Teste de Reclamação - Christopher Sant' Angelo

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Teste de Reclamação - Christopher Sant' Angelo

Mensagem por Christopher Sant'Angelo em Dom Jul 20, 2014 4:56 pm

Forever Alone
Simple And Sexy...


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Nome: Christopher Sant' Angelo

Idade: 16 anos

Local de Nascimento: França

Progenitores e suas filiações: Pai: Érebos  Mãe:  Isabelle Sant'Angelo ( Filha de Macaria)

Descrição Física: Christopher é o que se pode considerar um garoto alto, com seus 1,82 transbordando sensualidade. Com ombros largos e corpo definido, Chris possui uma tatuagem de asas de anjos feitas de números em suas costas. O rosto angular com uma mandíbula meio quadrada, emoldurando sobrancelhas grossas e olhos castanhos, puxados para o verde, penetrantes e lábios da medida certa. Seu cabelo castanho claro, não muito comprido, é revolto e sempre bagunçado, com algumas mexas mais claras que as outras, é comum ver o garoto levando as mãos ao cabelo, bagunçando os fios cada vez mais. Não é raro ver Christopher arqueando suas sobrancelhas e dando um sorriso de canto, na verdade, é isso que o garoto mais faz. É quase imperceptível, mas em seu lábio inferior há uma pequena cicatriz, resultado de um acidente doméstico quando criança.


Descrição Psicológica: Tranquilo e determinado são duas palavras que podem descrever Christopher, como foi treinado e criado no exercito não tem problemas e seguir ordem e não treme a guerra, mas não busca confusões e nem espera ansioso para estar em batalha, sempre preferindo a paz e a tranquilidade ao invés da batalha e da movimentação. Christopher sempre está andando como se tivesse todo o tempo do mundo e raramente se importa com o que os outros acham dele, sempre seguindo suas próprias regras e lei de conduta, não importando quem ou o quê vá contra ele ou a situação que se encontra.
O lema de Christopher é: “Se não se pode mover o céu, erguerei o inferno”


Historia:


Eu era filho de  um soldada francesa quando era pequeno, pelo menos era isso que o diretor do orfanato sempre me dizia,  e pelo que se sabia ele havia servido ao lado de meu pai e o visto morrer,  nunca me disseram nada sobre minha mãe e eu de alguma forma nunca me interessei, minha vida no orfanato era simples, mas divertida.  De manhã eu estudava com os outros garotos e a tarde eu tinha uma liberação dada pelo diretor para poder treinar com ele o Savate.  O que eu estava indo fazer naquele mesmo instante.

                                                                                                  (...)

Savate: Arte marcial francesa que mistura chutes e socos potentes.  Era isso que eu fazia, era isso que meu tio fazia e que pelo que eu sabia toda a minha família sabia. Lutar era algo que vivíamos fazendo a gerações, éramos guerreiros, soldados, lutadores ou ao menos era o que o Diretor sempre dizia para mim nas sessões de treinos.

E era na arena, carinhosamente chamada por mim de “O Redemoinho” onde centenas de objetos de impacto eram pendurados por centenas de cordas giravam em torno de quem estava no centro e essa pessoa ao golpear um dos objetos causava uma reação em cadeia que fazia todos os objetos se moverem e a atingirem várias e várias vezes até a pessoa aprender a desviar dos objetos e se defender, para os outros aquilo era o inferno da dor, para mim, meu parque de diversões.

—Está prestando atenção Christopher? Olhei para o homem que até agora estava falando sobre relatórios do dia e sorri de canto, apesar de eu ter o sorriso de minha mãe (Assim eu pensava), todo o resto eu devia ao lado da família de minha pai ( Assim o diretor dizia). Enquanto eu possuía uma pele morena e um corpo definido, meu pai possuía uma pele negra e um corpo definido por várias horas de treinos e musculação, tudo em meu pai era feito de puro músculo e força, mesmo que na foto que o diretor me mostrou ele já estar com uns quarenta e poucos anos.

— Alto e claro senhor Falei enquanto  sem emitir sequer um aviso saltei sobre ele em uma voadora que mirava sua cabeça, mas ele não seria pego por um golpe tão simples e logo desviou para a esquerda dando um risinho de desprezo enquanto eu aterrissava suavemente no chão. O treino ia começar.

                                                                                                                 (...)

