Alexis H. Osborn

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Alexis H. Osborn

Mensagem por Alexis H. Osborn em Sab Maio 31, 2014 8:53 am


Alexis H. Osborn


Nome: Alexis H. Osborn

Idade: 15 anos.

Local de Nascimento: Londres

Nome do(a) progenitor(a) mortal: Elizabeth Lancart

Nome do(a) progenitor(a) divino(a): Zeus

Descreva como você é, física e psicologicamente:
- PERSONALIDADE: Alexis é impulsiva, um pouco arrogante, sarcástica, extremamente teimosa, charmosa, sedutora e carinhosa para com os que ama. Vai até os extremos para conseguir o que quer ou salvar e defender o que deseja. Tranquila, uma pessoa na dela, estudiosa e brincalhona quando quer, ela é o oposto de seu irmão Sean. Ela pode ser o seu maior sonho, mas que com uma decepção torna-se seu maior pesadelo, ela ama sem limites e vive sem impossibilidades.
- DESCRIÇÃO FÍSICA: Alexis é uma garota linda, possui longos cabelos negros, belos olhos cor de mel penetrantes e podemos dizer que ela é dona do sorriso mais angelical que já tinha sido visto. Ela possui altura Mediana, é esbelta e chama atenção por onde passa com seus traços perfeitos. Sua pele é clarinha realçando assim a cor dos seus olhos, possui lábios carnudos e dentes extremamente brancos. Ela tem um cuidado excessivo com sua aparência, tentando se manter o mais bonita possível aos seus olhos.

