The path to the "death" - Missão Narrada para Rosie S. Máximos - Athena

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The path to the "death" - Missão Narrada para Rosie S. Máximos - Athena

Mensagem por Athena em Qua Mar 05, 2014 3:11 pm



 
 
 


The path to the "death"

- Não vejo ninguém melhor do que a filha de Macária para esse trabalho e acredito que ela vá se sair bem - Athena andava de um lado para o outro no escritório do Senhor D com os braços cruzados enquanto Tânatos se encontrava encostado contra uma das paredes observando a impaciência que tomava conta da deusa da sabedoria - Eu tenho certeza de que deve ser ela...

- Athena, se acalme se você quer que seja ela então que seja, mas sabe que por mim teria escolhido um de meus ceifadores para isso - O deus caminhou até a escrivaninha de Dionísio e deixou sobre a mesma um pequeno baú trancado em uma madeira de tom escuro com entalhes em roxo, aonde estava a chave...Bem, até agora nenhum sinal dela - Agora as coisas ficam por sua conta, entre o baú e lhe dê as explicações.

 Tânatos desapareceu deixando apenas a deusa da sabedoria e Senhor D na pequena sala, a deusa estava pensativa até tomar a decisão de mandar um dos empregados do camp chamar por Rosie, ela sabia que aquela era missão importante e que o futuro de muitos dependeriam do sucesso dela.

Regras:
* Terá no máximo 72 horas para postar, após isso punição será aplicada(Tal tempo por conta de compromissos do meu off);
*Post com menos de 15 linhas não será considerado;
* Narre como foi o seu dia até o momento que foi chamada por um dos sátiros, conte sua reação ao saber que se tratava de um chamado de Athena e até o momento que chega no escritório do Senhor D.. Esse é um post introdutório então não precisa se preocupar tanto.
* Lembre-se de ser bastante criativo, coerente e de ter uma boa escrita;
*Coloque as armas em spoiler desde já; Estou permitindo que carregue contigo no máximo 4 armas de sua escolha fora itens opcionais ;
"São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades."




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Re: The path to the "death" - Missão Narrada para Rosie S. Máximos - Athena

Mensagem por Rosie S. Máximos em Qua Mar 05, 2014 7:45 pm

Can anybody hear me? Or am I talking to myself? My mind is running empty, In this search for someone else
Depois de acordar cedo, por volta das 5 da matina, e dar aula detalhada de combate armado, eu pude descansar. Por pouco tempo, é claro. Sentei-me em minha cama, ao lado de uma janela com cortinas lilás, e peguei um livro que eu havia deixado em cima da mesma. Mal comecei a ler o livro e logo batidas constantes na porta do chalé de macária foram ouvidas. John colocou a cabeça na porta do quarto perguntando-me se queria que ele atendesse a pessoa que convocaria alguém do chalé. Assenti com a cabeça, enquanto voltava minha atenção ao livro, onde a garota que deveria ser a princesa a ser regatada vingaria a morte de seu amado.

- Não poderia deixar que o matassem. - Comecei a ler em voz alta - Ele fora a única pessoa que me mostrou como sorrir mesmo com problemas. Ele era o meu amor. Retirei a espada de um soldado morto. Eu estava pronta para...

- Mana! - Fui interrompida por John - A leitura está até interessante, mas tem uns campistas te chamando. - Sorriu pra mim e sumiu corredor adentro para concluir os afazeres dele.

Levantei-me da cama e coloquei a cabeça para fora do quarto, vendo alguns campistas da aula de combate armado, na porta conversando. Certamente eles tinham alguma dúvida. Como eu já tinha retirado todos os meus itens, resolvi apenas pegar alguns por precaução. Coloquei minhas duas espadas no cinto, minhas pulseiras de prata com botões entalhados que meu irmão, Rafael, havia me dado e, por fim, minha pulseira com um pingente se rosa.
Fui até os campistas e conversei com eles enquanto me dirigia até a arena. Ao chegar lá e sacar a minha espada, ouço meu nome ser chamado por uma voz conhecida.

- Ros! - Virei-me e vim um sátiro que trabalhava na casa grande.

- Sim? Posso lhe ajudar? - Perguntei sorrindo para o mesmo.

- Sua presença é solicitada na Casa Grande. - Ele falou sorridente e ao ver que eu apenas embainhei a espada ele completou - Pela deusa Athena.