Mesmo depois de ter passado há ultima duas horas treinando Savate com ele meu tio (Como o diretor queria que eu o chamasse) ainda insistia que eu fizesse o treino do redemoinho e nada que eu dissesse poderia mudar essa decisão dele, o que realmente era irritante, mas como ele havia mandado, ordens eram ordens.  E então assim que eu golpeei o primeiro objeto de madeira ele bateu em outro que bateu em outro e assim foi se repetindo até que todos os objetos estavam girando e se movendo em todas as direções e indo várias vezes em minha direção, mas como sempre, de alguma forma eu sabia quantos segundos levava para cada objeto atingir um ponto, sabia os segundos de meus movimentos e desviava facilmente de todos os objetos com movimentos mínimos, sempre sabendo em que segundo o objeto ia me acertar e desviando no momento certo, era como se eu conseguisse enxergar o tempo com perfeição.

 Horas depois eu estava deitado em minha cama, um garoto de seis anos cansado, que pensava em como seus dias estavam sendo chatos. Mal sabia eu o que iria acontecer no dia seguinte.

                                                                                                             (...)
 
Eram cinco horas da manhã e eu já estava acordado, nunca fui de dormir muito tarde ou de fazer birra como os outros garotos, e por isso mesmo assim que acordei logo comecei a andar por todo o orfanato que estava vazio e silencioso. Então ouvi o grito de uma garota e corri.
   
Demorei cinco minutos para chegar ao “redemoinho” e pela primeira vez, eu vi uma cena que eu considerava ser possível somente em filmes: Uma garota estava sendo atacada por um ciclope com uma clava muito, muito grande.

                                                                                                              (...)

   Depois de superar o fato de que eu estava vendo um monstro mitológico atacando uma garota eu simplesmente avancei contra o monstro pegando a adaga que o diretor havia me dado aos cinco anos ( Sim, os presentes dele eram sempre desse tipo) e avancei contra o monstro soltando um estupido grito de "Ahhg' ridículo para um garoto de seis anos.  Mas antes mesmo que eu fizesse a idiotice de tentar matar um monstro bem mais forte do que eu somente com uma adaga que devia parecer mais um palito de dente para o ciclope, fui parado por um chute que eu podia reconhecer em qualquer lugar do mundo, mesmo se estivesse cego: O chute do meu tio e diretor do orfanato.

Antes que eu pudesse sequer protestar sobre o fato dele me impedir de ajudar uma garota em problemas ele simplesmente se virou de costas e atacou o ciclope com uma estranha espada que brilhava em puro bronze, golpeando as pernas dele e o fazendo urrar de dor enquanto tentava em vão acertar o diretor com sua marreta, eu sabia há muito tempo como as pernas daquele cara eram boas para correr e sair de qualquer golpe que tentassem dar nele e então nada pude fazer além de ver meu tio, diretor e professor agir como um guerreiro saído da era medieval e atacar o ciclope a todo estilo “kung fu panda” e em questões de minutos, game over. O ciclope estava morto, ou melhor, ele havia literalmente virado pó.

 Logo depois de matar o monstro o diretor simplesmente andou até mim, suas feições sérias e duras que raramente eram vistas e se ajoelhou em minha frente, respirando fundo antes de falar, calmo e sucinto.

– Christopher, o mundo que você vive tem mais mistérios do que você pode entender, mas eu vou te explicar tudo com o tempo, mas para começar direi o nome de seu pai, Érebos e aliais, sua mãe era filha de Macária. – Antes que eu pudesse perguntar qualquer outra coisa ele simplesmente se levantou e saiu andando como se nada tivesse acontecido. Eu conhecia bem o suficiente para saber que o resto ele só iria falar quando quisesse.

                                        [...]

Dez anos, esse foi o tempo que demorou para que ele resolvesse me contar toda a historia de em que raios de mundo louco eu estava vivendo e enquanto nos vivíamos mudando de cidade, pulando de base militar para base militar e enquanto isso monstros e mais monstros vieram para cima de mim, enquanto eu me defendia da melhor maneira que podia, sempre com a ajuda de meu professor e diretor, mas o mais importante de tudo eram as  coisas que ele haviam me ensinado ano após anos: Deuses gregos ainda existiam e seus filhos semideuses também, eu era um semideus filho de Afrodite,  só eu e outros meios sangues poderiam ver os monstros,  somente uma lamina de bronze celestial podia matar os monstros e havia um acampamento para os meios sangues, lugar que segundo ele, eu só iria ao completar 16 e poder me virar, o que era hoje.

