda em alta velocidade, eu ouvia passos pesados a direta, no túnel ao lado, era o Minotauro, porém para piorar tudo, ouvi um rugido alto atrás de mim, virei minha cabeça e observei um leão correndo atrás de mim... O Leão de Nemeia. Corri desesperadamente até o Minotauro virar a direita ficando frente a frente comigo, de um lado Minotauro e no outro Leão de Nemeia.

Consegui rastrear um grande lençol freático a cima de mim, poderia usar aquilo para afugentar o Minotauro, mas não o Leão de Nemeia. "Preciso derrubar um de cada vez", pensei. Canalizei a água que se encontrava a cima e atirei um turbilhão no Leão de Nemeia, afastando ela por alguns metros. Corri em direção ao Minotauro que por sua vez correu em minha direção com um taco de beisebol gigante em punho. Ao chegar perto do Minotauro ele tentou bater com o taco, porém eu parei o golpe com minha espada, cravando-a na madeira, tentei puxar a minha espada de volta, porém não consegui, dando tempo para o Minotauro me jogar com sua outra mão na parede, minhas omoplatas começaram a ficarem doloridas, a minha visão ficou turva, porém consegui ver o Leão de Nemeia se aproximar, conjurei mais litros de água o atirei na criatura, jogando-a longe de novo, o Minoutauro correu em minha direção, minha visão foi voltando ao normal, vi de relance uma grande mão vinda em minha direção, me abaixei e rolei para a direita, corri em direção a minha espada, que deveria ter caído do taco, o Minotauro veio atrás de mim, virei-me e conjurei um pouco de água no piso a frente do monstro, e em um piso em falso ele escorregou eu caiu, corri em direção ao mesmo, pulei em cima do monstro e com minha espada cortei sua cabeça, fazendo o mesmo virar pó, literalmente falando, um pó dourado.

Não pude comemorar muito, pois enquanto me levantava e limpava o pó de minha camiseta, o Leão veio por traz de mim e com patada me jogou para o lado fazendo com que eu batesse com a cabeça na parede, a qual deu voltas novamente, fazendo-me vomitar. Levantei minha cabeça e vi o mostro se aproximar, conjurei de novo água no piso a frente da criatura, a fazendo perder o controle e cair, tentei me levantar, porém cai novamente, não tinha mais força para continuar. O Leão de Nemeia se levantou ainda confuso, porém muito furioso e logo voltou ao normal, andando em minha direção. Segurei minha espada firmemente, pois o mesmo rugiu, correndo em direção a mim mostrando seus dentes afiados, era a minha derrota, mas não ia o deixar ganhar tão facilmente. Eu já havia usado o lençol freático a cima de nós e poderia usar aquilo novamente para recuperar minhas forças, e assim o fiz, conjurei a água e fiz uma parte dela descer, o suficiente para ceder o teto e inundar a sala.

Quando entrei em contato com a água recuperei minhas forças. Olhei de um lado para o outro e vi o Leão, a água já tinha escoado, o monstro e eu estávamos molhados. Porém sabia que isso não era o fim, o Leão de Nemeia estava apenas 5 metros atrás de mim. Conjurei um pouco de água para me jogar para cima, e assim foi feito. A água me expeliu para cima bem na hora que o Leão passa por de baixo de mim, caio em cima dele, montado o mesmo, ele tenta de tudo para me derrubar, assim como um touro em nervos. Queria acabar logo com aquilo, então peguei rapidamente uma faca simples do meu cinto e cravei com toda a força que consegui no olho esquedo da criatura. Por um momento o Leão se debateu, mas por fim foi derrotado. Desci de cima do mesmo e continuei minha caminhada mancando até encontrar o fim do labirinto, achando que tudo aquilo iria terminar, estava enganado, uma esfinge esperava por mim, olhei ela atentamente e saquei minha espada, porém ela apenas fez uma charada.