Com essas palavras eu quase tive um surto. Se a própria deusa estava me chamando na casa grande, é porque possivelmente algo muito importante estava acontecendo. A Deusa da estratégia em batalha e da sabedoria, nunca me chamou para algo antes. E também, eu não era conhecida como meu irmão por grandes atos heroicos e coisas incríveis. Porque ela me chamara então? Não poderia demorar, teria que atendê-la o quanto antes. Sei que é algo importante, sinto isso. Olhei para o sátiro e logo em seguida para o grupo de jovens que eu viera tirar as dúvidas.

- Me desculpem. Depois tiro as dúvidas de vocês, sim? - virei-me de costas andando em passos rápidos e falei para o sátiro atrás de mim - Se mi Lady me chama, tenho que chegar o quanto antes! Muito Obrigada por avisar!

Corri para chegar até lá. Saltei das pedras que poderia ter tropeçado, fugi das flechas quando entrei na área de treinamento dos arqueiros, e esbarrei em alguns campistas me desculpando logo depois. Cheguei até a a casa grande arfando, mas respirei fundo e entrei a passos largos. Fui até a sala do Sr. D., pois sempre que me chamavam era para lá. Assim que cheguei, bati na porta e me identifiquei antes de abri-la.

- Rosie entrando... - Abri a porta e olhei para os presentes, em seguida para uma mulher de cabelos loiros muito bonita. Adentrei ao recinto e fez uma breve reverência aos deuses.

- Sr. D., Lady Athena. - Meus olhos foram em direção à deusa e perguntei - Mandou me chamar. Em que posso lhe ser útil?

Armas Levadas:
♠ Espada de ferro Estígio e Prata Celestial – Com uma parteda lamina feita com prata e a outra parte com ferro estigio, esta espada faz um ataque com 20% a mais do que sua força original.[Indestrutível]

♠ Τριαντάφυλλο [Rosa]: Uma armadura totalmente branca com detalhes cor-de-rosa que lembram ramos e botões de Rosa por toda a armadura. Feita de prata e ouro branco, essa armadura cobre cada parte do corpo de seu usuário. O elmo possui detalhes que lembram asas e um botão de rosa no centro, com uma única abertura onde fica a viseira. Quando utilizada por Rosie S. Máximos seu poder interior é acionado e a armadura se transforma em uma verdearia ferramenta da garota. A armadura pode adquirir uma habilidade por turno (pirocinese, hidrocinese, voo, controle gravitacional, mudar de forma...), apenas uma por rodada, podendo acumular até três habilidades por vez (por exemplo poder voar, controlar o fogo e se movimentar na velocidade do som), além de aumentar o ataque do em 30%. Se transforma em duas pulseiras de prata com botões de rosas entalhadas, das quais a armadura começa a se formar até cobrir toda a usuária. [Habilidades em Uso no momento: - ; - ; - ]{By.: Rafa}

♠ Espada Primordial - Punho de prata, guarda de ouro negro, Lâmina mista de Ferro Estígio e Bronze celestial. Extremamente afiada, corta qualquer coisa com facilidade. Ao tocar o inimigo lhe absorve a vitalidade e energia, transmitindo toda para Rosie, a única que pode manusear está espada.(INDESTRUTIVEL) (By: Chronos)

♠ Corrente de Ferro Estígio: Pode expandir seu tamanho até os metros quando requisitado. Capaz de ser controlada pela mente do usuário. Quando algo é enrolado por essa corrente não pode ser solta a menos que o dono faça isso. Vira uma pulseira com um pingente de rosa.[Indestrutível]
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Re: The path to the "death" - Missão Narrada para Rosie S. Máximos - Athena

Mensagem por Athena em Dom Mar 09, 2014 4:07 pm



 
 
 


The path to the "death"

A prole da boa morte havia chegado sem demora, reverenciou os deuses presente e deixou pender no ar a mesma pergunta que muitos campistas fazem ao ser chamados, " em que posso lhe ser útil?". Ah, Athena já se cansara de escutar aquelas mesmas palavras, ter esperanças de que aqueles que lhe disseram tivesse sucesso e no final sempre se decepcionou com derrotas e falhas desastrosas, mas desta vez a deusa sentiu firmeza nas palavras vindas da boca da menina, sabia que ela vinha de uma família forte e que estava apta ao seu futuro dever...
A deusa tomou o pequeno baú em mãos e sorrio de canto para a garota em sua frente, alisou a tampa de madeira e suspirou voltando a olhar para a jovem campista:

- Tenho algo muito importante para você pequena Rosie - A deusa caminhou a té a menina e lhe mostrou o baú - Dentro deste pequeno compartimento de madeira existe algo muito poderoso, algo capaz de destruir até mesmo um dos deuses mais fortes...

