Ficha de Reclamação

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Ficha de Reclamação

Mensagem por Narrador em Qua Dez 26, 2012 9:22 am

Relembrando a primeira mensagem :

Os semideuses que desejam ser reclamados devem postar sua Ficha de Reclamação NESTE tópico... Aqui vai a Ficha:


1) Nome:

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)

3) Por que quer ser filho desse deus?

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).



Última edição por Narrador em Sex Dez 28, 2012 7:43 am, editado 1 vez(es)

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Amélia Müller em Qua Abr 24, 2013 3:31 pm

Os semideuses que desejam ser reclamados devem postar sua Ficha de Reclamação NESTE tópico... Aqui vai a Ficha:

1) Nome: Amy Müller

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)
Quione

3) Por que quer ser filho desse deus?
Por detestar o calor e amar o frio, Amy identificava-se com a deusa. A garota quase nunca saia fora de casa quando verão, já no inverno brincava e aproveitava cada minuto e cada floco neve que caia no inverno.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
Amy sempre foi uma pessoa fria, não exteriormente; ela tinha um coração de pedra, abusava da frieza. Seu jeito muito calado a fazia anti social perto dos outros. Os olhos claros revelavam uma profunda dor, algo meio inexplicável. A pele tão branca quanto neve, deixava os olhos mais chamativos e belos. O sorriso que não era muito usado, travesso e querido. A menina era de estatura nem magra, nem gorda e a altura compatível para sua idade. Amy sempre foi uma garota misteriosa, infeliz pelo desaparecimento inexplicado dos seus pais. Sempre fugindo do assunto ''pais'', uma garota extremamente tímida e com isso, quieta. Chora pelos cantos, por sua vida ser tão inútil. Mora com seus tios, que a desprezam. Uma menina aparentemente calma, mas que sempre está em busca de aventuras. Música é um de seus refúgios para se manter emocionalmente viva, desviando os pensamentos ruins e as magoas do passado.

5) Narre sua história.

Amy Müller, seu nome completo. A garota sempre teve seus mistérios, vista como uma aberração na escola, fora expulsa diversas vezes de vários colégios. Acabara por morar com seus tios, Julia Müller e Rupert Müller, pelo desaparecimento de seus pais. A Müller nunca sentia-se bem ao lado dos mesmos, que a tratavam com desprezo e terror. Sempre revoltou-se pelo fato de nunca a verem como ela realmente era, que no qual a viam como a ovelha negra. Por esse e vários outros motivos Amy resolveu fugir de '' casa '' aos quatorze anos.

**

Como qualquer dia, Amy caminhava pelo cemitério que era localizado bem próximo de sua antiga casa. O vento esvoaçava os cabelos negros da garota para todas as direções, fazendo-a tira-lo do rosto em tempos e ainda, ajustar o casaco de lã na intenção de fecha-lo mais. Seus olhos voltados aos túmulos, à procura dos parentes. A menina visitava o local sempre que podia, sentia-se em paz quando estivera nestes.

Em frente à sepultura de sua avó, Mariah Müller, Amy parou e pôs uma rosa branca sobre o mármore negro. O túmulo era diferenciado por portar duas espadas, ambas fincadas no mármore. Era como se ela estivesse sentindo a avó, como se Mariah estivesse viva. Pelo menos era o que Amy sentia. Sua expressão severa permanecia, fitava o túmulo e seus pensamentos inteiros voltados à morte do parentesco. A neve tapava parte do nome de sua avó, deixando apenas o sobrenome aparecer.

A Müller fora interrompida com sons relativamente estranhos. O barulho parecia vir das cerejeiras - que foram notadas quando Amy entrara no lugar - quase no fim do cemitério. O tempo parecia estar fechando, nuvens cinzas já rodeavam o bairro. Seu olhar fixo nas árvores, presumindo que algo estava ali. Foi então que a garota tomou a pior decisão da sua vida, a de ir até as árvores.

Seus lábios trêmulos praguejavam os pingos que tocava sua pele, como sempre detestando chuva. As folhas velhas pairavam no ar, umas até chegavam às pernas de Amy, mas logo voavam novamente. A jovem avistou três garotas, uma loira, uma ruiva e outra morena, e pelo que parecia conversando ou talvez brigando. Falavam num tom alto o suficiente para a Müller ouvir, era uma língua estranha e desconhecida. De começo, Amy achou serem apenas três meninas discutindo. Mas logo sua ideia mudou.

Assim que seus olhos se estreitaram para vê-las melhor, sua visão mudara totalmente. As belas meninas, agora eram feias e monstruosas. Sua pele agora branca, branca como neve. Tinham uma perna peluda e em vez de pé, era um casco. A outra perna feita de algo parecido com aço, mas era metálica. Seus dentes ou presas, pontudos como faca. Os olhos que há cinco segundos atrás eram inocentes, agora cheios de crueldade e de um tom vermelho sangue. Ao ver aquilo tudo, ela recuou devagar dando as costas para as mulheres. Com seu azar frequente, pisou em um galho, partindo-o.

Os olhos das criaturas voltaram-se para Amy, analisando-a dos pés até a cabeça. E depois de ouvir-se: '' Pegue-a! '' A garota se virou e já estava cara a cara com a monstruosidade ruiva. Ela era mais feia ainda de perto, a Müller não pode deixar de pensar. A garota deu uns passos para trás, trêmula.

- Quem são vocês? – Amy perguntou

- Sand, não se esqueça de dividir comigo! – a loira gritou lá de trás

Podia-se ouvir a ruiva murmurando reclamações. Amy poderia entrar em desespero naquele instante, quando a criatura se aproximava lambendo os lábios. Mas ao envés disso, ela ficou parada e tendo sensações estranhas a todo segundo. Como se ela pudesse sentir uma força dentro de si querendo sair e acabar com aqueles monstros famintos.

A criatura frente a frente da garota deu-lhe um golpe no braço, atirando-a longe e junto, derrubando-a no chão. A lama jorrou na face de Amy, sujando-a. Em seu braço, um corte fundo a fazia gemer. O sangue pingava, escorrendo pelo solo lameado. Sandy se aproximava novamente, com as garras prontas para outro ataque.

Uma ideia louca percorreu pela mente de Amy, a mesma tinha esperanças de dar certo. Esta era chegar até o túmulo da avó – a tempo de não ser comida pelas criaturas - e pegar as espadas que permaneciam lá há anos. O problema era tira-las do mármore. Suas pernas meio bambas ficaram de pé, com alguns gemidos pelo braço ferido, mas a sua esperança fluía vorazmente. Algo a fez conseguir caminhar até a sepultura da avó.

Amy já corria - com uma certa dificuldade -, pelo fato da monstruosidade estar em sua cola. A garota ainda tropeçara em uma raiz, fazendo-a despencar – parece que o chão gosta dela -. Sua vontade a fez levantar novamente, mas a criatura já a alcançara. Outro golpe fora desferido, mas dessa vez a Müller conseguira desviar agilmente e ainda, chegando a tempo no túmulo da avó.

Ela pôs as mãos por cima do cabo da espada e tentou puxa-lo, é claro sem sucesso algum. Sem perder tempo, Sand preparava-se para outro soco. Com um desvio prévio e perfeito, Amy conseguiu fazer com que a criatura acertasse bem onde o mármore prendia as espadas, fazendo-as cair livremente sobre a terra molhada.

Em um piscar de olhos, a Müller já estava correndo - mais pálida do que nunca pela perda de sangue - e acolhendo as duas espadas, uma em cada mão. Ela as olhou fixadamente, observando as gotas da chuva que deslizavam pelas lâminas. Interrompida por ouvir três criaturas andando ferozmente em sua direção, lambendo os lábios e cochichando entre si como a dividiriam. Seus olhos ergueram-se para as mesmas e a garota chacoalhou a cabeça, voltando ao mundo real, talvez não tão real assim.

As espadas tinham uma cor dourada, suas lâminas cintilavam e por alguma razão, Amy sabia que as mesmas eram feitas de bronze celestial. Uma habilidade com espadas tomou o ser de Amy, na mesma hora em que uma tempestade de neve começara. Quando se viu novamente, ela já estava contra atacando a fera ruiva, que desviou. A Müller seguia dando ataques seguidos, os mesmos sendo desviados sem nenhuma facilidade. Até que por uma falha da monstruosidade, a jovem conseguira acerta-la no estômago.

Depois que a criatura se esvaiu em pó amarelo, Amy foi atacada novamente, desta vez pela morena. Ela a atacou rapidamente, era menos ágil que a outra. Logo fora transformada em pó amarelo, quando seu ataque fora desviado por Amy, dando a garota tempo o suficiente para mata-la.

A última; a loira, olhava-a com um olhar penetrante e temido, aproximou-se de Amy. Tinha movimentos precisos e bem pensados, seus olhos eram fixos na moça. Lutaram igualmente por cinco minutos seguidos, bastante tempo para quem nunca havia pegado uma espada na mão, no caso de Amy.

Os braços da Müller já pesavam e o cansaço percorria seu corpo, o ferimento - da luta contra Sand - a fazia dar gemidos. A monstruosidade conseguiu de alguma maneira golpear Amy, derrubando-lhe e junto, as espadas de suas mãos. A fera deu uma risadinha debochada e pôs uma das mãos no pescoço da jovem moça, no chão mesmo.

- Acha mesmo que pode contra mim? – ela riu. – Eu sou Bell, a empousa chefe. – falou orgulhosa.

A empousa apertou ainda mais o pescoço de Amy, sufocando-lhe um pouco. A espada perto das mãos da garota, ela movia os dedos devagar a fim de tentar apanhar a arma. Bell parecia pensativa por um momento, olhando para o nada.

- Você tem noção de o que é uma empousa? – seus olhos voltaram a Amy, fitando-a.

- N-Não-o.. – Amy disse com dificuldade

- Semideusa tola.. – Bell disse entre risadinhas.

A garota pensara em distrair a empousa, assim tendo tempo para pegar a espada.

- Será uma refeição deliciosa..

A criatura abriu a boca, mostrando-a as presas. Amy arrastou a espada para perto com um galho, já estava com os dedos em volta do cabo da arma. Quando Bell fora a devorar, a garota a perfurou por trás. A espada atravessou o peito da empousa, fazendo-a virar pó.

Depois do feito, Amy só pode avistar um garoto da cintura para baixo bode; este pronunciava palavras como Acampamento e Semideusa. Após isto, Amy desmaiou em meio a geada.


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Qua Abr 24, 2013 6:16 pm

Kristen e Amy, aprovadas, gostei muito do teste de voces!

Jhonata, infelizmente nao posso te aprovar, sua historia ficou muito fraca, tente de novo!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Lucca Fullbuster em Sex Abr 26, 2013 2:51 pm

1) Nome: Lucca Fullbuster II

2) Quer ser filho de qual deus? Thanatos

3) Por que quer ser filho desse deus?
Por que além de ser meu Deus preferido da mitologia grega, eu acho ele muito importante.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
Somos inteligentes e falamos bem, temos comportamento igual, etc.

5) Narre sua história:

Numa tarde de Chuva, na verdade uma Tempestade com raios e na escuridão Total, nasceu Lucca Fullbuster II, um Bebê lindo de cabelos tão lisos quanto de seus pais, sua mãe sempre teve condição de dar uma bela vida a Lucca. Ele cresceu sabendo de seu passado e de seu Pai, Thanatos o Deus da Morte, ele nunca se importou com nada disso e pelo ao contrário Lucca soube de seu Destino ainda muito cedo.
Ele havia acabado de chegar da escola havia feito 15 anos no dia anterior, estava cansado tanto de mente quanto de corpo.
Chegando em casa sentiu a presença de alguém, mas não de sua mãe com quem morava sozinho desde de pequeno, era algo estranho, ele foi em direção a cozinha e viu sua mãe caída no chão, morta mais sem nehum arranhão, ele viu apenas uma pequena gota de sangue ao chão, chorando e indignado ele sabia o que fazer, ire até o Acampamento!
Ele foi, arrumou suas coisas e foi sozinho, depois de longa caminhada despertou em si sua sede por sangue e por Vingança, e soube por que era filho de Thanatos!
Chegando ao Acampamento, Lucca se depara com um nada, sim ele errou o caminho e soube que tinha de melhorar seu instinto, ele se depara com uma Criatura horrenda, era verde, tinha um bafo podre e outras coisas nojentas em seu corpo, ele sem nenhum motivo o atacou, não sabia direito o que era, ela o acerta com vários socos na boca do Estomago e o faz recuar, ele por sua vez pega sua pequena faca de bronze e encara a Criatura nojenta, socos e cortes são trocados em um periodo de 10 minutos, o que era aquilo que não tinha fim, do nada flechas acertam a barriga da criatura que cai morta para trás, era os arqueiros do acampamento que me salvam de uma batalha sangrenta que eu desejava é claro, com isso fomos ao Acampamento.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Sex Abr 26, 2013 7:17 pm

Reprovado.
Seu teste ficou muito vago e a história está muito fraca. Tente novamente.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Alexander Shafford em Sab Abr 27, 2013 3:44 am

Ficha de Reclamação;
Nome:
Alexander 'Alex' Shafford;

Quer ser filho de qual deus?
Macária;

Por que ser filho desse deus?
- Macária é conhecida como a ‘deusa da Boa-Morte’, quem é que não quer ter uma boa morte, hm? Saber que morrerá bem velho – alguns ainda morrem muito cedo – mas sem qualquer acidente horrível ou alguma chacina. Macária concede para certas pessoas essa calma e sútil morte e, isso faz dos filhos dela únicos, pois também podem ter certo dom para com a tal boa-morte.
Isso é bastante interessante.


