Teste de Reclamação - Três Grandes

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Teste de Reclamação - Três Grandes

Mensagem por Administrador em Ter Fev 04, 2014 10:36 am


Teste de Reclamação - Primordiais
Bem-vindo(a) Convidado, deve estar ansioso(a) para descobrir quem é seu progenitor ou progenitora, por tanto, queira por favor realizar o teste a abaixo. Queira por favor postar seu teste neste mesmo tópico.
Também pedimos que siga algumas regras, todas localizadas abaixo, assim, as suas chances de passar nesse teste aumentam em muito.
Boa sorte e seja bem-vindo(a) a família do PJO.



 
Regras
NÃO PLAGEIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.
 
Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Progenitor Primordial:
Progenitor Mortal:
Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Conte-nos sua História (No mínimo 40 linhas no Word ou outro editor de textos):
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 40 linhas do Word ou outro editor de textos):

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Re: Teste de Reclamação - Três Grandes

Mensagem por Annelise W. Black em Qui Mar 06, 2014 4:53 pm


"Don't hate me for something I'm not,"

and 'cause of what they say I'm.
For the love that I make, I'm going to hell

Nome: Anne lise Wolve Black

Idade: 15 anos

Local de Nascimento: Santa Barbara, Califórnia.

Progenitor Primordial: Hades

Progenitor Mortal: Helena Black

Características Psicológicas:
Anne  ou Lisa, como costuma ser chamada, sempre foi uma garota calma e tranquila, porém fria e calculista, ou seja, chata e anti-social. Por não ter um pai, o que ela considerava muito importante, não se sentia bem como todas as outras pessoas. Ela via e vê o mundo como um lugar ruim, onde as pessoas só fazem coisas ruins umas para as outras. Quando perdeu sua mãe e foi morar com a tia avó de Peter (seu padrasto), ela simplesmente passou a ser a pessoa mais irritantemente seca, fria e grossa que alguém poderia conhecer. Anne tornou-se uma pessoa sádica e maldosa com algumas experiências ruins que ocorreram em sua vida, e tudo que ela mais gostava era de observar e imaginar o sangue pulsando nas veias das pessoas ao seu redor.

Características Físicas:
Annelise têm cabelos castanho-claro e olhos castanho-escuro, profundos e frios como as trevas. Um corpo um pouco magricela, mas músculos fortes. A pele branca, quase como um copo de leite puro. 1,60m de altura e pelo menos uns 50 quilos. Os cabelos rebeldes que caem constantemente sobre o rosto fino e delicado, de traços bonitos e um belo sorriso que quase nunca aparece. Os lábios finos e avermelhados, como sangue. Uma moça bonita e sensível, por fora, mas possui um coração gelado e impenetrável.

Conte-nos sua História:
“Annelise Wolve Black nasceu em Santa Barbara, no litoral sul da Califórnia. A garota morava em um sobrado no subúrbio com sua mãe, Helena, e o padrasto Peter “Peido” Charter, como costumava chamá-lo. O cara vivia a soltar seus gases por ai, não importava a hora, o dia ou lugar, não havia tempo ruim para o Peter “Peido” (isso seria um bom slogan para um super herói com poder de flatular).
Anne odiava Peter, achava-o repugnante e nojento, encrenqueiro e asqueroso, mas sua mãe parecia gostar muito dele, pelo menos parecia. Desde a infância grande parte das coisas eram odiadas por Annelise.
A garota achava a Califórnia o lugar mais repugnante e fútil do mundo inteiro, com todas aquelas meninas nojentas e fúteis querendo ser famosas, com suas malditas bundas secas e bulimia de nível alto, com certeza Anne odiava isso, alias, qualquer um deveria odiar essas coisas.
No colégio Anne costumava ter notas baixas por conta de seu déficit de atenção que piorava a cada ano, ou melhor, a cada mês, semana, dia, hora, minuto, segundo...
A garota tinha manias estranhas de conversar com coisas completamente esquisitas. Dizia sentir espíritos a sua volta, poder conversar com eles (como uma médium), isso a tornava uma das pessoas mais estranhas dos colégios pelos quais já passou (pelo menos 12 colégios em apenas 9 anos de estudos). Annelisa deveria estar no 2º ano do ensino médio, porém ainda estava na 8ª série do fundamental, tendo repetido os anos por conta de seu déficit.
Sempre acontecia alguma coisa estranha com a garota e ela acabava sendo expulsa, ou também por causa de suas notas baixas, ou sua mãe simplesmente dizia que ela devia mudar de colégio.
Anne odiava o fato de ser uma completa estranha, mas gostava da solidão. Gostava mais de estar só em seu quarto lendo um livro, jogando vídeo games, comendo, dormindo... Preferia ser a pessoa mais sozinha do mundo do que ficar lá fora fingindo ser alguém que ela não é.
Fora o tempo que gostava de passar sozinha, Annelise também gostava de passar seu tempo com sua mãe. Sua única e melhor amiga no mundo inteiro. A pessoa que ela mais admirava por ser batalhadora e esforçada, por pensar que um dia o mundo poderia ser um lugar melhor, por estar sempre focada no bem de sua filha. Anne amava a mãe mais do que tudo no mundo, porém ela a perdeu. Perdeu a única pessoa que ela conseguiria amar no mundo, a única pessoa que se importava com ela. A dor da perda é inexplicável, ainda mais quando você perde a pessoa que mais ama.
Helena cometeu suicídio, sem motivos, sem explicações.
Em um dia estava feliz, sorridente, abraçando e amando a filha e no outro dia foi encontrada morta no banheiro de sua cara, com potes de remédios vazios jogados pelo chão, lâminas jogadas em volta de seu corpo mutilado, os pulsos sangrando um líquido já quase negro.
Annelise nunca sofreu tanto na vida, nunca teve aqueles sentimentos. Dor, angústia, raiva extrema... Tudo isso ardia em seu peito, corroia-a por dentro, aquilo ia matando-a aos poucos. “A pior coisa que pode acontecer para um homem é morrer por dentro, mas continuar vivendo”. No caso, para uma garota.
Annelise nunca se sentiu mais sozinha, por mais que já tivesse passado muito tempo abandonada, nunca havia sentido a solidão real...
Peter “Peido”, o desgraçado padrasto de Anne, simplesmente sumiu. Largou Anne com sua tia avó e desapareceu no mundo. Parecia se sentir culpado pela morte de Helena. Anne poderia matá-lo se ele tivesse continuado na casa.
Os parentes “distantes” souberam do acontecimento, souberam que Anne agora era oficialmente uma “pobre órfã”.
Nada era pior do que ser “a pobre órfã” a não ser, morar com a tia avó do padrasto em São Francisco.
Se era possível ter uma vida despresivel em Santa Barbara, morar em São Francisco era estar no inferno.
“I Don't need reason, don't need rhyme, Ain't nothin' that I’d rather do… I'm on the highway to hell (Não preciso de razão, não preciso de ritmo, Não tem nada que eu possa fazer... Estou na estrada para o inferno)“. Anne cantava mentalmente essa musica, sempre que ia ao colégio novo, quando voltava para casa, “No caminho para inferno, todos os dias, todas as horas, não há tempo ruim para a garota que perdeu a coisa mais preciosa que tinha e agora está indo no caminho para o inferno”.
A vida passara a ser mais repugnante do que Anne  poderia se lembrar. A tia avó de Peter era uma velha gorducha com uns 85 anos e seus quinze gatos fedorentos correndo pela casa e roubando a comida do prato das pessoas na hora das refeições, e se você falasse algo ruim dos gatos para a velhota, Mafalda, ela quebrava você no meio com os golpes de Kung Fu de idosos.
Certo dia Anne lise estava no colégio novo, trancada no armário, os valentões novos, no caso, valentonas, que na verdade era as malditas vadias lideres de torcidas, estavam estreando o bullying com a estranha novata, escutou as vozes sussurrarem coisas como “A hora se aproxima” ou “Logo você estará em casa”. Anne  achou estranho, porque ainda faltavam 5 períodos para voltar para casa.
“Essas vozes devem estar loucas hoje”, ela pensou. Normalmente as vozes pediam informações ou então ficavam falando sobre suas vidas miseráveis.  Anne  mandava elas para o inferno sempre que podia, já tinha problemas suficientes em sua vida.
Quando foi liberada do armário, um garoto esquisito estava encarando-a.
– Oh! Você esta bem? – Ele perguntou. Anne  encarou os artefatos que o garoto usava, um boné com símbolos do reagge, muletas de madeira, calças jeans bem folgadas e uma camiseta com uma estampa de uma banda de rock totalmente desconhecida.
– Estou bem. Obrigada. – Anne  encarou os olhos castanhos do moço, e ele encarou os olhos negros dela.
– Bom, precisamos ir embora daqui Anne, você tem sorte de ainda estar viva. – Ele disse puxando a garota pelo pulso.
– Você ta doido, é? – Ela puxou o braço para si. – Eu não vou a lugar algum com você. – Anne deu as costas e saiu andando.
– Ei... Pode parecer loucura agora Anne, mas você vai entender quando...  – O garoto ia andando atrás de Anne.
– Quer saber? – Anne parou e virou-se para ele – Vai! Me leva pra onde quer que seja!  Minha vida vai continuar sendo um inferno mesmo. – Anne aceitou o desafio.
Aceitou porque sabia que era melhor fazer essa loucura, do que ficar ali. Ela sentia que iria pelo menos conseguir mudar sua história, tentar mudar quem ela era, para melhor. E talvez um dia, encontraria sua mãe em algum lugar. Ela sentia isso.
Após Annelise dizer aquelas palavras, o moço de muletas, que parecia mais um mendigo moribundo, saiu puxando-a pelo pulso. Eles entraram no primeiro taxi e o garoto explicou a ela tudo o que pôde sobre o que aconteceria em sua vida a partir de hoje.
Ele falava sobre os deuses gregos da mitologia, que ela deveria ser filha de algum deles e que deveria ser um bem poderoso, por o “cheiro” da garota era bem forte. Anne se sentiu ofendida quando o moço, que dizia ser um sátiro, falou sobre o cheiro dela. A garota deu até uma fungada em seu ombro para ver se era tão ruim assim. O cara disse que estava procurando por Anne á dias, para levá-la em segurança até um lugar chamado “Acampamento meio-sangue”, onde ela poderia descobrir quem ela realmente é. Aprender a se defender contra monstros e viver em segurança.
Eles desceram em alguma rodovia desconhecida para Anne, estava vazia e era até um pouco sombria, o chão de terra recentemente molhada, o matagal em volta. Anne curtiu. Seria ali o seu novo lugar de moradia?
Uma van preta parou ao lado dos dois, Anne levou um susto, mas Frech disse que estava tudo bem e eles entraram na van.  
O motorista era um cara esquisitão e havia olhos em suas mãos, Anne achou super maneiro e até perguntou onde é que o cara conseguira tatuagens tão reais.
O que fazia Anne lise quase sentir a felicidade era o fato de saber que não era apenas “uma pobre órfã”.
Após alguns minutos de viagem, a van parou numa estrada, Anne  e garoto/mendigo moribundo, tiveram que subir uma colina andando. O sol estava se pondo e Annelise achou a vista muito bonita do topo da colina, uma das poucas coisas que a garota admirava no mundo.
O “sátiro” pigarreou atrás dela. Anne se virou para ver o que ele queria, e ele apontou para uma entrada. Duas colunas de madeira com tochas acesas com fogo e desenhos de soldados matando monstros mitológicos.
Anne olhou uma das escrituras “Acampamento meio-sangue”, eles haviam conseguido, chegaram ao tal acampamento.
Annelise ficou perplexa e maravilhada com a visão do local. Várias casinhas espalhadas por ali, um monte de gente andando para lá e para cá...
Agora Anne  estava curiosa para saber como seria sua vida daqui para frente no “acampamento meio-sangue”, se ela pertencesse mesmo a tal mundo.
Anne e o sátiro desceram colina adentro e o sátiro levou-a para uma casa enorme e branca.
Na varanda estava um homem de meia idade usando cadeira de rodas e outro homem com uma camisa de estampa de tigre. Os dois jogavam cartas e quando Anne  se aproximou, subindo os degraus ao lado do garoto mendigo moribundo, apenas o senhor de cadeira de rodas voltou a atenção para a garota.
– Bom trabalho Frech. – Ele disse para o “sátiro. – Obrigada por trazê-la viva. Você pode ir se juntar a seu grupo. – Com um aceno de cabeça e assentimento do sátiro, ele se foi e deixou Annelise ali na varanda com os homens.
Após a saída do sátiro Annelise se apresentou para o senhor da cadeira de rodas. O outro homem não deu a mínima para a presença da garota ali.
– Ta bom, ta bom. Garota nova, ainda não foi reclamada. Anissa, tanto faz. – Ele disse concentrado em suas cartas.
– Bom, aquele é o senhor D. diretor do acampamento. Eu sou Quíron, o treinador dos heróis. Seja bem vinda ao acampamento meio-sangue, Annelise.
Quíron contou tudo o que pode para a garota, ela ficou feliz em saber que ali poderia ser seu lar para sempre, que poderia fazer amigos, mesmo gostando de ficar sozinha, talvez ela tivesse irmãos, a vide poderia ser melhor ali no acampamento meio-sangue.”

