Missão One-Post para Zachary A. Howard

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Missão One-Post para Zachary A. Howard

Mensagem por Convidad em Qua Dez 26, 2012 3:18 pm


Floresta Infernal

Missão de Zachary A. Howard || Luta || Missão Interna



Era uma manhã agradável no Acampamento meio-sangue, mas como sempre haviam problemas que vários não sabiam, mas como líder do acampamento Dionísio já estava acostumado com isso, o problema da vez seria dois cães infernais rondando a floresta, não pareciam que queriam invadir o acampamento e sim matar os campistas que passavam na floresta, mas Dionísio não poderia deixar isso acontecer, o mesmo foi até o chalé de Macária e chamou Zachary A. Howard para a missão, oferendo em troca presentes pelo trabalho, o campista hesitou em aceitar, mas enfin, aceitou a missão.

Código:
O que deve ter no post:

- Conversa com Dionísio.

- Preparação para a missão, citando as armas que levará.

- Ida até a floresta.

- Momento em que acha os cães.

- Batalha contra os monstro e enfim, volta a Casa Grande.[/color][/font]<center>


Última edição por Dionísio em Sex Dez 28, 2012 6:10 am, editado 1 vez(es)

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Re: Missão One-Post para Zachary A. Howard

Mensagem por Zachary A. Howard em Sex Dez 28, 2012 1:06 am

One Post ♦ Dionísio ♦ Zachary ♦



Não estavam nos meus planos acordar tão cedo, mas a maneira com que o sol adentrou no chalé, era muito convidativa para dar um passeio lá por fora. Eu queria sair, mas os meus instintos diziam para ficar. Certos ou não, sempre sigo os meus instintos. Ao acordar vou ao banheiro, molhar o meu rosto, me refrescar e também para fazer a minha higiene pessoal e tomar um banho. Após tomar meu banho e vestir uma roupa confortável, recebo uma visita no meu chalé. Era um homem alto, de cabelos negros e olhos púrpuros, ele me era familiar, talvez fosse um campista que havia visto, querendo ou não minha memória era péssima.

- Olá Zacharias, eu estou aqui para te dar uma missão. Tenho dois cães infernais na floresta, eles não parecem ser muito amigáveis, estão atacando os campistas que ali passam. - disse o homem.

- Olá, e meu nome é Zachary, não Zacharias, ou só Zach. E por acaso acha que pretendem atacar o acampamento ?

- Não sei Sózach, talvez só queira comer alguns campistas, como você. Mas em compensação você recebera presentes, se voltar vivo é claro. - disse sorrindo sarcasticamente.

Hesito por um tempo, para falar a verdade não queria aceitar, estava por um bom tempo parado, não sabia se podia derrotar dois cães infernais, um até que poderia encarar, mas por fim, suspirei fundo, assentindo sério.

- Meu apelido é Zach, só Zach. E eu aceito, senhor.

- Ótimo, Zach Sózach, agora vá pegar suas armas e vá atrás deles por mim, e quando acabar procure por Dionísio na Casa Grande.

Dei de ombros, contendo a minha raiva. Podia apostar que ele fazia isso de propósito, eu acharia bem legal enfiar uma espada na cara dele, mas ele era por bem ou por mal, um deus, um imortal, ou seja ela tinha poder o suficiente para me cortar em pedacinhos e me jogar no Tártaro. Adentro o chalé, em direção a minha cama, onde me agacho e puxo uma caixa, onde guardava todos os meus armamentos e olhei para as armas que ali estavam, meio pensativo. Além das armas ali, tinham dois anéis que sempre carreguei comigo. o da Confraria e o Anel Prateado, presente da minha mãe. Penso muito, olhando para a caixa de armas, de acordo com Dionísio, eram dois cães infernais, ou seja eles devem ter um certo pavor de armas de ferro estígio, com essa conclusão tiro uma espada embainhada, a desembainho a observando sua cor prateada, cor igual a um ferro, só que mais escura, e outra completamente prateada. Passo o dedo perto da lâmina para ver o quanto estava afiada, mas nada aconteceu, deve ser por causa do tempo em que não a usava, então a coloquei de volta na caixa, e puxei uma, a desembainho a observando. Agora feita totalmente do ferro estígio, só de ver sabia que estava afiada, a empunho e faço leves movimentos no ar, fingindo ser em um inimigo, e vejo que o peso estava ótimo, então a deixo de canto, separando para a missão, e por fim pego no final da caixa, uma pistola. Ela era totalmente negra, com alguns detalhes. Assopro tirando a poeira, claro que não podia esquecê-la, a coloco de canto, fecho a caixa e a empurro para baixo da cama. Me levanto, colocando a banha do lado direito da minha bermuda e a Desert Eagle no meu bolso, acaricio de leve os meus anéis, prevendo que aquela seria uma boa batalha. Ao me preparar, me encaminho até uma trilha que ligava até a floresta, onde Dionísio me informou que estava os cães infernais. Caminhei tranquilamente pela trilha, com a mão no bolso, e o dedo já no cão da arma, para evitar surpresas. Enquanto caminhei não percebi nada de anormal,o vento estava ótimo, nenhum grito de " Estou sendo devorado ", estava normal, como nos dias que havia passado ali para caminhar, nada havia mudado desde a última vez que fui para lá, após muito caminhar, conclui que foi um trote, quando estava indo embora, ouço algum barulho atrás de mim.