Ela deu uma pausa e voltou a colocar o objeto de madeira em cima da escrivaninha de Dionísio que estava sentado com as mãos apoiadas no rosto quase caindo em sono profundo, Athena revirou os olhos e se voltou novamente para a garota:

- Esse baú estava sobre as guardas de um dos ceifadores de Tânatos, mas que infelizmente não foi capaz de cumprir seu dever e agora preciso de alguém para lhe substituir - Novamente ela parou de falar, encarou a Rosie nos olhos e suspirou - Antes que eu continue preciso saber se mesmo sem tem muitas informações aceitará o que irei lhe impor pois  inda tens tempo de desistir.

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* Narre os fatos ao seus olhos, seus sentimentos, pensamentos e sua decisão. Após a sua escolha a missão realmente ira começar.
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Re: The path to the "death" - Missão Narrada para Rosie S. Máximos - Athena

Mensagem por Rosie S. Máximos em Dom Mar 09, 2014 10:44 pm




Uma missão... É isso mesmo?


Chamada por Lady Athena, para algo que não sei ainda o que quer que seja!



A deusa da sabedoria pegou um pequeno baú e sorriu de canto, alisou a tampa de madeira e suspirou voltando a olhar para mim: _Tenho algo muito importante para você pequena Rosie _ Seu tom de voz era sério, mais ao mesmo tempo calmo e preocupado. Caminhou até mim e me mostrou o baú pego alguns segundos atrás _ Dentro deste pequeno compartimento de madeira existe algo muito poderoso, algo capaz de destruir até mesmo um dos deuses mais fortes...

Aquelas palavras pesaram no ar. Eu sabia que era algo importante, mas não sabia que teria imensa responsabilidade, mas permaneci com minha firmeza e postura. Ela deu uma pausa e voltou a colocar o objeto de madeira em cima da escrivaninha do Sr. D, que estava quase dormindo profundamente. Se a situação e o assunto não fosse sério, eu riria bastante da forma que o Sr. D. estava dormindo. Athena revirou os olhos e voltou a falar comigo: _Esse baú estava sobre as guardas de um dos ceifadores de Tânatos, mas que infelizmente não foi capaz de cumprir seu dever e agora preciso de alguém para lhe substituir _ Ela fez novamente outra pausa e encarou-me nos olhos, em seguida suspirando _ Antes que eu continue preciso saber se mesmo sem tem muitas informações aceitará o que irei lhe impor pois  inda tens tempo de desistir.

Olhava para a deusa na minha frente enquanto minha mente raciocinava melhor. Eu teria que me responsabilizar por uma coisa que pode matar um deus muito forte, e eu não sabia se seria boa o suficiente. Mas mesmo assim, eu teria que o fazer. Não iria desistir rapidamente, pois um Máximos não desiste antes de tentar e lutar. Eu estava preocupada com o que poderia ser, mas embora a última frase dita por Athena abalasse as estruturas de qualquer semideus, eu aceitaria a missão sem contradizer. Não sabia o que me aguardava, não sabia se eu era realmente capaz, embora minha força fosse grande. Não sabia quantos inimigos teria, não tinha ao menos uma informação mais certa e isso me incomodava internamente. Não que eu tivesse medo, raramente eu tinha isso, mas eu tenho coração, e não quero nem morrer agora e nem matar muitas pessoas. É justamente por esse motivo que o Rafa me repreende... mas não vou mudar minha forma de ser. Meu coração se apertava, eu estava indecisa em aceitar ou não... Sim, passou pela minha mente a ideia de rejeitar e ali ficou. Era muita responsabilidade para uma pequena - literalmente, pois tenho 1,65m - garota como eu. Já enfrentei muitos monstros, protegi pessoas e as resgatei, lutei a sangue frio, porém... aquele baú é diferente. É como se dele emanasse uma aura forte, uma aura corajosa e destemida, mas ao mesmo tempo, pesada. É basicamente como se eu carregasse o destino do mundo. "Legal isso, não é?". Talvez você não teria dificuldade em carregar o destino do mundo em mãos, sendo um semideus. Mas sabe, é até legal você ir à um lugar e usar os seus poderes, mais ai um monstro aparecesse pra você lutar com ele. Você seria como um pisca-pisca de enfeites de natal, não isso é pouco, melhor, seria como um holofote apontando para o céu, que é a mesma coisa que estar dizendo ao monstro indiretamente "Hey! Eu estou com um baú maravilhoso que pode destruir um deus muito forte! E ainda por cima sou sua melhor refeição! Você tá afim de lutar comigo?!" Não ria disso! É algo sério. Eu sabia que um mistério - sim eu nomeei o favor que a deusa me pedira por "mistério" - me aguardava, e que eu não teria base alguma a não ser o pequeno baú na mesa do Sr. D. Nunca rejeitei pedido ou ordem alguma de nenhum deus, e não era da minha deusa favorita que iria recusar. Iria com garra, força e coragem, e faria o possível para ir bem nessa missão, independente do que Athena me dissesse. Soltei o ar que até agora não percebi que havia segurado e sorri gentilmente para a deusa.