Cite as suas características que se assemelham ao deus escolhido.
- Em sua maior parte do tempo, Alex é alguém completamente calmo. Não tem problema em ficar sozinho ou estar num local onde a aglomeração de pessoas excede o normal, o problema em sua personalidade está quando não aceita algo, uma ideia ou qualquer coisa que for. Torna-se alguém mais explosivo – não tem certeza se isso é algo relativo com sua mãe – e que pouco racionaliza na hora e atacar e/ou fazer alguma outra ação.
Também não sabe explicar o porquê de algumas vezes, inconscientemente, submergir nas trevas. Não era uma etapa muito longa, no máximo, conseguia manter-se de dois a três minutos assim.
Fisicamente, alguém até que bastante forte. Tem os olhos bastante negros que parece muitas vezes tomarem um tom mais azul, por tal fato, está sempre seguido de um óculos em seu rosto. Seu cabelo negro é completamente arrepiado, e costuma a usar umas roupas mais... Punks. Jeans rasgado, camisa escura sem estampa e uma jaqueta de mesma cor.


Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).

A cena se repetiu.
Ele se encontrava em um hospital e, sobre uma cama, enfermo, havia um garoto. Devia ter entre dez ou doze anos, visto diretamente em seu rosto. Estava dormindo e a sala na qual o garotinho descansava estava escura. A lua brilhava lá fora, porém, uma cortina bege fazia com que o brilho lunar não adentrasse tal localidade. O garotinho tossiu, mas o som foi abafado por algo que estava em sua boca. Ele respirava por aparelhos.
Alguém se aproximou, silenciosamente, para que não acordasse o garoto. Não havia como distinguir aquele estranho ser, pois todo seu corpo estava submergido nas trevas e apenas seus olhos eram visíveis. Esses olhos que tinham algo queimando onde deveria se localizar a íris, o tal fogo era um azul que mudava constantemente de tom. Algumas vezes mais fraco outras vezes mais forte. O tal ser se aproximou e ficou ao lado daquele garotinho, que agora parecia respirar com certa dificuldade. Em uma cama ao lado alguém dormia em um sono completamente pesado, pois nem sequer notava a presença daquele ser.
Tem ideia de quão adiada foi sua morte? – Não havia como distinguir a voz daquele ser, ela soava de diferentes formas. Aguda, fina, grave e, algumas vezes, nem parecia ser daquela dimensão. O som do garoto novamente foi abafado pelo aparelho em sua boca. – Você foi um bom garoto, Allan, mas atrasar sua morte seria errado. Vá para os Elísios.
O sinistro aconteceu. O corpo do garoto subiu por alguns centímetros sobre a cama e caiu com um baque. O aparelho atrás dele que estava fazendo um barulho de batimentos... Cessou. Uma única linha verde seguia por aquele painel. Em poucos segundos o tal ser não estava mais ali.

Em um quarto, deitado sobre uma cama e dormindo, um garoto parecia vivenciar cada momento em que aquela cena ocorreu. Ele agarrava o lençol com certa força que parecia querer arranca-lo enquanto dormia e, juntamente disso, suava um pouco mais do que o normal. Quando a cena se desfez e a tal alma seguiu seu rumo, com um salto, o garoto levantou arfante e exausto.
Moreno e de cabelo todo bagunçado por estar dormindo, ele coçou os olhos e se sentou na beirada da cama. Enrolou o lençol no corpo e ficou ali, tremendo, como se tivesse visto algo horripilante.
D-Droga... – os queixos batiam quando ele tentava pronunciar aquilo. Na cama ao seu lado esquerdo, qual estava sentado, alguém dormia. Seu ronco era absurdamente algo. – G-Guacamo... Acorde, seu imprestável. – Pareceu baixo demais, Guacamo, o qual roncava, não pareceu ter ouvido o que o outro dissera e seus roncos apenas aumentavam. Até que um relógio de cabeceira bateu contra sua cabeça.
AI! – Ele levou as mãos até a cabeça, na parte superior, onde o relógio acertou-o. – Quem é que... Ah, é você de novo, Alex. O que foi? – Guacamo se sentou. Era muito mais moreno do que Alex, o garoto sentado ao seu lado. Tinha uma barba feia abaixo do queixo e o cabelo ruim. – Não vá me dizer... Sonhou novamente?
Alex fez que sim com a cabeça. Guacamo fez um barulho diferente com a boca.
Eu estou te avisando desde que te conheci e soube desses seus sonhos, Alex. Temos de ir pra Nova York urgente. Com ênfase no urgente.
Não! – O tom de voz de Alex foi um tanto rude e todo o tremer do corpo pareceu sumir. Seus olhos negros brilharam mais do que o normal. – O que farei lá? Diga-me. Não tenho parentes lá e nem ao menos temos dinheiro para ir até lá.
Guacamo pareceu despertar completamente do sono e dirigiu sua total atenção para Alex.
Você não tem, mas eu tenho. – Guacamo colocou o corpo de lado e procurou no pé de sua cama uma mochila, dela tirou algumas moedas douradas e as ergueu, colocando no campo de visão de Alex. – Dracmas de ouro. Com isso podemos avisar Quíron e ele saberá o que fazer com o seu caso, Alex.
Com o meu caso? – Alex se levantou e foi em direção até a janela do quarto. Agora o sol começava a se mostrar e o movimento nas ruas era muito maior. Estava vestindo apenas um short preto e o peito completamente exposto. – Até parece que sou... Anormal.
Guacamo fez outro barulho estranho e Alex olhou para ele, queria entender o porquê do amigo fazer aquele som horrível. Algumas vezes por nervosismo, outras por ansiedade. Mas isso estava longe de ser o foco daquilo que Alex precisava saber... Guacamo pigarreou.
Ouça-me, Alex. – Ele continuou sentado, porém, sério. – Você tem de ir para Nova York comigo, é necessário para sua vida... Seu pai, ele queria...
NÃO FALE DELE! – Alex se virou no mesmo instante, emanando uma fúria anormal em seus olhos e ambos os punhos cerrados. Guacamo se afundou na cama. – O que aquele homem queria Guacamo? Me trancar nesse internato maldito, é isso? – Guacamo não respondeu e isso enfureceu o garoto. – ME DIGA!
A-Acalme-se Alex... P-Por favor, ok? – Mais parecia ser um pedido em vão do que um pedido que fosse realmente funcionar. Alex ainda tinha os punhos cerrados e a expressão de alguém que parecia ser uma panela em segundos para explodir. – O Sr. Shafford apenas queria seu bem... E-Ele...
ELE O QUÊ, GUACAMO? FICOU FORA POR TANTO TEMPO... – Quanto mais o garoto se irritava, mais Guacamo escondia-se na cama e algo mais parecia emanar naquele quarto, agora iluminado totalmente pela luz solar. Alex era uma máquina em fúria. Guacamo se acalmou primeiro, virou-se e colocou as calças, logo depois calçou os sapatos e levantou.
Fique aqui. – Alertou-o.
Aonde pensa que vai, Guacamo?
Uma ligação.
Qual ligação?
Mas não houve resposta. Guacamo abriu e fechou a porta com um único baque. Alex suspirou e voltou a se sentar na cama. Não, ele se recusava a voltar a dormir, não seria bom ter sonhos tão sinistros quanto os que vinha tendo nos últimos três anos. Ficou por lá aproximadamente por quinze minutos. Nesse tempo ele trocou a roupa, voltando a vestir sua jaqueta e sua camiseta preta sem qualquer estampa. A calça jeans rasgada nos joelhos e nas coxas também foi vestida, seguido por seu all-star branco com alguns detalhes escurecidos. Logo, era o Alex do dia-a-dia. Então a porta voltou a abrir.
Sinto muito Alex, mas o que vou fazer é pro seu próprio bem. – Agora Guacamo estava com duas mochilas nas costas e, em sua mão esquerda, trazia algo parecido com um cano feito de madeira. Na ponta tinha um dardo.
O que vai fazer? – Alex caminhou na direção de Guacamo, porém, os movimentos do outro garoto foram rápidos demais para que Alex pudesse racionalizar calmamente. Guacamo literalmente saltitou e, onde deveria ser seus pés eram... Patas. Como as de um cavalo. – Seu... Maldito... Cavalo?
Béééé. – Baliu. – Sou metade garoto metade bode, Alex. – E então ele levou o tal cano a boca, assoprou e o dardo atingiu Alex bem no peito. O moreno colocou a mão esquerda no dardo, tirando-o instantaneamente do peito. Seu rosto, de calmaria e surpresa, tornou-se algo raivoso e obscuro.
Maldito... T-Tentou me matar? – Ele caminhou e por um instante cambaleou. A visão ficou turva e Guacamo pareceu sair de foco, Alex cerrou os punhos e desferiu um soco. Mas seus movimentos eram lentos e ele, simplesmente, desabou no chão. Guacamo ainda falou algo, mas Alex não poderia ouvir naquele estado.

Quando Alex voltou a retomar a consciência – que ocorreram horas depois -, ele estava deitado sobre uma cama que parecia de palha e tinha as bordas um tanto circulares. Era uma pista de skate de palha. Não se lembrou de sonhar com mortes e a visão ainda estava turva. Alguém aproximou ao seu lado e sentou, suspirando, numa cadeira de mesmo molde da cama.
Finalmente em casa, maravilha. – Quem é que fosse que estivesse sentado ao lado de Alex, parecia incrivelmente satisfeito. Alex o olhou de lado e então reconheceu... Guacamo, o menino cavalo assassino. Ele se empoleirou rapidamente.
MALDITO! – Esbravejou, erguendo os braços para Guacamo. – Estou no Inferno, por acaso? Venha aqui, cavalo... Eu vou te esganiçar por me matar.
Não haverá esganações aqui, sr. Shafford. – A voz era diferente da voz de Guacamo e parecia muito mais velho ao olhar. Era alto e tinha um porte físico invejável. Atrás daquele cara uma cauda balançava, mas, não foi capaz de fazer Alex sorrir. – Eu mandei que o sr. Guacamo o atacasse, era para seu próprio bem. – Uma trombeta soou ao longe e o tal homem se virou, agora, sua parte traseira era um cavalo. Ele viu outros garotos correrem para lá e para cá. Quíron se virou para Guacamo. – Informe tudo ao sr. Shafford, Guacamo. Mas vá falando aos poucos e o deixe no Chalé de Hermes, ele ainda é um indefinido. Não creio que será reclamado hoje, está entendido?
Guacamo fez um sinal positivo com a cabeça e viu Quíron, o centauro, se afastar daquele lugar. O sátiro se colocou ao lado de Alex e o levantou, segurando-o pelos braços. Alex apenas assentiu com a cabeça, pois essa começava a doer.
Minha cabeça está doendo.
Efeito tardio do dardo.
Eu não gostei.
Imaginei que não.
Os dois seguiram caminho, cruzando o campo enquanto Alex olhava atentamente para cada canto daquele estranho local.
E ainda quero te matar.
Não diria que é você se não quisesse. – Alex riu, mesmo que por pouco tempo. Guacamo o seguiu no riso. – Chalé 11, a casa de Hermes. Ficará aqui até ser reclamado, garotão. Boa sorte.
Não vou precisar.
Dizendo isso Alex se desvencilhou da ajuda e adentrou o tal chalé, Guacamo se afastou e saiu galopando para outros campos. Não sabia bem e nem o porque, mas será que algo de bom aconteceria dali para frente?



Thanks Lari @ CG
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Sab Abr 27, 2013 11:48 am

Alex, muito bom o seu teste.
Aprovado Cria de Macária!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Dom Abr 28, 2013 5:17 pm

1) Nome:
Sara Jersey

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)
Desejo ser uma filha de Apolo.

3) Por que quer ser filho desse deus?
Porque Apolo sempre me guia através do sol e eu sinto isso.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
Sempre amei fazer poesias, músicas, e outras coisas semelhantes aos dons de Apolo.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).

Sara sempre foi uma menina muito calma, muito engraçada, e muito tímida. Levantou da cama em um sábado e foi encontrar sua mãe na cozinha. Quando chegou lá, sua mãe estava vestida para o trabalho, blusa branca, casaco preto, saia preta e salto alto. Pôs o café da manhã na mesa e disse:
- Filha, não volto para o jantar, você terá que fazer a comida.
Logo depois que minha mãe saiu pela porta eu me levantei e me tranquei no meu quarto. Peguei meu caderninho e comecei a anotar uma poesia:

"Mármore frio, estático...
Deus, Apolo,
Pedra e arte,
Arte e toque.
Encontro de texturas,
Desfiar de fissuras,
Tacto, sensor de relevos
Enlevos...
Palavras de magia
ciciadas em surdina.
Transfusão de alma,
Sopro de Vida...
Toques quentes,
Requebros viventes,
despertar de sentidos,
vigor e alento...
Colos, colagens de carnes
e mármores e choques.
Seios, lábios, pele, arrepios...
e rocha fundida,
Carne fendida, fusão...
Estátua de pedra jaz,
Humana,
no chão..."