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:
“–Ai caramba... – Anne sussurrou sentando-se ao lado de Lucinda, uma garota de seu chalé.
–O que foi? – Lucinda perguntou confusa.
– Eu não tinha idéia que nós podíamos treinar contra monstros. – Anne sussurrou ainda mais baixo do que antes.
– Se quiser eu posso te emprestar uma espada, para você iniciar seu treino.
– Eu aceito. Obrigada Luci.
– Quer companhia?
– Não. Eu me viro.

Após o café da manhã, as semideusas foram para o chalé treze e Lucinda mostrou a Annelise seu pequeno arsenal, dizendo que ela poderia escolher o que quisesse.
Enquanto Anne dava uma olhada, Luci foi fazer outra.
- Hãm, acho que você vai gostar mais disso aqui, Anne. – A semideusa disse.
Annelise se virou para  ver do que sua irmã estava falando e notou que ela falava de uma linda espada de lamina longa que estava em cima de sua cama. Uma linda espada longa, com um brilho prateado de roubar a atenção de qualquer pessoa, o cabo era negro e cravejado com algumas pedras preciosas, ai sim Anne  ficou impressionada.
Ela tomou um pouco receosa, mas logo se sentiu poderosa, quase podia se sentir uma verdadeira guerreira.
– Hm. Obrigada. – Anne disse baixo. – Seja lá quem tenha me mandado isso...

Logo ambas partiram para a arena de combate. Lucinda disse que apenas ajudaria Anne se fosse necessário.
- Seria legal se você começasse com um monstro básico... Tipo um ciclope, sei lá.- Luci disse e Annelise assentiu. – Tudo bem, pedirei um para você lá no bestiário. Arme-se, esteja preparada.

Um homem brutamontes de um olho só, saiu por uma portinhola, a qual Lucinda havia entrado.
Anne ficou assustada de pensar que poderia ser lanchada, mas ela empunhava uma espada, sabia que seria capaz de ganhar qual quer luta que viesse a travar, ela acreditava em seu potencial e ainda tinha Lucinda bem ali perto, para ajudá-la em qualquer dificuldade.

_Hm. Olá. – Anne  disse quando o brutamontes se aproximou dela..
_Achei que comida não falasse... – Ele disse.
“Mas que merda...  Só posso ser louca por conversar com um monstro” Anne pensou.
Antes que a garota pudesse pensar em qualquer outra coisa o ciclope que estava de frente para ela investiu com um soco, porém Anne  foi mais rápida e esquivou-se para o lado girando seu corpo.
Annelise nunca em sua vida havia usado uma espada, mas a que tinha em mão era leve e fácil de ser usada.  A garota brandiu sua espada e por mais que não soubesse o nome dos movimentos que estava fazendo, ela descreveu um arco no ar, e em seguida voltou fazendo o mesmo arco. Agora ela poderia usar esse “golpe” no ciclope, era fácil e rápido, e Anne não teria medo de cravar sua espada em um monstro como esse e mandá-lo de volta para o lugar de onde veio, ai esse maldito aprenderia a não perturbar mais a garota.
O ciclope tentou investir outro soco, mas a prole de Hades brandiu a espada e descreveu um arco perfeito, quase cortando fora a mão gorda do monstro.
Anne  esquivou seu corpo, girando e ficando parada de frente para as costas do monstro, ela descobriu que ele era bem lerdo e utilizou a espada para cortar a parte de trás dos joelhos do monstro, o que deve ter doido muito pelo urro que ele deu.
Anne olhou para o lugar onde havia visto Lucinda da ultima vez, e lá estava ela observando a irmã.
A garota voltou sua atenção para o ciclope, que havia se recuperado de seu golpe e agora parecia furioso, mais do que antes. Ele correu na direção de Anne e por puro instinto a garota esticou a mão em direção ao solo de terra e depois levantou a mão em direção ao rosto do ciclope. A terra emergiu do chão e acertou em cheio o olho do ciclope, ele parou se contorcendo e coçando os olhos, ou melhor, o olho.
_Maldita seja! – Ele praguejou.
Anne não sabia como havia feito aquilo, mas ganhara tempo para pensar no melhor modo de matar aquele monstro.  
Esse instinto de matar os monstros corria pelas veias de Ane, ela sentia que era seu dever, proteger a si mesma e ao novo mundo que ela descobrira a tão pouco tempo..
A semideusa brandiu sua espada e correu em direção ao ciclope, empunhou-a com as duas mãos e cravou na altura do peito do ciclope, que virou uma pilha de pó com cheiro de enxofre.

A garota suspirou e arregalou os olhos, não conseguindo acreditar no que tinha feito.
- Anne! Anne! – Ela ouviu Luci gritar e virou sua atenção para ela. – Você arrasou com ele! – Lucinda disse sorrindo e Anne lhe retribuiu o sorriso.
- Obrigada Luci. - Ela ainda estava sorrindo, mas logo se livrou do sorriso, ela normalmente não sorria, achava aquilo estranho.
Ambas as irmãs partiram de volta para o chalé e Luci contou para os demais irmãos que Anne se dera muito bem em seu primeiro treino.
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Re: Teste de Reclamação - Três Grandes

Mensagem por Apolo em Qui Mar 06, 2014 5:15 pm

Deuses... Esses dias estão todos querendo me humilhar em relação a fichas e histórias '-' isso é triste... mas.