_ Mesmo sem saber o que irá me propor, eu aceitarei o que mi lady me impor. Não irei desistir, já que cheguei aqui. _ Olhei-a firmemente.

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♠ Corrente de Ferro Estígio: Pode expandir seu tamanho até os metros quando requisitado. Capaz de ser controlada pela mente do usuário. Quando algo é enrolado por essa corrente não pode ser solta a menos que o dono faça isso. Vira uma pulseira com um pingente de rosa.[Indestrutível]
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Re: The path to the "death" - Missão Narrada para Rosie S. Máximos - Athena

Mensagem por Athena em Sab Mar 15, 2014 5:27 pm



 
 
 


The path to the "death"

Como a deusa já esperava a garota de Macária havia aceitado o compromisso com a missão sem nem mesmo saber do que se tratava, isso já era uma características dos Máximos que Athena já conhecia muito bem e que muitas vezes já lhe deixara "orgulhosa" e sentia que desta vez não se ria diferente. Ela tomou o baú em mãos novamente e o estendeu em direção a Rosie para que a mesma segurasse o precioso caixote, um pequeno sorriso de canto surgiu no rosto da deusa, mas rapidamente voltou a sumir enquanto estudava a feição da semideusa:

-Nos dias atuais esse baú só pode ser contido por Nyx, mas não temos sinais da mesma...- Athena estremeceu momentaneamente e soltou um breve suspiro - Você ficara responsável por proteger o baú enquanto viaja para Valência na Alemanha, mas quero que saiba que a viagem não será fácil já que lhe sugiro que antes de seguir direto para lá passe alguns dias em Madrid pois alguns fatos que envolvem o baú estão acontecendo por lá.

Athena fez uma pausa e se encostou na escrivaninha de Dionísio que agora dormia como um "bebê", a deusa estava pensativa e se sentia um tanto inquieta pelo fato de ainda não poder dar informações exatas sobre o que estava havendo em Madrid, ela precisava que a garota descobrir por conta própria ou acabaria colocando em risco o término da missão e não era isso que desejava. Ela não esperava por uma resposta da garota então continuou:

- Rosie, saiba que o destino de muitos esta em suas mãos então parta o mais rápido possível, mas peço que sempre se lembre que será uma missão cheia de imprevistos - Athena lhe direcionou um sorriso, acariciou os cabelos da garota por um tempo e lhe entregou um pequeno envelope com dólares para a passagem de avião - Aqui tem dinheiro suficiente para uma passagem em direção a Madrid e um pouco mais para se manter durante sua estadia por lá então se apresse criança...

Ela se afastou da garota e antes que sumisse deixou a afirmação em pleno ar:

- Você me lembra o seu pai...