– Adeus meu aluno e amigo, viva suas próprias aventuras a partir de agora, eu prometi a seu pai que iria te treinar e assim o fiz agora é por sua conta, toma, era do seu pai – Anunciou o diretor me entregando o par de coturnos e partiu para dentro da base militar, não havia necessidade de palavras melosas e de despedida, agora era nossa de viver minha própria vida.  Então simplesmente o saudei como um bom militar e virei às costas para aquele que me ensinará tudo que eu sabia, estava na hora de viver uma nova vida e para isso eu tinha que chegar ao acampamento meio sangue.

[...]

Depois de ser treinado pelo meu tio por várias horas, repetindo movimentos de savate até minhas pernas tremerem,  aprender tudo e mais um pouco sobre os antigos e terríveis monstros gregos, eu esperava pelo menos poder ir para o tal acampamento meio sangue sem correr mais nenhum risco de vida, mas não, por que eu iria ter essa facilidade em minha simples vida? Claro que eu teria que andar sozinho até o acampamento que eu não sabia onde era, guiado somente pelos meus instintos e sem nenhuma arma, além da espada de ouro de bronze que o meu tio havia me dado antes de simplesmente falar a direção para onde eu tinha que andar, e apesar da minha vontade de protestar sobre aquilo, eu sabia que ele simplesmente iria simplesmente dizer que somente os fortes merecem chegar ao acampamento e se eu não era o caçador, eu era a presa, o que queria dizer basicamente que eu precisaria me virar e somente assim provaria ser merecedor de viver no acampamento meio sangue, que beleza não?

[...]

Recorde de tempo sem que nenhum monstro tentasse me matar, me comer ou simplesmente me causar uma quantidade cruel e inumana de dor? Duas horas, cinco minutos e trinta e sete segundos. Pois foi exatamente o tempo alegre e feliz que eu tive enquanto andava pela cidade, em busca da entrada para o misterioso acampamento. E não, não foi o tempo que demorou a eu encontrar o acampamento, foi o tempo que demorou em que o monstro mais perto em um raio de três quilômetros vir atrás de mim e para melhorar ainda mais o meu incrível dia, é claro que eu não podia enfrentar um ciclope, cão infernal ou algo assim, não, não, tinha que ser uma maldita de uma Hydra.

Minha reação normalmente seria correr, correr e correr até eu chegar ao inferno ou qualquer lugar que não tivesse uma Hydra gigante querendo me matar. Qual foi a reação que eu tive?Eu simplesmente corri pegando a espada e pensando em como raios eu iria matar um monstro daquele tamanho, pois eu sabia que só fugir não iria adiantar com um monstro daquele tamanho e daquele tipo e minha espada só serviria de palito de dentes para aquele bicho.  Mas então antes que eu pudesse pensar direito em como deter aquele monstro eu descobri que existe algo ainda pior do que um monstro grande e forte. Um monstro grande, forte e rápido. Afinal de contas não importava quão rápido eu corresse sempre parecia que o monstro estava logo atrás de mim e se eu sabia de forma correta sobre aquele monstro, estava certo em considerar que ficar perto dela não era algo bom, afinal sete cabeças que podem me matar simplesmente por causa de seu mau hálito e uma que podia cuspir fogo, bem, era claro que me aproximar era uma péssima ideia e entre me agachar para desviar de um jato de chamas e me manter longe o suficiente para não morrer pelo veneno dela e é claro, guiar ela entre becos vazios e lugar pouco movimentados para que ela não fizesse mal aos humanos. Aquele dia realmente prometia.

— Os deuses devem me odiar, só pode! – Murmurei fazendo uma curva forçada em um beco e aproveitando as latas de lixo que estavam ali para jogá-la no caminho da Hydra, afinal mesmo que só atrasasse aquele bicho em mais alguns segundos, já estava bom para mim. Então sem olhar para trás continuei correndo e correndo por diversos becos escuros jogando lixo, pulando sobre carros e invadindo prédios até finalmente conseguir a despistar, pelo menos por alguns minutos e foi nesse momento que vi algo que realmente me interessou, ou melhor, me inspirou. A poucos metros de onde eu estava naquele momento estava um posto de gasolina fechado (Um dos poucos que fechava aos domingos, devo resaltar) e se meu cérebro havia funcionado direito até aquele exato momento era a minha chance de virar o jogo, ou pelo menos levar o monstro junto comigo.
Então sem pensar duas vezes continuei correndo em direção ao posto, sabendo que não demoraria muito para que a Hydra me alcançasse e que se o plano que eu havia formado em minha mente acontecesse e eu tivesse alguma sorte, eu poderia sair sem muitos danos em batalha.

[...]

