Teste de Reclamação de Stiles Bane Hastings

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Teste de Reclamação de Stiles Bane Hastings

Mensagem por Stiles Bane Hastings em Sex Jun 27, 2014 1:42 pm





Teste de Reclamação



Nome: Stiles Bane Hastings
Idade: 18
Local de Nascimento: Leste da Virgínia, EUA
Nome do(a) progenitor(a) mortal: Lívia Brunner Hastings
Nome do(a) progenitor(a) divino(a): Ares

Características Físicas: Ele possui altura mediana, em torno de 1,83m, pesando por volta de 80Kg bem distribuídos. Pele branca bronzeada, mas não a ponto de se considerar um moreno, mas também não possui as marcas nos braços diferenciando a cor da pele de quem costuma andar muito no sol de blusa ficando com os antebraços mais escuros e o tronco mais claro. Corpo robusto típico de quem realiza exercícios físicos constantemente, mas na medida certa sendo mais para manter o porte físico. Olhos verde claro de cor penetrante e cabelos castanho escuro curto, um pouco bagunçado, identificando seu lado despojado combinando com seu estilo de roupas.
Características Psicológicas: Ele é muitas vezes extrovertido, brincalhão, abusado, mas quando quer machucar alguém pode ser calculista e frio. Não costuma falar com ninguém a não ser que seja realmente necessário e conveniente. É extremamente perfeccionista, gosta de fazer tudo sozinho e impecável, mas também pode ser preguiçoso e desleixado, ou seja, ele é bem contraditório por si só. Ele tem um pouco de coragem misturada com burrice porque muitas vezes defende alguns mais fracos de valentões e isso já o encrencou muito.

Conte sua história, narrando desde sua infância até sua chegada ao Acampamento:

Nasci e cresci numa cidade do leste de Virgínia e mesmo sem pai, eu fui feliz. Minha mãe mesmo não demonstrando se sentia infeliz pela falta do meu pai, mas ela sempre desconversava quando o assunto era "ele". Costumei a ter um ou dois amigos da escola ou vizinhos toda vez que me sentia sozinho ou porque minha mãe mudava de emprego e o horário dela mudava ou aumentava. Não sei se ela precisava de tantas horas, mas muitas vezes eu achei que era porque eu lembrava meu pai que sumiu e ela não aguentava me olhar e lembrar sempre dele constantemente.

Sempre fui caracterizado como maluco por meu amigo que raramente se separava de mim.

Ele sempre se divertia com o fato de eu ser um tanto quanto sincero com as pessoas, falava o que pensava das mesmas e geralmente falava na cara das mesmas, coisa que outras pessoas geralmente não o fazem mesmo com seus conselhos isso não dava certo, como uma parte de mim que simplesmente não era o que era.

Minha mãe era médica em um hospital local fazendo com que grande parte do meu dia eu acaba ficando longe do mesmo devido ao serviço, já havia me acostumado com isso, mas em compensação ela tentava me ajudar de diversas formas. Uma dessas formas era me mudar constantemente de escolas, creio que seriam por questões financeiras, mas todas as vezes que eu citava algo a respeito ela somente desconversava meu pai que por outro lado nunca fora presente em minha vida. Até onde eu soube, ele largara minha mãe ainda grávida, nos deixando a mercê da sorte e do destino.

Sempre fomos de nos meter em encrencas escolares pelos mais diversos motivos, desculpe quando digo fomos, quero dizer eu e Marcos meu namorado e melhor amigo desde que me conheço por gente, começamos a namorar por este motivo mesmo, um dia estávamos fugindo de dois valentões e quando vimos estávamos atrás de uma caçamba nos beijando, tá não é o melhor dos encontros, mas eu gostei.

Como de costume após o almoço Marcos me arrastava para a academia que havia em nosso bairro, não era muito fã de academia, mas me ajudava bastante a controlar minha hiperatividade que ao decorrer dos anos começou a evoluir constantemente. Após quase cinco horas de malhação fomos em direção a minha casa para tomarmos banho e descansarmos um pouco, geralmente passamos a tarde toda abraçados, vendo filmes ou somente comentando baboseiras de nossos cotidianos. Infelizmente não tínhamos todas as aulas juntas, por este motivo tínhamos pelo menos estas diferenças para compartilharmos.

Somente uma coisa em nosso relacionamento me incomodava, não podíamos falar abertamente que estávamos em um relacionamento, pois como Marcos me dizia poderíamos atrair confusão devido ao fato de sermos “diferentes” dos outros. Nunca pensei em homossexualidade como diferença, mas nunca consegui fazer Marcos entender isso. Sempre fomos muito bons em nos misturar e nos camuflar, pois nunca desconfiaram de nada sobre nosso relacionamento, ainda mais que como bissexual pegava algumas meninas bem gostosas que davam mole e querendo ou não gostava de pegar elas pra não ficar enferrujado.