– Se você acertar a charada você encontra-se livre do labirinto, porém se errar, perca-se para sempre dentro. Então ela descreveu a charada. – Uma mulher e menina ao mesmo tempo sou. Na lua busco a calma de uma paixão que na constelação ficou. Seguidoras fieis eu ensino a alvejar. Não se engane com meu tamanho, tenho licença pra caçar. - Ele recitou.

– Lady Ártemis. Respondi, depois de pensar muito com as palavras "lua" "mulher e menina" "seguidores fieis" e "caçar".
Place: Nova York/Metrô/Acampamento Meio Sangue Interaction: NPC’s Humor: Histérica. Clothing: Camiseta de alças roxa, jaqueta, jeans, all-star.
credits @
avatar
Beatrice J. Desbiens
Indefinidos
Indefinidos

Mensagens : 2
Data de inscrição : 16/05/2013
Idade : 19

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Convidad em Qui Maio 16, 2013 9:48 pm

REPROVADA


Querida Beatrice, sua ficha está incrível, mas ainda tem coisas pendentes. Vou citar aqui e quero que escreva somente um pouco a mais para ser reclamada:

Descreva a personalidade de seu personagem, citando os principais defeitos e qualidades - Acrescente mais sobre sua personagem. Aqui você só disse no que se assemelha com o Progenitor, mas não descreveu as características de fato dela como filha de tal Deus.

Esqueceu de por em "SPOILER" ou "CODE" os poderes e armas utilizadas no teste.

Convidad
Convidado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Thalia.Grace em Seg Maio 27, 2013 1:46 pm

Ω Nome –

Thalia Grace
Ω De que deus deseja ser filho –

Zeus
Ω Por que escolheu esse deus e o que sabe sobre ele – [Minimo 15 linhas]

Sempre o admirei e meu sonho sempre foi controlar o ar e soltar raios
Zeus é o deus dos raios e trovões, ele é casado com Hera, Ele é um dos três grandes, e tem dois irmãos, Poseidon e Hades, Zeus pode ser chamado de Soberano dos Deuses, porque é quem lidera e dá permissões para os outros. Ele é Neto de Urano e Gaia, Filho de Réia e Cronos, Na qual ele libertou os irmãos (Deuses Maiores) que foram engolidos por ele, Após libertá-los, Ele cortou o pai em pedaços com a foice que roubou dele e o jogou no Tártaro. Ele ajudou a matar tifão, o mais antigo e pior monstro de todos junto com os deuses maiores, Tirando Hades, que ajudou a derrotar Cronos. Ele tem um chalé no acampamento meio-sangue, o chalé dele é o numero 1. Ele tem força, resistência, musculatura e sentidos de um touro, assim como seus filhos. Sempre que tem um pequeno "Desentendimento" Com o seu irmão Poseidon, Acontecem Maremotos, Tsunamis, Furacões, E muitos outros acidentes que eu não sei como os mortais chamam! Ele e os outros deuses falam com Éolo o que vai acontecer em um lugar, por vontade própria, Para ele apresentar na seu programa de Previsão do tempo. - Eu quero dizer "o que vai acontecer em um lugar" Como, tempestades, trovoadas, queimadas, etc. - Ele pode controlar o clima e criar a névoa, Seu simbolo é a águia, na qual tem sentidos como a visão, coragem, velocidade etc. Ele pode flutuar ou levantar qualquer coisa, pois consegue controlar os ventos, e tem poder sobre a eletricidade, podendo criar correntes elétricas, fazer uma arma ficar elétrica, Ou dar um choque em seu inimigo, ou qualquer um. Sua arma é o raio-mestre, na qual o mesmo usa para criar raios, que podem acertar pessoas, árvores, animais etc. Zeus é muito corajoso, valente, honesto e justo. Assim como mudar o clima, Zeus pode sentir quando o mesmo varia e fica diferente. Ele é muito respeitado pelos outros deuses maiores, menores, Gregos etc. Zeus também pode ser um deus romano, seu nome é Júpiter, e suas técnicas de ataque e defesa ficam diferentes. Ele pode restaurar sua energia e vida, assim, com mais condições para lutar e se defender com força, coragem e justiça ( Talvez alguns raiozinhos também.) Ele pode falar com facilidade com mulheres, pois assim como seus filhos, o mesmo tem facilidade para isso
Ω Pertence a outro grupo –
Não. Na verdade, não pertenço a nenhum.
Ω Descreva a personalidade de seu personagem, citando os principais defeitos e qualidades –
Thalia Grace é uma menina séria, gosta de lutar, treinar e estudar. Suas principais qualidades são que ela tem senso de humor, é brincalhona e divertida, é justa, adora ajudar e é dedicada aos estudos e treinos tem auto-confiança. Seus defeitos, são que ela é tímida, tem um minimo medo de altura e tem dificuldade de arrumar amigos e se enturmar, assim, não entrou em grupo algum. Thalia passa a maior parte do tempo - quando não está treinando, em missões ou lutando- Estudando quietinha no canto da parede, entre uma e outra no chalé de Hermes, esperando ser reclamada, enquanto os outros se divertem e conversam entre si, Apenas os mais excluídos, ou quem a vê e tem pena - Ter pena é a maioria que vê, mas talvez apenas duas ou três pessoas a vêem por dia, tirando seus poucos amigos- Vai fazer companhia e conversa um pouco. Thalia, a maioria das vezes que arranja um amigo, conta piadas e sorri, tentando agradá-lo para que ela seja sua amiga. Ela é muito excluída, e está ansiosa para ser reclamada, ela torce para Hades, Zeus, Apolo, Atena ou Afrodite, Ela tem mais certeza de Zeus, pois tem poderes em controlar o ar e raios.

