Teste de Reclamação - Amelie De Rossi Jones

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Teste de Reclamação - Amelie De Rossi Jones

Mensagem por Amelie De Rossi Jones em Ter Jun 17, 2014 4:03 pm

Teste de Reclamação
Nome: Amelie De Rossi Jones

Idade: 19

‘ Local de Nascimento: E.U.A, Texas - Kingsville

Nome do(a) progenitor(a) mortal: Isabel De Rossi Jones

Nome do(a) progenitor(a) divino(a): Apolo

Descreva como você é, física e psicologicamente: Tem os cabelos tingidos de um laranja fluorescente - antes tinha os cabelos loiros -, os olhos claros, entre o verde e o azul. Sua pele é bronzeada, por passar muito tempo na praia. Seu corpo é repleto de curvas e bem delineado.
Costuma ser bastante irônica e extrovertida, sempre fazendo piadinhas. É conhecida por sua beleza e sensualidade e também por ser simplesmente ótima em canto, desenho e pintura. Mesmo que tente ocultá-lo - acha que gostar de música clássica não combina nem um pouco com sua personalidade de “California Girl” -, tocar piano ou violino - coisa que faz muito bem - a deixam mais calma, mais tranquila e em paz com o mundo.

Conte sua história, narrando desde sua infância até sua chegada ao Acampamento:
Quando criança, morava com sua mãe em Kingsville, no Texas. Como todo semideus, nunca "se deu bem" com a escola. Não conseguia ficar um ano inteiro numa escola e seu problema de atenção só piorava a sua situação. Desde pequena, ela sofria com professores esquisitos que pareciam estar querendo jogá-la dentro de um vulcão em erupção, ou algo assim, a qualquer momento.
Além disso, aconteciam coisas estranhas com Amelie que ela simplesmente não sabia como explicar, como a vez em que estava tirando um cubo de gelo para por em seu copo de limonada e este derreteu em sua mão.
Era só uma garotinha quando descobriu o poder que a arte tinha sobre seus sentimentos e bem-estar. Desde então, passou a ter aulas de piano, violino e de belas artes. Aprendia com facilidade, e logo já pintava quadros e escrevia letras de música.

Sua relação com sua mãe sempre foi muito boa. Esta sempre apoiou a filha. Amelie não tinha muitos amigos, ela sempre foi tímida com aproximações. Por isso, sua única amiga era sua mãe.

Porém, nos seus 16 anos, em um dia que parecia ser um dia como todos os outros até então, Amelie chegou em sua casa com a notícia de que sua mãe havia sofrido um acidente de carro e que não resistiu por muito tempo. Aquilo a deixou em choque.
Sua vizinha, Maria, amiga de sua mãe, a consola-va. Dizia que tudo ficaria bem, que elas iriam conseguir achar uma brecha por aquela situação.
Mas… aquilo não entrava na cabeça da loira. De jeito maneira.

Por uma semana inteira, Amelie teve que passar seus dias sozinha, em casa - sabia cuidar da casa e cozinhar por si mesma, obvio -. Conseguia se virar bem - e todo dia, Maria vinha a visitar e ajudá-la na casa -,  mas faltava algo ali. Faltava aquele beijo na bochecha que recebia ao sair de casa. Aquele “Leve um agasalho!”. Aquele “Boa noite, meu anjo” antes de ir dormir… faltavam os sorrisos. Faltava a felicidade em si.

Em pouco tempo, Amelie entrou em decadência. Parou de ir a escola, parou de comer, parou de ir nas aulas de piano/violino, de dormir…
Ela entendeu que não havia mais porque continuar ali.
E foi o que fez.

Apanhou uma faca afiada e mirou-a em seu pulso. No mesmo instante, ouviu uma voz vindo da na porta. “Maria…” pensou. A descendente de mexicanos tinha a cópia da chave da casa, claro... Assim, escondeu a faca atrás de si e esperou que a morena entrasse. Esta, a saudou. Trazia pão, leite e outros alimentos. Maria deixou as sacolas no balcão e notou que a outra escondia algo.
“Que passa, Amy?”
Pediu a loira que o mostrasse e quando viu a faca e a assimilou às marcas da tentativa de cortar seu pulso, arregalou os olhos e tapou a boca com a mão, completamente surpresa.