Mesmo que Marcos soubesse de que tínhamos de nos camuflar, reclamava às vezes que eu namorava e até transava com algumas delas para dar a fama mesmo de pegador. Nossos disfarces iam bem até o dia em que me envolvi em uma briga seria, esqueci de comentar Marcos sofreu maus tratos de seus pais quando criança e acabou desenvolver um problema em uma de suas pernas que fora lesionada. Essa lesão acabou causando assim um problema no seu andar, raramente se percebia a menos que o mesmo ficasse muito agitado ou nervoso, mas neste dia se me falassem diriam que isso era mentira.

Acabei discutindo com alguns brutamontes, pois os mesmos queriam que déssemos nossos lanches para eles, mas Marcos por incrível que pareça come demais mesmo sendo magro então para defender seu lanche acabou brigando. Todos além de mim estávamos na sala de detenção, eu por que cheguei atrasado, eles por talvez tiverem comido uma criancinha? Brinco assim, mas mal sabia o que me esperava e muito menos que talvez essa brincadeira pudesse ser verdade.

Eu estava sendo segurado por um dos rapazes e recebia golpes na boca do estomago enquanto eles discutiam comigo em uma linguagem antiga, pelo modo de pronuncia, mas que eu por mais estranho que pareça entendia a cada palavra. Marcos veio saltitando coisa que eu quase nunca o via fazendo, ele pula e acaba acertando o peito de um dos rapazes que me socava, dando uma brecha assim para que os outros me soltassem, sinto as mãos de Marcos sobre meu pulso e sou puxado enquanto corríamos.

Enquanto corríamos olhei para trás e pude perceber que os rapazes aos poucos pareciam mais feios que antes e maiores também, mas continuei correndo e meu namorado somente me puxava dando guinadas rápidas e me fazendo às vezes tropeçar, mas por sorte não cair ao chão.

Corremos e adentramos o hospital que minha mãe trabalhava, fomos em direção ao balcão e Marcos pediu para chamar a médica Brunner Hastings, a recepcionista nos pede um momento e cinco minutos depois minha mãe aparece, vendo meu amigo - nem minha mãe sabia sobre nosso namoro - ao meu lado, a mesma nos puxa para uma salinha e logo estamos a conversar. Conversa vai conversa vem percebo que quando os mesmos citavam os rapazes eles não diziam garotos ou homens, mas sim Lestrigões. Tentei diversas vezes interromper para saber o que estava acontecendo, mas em todas as tentativas sempre ficava sem respostas.

Estávamos quase terminando a conversa quando uma mulher, a recepcionista adentra a sala dizendo:

- Quatro homens se encontram na recepção e querem falar com a senhora, peço para aguardar?

Minha mãe somente assente, mas ao ver a moça sair, segura a mim e a Marcos pelos braços e nos leva para a saída de emergência, a saída que dava no estacionamento do hospital e adentramos o carro. Então meu namorado revela, ele era um sátiro enviado pelo acampamento meio sangue para me levar em segurança, fazia dois anos que o mesmo fora enviado, mas só poderia se revelar quando eu soubesse da verdade, ou quando meus poderes aflorassem, o que acontecesse primeiro. Ele me explica que somente semideuses poderiam habitar o acampamento além da oráculo a única mortal do local, assenti e perguntei de quem eu poderia ser filho, mas infelizmente não sabiam me dizer.

Marcos havia recebido sua missão por uma carta num papel branco com dois machados cruzados desenhados em ambos os lados do cartão no acampamento meio sangue, então o mesmo achava que por este motivo eu poderia ser filho de alguma divindade da guerra como Ares, porque Athena costuma usar mais a coruja como marca. Contudo nada muito concreto porque os deuses podem pregar peças, demoramos algumas horas ate chegar a uma colina contendo um pinheiro em seu topo, no fim do morro uma casa de coloração azul bebe se encontrava, onde podia se vir vários rapazes e garotas correndo de ambos os lados, solto o ar de meus pulmões e digo estagnado.

- Enfim novo lar...


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Re: Teste de Reclamação de Stiles Bane Hastings

Mensagem por Circe em Sex Jun 27, 2014 2:22 pm

Tipo, ainda continua aquele problema de alternar a narração de primeira para terceira pessoa, mas isso é só problema de atenção... acho. Está bem legal a história, mas meio rápida no fim. Enfim, não tenho muito para falar... Parabéns ^^

Aprovado

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