Os Jardins estão morrendo!

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Os Jardins estão morrendo!

Mensagem por Éter em Ter Mar 04, 2014 11:47 am


Os Jardis estão
You should accept the death as an old friend.

Depois de um longo dia de treinamento, Allisson dormia tranquila no chalé de Deméter. Mas a tranquilidade não durou muito. De repente, acordou no submundo, estava nos jardins de Perséfone. A deusa e Hades esperavam a garota para lhe dar uma missão.
-Aqui está ela, agora é com você.
Hades saiu do lugar, irritado. Não sabia a importância daquelas flores estranhas. Perséfone falou para Allisson:
-Olhe isso! Meus jardins estão morrendo, você TEM que me ajudar. E quem melhor do que outra filha de Deméter?
† Sobre a One-Post †:

† Perséfone irá lhe falar que existe uma flor dourada, na ilha dos abençoados, que pode salvar o jardim. Você terá que ir até lá pegar a flor.
† Perséfone lhe dará 3 flores prateadas, de cada uma delas você pode invocar uma arma sua, porém só funciona uma vez.
† Você deverá narrar sua reação ao acordar n submundo e ao ver os jardins de sua irmã murchando.
† A flor é guardada por uma alma, essa alma é de uma filha de Perséfone no nível 10. Derrote-a.
† Você deve lutar com, pelo menos, 10 monstros, podendo estes estar em grupos.
† Qualquer dúvida, me contate via MP
† Você tem 21 dias para postar (.::Até dia 25/03/14::.)
              -Prazo Estendido em 1 semana (7 dias). Nova data final: 01/04/2014.
† Boa sorte!

One-Post || Jardins de Perséfone
Allisson L. Adams || Média
Morrendo!

   
   
   
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Re: Os Jardins estão morrendo!

Mensagem por Allison Adams em Qui Abr 03, 2014 4:52 pm



Os Jardins Estão Morrendo....

-------------------- "Deixe que eu possa mostrar do que sou capaz" ------------------
 

O que eu poderia dizer em relação aos  acontecimentos diários ? Bom, parar ser bem sincera, nada de real importância já que meu dia inteiro havia sido povoado por treinos e mais treinos que no final me deixara com falta de folego, cansaço e um dor de cabeça que não me permitia pensar normalmente, talvez o melhor que eu poderia ter feito  era me mandar direto para o chalé e dormir por uma semana seguida...Não, uma semana seguida seria coisa de um filho de Hipnos e eu ainda tinha de cuidar dos campos de morango ou aquelas malditas ervas daninhas iriam estragar os frutos de uma forma horrível.
Deitei em minha cama no chalé de Deméter, pela primeira vez em todos os tempos agradecia por ter um espaço exclusivo por conta do cargo como líder do chalé pois não iria suportar as conversas bestas de minhas irmãs mais novas que possivelmente iriam chegar em breve. Tirei a espada deixando a mesma em baixo do travesseiro como de costume… Aquela maldita mania que havia pegado de Kate me fazia lembrar da mesma trazendo um doce dor em meu coração, desde a morte de Kate as coisas ficaram mais complicadas para mim, fiquei mais fechada para novas amizades pois o medo de perder mais pessoas me deixava ainda mais atormentada. Minhas pálpebras começaram a ficar pesadas enquanto algumas lágrimas escorriam em silêncio por conta da recordação, o deus do sono estava me esperando de braços abertos e não me recusei em abraça-lo com força. Adormeci.

Eu estava correndo pela campina, o cheiro de orvalho entrava por minhas narinas trazendo um sensação de paz extremamente grande enquanto meus pés descalços roçavam a grama gostosa até que tudo escureceu. Agora me encontrava em um vazio imenso, nenhuma luz, nenhum sinal de vida, saídas? Não encontrei e tudo que eu poderia fazer era respirar fundo e ficar calma.