Ótima ficha, uma das melhores que eu já li até hoje. Gostei de suas descrições e da história. Sua batalha também foi ótima e coerente. Parabéns.

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Re: Teste de Reclamação - Três Grandes

Mensagem por Leontine Welch em Sab Abr 05, 2014 11:24 am


Ficha de Personagem
Reclamação
Nome: Leontine Welch
Idade: 17
Local de Nascimento: Seattle - Washington
Progenitor Primordial: Hades
Progenitor Mortal: Martha Welch
Características Psicológicas: Leontine nunca foi um garoto muito bom de briga, por isso procura ferir com palavras. O rapaz sempre foi antissocial, em todos os lugares que frequenta. Acredita que a morte é uma arte, e não teme a mesma, visto que após a morte da mãe Leon nunca mais foi o mesmo. Passou por momentos difíceis na vida, como por exemplo a falta de um pai, e aos dez perdera a sua mãe, e isso o abalou. Passou a beber com os doze, e fumar com os treze, não ligava para as consequências que isso podia lhe acarretar: ele vivia como se fosse sempre o último dia de sua vida. Sofre de esquizofrenia, tendo alucinações constantemente sobre fantasmas e pessoas mortas, como por exemplo sua mãe. Meio depressivo, tentou se matar aos quinze, mas algo o impediu de tal coisa, que até hoje ele não sabe explicar ao certo. Não é muito inteligente, mas se tem algo que realmente o deixa relaxado além de fumar ou beber é a leitura, o rapaz é apaixonado por livros dos mais variados gêneros. Também é um amante da música, seu gosto musical varia entre Rock e Rap.
Características Físicas: Seus cabelos são lisos e de coloração negra como a noite, seus olhos são também pretos, e acompanhados por profundas olheiras de noites mal dormidas devido a sua esquizofrenia, visões constante de sua mãe e seu suposto pai. Gosta de usar os cabelos desalinhados e bagunçados, não se importa nem um pouco com sua aparência, e por isso não tem um corpo bem definido, sendo um pouco magro de mais para sua idade devido ao fumo. Mede 1,73 de altura, seus lábios são finos e avermelhados nada muito chamativos. Pesa 56 kg, e sua pele é pálida, mas não de um tom comum: realmente muito, mas muito pálida, chegando a ser medonha. Opta por vestir sempre negro: camisas pretas, calças, tênis e etc. Raramente é visto de bermuda, muito menos de camisa sem manga, visto que não gosta de deixar amostra sua pele pálida e seu corpo magricela. Normalmente, usa casacos ou jaquetas de cor preta, uma camisa preta e pra variar, uma calça também preta. No dedo anelar possui um anel de prata dado como presente de sua mãe, e o trata como se fosse uma relíquia.
Conte-nos sua História: Nasceu no dia sete de Setembro de 1997. Nomeado de Leonard, o garoto não teve uma vida fácil, foi expulso de várias escolas que tentou participar, nunca conseguiu ter a presença do pai, e a mãe parecia estar cada vez mais doente. Com seus sete anos, ele fez a primeira pergunta ”Quem é meu pai?” e ela apenas respondeu ”Você saberá em breve.”. Ela trabalhava como cigana, e sempre vestia um longo manto roxo que cobria sua cabeça até seus pés, no pescoço sempre usava vários e vários cordões de pedras de diferentes tipos e cores, não era algo que ela fazia apenas por dinheiro: gostava de ajudar o lado espiritual das pessoas, e foi assim que conheceu seu pai.
Aos cinco, tentou ingressar numa outra escola. Nela ele se deu bem nas matérias passadas, mas continuava sendo antissocial, sofria bullying e também era excluído. Aos nove, teve que sair da escola, visto que uma professora que ele jurava ter duas caudas de serpente como pernas tentou matá-lo, mas a diretoria negou. Sua mãe não pareceu nem um pouco assustada, o que foi mais preocupante ainda para ele, aliás, nada do que acontecia de estranho com ele era realmente grave para assustá-la.
E então, aos dez finalmente sua mãe faleceu. Os familiares mais distantes se reuniram e enterraram-na num cemitério, e a esse instante Leon já tinha em seu dedo anelar o anel de cigana de sua mãe, que os tios diziam dar má sorte, mas para ele era ao contrário. Ele tentou ao menos viver sozinho no apartamento, agora sendo criado pelo tio. O tempo ia passando, e aos poucos ele ia ficando cada vez mais surtado: primeiro a morte do tio que cuidava dele, depois a morte da prima que saiu de San Diego para vir cuidar dele, era como se todas as pessoas ao seu redor estivessem morrendo, e só ele estava ficando vivo... Era demais para uma criança de dez anos.
Passou então a beber nos seus doze anos, o que deixava os familiares do rapaz preocupados. Um tio distante tentou fazê-lo parar, mas ele não ligou, e continuou a beber. Ele usava todo o dinheiro que os tios lhe davam por mês, e que era o suficiente para comprar comida, roupas, bebidas e tudo o que ele mais gostava. Aos treze, veio um novo vício: o fumo. Ele fumava pelos lugares mais variados da casa, já que nunca se atrevia a sair do apartamento, e por isso o lugar ficou impregnado com cheiro de fumo, o que fazia o síndico suspeitar. E foi assim até os quinze, quando tentou se matar, mas de alguma forma a lâmina da faca acabou por se derreter antes mesmo de tocar em seu pulso, e ele só sentiu o ferro quente cair sob seu braço. Como já tinha sido diagnosticado com esquizofrenia, ele não ligou para aquilo, aliás, coisas estranhas aconteciam constantemente. Mas tinha algo muito errado naquilo... Alguém ou alguma coisa não quis que ele se matasse, não naquele momento.
Nos dezessete ele já trabalhava numa pequena lojinha de bombons da cidade, e ganhava o salário esperado por mês. Ele tinha estabelecido uma boa vida, tinha largado a bebida, mas não o fumo, e por isso vivia fumando quando chegava em casa. Seu aspecto antissocial não era um fator que o ajudasse como vendedor, visto que para isso deve ter o mínimo do carisma o possível, mas Leon tentava ao máximo dar o seu melhor sorriso, que mesmo após se tornar fumante e alcóolatra, eles ainda permaneciam perfeitos.
E foi num dia de venda normal, que tudo aconteceu


Leon



Era apenas mais um dia normal como vendedor na "Wensel's Chocolate Store.". O melhor de trabalhar no local era o aroma de chocolate que me fazia aos poucos desapegar da vida de fumante. Eu já era quase um adulto, e as coisas só pioravam. Ontem por exemplo, não sei se isso foi por causa de minha esquizofrenia, mas fui perseguido por mulheres aladas e com bicos, pareciam mais com Harpias que eu tinha estudado em uma das escolas do primário.
Voltando ao assunto, tudo estava indo bem. Por enquanto nada de clientes de um olho só, e também nada de clientes com duas serpentes no lugar de pernas, era um dia tranquilo e proveitoso de trabalho.
Eis que eu escuto o barulho do sino tocando quando a porta de vidro se abriu. A loja não estava muito movimentada hoje, mas ainda assim os apaixonados compravam caixas de bombom para suas namoradas. Me deparo com uma senhora vestida de negro, fazia frio, é claro, mas isso não era motivo para se esconder até a cabeça em um sobretudo preto e pelo visto bastante velho. Apenas o seu rosto caquético e enrugado era visível, lançou-me um olhar por debaixo de suas vestes que fez com que um calafrio percorresse por toda minha espinha. Não conseguia parar de notar a veruga que tinha na ponta de seu nariz, parecendo mais com uma bruxa de conto de fadas.
-- E então, o que deseja? -- Interroguei, dando o melhor sorriso que eu conseguia.
-- Uma caixa de bombons aromatizantes. -- Sua voz era rouca e fraca, como se estivesse sendo sufocada. Ignorei tal fato e fui até a estante que tinha atrás de mim, procurei pela edição limitada que a moça tinha pedido, mas não achei.
-- Acho que esgot-- -- Antes mesmo de eu terminar de falar, ao olhar para o balcão eu não a vi mais lá. Havia apenas um bilhete escrito com uma letra bonita e fácil de se entender: "Hoje você não terá escapatória. Siga para o acampamento o mais rápido o possível. Procure no bolso do seu uniforme e achará um mapa, lá tudo ficará mais claro.".
Acreditaria naquilo? Bom, ou era isso ou eu ficaria ali para descobrir. Algo me dizia que aquilo era verdade, e que se eu ficasse para descobrir não teria mais o amanhã para contar aos meus netos como tinha sido o dia em que fui avisado de morte por uma velha carrancuda. Recolhi o bilhete, olhando tudo ao redor e saí da loja o mais rápido que pude, após ouvir o grito de meu chefe vindo de trás, algo como "Volte ou será demitido!" Ignorei, e quase fui atropelado por um caminhão quando tentei atravessar a rua. Assim que cheguei ao outro lado, retirei do bolso de meu uniforme azul um pequeno bilhete e fui o abrindo aos poucos, quando vi, já tinha aberto um mapa gigante em mãos, ignorei o fato dele ter magicamente aparecido em meu bolso e segui pela linha vermelha traçada que seguia até... Long Island? Aliás, eu tinha que ir para um... Acampamento? Tudo era muito estranho, mas decidi ignorar e segui a trilha vermelha.