Acabo de anotar e meu telefone toca. Olho e aparece no visor: Número Desconhecido. Atendo e ouço uma voz familiar. A voz de meu amigo, Ryan.
- Alô, Sara? - disse Ryan.
- Fala, Ryan. - respondi.
- Preciso que me encontre agora. É um assunto particular. Rua Green Piece, número 149. Venha rápido.
E ele desligou. Saí correndo para a porta e quando abri, Brad, capitão do time de basquete da minha escola estava lá com a mão levantada prestes a bater na porta.
- Olá Sara. - disse ele friamente.
- O que você quer, Brad? - perguntei.
- Você. Só você.
Brad começou a ficar maior, muito maior até ter a forma de um minotauro. Comecei a ter medo e fiz o que uma pessoa qualquer faria. Corri. Corri para a rua onde Ryan tinha dito, com um minotauro atrás de mim. Ele rugiu e eu tropecei numa pedra e caí no chão. O minotauro se aproximou bastante, quando dois braços puxaram os meus e me colocaram de pé e eu voltei a correr com uma pessoa ao meu lado. Ryan.
- Ryan! Que bom que você está aqui! - disse olhando para ele.
Olhei para suas pernas e disse:
- Você tem pernas de bode?
- É uma longa história, vamos rápido.
Quando olhei para trás, o minotauro estava se aproximando cada vez mais. Não sei o que aconteceu, que ele parou. Olhei para cima e percebi que o sol o estava atrapalhando para visualizar o que estava a sua frente. Mas isso não ia segurá-lo por muito tempo. Fiquei cansada e parei. Ryan parou e tentou me puxar, mas eu não conseguia andar de tão cansada que eu estava. Quando tentei dar um passo, acabei desmaiando. Minha última visão era o minotauro correndo em minha direção. Depois disso, apaguei.
Acordei em uma enfermaria, com Ryan ao meu lado. Pisquei um pouco e olhei para Ryan.
- Sara. - disse Ryan. - Bem-vinda ao Acampamento Meio-Sangue.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Dom Abr 28, 2013 5:46 pm

Achei o início bem confuso, você começou com a terceira pessoa e continuou na primeira. Pode ter mais um pouco de coerência.

Sei que você consegue fazer uma história mais interessante. Tente
de novo prestando um pouco mais atenção nos parágrafos e em uma história mais
emocionante de se ler.

Obs: Esse PP que vc usa jah tem no fórum, então não pode ser usado. Mude!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Mattew Florence em Seg Abr 29, 2013 5:16 pm

1) Nome:
Mattew Vogel
2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)
Deméter
3) Por que quer ser filho desse deus?

Deméter, para mim, é a deusa com quem mais me indentifíco, minha
personalide diria que é a padrão dos filhos dela. Além do mais, é uma
ótima deusa e sempre gostei das plantas e do trabalho de Deméter no
mundo.
4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.

Além da aparência, tenho muita coisa em comum com a deusa, sou inteligente, mas muitas vezes perco o controle, árvores me fascinam e todo lugar que a natureza predomina é o melhor que existe. Sempre ajudo meus amigos, aonde quer que eles estejam, meu companherismo é algo que me orgulho e a compaixão e generosidade andam junto com ele, mas cuidado, isso tudo pode mudar se alguém mecher com meus amigos.
5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).



Nasci numa cidade do interior da Califórnia. Eu achava uma cidade chata, realmente não gostava muito dela. Não sabia nada sobre mim a não ser quer fui adotado ainda bebê. Não conhecia meus pais biológicos, mas sentia que era especial. Quando tinha oito anos, meus pais adotivos disseram que eu tinha um pai e que eles sabiam quem era. Fiquei muito feliz, mas só por um minuto. Quando eu disse que ''tinha'',estava falando sério, eu tinha um pai até um dia antes de me falarem que ele existia. Fui ao enterro dele e o vi pela primeira e última vez. Fiquei impressionado quando vi que ele se parecia comigo mais que imaginava, não se percebia isso, mas eu via que os traços do rosto dele pareciam com os meus. Disseram-me que ele morreu enquanto estava em cidades próximas, fazendo expedições. Era um cientista e arqueólogo, pelo que sei, ele adorava muito plantas e mitologia grega, mas eu não sabia bem por que. Conheceu minha mãe, que ninguém sabia quem, na minha cidade natal. Ele teria vindo para desvendar mistérios de uma caverna desconhecida da região. Por incrível que pareça ele morreu com um sorriso no rosto. Depois de todos terem ido embora, fiquei por um tempo para examinar a lápide. Uma linda e grande árvore apareceu do nada contornando o túmulo com seus galhos longos e o nome do meu pai brilhou na pedra como fogos de artifício. Ele se chamava Robert Vogel, um nome sobrenome estrangeiro que eu gostava muito, sempre que o ouvia me sentia mais importante. Em fim... Agora sabia por que meu sobrenome não era igual á dos meus pais adotivos, queriam preservar a família Vogel, sabendo que não restavam muitos ainda. Cinco anos depois, descobri coisas esquisitas sobre mim que não sabia. Meus pais me contaram que quando tinha só cinco meses, o conteúdo de minha frauda eraótimo adubo do mundo, perceberam quando jogaram minha frauda sem quererna nossa horta humilde, eu fiquei um pouco envergonhando, mas logo esqueci. Também contaram que uma vez, quando eu tinha cinco anos folhas,muitas, mas muitas folhas me perseguiram enquanto eu corria no campo com os cavalos. Já não sabia o que eu era, mas sabia que as plantas tinham alguma coisa a ver de quem eu era ou da minha mãe. Todo o dia depois disso minha cabeça girava de confusão. Ia muito para uma cachoeira perto da minha cidade para pensar e ler um pouco. Um dia eu acabei dormindo com o livro no rosto. Eu acordei quando já era noite, eu estava com muito medo, mas um musgo verde e brilhante no chão frio me guiou para um túnel. Eu comecei a ouvir coisas estranhas atrás de mim, pareciam monstros, mas eu não acreditava muito nisso. Os grunhidos ficaram cada vez mais fortes e eu comecei a correr no túnel antigo feito de pedras. Eu corria cada vez mais rápido com medo do que poderia estar atrás de mim. O túnel acabou e eu me vi em meio a muitas árvores de diferentes tamanhos, algumas maiores que edifícios. Eu corri e quando olhei para trás vi que realmente eram monstros, algo praticamente impossível. Agora eu estava em frente a um grande penhasco, eu não pensei duas vezes, preferia o penhasco aos monstros, com certeza. Pulei, um pulo suicida. Eu vi que uma ponte feita nada menos de madeira viva, daquelas árvores que estavam atrás de mim, apareceu, Era como um grande tronco de árvore. Uma voz doce de uma mulher disse:
- Venha, você precisa vir.
Corri e corri, até que a ponte acabou, mas eu já não estava mais na minha cidade e muito menos naquele lugar mágico, algo melhor ainda... Eu
fui escorregando por uma colina lamacenta até chegar sentado no pé da mesma, admirando um grande acampamento. E junto comigo estava uma mochila e uma carta branca e delicada na minha mão com letras grandes, porém lindas e verdes dizendo:

Agora você está seguro, não se preocupe com seus pais. Eles já sabem onde está. Desejo que você seja muito feliz.

Sua mãe D.


Levantei-me e me deparei com criaturas da mitologia grega, iguais ás dos livros que lia e dos contos do meu país. Um centauro chegou, sorriu e me disse estendendo a mão para eu me levantar:
- Bem vindo, filho de Deméter.
Naquele mesmo momento percebi que era um semideus, eu era filho da deusa Deméter, mesmo que não estivesse acreditando muito no momento. Dei um sorriso e me levantei, abobado com tantas maravilhas.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Seg Abr 29, 2013 6:54 pm

APROVADO

Convidad
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Justin Law em Ter Abr 30, 2013 4:51 am





1) Nome:Justin Law

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial):Macária, a deusa da boa morte.

3) Por que quer ser filho desse deus?
Confesso, não tenho motivos claramente distinguídos, talvez seja pelos grandes dons que herdou de seus pais, Hades e Perséfone,ou seja pela leveza e grandeza do seu nome.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
Juntando a personalidade de Macária e de Peter, resultou em quem? Claro, em Justin, um menino que carrega consigo um grande fardo. Além de ter perdido o pai cedo demais, nunca conheceu sua mãe. talvez ingênuo, mas quase sempre vistoso.Nem um pouco triste, prefere se juntar aos amigos do que ficar sozinho. São poucos os que entendem as características misteriosas do garoto, porém os que as conhecem nunca esquecem. Sua presença é marcada em cada canto em que fora vista, porém, é esquecida pelos que não se importam, mas os que realmente gostam lembram a todo instante que o garoto é um grande filho de Macária, a Deusa da boa morte.
5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).
Perto do fim da década de noventa um engenhoso estudante de medicina denominada Peter Law estava em um dos laboratórios da faculdade estudando um corpo morto. Sim, sua especialidade era encontrar os motivos da morte do indivíduo. Porém, naquela noite de verão, por algum motivo ele não encontrava nada a respeito daquilo que procurava: coágulos de sangue, hematomas e outros tipos de sintomas de pancadas. Entretanto nada foi encontrado, a não ser uma mancha na palma da mão esquerda, era estranho, mas impressionante, a mancha formava uma linda flor roxa, mas não era machucado e sim uma espécie de tatuagem.

Peter era muito esperto, porém se sentia mal por não encontrar os verdadeiros motivos da morte do homem. O peso do fracasso caiu sobre seus ombros pela primeira vez em seus vinte e três anos de vida. A vontade do médico era abrir o corpo e investigar o corpo pelo lado de dentro, mas quando foi por seu plano em prática uma voz doce e calma brotava na sala:Não faça isso, meu bom homem.

A voz ecoou e por algum motivo fez com que meu pai parasse. Ele se virou e atrás dele uma bela moça o olhava, ela possuia olhos castanhos, cabelos combridos e negros, uma pele tinha um tom pálido extraordinário, o corpo continha as curvas perfeitas e o vestido no qual trajava era o que completava mais ainda, um vestido curto de cor negra com detalhes em roxo brilhante, as rendas da peça eram feitas de lantejoulas brilhosas e isso deixava o homem boquiaberto.

O tempo passou e a moça lhe dissera quem ela era. Peter tentou não acreditar, mas era quase óbvio, ela lhe dissera claramente o que acontecera com o corpo que ele investigava sem sequer tocar nele e ele comprovou ser verdade. Enfim, Macária e Peter acabaram sentindo algo quase inexplicável, era algo que muitas vezes aconteceu entre Deuses e mortais. Eles se apaixonaram um pelo outro.

Depois daquele encontro agradável, a moça sempre acabava indo visitar Peter, porém, algo aconteceu entre os dois, uma prova de amor fora dada e numa explosão de paixão os dois lados mostraram o quanto se amavam. Depois desse dia, Macária levava consigo vestígios do grande amor de ambos, Macária estava grávida e a mesma sabia disso, porém, não avisou o amado.





---Alguns meses depois---

No dia 28 de junho de 1997 foi o dia em que fui deixado na porta de um apartamento, não me pergunte o número, pois eu era um recém-nascido. Meu pai abriu a porta e deparou-se comigo dentro de uma cesta ornamentada com belas flores roxas. Naquele momento soube que eu era o fruto do amor dele e de minha mãe tiveram.

Aos três anos meu pai me mandou para uma escola que frequentei até os doze anos, quando sai por motivos que serão relatados posteriormente. Por algum motivo que eu desconhecia meu pai me fazia ter aulas especiais sobre grego antigo e mitologia grega. O grego antigo era surpreendentemente fácil para mim e as histórias do heróis e monstros era divertida, embora meu pai agisse como se aquelas histórias fossem algo de vital importância para mim.

No meu aniversário de oito anos recebi um lindo presente, mas de uma moça que nunca vira, era uma flor roxa, mas era feita de um material desconhecido, pelo menos por mim. Não posso dizer que eu sei o motivo, mas era estranho, como pude me apegar com algo que ganhei de alguém que nem se quer conhecia? Enfim,deixei que a dúvida se mantivesse por longos anos da minha vida.

Quando me tornei um adolescente, quinze anos, minha vida estava tão acelerada que quase nem percebia algumas coisas que me perseguiam. Toda vez que eu ia para a escola meu pai pedia que eu tomasse cuidado, porém, nunca imaginei os motivos, mas um dia tudo muda, no meu aniversário de doze anos alguma coisa aconteceu, algo como um morcego enorme me perseguia na ida para casa. Após sua aproximação notei que a criatura era um monstro esquelético com asas enormes, que meu cerébro de alguma maneira assemelhou como uma das Benevolentes, as torturadoras de Hades. Apesar de qualquer achar que aquilo era besteira e pensarem que deveria ser uma ilusão de ótica causada pelo cansaço ou algo do tipo, o fato de eu ter conseguido identifica-la tão facilmente me fez lembrar de meu pai pedindo que eu aprendesse grego antigo com tanta urgência. Sai correndo em direção a minha casa para questionar meu pai se ele sabia de algo, minhas pernas corriam na maior velocidade, porém, nunca despistava o grande morcego que me seguia.


Quando cheguei em casa me deparei com meu pai deitado sobre a cama, mas algo me deixou irado, ele não respirava. Corri ao telefone e chamei a ambulância, foi a única coisa que consegui fazer. Foi quando notei a perfuração em suas costas, uma depressão como se suas costas tivesse sido perfurada por um bico de alguma ave. Eu me virei pressentindo que algo estava atrás de mim e me deparo com um passáro atrás da janela, bem ao longe, mas perto suficiente para enxerga-lo. Ele tinha penas feitas de algo parecido com algum tipo de metal e um bico do mesmo material que se encaixava perfeitamente na perfuração no corpo de meu pai. Apesar de ser algo irresponsável eu fui dominado pela raiva, eu já havia sido provocado várias vezes e mantido a calma mas dessa vez eu não consegui me conter.

