Teste de Reclamação de Pyeong Mi-Hi

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Teste de Reclamação de Pyeong Mi-Hi

Mensagem por Pyeong Mi-Hi em Qui Jun 12, 2014 8:13 pm


First love, my unforgettable love

Nome: Pyeong Mi-Hi
Idade: 17
Local de Nascimento: Los Angeles.
Nome do(a) progenitor(a) mortal: Pyeong Hoseok(Pai), Ahn Yuna(Mãe adotiva)
Nome do(a) progenitor(a) divino(a): Quione
Descreva como você é, física e psicologicamente:
Mi-Hi nunca gostou de sua aparência, sua pele bastante pálida, cabelo naturalmente escuro e estatura mediana, não lhe soavam atrativos, até mesmo seus olhos “puxados” a incomodavam, ela sentia-se diferente das outras pessoas, mas não diferente de um modo positivo, e sim como uma total estranha de descendência coreana. Ela até mesmo clareou seus cabelos para tentar parecer mais aceitável, mas de alguma forma, ela simplesmente não se agradava consigo mesmo.
Sua personalidade foi se moldando ao longo do tempo, até os sete anos ela era bastante feliz e brincalhona, depois do abandono, ela se tornou uma pessoa gélida, tão gélida quanto sua pele. Por mais que ela tentasse lutar contra os sentimentos ruins, eles já a dominavam.
Mas afinal ela não é uma pessoa ruim, é apenas reservada e evita quaisquer tipo de contato com outras pessoas. Além de sua mãe adotiva, ela não sentia mais afeto por ninguém.
Conte sua história, narrando desde sua infância até sua chegada ao Acampamento:
Numa noite nevava, dando boas vindas à nova semideusa.


