Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Narrador em Qua Dez 26, 2012 9:22 am

Relembrando a primeira mensagem :

Os semideuses que desejam ser reclamados devem postar sua Ficha de Reclamação NESTE tópico... Aqui vai a Ficha:


1) Nome:

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)

3) Por que quer ser filho desse deus?

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).



Última edição por Narrador em Sex Dez 28, 2012 7:43 am, editado 1 vez(es)

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Qua Jan 09, 2013 7:19 pm

Reclamado ^^, apesar que seria bem legal se fosse meu filho KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Qui Jan 10, 2013 3:41 pm

1) Nome: Tara Elizabeth Savelo

2) Quer ser filho de qual deus? Apolo

3) Por que quer ser filho desse deus? Sempre achei esse deus muito interessante por ser deus do sol e da musica (amo a musica) sempre adorei muito esse deus desde criança.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido. Sempre gostei muito e me dei muito bem com o sol e a musica.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).

Tara é uma noa-iorquina como qualquer outra mais com uma coisa de diferente ela era filha do deus Apolo mais ainda nao sabia disso.

Era um dia comum na grande Nova York,mas nem muito comum como de costume. Tara estudava na Julliard School e quando saia do seu ultimo dia de aula do ano com a sua melhor amiga Stefani, Tara para em frente a uma fonte e fica com um olhar fixado como se estivesse vendo algo de muito estranho acontecendo ali. Stefani era sua amiga desde os 17 anos e andava sempre de calça e tenis mesmo no calor e andava de um jeito meio estranho,mais isso não significava nada para Tara. Quando as duas estavam chegando no prédio de Tara, ela volta a olhar fixadamente a praça. Bom desta vez Stefani também viu e disse :
-Tara! Corre que é uma Fúria
-Fúria?O que é uma Fúria?
-Corre que depois eu te explico.
As duas começaram a correr para uma rua deserta da cidade e Stefani tira de dentro da bolsa duas espadas e joga uma delas para Tara e diz:
-Tente matar este monstro Tara.
As duas começam a lutar contra o monstro, mas Tara como não sabia o que fazer foi acertada pela Fúria na perna e cai no chão.Mas stefani viu que a fúria estava indo pra cima de Tara então começou a chamar a atenção da fúria, mas Stefani também foi acertada.Ao cair no chão a furia quase mata Stefani mais tara pegou sua espada e cravou nas costas do monstro.As duas viram esse monstro se transformar em pó.
-Stefani mais o que foi isso?
-Isso foi um monstro que enviaram para te matar?
-Me matar?Vamos subir e você me explica isso tudo direitinho.

As duas entraram no prédio e entraram no elevador, e quando chegaram sentaram no sofá e Tara disse:
-Bom dona Stefani pode começar a contar tudo
-Então ta, você é filha de um deus
-Um deus? So pode ta de brincadeira né Stef?
-Não Tara.Você é sim filha de um deus
-Só é? Então que deus é?
-Filha do deus do sol e da música Apolo
-Bom então como eu posso acreditar nisso?
-Eu sou uma sátira,sua protetora?
-Sa oque?
-Sátira - Diz Stefani mostrando os seus pés de bode
-Ta bom agora eu acredito em você
-Então,agora nós temos que ir para o acampamento.
-Mas e minha mãe?
-Tara sua mãe ja sabia que isso ia acontecer um dia.Deixe um bilhete para ela e eu sei que ela vai entender.

Então Tara subiu pro quarto,tomou um banho e arrumou as malas e desceu as escadas.Quando chegou na sala viu sua mãe conversando com Stefani e disse:
-Mãe - Sai correndo e abraça a mãe
-Oie filha linda. Bom você ta preparada pra ir pro acampamento?
-Acampamento?
-Eerr.. Dona Cinthya eu ainda não falei pra ela sobre o acampamento-Disse Stefani
-Bom meninas eu acho melhor vocês irem.

As duas sairam do prédio e entraram no carro de Tara.
-Então Stef pra onde nós vamos?
-Siga a estrada sentido New Jersey

As duas foram até que Stefani manda Tara parar no pé de uma grande colina e diz:
-Tara é aqui que nós paramos.
-Mas aqui?Numa colina?
-É sim.

Então as duas subiram a colina e pararam do lado de um grande e Stefani diz pra Tara:
-Tara o acampamento é onde você vai treinar as suas habilidades e se tornar uma grande semi-deusa.
-Hum.. Interessante
-Entra e seja bem vinda ao Acampamento Meio-Sangue seu novo lar

Tara adentra sua nova casa e fica impressionada e vai andar por ai explorando o acampamento. Até ser reclamada

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Qui Jan 10, 2013 7:14 pm

Reclamada como Filha de Apolo.
Esperando Atualização.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Dylan Crouley Smith em Sex Jan 11, 2013 4:16 pm


• Por qual Deus você deseja ser reclamado?: Melinoe.




• Cite suas principais características físicas e emocionais.


Os olhos cinza e bem atletico,as vezes muito sombrio e rebelde.Cabelos e barba escuros e bem discreto.


• Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?


Os fantasmas são nossas lembranças levadas à matéria. O patrono mais coerente que se encaixa em minha história e, ao mesmo tempo, pelo ceticismo do personagem acredito eu que é muito mais fácil matar um fantasma do que matar uma realidade. Por esse e por mais motivos creio que Melinoe é a deusa perfeita para o meu personagem.


• História da sua personagem:


De meu país e de minha família tenho pouco a dizer. Maus-tratos e o passar dos anos me afastaram daquele e fizeram de mim um estranho para esta. Uma rica herança me permitiu adquirir educação acima do comum, quando se é filho de um conde, de fato, isto é necessário; e a tendência contemplativa possibilitou-me organizar o saber que acumulara desde cedo em meus estudos. Acima de tudo, as obras moralistas dos alemães me davam grande prazer, não porque insensatamente admirasse sua eloquente loucura, mas pela facilidade com que meu hábito de rigorosa reflexão me ensejava descobrir seus erros. Fui muitas vezes censurado pela aspereza do meu gênio; acusaram-me, como se fosse crime, de falta de imaginação; sempre foi notória a extremada teimosa de minhas opiniões. Na verdade, receio que meu gosto pela filosofia física impregnou minha mente com um erro muito comum nestes tempos. Refiro-me ao hábito de relacionar os fatos, até mesmo os menos próprios para essa relação, com os princípios daquela ciência. Em geral, ninguém poderia estar menos sujeito do que eu a ser desviado do rigorosos limites da verdade pelos fogos-fáruos da superstição. Achei que seria apropriado explicar isso tudo, por temer que a incrível história que vou contar fosse considerada como o delírio de uma imaginação grosseira e não como a experiência de um real espírito para o qual voos de imaginação foram sempre letra morta, sem valor.
De fato, no início de toda esta introdução, esclareci que tenho pouco a dizer sobre minha história, mas ao contrário disto, minha família e meu país influenciaram-me muito quanto a experiência que lhes conto.

Era apenas uma tarde enriquecida de folhas ásperas que caiam calmas com o vento manso e sinuoso. Fim de setembro; 17:00. Mal podia esperar pelo resultado de meu requisito à entrar na investigação de meu pai; sempre me interessei por investigar casos, etc., e minha vida sem sal proporcionava tempo livre para pensar por conta própria; aliás, eram raras as vezes que meu quarto era aberto, o que me fazia definhar sobre os pensamentos rubros e cheios de mistério incoerente quanto a fatos que a televisão noticiava; era fato que teria pelo menos cinco suspeitos já definidos para cada caso que meu orgulho e psique se pusessem a investigar. Meu pai apreciava o talento, mas eu tampouco ligava. Para mim, o único orgulho que precisava era o meu; o que nunca se sobressaiu graças a meu temperamento perfeccionista. Mas, ao mesmo tempo que defini lá em cima, nunca fui muito próximo a minha família; sendo filho único, o que realmente me ligava a estes que pouco se importavam - igualmente -, era a impregnância de seus atos, criticados por mim por grande veracidade, o que pode ter sido o início de belos conflitos. [...]
Como ia dizendo... Em meus sentidos ansiosos e pouco expressados, caminhava pelas trilhas perto do bosque da mansão Smith, quando ao longe ouvi gritos; aproximei-me de onde os sons vinham, até que comecei a ver sinais de fumaças negras vindos da mansão; eu devo admitir que fui presunçoso ao não demonstrar reação quanto a isso: a insensatez cobria a verdade que estava frente a meus olhos.
Corri, porque era o que me restava. Sob consciência sub corporativa e esporádica de um ser humano, o desespero tomou conta de cada gesto meu. A mansão Smith estava em chamas; bombeiros corriam para tentar apagar o fogo, e aos poucos ambulâncias formaram uma barreira em torno da casa, retirando corpos de funcionários e... Mas não via o de meus pais. Havia uma falha pela multidão, pela qual corri. Como um garoto de 12 anos qualquer, desesperado pelo conforto que perdera estes anos todos; pelas lembranças falhas dos momentos superficialmente felizes. Enquanto corria, a fumaça sufocava meus pulmões, assim como o cansaço que apesar da adrenalina momentanea, não se abstinha à me exaustar; lancei-me contra os esconbros procurando vestígios de vida, quando um enorme bloco de concreto despencou dos céus e...
Ao acordar, estava em uma sala escura. Bem, resumindo, acabei descobrindo que o incêndio na mansão de meus pais foi causado pelos mesmos homens que me acharam em meio aos escombros e me tornaram seu escravo, passando meses sumido. Eu também era o sacrifício em um ritual de culto. Depois de tanto tempo sendo torturado e machucado, uma hora meu ódio por meus torturadores culminou na convocação acidental de Sebastian. Ordenei ao demônio para matar todas as pessoas na sala e mais tarde fiz o contrato com o demônio para me vingar daqueles que tanto me causaram incidentes e maus-tratos e ainda estavam vivos.


○ O contrato ○
Aos poucos, tudo foi escurecendo, minha visão enturveceu e uma voz maleficamente planejada para me fazer hesitar tornou-se um eco em minha cabeça; a minha própria existência não era visível, meus sentidos pouco estavam aguçados, mas eu senti a raiva que aos poucos foi domando-me por meio de determinação. Sentia angústia por estar totalmente impotente e não conseguir me mover, mas minha subconsciência falava por mim, estabelecendo um diálogo com a presença mais tenebrosa que um dia já senti na vida.
- Você realmente quer assinar este contrato, jovem?
Contrai os soluços, o corpo agora estava flutuando, as luzes se acenderam. - Sim.
- Jovem mestre, abra os olhos.

Estava deitado sobre minha cama devidamente arrumada. Havia uma bandeja de prata com torradas e chá quente sobre a colcha da cama. Tudo estava estranhamente arrumado, mas, parte de minha visão estava simplesmente negra; talvez fosse estúpido não ter percebido antes que havia um tapaolho sobre o meu olho direito e quando o senti, pude ver que ao mesmo tempo, em meu dedo anelar direito, estava o grande anel azul com um "S" cravejado. Não sabia realmente do que se tratava, e pelo forte ceticismo, acreditava ser apenas um sonho, sem saber de fato definir se agora mesmo estava acordado.
Levantei-me da cama, olhando pela janela do meu quarto, quando ouvi o ranger da porta; passos leves caminharam em minha direção, colocando a mão com uma luva branca aveludada sobre meu ombro esquerdo.
- Acordou cedo, jovem mestre.