Sai para fora e corri muito rápido atraindo a criatura para uma área deserta, porém antes que ela me alcançasse a besta que se parecia com um mocergo gigante ou a Benevolente das histórias, você decide, se aproximou e me olhou fixamente. Neste momento a flor que aquela misteriosa mulher me dera ao completar oito anos de idade começou a pesar no meu bolso. Tirei a flor e rapidamente a Benevolente (decidi chama-la assim a partir de agora em vez de grande morcego), a tirou de minha mão e alçou voo em direção ao passáro que matara meu pai. A Benevolente facilmente destruiu o passáro utilizando um chicote que materializara do ar.

A Benevolente veio em minha direção e me agarrou. Eu tentei prostestar mas ela voou em direção a um ponto onde dois muros se encontravam, eu me preparei para o impacto porém ela entrou nos dois muros, mas precisamente, na sombra projetada, após um breve momento de adrenalina saimos perto de um campo de morangos, ao lado de um velho pinheiro.A Benevolente explicou quem ela era e que fizera aquilo a mando de minha mãe e que eu deveria adentrar naquelas terras para receber todas as explicações necessárias e que não se preocupasse com o corpo de meu pai pois minha mãe cuidaria de todo o enterro, e então tão rápida como veio, ela se foi através da sombra projetada pelo pinheiro me deixando com duas noticias que me fizeram ficar parado por varios minutos até recuperar a consciência e entrar naquelas terras: meu pai realmente havia morrido por causa de algum tipo de passáro metálico e minha mãe que jamais havia dado qualquer noticia de seu paradeiro, ainda estava viva.

Era tarde, porém, as luzes de uma grande casa estavam acesas. Eu me aproximei e encontrei um homem que possuia um corpo metade homem, metade cavalo e outro metade homem, metade bode. Depois da Benevolente aquilo sequer me surpreendia, após uma conversa que parecia uma eternidade, aprendi que os deuses da Antiga Grécia ainda estavam vivos e que minha mãe era um deles, e portanto, era um meio-sangue, uma crinça mortal com os poderes de um deus. Fui instalado em um chalé cheio de garotos e garotas com olhares diferentes, olhares de desagrado, se bem me lembro o deus que representava o chalé era Hermes.

Depois de dormir e tomar um reforçado café fui para uma arena. Aquele sim era um ótimo lugar, os campistas pareciam brincar de heróis, espadas faziam barulhos e faiscavam, porém, algo que ninguém esperava aconteceu, uma bela menina fora gravemente ferida. Alguns campistas chamavam: Chamem algum filho de Apolo!

Eu percebi que ela não iria aguentar até um filho de Apolo chegar . Me aproximei da menina e medi a temperatura da mesma. Ao meu redor todos olhavam, até o centauro estava na roda. Sem pensar muito olhei para um dos garotos que estava junto comigo no chalé de Hermes e pedi para ele me trazer panos umedecidos com água fria.

Depois de alguns minutos o garoto trouxe o que eu pedira, coloquei sobre a testa da garota e com outro pano limpava o ferimento com água limpa. Toquei o ferimento e a menina começou a balbuciar algumas palavras do tipo: "Ei, a dor está passando", claro não foi com tanta emoção, ela ainda estava extasiada pela dor, mas depois de alguns longos minutos ela conseguiu se recuperar. O filho de Apolo ja havia chegado, porém, ele mal se mexia olhando fixamente para mim. A minha volta uma aura roxa brilhosa me cercava, os outros campistas ficavam admirando a beleza da aura, mas eu quase nem percebi, pra ser sincero, só percebi depois que a menina fora levada para a enfermaria.

Era pra ela ter morrido- Disse uma voz longe, mas o centauro interveio e me levou para a casa grande junto com um sátiro que estava estupefato. O centauro começou a indagar como fiz aquilo. Respondi a todas as perguntas que ele fez, após isso, ele me mandou voltar para o chalé de Hermes, mas mudou de opinião quando uma flor roxa brilhosa se formou em cima de minha cabeça.

Leve-o para o Chalé de Macária, a Deusa da boa morte
- Disse o centauro com um olhar penetrante sobre mim. Olhei a flor desaparecer e sai dali com o sátiro que me contou o que eu era e quem era minha verdadeira mãe.


Última edição por Justin Law em Dom Maio 05, 2013 2:18 am, editado 3 vez(es)
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ex-Staff04 em Ter Abr 30, 2013 10:08 am

Gostei bastante da tua história e do modo como se referiu a deusa, porém ela tem alguns erros ortográficos, e criativos também. Quem lê tua história fica com uma série de perguntas a se fazer, perguntas como: Como ele sabe o nome desses monstros? Como seu pai sabe que a moça pela qual se apaixonou é uma deusa? Como ele reconhece o Velocino ao chegar ao acampamento? Ele fez aulas para reconhecer esses deuses?

Por fim, tente esclarecer mais a tua história, narre a tua batalha com os monstros que enfrentou ao chegar ao acampamento, descreva os detalhes por completo, ai sim, será reclamado meu filho e com méritos gratificantes.
- Por favor reescreva a tua história respondendo a todas as perguntas que lhe fiz e não se esqueça dos detalhes, vai dar trabalho, mas vale a pena, Obrigada e Boa sorte! -


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Aarom Blaze em Ter Abr 30, 2013 4:30 pm

1) Nome: Aarom Blaze

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial): Macária

3) Por que quer ser filho desse deus? Me identifico com ela, por ver as pessoas chegarem ao "Nirvana" e assim podendo derrubar sua vida de todos os jeitos, para que não fiquem do jeito que querem, e sim do meu.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido. Não consigo deixar alguém feliz por muito tempo, sempre acabo com sua felicidade, sendo falando a verdade, ou não.
Não muitas, acho que apenas companheiros de equipe, sou fascinado pela morte e lido bem com parentes morrendo.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).
Nasci em 1996, no dia 27 de Fevereiro, para ser exato, nasci em Iowa em uma cidade pequena que nem lembro do nome, fiquei pouco tempo nela, apenas alguns meses e depois meu pai e eu nos mudamos para Long Island, eu tinha apenas 10 meses de idade, não lembro de nada, quando eu comecei a frequentar a escola, não era "compatível" as outras crianças da escola, eu me excluía deixando os outros para o lado sem ligar para eles, sempre que olhava para eles, sentia um desgosto, até que um dia um garoto novo entrou e sempre tentava ficar brincando comigo, mas eu sempre saia dali e o deixava no vácuo, isso na 1ª série, então no verão meu pai queria que eu fosse para um acampamento de verão, fiquei relutando por muito tempo e no final, acabei não indo.
Durante a 2ª série, fui para uma escola especial para estudantes com necessidades especiais como Déficit de Atenção e outras coisas, lá conheço algumas pessoas parecidas comigo, não na personalidade, mas com os mesmos problemas, alguns piores até, de repente um dia uma coisa estranha entra na sala, todos enxergavam como um gatinho, no começo eu via assim, mas então sua boca começou a crescer e de repente estava comendo uma das mesas, ele conseguiu engoli-la por inteiro me deixando intimidado, começo a olhar para ela, pego uma tesoura sem ponta mesmo e uma garota vai pega-lo, mas então se afasta porque estava acontecendo alguma coisa, não vi o que, o gatinho se afasta, sinto meu coração batendo rapidamente, de repente uma explosão vindo da cafeteria da escola, parecia que um bujão de gás havia sido aberto e alguém fez uma faísca qualquer, os professores não quiseram nos deixar ver e assim ficamos na sala até os nossos pais nos levassem para a casa.
Depois quando chego em casa tento contar essa história para meu pai, ele mal presta atenção porque estava com raiva de ter faltado ao trabalho para ter que cuidar de mim, então nem ligo muito.
Durante a 8ª série, tento fujir de casa, pego uma mochila com algumas roupas e um pouco de comida e saio pelas ruas de Iowa, não aguentava mais meu pai e eu estava disposto a procurar minha mãe que estava sumida a alguns anos, bom, praticamente minha vida toda, fico andando por algumas ruas que conheço, mas não que eu ia recentemente, pois meu pai poderia me achar, vou andando por ai sem um rumo definido, até que um pássaro estranho começa e me seguir, paro num beco sem saída, o pássaro desce, mas quando vejo-o de perto noto que não era um pássaro qualquer, sim um bicho com garras enormes, logo noto uma garota em cima dele, olha para mim e diz:
-Vim ajuda-lo, Aarom!
Olho estranhando para a garota e digo:
-Mas quem é você?
-Uma amiga, venha comigo, por favor.
Fico estranhando-a por um tempo, mas acabo sedendo e subo na coisa estranha, vamos voando por um tempo até chegar em um Acampamento em algum lugar em Long Island, quando começamos a descer fico olhando para tudo, chegamos ao solo normalmente, de repente ela começa a falar:
-Bem vindo, filho de Macária!
No começo estranhei, então ela me contou tudo, então depois disso acabo descobrindo por que minha mãe não ficou em casa e fugiu.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Sirena Hudson em Ter Abr 30, 2013 4:59 pm

Reclamado filho de Macária, com o tempo sua escrita melhora.
Bem vindo.

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Justin Law em Ter Abr 30, 2013 9:47 pm

Justin Law escreveu:




1) Nome:Justin Law

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial):Macária, a deusa da boa morte.

3) Por que quer ser filho desse deus?
Confesso, não tenho motivos claramente distinguídos, talvez seja pelos grandes dons que herdou de seus pais, Hades e Perséfone,ou seja pela leveza e grandeza do seu nome.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
Juntando a personalidade de Macária e de Peter, resultou em quem? Claro, em Justin, um menino que carrega consigo um grande fardo. Além de ter perdido o pai cedo demais, nunca conheceu sua mãe. talvez ingênuo, mas quase sempre vistoso.Nem um pouco triste, prefere se juntar aos amigos do que ficar sozinho. São poucos os que entendem as características misteriosas do garoto, porém os que as conhecem nunca esquecem. Sua presença é marcada em cada canto em que fora vista, porém, é esquecida pelos que não se importam, mas os que realmente gostam lembram a todo instante que o garoto é um grande filho de Macária, a Deusa da boa morte.
5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).
Perto do fim da década de noventa um engenhoso estudante de medicina denominada Peter Law estava em um dos laboratórios da faculdade estudando um corpo morto. Sim, sua especialidade era encontrar os motivos da morte do indivíduo. Porém, naquela noite de verão, por algum motivo ele não encontrava nada a respeito daquilo que procurava: coágulos de sangue, hematomas e outros tipos de sintomas de pancadas. Entretanto nada foi encontrado, a não ser uma mancha na palma da mão esquerda, era estranho, mas impressionante, a mancha formava uma linda flor roxa, mas não era machucado e sim uma espécie de tatuagem.

Peter era muito esperto, porém se sentia mal por não encontrar os verdadeiros motivos da morte do homem. O peso do fracasso caiu sobre seus ombros pela primeira vez em seus vinte e três anos de vida. A vontade do médico era abrir o corpo e investigar o corpo pelo lado de dentro, mas quando foi por seu plano em prática uma voz doce e calma brotava na sala:Não faça isso, meu bom homem.

A voz ecoou e por algum motivo fez com que meu pai parasse. Ele se virou e atrás dele uma bela moça o olhava, ela possuia olhos castanhos, cabelos combridos e negros, uma pele tinha um tom pálido extraordinário, o corpo continha as curvas perfeitas e o vestido no qual trajava era o que completava mais ainda, um vestido curto de cor negra com detalhes em roxo brilhante, as rendas da peça eram feitas de lantejoulas brilhosas e isso deixava o homem boquiaberto.

O tempo passou e a moça lhe dissera quem ela era. Peter tentou não acreditar, mas era quase óbvio, ela lhe dissera claramente o que acontecera com o corpo que ele investigava sem sequer tocar nele e ele comprovou ser verdade. Enfim, Macária e Peter acabaram sentindo algo quase inexplicável, era algo que muitas vezes aconteceu entre Deuses e mortais. Eles se apaixonaram um pelo outro.

Depois daquele encontro agradável, a moça sempre acabava indo visitar Peter, porém, algo aconteceu entre os dois, uma prova de amor fora dada e numa explosão de paixão os dois lados mostraram o quanto se amavam. Depois desse dia, Macária levava consigo vestígios do grande amor de ambos, Macária estava grávida e a mesma sabia disso, porém, não avisou o amado.






---Alguns meses depois---

No dia 28 de junho de 1997 foi o dia em que fui deixado na porta de um apartamento, não me pergunte o número, pois eu era um recém-nascido. Meu pai abriu a porta e deparou-se comigo dentro de uma cesta ornamentada com belas flores roxas. Naquele momento soube que eu era o fruto do amor dele e de minha mãe tiveram.

Aos três anos meu pai me mandou para uma escola que frequentei até os doze anos, quando sai por motivos que serão relatados posteriormente. Por algum motivo que eu desconhecia meu pai me fazia ter aulas especiais sobre grego antigo e mitologia grega. O grego antigo era surpreendentemente fácil para mim e as histórias do heróis e monstros era divertida, embora meu pai agisse como se aquelas histórias fossem algo de vital importância para mim.

No meu aniversário de oito anos recebi um lindo presente, mas de uma moça que nunca vira, era uma flor roxa, mas era feita de um material desconhecido, pelo menos por mim. Não posso dizer que eu sei o motivo, mas era estranho, como pude me apegar com algo que ganhei de alguém que nem se quer conhecia? Enfim,deixei que a dúvida se mantivesse por longos anos da minha vida.