[...]



Já tinha percorrido um bom trajeto de Táxi, e consequentemente chegado a Long Island. Algo peculiar no mapa era que ele parecia sempre mostrar exatamente onde eu estava, e uma nova trilha era tecida de vermelho no papel até chegar ao destino, daí outro fato para eu ter ficado lá e ter vendido meus bombons.
Entrei mata a dentro, indo direto para o caminho que o mapa me dava, e então, finalmente pude ver um campo de morangos a minha frente. Não sabia o que era aquilo, se era algum tipo de pegadinha ou algo semelhante, mas eu acho que não tinha muita escolha depois de gastar meu último dinheiro com o táxi. Com passos lentos, adentrei, e me vi diante de um acampamento normal, com vários adolescentes.
-- Um novo campista! -- Gritou um garoto ao me ver. Seus cabelos eram curtos e seus braços musculosos para um jovem de sua idade. Uma garota surgiu do nada, com seus cabelos ruivos curtos que iam até o seu ombro. -- De quem ele é filho? -- Interrogou a ruiva, e logo mais campistas foram se reunindo ao meu redor, lançando mais e mais perguntas.
Quando olhei para minha mão, vi que o mapa já tinha desaparecido, e ali só havia uma minúscula caixa de bombom aromatizante. Assim que eu tomei coragem para falar, eu ouvi o som de cascos, como um cavalo caminhando lentamente. Os adolescentes ficaram quietos e abriram uma passagem entre si, e quando eu vi o que tinha a minha frente, quase caí de tanto susto misturado com medo e ansiedade.
-- Bem-vindo, filho de Hades. -- E então, todos, sem nenhum em exceção se ajoelharam diante a mim, inclusive o centauro que deixou o seu arco no chão.


[...]



Já tinha se passado um dia desde que cheguei ao acampamento err... Qual o nome mesmo? Ah sim, acampamento meio-sangue. Meu chalé não era um dos melhores, meus "irmãos" não gostavam muito de mim pelo visto, já que nem me encaravam. Amigos mesmo eram os filhos de Hefesto, que sempre falavam comigo, mesmo quando eu não puxava assunto. Mattias, o garoto que foi o primeiro a me ver quando cheguei no acampamento era um filho de Hefesto, Lucy, a ruiva que também me recebeu no dia em que cheguei era uma filha de Deméter, e amante da natureza. O centauro que me recebeu e me proclamou filho de Hades era, bem... Um centauro. Seu nome era Quíron, e o seu jeito de tratar todos os campistas era simpático e bondoso, como se todos fossem seus filhos.
Eu ainda tinha problemas em digerir toda aquela história, eu era um filho de Hades, o deus do mundo inferior. Mas agora, tudo fazia sentido, era como se o quebra-cabeça finalmente tivesse sido resolvido. Muitos campistas também foram expulsos de escolas e perseguidos por monstros, e como eu era filho de um dos três grandes isso me deixava duas vezes mais procurado por monstros e coisas do tipo. Quanto maior a idade, mais difícil será de sobreviver fora do acampamento, e muitos me perguntavam como eu tinha conseguido viver por dezessete anos morando sozinho em Seattle.
-- Não é muito difícil, Leon. Veja, talvez você pegue uma Dracaenae, que é fácil de se matar, ou então um Ciclope, que apesar da sua força bruta, é desajeitado no movimento. -- Lucy me explicava calmamente como o treinamento contra um monstro iria ocorrer. Segurava minha espada de folha larga com pouco de esforço, visto que ela era ágil e leve, ou seja, perfeita para mim. -- Veja, agora é sua vez. Estão todos te observando, garoto. Não dê um vexame. -- Disse, e foi para a platéia, deixando-me ali sozinho.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado


Desci a escadaria que dava para a arena, e o portão a minha frente se abriu, rangendo e tremendo, parecendo que ia cair. Estava equipado com uma armadura grega completa, o meu elmo era do tamanho perfeito, assim como o peitoral. Em mãos, carregava minha espada de folha larga, o que pensei que seria o suficiente para poder sobreviver contra um monstro fraco. A arena tinha seu solo coberto com areia, e era bem maior do que eu tinha imaginado. A platéia gritou meu nome quando entrei, não era algo que eu gostava, mas aquilo apenas me deixou mais tenso ainda. Do outro lado, o portão também se abriu, e de lá saíra uma mulher com serpentes no lugar de pernas: era uma Dracaenae! Tive sorte no quesito oponente, ela não era tão forte assim, era?
-- Um filho de Hadessss, há quanto tempo eu não mato um? -- Debochou a mulher cobra, enquanto se aproximava com uma lança na mão direita e um escudo na esquerda.
Decidi ignorá-la, seria o melhor a se fazer num momento como esse. Com minha espada, dei o melhor grito que pude e parti para um ataque direto. O monstro apenas posicionou seu escudo a frente, e eu vi que tinha errado feio em tentar um golpe direto. A lâmina da espada se chocou com o escudo de madeira e com o canto do olho consegui ver a lança que se aproximava de mim com uma velocidade incrível. Abaixei-me e deixei a ponta da lança furar o ar, nisso, consegui dar uma rasteira com minha espada por debaixo das pernas de serpente da mulher, que caiu pra trás após dar um grito de dor.
-- Maldito! -- Sibilou, enquanto eu recuava.
Estava tudo sobre controle, pelo menos por enquanto. Ela era muito rápida, e isso seria um problema sério se eu não desse um jeito nisso. Veio rastejando em grande velocidade a minha direção, com a ponta de sua lança mirada contra minha barriga. Consegui desviar a ponta da lança com a parte lateral de minha espada, e voltei a dar uma estocada contra ela usando a ponta da espada para isso, mas infelizmente o monstro defendeu com seu escudo de madeira.
Dei um salto para trás, recuando enquanto pegava impulso para mais uma investida, essa porém seria fatal, ou não. Assim que cheguei perto, levantei minha espada pelo punho usando das duas mãos para isso, e com um solavanco a desci tão rapidamente que a Dracaenae nem viu direito o meu golpe e não teve tempo de se defender, quando a espada cortou-a em dois pedaços, partindo-a ao meio. Antes mesmo que ela pudesse gritar ou sangrar, se desfez numa explosão de poeira dourada, e tive que fechar os olhos para que não entrasse neles.
E então, todos me aplaudiram, e ali estava eu: sujo de poeira, suado e cansado. Por fim, desmaiei.
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Leontine Welch
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Re: Teste de Reclamação - Três Grandes

Mensagem por Convidado em Sab Abr 05, 2014 12:24 pm

Leontine Welch
Sua ficha está ótima. A história foi criativa e muito bem escrita, praticamente sem nenhum erro. Já a batalha deixou bastante a desejar, um monstro não é facilmente derrotado. Mas, não vejo motivos suficientes para te reprovar. Seja bem vindo, filho de Hades.
APROVADO.

~Atualizado.

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Re: Teste de Reclamação - Três Grandes

Mensagem por Nathan Sinclair em Qui Abr 24, 2014 5:49 pm

Nome: Nathan Sinclair.

Idade: 16 anos.

Local de Nascimento: Manhattan, New York, Estados Unidos.

Progenitor Primordial (olimpiano): Poseidon.

Progenitora Mortal: Sarah Sinclair.

Características Psicológicas: Nathan é um rapaz calmo, gentil, divertido, carismático e amigável. Adora fazer amizades e quando conquista uma, faz de tudo para que dure. Pode ser chamado de bom samaritano, ajudando os outros quando pode, mesmo que não queira. Tem uma índole boa e sabe definir em sua concepção o bem do mal. É fiel e leal, não traindo seus amigos e companheiros. Também é corajoso, às vezes sendo imprudente por isso. É ingênuo e às vezes de modo exagerado, podendo ser enganado por confiar demais ou ser manipulado. A mistura de coragem, lealdade e ingenuidade faz com que Nathan seja capaz de arriscar sua própria vida por aliados e, até mesmo, inimigos. É piedoso e tem a raiva muito controlada, sendo difícil de explodir em ira, ao menos que seja algo que lhe afete de maneira profunda. Uma das características mais marcantes do garoto é seu humor. Seus comentários sarcásticos e piadas sem graças surgem até em momentos impróprios. O jovem é um pouco lerdo, mas mesmo assim sabe bolar estratégias e é esperto. O garoto adora boas companhias, se sente bem próximo á lagos ou praias, se sentindo confortável e sereno. Ainda sim, como o mar, pode ser poderoso e imponente, mesmo que raramente mostre tais características. Nathan tem uma grande força de vontade.