- Vamos lá Allie, isso é apenas um sonho - Andei em círculos em meio ao nada conversando comigo mesma - Quando você acordar tudo isso irá passar…

Cenas começaram a rodar em uma grande tela de cinema diante de meus olhos, primeiro cenas daqueles que eu gostava. Ryan, Abby, Henry, Lillie, Rafa , Katherine e Rosie, todos rindo como nunca, em uma felicidade impressionante  fazendo com que me coração pulasse em um ritmo alegre até o momento que o telão se apagou.  Minutos se passaram e a tela voltou a surgir do nada, mas agora eu mal podia olhar para ela, sentia uma dor imensa ao assistir a morte de Kate na tela, depois veio um suposto acidente envolvendo Ryan, o amor de minha vida, em seguida varias cenas de desastres com meus amigos.
Sentei no chão tampando os olhos, eu queria acordar, eu precisava acordar. Me belisquei diversas vezes até um barulho ensurdecedor surgir e algo vir em minha direção….Acordei.

------------------------ § --------------------


Meus olhos se abriram lentamente enquanto sentia meu corpo dolorido, tateei em minha volta ainda com os olhos semicerrados e senti o solo em minhas costas, me sentei agora totalmente acordada enquanto minha mente tentava descobrir aonde eu poderia estar, talvez eu tivesse dormido um sono tão profundo ao ponto de minhas irmãs me pregarem um peça me carregando para algum “jardim perdido” nos arredores do camp. Não, não, eu não sou o tipo de pessoa que dorme e se desliga totalmente do mundo, ou sou ? Bom, isso pouco me importava no momento pois devia voltar minha atenção para em descobrir aonde me localizava.
Fiquei de pé e procurei por minha espada na bainha presa na cintura, mas nada encontrei fazendo com que um sentimento de raiva surgisse repentinamente ao lembrar que havia deixado a mesma em baixo de meu travesseiro no momento em que me deitei para relaxar, agora não tinha jeito pois estava desarmada e possivelmente perdida,  tudo que restava era sair para “explorar”.

A cada passo que dava minha tristeza aumentava pois as plantas em minha volta pareciam muito doentes, a vida que antes tinham desapareceu como se algo tivesse lhes sugado a essência e suas sensações eram transportadas para mim como se estivessem pedindo por socorro. Parei por um momento e analisei algumas flores murchas próximas de mim, realmente aquela era uma situação triste e que eu estaria disposta a mudar assim que soubesse onde estava e como havia parado ali. Caminhei por entre a “morte” até avistar duas pessoas ao longe, talvez elas pudessem me ajudar, corri até elas, mas parei a alguns metros de distância por conta da surpresa. Meu  cérebro começou a realmente entender e a presença daqueles dois deuses apenas confirmavam o que estava pensando...Eu estava no submundo, para ser mais exata me encontrava nos jardins de Perséfone, como eu havia parado ali ? Isso sim seria uma boa pergunta para ser feita.
Meus passos agora eram em direção a Perséfone, queria que a mesma ao menos me desse as devidas explicações tendo a minima consideração  por uma “irmã”. Hades me lançou um olhar amedrontador, mas que felizmente não conseguiu me abalar pois já estava bastante acostumada a lidar com os filhos do mesmo e bem, não eram muito diferente do pai, poucas palavras saíram da boca do mesmo antes que esse se retirasse do meu campo de vista fazendo com que eu ficasse distraída tentando encontra-lo até que a deusa tomou minhas mãos nas suas :

- Olhe isso! Meus jardins estão morrendo, você TEM que me ajudar. E quem melhor do que outra filha de Deméter?

- Te acalme Perséfone ou as coisas ficarão piores por aqui e não é isso que queremos -  Respirei fundo enquanto soltava minhas mãos das delas e me voltei para o jardim sentindo um forte aperto no coração - Eu sinto elas morrendo, escuto o pedido de socorro…. Mas que raios de peste é essa ?