Encerro portanto, a história mais esquisita contada por um cético. De fato, era real. E o que hoje é meu mordomo, alimenta-se de minha vitalidade por ser filho da deusa dos fantasmas, sendo ele, propriamente um. Seu nome é Sebastian. E estamos no momento nos dirigindo até o Acampamento Meio-sangue, em Long Island, EUA; passar o verão com outros de minha mesma detestável raça. Sou considerado um conde, pela proximidade que tenho com a rainha, provavelmente o conde mais jovem de todas as eras; cuido dos negócios da família e tenho aulas particulares com Sebastian, que ao mesmo tempo, é meu guardião. Meu nome é Dylan Crouley Smith , e tenho poder suficiente para colocar qualquer ser humano existente sob meus comandos; acredito também que será interessante ir para os campos da punição após morrer, uma troca justa, certo Sebastian?



Mansão Smith:
A propriedade pertencente família Smith está localizada fora da cidade de Londres.
A família Smith é uma familia/agência executiva secreta, controlada diretamente pela rainha e é muitas vezes referida como os "cães de guarda da rainha". Eles são encarregados de eliminar todas as evidências de irregularidades da família real por todos os meios necessários, além de controlar e gerenciar o submundo do Reino Unido para evitar qualquer informação da sua existência de chegar ao público em geral.
O atual chefe da família é Travis, o filho de 13 anos do Conde Vicent e da Lady Rachel Smith que foram assassinados e seus bens queimados. Esse "acidente" ocorreu no aniversário de 12 anos de Travis e o garoto passou um bom tempo desaparecido, retornando meses depois na companhia de Sebastian, seu novo mordomo.
Além dos serviços que prestam para a rainha, a família Smith dirige uma uma companhia de confeitaria e brinquedos chamada Funtom Company.
Sebastian Michaelis, um fantasma/demônio, atua como o mordomo.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Sex Jan 11, 2013 4:29 pm

Aprovado e atualizado

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Nature Flower em Sex Jan 11, 2013 7:06 pm

Há ficha para ser um espirito da natureza???
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Tyson M. Heartfilia em Sab Jan 12, 2013 9:49 am

1) Nome:

Tyson M. Heartfilia

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)

O grande Deus, Lorde Apolo

3) Por que quer ser filho desse deus?

Sabe...em todos os meus anos de semideus eu sempre fui um filho de Apolo e me identifiquei muito com ele. Esse é meu chalé de coração, uma vez filho de Apolo sempre filho de Apolo!

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.

Um pouco bonito, ama qualquer tipo de arte, é calmo, tem completa e inteira paixão por arco e flecha, fez balé, aulas de violino e ginastica ritmica quando era pequeno e vem seguindo eta carreira desde então

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).


Desde quando nasceu Tyson mostrava ser diferente dos outros garotos. Se destacava nas competições, principalmente no arco e flecha, todos tinham inveja dele por isso na sua infancia cresceu sem amigos.
Ele era muito triste por isso, não queria ser melhor, queria ser igual a todo mundo, ser tratado como um garoto normal. Mas mesmo que tentasse não conseguia, tirava as melhores notas, era o melhor esportista, o mais adorado dos professores. Ele só tinha um defeito...Ser perfeito demais.
Mas quando isso acontecia ele fazia o que mais gostava, se trancava no quarto e ficava escutando musica suave ou tocando seu violino.Isso o acalmava muito, parecia que quando Tyson fazia isto ele esquecia do mundo, esquecia dos problemas, só estava ali curtindo aquele momento.
Só que seu pai odiava aquilo, ele queria que o filho só se focasse na perfeição, pois ele tinha medo que ele se transformasse num filho rebelde e transtornado.
Mas ele tinha um problema, não conseguia ler, as letras se embaralhavam e não era possivel ler de jeito nenhum...Seu pai lhe disse que ele tinha um alto nivel de déficit de atenção, hiperatividade e dislexia, também conhecido com TDAH, fora isso o garoto era otimo.
Á mãe de Tyson morreu quando ele ainda era criança, desde então seu pai usava seu filho para conseguir dinheiro. Ele ainda aproveitava do garoto para obriga-lo a limpar toda a enorme casa enquanto o pai só relaxava.
Um dia quando Tyson estava saindo da escola para ir embora, atravessando um beco ele viu umas sombras passarem por trás dele, ficando assim desconfiado. O garoto apertou o passo, porque podia ser um bandido, mas era pior quando ele olhou pra frente viu...Tres mulheres com asas e garras bem na sua frente. Elas fizeram um circulo e encurralaram ele.
-Ola Tyson, vamos conversar um pouquinho_disse uma delas.
-Eu não tenho nada pra conversar com vocês_disse Tyson tirando uma faca de sua mochila sem que elas percebessem.
Quando uma delas veio lhe atacar ele desviou dando um corte nela, ela caiu porém não ficou muito ferida.
-Como ousa seu muleque insolente_disse a harpia que caiu.
Ele desferiu outros pequenos cortes nas outras, não foi para feri-las mas o suficiente para faze-las recuarem, então ele fugiu por um bom tempo...mais coisas estranhas estavam acontecendo, mais especies de monstro surgiam e o garoto ja não aguentava mais.
Foi quando numa tarde calma até demais ele viu em meio as arvores uma especie de homem bode, Tyson tentou fugir e o homem bode contiuou a segui-lo, ele chegou muito perto, Tyson ficou com medo e tentou ataca-lo
-Acalme-se garoto...eu não vou machuca-lo, eu quero te ajudar. _disse o homem bode
-Eu não acredito em você! É só mais um monstro mentindo_disse Tyson
-Eu não te culpo por não confiar em mim, e quiser me ataque eu não vou fazer nada
Neste momento o menino abaixou a arma triste.
-Agora você esta seguro, eu vou te levar pra um luar em que todos são como você. Tudo vai melhorar, eu juro...
Deste jeito o sátiro levou o garoto transtornado e assustado para o Acampamento meio-sangue.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Sab Jan 12, 2013 9:53 am

Reclamado, mas cuidado tem palavras com erros . Por exemplo
Lorde = Lord, ou Senhor que é o significado de Lord.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lizzie Alter em Sab Jan 12, 2013 1:38 pm

1) Nome:
Lizzie Montoly Grey
2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)
Dionísio
3) Por que quer ser filho desse deus?
Porque particularmente interesso -me muito por vinhos de todos os tipos, e sem ofesas na minha opinião e ums dos melhores deuses.
4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
Sempre me dei bem com vinhos e essas coisas, quando menor gostava muito de plantar e cudar das sementes de uvas (ta algumas não vingaram), e tenho uma paixão por leopardos.
5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).
Sempre fui uma criança aparentemente “normal” e bem saldável. Nasci dia 6 de Setembro de 1995,na
cidade de New York, Estados Unidos, tenho 2 irmãs gêmeas, a Blair e a Holly .
Minha mãe Savannah, sempre foi super
protetora e carinhosa , porem nunca falava sobre nosso pai, ela era
“casada” com Guilherme Montolly, um homem muito atencioso e carinhoso conosco .
Que sempre esteve presente na minha vida e ate que era um bom padrasto . Minha
infância foi um tanto agitada, brincava normalmente como outras crianças, além
de ter certas dificuldades em relação a estudos, certas vezes via criaturas que
pensava que eram da minha imaginação, o que deixava minha mãe e Guilherme em
alerta. Só que tudo ficou diferente aos 5 anos fui separada de minhas irmãs(pelo
fato de atrairmos muitos monstros) e a partir dai fui morar com Guilherme. Quando
fiz 6 anos e estava no shopping com Guilherme, comprando presentes
para comemorar meu aniversario, quando um senhor muito simpático surgiu
derepente.
-Olá pequena, parabéns por mais um ano de existência -disse o senhor cumprimentando-me –Trouxe-lhe
um presente !

Meu “pai” olhava o senhor com um certo receio e segurava-me
pela mão forte. Eu não entendia na época o porque que ele estava assim. Fiquei muito intrigada mais deixei por isso
mesmo.

-Muito obrigada senhor...mais de onde me conhece? – fiquei muito curiosa
-Sou apenas um amigo Lizzie, só isso –então ele entregou-me
uma caixa de presente decorada com uvas.

Peguei a caixa e abri a mesma, confesso que não entendi nada
do que significava aquele presente. Uma garrafa de vinho, tive uma vontade de
sair correndo e acabar aquele vinho todo. Papai e o senhor começaram a
“discutir” devido o presente, inadequado a uma criança, sem ninguém perceber
sai correndo pelo shopping bebendo o vinho. Guilherme saiu correndo atrás de mim(tomei aquela bronca
depois). Desde então tomei um gosto por bebidas, principalmente vinhos de todos
os tipos.

Depois disso os bichos que via ficaram mais frequentes, até
que tive um problema no refeitório do colégio com um pequena destruição(pego
fogo ). Então Guilherme acho que era melhor eu fazer algum tratamento
psicológico pelo trauma que fiquei por conta do acidente. Foi então quando
comecei a fazer terapia em grupo eu tinha 7 anos de idade(o que não deu certo),
minha terapia de grupo foi pela descarga pois meus “colegas” eram monstros,
acharam que eu estava louca. Então convenceram minha mãe a colocar-me em um
sanatório especial para crianças problemáticas, loucas e doentes . Eu não queria ir pois sabia que não tinha nada
comigo. Foram os piores 6 anos da minha vida, era medicada de hora em hora e se
não me comportasse ia para uma área especial, todo dia tinha brigas e as vezes
eu apanhava mesmo não tendo nada a ver com isso.

Aos 13 anos eu consegui sair do sanatório. Já estava
acreditando que ia ter uma vida normal e que os monstros não existiam, mais as
coisas continuaram do mesmo jeito, voltei para o sanatório pra as “terapias” lá
as coisas eram diferentes tratamentos com agulhas e essas coisas. Fugi depois
de um mês da minha volta, meu pai então decidiu que não iria mais a nenhum
tratamento, e a vida continuo, eu fingindo que nada daquilo existia sendo
forçada a tomar remédios nojentos.

Quatro anos se passaram e parei de dar muita atenção aos
bichos que via, já ia loucamente as festas e não ligava mais pra nada, só para meu
“pai” o Guilherme. Mais achávamos que a vida ia melhorar, tínhamos essa
esperança ! Eramos um bando de idiotas. Mais foi indo para uma festa que as
coisas realmente ficaram feias, muito feias ! pra inicio eu nem deveria ter ido
pois meu pai havia me posto de castigo
por ter feito uma tatuagem escondida. Decidi então fugir para estar lá na tal
festa, chegando lá a musica já estava muito boa, muita gente legal, bonita e
bem arrumada. Fui curtindo a festa com Mariana uma menina linda e simpática que
conhecera na festa, estava dançando
quando vi um garoto olhando pra mim. Ele era de uma beleza sem igual, muito
sedutor e atraente. Não conseguia tirar os olhos dele, nem ele de mim, mais
continuei dançando, então decidi pegar uma bebida. Estava tomando uma vodka, e
nisso a festa foi animando e eu tomei um copo, dois, três ,quatro... até já
havia perdido a conta, e aquele garoto continuava me olhando....Eu estava completamente
hipnotizada por ele, não conseguia desgrudar meus olhos dos dele. Foi quando
perto de ir embora ele veio falar comigo.