Cinco minutos, esse foi o tempo que demorou até que a Hydra finalmente chegasse ao posto de gasolina onde eu havia me escondido e o timing não poderia ter sido mais perfeito, afinal de contas eu havia acabado de espalhar gasolina por todo o local e ter pegado algumas garrafas de bebidas alcoólicas para usar contra a Hydra, o único problema era que o monstro estava indo para o lado contrario do que eu queria que ele fosse, ou seja, eu iria precisar chamar a atenção daquele mostro.

— Ei! Lagarto super desenvolvido! Aqui! – Gritei jogando uma garrafa de cerveja de um litro em uma das cabeças da Hydra, a acertando em cheio e a fazendo se virando em minha direção, seus olhos vermelhos brilhando de fúria enquanto me fitavam, o desejo de me matar tão claro quanto água enquanto ela me observava, esperando que eu fugisse, mas ao invés disso eu peguei mais duas garrafas de dois litros e joguei contra as outras cabeças dela, molhando-a com o álcool.

[...]

Já ouviram o grito de raiva de um lutador gigante, forte e com uma voz assustadora? Multiplique esse som mil vezes e pode chegar aos pés dos gritos daquele monstro enquanto todas suas sete cabeças se viravam em minha direção e mais rápido do que era possível a besta corria em minha direção, correndo como um trem desgovernado. Mas para minha sorte eu estava esperando por algo assim e quando finalmente percebi que já estava quase sendo atingindo por todo o corpo da Hydra saltei para o lado e joguei um isqueiro zippo que havia pegado no posto. Assim como eu esperava o álcool das bebidas se incendiou ao entrar em contato com o fogo e apesar de não ser um fogo forte não importava, já que levada pela sua própria velocidade a Hydra entrou bem no meio do posto de gasolina e antes mesmo que ela pudesse se levantar BOOM.

— Ofereço a Macária – Murmurei enquanto via a Hydra se incendiar e olhei admirado enquanto um pequeno frasco com saia das chamas, girando em minha direção. Peguei o frasco surpreso por ele está frio e simplesmente comecei correr para longe dali, o fato de ter sido atacado por um lagarto super desenvolvido, não era uma boa desculpa para ter incendiado um posto de gasolina. É, com certeza era bom correr.

[...]


Depois de lutar contra lobos super desenvolvidos, lutar contra uma Hydra de sete cabeças que mata com seu hálito venenoso, explodir um posto de gasolina e quase ser morto na metade da viagem, é de se pensar que o resto do caminho até o acampamento dos romanos iria ser bem tranquilo né? Até parece que eu tinha esse tipo de sorte.

Já haviam se passado duas horas desde que eu havia explodido o posto de gasolina junto com a Hydra e corrido o mais rápido para não ter um crime adicionado a minha ficha perfeita de bom soldado, o único problema? No momento que eu estava quase chegando ao acampamento ( Pelo menos era o que meus instintos diziam) eu tive a grande sorte de ver um lindo e grande leão de pelagem dourada parado a minha frente com as presas a mostra e pronto para me matar o mais rápido que podia para encher sua barriga. Aquele realmente não era meu dia.

— Dois dos doze trabalhos de Héracles hum? – Murmurei sacando a espada dourada que Lupa havia me dado quando sai da caverna ao mesmo tempo em que o leão saltava em minha direção, suas presas prontas para se cravarem em minha carne.

{...]


Antes que o leão pudesse enfiar suas presas em mim saltei para o lado e usando a espada tentei golpear o pescoço dele em um movimento fluído que iria decapitar o leão se não fosse um pequeno detalhe: A pele dele era impenetrável, que maravilha não? Pelo visto se eu quisesse matar aquele mostro eu teria que causar algum dano dentro dele e imitar Heracles estava completamente fora de cogitação, afinal de contas eu não tinha aquela super força famosa de Heracles. E então antes que o leão pudesse se virar e me atacar eu fiz a única coisa que eu podia: Corri.

Ok, era a segunda vez que eu estava correndo de um monstro naquele dia, mas eu não me considerava nenhum covarde, pois eu sabia muito bem o por que de Heracles ter recebido como trabalho matar tanto a Hydra como o leão de Neméia e isso era por que aqueles monstros eram os Boss Máximus de qualquer semideus e para os vencê-los era preciso uma força quase divina ( O que eu não possuía) ou inteligência ( O que eu possuía felizmente), então minha única chance de sobreviver a isso era se eu conseguisse de alguma forma enganar aquele leão, era hora de bolar um plano.

[...]