Mi-Hi foi criada por seu pai e sua madrasta durante grande período de sua infância, porém seu pai sabia os riscos que ela trazia tanto para si mesma, tanto para os outros membros da casa.
Ela gostava de frequentar a escola, e sempre nas quintas feiras ia para uma floresta distante com seu pai, um momento apenas para os dois se divertirem. Por mais que sua madrasta não fosse ruim, ela gostava de ter um tempo a sós com quem ela mais gostava.
Em mais um dia que parecia comum, Mi-Hi voltava de seu colégio, mas notou uma cena que assustou-a, quando chegou em casa  os filhos de sua madrasta estavam machucados enquanto ela chorava e olhava para a garota como se tudo tivesse sido sua culpa. O olhar de seu pai não parecia reconfortante como sempre, era de confusão, e isso só fazia Mi-Hi sentir-se mais mal, mesmo sem saber o motivo de tudo aquilo.
À noite Mi-Hi ouviu batidas em sua porta, e para sua surpresa quando ela abriu lá estava seu pai, com um sorriso ele disse:
–Acho que temos um passeio hoje, minha Bonequinha de Gelo.- Ele sempre a chamava assim, e ela gostava, a fazia sentir-se especial.
–Vamos, Appa.- Ela sorria divertida agarrando sua mão, depois de um longo dia, era o que ela mais queria fazer.
Eles então foram de carro até a floresta, o ar fresco deixava a sul-coreana confortável e feliz. Por mais que aquela noite estivesse bastante chuvosa, isso não a incomodava, a chuva a fazia sentir mais viva. Ao descer do carro ela começou a correr sobre o solo úmido, brincando enquanto seu pai ia logo atrás dela, ele a alcançou e a segurou parando-a.
–Que tal brincarmos de pique-esconde?-Seu pai sugeria.
–Vamos brincar, Appa.-Ela sorriu com sua inocente expressão, enquanto seu pai a abraçou e lhe deu um beijo na testa.
–Você conta e eu me escondo.-Ela fez uma expressão insatisfeita, ele riu daquilo, mas de alguma forma, não parecia uma risada normal, seus olhos não tinham a mesma aparência de sempre, e a coreana notou isso, mas não quis perguntar nada.
Correndo contra o vento ela foi para árvore mais próxima, começando a contagem até 100 como de costume, mas algo a deixou atordoada, no meio da contagem ela ouviu um som de um carro ligando, mesmo lutando para que aquilo fosse coisa de sua mente, ela teve que se virar, e pra sua surpresa e infelicidade, o carro de seu pai não estava mais lá. Seu coração de apertou enquanto ela começava a gritar de forma desesperada:
–Appa! Eu sei que você está aí.-Ela ainda não acreditava que havia sido deixada, cada vez seus gritos se tornavam mais baixos, ela estava perdendo a voz.
–Appa, apareça.-Suas lágrimas apareciam e começavam a rolar de forma descontrolada, sua respiração se tornava incerta. Já sem fôlego ela parava de gritar e correr, tudo havia sido em vão, então ela adormeceu no chão, enquanto pensava ou pelo menos se forçava a acreditar:”Appa vai voltar, isso foi só parte da brincadeira.”
Amanheceu e ele ainda não aparecia, quem apareceu foi uma mulher vendedora de doces, ela sorria de uma forma doce, enquanto a menina estava assustada.
–Gostaria de me acompanhar, mocinha? E aliás, qual é seu nome? -Ela sabia que não deveria confiar em estranhos, mas na verdade, até mesmo confiar em seu pai foi um erro, um erro a mais ou a menos não lhe faria diferença.
–Sim, Ahjumma, e meu nome é Mi-Hi... Pyeong Mi-Hi.
Mi-Hi não sabia, mas a partir dali se iniciou uma coisa, um vínculo de mãe e filha que apenas se fortaleceu ao longo dos anos.  Mi-Hi  não tinha noção de sua origem semideusa, tendo 17 anos, ela não queria nem mesmo saber qualquer origem depois do incidente onde foi abandonada.
Ela não havia sido perseguida por nenhum monstros até os dias atuais, a extensa plantação de diferentes flores na frente de sua casa disfarçava seu cheiro, mas ela não poderia escapar por muito tempo. Em um dia em sua pequena casa ela recebia a “visita” de uma pessoa... um humanoide. Ela abria a porta com sua expressão natural de desinteresse, enquanto ouvia o ser falar:
–Escapou por muito tempo, mas agora chegou sua hora.
Os olhos da coreana se arregalaram e ela apenas foi capaz de gritar:
–Omma, fuja. -Era tarde demais, o bicho já estalava seu chicote, enquanto falava:
–Antes, vou lhe trazer um pouco de dor. -Seu riso a trazia sensações ruins enquanto ele começava a chicotear sua mãe. O corpo de Mi-Hi se agonizava enquanto suas lágrimas começavam a cair, ela tentou correr para salvar sua Omma, mas algo a segurou, na verdade não algo, e sim alguém.
–Vamos sair daqui. -O garoto sussurrava em seu ouvido, ele tapou sua boca elevou ela pra fora através da janela enquanto o bichano estava distraído com Yuna, Mi-Hi tentava lutar, mas ele era forte demais, já lá fora ele a levava para um taxi, mesmo depois de se contorcer, berrar e chorar, ele ainda não a permitia ir.
–Ya! Eu preciso salvar minha Omma, me deixe ir, ela é tudo que eu tenho. -Seu choro se tornava cada vez mais alto, então o garoto fez um sinal para o homem seguir com o táxi, o que encheu Mi-Hi de ódio:–Ya, você é idiota ou o que? Eu te disse que queria ficar, você não pode mandar em mim, garoto estúpido.-Ela despejava suas palavras cheia de fúria, seus olhos expressavam seu ódio e dor.
–Semideusa ingrata, você morreria lá, acho que a idiota é você.
–Semi o que? Vejo que você andou cheirando umas ervas. -Ela revirou as orbes, enquanto ele limitou-se a dizer:
–Você não vai entender tão facilmente.
O resto do percurso foi silencioso, até chegarem no acampamento e ela começar a fazer uma serie de perguntas:
–Porque você me trouxe aqui? O que é exatamente isso? Semideusa é o que, um xingamento?-Ele permanecia calado.–Ya! Me responda, garoto bobo.
O lugar respondeu por si, pessoas treinavam, e ela via apesar da distância, alguns semideuses se apresentavam para ela, perguntando:
–Uma filha de Quione, certo?
Ela ficava extremamente confusa com tudo isso, Quione? O que exatamente era Quione? Ela respondia da forma menos desagradável que conseguia:
–Minha mãe morreu a muito tempo, e eu nem mesmo sei quem é essa tal de Quione.
Aquele era apenas o começo de novas descobertas.

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Re: Teste de Reclamação de Pyeong Mi-Hi

Mensagem por Apolo em Sex Jun 13, 2014 8:47 am

Adorei sua ficha, muito bem detalhada e escrita. Gostei bastante das descrições e principalmente da história, parabéns.

Aprovada!
bem vinda, filha de Quione.

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