Conte sua história, narrando desde sua infância até sua chegada ao Acampamento:
Ela se recolhe contra os próprios joelhos, sua respiração quente e ofegante entregava que estava chorando por um bom tempo, suas costas encostada contra a porta pressionando a mesma com força para que não fosse aberta por ninguém, a dor era visível em seus pequenos olhos encharcados pelas lágrimas salgadas que escorriam pelo rosto, o motivo pelo qual ela chorava ninguém conhecia pois ela tinha o dom de guardar para si própria toda a dor que sentirá por vários anos, mas uma hora tudo seria colocado para fora de uma única vez só. Os braços apertavam as pernas com força e as unhas lhe cortavam a pele ou lhe causavam arranhões imensos, ela absorvia tudo aquilo com seu choro silencioso, mas sua face transparecia alivio, era naquilo que encontrava sua escapatória de sua vida inútil, era aquilo que lhe trazia força para continuar a suportar a verdadeira dor que corroía seu coração de forma lenta e agoniante. Já sabia que sua alma estava perdida e que se tornará uma pessoa amargurada que guarda raiva e ódio dentro do pobre coração despedaçado.
Queria continuar sua escapatória dolorosa, mas recordará que seria castigada se não comparecesse naquele maldito jantar de família, não encontrava em lugar algo o motivo de ter de comparecer já seria ignorada e serviria de gozo para os outros presentes como sempre, mas não podia nem mesmo questionar a impiedosa mãe que certamente lhe esbofetearia até implorar para que parasse em quanto Carolinne caçoaria da cena que estaria presenciando, ela não queria aqui, pelo menos não na presença de outros então levantou-se do chão umedecido pelas lágrimas e mirava sua imagem no espelho postado propositalmente ali para que nunca se esquecesse como era - "Você não é bela com a sua irmã" - A frase dita por sua mãe no momento que falara que iria cortar seus cabelos. O corte ressoava em sua cabeça sempre que se via perante o espelho, sentia que não aguentaria muito tempo se conter então se vestiu em quanto limpava com cuidado os ferimentos causados nas pernas pelas unhas, o algodão com álcool deslizava pelas feridas que ardiam. mas era necessário para que não ficassem tão visível.
Descia  pela escada com uma lentidão imensa, sentia os olhos das parentes lhe fuzilarem até que alcançou o ultimo de grau, todos suspiram em uma só voz fazendo se sentir minuscula, agora já não lhe notavam e voltará a se tornar a invisível que sempre foi para todos os presentes, mas do mesmo modo ainda acreditava que um dia poderia ser feliz e não importava ser fosse ali ou em outro local só o que queria era sentir o minimo de felicidade em seu coração, pobre criança que ainda sobrevive com essas ilusões que tornam o suicídio mais lento e doloroso, ninguém lhe disse que os finais feliz só acontecessem dos livros antigos de contos de fada, a pequena deveria se poupar dos sonos e acordar para a realidade que vivencia, aprendendo a conviver e aceitar que seria assim até o fim, mas ela se recusava.
Todos estão perdidos em conversas estúpidas sobre o futuro de Carolinne, aquela garotinha perfeita que sempre atraí a atenção de todos, aquela que tem tudo aquilo que quer diante de seus pés, aquela que ri da dor da irmã, aquela que a menina queria ter ao menos o amor de irmã, mas tudo que Carolinne sempre fez foi esnobar e maltratar a pequena igual a mãe e por trás da beleza esconde uma figura rancorosa, todos dirigem elogios a Carolinne em quanto a garota ficará apenas com os os restos, desprezo, ignorância e incompreensão, mas mesmo assim ela não sentia raiva da irmã e nem mesmo inveja pois sabia que a culpada de tudo era Elizabeth Lancart, sua impiedosa mãe.
A sala se esvaziava aos poucos até que todos se foram restando apenas a mãe e ela na sala, se encontrava sentada em um canto mal iluminado e a mãe lhe fitava com ódio e nojo nos olhos, a garota nunca entenderá porque aquela que lhe colocará no mundo tratava a filha daquele jeito, não compreendia porque tinha desprezo por ela e muito menos porque fazia questão de fazer a menina se sentir sempre diminuída e lançar em sua cara que nunca chegaria ao pés da irmã. Ela queria sair correndo escada a cima e se torturam lentamente de novo, mas a mãe fazia questão de lhe direcionar insultos fúteis, ela não queria ouvi-lá, já se sentia extremamente mal e seus olhos começavam a fraquejar, ela sabia que iria chorar e não queria que a mãe lhe fizer o fazer,agora se levantará bruscamente se colocou escada a cima se trancando no quarto, as lagrimas começaram a brotar e ela precisava da sua tortura -"Você é uma inútil, não sei onde estava com a cabeça quando pari você"- As palavras ecoavam em sua mente como facadas e ela chorava mais, precisava parar de escutar aquilo e o único modo era sua doce tortura,se afastou e recolheu a lâmina de cima da comoda, uma lágrima caí sobre o metal e reluz, ela se deixa cair escorregando o corpo pela parede em quanto o chora se tornava silencioso.
O primeiro corte é feito, ela sente a dor surgir lhe aliviando, outros cortes são efetuados e o sangue eminente escorre por suas pernas tremulas até alcançarem o chão, ela continua a se cortar em quanto chora em silêncio, sente o alivio percorrer o seu corpo em quanto a carga de tristeza exala de seu corpo, continua se ferindo mais e mais até cair completamente em sono profundo meio o sangue escorrido, pobre menina que se vê obrigada a enfrentar seus fantasmas...  


Chegada ao Acampamento.