A deusa deu alguns passos para frente indo de encontro a algumas flores mortas próximas, a tristeza dela se misturava com a das plantas tornando o local em um emaranhado  de coisas ruins. Ela se voltou para mim com os olhos lacrimejados… Eu jamais vi uma deusa “chorando”:

- Nem mesmo eu sei, mas deve ser coisa de Hades, porém, ele se recusa a admitir ou ao menos ajudar e por isso que te trouxe aqui - Ela respirou fundo enxugando os olhos - A solução para este problema se encontra na ilha dos abençoados.

- Tudo bem, tudo bem, continue me dizendo irmã.

- Bom, lá é guardada a Flor Dourada, ela contém poderem mágicos capazes de curar todo o jardim e é única em todo os mundos - Uma pausa foi feita - Preciso que vá em busca desta flor Allison, meu jardim é o que me lembra de mamãe nos tempos em que passo nesse inferno, preciso que ele volte a ser o que realmente é e não esse  monte de “morte”.

Não sabia o que falar. Olhei para a deusa por um tempo tentando formular alguma resposta ao “pedido” dela, mas não tinha certeza de o que deveria fazer, se deveria aceitar o clamor de minha irmã ou simplesmente pedir para voltar para o acampamento. Demorei para pensar na resposta que saiu por entre meus lábios como um raio com destinho certeiro :

- Farei o possível Perséfone, mas não tenho com que enfrentar as possíveis batalhas pois assim como já deve ter percebido não trouxe nenhuma de minhas armas junto de mim.

Perséfone retirou três flores prateadas do bolso oculto que trazia no vestido longo que trajava, eram lindas flores que deliciava meus olhos em meio a tanto podre, visualizei a deusa alisando as pétalas das flores com uma delicadeza imensa até se voltar para mim estendo as mãos com as flores:

- Cada uma dessas pequenas flores podem trazer uma desas armas, não desperdice pois funcionam apenas uma única vez minha cara irmã, mas agora vá, não perca tempo comigo.

 Peguei as flores e coloquei as mesmas no bolso da jaqueta preta que vestia, Perséfone ainda me encarava com a mesma expressão de tristeza,  talvez eu realmente fosse a única capaz de fazer com que aquele rosto ganhasse um sorriso enquanto seus dias naquele lugar iam se passando. Deixei com que um suspiro escapasse por meus lábios e um sorriso torto surgisse, assenti para a deusa que se despediu com um olhar e deu as costas sumindo momentos depois, agora eu deveria arrumar uma forma de chegar ao Elísios, talvez Perséfone pudesse ter me dado alguma dica ou coisa do tipo, mas já era tarde, teria de me virar do meu jeito.
Pense, pense, pense Allie! temos de dar um jeito para ao menos chegar próximo do nosso objetivo ou simplesmente não teremos o nosso reconhecimento merecido! Vamos, você tem de lutar por isso… Ah okay, agora minha consciência deu para me dar gritos de isentivo, como se já não bastasse eu estar completamente irritada com o fato de ter parado no submundo ser ao menos ter sido consultada para ao menos saberem se eu realmente queria isso. Ah realmente eu não estava gostando daquilo, mas fazer o que é a minha vida afinal. Respirei fundo, comecei a caminhar lentamente pelos jardins procurando por algo que pudesse me dar ao menos uma pista de como prosseguir até uma ideia vir ah cabeça. Corri para os portões do palácio de Hades me afastando dos jardins e ficando frente a frente com o vazio. Verifiquei novamente os bolsos para confirmar que não tinha nada comigo além das flores douradas, torci por um momento que surgisse um “GPS” do nada em minhas mãos para o menos conseguir me localizar direito pois tudo que sabia era que a Ilha dos Abençoados se localizava dentro das fronteiras do Elísios, possivelmente não ficava muito longe ou talvez ficasse...Teria de descobrir do jeito antigo. Andando.
Tomei em mãos uma das flores prateadas enquanto caminhava rumando ao norte, mas por que para o norte? Bom, nem mesmo eu poderia dizer pois de uma maneira estranha sentia que era em tal direção que deveria prosseguir, alisei a flor com os dedos suspirando ao deparar com a paisagem totalmente sem vida, conseguia escutar sussurros e suplicas ficarem cada vez mais distantes, os campos de punição não seriam usados como caminho por minha “alegria”. Continuei andando até algo me suspender ao ar, presas estavam agarradas em meus ombros fazendo com que sentisse uma dor quase insuportável , me sacudi e finquei minhas unhas da mão livre nas patas da Fúria que me carregava fazendo com que a mesma me soltasse ao chão. Rolei para  amenizar o impacto e apertei a flor que ainda se encontrava em uma das minhas mãos com força enquanto mentalizei meu chicote que automaticamente tomou o lugar da pequena flor, senti um alivio me percorrer por saber que o “presente” de Perséfone realmente funcionava…