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* Narre como se sentiu diante o "dialogo" sempre citando seus pensamentos. Crie sua viagem até Madrid e como fui sua primeira noite na capital da Espanha lembrando sempre de proteger o baú até mesmo dos olhos curiosos. Narre um pequeno passeio pelas ruas da cidade até o momento em que algo em um beco mal iluminado lhe chama atenção e pare por ai.
* Lembre-se de ser bastante criativo, coerente e de ter uma boa escrita;
*Coloque as armas em spoiler desde já; Estou permitindo que carregue contigo no máximo 4 armas de sua escolha fora itens opcionais ;
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Re: The path to the "death" - Missão Narrada para Rosie S. Máximos - Athena

Mensagem por Rosie S. Máximos em Seg Mar 17, 2014 10:07 pm




Madrid, Capital da Espanha


Chamada por Lady Athena, para algo que não sei ainda o que quer que seja!



Ela tinha um brilho diferente nos olhos, convicção ou coisa parecida? Acho que era isso que emanava. Não sei ao certo o porque sabia que emanava isso, mas quando olho para os olhos de alguém, sinto o que ele pode estar sentindo. Segurei o baú precioso que a deusa depositara em minhas mãos com o maior cuidado possível.  Tinha um sorriso de canto breve que logo desaparecera ao olhar para mim, mas não ousei perguntar o motivo, apenas prestei atenção as palavras que se sucederam.

- Nos dias atuais esse baú só pode ser contido por Nyx, mas não temos sinais da mesma... Você ficara responsável por proteger o baú enquanto viaja para Valência na Alemanha, mas quero que saiba que a viagem não será fácil já que lhe sugiro que antes de seguir direto para lá passe alguns dias em Madrid pois alguns fatos que envolvem o baú estão acontecendo por lá.

Ela fez uma pausa e encostou-se na escrivaninha do Sr. D., que agora dormia como um bebê de tão profundamente. Como antes, senti vontade de rir, mas me segurei em respeito à deusa Athena. Após a pronunciação da palavra Madrid, a deusa ficou aparentemente inquieta. E isso podia se notar por suas feições e alguns mínimos gestos. Pensei que talvez ela estivesse incerta quanto a me chamar para uma missão, ou talvez houvesse algo que ela não quisesse me contar que poderia me fazer ter algum receio em algo. Ao ver seus lábios se movimentando para falar novamente, fiquei esperançosa que ela pudesse me falar o motivo de estar aparentemente inquieta, mas o que seguiu não foi o que eu esperava.

- Rosie, saiba que o destino de muitos esta em suas mãos então parta o mais rápido possível, mas peço que sempre se lembre que será uma missão cheia de imprevistos - Ela sorriu pra mim e acariciou meus longos cabelos loiros por um pouco de tempo entregando-me, em seguida, um envelope - Aqui tem dinheiro suficiente para uma passagem em direção a Madrid e um pouco mais para se manter durante sua estadia por lá então se apresse criança...

Assenti e direcionei o meu melhor sorriso para ela, afinal eu a admirava demais. A deusa se afastou e começou a sumir e assim que me virei e toquei a maçaneta da porta ouvi uma última afirmação vindo dela.

- Você me lembra o seu pai...  

- Hãn... - Virei-me para olhar para ela, mas a mesma havia desaparecido. Eu não conhecera muito bem o meu pai, e ser comparada a ele por uma deusa... O Rafa disse que nosso pai era um grande homem, mas que não conviveu muito tempo com ele. Eu me sentia orgulhosa de mim, devido a juntar a comparação e a afirmação de meu irmão. Segurei o baú próximo ao peito e corri, indo em direção à colina do acampamento. Carregava comigo, tudo o que eu precisava, e era só questão de tempo até ir a um aeroporto e comprar a passagem de avião.
Assim atravessei as arvores que ficavam atrás da barreira e passar pelo pinheiro eu estava realmente fora do acampamento. Olhei ao redor calmamente, mas pelo visto, nada de monstros ou coisas do gênero. Segurei o pequeno baú logo abaixo do meu busto, apertando-o levemente. Não havia trago nenhuma animal de estimação pra me acompanhar até o aeroporto, então eu teria que ir até lá andando mesmo. Peguei a beira da estrada enquanto o sol estava se ponto, e caminhava cantando "Far Away". Logo o tempo passou e eu estava próximo das ruas movimentadas, peguei um táxi seguindo diretamente para o aeroporto, olhava para o baú as vezes, e respirava fundo pois precisava mantê-lo a salvo mesmo sem saber o que possuía. Chegando lá, fui comprar a passagem.

- Olá, em que posso lhe ajudar? - Perguntou uma mulher vestida com o fardamento da empresa que eu fui comprar a passagem.