Meus pés descalços caminhavam por entre as pedras que se faziam presentes no caminho além dos galhos, gravetos e folhas que caíam constantemente das árvores...Ah árvores, elas sempre foram as melhores contadoras de história, pois ninguém melhor que alguém que tudo observa para nós contar as verdades de uma vida inteira. O único barulho que se fazia compreendido era o do vento soprando palavras amargas em meus ouvidos, palavras que me gelavam o corpo e que dor trazia para a alma de qualquer um, mas não permiti que me fizesse abalar por tal fato, esta disposta a chegar ao meu objetivo, ou melhor,desejava se distanciar de tudo aquilo que me desmerecia amargamente... Mas o que estava realmente buscando? Talvez um lugar qualquer para passar alguns dias ou até mesmo um onde existissem pessoas como eu, que sofressem como eu, um lugar para poder chamar de meu lar.
O caminho em meio a floresta jamais me serviria para algo se nãos estivesse em certas circunstâncias, eu não havia tido outra opção e mesmo que ouvisse alguma outra a floresta seria minha escapatória mais rápida. Precisava me afastar daquele lugar, meus motivos eram reais, porém, ninguém aceitava acreditar em meus dizeres então tudo que me restava era continuar com a fuga pela floresta, eu fugia não apenas daqueles que me diziam palavras de desrespeito ou mal gosto, fugia também de algo que vinha me perseguindo de forma frenética todas as noites, o que era ainda não havia descobrido, porém, tinha certeza de que não era algo normal, se travada de alguma coisa que nosso mundo insano não é capaz de compreender completamente, talvez os veja em livros  de ficção ou contos de fadas, mas que se fizeram real para mim, o motivo para tais acontecimentos ainda não conseguia compreender... Pelo menos não por completo.
Sentei em baixo de uma das árvores maiores que pude encontrar naquele momento, abracei meu próprio corpo com força tentando esquenta-lo, meus dentes batiam uns contra os outros e as solas de meus pés descalços se encontravam completamente castigadas, aquela parada realmente viera em boa hora, mas agora precisava me preocupar com o como me esquentar ou se não conseguiria resistir aquela noite que provavelmente seria de grandes chuvas pois as belas nuvens cinzentas que havia avistado horas antes pareciam pesadas e medonhas ao momento que se aproximavam. Como se esquentar em plena floresta? Não havia levado nada comigo além de algumas mudas de roupas,comida e meu velho soco-inglês que a tempos vinha me acompanhando, precisava de algo quente como um cobertor, mas tudo que consegui encontrar entre alguns galhos caídos próximos na minha árvore-refugio era um pedaço considerável de lona preta, ha quem pertencia eu não sabia, mas iria ao menos me proteger e ajudar a manter o calor em minha pele. Naquela noite tudo me pareceu errado, tudo se tornou um pesadelo e meu ultimo resgate foi o sono inevitável...
Eu estava deitada em uma cama extremamente confortável coberta por grossos edredons e cobertas de linhos em tons escuros, minha cabeça se recolhia em um agradável travesseiro de penas de alguma ave que não me dizia a respeito e através de um pequena janela ao estilo vitoriano o reflexo da luz da lua iluminava o local, mas lugar era aquele? Levantei da cama pisando ao chão sem sentir nenhuma dor ocasionada pelos cortes nos pés, aquilo me foi estranho e acabou por me fazer conferir as solas dos meus, esperava que ouvissem fortes profundo, porém, me deparei com belos pés lisos e limpos. Sim, havia algo de muito errado ali.Caminhei até a pequena janela com cautela e bisbilhotei o que se encontrava do outro lado, mas tudo que vi foi apenas a escuridão, a luz da lua que antes havia sido refletida pelo vidro agora já não mais existia, a cama confortável se transformara um velha maca de ferro com algemas e em minha volta as paredes iam se encolhendo. Busquei por uma porta e para meu desgosto não havia nenhuma, cai ao chão no centro do local levando as mãos aos ouvido quando vozes começaram a ecou por todos os cantos recintando os dizeres “ Você não é uma garota normal”, “ És uma aberração”, “ Sua vida inútil pertence a nós cara garotinha”. Minha cabeça doía cada vez que apertava mais e mais as mãos contra as orelhas, as paredes continuavam se mexendo ao meu encontro, estava de olhos fechados e negava com a cabeça:
– Não! Não sou diferente! Me deixem em paz! Naaaaaaaão! Saiam daqui... - Meu coração começara a bater mais rápido, meu rosto ficava vermelho e meus olhos ardiam em fogo até que... Acordei.
Estava ofegando, meus cabelos grudavam em minha face que se encontrava completamente molhada por conta do suor que escorria de minha testa, estava espremida entre duas das maiores raízes daquela árvore enquanto fazia de minha mochila um travesseiro desconfortável e me cobria de forma desajeitada com a lona que havia encontrado horas antes, me sentei com dificuldade tentando me recuperar daquele maldito pesadelo. Não foi a primeira vez que aquelas vozes me perseguiam em sonhos e muito menos seria a ultima, minha vida estava se tornando cada vez mais um inferno desde que haviam aparecido, tudo se tornava perigoso de mais, complicado de mais ou  sombrias de mais, coisas estranhas começaram a acontecer frequentemente fazendo com que no inicio realmente acreditasse que estava ficando louca, mas os fatos seguintes me fizeram crer que não era uma lunática...