- Então você quer brincar comigo agora? - O monstrengo pareceu grunhir no mesmo momento em que desenrolei o chicote com um estalar do mesmo contra o chão. Ah, já havia algum tempo que eu não vinha usando ele para algo ultil. - Okay, não tava afim de uma resposta mesmo…

Ele veio em minha direção em um voo rasante, não era algo muito fácil de se desviar principalmente quando se tem garras afiadas que podem lhe perfurar facilmente portanto adiantei meus movimentos e debati o chicote que se agarrou a ambas as patas de minha adversária antes de que a mesma me alcançasse, puxei o chicote de encontro ao chão com força fazendo que a mesma viesse ao chão e espinhos crescessem do chicote. Toquei o solo rapidamente e usando um poderes herdados de minha mãe(Poder Ativo *) fiz com que raízes brotassem ao chão e prendessem a criatura com força, suspirei por um instante e enrolei o chicote no pescoço da fúria que mesmo ao chão fez um conte contra minha canela no momento em que estive distraída me levando a soltar um breve grito de dor. Uma raiva súbita percorreu por minha espinha e com o chicote ainda enrolado no pescoço do monstro comecei a puxa-lo com força estrangulando até que o mesmo sumiu em um poeira lilás.
Sentei no chão logo após prender o chicote na cintura, rasguei um pedaço da camiseta e amarrei em cima do ferimento com a intenção de amenizar o sangramento e a dor pois não poderia parar ali ou seria atacada novamente. Me levantei pegando a segunda flor pois pretendia me prevenir durante o restante do percurso a ser percorrido…

Um longo tempo se passou, eu já começava a me sentir um tanto cansada, meus pés começavam a doer assim como o ferimento em feito pela Fúria, ali não havia natureza ou até mesmo sol para que eu pudesse recuperar as forças e isso poderia me dar um grande desvantagem no futuro, mas nem mesmo assim eu iria desistir daquilo. Continuei andando por um tempo até a paisagem começar a mudar, as coisas começavam a aparentar algo mais “novo” e tinha a sensação de que estava próxima de meu destino, respirei fundo ainda com a segunda flor na mãos até ser parada por duas jovens que se apoiaram em meu ombro, ambas pareciam estar acabadas e não conseguia dizer se já haviam morrido ou acabaram sendo campistas se não encontraram a saída do submundo, eu não sabia o que fazer e então lhes encarei por um momento tentando descobrir até o momento que uma veio ao chão fazendo com que imediatamente eu me abaixasse de encontro a tal:

-Moça o que houve? - Fitei a segunda mulher que se abaixou ao meu lado - O que vocês fazem aqui e como chegaram ? Foram atacadas por algum monstro ?