- Oi Liz, eu sou Steve prazer –sorriu amigavelmente
-Iae Steve, prazer –sorri de volta.
Ele era mais lindo de perto mas desde a hora que foi falar comigo senti algo estranho mas
achei que era coisa da sua cabeça por
estar alta da bebida. Dei de ombros. Steve era lindo, e sensual, branco dos
olhos verdes com seu cabelo preto feito ébano em um topete. Tinha um porte
físico bem “saudável” e forte...

-Ta afim de ir a um lugar legal comigo ? -perguntou-me
-Vamos ! E festa to dentro –ri
Então Steve levou-me para uma festa
muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito louca, assim que entrei já me deparei com
pessoas no mais intimo do ser delas. E então eu comecei a beber, mais e mais,
até que me deram maconha ai me eu já estava mais pra lá do que pra cá e Steve
sempre comigo. Já estava completamente chapada quando cai no chão, Steve me
levanto e fomos indo pra um canto mais afastado e fomos indo em direção a um
“quarto” ....

Não lembro de mais nada daquela noite ! Mais quando acordei
estava em um quarto bem confortável com uma “pessoa” se arrumando, eu achava
que era Steve, mais vi que estava enganada. Eu achei super normal pelo fato de
estar alterada, então tapei o rosto com as mãos por conta da luz do sol que
entrava no quarto e voltei a dormir.

-Acorda Lizzie ! –disse a pessoa
-Não eu quero dormir me deixa !–disse sonolenta
-Levanta vai, vou te levar em casa –perguntou-me
-O que aconteceu aqui ?–perguntei “acordando”
-Muita coisa –sorriu normalmente– Quer que eu conte o que
houve?

-Sim, por favor –estava muito curiosa
Então ele começou a me contar, segundo Bernardo eu já estava
pra lá de bêbada então fui para um
quarto com Steve, que na verdade era um “”Incubo”” (fiquei com uma cara de
paisagem ao ouvir o nome) que é um demônio na forma masculina que se encontra
com mulheres dormindo, a fim de ter uma relação sexual com elas. O íncubo drena
a energia da mulher para se alimentar, e na maioria das vezes deixa-a viva, mas
em condições muito frágeis... mas nesse caso como eu não estava dormindo seu
objetivo era sugar minha VIDA como um vampiro que suga sangue....

-Pera, você estava comigo na hora? –perguntei confusa
-Não, eu estava na festa te observando e ia entrar em cena
se precisasse de ajuda ! E foi o que fiz, você estava gritando e batendo nele
com uma garrafa de vodka vazia, só que ele era muito forte e empurrou-te contra
uma parede, você desmaio e eu apareci... Então te trouxe para esse quarto e
fiquei cuidando de você até acordar... –disse bem calmo terminando de se
ajeitar.

Quando realmente acordei
com uma certa preguiça e olhei para aquela “pessoa” e quase tive um
ataque cardíaco, ele era metade gente e metade cavalinho pequeno (eu acho né).
Quase cai da cama com o susto que tomei, fiquei meio em choque. Eu achava que estava completamente chapada
ainda pois era uma coisa assustadora.

-O que é você? –gritei subindo na cama e levantando uma
perna como se fosse uma ninja

-Sou um sátiro e chamo-me Bernardo –disse ele rindo
-Não tem graça... –disse olhando pra ele com cara de mal
(ok. Isso não saiu como planejei) –Fica longe de mim ! –ameaçando dar-lhe um
chute de ninja

-Lizzie, desce dai vai... isso esta ficando ridículo !
–esticou a mão para me ajudar –Vamos vou te levar em casa...

Tentei dar um chute nele mais cai da cama, Bernardo rio como
um louco e eu ri também, levantei com sua ajuda, peguei minhas coisas e fomos pra minha casa, Bernardo estava com um
carro e fomos conversando no caminho. Chegando lá Guilherme, meu “pai” quase me
mato com um grande sermão e querendo saber o que tive com Bernardo(que já
parecia mais humano de calça comprida).

-Pai, calma eu posso explicar... –disse tentando acalma –lo
- Explica, por que fugiu, por que passo a noite fora sem dar
noticias e o que estava fazendo com esse moleque? –disse ele p da vida

-Lizzie, vai arrumar suas coisas que eu falo com seu
padrasto –disse Bernardo

Então enquanto eu
tomava um banho e arrumava-me pra ir, Bernardo explico tudo para meu pai. Vesti minha blusa do Bob Marley, um short
curto, meu boné e tênis. E uma grande mochila do reggae com minhas roupas, meu
narguilé e outras coisas. Desci e me despedi de Guilherme, que fora um ótimo pai
pra mim durante os anos que passamos juntos . Saimos da minha casa, entramos no
carro e fomos embora. Não demorou muito e chegamos ao Acampamento Meio –Sangue.

-Bem-vinda ao acampamento meio-sangue Lizz –sorrio Ber
(apelido que dei a ele)

-Valeu Ber –sorri de volta
Pus minha mochila nas costas e antes de entrar no
acampamento dei uma ultima olhando pras arvores ao meu redor, foi quando vi
duas pessoas vindo em nossa direção ao se aproximarem percebi que eram minha
irmãs Holly e Blair, sorri e ajeitei meu boné.

-Demoraram –rio
-Cala a boca Lizz –disse Blair
-Vamos logo né –falou Holly
Demos as mãos e entramos no Acampamento Meio- Sangue.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Blair Christine Grey em Sab Jan 12, 2013 1:57 pm

1) Nome:


Blair Christine Grey

2) Quer ser filho de qual deus?



Dionísio

3) Por que quer ser filho desse deus?



De certa forma todos os ofícios de Dionísio fascinam
Blair. E particularmente lhe agrada bastante um bom vinho.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.

Blair curte festas, insânias, esbórnias, vinho e outros tipos de bebidas. Muito
ativa e fora das leis. É grossa e decidida. E garante dar um pouco de trabalho
para algumas pessoas.



5) Narre sua história
(Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).






Eu estava passando o lápis de olho preto. Quando
ouvi minha mãe me chamar:



-Blair! Desça logo vai se atrasar para escola. –
Terminei de passar o lápis e coloquei dentro da minha mochila, chequei para ver
se tudo estava ali mesmo e desci as escadas. Minha mãe estava de pé com sua
roupa formal para trabalhar e fechou a cara quando me viu:



-Blair, você vai com esses olhos pretos de novo!
Isso não é maquiagem de escola e essa roupa. A diretora nem vai te deixar pisar
no colégio.



-Não estou nem aí! – Eu não conseguia entender oque
ela via de ruim na minha calça jeans rasgada, minha blusa do Mettalica e meu
coturno com spikes.



Fomos pelo caminho da escola e ela ficou me falando
de como “uma dama deve se portar”. Sinceramente às vezes Savannah me irrita
profundamente.



Ela me deixou na porta do colégio esperei o carro
sumir do meu campo de visão e nessa hora o sinal tocou. Segui pela rua
tranquilamente até a cafeteria. Sentei e pedi um café. Eram dez e meia quando
terminei. Sai e fiquei encostada ali mesmo. Um carro parou não muito longe e
desceu um homem de lá. Abaixei e peguei uma pedra que estava perto do meu pé e
abri minha mochila, tirei uma pequena faca de mesa que eu havia pegado da cafeteria.
Aproximei-me do Palio preto e coloquei a faca sobre a fechadura e bati na ponta
dela com a pedra com muita força. A faca entrou e destravou a porta entrei e
fiz a mesma coisa para ligar o carro. Dei ré até sair de perto da cafeteria e
acelerei. Liguei a rádio e estava passando Bon Jovi. E fui indo sem destino. Parava aonde eu
quisesse. Tranquilamente fiquei assim e quando me dei conta já eram sete da
noite. Meu telefone tocou. Savannah me ligava. Ignorei a ligação mais ela
persistiu.



-Oque foi? – falei atendendo


-Onde você está?


-Em um lugar!


-Que lugar?


-Um aí


-Blair volte pra casa ago...


-Mãe eu estou um pouco ocupada agora a gente se
fala depois tá. Tchau.



Desliguei e encostei o carro embaixo de uma árvore.
Parei e refleti. Putz não estou entendendo mais nada. Essa semana foi a semana
mais estranha que já me ocorrera. Primeiramente eu tive sonhos com minhas duas
irmãs Lizzie e Holly, meu padrasto Guilherme e minha avó Júlia. Depois eu juro
que fui atacada por dracaenaes e fúrias, mas minha mente ainda não quer
acreditar (e eu acho que nem eu quero). Me senti sendo perseguida várias vezes
e várias pessoas da minha escola tentaram me matar, incluindo a diretora.
Enfim... Era terrível. Balançei a cabeça para espantar os pensamentos e pensei
em um lugar para ir. Liguei a minha faca de novo e fui. Parei em frente a uma
casa. Entrei e logo identifiquei o homem no balcão.



-James!


-Blair – sorriu o garoto jovem, com um alargador
gigante e um boné. – Oque você tá fazendo aqui?



-Eu quero uma identidade.


-Ah só! Chega mais no meu escritório particular. –
Ele me levou até uma sala – Olha só! Eu faço pra você numa boa mais gata essas
coisas não são muito baratas não!



-Quanto é?


-Cento e cinquenta dólares.


-Puta Merda, James! Você quer cento e cinquenta
nisso.



-Gata isso é ilegal e tu sabe né a gente tem que
garantir o sustento.



-Sei... Pô James somos amigos descola um desconto


-Tá pra você eu faço por oitenta e cinco ou... –
fez uma pausa – A gente pode sair juntos?



Olhei para ele com uma expressão nem um pouco
amigável e tirei oitenta e cinco dólares do bolso.



-Toma! – falei entregando – Quero pronto pra daqui
a meia hora!



-Affs vai me dispensar mesmo? E onde você conseguiu
esse dinheiro todo?



-James eu estou falando sério e não é do seu
interesse



-Ah eh sim! Se não me falar eu não faço a
identidade



-E eu te entrego a policia!


-E você vai continuar sem a identidade


-Peguei em um lugar aí.


-Lugar...


-Num carro que eu roubei.


-Hmn... Ô gata casa limpa, roupa lavada, passo,
cozinho. Mas vamos sair juntos



-JAMES!


-Ok! Já entendi preciso de uma foto sua.


Tiramos as fotos 3x4. E em exatas meia hora já
estava pronta a minha identidade falsa.



-Pra que quer a identidade? – perguntou James me
entregando-a



-Beber!


-Hmn... 17 anos e já está louquinha pra beber.


-Pra sua informação eu bebo desde os treze!