Características Físicas: Cabelo acastanhado claro, quase loiro, liso. Costuma pentear em um topete, ou franja, mas prefere deixar bagunçado e mal penteado. Sobrancelhas grossas e simétricas da mesma cor do cabelo. Nariz distinto, não sendo muito grande, nem muito pequeno. Lábios de tamanho e volume considerados normais, tendo um tamanho de boca também comum. Olhos azuis esverdeados que lembram a cor do mar, geralmente calmos, mas quando está furioso, costumam dizer que seus olhos se tornam um azul intenso e mais escuro. Caucasiano, um pouco bronzeado pela exposição ao sol. Magro, pesando setenta e dois quilos e alto, medindo um metro e oitenta e cinco. Apesar de magro, é atlético, mas não exageradamente, tendo músculos avantajados, mas que não atrapalhem em seus movimentos, tendo um corpo ágil e delgado. Possui algumas pintas pelo corpo, mas cinco chamam mais atenção: cinco pintas no seu braço esquerdo que se assemelham muito á constelação do Cruzeiro do Sul. Nenhuma cicatriz ou marca. Sua apresentação física, por mais esportiva que seja, é largada e folgada, mostrando que o garoto é relaxado e sereno.

Conte-nos sua História: Meu nome é Nathan Sinclair. Nasci em Manhattan, New York, nos Estados Unidos no dia 15 de Agosto de 1997. Cidade grande, barulhenta e cheia de pessoas agitadas com seus compromissos e horários. Desde pequeno morei em Manhattan e nunca mudei de casa: um apartamentinho como outro qualquer, meio apertado, mas confortável com uma bela vista para a rua, carros e mais e mais prédios. Era o que minha mãe podia pagar com seu emprego. Além de ser organizadora de festas, ela faz curso de enfermagem á anos, a fim de ganhar mais dinheiro para dar á mim e a ela uma vida melhor. Mas sempre gostei da minha vida. O apartamento ficava próximo dos meus lugares favoritos da cidade: o Central Park e o Empire State Biulding. Mais tarde eu viria á saber o motivo de tanto gostar daquele arranha-céu. Enfim, minha mãe se chama Sarah Sinclair, ascendente de espanhóis. Sempre considerei minha mãe um exemplo de pessoa. Senso de humanidade e de justiça, guerreira e companheiro, sempre foram fortes e enfrentou seus problemas tendo que cuidar de mim sozinha. Meu pai? Sumiu. Nunca o vi (prestem atenção na história, isso vai ser explicado ao mais tardar, por mais que não seja surpresa pra ninguém). Nenhuma carta, foto, nem mesmo uma lembrança sobre quem seria meu pai. Sempre que eu tentava comentar sobre o assunto com minha mãe, ela recuava, distorcia ou mudava o rumo da conversa. Era claro que ela não gostava do assunto.

Mesmo sem pai, minha vida foi tão normal quanto pode ser. Sempre frequentei escolas, já que minha mãe prezava pela minha educação, mas nunca me destaquei em notas. Acontece que fui diagnosticado com dislexia e déficit de atenção, sem contar a hiperatividade. Resumindo, um garoto que não consegue ler direito, super disperso e que não consegue ficar quieto tentando estudar raramente dava certo. Esses meus defeitos não me tornavam muito popular na escola. Geralmente eu era um deslocado. Aquele garoto sem grupo, sem identidade e meio esquisitão que não conseguia ficar quieto e só arrumava confusão. E coloque confusão nisso. Não para em colégios por muito tempo. Não só pelas repetências, mas também porque eu sempre me metia em brigas ou confusões. Mas fazer o que? Para todo o valentão eu era um alvo em potencial e os poucos amigos que eu tinha, eu defendia, portanto... É, como eu disse: confusão. Uma coisa que sempre me intrigou é que as letras não faziam muito sentido para mim e se embaralhavam facilmente, mesmo concentrado. Mas já peguei frases ou pedaços de grego antigo e o efeito era o contrário: elas se embaralhavam de maneira que eu pudesse ler. Estranho? Não era só isso. Teve uma época aos 13 anos que eu comecei a ter consultas particulares com o conselheiro de umas de minhas escolas. Às vezes eu via coisas que não pareciam ser possíveis. Pessoas que se transformavam em seres estranhos ou até mesmo animais esquisitos. Aquilo não era frequente, mas me dava à impressão de estar ficando esquizofrênico. A única coisa que me fazia me sentir melhor era á água. Mergulhar em uma piscina era um dia ganho para mim. Fazia eu esquecer de todos os meus problemas. Fora que eu me sentia revigorado com a água e era um bom nadador e mergulhador.

Os anos passaram, eu envelheci e entrei para o colegial. Aos 15 anos encontrei um bom amigo que se tornou meu melhor amigo: Brandon. Ele também era considerado estranho no status escolar, como eu. Tinha pernas esquisitas e sempre andava com muletas. E também tinha uma barbicha estranhamente engraçada para um garoto um ano mais velho que eu. Certo dia, ele me ligou de madrugada me dizendo para não ir á escola. Achei um pedido estranho demais para ser dito aquela hora da noite. No dia seguinte, não segui o conselho de Brandon e fui para a escola. Foi então que me arrependi e tudo mudou bruscamente na minha vida: o professor de educação física ficou doente e o substituto decidiu me dar uma aula particular de educação física mortífera. O substituto se tornou um gigante que me atacou, a fim de me devorar. Brandon chegou na hora para me salvar com suas... Pernas de bode... Sim, meu amigo era uma daquelas pessoas estranhas das minhas visões. Depois de escaparmos pela porta do fundo e encontrarmos um amigo do meu amigo caprino, que era metade cavalo, metade homem, fugimos para Long Island. O gigante nos perseguiu até uma praia. Lá, desmaiou Brandon e o outro homem metade cavalo, Arquimeus. O monstro avançou contra mim. Depois de tentar enfrenta-lo desarmado sem êxito e prestes a virar comida de monstro, decidi competir com ele na água e mergulhei. Sempre havia sido bom em natação, mas naquela situação, me superei. Mergulhei e o monstro foi atrás. Seguiu-me até o mais fundo que ele conseguiu no mar. Mas a questão era: eu conseguia segurar bem o fôlego (na verdade, na hora, eu mal segurava o folego, era como se eu respirasse em baixo d’água). O monstro se afogou e desapareceu, afundando no mar. Depois que voltei á praia e Brandon acordou, ele me contou tudo que eu precisava ouvir. Contou até demais.

Eu era um semideus. Minha dislexia e déficit de atenção faziam parte de ser semideus. Eu sabia ler grego antigo. Monstros, heróis gregos e deuses existiam de verdade no meio da atualidade. E eu era um filho de um dos deuses. Depois de chegar ao lugar chamado Acampamento Meio-Sangue, o porto-seguro para todos os semideuses (e sim, existiam vários), descobri que meu pai era Poseidon, o deus dos mares. Um tridente verde surgiu sobre a minha cabeça, indicando isso. Está aí o motivo da ausência do meu pai: ele era um deus imortal que cuidava de todo o mar. As coisas nem sempre são o que se imagina, mas minha vida deu uma reviravolta. Nada mais seria do mesmo jeito. Mas alguma coisa me dizia que eu me acostumaria com a vida de semideus.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado:

Nota mental: nunca mais sair em missão com filhos de Ares. Quando me falaram coisas no Acampamento Meio-Sangue como “não se meta com os filhos de Ares” ou “fique longe do pessoal do chalé 5”, achei que era um exagero. Mas em uma semana no acampamento notei como uma grande parte deles eram agressivos e potencialmente fatais. Em vários treinos, acabei ferido, a maior parte dos ferimentos, culpa dos filhos do deus da guerra. E para piorar, alguns tinham a péssima mania de pegar no pé dos novatos. E adivinhem? Isso mesmo, novato se apresentando. E como se não fosse demais, teria minha primeira missão fora do acampamento. Na verdade não era uma missão grande ou algo muito importante. Um lestrigão estava á alguns dias, nos arredores do Acampamento Meio-Sangue, procurando um meio de burlar a barreira mágica que protegia todo o local e entrar. Minha missão era detê-lo. Já tinha um leve conhecimento sobre lestrigões, afinal, fora o primeiro monstro que eu enfrentara, antes mesmo de saber que eu era semideus e antes de eu ter conhecimento de que eu era filho de Poseidon, o deus dos mares. Lestrigões são monstros grandalhões com quase três metros de altura e com um complexo de burrice. Não eram fáceis de matar, mas eu teria de dar um jeito (constando que só tinha uma faca de bronze como arma). Mas depois recebi a notícia que não seria uma missão solo. Mais dois integrantes seriam selecionados para me ajudar na missão, afinal, eu era novato. E escolheram justamente dois filhos de Ares. E pior, os dois mais insuportáveis que eu conhecia. Chris e Caleb eram semelhantes: olhos castanhos, cabelos castanhos raspados como os de integrantes de exército, fortões e altos.

No dia seguinte, nós três saímos das barreiras do Acampamento Meio-Sangue á procura do lestrigão. Após quase três horas de procura nos arredores do acampamento, encontramos o monstro perambulando um pouco mais distante da área onde disseram que ele estaria. Estava empolgado para enfrentar junto com os filhos de Ares o monstro e voltar triunfante da minha primeira missão, mas assim que encontramos o gigante, Chris colocou a ponta de sua espada em meu peito e me mandou recuar. Seu irmão, Caleb me apontou a lança e recuei com os dois até atrás de um arbusto, escondidos do monstro. Assim que estávamos fora de vista, Chris falou comigo:

-Fique aqui, peixinho. Eu e meu irmão cuidamos disso.