...

Quando me viro, um cão infernal pula em cima de mim, me derrubando pelo peito, em um movimento rápido e ágil, uso as minhas pernas para tirá-lo de cima de mim, logo desembainhando minha espada e o fitando, antes que fosse pego de surpresa novamente, procuro o outro cão, que estava ocupado demais, batalhando contra uma ninfa, eles pareciam uns martins negros, do tamanho de um urso pardo, ou talvez maior. Tinha que pensar rápido, ou o outro cão mataria a ninfa, o que não seria muito legal para a minha 2ª missão, então me lembrei do meu mais novo bichinho de estimação, e então assobiei, correndo em direção ao outro cão, por sorte ele viria a tempo. Com certeza, eu era mais lerdo do que o cão, mas fiquei em vantagem por alguns segundos, me viro para ver em qual posição o cão estava, quando vejo que ele vai pular, então desembainho inutilmente a minha espada, e vejo o cão pular e ser interceptado por outro cão infernal, só que o meu.
- Cuide dele, eu vou salva a ninfa, depois eu volto.
Corro em direção a ninfa, o cão farejou o ar e fitou a minha espada, penso que ele não deveria ter boas lembras daquele arma, com raiva, ele começou a rosnar enraivecidamente na minha direção, esquecendo a ninfa, e se concentrando apenas em mim, ao vê-lo mais de perto percebi que ele era um pouco maior que o outro, e possui uma cicatriz no olho esquerdo, que possuía uma cor vermelha, entendi então que ele era cego desse olho, e pelo ódio também entendi que foi causada por uma arma de ferro estígio. Ele vinha a todo o vapor, em uma velocidade impressionante, antes de nos chocarmos, ele pula tentando alcançar meu peito, e me derrubar, mas como já tinha caído nesse golpe, essa não seria a segunda vez, giro desviando do cão e desfiro um corte horizontal na costela direita do animal. Giro a espada na mão, encarando o animal, pude perceber que além de ódio, ele possuía uma inteligência, não muito comum para cães, ele agora estava a poucos metros de mim. Devagar direciono a minha mão esquerda pro meu bolso, ainda o encarando. O cão pareceu mais alerta, percebi que tinha que ser muito rápido, no instante em que eu pegar a arma, tinha que atirar rapidamente nele, e ainda ter que transformá-lo em pó na hora. Suspirei pensativo, mas do que é a vida se não arrisca ? Mexi meus dedos perto do bolso, o cão já se preparava pro pulo, tinha que ser rápido. Em uma fração de segundos, pego a minha pistola e miro no animal, que já estava muito próximo de mim, então uso o meu corpo para girar e o cabo da pistola para dar uma coronhada na coluna do animal, com toda a minha força, assim fazendo o cair no chão, sem perder tempo dou três tiros no corpo do animal que se desfaz em pó. Quase no mesmo instante, ouço um longo uivo, me viro localizando o som, e vejo o meu cão com o pescoço na boca do outro cão, pego a pistola e me ajoelho para melhor mirar, suspiro fundo. Talvez aquele tiro fizesse a diferença sobre a vida ou a morte do meu animal. Atiro, girando a pistola, dando um efeito a mesma que gira passando muito perto do pescoço do meu animal e se alojando no focinho do outro cão infernal, que cai no chão se desfazendo em pó. Corro em direção do meu cão e acaricio o seu pelo, ele gani e vai para as sombras e lá deita.
...
Conclui que ele estava bem, por isso caminho de volta ao acampamento, precisamente para a Casa Grande, onde encontro o Dionísio e Quíron jogando um jogo de cartas. Ao me ver ele sorri, e previ que lá vinha uma de suas piadinhas.
- Fico feliz que tenha sobrevivido Mack. Creio que meu treinamento foi mais que necessário para você sobreviver lá. Já está atrapalhando demais o meu jogo, entre a sua recompensa está em cima da mesa...
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Re: Missão One-Post para Zachary A. Howard

Mensagem por Convidad em Sex Dez 28, 2012 5:47 am

O semideus adentrou no recinto, ao lado direito da mesa de cartas havia uma pequena mesa velha, sobre ela estava uma adaga, o semideus se aproximou da arma e a pegou, se despediu de Quíron e depois falou com Dionísio sobre seu nome, em vão é claro, e depois caminhou calmamente até seu chalé.
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Recompensas:

- 280 de Exp
- 350 Dracmas
- Adaga dionisíaca: Uma adaga feita por Dionísio, sua lamina pode causar loucura, tontura e o envenenamento no adversário, dependendo do que o dono desejar. (By: Dionísio)


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Re: Missão One-Post para Zachary A. Howard

Mensagem por Convidad em Seg Mar 18, 2013 12:57 pm

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Re: Missão One-Post para Zachary A. Howard

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