Virei-me e sai. Entrei no carro liguei-o com a
minha faca e fui até um chaveiro. Depois de decentemente estar com chaves agora
fui até uma boate para inaugurar minhas identidades. Consegui passar numa boa e logo entrei no
banheiro e troquei de roupa. Uma calça de couro, um scarpin com spikes, uma
blusa preta e uma jaqueta de couro. Guardei todas as outras roupas na mochila e
fui até o bar. Pedi uma vodka e fiquei ali concentrada na minha bebida. Um
homem sentou ao meu lado:



-Olá! Prazer meu nome é Frederico, mas todos me
chamam de Fred – disse ele.



-Olá – respondi séria e o olhei. Ele era baixinho e
tinha cabelos encaracolados loiros, era bem branquinho e os olhos azuis. Estava
com uma calça larga e uma blusa suja de lama. – Como entrou aqui? Você me
parece novo



-Nunca julgue o livro pela capa – Ele pediu um copo
de cerveja e uns guardanapos. Ele deu um pequeno gole na cerveja e fez uma
careta – Troço ruim – E comeu o guardanapo. Eu fiquei o olhando – Que um pouco?
– falou com a boca cheia



-Não obrigada. – encolhi-me e bebi outro copo de
vodka.



- Devia maneirar na bebida – falou ele


-E você devia não se intrometer na minha vida. Nem
te conheço!



-Acredite! Vamos nos conhecer bastante. Você já
ouviu falar em mitologia grega?



-Sim. Eu estudo isso todas as terças e quintas.


-Hmn. E você acredita que ela existe?


-Claro que não – ri – Além de esquisito é louco.
Isso é fictício.



-Hmm... E se eu te dissesse que não é?


-Eu diria que você tem que procurar um tratamento
rápido.



Levantei-me com meu copo e fui andando. Ele veio
atrás de mim.



-Você tem que me ouvir, Blair.


-Como você sabe meu nome?


-Estudo na mesma escola que você. Sempre fiquei
perto de vo Eu sei de tudo acredite. Minha missão é leva-la ao acampamento
Meio-Sangue e depois...



-Pera me levar pra onde?


-Acampamento Meio-Sangue é lá onde os semideuses
vivem e aprendem a guerrear.



-Você está dizendo que existe um acampamento onde
só tem filhos de deuses com mortais como nas histórias. E que eu sou uma!



-Exatamente


-Tá e depois disso a gente vai pro mundo encantado
da fada do dente? – ri debochando - Fala sério. Acho que já passou da idade de
você acreditar em historinhas.



Aquele papo idiota me deixou sem animo para a festa
(E olha que é difícil eu ficar sem animo pra isso), peguei mais um copo de
vodka e sai da boate. Frederico me seguia. Olhei para trás para vê-lo e ele
gritou: “Cuidado”, quando eu virei para frente. Havia um homem enorme e muito
feio, no início foi difícil enxergar o rosto dele, mas aos pouco eu vi
realmente ele era muito feio e grande. Espera um pouco. Pensei. Aquilo é um
olho! Mas é só UM OLHO! Cadê o outro? Putz isso tá estranho.



-Não é possível! – sussurrei pra mim mesma.
Frederico chegou perto de mim e me puxou. Fomos correndo para trás da boate e o
coisa nos seguia. Paramos rapidamente para respirar e Frederico afrouxou o
cinto da calça e começou a descê-la. Virei a cara – É sério que você está tirando
a calça numa hora dessas?! – Ele não respondeu nada, só senti ele me puxar
novamente e estávamos correndo. Abaixei o olhar para er se ele estava de calça
então me deparei com duas pernas de cabra? Carneiro? Sei lá. Oque era isso? Um
Bode. Parei de correr e pensei. Um sátiro! Como a aula de História Grega!
Impossível! E aquilo era um ciclope? Definitivamente eu estava ficando louca!
Como s senão bastasse às fúrias e dracaenaes, agora isso!



-Diga-me que isso não é um ciclope – Perguntei a
Frederico apontando para aquela coisa monstruosa correndo atrás da gente.



-Tá eu não digo, mas é sim. Agora você acredita em
mim?



-É eu acho que agora eu acredito. Oque fazemos
agora? – falei arfando



-Continua correndo – falou arfado também – E vamos
achar logo um jeito de ir pro acampamento.



-Onde ele fica?


-Em Nova York


-Beleza estamos em Seattle é um pouco longe


-Como eu disse vamos dar um jeito


Eu o seguia e o ciclope também nos seguia gritando.
Tomamos uma distância boa dele. Frederico parou no estacionamento e pegou um
pedaço de metal que encontrou no chão quebrou o vidro de um celta cinza e abriu
a porta.



-Entra! Você sabe dirigir né?! – perguntou ele


-Cara por que você fez isso? Eu tenho um carro tá?!
Acha que eu vim de Nova York até Seattle a pé?



Abri a bolsa e tirei as chaves fomos até o meu
carro. Liguei-o e disparei pela rua.



-Ufa – falou Frederico quando não viu, mas nenhum
sinal do monstro. – Esse carro é seu mesmo?



-Claro que é. – falei sem tirar os olhos da estrada


-Mas que eu saiba você não tem idade para dirigir
muito menos pra ganhar um carro.



-Eu roubei. Então ele é meu.


-VOCÊ ROUBOU?


-É você esperava que eu comprasse um carro pra sair
de Nova York?



-Hmn... Faz sentido. Mas então por que você saiu de
Nova York? Essa é uma ideia estúpida para um semideus fazer.



-Eu sai por que estava afim. Ah e eu muito sabia
que era isso daí!



-Você não quer me falar oque houve?


-Eu já disse! Sai por que estava afim. Não briguei
com ninguém nem nada do tipo. Sai por que eu quis.



-Hmn... Bem agora vamos nos concentrar em voltar ao
acampamento e arranjar calças novas pra mim.



Dirigi a noite inteira. No dia seguinte paramos
para tomar café da manhã em um posto de gasolina. Peguei algum dinheiro da
minha bolsa e abasteci o carro enquanto Frederico esperava no carro entrei na
loja de conveniência e roubei uma calça jeans. Trouxe para ele e ele se vestiu
dentro do carro. Descemos e fomos tomar
café eu pedi um chocolate quente e bebi



-Não vai beber nada? – falei para ele


-Você já terminou seu chocolate?


-Já!


-Pode me dar o copo?


-Tá!


Ele começou a comer o copo. Eu paguei o chocolate
quente e roubei umas barrinhas, alguns copos plásticos e guardanapos (a pedido
de Frederico) e umas cervejas. Na saída da lojinha de conveniência uma mulher do
posto veio até nós dois.



-Um conselho: Roubar não é legal! – falou


-Eu não te pedi conselhos.


-Garota grossa - Frederico franziu o cenho e me
puxou até o carro



-É um monstro – sussurrou. Eu e ele corremos até o
carro e antes que pudéssemos chegar a mulher estava na nossa frente. Ele
começou a se transforma e virou:



-Uma fúria! – gritou Frederico


A mulher se transformou e avançou em mim. Frederico
me empurrou para um lado e correu para outro. Ele tirou uma flauta do bolso da
calça e começou a tocar. A fúria pôs as mãos no ouvido e começou a gritar.



-Pega! – Frederico parou rapidamente e me entregou
uma faca – É de bronze celestial – E começou a tocar novamente outra canção que
fez plantas surgirem do concreto e
prenderem
os pés daquela coisa. Peguei a faca e a olhei sem muita ideia do que fazer.
“Faça oque achar correto Blair, você ainda me trará muito orgulho, mas tem que
confiar em você primeiro” Uma vozinha veio na minha cabeça. Opa isso tá ficando
estranho. Essa voz me parece familiar. Beleza! Definitivamente estou delirando.
Levantei o olhar e vi aquela coisa em cima de Frederico urrando. Segurei a faca
e fui indo por trás daquela coisa. Ela parou de urrar e virou-se para mim,
depois ela se jogou em mim com a boca aberta em um salto. Fechei os olhos e
joguei a faca na direção dela. Fiquei um bom tempo com olho fechado quando
senti algo tocar meu ombro, por reflexo virei e dei um tapa:


-AIIII! – Ouvi uma voz familiar
choramingar. Abri s olhos e vi Frederico caído com a mão no nariz (ou focinho
sei lá =p)


-Desculpe-me eu pensei que fosse a
fúria.


-Ai! Eu acho que você quebrou meu nariz


-Putz!


Depois de acalmar Frederico entramos no carro e
resolvemos seguir viagem. Tirando fato de ele ficar reclamando do nariz o tempo
inteiro a viagem foi tranquila. Fizemos mais umas duas paradas até que chegamos
à Nova York. Algumas ruas do Acampamento eu ia um pouco rápido demais, pois
estávamos sendo perseguidos por uma empousa. Até que vi uma explosão em uma
loja ao lado e uma garota loira correndo até a estrada eu parei o carro e a
olhei. Frederico me gritava:



-POR QUE PAROU O CARRO? TÁ LOUCA A EMPOUSA AINDA
ESTÁ AQUI ATRÁS!



-Cala a boca! Aquela garota me parece familiar! –
Apontei para a menina que agora estava parada de frente para o carro. Acho que
ela pensava a mesma coisa. Desci do carro e vi um
Manticore atrás dela, ela se apavorou e se preparou para
correr.



-Ei! Espere! – gritei – Venha conosco!


Ela parou e virou e correu até mim, entrou no carro
do lado do passageiro e Frederico passou para o banco de trás. Acelerei e agora
éramos perseguidos por uma
empousa e um
M
anticore.


-Quem é você? – perguntou Frederico enquanto eu
costurava entre as esquinas de Nova York.



-Sou Holly! Holly Grey – falou a menina apavorada
olhando pelo retrovisor os monstros.



-Holly? – falei – Sou eu! A Blair!


-Blair! Mas, você... Oh! – falou ela me olhando
impressionada



-Oque é? – falou Frederico olhando para nós duas


-Somos irmãs! – falei


-Gêmeas para sermos exatas


-Mas vocês não são idênticas – falou ele – Só se
parecem



-Somos gêmeas bivitelinas. Por isso não somos
idênticas.



-Ah! E cadê o seu sátiro?


-AQUILO! Aquela coisa com pata de pônei! – falou
Holly



-Bode tá! Mais respeito, por favor.


-Ele era estranho estava correndo atrás de mim e
depois apareceu uma mulher que parecia uma galinha. E agora um homem-leão.



-Uma harpia e um Manticore. - falei


-Como você sabe?


-Aulas de Mitologia Grega.


-Temos que achar o sátiro – falou Frederico.


-Oque? – falamos juntas


-Não temos de ir ao acampamento!


-Não vamos salvar o sátiro! – gritou Frederico


-Para de ser teimoso! Vamos ao Acampamento! –
greitei também



-Não!


-Sim!


E de repente ouvimos um barulho e um reflexo em
cima do vidro do carro. Era um sátiro. Ele estava sem calça mostrando suas
pernas de bode. E gritava “Holly”



-Achamos! Vamos logo ao Acampamento! – gritei


Ainda éramos perseguidos pelo Manticore e a Empousa. Mas
eles estavam bem longe. O sátiro se segurou no vidro e eu acelerei até um
monte. Descemos todos os quatro correndo até o topo do Monte. Lá em cima vi
outra garota.



