[FP] Cecilia R. Bellegard

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[FP] Cecilia R. Bellegard

Mensagem por Cecilia R. Bellegard em Ter Jun 24, 2014 7:54 pm


Love is beautiful, but it is the worst torture

Nome: Cecilia Ramona Bellegard

Idade: 16 anos

Local de Nascimento: Las Vegas, Nevada.

Nome do(a) progenitor(a) mortal: Joshua Taylor Bellehard

Nome do(a) progenitor(a) divino(a): Afrodite

Descreva como você é, física e psicologicamente: Seu corpo pequenino, altura que não passa de 1,65 cm, as feições delicadas; Uma boneca, de fato, não há quem negue isso. Uma rapariga de pele alva e um tanto pálida, sem cicatrizes ou marcas, apenas algumas tatuagens em lugares que nunca estão a vista. Uma cinta liga na coxa, uma pena próximo a costela na altura dos seios e, para completar, uma coroa em sua nuca. Os fios loiros caem em ondas rebeldes até o início de sua cintura, um tanto caóticos e desalinhados. Dona de olhos misteriosos e travessos, encantadores e hipnotizantes, as íris possuem uma coloração azul salpicada de dourado, como o lápis lazuli. Suas curvas são belas, característica herdada de sua mãe, dignas de uma segunda, terceira e uma quarta olhada.

Mentirosa. Dissimulada. Implacável. Questionável. Inúmeras são as palavras que podem defini-la, porém nenhuma consegue de fato, sua instabilidade é algo problemático. Um perigo para si mesma e para os outros, acostumada a ter tudo o que quer, mimada- talvez; perder jamais é uma opção. Criada para dominar, reinar e jamais abaixar a cabeça, tipicamente orgulhosa e pouco arrogante.Seu bem estar vem sempre em primeiro lugar, egoísta, sem dúvidas- afinal, sua família a ensinou a ser assim. Seu modo de ver o mundo é atípico, observar, raciocinar e por fim, classificar. Seria racional, mas não é, seu instinto sempre fala mais alto.

Atuar sempre foi o seu dom, sua fachada de menininha boba e incapaz, além de frágil e delicada ao extremo, tudo não passa disso: fachada. Ninguém jamais viu ou verá seu eu verdadeiro, sempre cortes e inusitada, seu vocabulário não contém palavras de baixo calão. Uma menina mestre em jogos mentais, tortura psicológica é seu maior trunfo,por ser considerada bobinha consegue facilmente manipular alguém em batalha. Prefere travar suas batalhas verbalmente, não gosta de regras ou autoridades, fiel aqueles aos quais chama de amigos e traição a esses não é uma opção. Ela é um monstro e sabe disso, mas faz de tudo para que ninguém a veja desse modo, adorável e cruel...Uma combinação perigosa.

Conte sua história, narrando desde sua infância até sua chegada ao Acampamento:

Bem, iniciemos nossa história conhecendo um pouco mais sobre a família Bellegard. Joshua Taylor Bellegard é um bem sucedido investidor da bolsa de valores. Suas ações foram, desde jovem, tomando proporções extraordinárias. Assim, este reuniu uma enorme fortuna e agora dirige uma mundialmente conhecida indústria internacional. Um homem arrogante, calculista e, sem dúvidas um perfeito cafajeste- mulheres para ele, nada mais são que um passa tempo.

Isto até conhece-la, uma mulher de longos cabelos loiros, com uma pose aristocrática e um ar majestoso, Afrodite foi sua perdição.

Dessa união, ou caso, como deseje chamar, uma criança foi gerada. A menina  fora deixada em cima de sua cama, envolta seda branca e cor de rosa, acompanhada por uma cesta de ouro com entalhes de pombas. Cecilia, literalmente, nasceu em berço de ouro.

Joshua  não estava preparado para ser pai, não tinha estrutura para criar uma criança, mas fez o melhor que pode- obviamente, quem fez a maior parte do trabalhos foram as babás.

A educação era de suma importância para o homem, a ignorância era um pecado mortal a seu ver, sendo assim, antes mesmo de falar o inglês corretamente, a pequena já tinha aulas de alemão- a língua natal do pai. Nos anos seguintes, a pequenina aprenderia com o pai a arte de comandar, enganar e persuadir,apenas o necessário para herdar seu lugar a frente da empresa.

Cecilia a doce menininha loira, um tanto pálida, sempre sorridente e amigável. Com seus cinco anos, tudo o que desejava era conhecer a mãe, mas como seu pai dizia: Sua mãe está ocupada sendo a rainha do amor. Durante anos a fio a menina pensara a respeito, mas não havia uma resposta plausível, exceto a de que sua mãe era a rainha das fadas, ao menos era isso que a pequenina pensava.