Quando me tornei um adolescente, quinze anos, minha vida estava tão acelerada que quase nem percebia algumas coisas que me perseguiam. Toda vez que eu ia para a escola meu pai pedia que eu tomasse cuidado, porém, nunca imaginei os motivos, mas um dia tudo muda, no meu aniversário de doze anos alguma coisa aconteceu, algo como um morcego enorme me perseguia na ida para casa. Após sua aproximação notei que a criatura era um monstro esquelético com asas enormes, que meu cerébro de alguma maneira assemelhou como uma das Benevolentes, as torturadoras de Hades. Apesar de qualquer achar que aquilo era besteira e pensarem que deveria ser uma ilusão de ótica causada pelo cansaço ou algo do tipo, o fato de eu ter conseguido identifica-la tão facilmente me fez lembrar de meu pai pedindo que eu aprendesse grego antigo com tanta urgência. Sai correndo em direção a minha casa para questionar meu pai se ele sabia de algo, minhas pernas corriam na maior velocidade, porém, nunca despistava o grande morcego que me seguia.


Quando cheguei em casa me deparei com meu pai deitado sobre a cama, mas algo me deixou irado, ele não respirava. Corri ao telefone e chamei a ambulância, foi a única coisa que consegui fazer. Foi quando notei a perfuração em suas costas, uma depressão como se suas costas tivesse sido perfurada por um bico de alguma ave. Eu me virei pressentindo que algo estava atrás de mim e me deparo com um passáro atrás da janela, bem ao longe, mas perto suficiente para enxerga-lo. Ele tinha penas feitas de algo parecido com algum tipo de metal e um bico do mesmo material que se encaixava perfeitamente na perfuração no corpo de meu pai. Apesar de ser algo irresponsável eu fui dominado pela raiva, eu já havia sido provocado várias vezes e mantido a calma mas dessa vez eu não consegui me conter.

Sai para fora e corri muito rápido atraindo a criatura para uma área deserta, porém antes que ela me alcançasse a besta que se parecia com um mocergo gigante ou a Benevolente das histórias, você decide, se aproximou e me olhou fixamente. Neste momento a flor que aquela misteriosa mulher me dera ao completar oito anos de idade começou a pesar no meu bolso. Tirei a flor e rapidamente a Benevolente (decidi chama-la assim a partir de agora em vez de grande morcego), a tirou de minha mão e alçou voo em direção ao passáro que matara meu pai. A Benevolente facilmente destruiu o passáro utilizando um chicote que materializara do ar.

A Benevolente veio em minha direção e me agarrou. Eu tentei prostestar mas ela voou em direção a um ponto onde dois muros se encontravam, eu me preparei para o impacto porém ela entrou nos dois muros, mas precisamente, na sombra projetada, após um breve momento de adrenalina saimos perto de um campo de morangos, ao lado de um velho pinheiro.A Benevolente explicou quem ela era e que fizera aquilo a mando de minha mãe e que eu deveria adentrar naquelas terras para receber todas as explicações necessárias e que não se preocupasse com o corpo de meu pai pois minha mãe cuidaria de todo o enterro, e então tão rápida como veio, ela se foi através da sombra projetada pelo pinheiro me deixando com duas noticias que me fizeram ficar parado por varios minutos até recuperar a consciência e entrar naquelas terras: meu pai realmente havia morrido por causa de algum tipo de passáro metálico e minha mãe que jamais havia dado qualquer noticia de seu paradeiro, ainda estava viva.

Era tarde, porém, as luzes de uma grande casa estavam acesas. Eu me aproximei e encontrei um homem que possuia um corpo metade homem, metade cavalo e outro metade homem, metade bode. Depois da Benevolente aquilo sequer me surpreendia, após uma conversa que parecia uma eternidade, aprendi que os deuses da Antiga Grécia ainda estavam vivos e que minha mãe era um deles, e portanto, era um meio-sangue, uma crinça mortal com os poderes de um deus. Fui instalado em um chalé cheio de garotos e garotas com olhares diferentes, olhares de desagrado, se bem me lembro o deus que representava o chalé era Hermes.

Depois de dormir e tomar um reforçado café fui para uma arena. Aquele sim era um ótimo lugar, os campistas pareciam brincar de heróis, espadas faziam barulhos e faiscavam, porém, algo que ninguém esperava aconteceu, uma bela menina fora gravemente ferida. Alguns campistas chamavam: Chamem algum filho de Apolo!

Eu percebi que ela não iria aguentar até um filho de Apolo chegar . Me aproximei da menina e medi a temperatura da mesma. Ao meu redor todos olhavam, até o centauro estava na roda. Sem pensar muito olhei para um dos garotos que estava junto comigo no chalé de Hermes e pedi para ele me trazer panos umedecidos com água fria.

Depois de alguns minutos o garoto trouxe o que eu pedira, coloquei sobre a testa da garota e com outro pano limpava o ferimento com água limpa. Toquei o ferimento e a menina começou a balbuciar algumas palavras do tipo: "Ei, a dor está passando", claro não foi com tanta emoção, ela ainda estava extasiada pela dor, mas depois de alguns longos minutos ela conseguiu se recuperar. O filho de Apolo ja havia chegado, porém, ele mal se mexia olhando fixamente para mim. A minha volta uma aura roxa brilhosa me cercava, os outros campistas ficavam admirando a beleza da aura, mas eu quase nem percebi, pra ser sincero, só percebi depois que a menina fora levada para a enfermaria.

Era pra ela ter morrido- Disse uma voz longe, mas o centauro interveio e me levou para a casa grande junto com um sátiro que estava estupefato. O centauro começou a indagar como fiz aquilo. Respondi a todas as perguntas que ele fez, após isso, ele me mandou voltar para o chalé de Hermes, mas mudou de opinião quando uma flor roxa brilhosa se formou em cima de minha cabeça.

Leve-o para o Chalé de Macária, a Deusa da boa morte
- Disse o centauro com um olhar penetrante sobre mim. Olhei a flor desaparecer e sai dali com o sátiro que me contou o que eu era e quem era minha verdadeira mãe.

Ficha revisada e editada de acordo com o que foi pedido (fiz o possivel para melhorar)


Última edição por Justin Law em Dom Maio 05, 2013 2:18 am, editado 2 vez(es)
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Qua Maio 01, 2013 3:02 pm

Amei o seu teste um dos melhores que eu jah vi ^^ Seja muito bem vindo

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Gregorio Siel em Qua Maio 01, 2013 8:24 pm

1) Nome: Gregório Henry Siel
2) Quer ser filho de qual deusa?: Perséfone
3) Por que quer ser filho dessa deusa? Vou ser sincero não sei bem ao certo, eu gosto muito dela, e nunca joguei com ela então queria experimentar. Gosto de sua historia, acho que é isso
4) Cite suas características que se assemelham com a deusa escolhida: Bem eu gosto muito de mexer com a terra. Admiro a natureza se eu pudesse ficava só olhando para ela o dia inteiro. Além de Perséfone, como disse acima, ser uma das minhas deusas favoritas.
5) Narre sua historia:
Desde que me entendo por gente moro em uma enorme fazenda com meu pai, Luís Henry. Meu pai diz que eu sempre adorei ficar lá que eu vivia correndo pelo milharal, era um dos meus lugares preferidos.
Eu nunca fui em uma escola normal, meu pai me ensinava, ou tentava ensinar, tudo em casa ele sempre falava “ Alguém como você não precisa saber matemática super avançada, você é uma pessoa de agir ” e eu nunca entendia porque que ele fala essas coisas.
E como qualquer semideus, eu não tinha muita sorte, e a felicidade que eu tinha desapareceu quando eu tinha dez anos, a primeira vez que um monstro me atacou.
Era uma noite muito bonita por sinal, quando aquele maldito Cão Infernal atacou a fazenda,e destruiu toda a colheita daquela safra , e meu pai por incrível que pareça falou “ Isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde” ou algo do tipo. Aquela noite foi horrível foi uma confusão entanto, os funcionários de meu pai viram que estava acontecendo alguma coisa, e eu não sei o que eles viram, mas eles também estava desesperados.
Infelizmente não lembro como derrotamos aquele monstro, só me lembro que deu um pouco de trabalho, apesar de meu pai esta encarando a situação com calma , parecia que ele não sabia como enfrentar a criatura. Depois disso as coisas estranhas começaram a acontecer cada vez mais constantes.
Igual certa vez quando estava viajando com meu pai e quando paramos em uma lanchonete, e enquanto estávamos comendo, uma mulher que por mais inacreditável que pareça tinha uma cauda verde no lugar das pernas apareceu.Eu fiquei aterrorizado e logo quando meu pai viu saiu desesperado do local, voltando imediatamente para casa.
A parti daí, as coisas estranhas só vinham piorando cada vez mais eu via os monstros e as outras pessoas não, estava começando a ficar louco, até que um ser metade bode e metade homem estava em minha casa.
_Sai daqui.. E-eu posso te machucar_ falei assim que vi o sátiro.
_Calma garotão_ respondeu ele_ Não vim aqui para te machucar, pelo contrario
_Então o que você veio fazer aqui?
_Eu vim te levar para um lugar seguro, um lugar seguro para sua espécie, meio-sangue._ disse calmamente o Sátiro.
_Ele esta certo filho, pelo pouco que sei, acho que os Faunos, desculpe, Satiros servem para isso no acampamento grego.
_Mas, como você sabe disso tudo pai?_perguntei nervoso
_Bem meu filho é meio complicado em outra oportunidade de explico, mas o que posso te dizer é que tenho um irmão semideus romano, filho de Baco.
_Acho melhor irmos jovem semideus a cada tempo que passa mas monstros sentem o seu cheiro e isso pode nos complicar_ disse o Sátiro olhando para os lados_ Pegue roupas e só que você precisa.
E essa foi minha vida até chegar no acampamento.

Código:
[color=#9999FF]Aprovado, embora sua historia tenha sido mediana, o roteiro foi interessante, mesmo que mal escrita, passou raspando, mas mesmo assim...RECLAMADO

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Héctor Hitman em Sex Maio 03, 2013 8:22 pm

1) Nome: Héctor Hitman

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)
Ares

3) Por que quer ser filho desse deus?
Bem, as guerras são fatos muito ruins, porém eu sou expert nesse assunto e nas aulas sempre presto mais atenção quando o tema é esse. Eu quero ser filho de Ares por "gostar" das guerras, não que eu quero que uma catástrofe (como uma bomba atômica), mas é um sentimento que eu não sei explicar, só sei que sinto.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
Cabelo preto, corte militar, olhos negros, 1 metro e 90 de altura, gosta de futebol, rúgbi, hóquei no gelo e esportes violentos, rebelde, pois se irrita facilmente e tem hiperatividade.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).
Nascido em Dallas, à mãe de Héctor o abandonou em um orfanato e cresceu lá. Quando ele tinha cinco anos foi adotado por um casal com uma boa situação financeira. O homem era um lutador de MMA aposentado e a mulher uma arquiteta. Seu pai adotivo lhe ensinou a lutar Artes Marciais Mistas, mas sempre com mensagens para não usar pra brigas como: "Luta boa é no ringue" ou "A violência gera violência". Héctor sempre compreendeu, era só uma diversão. Já na escola ele não ia bem, por causa de seus problemas de hiperatividade, coisa que só foi percebida quando ele já tinha oito anos e foi para uma escola especial. Nessa nova escola havia um garoto que se achava o "bam bam bam" e sempre estava zoando com Héctor. Porém um dia ele chegou ao limite o chamandoele de "sem pais". Ele ficou muito nervoso e aplicou vários socos nele deixando ele com 13 pontos por todo o rosto e o braço quebrado. Os pais adotivos do garoto ficaram muito assustados e o colocaram em um colégio interno para delinquentes juvenis. Ele não teve progressos no comportamento virou um garoto rebelde com raiva de tudo e todos. Héctor ficou la por muito tempo e aos seus 12 anos teve um sonho estranho, um sonho de semideus. Primeiro ele viu um dos garotos do colégio popularmente conhecido como "Mister Fofura" por estar acima do peso, de costa e ao se virar ele tinha apenas um olho. Depois apareceram dois centauros em um bosque em baixo de um céu limpo. O primeiro era, em sua parte cavalo, marrom e, na parte humana, forte, jovem, com cabelo só no meio da cabeça e barba raspada. Já o segundo, na parte cavalo, era negro e na parte humana era velho, calvo, a barba estava grande e tinha o mesmo olhar do primeiro, pois era pai e filho:

- O rastro do semideus esta cada vez mais forte. Esta sentindo? - diz o jovem
- Sim, mas eu também estou sentindo algo no caminho. Um monstro talvez... - respondeu o pai - Temos que nos apreçar.