-Ele quis dizer: se você nos atrapalhar, a minha lança vai goela á baixo em você, entendeu? – Disse Caleb, com seus olhos brilhando por um pouco de entretenimento. Ótimo, minha primeira missão e eu sou mandado contar as folhas das árvores enquanto meus dois parceiros de missão enfrentam o monstro sozinho. Mas o que eu podia dizer? Digamos que pouco com a lança de Caleb na minha garganta. Portanto, fiquei quieto, atrás do arbusto, esperando os filhos de Ares voltarem. Após alguns minutos, ouço o urro final do monstro e me levanto. Caleb e Chris voltavam satisfeitos com seu desempenho. Ambos se gabavam sobre como fora fácil matar o monstro ou como a espada cravou bem na coluna da criatura.

-Pense positivo, novato. – Falou Chris. – Se tivesse enfrentado aquele monstro sozinho, teria morrido. Agora vamos. – Segui os dois, enquanto andávamos de volta ao acampamento. Os dois se vangloriavam com a vitória. De repente uma luz fortíssima surgiu na nossa frente. Fui forçado á fechar os olhos e virar o rosto para o lado. A luz era capaz de cegar alguém. Caleb e Chris se assustaram no princípio, mas depois berraram coisas como “vamos massacrar você”.

-Pensem bem antes de dizerem alguma coisa, meninos. – Disse uma mulher que surgira da luz. Não uma mulher qualquer. A mulher. Era belíssima, como nunca vira antes. Uma aparência fina e angelical, mas que trazia uma sensualidade divina. A moça parecia um retrato dos mais belos. Ela sorriu para nós e senti como se meu coração se acelerasse. Aquela não era uma pessoa comum, mas não parecia ser um monstro.

-Quem é você? – Perguntei á mulher, que colocou as mãos em sua cintura, me olhando com indignação.

-Como não sabe, semideus? Sou a beleza personificada, ou está cego por eu ter aparecido em minha forma divina á poucos segundos? – Indagou a mulher. Beleza personificada? Ah, não podia ser. Como...

-Afrodite. A deusa do amor e da beleza. – Disse Caleb. Os dois filhos de Ares se ajoelharam diante da deusa. Não protestei e repeti o gesto. A divindade pareceu um pouco mais satisfeita pelo reconhecimento.

-Pelo visto os filhos do meu amado sabem me tratar bem, assim como o próprio Ares. – Disse Afrodite com um sorriso de lado.

-Ares? Você não era casada com Hefesto ou coisa assim? – Perguntei á deusa.

-Longa história, semideus. Não tenho muito tempo. Interrompi meu banho de lama para lhes comunicar: precisam fazer um favor para mim. – Disse a deusa. Depois de parar de pensar sobre qual o motivo a deusa estaria tomando um “banho de lama”, percebi que Afrodite queria algo de nós.

-Porque procurou justamente nós? – Perguntou Caleb.

-Ora, já finalizaram sua missão. O que uma á mais poderia lhes afetar? – Indagou a deusa. – Pensei que poderiam fazer um favor para mim. – Com aquelas palavras, senti como se ela estivesse usando um charme sobre mim. Sabia disso, mas não liguei. Era como se eu quisesse aquilo. Sorri de maneira abobada para a deusa e esperei ela continuar a falar. – Meu espelho foi roubado. Preciso que recuperem-no para mim.

-Você quer que encontremos seu espelho? – Indaguei. A deusa assentiu, me olhando com uma expressão que dizia: “não fui clara?”. – Não quero ofender, mas você não é uma deusa imortal e toda poderosa? Porque não o encontra sozinha ou não cria um novo espelho? Ou compra um, sei lá. – Afrodite me olhou com uma feição de “está falando sério?”. A deusa deixou o peso de seu corpo apoiado na perna esquerda e arrumou seus cabelos longos, loiros e lisos.

-Entendi, você é novo no ramo de semideus. Vou tentar explicar de uma maneira compreensível, coisinha. Existem coisas que até os deuses não podem fazer. Além disso, algumas regras, impostas por Zeus não nos permite interver em certos assuntos. Imagine se, cada vez que algum deus perdesse seu item, ele destruísse cidades e virasse o mundo de ponta cabeça até encontrar o que queria? Não é muito bom, concorda, menino? – Concordei com a cabeça, imaginando a situação hipotética de Afrodite destruindo New York atrás de seu espelho. – Fora que, convenhamos, garotos... – A deusa se aproximou de nós e sussurrou. Seu perfume cheirava como pétalas de rosas colombianas. E olha que eu nem sabia como cheiravam rosas colombianas. – Hermes apostou com meio Olimpo que eu seria a próxima á perder ou á ter um item roubado. Não quero virar motivo de chacota. Quando é um dos grandões “é uma questão de ira dos deuses e dignidade do Olimpo”, quando sou eu, é frescura de patricinha. – Desabafou a deusa para mim, Caleb e Chris.

-Mas o que tem de tão importante nesse seu espelho? – Indagou Chris.

-Não é um simples espelho, filho de Ares. É meu item divino. Onde vejo minha beleza, que vira meu cinto mágico, minha bolsa Gucci dourada e que é a representação do símbolo feminino. Nenhum outro espelho ficaria bonito em minha mesa de maquiagens. – Falou a deusa.

-Espere aí. Símbolo feminino? – Perguntei.

-Sim. Aquela bolinha com uma cruz em baixo é meu espelho e é o símbolo das mulheres. Assim como o circulo com a seta é o símbolo masculino. Um escudo e lança espartana. – Explicou a deusa.

-Aquilo é a lança? Sempre achei que aquilo representava...

-Poupe-me de seus pensamentos, filho de Poseidon. – Interrompeu-me a deusa. Ela então olhou séria para nós e tornou a falar. – Meu espelho se encontra em algum lugar de New Jersey. Encontrem e me devolvam o espelho antes do sol se pôr. Antes que notem que eu o perdi. Agora, vou enrolar á todos no Olimpo para não desconfiarem. Quando o encontrarem, digam: Prada. Devolvam-me o meu espelho. – Disse a deusa desaparecendo da nossa frente.

-Bom, volte ao acampamento, novato. Isso é trabalho para semideuses mais experientes. – Disse Caleb me dando às costas e andando para a estrada, em direção á New Jersey.

-Não. Essa é uma missão minha também. E não vou deixar os dois sozinhos. Além do mais, talvez vocês precisem de ajuda do novato aqui. – Falei, em protesto á ordem de Caleb. Chris revirou os olhos.

-Então venha. Talvez sirva de escudo para mim e o meu irmão, se um monstro nos atacar.

...

Após alguns minutos, chegamos á uma estrada e pegamos um ônibus com destino á New Jersey. Ao entrarmos no ônibus, os dois filhos de Ares entregaram dracmas ao motorista, que recusou, dizendo que era dinheiro falso. Os dois bobões esqueceram que os mortais não sabiam o que era um dracma. Por sorte, eu tinha dinheiro no bolso o suficiente para pagar a passagem de nós três. Sentei no fundo do ônibus, observando os passageiros. Uma velhinha que tricotava, duas crianças com mochilas e um homem mal encarado estilo bad boy. Juntos, em um banco mais á frente, Chris e Caleb mexiam em sua espada e lança, limpando-as e fazendo movimentos que davam á entender que estavam treinando para quando encontrassem o ladrão do espelho de Afrodite. Em meu cinto, estava a faca de bronze que eu tinha como arma. Os mortais mal olhavam os filhos de Ares. Devia ser coisa da tal Névoa que todos falavam. Fazia com que os humanos normais não vissem as coisas como exatamente eram. Provavelmente, não viam arma alguma e se viam, deveriam estar pensando que eram brinquedos ou coisa do gênero. Enquanto o ônibus andava, eu observava a paisagem passar pelo vidro. Lembrava de minha mãe. Não dei sinal de vida desde que entrara no Acampamento Meio-Sangue. Ela devia estar super preocupada. Quando voltasse da missão, escreveria uma carta para ela. Se eu voltasse da missão.

Tudo ia bem até o ônibus frear bruscamente. Cai de cara no chão do ônibus e todos os passageiros se espantaram com a repentina parada do veículo. O motorista se levantou de seu assento e pediu que todos saíssem do ônibus. Não protestei. Desci do veículo, junto com todos os passageiros, enquanto Caleb e Chris se recusavam á sair do ônibus, brigando com o motorista. Ao sair do ônibus, vi o que impedia o trajeto. Alguns cones bloqueavam a rua, que se mostrava interditada por alguma razão. Na frente dos cones estavam dois homens com trajes policiais. Estavam longe demais para eu poder ver seus rostos. Suas mãos estavam escondidas por luvas. Todas as partes de seus corpos estavam cobertas por roupas ou pelas sombras. Os passageiros murmuravam, se perguntando o porquê da rua estar interditada e só se calaram quando um dos policiais se pronunciou:

-Há um vazamento de gás á alguns metros daqui. É letal para todos. Peço para que voltem. Não será possível que passem por aqui. – A voz parecia ser oca e esquisita. Fina e metálica.

-Á menos de um quilômetro existe outro ponto de ônibus. Vão até lá e peguem outro transporte. – Disse o outro policial com uma voz esganiçada. Todos os passageiros seguiram as ordens e andaram pela rua, indo na direção do ponto de ônibus que o policial mencionara.