-Aquela é a Lizzie? – perguntou-me Holly


-Sim! – sorri – Vamos!


E nós duas corremos até Lizzie, depois de nos
abraçar demos as mãos e todas entramos juntos ao acampamento.




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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidado em Sab Jan 12, 2013 2:29 pm

OMG's muito boa a ficha das duas , amei de verdade!

Reclamadas!!!

Só esperam que não sejam tão chatas quanto o pai de vocês

Convidado
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Daniela Soengas em Seg Jan 14, 2013 9:24 am

1) Nome: Daniela Soengas.

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)
Atena.

3) Por que quer ser filho desse deus?
Meio que me indentifico com está Deusa. Amo ler, estudar, ter tudo planejado. Sempre tive Atena como minha deusa favorita entre todos os Olimpianos.


4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
Gosto de planejar minha lutas, e prefiro um milhão de vezes um livro a qualquer outra coisa.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).
Em uma noite normal para muitos, o céu estava estrelado com uma lua cheia clareando a noite escura. Ruas desertas, era o que se encontra em plena duas horas da madrugada. Mas as ruas não estavam tão desertas quando o esperado. Uma figura feminina andava pelas ruas usando uma capa com touca, que lhe cobria o rosto. A misteriosa mulher carregava um cesta. Nesta cesta havia uma nenêm recém nascida. A pequena já tinha nome e sobrenome e os mesmos estavam escritos na manta, que a pequena se encontrava enrolada. Daniela Soengas, era este o nome da pequena. A mulher misteriosa de rosto ainda não revelado, parou em frente ao portão de uma casa de dois andares de cor marfim. Abriu os portões de ferro preto e andou até a porta da casa. Depositou a cesta na varanda e colocou uma carta dentro da mesma. Sussurrou algumas palavras em uma língua estranha, grego, e saiu dali fechando os portões de ferro atrás de si.
Na manhã seguinte ao abrir a porta o homem de cabelos ruivos, olhos azuis e pele branca, tomou um susto ao ver uma cesta com um bebê dentro. Pegou a cesta e abriu a carta. Sua expressão mudou de curiosa para chocada durante a leitura. Olhou novamente para a nenêm recém nascida de ralos cabelos ruivos, pele tão clara quanto a neve e bochechas rosadas. Parecia uma bonequinha de porcelana. Entrou dentro da casa levando a cesta junto de si.
Ao passar dos anos, Daniela crescia e se tornava uma bela garotinha. Todos falavam que seus cabelos ruivos eram tingidos, por causa do característico tom de vermelho vivo forte. Mas não a pequena já havia nascido com aquela cor de cabelo. Era muito inteligente. Aprendeu a ler e escrever aos três anos e meio de idade, mesmo tendo muita dificuldade com isso. Ela tinha dislexia e hiperátividade. Nunca conseguia ficar parada por muito tempo. Só acalmava e conseguia se concentrar em alguma coisa quando o assunto era tentar ler alguma coisa, ou até mesmo para desvendar as palavras escritas em grego facilmente. Nunca teve amigos na escola, todos zombavam dela, por a acharem estranha demais. Ficava sempre em seu cantinho sozinha.
Quando Dani, começou a enxergar os monstros mitólogicos mais facilmente, foi um problema, já que a pequena não sabia como agir. Ao chegar em casa e contar para o pai, no mesmo dia, que havia visto uma dracaenae na escola, o pai da menina, Tiago, fez uma das coisas mais difíceis para ele. Mandou a menina para um internato. Não era muito seguro ela ficar em casa neste tempo. Era perigoso que os monstros viessem a ataca-la em casa também. A garota não entendia o por que de ter que ir estudar em internatos, muito distantes de casa, mas foi mesmo assim. A garota de apenas sete anos na época, chorou muito nos internatos, com saudades de casa e do pai, mas logo se acostumou.
Agora aos quinze anos de idade, oito anos depois de ter começado a frequentar internatos diferentes a cada ano que se passava, ficando em sua casa só após os terminos das aulas aos finais do período escolar, a garota estava mais linda do que nunca. Seus cabelos ruivos e chamativos, que pareciam pintados, sua pele clara ainda e seus olhos castanhos escuros, mas muito calorosos e bondosos. Era uma garota doce e meiga, desde que ninguém viesse a perturba-la. Amava passar horas e horas de seu dia enfornada em uma biblioteca, lendo livres escritos em gregos, com uma facilidade impressionante, além de ler alguns livros em sua língua nativa, com um pouco de dificuldade por causa da dislexia. A hiperatividade da garota não era mais um problema, desde que a mesma conseguisse se concentrar em somente uma coisa.
A garota tinha óptimos reflexos e adora enigmas e mistérios. Ela vivia consultando os psicólogos de seus internatos, sem seu pai saber, só para tentar descobrir o por que de ver monstros mitólogicos quase sempre. Os psicólogos sempre diziam que a garota só tinha uma grande imaginação. E que o fato dela enxergar monstros mitológicos, era pelo fato de sua imaginação lhe pregar peças usando os personagens dos livros de mitologia que a mesma lia.
Faltava exactamente dois dias para a garota voltar para casa, se livrando novamente de um internato irritante, onde a mesma estava sempre sozinha como sempre. Iria a sua consulta ao psicólogo do internato, como sempre fazia aos domingos. Ao chegar na sala do mesmo, percebeu que o senhor que sempre lhe atendia não estava ali e que na verdade era uma mulher de vinte e poucos anos loira que se encontrava ali. Assustada com a mudança de psicólogo repentinamente, a garota andou dois passos para trás batendo na parede.
Em pouco tempo não havia um mulher mas ali e sim um Harpia. Daniela cogitou ser somente uma peça de sua imaginação como todos os psicólogos diziam, mas não conseguia acreditar nisso. Algo lhe dizia que era realmente uma Harpia de verdade ali em sua frente. Como se alguma coisa, ou alguém mandasse a garota sair da sala, a mesma fez isso. Saiu da sala correndo e fui para seu dormitório. Pegou sua mala já pronta rapidamente e se dirigiu a saída do internato. Quando estava a algumas quadras de distância, pensou que já havia se livrado do monstro, mas teve uma surpresa ao perceber que estava em um beco, com a Harpia a cercando na entrada do mesmo. Na pressa de fugir não percebeu a onde estava indo, nem onde parou.
Daniela inesperadamente, olhou ao redor e viu uma faca de bronze perdida ali. Não sabendo muito o por que fez isso, mas pegou a faca e correu em direcção a monstro com um plano na cabeça. Ao ver que a harpia tentaria lhe atacar pela direita, girou ficando de frente para a mesma de ultima hora e se defendeu do ataque, conseguindo ainda dar um belo de um corte no peitoral do monstro. Ficou muito tempo assim desviando, se defendendo e atacando. Estava com somente alguns cortes em seu braço e a Harpia por outro lado, estava cheia de cortes. Como estava em uma distancia favorável do monstro, decidiu fazer uma jogada arriscada. Pegou uma pedra, que estava no chão ao seu lado e atacou em direcção a Harpia que se esquivou pro lado direito, uma péssima escolha, já que Dani, havia jogado a faca em naquela direcção. A faca acertou em cheio a Harpia que explodiu em pó dourado.
A garota andou até a faca e a limpou em um pano velho que tinha ali. Depois pegou sua mala no canto do beco, já esquecida e saiu correndo dali, chamando um táxi e indo para casa. Ao chegar em casa mais cedo do que o esperado, Tiago estranhou e percebeu logo o que poderia ter acontecido. Tendo as suspeitas confirmadas, levou a filha para seu caro e começou a dirigir para o acampamento ainda explicando tudo o que aconteceu a filha. passado mais um tempo, estavam perto da colina já. A menina pressentindo perigo mandou a pai parar o carro e ficar dentro do carro. A garota pegou sua mala e pediu ao pai que fosse embora. O mesmo o fez ao perceber que a garota seguiria a pé a partir dali. Pensando que a filha não correria perigo por estar perto do acampamento, foi-se embora rapidamente.
Alguns minutos após seu pai sair de sua visão a garota foi atacada por um monstro ao qual ela não deu atenção de reconhecer e começou a correr para o acampamento. Por sorte conseguiu entrar para dentro da barreira de segurança do acampamento antes de ser atingida pelo monstro que logo sumiu de suas vistas. Caminhou pelo acampamento até ser interceptada por um sátiro, que a explicou tudo de forma resumida o que era tudo aquele lugar e lhe explicou mais de suas origens, ao saber que a garota era novata e que havia acabado de chegar.
Bem agora é só esperar e ver o que acontecerá com a garota. Quem é sua mãe? Bem isso ainda é um mistério para todos. A menina nunca soube nada de sua mãe, nem quando seu pai lhe explicou de forma resumida o que ela era. Ele nunca tocou no nome de sua mãe. Agora o mais curioso é descobrir quem é sua mãe!
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ex-Staff04 em Seg Jan 14, 2013 9:46 am

Parabéns! Reclamada.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lucy McAdams em Ter Jan 15, 2013 8:25 pm

1) Nome:
Lucy McAdams
2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)
Ares
3) Por que quer ser filho desse deus?
Tenho coisas em comum com Ares. Inclusive, acho que minha bipolaridade está relacionada a ele.
4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
Mudança de humor, sarcasmo, ironia, força, determinação.
5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).
Eu não sei, às vezes não gosto de ser o que sou.
Vivia com a minha mãe em Londres até os meus 14 anos. Ela não se importava comigo. Era só trabalho, trabalho, e trabalho. Eu estudava em uma escola perto da minha casa, para garotas, digamos que, não muito normais. Eu possuo déficit de atenção e bipolaridade. E minha mãe achava que isso era coisa de gente perturbada. E eu odiava isso.
Até que chegou um dia que ela me acordou muito cedo. Ela nunca me acordava. E pediu pra eu descer, pra conversar com algum parente, não me recordo o nome que ela disse. Mas era tudo mentira. Simplesmente mentira. No térreo, três homens muito fortes e vestidos de branco estavam parados perto da escada. Eu sabia o que eles eram, já tinha visto pessoas parecidas na minha "escola pra gente maluca". Eram enfermeiros de um hospício.
Você já viu sua vida passar diante dos seus olhos, e você ter que agir rapidamente para não ser trancada em um quarto, com o seu diagnóstico de uma louca? Acho que não. Eu soquei, bati e empurrei todos aqueles enormes homens. Eu não sei de onde veio tanta força.
Arrumei minhas coisas rapidamente dentro de uma pequena mala e saí de casa. A partir desse dia, passei a morar sozinha, em qualquer lugar que eu pudesse deitar e dormir.
Nunca tive amigos, e sempre fui andando para o mais longe possível daquela mulher maluca que eu passei tanto tempo chamando de mãe. E, finalmente, um belo dia ensolarado eu subi uma colina. Subi mesmo, sem rumo nenhum, esperando encontrar algo para comer ou beber lá em cima. E ai, avistei um grande arco, com uma frase. "Colina Meio-Sangue". Adentrei, mesmo sem saber o que realmente era. Lá de cima, vi várias pessoas, que pareciam formiguinhas, fazendo inúmeras coisas. E uma grande casa do meu lado esquerdo.
Alguém parou do meu lado. Ele era meio humano meio bode. Levantei uma sobrancelha, estranhando esse novo ser. Ele apenas sorriu e me disse:
- Bem vinda ao Acampamento Meio Sangue. Esperávamos por você, Lucy. - e então, me acompanhou até lá embaixo.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Rafael L. Máximos em Ter Jan 15, 2013 8:32 pm

Reclamada

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Eles podem me matar, mas a superioridade moral é minha.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidado em Qua Jan 16, 2013 12:34 pm

1-Nome: Robin Hucker

2-Quer ser filho de qual deus?