- Gostaria de comprar uma passagem apenas de ida para Madrid, Capital da Espanha, Por favor. - Falei calma e sorri.

- Seu nome, por favor? - Ela me perguntou. Não gostava de falar meu sobrenome em público. Nada pessoal mas... meu pai era conhecido, rico também. A família Máximos não era qualquer família. Olhei para a mulher, permanecendo com o sorriso.

- Rosie Swanne Máximos.

- Srtª Máximos?! Ah, claro, gostaria de sentar-se por favor? Voo de primeira classe? - Ela falou meu nome como se eu fosse alguém importante de verdade, e em seguida alumas perguntas que eu respondi calmamente.

- Sim - Sentei-me em uma poltrona bastante confortável - Fica a seu critério! - Sorri amigável para a recepcionista após receber o preço e pagar a passagem, dentro de pouquíssimos minutos eu estava com a mesma em mãos. Segui para a linha de embarque e fui a primeira da fila. Assim que entrei no avião, escondi o baú no meu casaco de couro preto. Sentei-me em minha cadeira, e aceitei um doce que a aeromoça havia me oferecido. A viagem fora tranquila, nada de coisas estranhas e nenhuma movimentação. Cheguei ao Aeroporto internacional de Madrid e desci rapidamente do avião. Como não tinha levado malas, apenas uma bolsa, era só questão de tempo até pegar um outro táxi e ir até um hotel conhecido da família. O que eu fiz rapidamente.


....



Adentrei ao majestoso hotel e me dirigi à recepcionista, informando meus dados, e pedindo um quarto confortável e recebendo a chave do mesmo logo após. Paguei a estadia para dois dias e guardei o resto do dinheiro. Subi as escadas ainda pressionando o bau contra meu corpo, afinal era a única maneira de disfarçar e protegê-lo. Abri o quarto e ao entrar, tranquei-o. Andei por todo o quarto, nunca se sabe o que lhe espera e eu tinha que estar preparada. Ao ver que não tinha nada de mais no quarto, coloquei o bau em cima da cama e soltei minhas pulseiras, fazendo-as se transformarem em correntes que envolvera o baú e o prenderam à cama. Corri em direção ao banheiro para tomar uma banho. E após me enxugar, vesti a primeira muda de roupa que trouxe comigo. Minutos depois, eu estava deitava na cama, segurando o baú sobre o peito. A calça de couro preta e a bata roxa que ia até quase a metade de minhas coxas, junto com um sobretudo preto de veludo, davam um clima quentinho e gostoso e ao mesmo tempo um ar de "soberania". Suspirei, estava com fome. Chamei o serviço de quarto por telefone e tive um jantar formidável. Essa foi minha noite em Madrid.
Mas, como tinham coisas estranhas acontecendo, resolvi não ficar parada. Fechei o sobretudo preto com um laço forte da cintura e coloquei o baú dentro de um bolso interno do mesmo. Minha espada primordial e minhas pulseiras estavam sempre comigo e não teria problemas em ter uma batalha. Saí do hotel e comecei a caminhar pelas ruas da cidade.


....


Após duas horas de passeio noturno pelas ruas de Madrid, o qual aproveitei para investigar, não avistei nada incomum. Observei pessoas suspeitas e segui-as por um tempo, também olhei becos escuros e nada. Nenhuma movimentação. Meu braço esquerdo não saia de cima do local onde estaria o bau, e eu já estava cansada de tanto andar e não ver nada acontecendo. Apenas alguns esbarrões em estranhos e palavras que pareciam citações em uma língua antiga, o que me instigaram um pouco. Mas mesmo seguindo essas pessoas, não vi nada demais. Talvez apenas coisa da minha mente. Por fim, me dei por vencida e estava voltando ao hotel quando vi um beco mal iluminado. Não que isso fosse incomum, mas aquele me chamou a atenção em especial. Comecei a andar na direção do beco...

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Re: The path to the "death" - Missão Narrada para Rosie S. Máximos - Athena

Mensagem por Athena em Seg Mar 24, 2014 5:26 pm



 
 
 


The path to the "death"

Ela estava caminhando em direção ao beco escuro sem ao menos saber o que iria encontrar, talvez não passasse de um lugar vazio e que sua "atração" para tal não fosse nada ou talvez encontraria algumas respostas para perguntas futuras... Agora não tinha tempo para ficar dividida entre tais "finais". Continuou andando, sempre protegendo o baú escondido por dentro do sobretudo que trajava até ficar em meio a um breu total, não se via nem mesmo um palmo diante de sua face. Um barulho ensurdecedor e um picada na nuca. Roh se descuido por um minuto e foi levada ao chão, sua visão ficou embaçada até apagar.