Ω Narre sua historia contando tudo desde como foi sua infância (e os fatos estranhos que ocorreram nesta), até como chegou ao Acampamento Meio-Sangue e descobriu que era um semideus. Narre batalhas, em toda a vida de um semideus deve ter ao menos 3 batalhas e em nenhuma delas deve fazer algo monstruoso. Use a criatividade e habilidades naturais de um meio-sangue – [Minimo 40 linhas]

Eu era pequena, tinha apenas sete ou oito anos quando fugi de casa, encontrei outro meio-sangue, ele tinha a minha idade, seu nome, Arthur. O menino era loiro, com olhos verdes, confesso, tive uma "quedinha" por ele, mas não contei nada. naquela época, eu tinha cabelos loiros também, eles eram longos, e eu tinha olhos cinzas, que nem hoje, eu estava com uma blusa com mangas curtas preta, que ficava um pouco grandes em mim, mas eu gostava, eu também usava um casaco branco, com capuz, e uma calça jeans escura, com sapatos brancos, e uma tiara de borboleta com glitter rosa. Eu levava a mesma mochila de hoje, dentro havia um facão de bronze, uma caixa nova de cereais da nescau de bolinhas de chocolate, uma barraca montável três tigelinhas e quatro colheres, e algumas roupas, para meninas e meninos, a de meninos, peguei no meu armário, acho que Jason, meu irmão, deixou no meu lado do armário, e também tinham sapatos do meu numero e alguns maiores, porque meu numero muda rápido. Percebi que as roupas do Arthur estavam queimadas e rasgadas. peguei as roupas do meu irmão e dei para ele.
- Obrigado, Thalia! - Ele me agradeceu, depois, foi até o banheiro publico e se trocou, eu o esperei no lado de fora.
Após alguns meses juntos, tínhamos uns 9 anos, ele me disse que eu era bonita, eu fiquei envergonhada, e disse que o mesmo era também. Ele ficou vermelho. Andando pela rua, nós trocávamos olhares, mas não olhares felizes e despreocupados como o de qualquer criança pequena inocente, mas sim, olhares de medo! Até que, senti que estava sendo observada, com cuidado, peguei o meu facão, no mesmo segundo que o segurei, ouvi um passo, atrás de nós. Olhei para trás, Era um ciclope enorme, com tipo uns 3 metros de altura, mas eu não sabia medir, então, era um pouco maior que um jogador profissional de basquete! Ele tentou atacar Arthur, mas , quando ia soca-lo com toda a força, o menino nem via, eu o empurrei para para o lado e cortei o braço do ciclope. O meu amigo quase dizia "porque me empurrou?" mas logo quando ia dizer, viu o ciclope e sacou a arma, olhando para mim como se dissesse "Valeu por salvar minha vida!" Nós o atacamos, e ele me jogou contra o muro, O menino veio me socorrer, eu sangrava aos montes, ele me deu um pouco de néctar, eu disse:
- Obrigada, mas, apenas mate-o. Não vou morrer, Prometo!