Hefesto

3-Por que quer ser filho desse deus?

Sempre gostei de fogo, sou bem criativo e gosto de inventar coisas únicas. Criar é uma arte para mim.

4-Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.

Eu sou bem criativo, gosto de fazer de coisas que parecem ser nada ou apenas coisas brutas, transformar em arte, em coisas que possam ajudar os outros. Sou muito prestativo e gosto de ajudar minha família e amigos sempre que me é possível.

5-Narre sua história.

Minha infância foi normal, tirando o fato de eu sempre ter sido ótimo com minhas mãos. Conseguia fazer pequenos brinquedos com pedaços de arame e fios de metal. Minha mãe, Sara Hucker, é uma professora que da aula em uma faculdade, aula de robótica. Ela é muito inteligente e criativa. Sempre usa seus óculos e uma blusa vermelha de abotoar. Tem cabelos negros e cacheados, tem pele negra que combinam com seus cabelos de mesma cor.

Eu sou negro também, mas tenho cabelos em corte militar, olhos castanhos claro com os da minha mãe e um belo sorriso, segundo ela mesma. Sempre fui esperto e aprendia as coisas com facilidade. Estudava quase o dia todo e só voltava para casa de noite e curtia esse tempo com minha mãe.

Quando eu fiz doze anos, minha mãe e chamou para sentar. Olhou-me com seus olhos meigos, mas intimidadores às vezes. Eu sentei achando que tinha feito algo de errado, porém logo ela percebeu e disse;

-Acalme-se filho, não se preocupe. Vou falar sobre seu pai.

Na mesma hora eu sentei curioso. Sempre que perguntava sobre meu pai, ela fugia do assunto, dizia que meu pai era uma pessoa encantadora e importante, nõa tinha muito tempo, mas sempre esteve olhando por mim.

-Filho, sabe aqueles deuses que eu sempre te contei histórias?

-Sim mãe. Os deuses gregos, certo?

-Sim filho, esses deuses existem e estão nos Estados Unidos agora. Seu pai é um deles. Hefesto.

-Você esta falando sério mãe?-Perguntei não acreditando. Aceitar que deuses existiam já era bem absurdo, mas que um deles era meu pai. Era meio utópico, mas minha mãe não demonstrava estar inventando algo, falava com seriedade e até com uma espécie de medo na voz.

-Filho, estou falando sério. Seu pai disse que era para eu te levar para um acampamento quando atingisse 12 anos por que seria perigoso. Muitos monstros o caçariam, seu cheiro ficaria mais forte. Por isso estou te contando. Já arrumei suas coisas, vamos.



Então eu segui minha mãe. Entrei no carro e fomos para Long Island. Depois de andar um pouco, ela me deixou no meio da estrada, a frente de uma floresta e uma trilha.;

-Basta seguir filho e chegará. Procure Quíron, ele te explicará tudo.

Ele me beijou e depois eu segui o caminho na terra. Andei até chegar a entrada de um acampamento, na frente estava uma placa com letras diferente, era grego. O que me assustou foi que eu consegui ler as letras e estava escrito:

-Acampamento Meio Sangue.

Olhei para trás, para estrada e lembrei sobre o que minha mãe falou, depois entrei no acampamento.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Rafael L. Máximos em Qua Jan 16, 2013 1:12 pm

Reclamado

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Katherine Carter em Qui Jan 17, 2013 8:22 pm

1) Nome:

Katherine Carter

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)

Afrodite

3) Por que quer ser filho desse deus?

Tenho características dignas de uma filha de Afrodite. Como as unhas, por exemplo. Impecáveis!

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.

Um pouco de muita importância com a beleza, uma ligação inexplicada com o amor, um milhão de litros de perfeição, uma pitada de astúcia e banhada com a coragem.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).

Desde que nasci, sempre me importei muito com a minha beleza e minha estranha vontade de estar sempre juntando casais, claro que, esperando algo em troca.
Tenho 16 anos e sempre fui a garota mais linda, popular e perfeita da escola. Todos os meninos queriam ficar comigo, e todas as meninas queriam viver a minha vida. Sempre fui rodeada de pessoas, mas nunca pude confiar em nenhuma, afinal, elas só estavam interessadas em saber qual a marca de roupa que eu usava (Prada, claro! Quem não iria saber que eu uso Prada? Ta na cara!).
Morava com meu pai em São Francisco. Quando eu tinha 5 anos ele se casou novamente com uma mulher asiática muito bonita, e teve um filho, que no caso é meu irmão. O nome dele é Josh. Minha madrasta, Claire, é uma mulher muito gentil e atenciosa, e eu me dou muito bem com ela. Claire está mais para uma "mãedrasta" do que uma "madrasta" de verdade.
Eu posso dizer que tive uma mãe durante a minha vida, e não senti falta da minha mãe biológica. Não até ela aparecer pra mim durante um sonho.
Quando eu completei 14 anos, foi a primeira vez que eu vi a minha mãe. Eu não sei...ela era muito parecida comigo. Seus olhos perfeitos e impecáveis, sem nenhum defeito. Seu nariz afilado e correto no lugar. Seu cabelo loiro perfeitamente escovado, caído pelas suas costas. Seu corpo escultural. Minha mãe sambaria na cara de todas essas modelos por ai.
E, mesmo ela apenas aparecendo pra mim em um sonho, eu sabia que ela era minha mãe.
Alguns anos depois, meu pai me contou a verdade. Eu não fiquei com raiva dele, claro que não! Afinal, ele tinha guardado esse segredo para o meu bem. E guardou tão bem que não fui atacada por nenhum monstro durante toda a minha vida.
Depois que fiquei sabendo, pra minha segurança, ele resolveu me mandar pra cá. Viemos de carro até uma colina grande. Ele subiu rapidamente comigo, e me deixou na frente de um local que tinha uma espécie de entrada com uma placa. "Acampamento Meio-Sangue".
Meu pai me olhou, e seu olhar era de preocupação.
- Não se preocupe, pai, - falei, tocando em seu rosto. - Eu ficarei bem. Prometo.
- Sei que aqui é realmente o seu lugar, Kath. Vá para casa depois do verão, e veremos o que podemos fazer. Farei de tudo pra te deixar protegida. Eu te amo. - uma lágrima escorreu do seu rosto.
- Eu também te amo, pai. Lembre-se. Sua vida também está correndo perigo agora. Tome cuidado...por mim. - ele sorriu e deu um beijo em minha testa.
- Você tem os olhos da sua mãe. - e se foi, me deixando sozinha na porta do meu novo lar. Pelo menos durante um verão.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Qui Jan 17, 2013 8:46 pm

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Vallentina M. McNigth em Dom Jan 20, 2013 11:51 am

1) Nome:

Vallentina Morgan McNigth

2) Quer ser filho de qual deus?

Afrodite

3) Por que quer ser filho desse deus?

Porque ela é extremamente linda e tem seus próprios toques de pura sensualidade que encanta os outros, dona de uma personalidade diferente e de uma beleza extrema e desejável.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.

Sou uma garota muito bela, sou engraçada e provocante, às vezes me transformou em coisas que nunca pensei que poderia ser capaz por culpa de minha bipolaridade avançada, odeio mentiras, pareço estranha por ser diferente mais eu amo esse diferente que os outros enxergam em mim, porque é isso que faz minha personalidade ser extremamente minha. Sou do tipo de mulher que ama dar conselhos aos outros, tentar fazer a diferença mesmo que seja fazendo-o os outros rirem de mim mesma.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).