Alguns dias depois

Meu corpo estava gelado. Não, não estava realente gelado estava apenas frio de mais naquele lugar pois era praticamente impossível um ser humanos ter uma temperatura tão baixa ao ponto de ter o corpo com uma pedra de gelo polar, porém, era assim que me sentia quando meus olhos se abriram. Onde eu estava? Conhecia aquele lugar mais não conseguia me lembrar de onde era e muito menos o que estava fazendo ali, meu corpo caído no chão sendo consumido pela escuridão fazendo com que um sentimento de raiva crescesse, mas raiva de quê?  De quem? Tinha as perguntas, mas não as respostas e minha cabeça não fazia a menor questão de me ajudar a recordar, eu não conseguia lembrar de nada além do meu nome...Alexis, sim esse é realmente o nome. Não conseguia me mexer direito pois meu corpo não obedecia aos meus comandos, era como se eu não soubesse fazer aqueles movimentos direto ou até mesmo que meus ossos estivesse quebrados., senti o desespero percorrer minha espinha junto com tremor de algo que se aproximava em passos lentos, realmente era impossível me mexer, tudo que conseguia fazer era movimentar aos poucos o pescoço ainda sentido uma dor quase insuportável. Meus olhos procuravam pelo alguém que me observava e tudo que encontrei foi a silhueta de um homem se aproximando em passos lentos, ele vestia roupas de guerra e pouco a pouco suas caracterizas se faziam visíveis enquanto se aproximava mais e mais. Ele era muito belo e seus olhos vermelho-sangue fascinariam qualquer um:
– Pequena Alexis, finalmente lhe encontrei.
– Mas quem és tu ? - Me coração apertou por um momento como se sofresse uma facada repentina fazendo com que soutasse um pequeno gruindo de dor  - O que faço aqui?
– Te acalme, vou lhe contar as coisas com o tempo, mas por enquanto o que lhe basta é apenas isso - Ele esfregou as mãos pesadas  e recitou versos gregos, logo em seguida direcionou as palmas das mãos para meu corpo que começou a se aquecer  enquanto meus olhos ficavam pesados e minha visão ficava embasada - Aos poucos os mistérios irão se revelar, minha querida e tudo pelo seu bem.
Meus olhos se abriam aos poucos por conta da claridade. Onde eu estava? Olhei em volta e me deparei com diversas macas vazias com pequenas mesinhas ao seus lados, me levantei com dificuldade e caminhei até a entrada da velha "tenda" os as macas se encontravam e me deparei com uma imensa quantidade de jovens andando de um lado para outro, talvez eu tivesse sido levada para um acampamento de verão....


Narre um encontro entre você e seu pai/mãe, pode ser direta ou indiretamente:
" O dia estava silencioso, o calor era suportável. A garota estava ofegante, ela sentia as dores ecoarem em segunda dose. Alexis sabia que conseguia, só bastava reunir todas as suas forças e escolher o momento certo. - Inútil! - A garota berrava, encarando um dos cães. Um deles pulou em sua direção, logo estaria no chão, amenos que conseguisse encontrar alguma saída. Rapidamente ela segurou a espada com todas as forças que conseguiu arranjar, ela estava esperando o ataque chegar até ela. O ferimento mostrava-se na perna de Alexis, ele ardia, fazendo a semideusa ter suas agonias mais profundas. - Arg...! - berrou outra vez, jogando a sua espada em direção ao monstro. Ela conseguiu feri-lo, foi um único corte em seu pescoço. Este foi o máximo que ela conseguiu até ali. Alexis havia subestimado aqueles cães, agora sofria as consequências. Achava que seria fácil, mas não era. Mas, havia uma coisa que ela não poderia esquecer: ela não poderia subestimar a si mesma, ela deveria lutar e superar-se, isso é oque a mantinha viva atá ali.