Ele sacudiu a cabeça com um sorriso preocupado, Mas após isso, Deu uma facada na barriga, O mordeu, não sei porque, e o tentou mata-lo com uma facada, mas não conseguiu! Eu o assistia, bebendo néctar, abri a mochila dele, lá tinham equipamentos de primeiros-socorros, alguns donuts, uma roupa de praia e um casaco. Peguei os equipamento de primeiros-socorros e coloquei um curativo em um arranhão que fiz quando caí e passei uma água maravilha na canela, a nuca sangrava e sangrava, tapei com uma gaze e esparadrapo para prender, Me senti melhor, Joguei um raio no bicho, então, fiquei realmente cansada, se eu deitasse, dormia na hora! Fomos crescendo, com uns 12 anos, matamos matei um Centauro com uns 4 raios, o que me deixou cansada! Entramos em um beco, pedi ao Arthur para montar a barraca que levei. Ouvi um ronco dentro de uma caixa, levantei, era uma menina de sete anos, seu nome era Maria Clara, ela estava com um pijama rosa de bolinhas amarelas, Ela nos disse que fugiu de casa há dois dias, e que estava com muita fome. Dei uma tigela de cereal para ela e uma colher, ela comeu todo, Estava de noite, Entramos na barraca, Arthur tinha uns 2 sacos de dormir coloridos, Resumindo: Eu fico de guarda e eles dormem. Depois troca, Arthur fica de guarda e nós duas dormimos. No dia seguinte, já era meu aniversário. Eu fiz 13 anos! Demos um facão para a menina, depois de ela fazer 10 eu, 15, Arthur, 16. Bem, Arthur, ele, me pediu em namoro e eu... Aceitei. Nossa primeira batalha: Outro ciclope esfomeado querendo devorar eu e meu namorado! Nós estávamos acorrentados, Mas a menina, escondida atrás de uma madeira, quando o ciclope virou-se para trás, ela deu uma facada nele. Enquanto ele urrava de dor, eu percebi, era hora de agir!
usei o ar para me levantar, acorrentada. O vento carregou uma coisa enorme, que não sei o nome, deve ser daquele ciclope. Bati com ele na corrente. Os dois se quebraram, segurei a cintura de Arthur forte e nos coloquei no chão suavemente. Eu estava cansada de tanto controlar, mas eu sabia, se não fizesse, Maria Clara iria morrer. Ataquei o monstro com um raio tão forte que ele caiu no chão, quase em cima da menina, que eu empurrei com o ar.
- Vamos sair daqui, por favor!
- Agiu na hora certa - Disse Arthur, logo depois nos levando até a saída e pegando as chaves, abrindo a porta para a menina e para mim.
Saímos de lá, e ele dirigiu o carro, fomos seguindo o que desse, até chegarmos em Long Island, e encontrar o Acampamento Meio-Sangue, onde fomos bem recebidos por Quiron, que nos apresentou cada lugar daqui. b


Ω Narre uma missão one-post como se já tivesse sido reclamado. Pode usar os poderes do deus desejado até o nível 15, também pode usar os presentes de reclamação. Ao fim da missão coloque entre 'spoiler' os itens e poderes usados – [Minimo 40 linhas]