Minha infância sempre foi normal, eu sempre fui à criança que tinha a beleza mais extraordinária e incrível de todos a minha volta, a minha infância não foi tão diferente todos me bajulavam. Chegando a minha adolescência conturbada, eu me via cercada de garotos e poucas garotas, começo a estranhar o meu comportamento e rever o que achava de certo ou errado na vida, a cada ano eu tinha uma grande mudança que me transformava em uma pessoa diferente e fresca, mais esse ano eu queria que fosse diferente que essa imagem que todos tinham sobre mim, mudasse totalmente agora queria ser com qualquer outra menina que há em um colégio, rua, bairro, queria parecer normal sabia que seria muito diferente porque essa palavra passa longe de mim, ‘Normal” eu nunca seria isso, mas eu irei parecer isso pelo menos, eu amava ficar pensando como seria ser uma garota normal, odiava essas coisas de popularidade, mas a minha beleza fazia isso comigo, algumas meninas até se aproximavam de mim querendo ser popular era engraçado mais era nojento da parte delas se aproximar de alguém só querendo algo em troca.
Depois que eu passei por todas as situações que um adolescente passa os constrangimentos, micos e etc... Chegou à esperada fase de adulta que todas as garotas esperam ansiosas e loucas por isso, e sim não foi diferente da minha parte, eu estava louca que chegasse a hora de esquecer essa coisa de popularidade e tentar fazer algo diferente para mim mesma. Com o passar do tempo virei adulta o que posso dizer meus 20 anos chegaram tão lentamente que me provocava raiva, mas eles chegaram e isso me deixou feliz e animada. “Uma nova vida” eu sempre pensava nessa frase, e a minha beleza parecia sempre aumentar ao extremo, os olhares cada vezes ficavam mais provocantes e intensos, os caras não mediam esforços para me fitarem com os olhos, isso me deixava totalmente sem jeito. Eu tinha um namorado desde dos meus 18 anos, ele realmente era lindo e sedutor, mas o que realmente me chamava a atenção era a fidelidade dele, pelo menos eu sempre achei que ele era fiel a mim, mas com o tempo seu comportamento mudou totalmente, ele começou a ser uma tremendo idiota que adorava fazer palhaçadas sem graça e isso me deixava extremamente estressada, mas ele via o quanto me deixava irritava e vinha com um carinho intenso para perto de mim, e eu sempre acabava perdoando.
Meu namorado me convida para sair em uma noite linda, o céu tinha grandes estrelas brilhantes que mudavam de lugares rapidamente, e a lua estava bem no alto do céu, redonda e brilhante iluminava os caminhos perfeitamente, e deixando os olhos do Brendan brilhantes e repletos de sensualidade, pele macia, lábios carnudos e corpo definido, todas as garotas morriam por ele, isso era totalmente nojento para mim. Quando nos fomos para um tal de acampamento que ele disse que me levaria, chegamos em um tipo de mata, ela era bem linda até, mas eu fiquei estranhando isso porque não conhecia aquilo muito bem fiquei extremamente preocupada, mas ele me acalmou rapidamente, dizendo que o acampamento era próximo daqui. Sem muita delonga na conversa que eu e Brendan abrira ele foi logo me empresando contra a árvore alta que tinha no local, suas mãos desceram lentamente por meu corpo dando apalpadas abaixo de minha cintura, sentia alguns arrepios isso era algo bom para mim, então resolvi beija-lo, coloquei minhas mão sobre seu rosto levantando-o até meu olhar quando nossos olhares se bateram ele abriu um sorriso imenso em seus lábios avermelhados e carnudos, fechei meus olhos lentamente selando nossos lábios tranquilamente, nossas línguas brigaram por espaço a língua de Brenden era macia e delicada, eram de um tamanho normal, mais fazia grandes movimentos em minha boca, sua saliva invadia minha boca e se juntava com a minha, seu halito quente batia em meus lábios que me faziam sentir-me segura e aquecida, as mãos do mesmo passeava por meu corpo estudando cada lugar que havia, ele adorava apertar os quadris, ele apertava trazendo-o meus quadris para perto de si tentando me mostrar o quanto estava excitado pelo momento. Suas mãos subiram para o feixe de minha blusa abrindo-o zíper lentamente, o parei com a mão tirando-o a mão do mesmo sobre a minha blusa, então ele voltou a se concentrar para o beijo e suas mãos voltaram para meu quadril, nosso beijo era cheio de volúpia e extremamente intensidade, havia mais que um beijo ingênuo, mas sim um beijo excitante que queria, entrelacei minhas mão sobre o cabelo de Brendan dando uma leve puxada para trás, e com a minha boca mordi o lábio inferior do mesmo, dando uma chupada demorada que concedeu um avermelhado no beiço do mesmo. Brendan tenta mais uma vez, eleva a mão até o meu seio dando uma leve apalpada que me faz arfar, abaixo a mão dele e desço o meu beijo para o queixo dele deixando uma marca de mordida do queixo. Depois de alguns beijos e amasso na árvore o Brendan começou a me dizer o que realmente queria, mas logo não concordei estava querendo ir para o acampamento mais ele não aceitou me levar começamos a discutir ali mesmo, então foi quando sua feição mudou totalmente e seus olhos mudaram de amoroso para um monstro ele começou a me deixar com medo, então comecei a andar tentando sair de suas vistas, mais eu ouvia passos rápidos e barulhentos atrás de mim, eu comecei a correr mais senti algo forte pegando em meu braço e me virando bruscamente para trás, logo senti um tapa em meu rosto, aquela mão me fez tremer, a mão de Brendan era forte e dura que fez meu rosto entrar em ardência, levei minhas mãos ao meu rosto sentindo uma formicação intensa no lugar aonde levei o tapa, o olhei com desprezo e dor, ele me olhava apenas com desejo e luxuria, ele foi se aproximando e eu tentando me afastar, mas logo ele me pegou pelos braços me fazendo ficar parada ele fitou meus olhos rapidamente e levou seus lábios ao meu pescoço, ele começou a me beijar ali naquele local dando fortes mordidas e chupões quando senti um dente me perfurar e sentir meu sangue descer pelo meu pescoço, senti o sangue chegar até meu decote e escorrer diante meus seios, me debatia mais parecia que nada o pararia, comecei a pensar em algo que poderia me livrar daquele ser, então dei um chute em sua masculinidade, ele se ajoelhou diante meus pés gritando de dor, no mesmo instante dei um sorriso de vitoriosa e sai correndo, mas não adiantou muita coisa logo senti algo pegar meus cabelos com forças e bater meu rosto contra uma das árvores, apenas senti um sangue escorrendo por meu nariz e chegando a minha boca que também havia sangue, senti varias vezes meu rosto de chocar com a árvore, quando consigo ouvir barulhos de pessoas e vozes e uma luz no fundo, aquilo fez as pancadas pararem e Brendan soltar minha cabeça e sair correndo no mesmo instante cai diante a árvore fiquei lá por alguns minutos quando senti alguém colocar-me no colo e me levar a algum lugar, mais não deu tempo de observar aonde estava senti meus olhos se fecharem rapidamente e não me lembrara mais de nada. “Passando algumas horas”.
Sinto um cheiro intenso no meu nariz de álcool que me faz despertar lentamente, quando abrira meus olhos eu vejo pessoas, mas eram pessoas com beleza extrema igual a minha, sinto alguém pondo um pano úmido em minha testa acho que era por causa do sangue, mas não conseguia escutar muito, apenas o quanto eles diziam da minha beleza extremamente genuína e delicada, tentei me levantar mais não consegui na segunda tentava eu consegui me sentar e todos me olhavam sem tirar os olhos de mim, era algo até que engraçado, pareciam que iam me comer como canibais, dei um sorriso meio cansado e me virei para a pessoa que estava ao meu lado, cumprimentei-a e perguntei qual seria o nome dele, ele me respondeu que seria Ryan, eu vi seu rosto simples e bonito, me fez fechar os olhos lentamente e os abrir e vi um lugar lindo, voltei a perguntar novamente, aonde eu estaria, e ele me disse que seria no acampamento Meio-Sangue, isso tinha em assustado tentei recuar dele, mais ele me acalmou me explicando o que seria esse acampamento.
No momento que ele terminara de explicar eu fiquei confusa mais não me importei queria apenas ficar longe daquela cidade e de Brendan aquela desgraçado, ele era um monstro que durante anos fiquei próxima, eu só podia ser uma burra mesmo, no meio de tanta beleza estava me faltando algo que encontrei naquela noite, um lugar diferente para viver e me esquecer dos outros que nunca me reconheceram, queria uma vida nova como sempre desejei, cheia de intensidades e estranha e aqui me parecia que iria conseguir o que tanto quis durante 20 anos, se me desejassem iria permanecer Nesse acampamento e ser útil, "Até que fim seria útil em algo", foi uma das coisas que passou pelos meus pensamentos. Eu queria mudar e estava a disposta de conhecer um outro eu aqui, e era isso que eu iria fazer, iria apenas seguir em frente.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Dom Jan 20, 2013 1:36 pm

Vallentina Morgan McNigth > Reclamada, filha de Afrodite.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ivan K. Grayson em Dom Jan 20, 2013 4:33 pm

Nome – Johnny Stock Walker

Quer ser filho de qual deus ? Ares

Por que quer ser filho desse deus? Me identifico com o deus, e tenho uma mente aberta, o suficiente para entender que a guerra é um bem necessário, afinal não existe paz sem guerras. Naminha opinião é um dos deuses mais importantes do Olimpo, em ocasiões de guerra.

Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido. Sou alto, forte, possuo músculos bem definidos, grande resistência física, sou ótimo em lutas e praticante de artes mistas.

Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).
Johnny nasceu na Califórnia, foi concebido em um romance extraconjugal, sua mãe é esposa de Nick Stock, histórico lutador de boxe, que hoje possui uma empresa de reconhecimento de jovens com talentos, e de materiais esportivos, segundo sua mãe seu pai foi o maior inimigo do seu marido, conhecido como Marte Lockfield, que depois de um tempo sumiu dos ringues. Johnny viveu toda a sua vida a acreditar que era filho de Nick, o que explicava a seus incríveis reflexos e seu forte gancho, capaz de " botar para dormir " marmanjos muito maior que o mesmo, até que Nick se envolveu em um acidente de carro e precisou de uma transfusão de sangue, só que o tipo sanguíneo dele era raro, e só parentes masculinos da família possuíam tal tipo sanguíneo. Sem saber o que fazer, pegou o carro do padrasto, um ford clássico e com suas finanças viajou até o outro lado do país, parando somente ao chegar na Flórida, do outro lado do pais. Lá enquanto dormia no banco de trás do carro, através de um sonho se comunicou com seu verdadeiro pai. No sonho ele aparecia em um ringue com pesadas luvas de boxes, e do outro lado, um homem alto, forte, caucasiano, com cabelos negros. Ele fumava um charuto, e logo o jogou no chão batendo as duas luvas, e gingando e girando pelo ringue, reconheci-o do único vídeo que tinha na internet, esse era o rival do meu " pai ", o único cara da época que ele não consegui vencer, Marte. Antes que eu fosse me pronunciar ele falou primeiro.

- Ei, fracote. Soube que já descobriu do Nick. Ele não valia um mísero centavo, mas era um bom lutador, sua mãe estará bem com ele, ele a sustentará. Deixa eu ver como está a sua defesa ... Está boa. Vim aqui para dizer que Flórida não é um lugar seguro para ficar, mesmo que temporariamente. Estou enviando dois dos meus servos para aí, eles te ajudaram. Ao chegar no local onde eles te levaram, fale para Quíron que você é filho de Marte Lockfield, agora vá.

Antes que eu pudesse reclamar recebi um direto dele, e caí no chão, nesse momento me levanto de imediato batendo no teto do carro, e criando um galo. Respiro ofegante, nesse momento ouço o barulho de duas descargas de moto, pelo barulho deviam ser duas Harley Davidson's, geralmente usadas pelos Ratos de Rua, motoqueiros de estrada. Apalpo em baixo do assento, desesperadamente, olhando para os vidros embaçados devido a névoa. Até que enfim, sinto uma base de metal e a puxo, e ali estava uma Magnum.45 que meu padrasto guardava. Me viro atento, até que ouço duas batidas no vidro e o vidro não sei como se abre, e dois homens, barbudos, com óculos negros, que me lembravam muito membro de alguma banda de rock. Eles sorriem para mim, mostrando os dentes podres dele, e com um forte soco abrem a porta do carro. Aponto a arma para eles, desesperado.

- É melhor você vir conosco. Temos mantimentos o suficiente para te levar seguro aonde o seu pai te mandou ir, agora venha moleque.

Balanço a cabeça assertivamente, aponto para os dentes e digo em um tom sarcástico.

- Desculpa, mas parece que não tem pasta de dente, muito menos escova, e daqui a pouco eu vou ter um encontro com uma sueca, e sabe como é não quero estar com bafo, então eu vou pegar meu carro e ir para casa.

Eles riram e me pegaram pela parte de trás do colarinho, me levantando e rindo. e me colocando dei costas deitado no capô. Giro saindo de cima capô e desfiro dois rápidos socos na boca do estômago do Banguela e em seguida um gancho, caindo. Enquanto o banguelo estava no chão chuto a barriga raivadamente a barriga do homem, até que recebo uma forte pancada da nuca. Meu corpo pareceu desligar-se então caí de cara no asfalto frio. A última lembrança que tive foi do rosto ensanguentado do homem. Depois disso acordei no banco de couro do meu carro, estando em movimento. Tentei me mover, mas não consegui, estava amarrado. Um homem que estava no lugar do passageiro se virou pra mim e sorriu.

- O estressadinho acordou. Fique calmo estamos te levando para sua verdadeira casa. - disse o banguelo 2 , em seguida rindo pro banguelo 1, que estava dirigindo e em seguida retrucou para o 2 - É, sempre dizem isso HAHAHA. Agora põe ele para dormir de novo.