-Como eles vão pegar outro ônibus se a rua está intransitável nas duas mãos? – Perguntei aos policiais. Ambos estalaram o queixo em resposta. Os dois levantaram seus olhares e tiraram seus quepes de policia, relevando sua face. Na verdade, sua não face, porque nada havia além de um crânio. Os dois policiais eram esqueletos vivos feitos de ossos. No lugar dos olhos, duas órbitas vazias. Eles pareceram sorrir de satisfação para mim. Ninguém mais estava perto, além do motorista e de Caleb e Chris que ainda estavam dentro do ônibus, discutindo.

-Hora de você pegar uma carona no barco do Caronte. – Disse um dos esqueletos avançando contra mim. Possuía uma espada de um ferro escuro. O outro acompanhava por trás seu aliado, ambos vindo em minha direção com suas espadas. Saquei minha faca e recuei alguns passos. Não seria capaz de enfrentar dois adversários portando espadas de um metro enquanto eu tinha uma faca de bronze de trinta centímetros. Hora de enrolar.

-Caronte? Barco? Do que estão falando? – Perguntei aos dois esqueletos. Ambos me olharam com suas órbitas vazias. Pararam de avançar contra mim e por mais que eu tentasse, não conseguia definir suas expressões. Afinal, só tinham crânios.

-Não sabe quem é Caronte? – Perguntou um deles. Neguei com a cabeça, andando na direção deles. – É o barqueiro que leva ás almas para o submundo.


Foi mal. Submundo? – Indaguei novamente. O queixo de um dos esqueletos se desprendeu do crânio e caiu.

-Não sabe o que é o submundo? – Neguei, fingindo não fazer ideia do que estavam falando. Aproximei-me um pouco mais deles. – O Mundo Inferior. Território de Hades. Lar dos mortos. Onde todos acabam um dia. Por Zeus, esse semideus não faz a mínima ideia do que... – Não esperei ele terminar de falar. Assim que vi que estava distraído com a conversa, lancei minha faca contra o crânio do primeiro esqueleto. O crânio se desprendeu do resto do corpo e saiu voando para metros de distância, assim como minha faca. O esqueleto ficou confuso e começou a apalpar o ar sobre seu corpo, procurando sua cabeça. Ele então começou a andar, batendo os braços no ar, á procura de seu crânio. O segundo esqueleto avançou contra mim. Ele desferiu um golpe de sua espada, mas me esquivei para o lado. Novamente, ele tentou um ataque e eu saltei para o outro lado. Olhei para onde estava indo o esqueleto sem cabeça e corri na sua direção. O segundo esqueleto me perseguiu. Assim que fiquei próximo o suficiente, peguei o esqueleto decapitado por onde deveria ser os ombros e o empurrei contra o outro esqueleto. Ambos caíram no chão e se enroscaram um no outro, entre seus ossos, virando uma confusão das mais ossudas. Os esqueletos se debatiam, mas não conseguiam se levantar, atravessados um no outro. Recuperei minha faca e depois disso, voltei para o ônibus onde os irmãos do chalé 5 ainda brigavam com o motorista. Era hora de acabar com aquilo antes que virasse mais uma confusão.

-Motorista, os policiais falaram que a estrada está livre agora. Podemos continuar. – Menti ao motorista que, confuso, não questionou e se preparou para dar a partida no ônibus. Antes de entrar novamente no veículo, voltei até onde estava o crânio que fora retirado de um dos esqueletos e andei até o emaranhado de ossos. – Vocês por acaso sabem onde está o espelho de Afrodite? – Perguntei aos esqueletos.

-Não vamos falar. – Disse um deles.

-Nunca. – Rosnou o crânio que estava na minha mão.

-Fazemos um trato: se me contarem onde encontro o espelho, eu devolvo o seu crânio. – Afirmei, esperando a resposta dos dois mortos vivos.

-Não abriremos a boca. – Disse um.

-Empório de Anões de Jardim da Tia Eme. – Disse o crânio na minha mão.

-Que parte de “não abriremos a boca” você não entendeu? – Perguntou um dos esqueletos.

-Tecnicamente, não temos mais bocas. – Disse o crânio que eu tinha em mãos. Reposicionei o crânio no esqueleto e agradeci aos dois.

-Legal. Agora que recuperou seu crânio, me ajude a sair dessa confusão. Acho que meu fêmur está entre as duas costelas. – Dei as costas aos dois mortos vivos e entrei no ônibus. O motorista acelerou e seguiu caminho para New Jersey. Sentei-me no fundo do ônibus e percebi que Caleb e Chris se aproximavam de mim.

-O que você fez com os policiais, novato? – Perguntou Chris.

-Não eram policiais. Pelo menos não vivos. Eles disseram que o espelho está no Empório de Anões de Jardim da Tia Eme. Seja lá onde for isso. – Falei. Os dois filhos de Ares se entreolharam.

-A toca da Medusa? – Disseram em uníssono.

...

Enquanto o ônibus rumava para New Jersey, os filhos de Ares me contaram sobre o Empório de Anões de Jardim da Tia Eme. Alguns semideuses encontraram aquele lugar á algum tempo atrás e lá se depararam com a Medusa, uma das górgonas. Um monstro que podia transformar qualquer um que a olhasse nos olhos em pedra. Eles mataram a Medusa e desde então o empório se tornou abandonado. Mas como os monstros tinham a péssima mania de voltar, tínhamos uma pequena chance de cruzar com uma mulher com cabelos de serpente. Os filhos de Ares perguntaram como eu soube daquela informação e lhes contei sobre meu confronto com os esqueletos. Caleb não acreditou e Chris disse que eu tive sorte de sair vivo. Ambos disseram que se eu estivesse errado, cuidariam de mim. E imaginava que “cuidar” envolvia cortes e mutilações. O sol começava á descer dos céus. Deveriam ser quatro horas. Tínhamos pouco tempo até o sol se pôr. E não queria estar por perto se Afrodite ficasse furiosa com o prazo da entrega de seu querido espelho.

Não demorou muito até chegarmos ao local. Estava bem acabado. A estrutura toda parecia velha e pela poeira, podia-se notar que ninguém usava o lugar á muito tempo. Acima, uma placa que dizia: Empório de Anões de Jardim da Tia Eme. Estávamos no lugar certo. Só esperava que os esqueletos tivessem dado o endereço certo ou não tivessem mentido sobre o local. O ônibus partiu, após nos deixar na frente do empório. Imaginava que o motorista estava bem bravo com Caleb e Chris. Engoli em seco, imaginando se a Medusa ainda vivia ali. Mas de onde eu sabia, Medusa não comandava os mortos. Aqueles esqueletos estavam sob ordens. Alguém era mestre daqueles mortos-vivos.

-Tocamos a campainha? – Perguntei. Ambos os filhos do deus da guerra falaram para eu ficar quieto e juntos entramos no empório. O lugar cheirava á mofo e á pedra. Em todos os lugares, estátuas de pessoas, animais e seres mitológicos. Algumas realistas demais para terem sido feitas á mão. Em um certo momento jurei ter ouvido um sibilar que fez os pelos da minha nuca eriçarem. Um calafrio percorreu meu corpo só de imaginar a Medusa naquele local. Foi então que, andando pelo empório, eu, Caleb e Chris nos deparamos com um grupo escondido entre as estátuas. Um jovem de dezoito anos estava sentado em um trono de pedra. Ao seu lado, um cão negro de quase um metro de altura com olhos vermelhos e dentes afiadíssimos. Em um canto, uma mulher com dois corpos de cobras projetados de seu tronco no lugar de pernas. Tinha uma lança em mãos. Quando olhei em seus olhos percebi que não era Medusa. Por que? Ora, não fui transformado em pedra.

-Quem ssssão esssses? – Sibilou a mulher cobra.

-Semideuses intrometidos. – Disse o jovem no trono. Trajava vestes negras e tinha uma espada igual as dos esqueletos que eu enfrentara antes. Em uma de suas mãos, um espelho com um suporte de cruz.

-O Espelho de Afrodite. – Disse eu.

-Dã? – Falou o garoto, levantando-se do trono. Chris avançou gritando contra o jovem, empunhando sua espada. O garoto encarou o filho de Ares e Chris caiu no chão. O semideus gemia de dor no chão, mas mal havia sido tocado. O homem continuava á encarar Chris, que gritava de dor, se contorcendo no chão.

-O que está fazendo com o meu irmão? – Vociferou Caleb que avançou também contra o jovem. O cão negro e a mulher-cobra se colocaram na frente e Caleb parou, analisando-os.

-São três contra três? É isso? Vamos deixar as coisas interessantes. – Disse o jovem. A mulher-cobra e o cão negro passaram por Caleb e avançaram contra mim. Caleb não se importou comigo ou com os monstros. Simplesmente avançou contra o jovem. Corri das duas criaturas, correndo pelos corredores de estátuas. Ouvia o rosnado do canino e o sibilar viperino da mulher. Me escondi atrás de algumas estátuas e observei a situação. O cão farejava enquanto a mulher-cobra empunhava uma lança. O cão se aproximava de mim. Empurrei uma das estátuas para cima da mulher-cobra e a estátua caiu sobre uma das pernas de cauda de serpente dela. A criatura urrou de dor e tentou me alcançar, mas estava presa pela estátua sobre uma de suas caudas. O cachorro negro saltou sobre mim e me derrubou no chão. Cai de costas na grama do chão com um cão monstruoso de quase 40 quilos sobre mim. Ele se preparou para me morder e eu saquei a faca. Rasguei seu pescoço, fazendo o monstro se desfazer em cima de mim em pó. Levantei-me e tentei correr de volta para onde estavam Caleb e Chris, mas senti uma pontada nas minhas costas. De repente, senti um choque percorrer todo o meu corpo. Cai novamente no chão.