- Inútil! - ela berrava novamente, andando em direção ao cão preto, tamanho médio, ergueu a espada em cima de sua cabeça, empunhando com as duas mãos. Este fora um dos erros de Alexis, ela esqueceu que cães infernais podem morder. Aquele cravou os dentes em sua perna, enquanto um terceiro observava, ela enfiou a espada no cão perfurando sua cabeça, enquanto sentia suas dores saindo do local da recente mordida e logo espalhando-se para toda sua perna. Pelo menos, seria um a menos agora. Bastava ela ser esperta e tentar o mais rápido que puder, e ela conseguiria. "Vamos Alexis..." ela dizia a si mesma, mentalmente enquanto procurava não gritar e esbanjara a todos os outros que assistiam a pequena batalha.

Enquanto aquele primeiro cão se reclamava do pequeno corte que lhe ardia o pescoço, Alexis mancou até o terceiro cão, sentado em um outro canto, que já levantava e começava a posicionar-se em uma postura digna de uma luta. Ele avançava para cima da garota enquanto ela ajeitava a espada nas mãos, quando finalmente alcançaram uns aos outros, ela atacou como um camponês ataca o matagal, buscando liberar a passagem de si mesmo. Ela foi empurrada para o lado, juntamente acompanhada pelas garras do cão que a empurravam. Mesmo com a perna sangrando devido a mordida, mesmo cansada, ela levantou. - INÚTIL! - berrou ainda mais alto do que das vezes  anteriores - INÚTIL - agora Alexis sentia a raiva, que escorria dentro de si na mesma velocidade em que o sangue deslizava em sua perna. Alexis estava erguida, empunhava a espada novamente, e atacava a cabeça do monstro, no nível de seus olhos. Ela caiu outra vez quando o chão cortou sua face, fazendo-a fechar seus olhos cinzentos. O cão ia em sua direção outra vez. Quando Alexis estacou a espada em seu peito, em uma oportunidade de pulo falhada que o cão tivera.

Agora estava ela e um último cão. O cão era maior que os dois anteriores. Mas Alexis suportou até ali. Ela podia aguentar ainda mais, ela só precisava confiar nela mesma, em quem ela foi, em quem ela pensa que é, e quem ela é realmente. O cão rondava todos os lados da menina, que ofegante sentia suas lágrimas escorrerem nos dos olhos, em pedido de um "chega". Ela cambaleava, mas teve forças suficientes para um último grito, antes de devolver as dores que os outros cães a proporcionaram. Ela levou ao cão, vários ataques seguidos, ataques de todos os lados, procurando dar um fim naquela luta. Ela levou alguns arranhões, devido a defesa envolvendo as garras do cão, mas, ela conseguira ferir o estômago do animal. Acabando com a vida deles.

A menina jogou-se ao chão, assustada. Fechou seus olhos lentamente e paralisou nos pensamentos. Uma voz interrompeu o silêncio da arena vazia. - Muito bem, Alexis. - a menina abriu os olhos na mesma velocidade em que se levantou. Encarou os olhos do homem e assim, sentou-se, cobrindo a perna ferida com as mãos. - Pa-pa-pai? - gaguejou a garota. O homem lhe sorriu e fitou-a afetuosamente. - Zeus. - suspirou e então sorriu-lhe. Zeus disse no mesmo sorriso: - Me traga orgulho, filha. - uma luz branca e azul invadiu o local, a garota olhou a sua volta. - Pai? - levantou-se e importou-se com o ferimento da perna, mas ele havia desaparecido.



Alexis H. Osborn
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Re: Alexis H. Osborn

Mensagem por Hades em Sab Maio 31, 2014 10:03 am

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