Antes que pudesse me mexer, um pano úmido encostou no meu nariz, e dentro de alguns segundo apaguei novamente, acordando novamente com o sol na minha cara. Não sabia onde esta mas não era um cativeiro, pois podia ver o sol, depois de alguns minutos percebo que estava deitado sobre a grama. Fico a procurar pelo meu carro, e não o encontro. Eu iria matá-los quando os encontrassem, se não tivesse amarrado. Giro, ficando de costas pro sol, e assim fico até um tempo, até sentir uma ponta gelada encostar na minha nuca e em seguida um pé me girar. Uma bela morena pisou com força sobre a minha barriga e em seguida tirando a fita isolante que tava na minha boca, o que doeu muito.

- Quem é você ? O que está fazendo ? Me diga ou o mato.

No início pensei que era uma brincadeira, mas devido a expressão dela, era bem sério. Arqueio a sobrancelha e digo sarcasticamente.

- Eu sou Johnny, tava procurando uma praia, mas não achei, então vim para aqui, onde é que aqui seja para tomar um solzinho, se duvida vê como tá vermelhinha a minha bunda, mas não vá abusar. Agora me tira daqui, e eu volto para casa na paz.

Apesar da expressão rígida, pude perceber que ela queria rir, então dei de ombros. ela me levantou e me ajudou, me levanto até um lugar, que rezei para não ser um purgatório. Em volta, tinham vários jovens como eu ou até mais jovens, olhavam pra mim rindo e caçoando.

- Estão olhando o que ? Parecem que nunca viram um casal praticando fetiches sexuais.

Graças a isso, ganhei de fato uma marca vermelha, só que no meu rosto. Chegamos em uma casa, para ser mais certo, parecia uma mansão em pequena escala. Ao chegar lá, ela abriu a porta, e me jogou no sofá, e adentrou em uma sala, em seguida voltando com um homem cadeirante.

- Já quer me levar pro sofá ? Sem nenhuma bebida e nem conversinha ? E quem é esse.

- Sou Quíron. - disse o cadeirante.

- Não faz sentido, mas o meu pai mandou dizer para você que eu sou filho dele. Quero dizer, ele mandou falar que eu sou filho de Marte Lockfield, o que não deverá fazer muito sentido.

Os dois se entreolharam em silêncio, o cadeirante arqueou a sobrancelha para a garota, que pegou uma adaga, e por alguns segundo pensei que iriam me matar. Mas ela me soltou o que foi um alívio, e por azar esqueceu de soltar os meus pés, e me levou para uma sala de cinema.

- Agora sim, um cineminha. É impressão minha ou aquela coisa de fetiche mexeu com você.

Digo em seguida recebendo um tapa e sendo empurrado para uma cadeira em seguida ela saindo. Depois de alguns minutos no escuro um filme começou a passar na tela, não sabia no começo, mas esse filme mudaria o meu mundo de tal maneira que eu consideraria impossível
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Dom Jan 20, 2013 7:21 pm

Johnny S. Walker - Reclamado, filho de Ares.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lisa Benzon em Seg Jan 21, 2013 5:40 pm

1) Nome: Lisa Benzon

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial): Afrodite

3) Por que quer ser filho desse deus? Adoro os poderes e a personalidade da deusa e suas historias na mitologia, me identifico com seu jeito, e acho que os poderes do amor são os mais incriveis e facinantes de todos.



4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido: Beleza estraordinaria, sou corajosa, sei persuadir e apesar da idade (5 anos) ja sou muito vaidosa.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação):

Nasci em New York, tenho 5 moro com minha tia Elizabeth, ou pelo menos morava... até ontem. Nunca vi minha mãe e raramente vejo meu pai, Robert Benzon, produtor musical. Em geral ele ganha muito pouco, e o que ganha da apenas pra bancar suas viagens (ele viaja o tempo todo) e vem me visitar 2 veses no ano, uma no meu aniversario e outra pouco antes do natal, quando ele me leva pra passar ferias com ele, viajando pelo mundo, depois do ano novo ele me leva de volta pra casa, outra forma de ver meu pai, é quando tia Elizabeth se zanga por causa de algum problema que eu dei, e liga pra ele, falando pra me levar agora mesmo. Viajamos por um tempo, e logo ele me trás de volta. Em uma dessas viajens, ele me contou a historia dele e da minha mãe: os dois se conheceram durante uma viagem do meu pai a Paris, passaram um mês inteiro junto, segundo minha tia ele nunca passou tanto tempo com uma mulher, então ela engravidou e foi embora. Um tempo depois achou ele em Veneza na Italia, Me levando junto com ela, falando que ele tinha de conhecer a filha, então me deixou com ele, para da uma volta pela cidade, e simplesmente não voltou mais. Meu pai foi até a policia, mas já sabia que tudo seria em vão, por algum motivo que não me contou, ele sabia que não podiam achar minha mãe de jeito nenhum, e isso o deixou completamente perdido, pois ele não sabia o que fazer com uma criança recem-nascida. Foi então que ele retornou a New York, me jogando pra minha tia, que quando me viu, falou que teria todo prazer do mundo em ficar comigo... ela havia me achado muito linda. Porem, tenho uma leve impressão de que ela tenha se arrependido, Tia Elizabeth, é a melhor pessoa que eu conheço (quando não está zangada). A cada vez que eu aprontava uma confusão, minha tia ficava louca, então ligava para o meu pai, pedindo que fosse me buscar imediatamente. Em no maximo dois dias meu pai aparecia, e me levava com ele, depois de mais ou menos 2 semanas, ele me levava de volta. Segundo os psicologos em que eles me levavam, eu aprontava pra poder ficar perto do meu pai por alguns dias... Bem, essa é realmente uma otima estrategia, talvez eu fizesse isso, se a confusao nao viesse até mim sozinha. Quando eu tinha 3 anos, tentaram me colocar na escola a primeira vez, porem eu nunca saí do jardim 1, por varios motivos: primeiro, eu tenho TDAH e Dislexia, então nunca consegui juntar as silabas direito, e quando as professoras insistiam muito em me ensinar, eu "pedia" pra elas pararem com isso, e me deixarem brincar, e bem... elas faziam. Apenas um professor, o Sr. Kolin, professor de recreação não fazia o que eu pedia, ele não parava de dar aulas o que era estranho já que ele era professor de recreação, não deveria falar tanto, e sim brincar com as crianças, e mais estranho ainda por que se tratava de uma sala de crianças pequenas, ninguém dava atenção pra ele, porem ele não parecia se importar, ele só fazia questão que eu ouvisse sua ladainha, e se eu não fizesse ele brigava comigo severamente... Pras outras crianças ele não ligava muito. Com tantas viagens com meu pai, ficava dificil freqüentar as aulas, e la ia eu repetir de ano de novo. Então minha tia resolveu, que era melhor um professor particular vir me ensinar em casa. Acho que nao foi uma boa ideia.

Quando chegou o novo professor, eu suspirei e respirei fundo, o Sr. Kolin estava novamente no meu caminho. Achei que dessa vez ele fosse me explicar coisas normais, como me ensinar o alfabeto por exemplo, mais estava enganada... No geral, ele passava as 5:00 de aula, sentado me olhando, o que me assustava, e muito. A única alegria que eu tinha durante essas aulas eram em duas ocasiões, uma quando algumas pombas vinham voando pela janela e pousavam na mesa (Elas sempre vinham me visitar, e nos ficamos longas horas conversando, geralmente quando os adultos me vêem conversando com as pombas, falam algo do tipo “Que gracinha, quando eu tinha essa idade também achava que podia falar com animais” Mas com o Sr. Kolin não tinha esse problema, ele parecia achar bem normal) e a segunda ocasião que me deixava contente era quando ele estreitava aqueles olhos enormes e falava: - Você quer ouvir uma hostoria ? - Eu adorava as historias do Sr. Kolin, não eram aquelas historinhas repetidas que costumam contar pra crianças, sempre com o mesmo final... Ele contava historias originais, com batalhas, deuses e pessoas morrendo. No geral, ele me contava romances, o que eu adorava, porem todos os romances, ao estilo do Sr. Kolin (o que eu adorava mais ainda) e sempre envolvendo uma mulher... Quer dizer, uma deusa chamada Afrodite, como a historia de Helena de tróia, e alguns romances mais esquisitos, como a de uma mulher que se apaixonou por um urso e teve filhos gêmeos com o tal... E por ai vai... É, eu não me cansava do estilo de romance do meu professor.

Hoje de manhã porem, não era um desses dias felizes, e o meu maluco professor, estava apenas me fitando. De repente ele levantou-se e falou “Vou beber água, já volto!” pessoalmente, acho que ele nunca deveria ter ido, por que bastou ele sair pra porta de entrada cair, em um baque estrondoso, uma mulher entrou e... espera, não era bem uma mulher... Onde deveria está suas pernas, tinham caudas de cobras, e ela vinha com uma espada, em voz reptiliana ela falou que iria me matar, e eu como qualquer criança assustada, gritei pelo meu pai (que nem estava em casa). Porem que chegou foi o Sr. Kolin, porem ele estava diferente... Ele tinha pernas de bode. ele lutou com a mulher-cobra, e a transformou em pó. Minha tia entrou, assim que ele matava o monstro, e ligou desesperada pro meu pai, falando pra ele vir pegar seu “incosto” imediatamente, e pra não trazer de volta nunca mais. Eu comecei a chorar, pela rejeição da minha tia, e tentei explicar que não foi minha culpa, porem, ela não mudou sua opnião. Meu pai chegou no mesmo dia, e falou pro Sr. Kolin, que era melhor me levar logo para “aquele lugar”. O Sr. Kolin, falou que não, pois eu era muito nova, porem meu pai rebateu “Se o acampamento não quiser ela, será uma meio-sangue jogada no mundo a mercê dos monstros, por que eu não tenho como leva-la comigo.” Eu percebi, que meu pai não estava tão severo e frio quanto aparentava, e sim a beira das lagrimas... Ele não queria me deixar, porem ele era fraco, e era medroso também, o que eu não puxei pra ele. O Sr. Kolin então falou que precisava me levar para um acampamento, eu não discuti e ele me levou. Chegando la, me levaram para um tal chalé 11, enquanto eu não fosse reclamada, e me contaram sobre... Bem, eu não entendi direito. Eles falavam de deuses e mitologia, porem eu não sabia o que era mitologia. Eles não pareciam lembrar que falavam com alguém de 5 anos. Então o Sr. Kolin entrou no chalé e me explicou de uma forma rápida:

- Lis, lembra das historias que eu te contei? Pois é, elas aconteceram, e você agora está em um lugar onde essas coisas acontecem o tempo todo, por que você pertence a esse mundo.

- E por que eu pertenço a esse mundo? - foi o que eu consegui dizer.

- Por que sua mãe também pertence.

- Minha mãe... Quem é ela?

- Ainda estamos esperando pra saber... Porem, pelo que eu vi de você, tenho quase certeza que é aquela deusa sobre a qual eu vivia lhe falando, Afrodite. Porem, temos que esperar, para ver se ela lhe reclama.

Então ele sorrio pra mim, o que nunca antes havia acontecido, e eu fiquei ali, apesar de todas as duvidas, feliz por finalmente não ser intrusa em um lugar.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Seg Jan 21, 2013 6:05 pm

Lisa Benzon > Reclamada, filha de Afrodite

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Re: Ficha de Reclamação

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