Depois de conversas, lágrimas e abraços, Maria fez a mais nova prometer que nunca mais iria o fazer.
As duas comeram, conversando e rindo, até que Maria interrompeu um silêncio pós-gargalhadas para dizer “algo que a deixaria contente”. Curiosa, Amy pediu-a que continuasse. E assim, a mexicana disse que conseguiu falar com uma tia dela, a tia Mandy, e que, se tudo desse certo, ela poderia ir morar com ela.
De fato, aquilo a deixou muito contente.
“Tia Mandy? Sério? E onde ela mora? Austin?”
“E-eer… não, Amy. Ela mora em San Diego, na Califórnia”
“...”
Claro, ir para tão distante assim não estava nos planos da loirinha. O máximo que conseguia pensar era para o norte do seu tão amado Texas.
Mas, isso não era uma escolha dela.

Assim que chegou na tão famosa San Diego, encontrou sua tia Mandy no aeroporto, uma mulher que aparentava ser sua irmã mais velha. Cabelos castanhos tingidos de vários tons de rosa, olhos negros e pele bronzeada. Usava um short jeans e uma camiseta teen caída sobre os ombros, com seu bikini rosa à mostra. Amelie notou também que a tia usava um óculos escuros na cabeça, sinais de que ela passava seu tempo na praia.
E-er.. tia Mandy parecia ser uma boa pessoa.

Os anos se passaram, e Amelie aprendeu muita coisa com sua tia. Mesmo que esta pareça uma dessas “tiazinhas que se fazem de adolescentes”, Mandy conseguia dar conselhos e consolos para a loira, sempre sendo gentil e compreensora.
Mandy virou um “modelo” para Amelie, que radicalizou, tingiu seus cabelos de laranja e passou a se divertir ao extremo - “A vida é curta demais para se vivê-la sem diversão.” por Mandy De Rossi Jones -.
Por incentivo da sua tia, começou a frequentar a praia e ir à festas.
Tudo tinha voltado ao normal.

Durante algum período, tudo ia bem. A ruiva até conseguiu fazer um amigo. Jacob, um garoto loiro cadeirante da sua escola. Porém, durante o final do ano letivo, quando Amelie pensou que jamais teria que se preocupar com cantineiras que atiravam molho de cachorro-quente em si, um professor substituto começou a lhe "perseguir".
Por algumas semanas, este lhe dirigia olhares de repulsa.
Foi quando o professor a deixou na detenção que tudo começou.
Ela estava sentada numa das cadeiras, com o professor a sua frente. Estava morrendo de tédio. Não se podia fazer absolutamente nada. Olhou seu relógio de pulso. Só mais vinte minutos ali... "Isso vai demoraar..." pensou. Quando olhou para o professor, pensando em alguma desculpa para sair mais cedo, viu seu professor se transformar em mantícore.
Janelas e portas trancadas, não tinha mais saída.
Como um desses super-heróis de revistas em quadrinhos, Jacob, agora sem a cadeira de rodas e sim em sua forma sátira, arromba a porta da sala, luta batatamente (bravamente, corajosamente) contra o monstro e logo puxa a antiga loira para uma das janelas, quebrando-a. Os dois pulam - a sala ficava no primeiro andar - e correm até o sistema de esgoto. Amelie nem contradiz nada, ainda estava perplexa com a cena que viu - seu amigo com pernas de bode lutando contra uma criatura anormal "das trevas" -.
Depois de uma asquerosa caminhada, chegam até um beco sem saída por meio de um bueiro, onde uma van os aguardava. Assim que Amelie já estava "calma", começa a fazer milhares de perguntas sobre tudo que aconteceu. Calmamente, Jacob começa a lhe explicar tudo, desde os ataques dos professores, às coisas que lhe aconteciam.
Mesmo ainda não entendendo e ligando coisa com coisa, Amelie concorda em ir com ele, não teria coragem de voltar àquela escola tão cedo...
E assim, entram na van - a van de Argos - e partem para o acampamento meio-sangue.

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Re: Teste de Reclamação - Amelie De Rossi Jones

Mensagem por Circe em Qua Jun 18, 2014 1:04 pm

Wow  Shocked 
Sua ficha está fascinante, tudo bem encaixadinho e explicado >< Eu ia pedir para reescrever a parte que enfrenta a manticora, pois aquela parte não está bem desenvolvida, mas resolvi deixar passar porque todo o resto compensa essa pequena falha...
Parabéns e seja bem vinda ao Chalé 7!! ^^


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