Três minutos, esse foi o tempo que eu demorei para perceber que não importava em que beco, prédio ou local eu fosse aquele leão logo iria me alcançar com suas potentes pernas e o único plano que eu havia conseguido bolar era de fazer com que aquele monstro engolisse o veneno da Hydra que eu havia ganhado ao fazer a Hydra ir pelos ares e oferecer a minha vitoria e o próprio monstro a Macára.

— Athena me ajude – Murmurei derrapando no chão em uma curva fechada e sacando a espada enquanto fitava os olhos vermelhos do monstro a minha frente naquele momento. Eu sabia que não teria muitas chances para eu poder lutar contra aquele monstro e o fazer engolir o veneno, então teria que partir para um tudo o nada desde o começo, era hora do show.

Antes que o monstro pudesse se mover avancei em direção a ele como se quisesse fazer uma disputa suicida de força e assim como eu pensava o monstro aceitou o desafio e como um louco começou a correr em minha direção, mas assim que percebi que estava quase na hora do impacto saltei para o lado e deixei o monstro ir deslizando sem controle em direção à parede de um prédio, batendo com força nele e rugindo em uma mistura de dor e fúria que fez que um arrepio corresse por todo o meu corpo enquanto pensava na enrascada que estava naquele momento. E mais rápido do que eu pensava do que era capaz o leão se levantou e partiu para cima de mim, me empurrando com suas fortes patas e me jogando no chão a vários metros de distancia, completamente indefeso.

— Droga! – Gritei sentindo o peso do leão sobre mim e assim que o mesmo tentou abocanhar minha garganta coloquei a espada entre eles, impedindo que ele me matasse ao mesmo tempo que conseguia uma chance única: — Engula isso desgraçado –  Falei jogando o frasco de veneno dentro da boca dele ao mesmo tempo em que o leão conseguia quebrar a espada com os dentes, fazendo ela explodir em uma grande luz e o mandar voando para trás.

Levantei-me ainda zonzo por ter batido com a cabeça no chão e olhei para o lugar aonde o leão de nemeia devia está, mas onde agora só havia uma pequena quantidade de poeira. E apesar de saber que ainda havia um longo caminho pela frente e que eu não consegui mais manter a consciência e voltei a deitar no chão, desmaiando de exaustão.

[...]
 
Sabe o que é ser acordado sendo carregado por uma criatura meio mulher meio pássaro de levando pelo céu em um voo iluminado pela lua cheia? É bem menos romântico do que parece. Assim que eu acordei a primeira coisa que pensei foi “mas que merda!” e logo depois eu soube que era hora de aterrissar no telhado mais perto, sabe a coisa boa de treinar até não aguentar ficar de pé? Você continua com as roupas que usou no treino.

Usando a flexibilidade da minha perna chutei a mulher-ave em uma das suas asas e sorri enquanto a ouvir gritando e me soltando no ar, o único problema foi: Não tinha telhado por perto e eu cai.

[...]

Minha noite só podia ficar mais estranha caso eu caísse em cima de uma garota loira que andava pelas ruas da frança àquela hora da noite sozinha. E olha só: Foi exatamente isso que aconteceu.

(...)

A primeira coisa que eu notei quando cai em cima da garota: Ela era muito linda, a segunda coisa? Ela não ia ficar feliz com eu caindo em cima dela e na verdade não ficou, pois mau eu havia sentido o impacto da queda quando ela me empurrou para o lado me fazendo cair de costas na calçada.

— Ora seu... Antes mesmo que a garota pudesse falar o xingamento que estava passando por sua cabeça a harpia desceu em velocidade máxima do céu, vindo em nossa direção em velocidade máxima, mas antes mesmo que a harpia se aproximasse a garota fez “poof” sumindo do meu lado e aparecendo acima da harpia enquanto a perfurava com uma espada que tinha aparecido de só deus sabe onde e então a mulher pássaro que estava me carregando para sei lá onde se transformou em pó enquanto a garota sorria triunfante e ia até mim sorrido.

— Pelo visto você é um semideus, basta saber de quem é filho...  – Antes que a garota continuasse falando ela olhou para algo acima de minha testa e sorriu como se tivesse achado algo divertido e depois me olhou. —Bem vindo ao nosso mundo, filho de Érebos.
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Legenda

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Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics
 
Leia Por Favor:


• Fiz a historia desse jeito, pois serei o filho de um primordial, então considerei que tinha que fazer algo no mínimo, desse nível.
• Apesar de agora está sendo filho de Érebos e descendente de Macária, meus níveis continuaram os de quando era filho de Chornos, combinei isso com o Rafael.
• Obrigado por ter lido

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Tão quente como o fogo
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Christopher Sant'Angelo
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