Rosie estava sendo arrastada pelos pés, duas criaturas lhe seguravam as pernas com força. Não estavam mais no beco e muito menos nas rua de Madrid, se encontravam talvez em um reserva florestal indo em direção ao possível ninho.

Regras:
* Terá no máximo 72 horas para postar, após isso punição será aplicada(Tal tempo por conta de compromissos do meu off);
*Post com menos de 15 linhas não será considerado;
* Narre os acontecimentos deste post perante os teus olhos. Te darei a liberdade de narrar alguma espécie de "sonho" enquanto esta desacordada. Narre sua ação ao perceber que esta sendo arrastada pelas criaturas que ainda não identificou, pode optar por dar inicio a um embate nesta rodada ou esperar chegar ao "destino".
*Todas as suas escolhas levam a alguma consequência, lembra-se sempre disso.
* Lembre-se de ser bastante criativo, coerente e de ter uma boa escrita;
*Coloque as armas em spoiler desde já; Estou permitindo que carregue contigo no máximo 4 armas de sua escolha fora itens opcionais ;
"São as nossas escolhas que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades."




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Re: The path to the "death" - Missão Narrada para Rosie S. Máximos - Athena

Mensagem por Rosie S. Máximos em Sab Mar 29, 2014 11:11 pm


Hã? Arrastada? Por quem?
•-•-• ♥ •-•-•
Eu ia cada vez me aproximando mais e mais do beco mal iluminado. Não sabia o que iria encontrar lá, talvez eu estivesse enganada. Era um beco comum, certo? Quem sabe eu poderia encontrar algo, obter alguma resposta sobre o baú?! Ou talvez... Não! Chega. Não tenho tempo para pensar em finais diferentes. Quando comecei a andar para dentro do mesmo nada me chamou atenção, acho que estava certa quanto a ser um beco comum.

Continuei andando, enquanto protegia o baú, pressionando-o conta o meu corpo. Ele estava  bem guardado. Olhei para os lados, e caminhava sem tirar a mão direita da espada. Olhava o que dava pra ver, mas só conseguia ver um beco normal. Talvez tivesse algo no fim? Continuei andando enquanto o braço não saia de cima do sobretudo, mas o beco só escurecia cada vez mais. Cada vez mais escuro, escuro demais. Não que fosse estranho assim, mas eu jurava que era um beco mal iluminado até o final onde eu poderia ver o chão, as paredes, e qualquer coisa por perto, mas não conseguia nem ver a minha mão, nada ao meu redor ou a minha frente. De repente ouvi um barulho enorme e ensurdecedor, e senti uma picada em minha nuca. Eu deveria ter, mesmo sem ver, sacado a espada após isso. Mas, infelizmente,  a primeira coisa que veio a minha mente foi "Mas que merda foi isso?!", e após esse pensamento.. Bum! Cai no chão. Quando pensei em me levantar, senti minha visão ficar embaçada. Só veio em minha mente a frase. "Kusô(Droga). Me descuidei..." E então, como se já não pudesse piorar, eu apaguei.

...