-Semideus tolo. Não fugirá dessa dracaenai. – Disse a mulher-cobra. Olhei para sua arma. A lança brilhava e gerava energia elétrica. A mulher ainda estava presa pela estátua, mas tinha uma boa área de ataque pela extensão da arma. Ergui-me do chão e empunhei minha faca. Avancei contra a dracaenai que tentou me acertar novamente com a lança elétrica, mas me esquivei para o lado e cravei minha faca em seu torso. O monstro sibilou de ódio e se desfez, deixando a lança no chão. Após ter derrotado os dois monstros, corri de volta para ver os filhos de Ares. Ao chegar ao local encontrei Caleb e Chris caídos no chão e desnorteados. O jovem estava com sua espada de ferro escuro, pronta para ser cravada em Caleb.


-Espere. – Gritei. O garoto voltou sua atenção á mim. – Quem é você?

-Sou Alex. Filho de Hades. O ladrão do espelho de Afrodite. – Disse o garoto como se já tivesse treinado aquela apresentação antes. – Sobreviveu aos meus dois aliados. Bom, se esses dois não conseguiram me deter, o que pode fazer você pensar que pode me impedir? – Empunhei minha faca e encarei o filho de Hades que riu de mim. – Vai tentar me cortar com essa faquinha?

-É só o que eu tenho, então vou tentar. – Falei. Avancei contra o semideus e tentei acertá-lo com um corte da minha faca. Alex simplesmente se esquivou do meu ataque como se fosse a coisa mais fácil para ele. No segundo seguinte a espada dele cortou minha bochecha, fazendo-a sangrar. Tentei ataca-lo novamente e ele novamente se esquivou e contra atacou, fazendo um corte em meu braço direito, o que eu segurava a faca. Tentei mais uma vez e Alex mais uma vez se esquivou e dessa vez me empurrou, fazendo-me cair no chão.

-Vai ser divertido brincar com você antes de morrer, semideus. – Falou Alex, com um sorriso maléfico em seu rosto. Olhei ao redor. O que eu podia fazer para detê-lo? Foi então que eu vi. Uma banheira de passarinho. Dentro dela, água. Como filho do deus do mar, descobri que eu era capaz de manipular a água. Já tinha tentado algumas vezes. Exigia concentração. Foquei-me na água e então a forcei a acertar o rosto do filho de Hades. O semideus se espantou com o jato repentino de água, mas só ficou molhado. Só aquilo de água não machucaria alguém nunca. Mas foi tempo o suficiente para eu me levantar e afastar-me do semideus.

-Filho de Poseidon, hã? Você tem os seus truques. Eu tenho os meus. – Disse Alex. Uma bola de fogo negra surgiu da mão do semideus, que a lançou contra mim. Esquivei-me da bola de fogo, me afastando. Nunca havia visto fogo negro, mas imaginava que era mais poderoso que o fogo normal. Mais uma vez ele lançou uma bola de fogo contra mim e eu saltei para o lado, rolando no chão e me erguendo em seguida. Olhei para o semideus e percebi que ele estava um pouco ofegante. Era claro. Ele devia usar energia para usar aqueles poderes. Se continuasse me atacando daquela forma, se cansaria e então, eu teria a minha chance.

-Você é péssimo de mira. E os seus amiguinhos também, porque nem conseguiram deter o aprendiz de semideus aqui. – Disse para o filho de Hades que simplesmente riu de mim.

-Se acha que eu não posso te derrotar, nem meus amiguinhos, quem sabe se juntarmos eu e meus amiguinhos? Será que conseguimos derrotar o filhotinho de peixe? – Indagou Alex. Das sombras surgiu outro cão negro de olhos vermelhos, invocado pelo filho do deus dos mortos. A criatura avançou contra mim e eu estava pronto para ataca-la, mas então, senti algo me segurar pela perna. Do chão, dois braços esqueléticos me escalavam, surgindo da terra. O filho de Hades não queria mais jogar limpo. Invocara dois monstros contra mim. O cão saltou contra mim e conseguiu morder o meu braço. Gritei de dor e cravei minha faca na cabeça da criatura que se desfez em pó. Meu braço esquerdo sangrava muito pela mordida e o esqueleto continuava á sair do chão. Com minha faca, cortei a coluna do esqueleto com um golpe, fazendo ele se desfazer. Não notei quando o filho de Hades avançou contra mim e tentou me acertar um golpe de sua espada. Tentei me esquivar, mas o golpe cortou superficialmente meu rosto do lado direito, da bochecha até a sobrancelha. O sangue começou a escorrer do meu rosto. O semideus parecia cansado, mas se eu tentasse ataca-lo diretamente, ele venceria. Então, tive uma ideia. Fugi do filho de Hades para a direção onde eu enfrentara a dracaenai. Enquanto eu fugia, bolas de fogo negras passavam zunindo próximas de mim.

Ao chegar ao local encontrei a estátua que eu derrubara em cima da dracaenai e a lança elétrica do monstro. Peguei a arma em mãos e embainhei minha faca. Alex estava próximo. Corri pelo empório á procura de qualquer foco de água. E então, encontrei uma caixa d’água ao alto, segurada por duas vigas de madeira envelhecida e podre pelo tempo. Alex me encontrou e vi seu sorriso de desdém para mim.

-Agora vou te mandar para o reino do meu pai. – Disse Alex.

-Ah, o submundo. Caronte. Agora tudo faz sentido. – Falei. Alex me olhou com uma expressão de confuso. Com a lança, quebrei as duas vigas de madeira e a caixa d’água caiu do alto, se espatifando no chão e espalhando água para cima do meu adversário.

-Você não vai me parar com água, filho de Poseidon. – Afirmou o filho de Hades.

-Percebi. – Disse. Então, acertei o chão úmido próximo aos pés do meu adversário, me certificando que eu não estava em contato com a água. A lança, ao tocar na água, transferiu a energia elétrica que eletrocutou o semideus que caiu no chão, desnorteado. Após ver que Alex não levantaria mais do chão, voltei para onde estava Caleb e Chris. Os dois filhos de Ares estavam se levantando do chão. No trono de pedra, o espelho de Afrodite. Mais nenhum adversário por perto.

-Onde está aquele semideus idiota? Vou degolá-lo. – Disse Chris, em fúria.

-Legal a ideia de degolar, mas ele fugiu. Deixou o espelho para trás. – Falei, simplesmente.

-Como assim fugiu? Por que ele fugiria? – Indagou Caleb.

-Eu o derrotei. E ele fugiu. – Disse eu. Os dois me encararam com espanto, depois se entreolharam e caíram na gargalhada.

-Você derrotou ele? Até parece. – Disse Caleb, zombando.

-Ele deve ter fugido porque sabia que iriamos acordar e então, acabaríamos com ele. – Afirmou Chris. Revirei os olhos e fui até o espelho de Afrodite. Peguei-o em minhas mãos e me olhei no espelho. Qual era mesmo a palavra que a deusa havia dito?

-Nada? Praga? Prada. – Disse. Logo, o rosto da deusa surgiu no espelho. Ela olhou para mim surpresa e eufórica.

-Encontraram meu espelho. Ainda bem. – De repente a imagem dela desapareceu do espelho e a deusa se materializou atrás de nós. – Sabia que conseguiriam. – A deusa tomou posse de seu espelho e nos agradeceu dando um beijo no rosto de cada um e então, desapareceu. Havíamos recuperado o espelho de Afrodite. Detido Alex. Enfrentado diversos monstros. Peguei um ônibus até New Jersey e sobrevivi em uma missão com os dois filhos de Ares mais insuportáveis que eu conhecia.

-Bem que ela podia ter nos dado uma carona de volta para o acampamento, né? – Indaguei.

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Re: Teste de Reclamação - Três Grandes

Mensagem por Circe em Qui Abr 24, 2014 8:56 pm

Bom teve muitos erros de acentuação (envolvendo há, á, à, a) e algumas frases fora do lugar, erros na pontuação excessiva... Mas você pode corrigir tudo isso passando seus futuros post's por um corretor ortográfico (tipo o do word). Seu teste também me lembrou muito a história do Percy e isso quase me fez reprova-lo, veja bem não tem problemas usar lestrigões em aulas de educação física, mas se muitas coisas do livro começarem a se repetir então fica chato de ler, tente não basear seus posts na história do Percy ok?
Ah, quanto a batalhas descreva mais suas ações e as do oponente e tente levar em conta os pontos fracos e fortes dele. Aquilo de você cortar a coluna do esqueleto com a faca ficou muito estranho, preferi a versão que você fez com os esqueletos policiais.
Apesar de tudo isso você é criativo e seu teste me envolveu do começo ao fim, os erros que citei não foram tão graves e desconsiderei todos na hora da avaliação geral... Então seja bem vindo ao chalé das algas ^^


APROVADO

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Re: Teste de Reclamação - Três Grandes

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