- Nós não nos lembramos como viemos parar aqui, mas estamos fugindo de cães imensos por horas - Respondeu a segunda mulher
Suspirei aliviada no momento que a mulher caída me tocou a mão, mas algo me parecia estranho, elas mantinham os olhos baixos não me permitindo olhar para os mesmos, mas isso não importava pois tinha de ajuda-las do mesmo jeito…Não, não e não! Allison como você consegue ser tão ingênua as vezes ? Estava na cara que elas não eram mulheres comuns, teve sinais disso sua burra! Devia ter insistido em olhar para os olhos. Estava lidando com empousai traiçoeiras, não devia ter me parado e agora estava no chão sendo sufocada por uma enquanto a segunda tentava desviar dos meus chutes na tentativa de me libertar, mas parecia tarde, eu iria fracassar até me recordar da flor que por minha sorte se encontrava ao alcance de minha mão direita. Meu ar já desaparecia quando apertei a flor que dera espaço para minha espada, os monstros ficaram surpresos me dando a deixa para fincar a espada contra o peito daquele que me sufocava fazendo com que a mesma sumisse assim como a Fúria a algumas horas. Agora faltava apenas a outra que ao ver sua companheira ser “morta” se afastou de mim me dando tempo suficiente de me levantar mesmo com dificuldade, passei a mão desocupada pela cintura a procura de meu chicote e acabei tendo a surpresa de encontra-lo nas mãos de minha adversária que ria sadicamente:

- Você já era meu bem, vai virar meu lanchinho…

Com um golpe certeiro do chicote a mesma agarrou um de minhas pernas fazendo com que fosse ao chão novamente e me arrastou ate que um golpe da espada cortei o pedaço que me prendia e me levantei partindo para cima do monstro. Esquerda, direita, direita, estocada e ambos os ataques foram aparados pelas garras ou pela pata de bronze, estava me cansando até que acertei um corte horizontal certeiro em sua pata de burro fazendo com que a mesma caísse, eu não teria muito tempo então pisei em meu chicote e o arremessei para longe do alcance de minha adversária, ainda com a espada fiquei no coração do monstro fazendo com que minha arma lhe atravessasse por inteira e ficasse no chão. Era o fim. Me apoiei na espada recuperando o ar rezando aos deuses que não fosse atacada novamente até chegar ao meu destino. Prendi a espada a bainha de um lado da cintura e o chicote de outro.

Algum tempo depois...

Um muro altíssimo e extenso se encontrava em minha frente, uma porta gigante me separava do Elísio e não fazia a minima ideia de como faria para entrar, havia uma maçaneta de bater então me designei até  tal e com ambas as mãos bati com a mesma, pensara eu que não passava de um enfeite até que a porta se abriu me mostrando um  lugar maravilho.

------------------------ § --------------------

O cheiro de grama entrou por minha narinas trazendo uma sensação extremamente boa assim como a de que estava chegando ao fim de tudo aquilo e que poderia voltar logo para casa. Passei pela porta e caminhei meio sem rumo, agora pastava encontrar a Ilha dos Abençoados e assim pegar a flor dourada que Perséfone precisava, mas antes eu precisava me recuperar portanto me joguei no gramado como sempre fizera quando criança e sorri no momento que senti meu corpo se recuperar por conta da força vital das plantas próximas que se ofereciam por me ajudar (Poder Passivo *) e momentos depois meu ferimentos já não existia assim como o cansaço.
Fiquei de pé o mais rápido que pude e voltei a andar até avistar algumas ilhotas, corri até a beira do do lago e molhei as mãos e braços para refresca-los antes de colocar sobre a água a pequena canoa que alguém esquecera na areia, talvez fosse apenas coincidência ou os deuses estavam começando a lhe ajudar. Remei, remei e remei até desembarcar nas ilhotas, o lugar era como um recanto de lazer que apenas se fosse no mundo mortal seria frequentado penas por aqueles considerados mais rico, tudo era perfeito, mas agora vinha o problema principal...Aonde poderia estar a tal flor dourada ?! Mais uma vez caminhei meio sem rumo seguindo apenas minha intuição , talvez se encontrasse em um recanto particular ou um pequena pracinha que poderia ser encontrada por ali portanto coma ajuda de minha doa audição comecei a localizar os lugares onde poderia encontrar “pessoas”(Poder Ativo**). Como da se era de esperar encontrei alguns poucos habitantes que mesmo perante minha insistência em se comunicar com tais não recebia respostas, me sentei em um banquinho e apoiei os cotovelos sobre as pernas com o rosto entre as mãos.
Pense, pense Allie… Temos de encontrar a tal flor. Fiquei em silêncio e por mais que eu tentasse não conseguia nem mesmo imaginar aonde a flor poderia estar até que :