Héctor acordou assustado. Mister Fofura era um ciclope? Homens com pernas de cavalo? Isso foi estranho. No dia seguinte ele tentou evitar o "garoto de um olho", fazendo atividades diferentes das dela, coisa que não deu certo, pois ele sentou no lado de Héctor na hora do almoço:

- E ai, como vai? - perguntou o Mister Fofura
- Bem - respondeu Héctor tentando afastar assuntos
- Então, por que você veio para cá?
- Bem eu tive uma briga na escola e meus pais adotivos me colocaram aqui quando eu tinha oito anos de idade
- Hum... Você sabe lutar?
- Sim
- Que tipo de luta?
- MMA. Por quê? - Héctor ficou interessado
- Então vamos fazer uma atividade de luta depois do almoço?
- Vamos! - Héctor não conseguiu resistir e aceitou, mesmo com um péssimo pressentimento

Como aviam combinado, depois do almoço eles foram para o ginásio para fazer uma luta de MMA. Na hora da luta, Héctor começou bem, o encurralo contra as cordas do ringue, porém logo levou uma canelada na boca do estômago e depois um soco na orelha, começou a ver tudo dobrado e apagou. Enquanto desmaiado ele teve mais sonhos. Primeiro apareceu dois ciclopes em volta de uma fogueira, que era o único brilho na noite. O primeiro ciclope era musculoso tinha uns 2 metros e sua pele avermelhada. O segundo tinha um rabo de cavalo, pois era mulher, e tinha uma carta na mão:

- É uma carta do Mister Fofura - diz a mulher
- E o que diz nela? - pergunta o homem, sua voz era muito grossa e assustadora
- Ele diz que tem um semideus no colégio e que precisa de nossa ajuda para capturá-lo
- Então vamos la buscar, nosso mestre deva ficar feliz conosco

Depois desse diálogo apavorante, o sonho mudo. Agora era os dois centauros novamente, só que dessa vez eles caminhavam pela cidade sem nenhum problema, como se as pessoas nem ligassem para as patas de cavalo que eles tinham. Chovia muito e eles estavam molhados:

- Nós estamos chegando. Está sentindo? - pergunta o jovem
- É claro, ele esta nessa cidade, em algum lugar dessa cidade - responde o mais velho
- Temos que buscá-lo rápido ou os Ciclopes chegaram primeiro
- Vamos agilizar esse passo

Então eles começaram a trotar. Héctor finalmente acordou. Ele estava na enfermaria. Era um lugar pequeno, tinha uma cama, que era onde ele estava, ao fundo, a parede era verde-água e na frente, ao lado da porta, havia uma mesa com uma papelada e uma médica, era baixinha e gorda seu cabelo era escuro e estava lendo jornal. Ele percebeu que Héctor acordou, e ele reparou que estava com o mesmo short de MMA que usava quando apagou:

- Finalmente o dorminhoco acordou! - exclamou a médica - "Senhor Bela Adormecida". Leva uns "soquinhos" e apaga. Se fosse à minha época... Enfim você apagou por uns dois dias. Nossa Senhora!!!
- Dois dias?! - perguntou Héctor surpreso
- Eu tenho cara de mentirosa? Claro que é verdade. Você esta aqui há dois dias! Bem só vamos faze os últimos exames e você terá alta.

Depois de mais alguns exames, Héctor foi liberado e se dirigiu ao refeitório, pois já era hora do almoço. Ele sentou sozinho como sempre, mas ficou com medo achando que se Mister Fofura lhe visse, poderia sentar ao seu lado. Mas estavam distantes, porém dois novatos, uma garota e um garoto, chegaram e se sentaram ao lado do ciclope como se o conhece há muito tempo. Héctor desesperado ficou em pé na sua cadeira e gritou "Guerra de Comida!!!". Logo o almoço de todos cruzava o espaço aéreo do refeitório, e quando os guarda vieram interferir, ele aproveitou e correu para seu quarto. Uma ideia muito ruim, pois os três ciclopes o encontraram:

- Finalmente encontramos o semideus - disse o ciclope da voz grossa, deixando Héctor confuso, pois ele era o semideus que tanto fora citado em seus sonhos, mas no momento exato a parede foi destruída e os dois centauros emergiram do buraco. O jovem começou a lutar contra o ciclope da voz grossa, o outro, contra a garota, deixando Héctor contra Mister Fofura. Ele tentou usar o mesmo golpe, a joelhada na boca do estômago, porém dessa vez Héctor defendeu e levou seu oponente contra o chão. Eles se atracaram e trocaram muito socos, até o Fofura ser nocauteado. Depois da vitória, ele foi correndo ajudar os centauros, mas já estava todo sobre controle: os ciclopes estavam virando pó. Os dois centauros analisaram Héctor de cima a baixo:

- Sr Hitman? - perguntou o velho
- S-s-s-im. - respondeu ele assustadamente, pois como ele sabia seu nome? - C-c-c-como vo-vo-vocês sabem meu nome?
- Nós somos treinados, e resgatá-lo é nossa missão. - responde o jovem - Temos que levá-lo Nova York, Long Island, Acampamento Meio-Sangue. Lá existem vários semideuses como você, onde são treinados e educados para combater os mais diversos monstros da Mitologia Grega nos dias de hoje! Então você topa? - essa pergunta fez Héctor pensar, mas ele logo aceitou, sentia confiança neles e toparia qualquer coisa para sair do Reformatório.
- Bem eu aceito. Vamos para esse Acampamento.

Então, os centauros o levaram em segurança para o Acampamento Meio-Sangue, aonde um forte guerreiro chegava, para ajudar a salvar o mundo.

Código:
APROVADISSIMO!Um dos melhores testes que eu ja vi na minha vida, tao bom que vai ganhar um premio!A unica falha foram algumas cores, muito escuras, que dificultaram a leitura.Como presente:Espada de Ouro Imperial[Inquebravel]{By:Apolo}

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Morgana Le Fay em Dom Maio 05, 2013 4:12 pm

1) Nome:

Morgana Le Fay

2) Quer ser filho de qual deus? (3 grandes e Nyx requer teste especial)

Érebo

3) Por que quer ser filho desse deus?

Além de admira-lo por seu poder, possuo um gosto incorrigível pelo sombrio, pelas trevas. O obscuro é alvo de curiosidade, duvidas e suspeitas. Ele atrai algumas pessoas, como dá medo em outras. E somente os corajosos enfrentam o que temem.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.

Controladora, fria. Morgana gosta de 'humilhar' seus 'inimigos' psicologicamente, sempre assistindo de camarote sua derrota. Muito intelectual, com poder de vingança. É calculista, sempre pensando do melhor meio de sair vitoriosa.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).

Era uma noite fria, Morgana estava sentada no telhado de sua casa, segurando um livro que lia toda noite, e observando a lua e as estrelas que surgiam em meio à densa névoa que se dissipava calmamente diante de seus olhos. Não sabia por que, mas sentia-se revigorada e forte quando em contato com a escuridão.
Ela observava o resto da rua, olhando cada um dos vizinhos dentro de suas casas, aparentemente comemorando algo. Foi quando lembrou-se, era seu 12° aniversário, que para sua infelicidade, era dia 24 de Dezembro.
Com uma cara de nojo, desviou o olhar das casas, todas iluminadas, olhando agora para a única casa com as luzes apagadas. Morgana olhou curiosa, todos estavam comemorando a véspera de Natal, menos os moradores daquela casa.
Um vulto passou pela janela da casa. Por um segundo, Morgana pensara ter visto algum animal ali, mas segundos depois, uma mulher surgiu à janela, fechando-a após fitar Morgana por alguns segundos.
- Morgana? Morgana? – disse Bess, sua mãe, subindo ao telhado. – Morgana! O que faz aqui? Venha, desça, seus avós vieram te ver.
- Há, já estou indo. – disse ela levantando-se e indo em direção a Bess. Por um segundo hesitou, olhando novamente para a casa desiluminada.
- Algum problema, querida? – perguntou Bess.
- Er, não... – ela virou-se e entrou na casa com Bess.

[...]

Horas se passaram. Os avós de Morgana entregaram-lhe alguns presentes.
- Obrigada vovó. – disse ela – Vou levá-los ao meu quarto e logo depois volto. – ela caminhou calmamente ao seu quarto. Era um alívio sair dali, um cheiro forte de sabão tomara toda a sala, deixando quase insuportável ficar ali mais de 10 minutos.
Quando começara a andar novamente a sala, respirando profundamente o ar puro que lhe restava, ouviu o barulho de alguém gritando, e um grande estrondo no chão.
Esquivou-se rapidamente para olhar lá. A porta estava escancarada, e sua mãe caída no chão próximo à parede.
Uma raiva repentina tomou Morgana. Sem saber o que estava fazendo, correu até lá, pondo-se na frente de Bess e dos outros, que olhavam-na chocados.
Uma mulher entrou calmamente, indo ao centro da sala. Morgana reconhecera-a, era a mulher da casa que Morgana vira. Antes que Morgana pudesse ver, a mulher virara uma horrenda criatura.
Morgana continuou ali parada, embora quisesse correr naquele momento, algo prendeu-a.
A criatura avançou em direção à Morgana. Os olhos de Morgana encheram-se de algo, o que fez a criatura hesitar. Algo fez com que a criatura fosse interrompida por algo como uma barreira, composta apenas por névoa, e em seguida lançada para fora da casa, sumindo na escuridão da noite.
Morgana sentiu como se perdesse sua vitalidade. Sua visão começou a embaçar, e ela desmaiou. A última coisa que viu e ouviu foi seu padrasto gritar “Eu sabia que esse dia chegaria.”.
Quando acordou, estava em uma cama, em um lugar que parecia um chalé.
Após alguns dias, descobrira tudo sobre sua vida como semideusa, e descobrira ser filha de Érebo, deus da escuridão.

Código:
Aprovada. Bem vinda, filha de Erebo.
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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidado em Qui Maio 09, 2013 7:55 pm

1) Nome:

-Lukas Zatira

2) Quer ser filho de qual deus?

-Apolo

3) Por que quer ser filho desse deus?

-Eu me identifico com Apolo, gosto da luz do dia, do sol, de cantarolar, de fazer poesias, gosto de desenhar, ouvir músicas, e gosto de Apolo, o acho um dos melhores deuses do Olimpo, além dele também ser o Deus da medicina, gosto de cuidar das pessoas, fazerem-nas ficarem boas depois de um ferimento ou dor.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.

-Sou alegre e calmo. Gosto principalmente do dia e amo a luz solar, me sinto bem quando estou sendo iluminado por ela. Adoro ouvir músicas, cantar e atuar, além de fazer poesias, mas o que eu mais gosto é cuidar de pessoas doentes, ficando ainda mais feliz ao vê-las sorrirem depois de estarem curadas.

5) Narre sua história (Não haverá limites de linha, use e abuse de sua imaginação).

Desde que mudei para minha nova escola, coisas estranhas acontecem comigo, além de ser Disléxo, fui diagnosticado com Déficit de Atenção, e sempre sou expulso de uma escola por aprontar alguma coisa. Na última vez, todos os objetos na escola sumiram e foram substituídos por harpas, violões, e outros instrumentos. Como eu era uma das únicas pessoas na escola naquela hora, colocaram a culpa em mim, e eu fui expulso.
Quando descobriram todas as coisas que eu já aprontei, os outros alunos nem chegavam perto de mim, sendo eu, o garoto mais solitário do colégio, só tenho um único amigo, Greg. Greg é um garoto de cabelos cacheados, curtos e castanhos, pele morena e anda mancando, as vezes com uma muleta, e sempre de boné, nunca larga o boné. Ele parece ser o único garoto que me entende. Como sempre, eu e Greg, estávamos indo embora, para casa, de ônibus, éramos os únicos no veiculo. De repente, o ônibus deu uma freada brusca e eu quase bati a cabeça no banco em frente.
-O que aconteceu?-Perguntei, olhando para frente
-Não sei, mas não estou com um bom pressentimento!-Greg disse, estava nervoso. O motorista então levantou do banco e veio em nossa direção, então, estranhamente, suas roupas começaram a se rasgar, e ele se transformou em um gigante de um olho só.
-O que que é isso??-disse gritando, sem entender
-Um ciclope! Saia do ônibus! Agora!-Greg disse, e então, tirou seus sapatos e calças, saindo correndo e me puxando junto. Eu observei as pernas de Greg, e...Wow! Greg tem cascos? E é metade burro?
-Wow ! Greg! Você é metade burro??-Eu gritei, sendo puxado pelo garoto, ou sei lá o que.
-Não, eu sou metade bode!
Saímos do ônibus correndo, eu olhei pra trás e vi o ciclope, saindo também, e correndo atrás da gente.
-Não vamos conseguir fugir! Lukas, tome isso!-Greg me entregou uma flauta com uma espécie de botão.
-Pra que eu vou querer isso?-Perguntei, observando o ciclope.
-Aperte o botão!-Greg disse e eu obedeci, e então, a flauta se transformou em um Arco, e atrás de mim, uma aljava cheia de flechas apareceu.
-Wooww!-Gritei
-Lukas, atire nele!-Greg gritou. Eu peguei uma das flechas, a posicionei, e a lancei. A flecha atingiu o pé do ciclope, certinho. Incrivelmente, em uma velocidade absurda, eu lançava e pegava flechas, atingindo o ciclope certeiramente, até que o ciclope caiu no chão, se transformando em uma nuvem de fumaça preta.
-O-o que aconteceu?-Eu perguntei o arco então desapareceu igualmente a aljava, e tudo o que eu vi, foi à flauta no meu bolso.
-Vamos rápido! Precisamos ir ao acampamento!-Greg disse
-Que acampamento?-Perguntei
-o Acampamento meio-sangue! O único lugar seguro para você! Rápido, para o aeroporto!-Greg disse e voltou a me puxar.
-Mas e minha mãe?-Perguntei, pegando o celular.
-Não faça isso! Meio-sangues não podem usar celulares! Quando chegarmos, falaremos com sua mãe!-Greg disse
-Meio o que?-Perguntei
-Depois eu explico!
Corremos até o aeroporto do Rio de Janeiro e pegamos um voo para Nova Iorque. Ao entrarmos no avião e partimos, uma onda de enjoo veio a mim.
-Ai, eu tenho medo de altura!-Eu disse, quase vomitando.
-Filho de Apolo com medo de altura? Essa é nova!-Greg disse
-O que você disse? Eu sou filho de quem?-Perguntei
-Lukas, você lembra-se de quando o nosso professor de História disse, que antigamente, os deuses desciam do Olimpo e tinham filhos com mortais, e esses filhos são chamados de Meio-sangues, ou Semideuses-Greg me perguntou
-Sim, eu lembro! Mas..._fui interrompido.
-Então, os deuses ainda existem, eles vivem junto a civilização Ocidental, e você, Lukas Zatira, é filho de Apolo, deus da música, da poesia, da medicina, da cura, e principalmente, do sol! Irmão de Atena, Ares, Hefesto, irmão gêmeo de Artêmis e filho de Zeus!-Greg disse, quase desmaiei ao ouvir isso.
-Co-como assim?-Gaguejei
-Quando chegarmos, Quiron explicará melhor!
-Mas espera...e você, o que é?-Perguntei, apontando as pernas de Greg, que tentava cobrir, para que os outros passageiros não vissem.
-Sou um Sátiro! Tenho uma licença de buscador! Ou seja, eu vou a escolas do mundo todo, em busca de semideuses, filhos de Deuses Gregos!-Greg disse, e dessa vez, eu desmaiei.
Só lembro de acordar, dentro de um carro, sendo dirigido por um homem...mas espera! O homem tinha olhos no corpo inteiro! Milhares de olhos azuis, o da testa, piscou pra mim.
-Lukas! Finalmente acordou! Você ficou desmaiado por 7 horas!-Greg disse e me espantei, minha cabeça estava doendo.
-Onde estamos indo? E quem é ele?-Perguntei
-Ele é Argos, o chefe de segurança do acampamento! Estamos indo para lá!-Greg disse
-Ai meu deus, então, aquilo não era sonho!-disse assustado
-Sim, e, já chegamos!-Ao me dar conta, estávamos de frente a uma colina. No n=final, um grande pinheiro, ao seu lado, um enorme dragão dormia. Desci da van, junto a Greg, que disse para eu continuar andando. Quando cheguei ao topo da colina, avistei um grupo de chalés, 12, em forma de "U" e mais alguns ao lado. Do outro lado, uma grande casa, uma plantação de morangos, um, bosque, e pelo o que deu pra ver, um estabulo, mas os cavalos... Tinham asas?!? E então Greg se aproximou, colocou uma mão no meu ombro e disse:
-É meu caro amigo, seja bem vindo ao Acampamento meio-sangue!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ex-Staff04 em Qui Maio 09, 2013 8:07 pm

Adorei a história criativa e engraçada, maaas (como tudo tem um ''porém'') não acho que teve muita ação, o número alto de diálogos atrapalha um pouco a leitura... Bom, por favor refaça a sua história e quando for usar diálogo mude a cor das suas falas e dos outros personagens tambem.

-Reprovado-

Desculpa, Macária.

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Lady Macária | Deusa da Boa Morte

A morte aparece de repente. Faça sua parte, seja feliz... e me espere!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidado em Qui Maio 09, 2013 8:34 pm

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Filho de que Deus deseja ser:

Apolo

Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
-Eu me identifico com Apolo, gosto da luz do dia, do sol, de cantarolar, de fazer poesias, gosto de desenhar, ouvir músicas, e gosto de Apolo, o acho um dos melhores deuses do Olimpo, além dele também ser o Deus da medicina, gosto de cuidar das pessoas, fazerem-nas ficarem boas depois de um ferimento ou dor.

Narre sua historia:
Fui criado na casa dos meus avós, no norte de Long. Island. Minha mãe, Sarah Zatira morreu no parto e meu pai, não sei o seu nome, sumiu quando eu ainda era um bebê. Cresci rodeado pelo carinho dos meus avós, Martha e Hilbert, que cuidavam muito bem de mim. Eles sempre diziam que minha mãe estaria orgulhosa de mim quando eu fazia algo de novo e que fosse bom. Eu ia à escola todos os dias, mas sempre tinha de mudar de escola. A cada mês era uma escola diferente. Em todas as escolas que eu frequentava, me acusavam de aprontar algo, na última vez, os canos da escola estouraram, e devido eu ser o menino mais bagunceiro, os outros alunos colocaram a culpa em mim. Minha última escola aconselhou meus avós a me levarem a um médico, e eles fizeram isso. O médico nos disse que eu tinha TDAH e Dislexia, duas doenças que me prejudicam muito na escola. Atualmente, a minha nova escola é uma daquelas instituições que ajudam garotos muito bagunceiros ou algo parecido a melhorarem em comportamento. Tenho apenas um amigo nessa escola, Roger. Roger era um garoto alto, da mesma idade que eu, tinha cabelos castanhos e encaracolados que sempre ficavam por baixo do típico boné vermelho. Ele sempre andava mancando, mas nunca me disse o motivo. Eu também não sabia o porquê de Greg estar matriculado naquela escola, ele era muito calmo e quieto para precisar de uma escola dessa, nunca perguntei porque.
Estávamos, como de costume, voltando para casa de ônibus. Eu e Roger morávamos na mesma rua, quer dizer, eu nunca vi a casa dele, pois ele sempre parava em frente a minha casa, esperava eu e entrar e saia correndo. Enquanto íamos para casa, eu e Roger ficávamos conversando sobre as aulas, principalmente a de história, éramos os únicos no veículo, além do motorista, por isso, nossas vozes eram o que mais se ouvia, além do som dos motores do ônibus.
-A aula de hoje com o professor Tristan foi bem legal!-Roger disse, mastigando um pedaço de sanduíche de manteiga de amendoim que havia sobrado de seu lanche.
-Sim, foi mesmo! Principalmente a explicação sobre aquele Deus, Apo... -Quando estava prestes a completar a frase, Roger me interrompeu.
-Não pronuncie nomes! Nomes tem poder!-Roger disse, seu tom de voz estava sério.
-Tudo bem, hahaha!-Eu ri, em seguida, olhei para fora. O ônibus estava parado em um farol fechado. Observei o movimento na rua, até perceber um homem olhando na minha direção. Era alto, de pele clara, cabelos loiros e pelo o que eu pude ver de longe, seus olhos eram claros. Parei de olhar para a rua e voltei a conversar com Roger. Tudo estava calmo, estávamos quase chegando ao nosso ponto, quando de repente, o ônibus deu uma freada brusca e eu e Roger quase voamos para frente. Levantei do banco para ver o que havia acontecido. O motorista estava olhando assustado para a frente do ônibus, onde um homem estava parado. Roger começou a cheirar ao redor, e então, sua expressão mudou para aterrorizadora.
-Lukas, temos de sair daqui, agora!-Roger disse e então começou a me puxar. Ele segurou fortemente meu braço e segui em direção à porta de trás do ônibus que estava trancada. Roger se segurou nos ferros que estavam dos lados da porta e deu uma espécie de "coice" na mesma. A porta incrivelmente ficou escancarada. Roger continua me puxando, descendo do ônibus. Quando saímos do veículo demos de cara com um grande homem. Ele tinha pele clara, cabelos castanhos e, olhos... Espera, não são olhos, mas sim UM olho grande e castanho.
-Meu Deus! O que é isso?-Eu gritei. Roger estava tremendo.
-Hehe!-O "homem" deu uma risadinha e deu um soco em Roger, o fazendo cair em cima de mim.
-É um Ciclope! Lukas pegue isso!-Roger me entregou uma espécie de flauta com um botão. Apertei o mesmo e ela se transformou em um arco.
-O que eu vou fazer com isso?-perguntei, olhando o arco.
e
-Lute com ele!-Roger aponta para o tal ciclope que segurava um banco acima de sua cabeça. Em seguida, ele lança-o, em minha direção.
-O que? Está maluco? Eu não posso lutar com isso! Afinal, isso nem existe! É uma miragem!-Quando eu disse isso, o ciclope me deu um soco, me fazendo bater na parede próxima. -Retiro o que disse!
Levantei-me com um pouco de dor e peguei o arco que havia caído ao meu lado. Por instinto, puxei a corda do arco e uma flecha brilhante apareceu. Lancei a flecha no ciclope, mas o mesmo desviou e aproveitou a chance, dando-me uma cotovelada. Eu cai de barriga no chão. Minha cabeça doía. Até que olhei para o alto, vendo o sol. A luz solar estava próxima de mim, caminhei um pouco até estar em contato a ela. Quando senti a luz, comecei a me sentir mais forte. Peguei o arco novamente e puxei a corda, outra flecha apareceu, lancei-a e a mesma atingiu a barriga do ciclope. Fiz novamente o movimento, e a outra flecha atingiu o mesmo local. O monstro caiu no chão, transformando-se em névoa.
-Conseguiu! Você conseguiu!-Roger gritou, vindo até mim. Deixei o arco cair no chão cai desmaiado.
Acordei 2 horas depois. Estava na casa de meus avós. Minha vó e Roger estavam sentados no sofá em frente a onde eu descansava. Quando perceberam que eu estava acordando, disseram algo como: Graças aos Deuses!
-Ai, o que aconteceu?-perguntei. Minha cabeça latejava de dor.
-Você derrotou um ciclope!-Roger disse sério.
-Aish, então não foi um sonho?-Perguntei novamente, minha vó fez um não com a cabeça. Meu vô, Hilbert apareceu com um copo de água, me entregando e pedindo que eu bebesse.
-Não, não foi! E você está em perigo! Precisamos ir para o acampamento!-Roger disse, olhando para minha vó que fez um sim com a cabeça.
-Que acampamento?-Perguntei, depois de terminar de beber água.
-Lukas, você lembra-se da aula de mitologia, sobre deuses, semideuses, que o professor falou?-Roger me perguntou, eu fiz um sim com a cabeça. -Bem, todas essas lendas são verdadeiras! Tudo isso ainda existem! Os deuses principalmente! Eles vêm até a terra e têm filhos com mortais, conhecidos como semideuses, ou, meio-sangues, como você!
-O que? Como assim? Eu sou filho de um Deus?-Eu disse assustado. Não podia ser filho de um Deus, eles nem ao menos existem, Roger deve estar maluco, eu sou só um garoto normal, tirando minhas doenças. -Vó, a senhora poderia levar o Roger ao médico?
-Lukas, meu neto, tudo o que seu amigo está dizendo é verdade! Você tem de ir para o acampamento! Estará seguro lá!-Meu vô disse. -Era o que sua mãe queria! Que você ficasse seguro!
-Mas vô, isso não existe! Não pode ser verdade! É impossível!-Eu disse.
-Infelizmente é sim meu neto!-Foi à vez de minha vó dizer. Ela então me deu um abraço, em seguida, meu vô fez o mesmo.
-Lukas, temos de ir!-Roger disse. Percebi que não deveria discutir com meus avós. Corri e dei novamente um abraço neles, um daqueles abraços tristes e bem fortes. Em seguida, fui à direção da porta, onde Roger me esperava. Acenei e sai da casa.
Eu e Roger, pela segunda vez naquele dia, corremos. Ele foi em direção a um estacionamento perto da casa de meus avós, pegando um carro, que parecia já estar pronto para sair. Entramos no carro.
-Roger, quem é você de verdade?-Perguntei, estava determinado a descobrir a verdade sobre aquilo tudo.
-Sou um sátiro! Um sátiro com licença de buscador! Fui designado a vigiar e procurar semideuses em escolas no estado inteiro!-Ele me disse.
-Um sátiro? Tipo, aqueles seres da mitologia grega metade homem e metade burro?-Perguntei.
-Não, eu não sou metade burro! Sou metade bode!-Ele disse e pisou fundo no acelerador.
Viajamos por 2 horas pelas estradas de Long Island, já era de noite, 8:00. Metade do caminho fiquei dormindo, mesmo com essas histórias estranhas. Depois de um tempo, Roger parou o carro em uma floresta, perto de uma colina com um grande pinheiro no topo. Ele desceu do carro, me mandando fazer o mesmo, seguindo até a colina. Caminhamos até chegar ao topo. Foi então, que avistei várias construções. Um grupo de chalés de tamanhos e cores variados, uma grande casa, e algumas outras construções, além de uma plantação de morangos, uma floresta e uma lagoa com canoas. Observei várias pessoas em volta de uma fogueira, pareciam alegres. Crianças e adolescentes de idades, tamanhos e aparências diferentes. Além de sátiros e outros meio-humanos e meio-cavalos, que eu identifiquei como Centauros. Roger começou a andar na direção deles, e eu o segui. Uma grande trombeta tocou quando chegamos perto, e todos olharam em nossa direção. Fiquei com vergonha com tamanha atenção.
-Roger! Percebo que teve sucesso em sua missão!-Um centauro disse. Roger fez uma reverencia.
-Sim senhor Quiron! Esse é Lukas! O garoto que eu lhe disse!-Roger apontou para mim, Fiz uma reverencia como sinal de respeito. Então, outro homem suspirou, estendendo um graveto com marshmallows na fogueira.
-Ah, ótimo, mais um pestinha para me atormentar!-Ele era um homem, digamos, acima do peso, usava camisas havaianas e um short.
-Mas Senhor Dionisio, talvez isso seja bom contra os invasores!-Quiron disse. Aquele era o Deus do vinho? Dionisio? Roger olhou para mim, com um sorriso e fez um sim com a cabeça, como se soubesse o que eu estava pensando. -Muito bem, Lukas, se aproxime da fogueira! Veremos se seu pai ou mãe está de bom humor para lhe proclamar! Se bem que eles não têm escolha quanto a isso!
Fiz o que Quiron mandou. Fui até a fogueira, olhando para ela. Todos os campistas em volta estavam ansiosos, esperando algo. Agora tinha percebido, alguns campistas eram quase idênticos, alguns eram loiros de olhos claros, outros tão bonitos quando uma flor, outros pareciam com raiva a todo instante. Deixei meus pensamentos de lado quando Quiron começou a dizer:
-Grandes Deuses, peço que abençoem seu filho, e mostre de quem nós devemos chama-lo de filho!-Uma luz amarela brilhou em minha cabeça. Os campistas olharam para mim, o grupo de campistas loiros, sorriram. Um pequeno sol pairava em minha cabeça. Então, Quiron disse:
-Filho de Apolo, Deus Olimpiano do sol, da música, da poesia, rei dos grifos!


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Ex-Staff04 em Sex Maio 10, 2013 10:14 am

Pronto, agora sim me conquistou... (só lembre de usar ''deus'' com letra minuscula pf).

-Reclamado Filho de Apolo-
Toca ai entiado \o

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A morte aparece de repente. Faça sua parte, seja feliz... e me espere!

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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidado em Sab Maio 11, 2013 2:56 pm

1) Nome:
-Weiss Lends

2) Quer ser filho de qual deus?
-Éolo, o deus senhor dos ventos.

3) Por que quer ser filho desse deus?
Eu admiro muito Éolo, é o meu deus favorito e o que eu acho o mais forte.

4) Cite suas características que se assemelham ao deus escolhido.
Sou calmo, gentil e acho que sou engraçado, gosto de ser justo, de espalhar sorrisos e de ficar na natureza, principalmente em campos abertos onde eu posso sentir o vento passar por mim, fazendo eu ficar feliz e forte. Sempre busco ser o mais justo possível e o mais gentil, mas quando percebo que estão abusando dessa gentileza fico com raiva, afastando qualquer um. Sempre penso muito antes de agir.
5) Narre sua história.

Todos no mundo têm um objetivo, seja ele grande ou pequeno. O meu, era me tornar alguém na vida, comprar uma casa, viver feliz junto a minha mãe, e esquecer aquele que me abandonou quando eu nasci. Vocês devem estar se perguntando o porquê de eu estar falando isso, e vou dizer.
Sou Weiss Lends, tenho 14 anos e sou um, podemos dizer sem-teto. Tenho altura média para minha idade, olhos azuis-acinzentados e estranhamente, meus cabelos são pretos acizentados. Eu e minha mãe fomos despejados de casa depois de não conseguirmos pagar as contas atrasadas, e desde então, somos pobres seres humanos não notados pela sociedade que passa por nós sem ao menos nos olhar, apenas com aquela cara de "ricos que se acham". Meu pai, mesmo não conhecendo ele, eu o acho a pessoa mais idiota do mundo. Minha mãe disse que ele não tinha culpa de não poder ficar com nós, era uma ordem que ele tinha de cumprir, mas mesmo assim, ele poderia ter esperado eu crescer. Minha mãe e eu vivemos nas ruas de Manhattan, expostos a chuva e a doenças, além de perigos como assaltantes ou outros idiotas.
A noite estava calma, mas como sempre, as ruas de Manhattan estavam infestadas de sons de buzinas, o trânsito mesmo naquela hora da noite era grande. Minha mãe dormia deitada em um pedaço de papelão, e eu observava a rua e algumas pessoas que passavam por ela. A latinha que deixávamos na nossa frente até que estava cheia, tinha talvez uns 3 dólares, dava para comprar um pacote de biscoitos para minha mãe. Eu deitei no papelão ao lado de minha mãe, vendo aquele antes lindo, rostinho, com os cabelos castanhos caídos entre o mesmo. Tudo o que eu mais queria era ver minha mãe feliz, sem se preocupar com bandidos, doenças, cachorros de rua que nos atacavam ou qualquer coisa, apenas ver ela salva e feliz em uma casa confortável era o meu sonho. Fiquei observando o céu que estava escuro, sem nenhuma estrela, talvez pela luminosidade do lugar em que estávamos. Uma pequena brisa passou por mim, e como sempre, estranhamente, toda vez que o vento passa mais forte por mim, eu me lembro de meu pai, isso às vezes me da raiva. Levantei tentando tirar aqueles pensamentos da cabeça e olhei para o lado. Um homem estranho se aproximava de nós, eu não conseguia ver seu rosto, algo atrapalhava. Cutuquei minha mãe e a mesma acordou rapidamente, levantou e também observou o homem que estava cada vez mais perto. Minha mãe estava assustada e segurava fortemente minha mão. O homem então passou por nós sem dizer nada, apenas jogando uma moeda na latinha e seguindo em frente. Eu suspirei aliviado, assim como minha mãe que logo voltou a se deitar e dormir. Peguei a latinha e a moeda que o homem havia depositado. A moeda era diferente das que eu já tinha visto. Era dourada e brilhava, de um lado um rosto e abaixo do mesmo, escrito: Λόρδος Zeus. Eu imediatamente reconheci o que estava escrito: Senhor Zeus.
Deixei a moeda de lado e deitei, dormindo em seguida. Foi então, que comecei a sonhar.
Eu estava correndo, minha mãe atrás de mim, e ao meu lado, um garoto aparentemente da mesma idade que a minha. Só que ele era diferente... Tinha cabelos castanhos e encaracolados com alguma coisa saindo de sua cabeça, pareciam chifres, sua pele era morena e ele tinha uma expressão de pavor no rosto, e... Wow! Ele não tinha pernas normais, e sim, pernas de burro!
-Eu não sou metade burro! Sou metade bode! E agora corra! Béééé!-Ele disse, como se soubesse o que eu estava pensando. Minha mãe vinha logo atrás, estávamos fugindo de algo, eu não conseguia perguntar a ele o porque daquilo. Foi então que eu vi, uma figura grande correndo em nossa direção, era muito grande para ser um humano normal e tinha um olho só!
-Filho corra! Se salve! Você já está quase chegando!-Minha mãe gritou, ela parou de correr e eu quis parar também, mas o garoto me segurou. A última coisa que vi foi minha mãe sendo arremessada longe pelo gigante de um olho só. Foi nessa hora que eu acordei.
Minha mãe me chamava, querendo me acordar, ela parecia que esteve ou estava chorando até um tempo atrás. O sol tentava brilhar no céu cinzento. Olhei para o lado e vi aquele garoto. O mesmo do meu sonho. Usava um boné sobre os cabelos castanhos e encaracolados.
-Olá Weiss!-O garoto disse, estendendo a mão para eu levantar e eu o cumprimentei e levantei.
-Olá, quem é você?-perguntei olhando para minha mãe que também havia se levantado.
-Sou Carl! Fui enviado por seu pai e por Quiron para lhe buscar!-Ele disse, sorrindo.
-Me buscar? Meu pai te mandou? Quem é Quiron?-Milhares de perguntas apareceram na minha cabeça.
-Calma meu filho! Nós explicaremos no caminho!-Minha mãe disse. Nós então começamos a caminhar, eu estranhei o fato de minha mãe não estar levando nossas coisas junto
-Mãe, e as nossas coisas?-Perguntei.
-Não vamos mais precisar delas!-Ela disse, forçando um sorriso.
Continuamos a andar, até que eu não aguentei e comecei a fazer várias e várias perguntas, até Carl chegar a resposta que eu queria:
-Weiss, você já ouviu falar de Deuses gregos, tipo, Poseidon, Zeus, Apolo e ... Éolo, correto?-Ele perguntou e eu acenei com a cabeça.-Bom, os deuses ainda existem! Eles moram na América, vivendo entre os seres humanos, ou no Olimpo, ou em suas próprias casas! Mas o que importa é que eles engravidam mortais, assim como nas lendas, tendo filhos metade deuses e metade mortais, conhecidos como semideuses ou meio-sangues! E você, é um deles!
Carl disse isso com uma incrível naturalidade. Eu rapidamente me assustei. Como assim? Eu era filho de um Deus daquelas lendas como Aquiles, Hércules e outros? Não pode ser, deve ser brincadeira.
-O que?-Foi a única coisa que eu consegui responder.
-Você Weiss, é filho de Éolo, o Deus dos ventos! E como qualquer outro semideus, infelizmente você está sofrendo risco de morrer!-O garoto disse. Eu quase desmaie.
-Carl! Você deve estar brincando com a minha cara! Isso não tem graça! Mal me conhece e já faz isso!-Eu gritei, muitas pessoas olharam para mim como se eu fosse louco.
-Calma filho! Tudo o que Carl está dizendo é verdade! É por isso que seu pai não podia ter ficado com a gente. Zeus fez uma regra dizendo que nenhum Deus podia ficar com uma família mortal, apenas até o filho nascer!-Minha mãe disse.
-Temos de ir para o acampamento! Antes que algum monstro nos persiga!-Carl disse e começamos a andar novamente até um carro. Carl entrou nele e nós fizemos o mesmo. Logo em seguida, o garoto ligou o carro e nós partimos. Mas pude sentir que alguém estava nos observando.
-Espera, você pode dirigir?-perguntei
-Sim! Tenho 19 anos! Quer dizer, minha idade mortal é 19!-Ele disse, observando a estrada.
A viagem prosseguiu calma, sem ninguém falar nada. Minha mãe observava a rua no banco da frente e eu dormia no banco de trás. Ficamos assim por 1 hora até então, pararmos em um local que parecia desabitado, uma espécie de floresta, apenas cortada pela estrada. Carl saiu do carro e mandou que nós fizéssemos o mesmo. Quando saímos, começamos a ir na direção de um grande pinheiro no topo de uma colina, com uma espécie de portão no final. Eu estava reconhecendo aquele local...
Foi então, que ouvimos um estrondo. Atrás de nós, o carro foi lançado, atingindo uma árvore próxima a mim. Com o susto, cai no chão e logo levantei com a ajuda de minha mãe.
-Essa não...-Carl disse, sua expressão mudou para apavorado. Olhei na direção em que o carro tinha sido lançado e vi aquele "homem" do pesadelo. Era idêntico. -Um ciclope!
Assim que ele disse isso, eu fiquei totalmente confuso. Já não bastava deuses, e agora também tem monstros?
Começamos a correr colina a cima, com o ciclope quase nos alcançando, foi então, que tudo começou a parecer como meu sonho. Carl tirou as calças, revelando suas pernas de burro.
-Eu não sou metade burro! Sou metade bode! E agora corra! Bééé-Ele disse exatamente o que disse no meu sonho. Minha mãe corria atrás de mim, até que ela disse:

-Filho corra! Se salve! Você já está quase chegando!-Minha mãe gritou, ela parou de correr e eu quis parar também, mas o garoto me segurou.
-Mãe! Volta!-Eu gritei. O monstro chegou perto de minha mãe e a arremessou na direção de uma grande árvore, fazendo ela cair , seus olhos estava fechados, e ela não esboçava reação.
Comecei a me sentir estranho, estava com raiva, ódio, de tudo. De repente, um cajado de dois metros apareceu em minha mão, parecia ser feito de prata. Eu o segurei e comecei a observa-lo, então, uma voz surgiu em minha cabeça: -Aponte para o inimigo!
Foi o que eu fiz. Apontei o cajado para o ciclope e do mesmo, saiu uma enorme rajada de vento que atingiu o monstro e o lançou longe, em uma árvore. O monstro levantou cambaleante e rosnou para mim. Carl observava tudo atento. Então, por instinto, coloquei a mão em meu bolso, e percebi uma caneta. Apertei o botão que continha na mesma e ela se transformou em uma grande lança. Comecei a correr na direção do monstro com a lança e o cajado nas mãos e o atingi com a arma que perfurou o mesmo. O ciclope caiu no chão e se transformou em nevoa. Corri até minha mãe, balançando-a.
-Mãe, mãe, por favor, acorde!-Eu ficava dizendo isso. Carl se aproximou e colocou as mãos em meus ombros. Comecei a chorar, então, os ventos ficaram mais fortes e então, a mesma voz apareceu aquela mesma voz apareceu novamente em minha mente: -Não se preocupe criança, como recompensa por ter cuidado muito bem de você, pedirei Ártemis transforma-la em uma estrela, e ela viverá para sempre no céu.
O corpo de minha mãe começou a brilhar e então desapareceu, olhei para o céu e de repente, vi um pequeno ponto brilhando no mesmo, estava de dia, mas parece que uma estrela estava brilhando. Me levantei e enxuguei as lagrimas, então, percebi que a lança estava de volta em forma de caneta em meu bolso, e um colar estava em meu pescoço. Carl então começou a andar na direção da colina e de um grande pinheiro. Quando chegamos ao topo, olhei maravilhado. Lá embaixo, estavam várias construções de tamanhos e cores diferentes, todas enfileiradas, uma grande plantação de morangos, uma floresta, uma lagoa com canoas e várias outras coisas. Além de várias crianças e adolescentes, e pessoas como Carl, além de outras metade cavalo metade homem. Carl colocou a mão em meu ombro e disse:
-Bem vindo a vida de semideus! Bem vindo ao acampamento Meio-sangue!

Convidado
Convidado


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Re: Ficha de Reclamação

Mensagem por Convidad em Sab Maio 11, 2013 3:11 pm

Aprovado e atualizado.

Convidad
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Re: Ficha de Reclamação

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