Aos sete anos de idade, como o costume da família, Ramona fora mandada para um internato. Não tardou e a criança apresentara dificuldade no colégio, algo que Joshua considerava inaceitável, a dislexia e o déficit de atenção foram diagnosticados.

Com seus doze anos, Cecilia tinha uma postura arrogante, idêntica a do pai. Para a empresa e para todos, ela era a boazinha Bellegard, mas para aqueles que tinham a infelicidade de serem seus inimigos, a garota era um verdadeiro demônio. Seu jeito duas caras, encantavam o pai, assustava as babás e fazia a própria menina estremecer. Foi mais ou menos nessa época que descobriu seu ‘dom’, com seus sorrisos doces facilmente conquistava qualquer um, sempre cercada de pessoas- as meninas a invejavam, os garotos, bom naturalmente a queriam. Porém, logo isso tornou-se tedioso e, foi aí que o submundo apresentou-se para si: jogos, boemia, risadas, dinheiro e o melhor de tudo, o poder. Acompanhava o pai em algumas dessas reuniões, a elite toda a sua disposição, todavia ela gostava mesmo era dos seres abaixo disso, mafiosos, ladrões- esses sim a atraiam, um desafio, Ramona sempre gostou de desafios.

A primeira expulsão foi épica. Um choque para todos, exceto para ela. Afinal, a professora praticamente implorara por aquilo, ela devia saber que a menina não aceitaria ser pisada e humilhada. Cecilia destruíra a casa da professora, e acidentalmente, tacara fogo em seus cabelos.

O caso fora abafado, obviamente.

A loira seguiu com sua vida normalmente, mantendo a fachada de boa menina, mas agora havia algo de diferente. Um alguém. Uma mulher. Em momento algum a garota cobrara o pai, pois desde pequena compreendia o seu lado, sentia a sua falta, sentia a necessidade de carinho, mas ainda assim mantinha-se calada. Ceci jamais gostou da mulher, então sempre a evitava.

A vida de Cecilia era diferente, mas ainda assim normal, ela não tinha consciência das criaturas que já começavam a sentir sua presença.

Foi no casamento de seu pai o primeiro ataque, ela tinha quatorze anos. Um homem grande, cheio de cicatrizes, robusto e com dentes tortos. No inicio ela pensou ser um inimigo de seu pai, pois sabia como eram frequentes os ataques ao líder da mafia, entretanto a criatura estava atrás de si. Ele chegou destruindo tudo, derrubando cadeiras e pessoas, a loira tentara correr, mas a grande criatura havia lhe avistado, a ultima lembrança que têm daquele dia é ser jogada contra a parede por um ser de apenas um olho.

Desde aquele dia ela se tornara mais cautelosa, infelizmente não havia o que se fazer, sua presença tinha sido anunciada aos quatro ventos.

Em seus dezesseis anos completos, seu pai já não sabia o que fazer consigo, a loirinha se transformara em uma perfeita femme fatale, mesmo com sua pouca idade construíra um império no submundo, tinha seguidores e inimigos e o que fazia? Simples, contrabando. Algo indigno, mas muito lucrativo, as opções eram inúmeras e tudo o que a menina queria era diversão e poder, os homens eram sua base, usava e abusava deles sem dó ou piedade. Jamais amou ou se apaixonou, não se deixaria enganar ou cair em seus próprios truques, Cecilia é um exemplo raro de beleza e cérebro.

O segundo ataque foi decisivo. Ela caminhava pelos corredores do internato, para variar estava atrasada, foi quando a avistou: a supervisora. A loira não dera tanta importância, afinal sabia que levaria apenas uma advertência, sem protestar seguiu a mulher até a sala dela. As memórias desse dia são borradas, mas envolvem a supervisora com pernas que pareciam duas caudas de cobra, Ramona lembra-se de gritar e tentar correr, mas a mulher sibilara e tentava a acertar com uma espécie de lança. Então, de um momento para outro, não havia mais supervisora, apenas uma pilha de pó e a garota esquisita do primeiro ano.

Seu nome era Harley, e se dizia filha de Hermes, uma meio-sangue.

Bellegard enlouqueceu, entrou em modo de sobrevivência, suas memórias são vagas, cheias de lacunas, nada o que houve desde aquele dia é certo.

Acampamento Meio-Sangue, foi para onde Harley a levou.

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Re: [FP] Cecilia R. Bellegard

Mensagem por Circe em Ter Jun 24, 2014 8:26 pm

Preferia que explicasse mais como escapou dos monstros e foi levada ao Acampamento do que usasse a artimanha de memória, mas sua ficha está perfeita e não tenho motivos para reprová-la. Então, parabéns e seja muito bem vinda ao Chalé X!

Aprovada

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