Meu objetivo era acabar com o monstro que estava destruindo a cidade de Deia, Na Grécia antiga. Era a quimera, um monstro grande, Sua cabeça era um leão, ela e seu corpo. tirando um dragão em seu, acho que ombro... e uma cabeça de bode, um pouco ao lado do pescoço grande do dragão, que soltava fogo pela boca. um pouco atrás da barriga, havia um corpo de bode, cascos, só que não havia pelos, só cascos e uma coisa pelada. Seu rabo, nem rabo era, era uma coisa um pouco antes do rabo, era uma cobra! uma cobra enorme, mesmo! O rei de Deia, disse que a criatura vivia em uma caverna. Minha amiga, filha de Hermes, me deu um sapado de ferro, quer dizer, me emprestou, porque apenas tinha três, e era bem resistente e duro. Um filho de Hefesto, me fez um escudo, muito bonito, era de bronze celestial, na frente, havia uma florzinha, que sem ele ver, coloquei glitter, ficou uma graça.Comecei a controlar o vento e fui voando para a caverna da quimera, ao seu encontro - Até que voar não era tão difícil! Mas eu estava com muito medo, era muito alto- Quando a vi, tomei um susto, quase gritei, mas não, se eu gritasse, sabia que iria chamar atenção dela. A cabeça de bode virou-se em minha direção, talvez, ouviu minha respiração. Eu me escondi atrás da rocha, naquela caverna, haviam muitos ossos, alguns eram de humanos, outros, acho que de animais que ali entraram! Me preparei, Respirei um pouco, encostei na parede da caverna e descansei. depois, voltei a voar e sem ela ver, desferi um golpe. O bode deu um "bé" demorado, como se doesse muito. O dragão cuspiu fogo em mim, um pouco pegou em minha pele, depois, coloquei o escudo em uma posição que não me atingisse. O leão veio correndo em minha direção, tentou me morder, junto com a cobra, tentei ferir o bicho mas ele desviou, fazendo com que eu acertasse o ar. Agora fiquei com raiva, peguei o meu facão e falei "Hasta la vista, cobrinha" e cortei a cobra, não só matando-a, mas sim a arrancando do seu corpo. o dragão tentou cuspir fogo e virei o ar, a modo que o dragão, quando cuspia fogo, o fogo voltar para ele, ou seja, cuspia fogo=queimava-se. Mas ele não entendia, então continuou a fazê-lo até queimar-se por completo e morrer carbonizado. Ou seja: Sobrou apenas o bode e o leão. Sim, sou boa em bolar planos e quase sempre os mesmos dão certo, mas dessa vez, eu, de tanto medo, não conseguia produzir algum! Então pensei " Bem, eu estou queimada e machucada, então preciso me curar." Quando fui produzir a energia para absorve-la e curar-me, A quimera, ou o que sobrou dela, me jogou na parede e correu até mim, então eu disse:
-Não, não monstrinho!
E então corri mais rápido que qualquer semi-deus, talvez até mais rápido que um filho de Hermes, para o outro lado da caverna, o monstro, confuso, não me viu tão cedo: Resultado= Fiz energia e a absorvi, para curar-me, após isso, tentei chamar uma ave para me auxiliar. Apareceu uma águia, então falei para distrair o monstro, desferindo alguns golpes, e sua recompensa seria ganhar minha confiança e proteção, e ser a minha amiga além de companheira de aventuras, como era esperta, corajosa e aventureira, aceitou. Fiz uma prece silenciosa ao meu pai, que ouviu, e protegeu a águia, e eu dei em troca, meu rabo de manticore, que consegui lutando contra um na arena. Preparei um cinto com o facão e coloquei os sapatos e depois aproveitei e bebi um pouco de água, coloquei um potinho com a água que sobrou no chão, e descansada, falei para a águia que já estava bom, para ela beber água e relaxar, Ela obedeceu, foi até o pote, bebeu água e olhou a luta. Eu, para ela não ser atacada, assim que ela foi, controlei o vento, que me levou até o monstro, eu, assim que cheguei perto, imediatamente peguei o facão e desferi-lhe um golpe, o sangue do animal saia, saia e saia, eu dei-lhe outro golpe e o bode, com seus chifres, me deu uma chifrada e lançou-me contra a parede. Assim, o leão correu para perto de mim, e tentou me morder, o bicho foi rápido, só que eu mais, em questão de segundos ele tentou morder-me, no mesmo milésimo, rolei para o lado, levei as pernas até o peito, encostei a cabeça no joelho e coloquei o escudo em cima de mim, ele coube, só que o bode ficou batendo os chifres no escudo, quando desistiu, saí do local e vi um osso parecendo um chifre, o monstro estava distraído, e não me via. passou muito tempo depois que desistiu, o animal estava dormindo em um canto, e a águia tinha ido embora, então olhei para o bode e ri em silêncio, porque aquele osso, não era um osso, era o chifre do animal, que agora de chifres, tinha só ar, mas eu estava cansada, minha respiração estava pesada, então bebi um pouco de néctar e depois comi ambrósia. Com a minha respiração o bode acordou, então, só para provocar, pus-me a cantar:
-Bode maldito,bode maldito lalalalalala
O animal ficou revoltado, e com isso acordou o leão, como eu estava bem, mostrei o chifre para o bode e ele quase morreu de raiva, correu em minha direção e percebi que o leão era o centro da resistência. Se eu o matasse desde o inicio, matava a todos. fui desferindo golpes ao pescoço do leão, que aos poucos ia se rasgando, O bode sentia em si cada golpe. Até que de tantos golpes, o leão não conseguiu mais andar, o que aconteceu o mesmo com o bode. até que de tanto sangrava, os dois estavam morrendo, Rasguei por completo o pescoço, o leão morreu, e o bode não, dei um chute com o sapato de ferro e ele morreu na hora. Espirrou muito sangue em mim. Depois de voltar para o rei, ele me agradeceu muito, e me perguntou que recompensa eu queria. Eu respondi que já estava honrada e feliz e que não queria mais nada.