Eu estava em uma floresta. Era iluminada e cheia de vida, com várias flores e sombras merecedoras de serem o abrigo de alguém cansado do sol. Ouvia passos de alguém, acompanhados de risos. Eu vi o Rafa pequeno e eu... Nós brincávamos e ríamos. Eu estava tendo um sonho? um delírio? era alguma espécie de hipnotismo? Eu tentava lembrar o que eu estava fazendo antes de aparecer aqui, mas não conseguia. Por fim, me dei por vencida e concentrei-me na cena à frente. Sorri com aquilo. O Rafa tentava me pegar e eu corria o máximo que eu podia. Um sentimento de nostalgia me afetou ao ver o sorriso do meu irmão. Eu lembrava daquele dia... Os cabelos loiros ao vento, brilhando levemente ao sol. Aquele sentimento de liberdade e familiaridade... Há quanto tempo eu perdi esse sentimento? Lembro-me que quando o Rafa estava prestes a me alcançar, eu pulei um tronco e continuei correndo. Pode parecer que não, mas isso o atrasou em poucos segundos. É estranho você está se vendo em algo... como se você estivesse morto e vendo sua vida de perto, ou como se voltasse ao passado.  Eu era tão fraca corporalmente, não me alimentava com vigor. Observei a minha primeira queda... Os sentimentos me atingiam como se eu estivesse no corpo da menina. Ao tropeçar em uma pedra, eu cai indo em direção a um buraco médio no solo, como que fosse uma cova circular,  que estava com alguns matos. O Rafa correu e perguntou-me se eu estava bem. Eu estava com vontade de chorar, tinha medo que ali tivesse algum animal que me fizesse mal, mas não disse a ele. Havia segurado em um galho que ficava na metade do buraco e faltava poucos centímetros para o chão. Eu caminhei indo para mais perto, aquela lembrança era monótona demais.

- Ros, Ros! - O Garoto chamou se inclinando sobre o buraco - Olha para mim, me dê a sua mão. - A garotinha de cabelos loiros o olhou e não disse nada. Seus olhos estavam levemente marejados e ela estava fazendo força para se manter onde estava. - Não chore... Eu estou aqui. Você não está sozinha. - Ele sorriu e a garota se sentiu segura. Estendeu a mão direita na direção dele e quando pensou que ia cair, o menino a puxou para fora do buraco, fazendo os dois caírem sentados. A essa altura, lágrimas já caiam dos meus olhos. A cena não é comovente à esse ponto. Mas se você fosse uma criança inocente, ao cair em um buraco médio para um adulto, é como cair em um poço fundo... você fica com medo.

- Você está bem? - O garoto perguntou se aproximando e olhando atentamente para menina loira. Esta por sua vez, levantou o rosto e abraçou ele.

- Obrigada, mano. Eu tive medo. Eu ia desistir de ficar me segurando alí... estava doendo. - Falou com uma voz fraca, soltando ele e em seguida limpando as lágrimas no rosto.

- Ros, você nunca deve desistir. Mesmo que suas forças estejam no limite, você não deve desistir. E também nunca estará sozinha. - O Garoto sorriu. Um sorriso grande, sincero e carinhoso. A menina o imitou e ele afagou levemente os cabelos dela.

- Vamos pra casa. - Falou e a menina sorriu, se levantou caminhando ao lado do irmão animadamente.

- Mano, você é incrível, tá? - Sorriu e continuou o seu caminho cantando alguma coisa. O Garoto por sua vez, apenas estava aliviado por ela estar bem.

Recostei-me em uma árvore com as mãos no rosto. As lágrimas caíam livremente e se o Rafa estivesse aqui, talvez eu seria repreendida... ou não. O único pensamento que girava na minha cabeça no momento era a pergunta... "Rafa... Quando você deixou de ser essa criança sorridente e alegre? O que eu perdi que não sei como isso aconteceu?". Enxuguei as lágrimas e respirei fundo. Olhei para o caminho que as crianças seguiram, e pude ver ao longe eu pequena tentando pegar uma borboleta.

Ri internamente com isso, mas começo a ouvir barulhos estranhos e a imagem fica escura. Quando recupero os sentidos, lembro que estou em missão. Era isso que eu não lembrava no sonho. Mas o que importa agora, é que eu estou sendo arrastada, e duas coisas seguravam-me com força pelas pernas e minhas costas doem, assim como a cabeça. Olhei ao redor em um movimento mínimo. Não estava no beco, e muito menos nas ruas de Madrid. O lugar que eu estava tinha muitas folhas e parecia mais uma reserva. Olhei discretamente para o lugar que eu estava sendo arrastada, mas ainda não conseguia ver direito nem o local nem as criaturas. Mas pela forma que eu estava sendo arrastada, parecia que seria alimento para algum animal. Me senti como uma minhoca sendo levada pela mãe pássaro para seus filhotes. Mas não era bem o caso. Eu não sabia o que estava me levando, e nem o meu destino. Apenas imaginava que era um possível ninho. Deveria iniciar uma luta contra os seres que me seguravam, mas optei esperar pelo meu destino, mesmo não sabendo o que me aguardava.

   
   
   
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Re: The path to the "death" - Missão Narrada para Rosie S. Máximos - Athena

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