- Estou aqui… - Uma voz fraca e desconhecida soou na minha cabeça - Próxima ao jardim no finalzinho da ilha

Mas, mas...Mas de onde vinha aquilo?! Demorei um tempo para entender que a própria flor(Poder Passivo **) sentira minha aflição e me guiara, me senti aliviada com tal acontecimento e me coloquei a andar rapidamente para o lugar indicado, previa que o fim estava mais próximo do que imaginava. Consegui ver a flor de Perséfone logo que cheguei ao local, ela era a maior e a mais bela, se destacava completamente no meios das rosas brancas, tomei a mesma em mãos com um sorriso caminhei para o caminho que tinha feito para chegar ao jardim até ser parada por um jovem um tanto bonita:

-Aonde pensa que vai com a Flor Dourada ? - Ela me encarava com uma cara um tanto raivosa.

-Perséfone me mandou busca-lá e bem… pretendo fazer isso pela minha irmã - Sorri de canto com a esperança de amenizar a situação

-Então minha mãe te mandou...lamento mas não vai sair daqui sem que me derrote e para te ajudar ainda ficarei em meu estado físico.

Suspirei deixando a flor em um canto ao alcance dos meus olhos e apertei a terceira flor que Perséfone havia me dado fazendo com que a mesma sumisse e em meu corpo se encontrasse minha armadura de ouro, a garota me olhou e ri baixo fazendo com que eu me sentisse um tanto confusa:

- Olha, vou fazer bem mais do que isso, nem mesmo farei uso de meus poderes - Disse ela no momento que uma belíssimo cajado tomou forma em suas mãos - E isso somente por que imagino que seja por uma ótima causa que minha mãe te mandou.

Revirei os olhos e empunhei a espada. Direita em cima, rateira, estocada, corte lateral baixo, mas nada acertava minha adversária que se esquivava com sucesso me deixando um tanto irrita, continue atacando até o momento que a jovem me acertou com o cajado no estomago fazendo com que fosse empurrada para trás seguida de alguns golpes que não tive oportunidade de desviar e que de alguma forma fizeram com que o “peitoral” de minha armadura de desprendesse e fosse ao chão. Ah que droga eu gostada dessa armadura! Bufei e avancei novamente contra a garota que com um chute alto em um giro de 360º me arremessou a alguns metros de distância, poderia ter ido mais longe se não fosse pela árvore em que me choquei. Levantei com um pouco de dificuldade e me aproximei novamente com cautela e bufando :
- Seria mais facil se me deixasse partir…

- Ah minha tia eu realmente gostaria de fazer isso, mas sou a guardiã e minha maldição é proteger a flor.

Ela avançou contra mim, golpes altos com o cajado que consegui  parar com sucesso e contra-ataquei lhe causando alguns cortes na altura do ombro até ser lançada novamente contra uma árvore. Minhas costelas estavam doendo e eu queria sair dali logo, ela havia falado que não usaria poderes, mas não me disse que eu não poderia fazer uso dos meus então com certa dificuldade me coloquei mais uma vez de pé e fazendo uso de um de meus poderes ganhos como Arqueira Solar ( Poder Ativo ***) Lancei duas esferas de fogo conta a jovem que foi atingida saindo correndo de encontro a fonte com a intenção de apagar as chamas. Agora era minha chance, desenrolei meu chicote com estalar, depois contra a garota lhe agarrando o pescoço e puxando com força fazendo com fosse arrastada e levada ao chão antes de que conseguisse se soltar, diminui o comprimento do chicote em movimentos rápidos e no momento que a filha de Perséfone se levantava lhe impedi apontando a espada para a garganta:

-Agora eu posso ir? -Perguntei com um pequeno sorriso. Ela bufou e contorceu os lábios assentindo

------------------------ § --------------------

-Ooh minha irmã você realmente conseguiu - Perséfone me abraçara forte fazendo com que eu soltasse um gemido baixo de dor - Obrigada, obrigada e obrigada mais uma vez pois meu jardim será salvo por sua causa.

- Fico feliz por ter lhe ajudado e garanto que dei o melhor de mim, mas se puder me mande de volta para o camp por favor - Repliquei lhe tomando as mãos juntos das minhas.

Ela sorriu e eu adormeci acordando da enfermaria do acampamento com uma imensa dor de cabeça.

Armas:
♠ Chicote Espinhoso - O chicote é composto de espinhos venenosos por todo seu comprimento, capas de causar grande dor. O comprimento varia de acordo com a vontade do filho de Deméter.(Item Obrigatório);

♠ Armadura de ouro.

♠ Espada de Ouro imperial e Oricalco - Extremamente afiada.

Poderes:
Ativos:

*Fitocinese intermediária. (Lvl - 6)
Um pouco mais hábil nesse assunto, poderá criar até mesmo árvores, mas não as que atingem grandes alturas. Agora já há frutas em sua criação e a quantidade aumenta. A constrição pode atingir até a cintura e prender o adversário por até quatro rodadas, a depender de seu tamanho. Poderá controlar a vegetação já existente, fazendo crescer coisas e controlando árvores, porém não as de grande porte.

**Sentidos Aguçados (Lvl 5
Quando está em contato com a natureza, os sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar) dos filhos de Deméter serão mais aguçados, melhor do que qualquer meio-sangue.

***Esferas do Fogo I (Lvl 4)
Criará duas esferas feitas de fogo normal, assim como as esferas solares, não causam dano em outro filho/arqueiro de Apolo ou aliado a este.

Passivos:

*Cura Natural (Lvl 3)
Ao estar na natureza, esta irá se preocupar com cada filho de Deméter e este quando ferido
irá receber da própria natureza parte de sua energia. Para curar-se, basta tocar algo como um tronco de uma árvore, cair sobre o campo e coisas parecidas. Lembre-se, você irá sugar uma pequena quantia de força vital das plantas para se curar.

**Eco-Linguística(Lvl 3)
Com essa habilidade poderá falar com todos os seres da natureza, seja vegetal ou animal.

OBS - Sammy não me mate ç.ç Sim eu deixei de cumprir por completo um dos objetivos, mas culpe minha criatividade e minha falta de tempo ç.ç
Aceitarei punições sem problemas.
 

NOTE:Missão COM: Persé. Pensamentos; Monstros e Etc's... ONDE:Submundo

Thanks @Lilah!

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Re: Os Jardins estão morrendo!

Mensagem por Éter em Sex Abr 04, 2014 8:06 pm

Hm... Gostei muito da sua One-Post apesar de não ter cumprido um dos objetivos, principalmente da batalha. Embora tenha achado uns errinhos aqui e ali e_e, mas da qualidade literária do texto... Está ótimo. 


+3 níveis
+1500 dracmas
+11 pontos em cada atributo
+ Item especial - Classe Livre
✧ Camellia ✧ Flor vermelha de Camélia maior que o normal. Tem a capacidade canalizar a energia do semideus e - mediante gasto de energia - dispará-la em raios vermelhos vívidos. [Gasto: 10MP por disparo pequeno, 15MP por disparo grande. Três vezes por evento] {Item de classe livre ✧ By Éter}  

✧ Atualizado 

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