Spoiler:
Facão de Bronze, Escudo de Bronze Celestial, Par de Sapatos de Ferro, Néctar, Ambrósia e Água

------------------------------------- PercyJackson -------------------------------------

Aceno Olá, Sou a Thalia Grace. Sempre Feliz, Forte e Resistente. Serelepe

Estou certa? Smile + flower = sunny
Estou Certa? sunny + Smile = farao
Como você fica?(+ significa vê!) Aceno Você + Seu idolo= Alegre (Balão de fala) Me veja!
Homem Very Happy +Gay I love you = Justin Bieber. flower
Elefante - Tromba - 1 Olho = cyclops Ciclope ^^
Coelho albino + Preocupação Shocked - dentes - orelhas = affraid Homem.

Isso já aconteceu? Você faz sozinho, seu amigo escreve e coloca assim:

Nós matamos o ciclope!

Você faria isso?

Nós matamos eu matei o ciclope

Me mande uma mp de resposta Wink
avatar
Thalia.Grace
Indefinidos
Indefinidos

Mensagens : 3
Data de inscrição : 26/05/2013
Idade : 20
Localização : Zanzando No Acampamento Meio-Sangue

Ficha do personagem
Level: 1
Energia:
100/100  (100/100)
HP:
100/100  (100/100)

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Chronos em Seg Maio 27, 2013 2:50 pm

Thalia, o local do teste assim como os requerimento foi alterado. O link correto é o seguine: Teste para Filhos dos Três Grandes.

------------------------------------- PercyJackson -------------------------------------

Chronos - Primal Deity of Time

“Ninguém nunca te falou que se você for esperto, tem algo que nunca deve ser colocado em uma armadilha? Se dá valor à sua existência, se tem planos para o amanhã, tem algo que nunca se coloca em uma armadilha… EU.“
avatar
Chronos
Deuses Primordiais
Deuses Primordiais

Mensagens : 71
Data de inscrição : 24/12/2012

Ficha do personagem
Level: Infinit
Energia:
999999/999999  (999999/999999)
HP:
999999/999999  (999999/999999)

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Teste para Filho dos Três Grandes

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum