Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

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Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Administrador em Ter Fev 04, 2014 10:33 am


Teste de Reclamação - Primordiais
Bem-vindo(a) Convidado, deve estar ansioso(a) para descobrir quem é seu progenitor ou progenitora, por tanto, queira por favor realizar o teste a abaixo. Queira por favor postar seu teste neste mesmo tópico.
Também pedimos que siga algumas regras, todas localizadas abaixo, assim, as suas chances de passar nesse teste aumentam em muito.
Boa sorte e seja bem-vindo(a) a família do PJO.



 
Regras
NÃO PLAGEIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.

Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Progenitor Primordial:
Progenitor Mortal:
Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Conte-nos sua História (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):
Apenas os filhos dos deuses contidos neste spoiler serão reclamados neste teste:
Chronos, Éter, Érebo, Nyx, Tártaro e Hemera.
 
 

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Última edição por Administrador em Sab Mar 15, 2014 11:32 am, editado 1 vez(es)
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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Nicholas P. Morgenstern em Dom Fev 16, 2014 1:49 pm

I don´t like the people and the sarcasm is my only defense
 


Nome: Nicholas Phillip Morgenstern  
Idade: 18 anos
Progenitor Divino: Nyx
Progenitor Mortal: Valentim Morgenstern  
Características físicas:
O menino tem um porte bem apessoado de atleta conquistado pelos anos e anos de pratica em lutas junto ao pai que sempre o treinou. Um galanteador sorriso de ator composto por dentes incrivelmente brancos que chegavam a brilhar em algumas ocasiões com tal qual sempre conquistou tudo que queria e quem queria. Sua altura fora do comum com mais de um e noventa intensificavam a beleza avassaladora do grande porte e sorriso. Uma robusta pele branca amorenada pelo sol que nunca foi o forte do garoto. Olhos castanhos que estavam sempre atentos a qualquer mudança no ambiente e nos seres que o compunham nunca perdendo um acontecimento, principalmente depois das seguintes mortes que presenciou. Cabelos da mesma cor dos olhos penteado em um topete para cima nas pontas da testa e mais social no resto do cabelo. Todo o conjunto tornavam-o um homem sedutor e extremamente desejado que sempre tirou proveito disso.    


Características psicológicas:
Atentando-se sempre as pessoas a sua volta, Nicholas jamais abandonaria um amigo ou deixaria de acolher alguém rejeitado pelo resto da sociedade. Ele se importa com que as pessoas não se importam, não julgando se a pessoa é má ou boa, mas também é um aproveitador de inconfundível  qualidade. Entender o garoto é um tanto complicado, apaixonado por mitologia e lutas, mas ainda mais pela escuridão noturna que sempre foi bem-vinda em sua vida. O mistério corre por cada canto de seu corpo, por mais espertos que fossem seus amigos nunca o conseguiram entender por completo. Sempre tirou e tirar alto proveito de sua sensualidade e não terá medo de usa-la com quem for, até mesmo seus melhores amigos poderiam se vítima de um golpe sorrateiro de uma beleza destruidora, mas apenas ele pode se aproveitar dos amigos, se qualquer outro tentar terá um destino não tão agradável a sua frente.    


História:


1Não era uma noite comum, quer dizer, Valentim estava em uma balada de 1996, mas era uma balada medíocre daquelas em que você encontra quase todo tipo de pessoa. Não era lá o lugar para onde uma pessoa como ele ia com frequência. O homem não queria dançar e nem mesmo conversar naquela noite. Estava sentado  em uma mesa de canto com seu próprio whisky e uma cara fechada que não adiantava muito se a intenção fosse passar despercebido.  


O homem tinha ainda mais de um e oitenta e seis. Era mais um homem intitulado pelas mulheres como sexy, com sua aparência meio Timberlake. Conquistava qualquer uma com seus olhos castanhos, cabelos castanhos bem aparados e sua barba bem feita. Frequentava os melhores lugares e acabava saindo com o melhor tipo de gente, em seus conceitos.    


Na maioria das vezes o que queria era apenas uma noite de prazeres e nada sério. Ao máximo saía três ou quatro vezes com a mesma pessoa depois ia cortando o papo e demonstrando o total desinteresse. Foi diferente a mais ou menos um mês e meio, provavelmente um dos seus relacionamentos mais longos depois que decidiu que coisas sérias eram perda de tempo. Tinha se apaixonado por uma mulher e declarou isso depois da terceira transa. Ao que parece o feitiço tinha se voltado contra ele e ela sumiu sem dar notícias.  


Decidiu então que viria a balada mais medíocre que encontrasse e se isolaria na bebida até se alcoolizar o bastante para não responder por si. É claro que um homem como ele levaria um whisky Malte tradicional do século XV e não beberia qualquer cerveja. Suas feições não deixavam de serem atraentes nem mesmo quando a solidão o atacava. A camisa azul e a calça branca estavam um pouco fora de época, mas caiam bem no então jovem de 19 anos que aparentava ter um pouco mais. As goladas levem na bebida saborosa demonstravam que ele não pertencia a uma ‘festa’ daquelas e todas as mulheres o olhavam com interesse. Ele não respondia aos olhares naquela noite.  


A música que tocava não o agradava. Não imaginaria que em Orlando tinha coisas assim tão defasadas  “ One In A Million “ não era lá a preferida do milionário. Estava quase pedindo uma dose de tequila para animar o corpo quando uma mulher ao ver muito mal educado sentou sem autorização na cadeira ao lado do rapaz. Nem de longe era feia, embora não fosse tão bonita como a  ex do rapaz. Seus cabelos negros caiam como ondas de escuridão até a cintura, cachos perfeitos. Os olhos da mesma cor preenchidos com um lápis fino e uma sobra prateada. Os traços do lábio pareciam chama-lo para beija-la principalmente com aquele provocante batom vermelho.  


-Acho que essa mesa já está ocupada - Vale manteve um tom de quem não estava interessado cm conversar.  


-Eu não me importo em dividir. A Noite pode voltar todos os dias, mas é melhor aproveitar porque nenhuma é igual.- A mulher falou "Noite' como se estivesse-a personificando.  


-Cada um aproveita do jeito que prefere e meu jeito não é você. - falou bebendo mais um gole de Wisky  


-A sensualidade notuna não deve ser desperdiçada. O sofrimento amoroso é uma total perda de tempo- A sensualidade que ela trazia era quase que irresístível. Um mistério no olhar como se todos quisessem possuí-la, mas quem sempre dava as cartas não eram eles- alguns são diferentes de Afrodite, Valentim Morgensterm. Namorar o amor é doloroso, porque o amor não aceita ser amando.  


- Quem você é?- falou um pouco assustado por ela saber de seu breve romance com a deusa da beleza.  


-Meu nome é Nyx. E sugiro que não se desfaça da chance que estou te dando.- disse em tom de mandamento.  


-Lady, você é a guardiã dos mistérios, patrona da magia e guia das trevas, mas ainda mãe da luz e do dia. - falou agora em tom de reverência. - Por que queres algo comigo?  


-Meus motivos para gostar de seu corpo não lhe dizem respeito.  


O restante da conversa não é muito difícil de adivinhar quando percebeu Vale já tinha acabado com o Wisky e devagar a mulher tirou-lhe o mau-humor, não apenas por causa de suas ameaças, mas porque sua beleza era grandiosa e a cada vez mais seus lábios chamavam os deles ao encontro. “Uma noite apenas”- pensou. A palavra “Noite” não saia de sua cabeça e agora os segredos noturnos pareciam mais claros Sensualidade, maldade, perversidade, oportunidades. Mesmo não tendo um bom relacionamento com os deuses e sabendo que Nyx era tão sensual quanto a própria Afrodite não podia mais negar a atração.  


Quando seus lábios se tocaram foi intenso. O sabor de cereja preencheu sua garganta e as línguas se enroscaram. Eles estavam enfim ficando, mas mesmo sendo uma deusa ele sabia que não havia paixão alguma dos dois lados “apenas o prazer de uma noite”. Eles se levantaram e foram a pista, ficaram mais um pouco ao som da música e a vontade chegou ao seu ápice. Os dois saíram daquele lugar Valentim procurou as chaves do carro e lá eles entraram.  


Não posso descrever muito agora, mas ele tirou as roupas dela e ela correspondeu. Entre beijos e outras coisas o ato aconteceu. Os prazeres foram intensos, mais intensos que aquela última vez. Os corpos da deusa e do homem se colavam e os movimentos se intensificavam cada vez mais.  


Apenas os dois, não havia mais música, balada, deuses ou mortais, apenas dois seres que estavam juntos e ponto.  



...








Eu estava chegando à porta de casa. Eram cerca de três da madrugada, mas não tinha receio algum de caminhar pelas ruas de Orlando a este horário, papai sempre disse que a noite é mais segura e acolhedora que o dia e que o amor e que todas as outras coisas. As outras pessoas o chamavam de louco e falavam que eu ia morrer um dia se ele continuasse assim. Falavam que eu tinha apenas cinco anos e jamais poderia ficar a mercê do escuro desta forma.  


“Eu amo a noite” – pensava toda vez que alguém questionava algo do gênero. Papai sempre falou que nada me aconteceria se andasse pela noite. Falava algo sobre os mistérios e a maldade estarem ao meu lado enquanto não pudesse me defender, mas que devia me preparar porque um dia tudo isso poderia se virar contra mim, quando Eles... perceberem que eu existo.  


Bati três vezes na porta de casa e meu pai abriu ainda acordado. Mais uma de suas “namoradas” estava com ele, Pamela, talvez Carina, não sei, ele sempre tinha novas namoradas. Ele me dizia que entenderia quando estivesse maior. Nunca consegui entender direito, mas mesmo criança, podia ver que existia uma relação bem curta entre eles, algo que não era de todo ruim.  


-Vá se deitar, Nicholas. - – papai ordenou enquanto a moça o beijava no pescoço.  


-Papai, eu não quero. Não estou com sono. - – disse querendo chorar, apenas para comovê-lo como sempre fazia com meus olhos castanhos brilhando.  


-Eu vou te contar uma história, então, OK? - – eu fiz que sim com a cabeça e ele se virou para moça  
Isabelle, tome um dinheiro, pegue um taxi.



A moça saiu um pouco relutante como quem diz “É só isso”. Ele me colocou na cama e me trouxe um copo de leite com chocolate.  Eu sorri enquanto comia biscoitos e a sua voz começava a penetrar nos meus ouvidos. Como de costume contava histórias mitológicas greco-romanas, desta vez era minha preferida “ A mãe da noite”. A história de Nyx era cheia de segredos, ela acolhia a toda criatura sem preconceitos ou mesmo conceitos negativos, sabia o segredo da imortalidade e era esposada com as trevas,  mas eu ainda achava que a mulher tinha apenas se esposado de Érebo para conseguir carregar-se de trevas, assim era a noite, vivia em comunhão com as trevas e afilhava a luz, sempre fazendo tudo que quer e como quer.  


No conto Nyx aprisiona seu marido no Tártaro, tornando-o um lugar hostil e carregado de maldade. O vácuo das trevas percorre todo o lugar fazendo-o de moradia e corrompendo toda e qualquer criatura que nele pisa. Tártaro não era um mal deus, na verdade assim como Nyx acolhia toda e qualquer criatura e ao acolher o mal as pessoas o confundem com o mesmo. Ele mesmo se confundi na verdade.  


Eu dormi, apenas quando a história acabou, uma hora e meia se estendeu até que então quando cinco horas e quinze minutos o dia já estava a ponto de surgir e eu cai no sono, ou como diria meu pai em seus contos, deixei que Hipnos me levasse ao reino de seu filho Morfeu.  Um sonho preencheu minha mente. E eu estava muito feliz com isso.  


A mãe noturna me guiava pela escuridão. “Você vai sair um dia, meu filho” – dizia. Eu via monstros como os dos contos tentando me atacar, mas eu os matava com algo que não consegui identificar, estava meio embaçado. Eles não pareciam notar a linda mulher ao meu lado. “Aceite seu destino e caminhe comigo”  - continuou falando.  


Uma hidra estava a minha frente, na casa de meu pai e eu tinha cerca de dezoito anos, a imagem começou a borrar e eu vi um lugar cheio de chalés, guerreiros gregos e um pinheiro guardado por um dragão. De alguma forma eu chamava-o de meu novo lar, não sei bem porque, mas sentia uma forte energia emanando de lá. Como se eu realmente devesse estar ali e algum dia espararia estar.  


Eu acordei ao meio-dia quase na hora para o almoço. Papai tinha feito lagosta com arroz ao forno e muita salada.  Eu escovei meus dentes, coloquei meu uniforme e peguei minha mochila. Lavei as mãos e sentei a mesa para comer.  Os olhos dele foram de encontro aos meus e vi uma tristeza, ele não era o mesmo de antes. A cada dia que se passava morria um pouco mais, é isso que o dia faz  com você, mostra suas imperfeições, a noite por sua vez, esconde tudo que deve ser escondido e mostra apenas o que deve ser visto.  


Ao contrário das madrugadas, Sr. Valentim Morgenstern não me deixava andar sozinho durante o dia. Dizia que eu não tinha idade suficiente, o que soava irônico uma vez que ele me soltava pela escuridão noturna em um breu incessante apenas quebrado pelas luzes da rua e da lua que em altas horas a poluição acumulada não me deixava ver.  


Quando ele me deixou na escola fui logo para sala e falei com Matthew e Maryse, os gêmeos da gangorra. Os chamávamos assim porque eles sempre corriam para sentar primeiro no brinquedo. Matthew  era meu melhor amigo, nós sempre caçoávamos da sua irmã pelas costas. Meninas são chatas. Quando ela se aproximava eu me preparava para mais um golpe. Sempre conseguia o que queria.  


-Maryse, eu estou com fome. Você tem dinheiro para o lanche? - – ela sempre tinha e sempre acabava me dando.  


- Tenho, mas eu preciso lanchar, Nick.- disse em tom de tristeza  


-Por favor, Myze . Se quiser eu te dou um beijo igual aquele que você viu no filme ontem.- – esqueci de mencionar que Myze era minha namorada.  


Maryse ficou vermelha e acabou cedendo. Nossos narizes se aproximaram e eu a beijei num canto da sala atrás dos armários onde a Tia Carlota não podia nos ver. A seus lábios eram... molhados. Por que meninas tem que gostar de beijos com príncipes, assim? No fim das contas eu acabei ganhando três reais e um beijo que... ah tudo bem... não foi tão ruim assim.  


No intervalo comprei um cachorro quente com o dinheiro de Myze e um refrigerante com meu dinheiro, ainda me sobrou para comprar doces na saída antes que o papai chegasse. As outras meninas também queriam um beijo do príncipe depois que a ‘fofoquinha’, como as meninas chamam, se espalhou.    


Myze me disse que se eu beijasse alguma delas ela iria chorar o dia inteiro no telefone e na sala, no meu ouvido, ninguém suporta o choro dela, então acabei cedendo. Bem que seria legal ser o príncipe da classe e ganhar dinheiro.    


...




Estes tempos estavam sendo um pouco conturbadores até mesmo para um adolescente de Orlando. Meu pai me diz que  a muito tempo já não era para eu estar aqui a algum tempo e que algo estava errado. Ele dizia isso desde os meus treze anos, as vezes pensava que ele estava me expulsando de casa, mas tudo passava quando ele mostrava total senso protetor.  


Estava a caminho da escola e ao meu lado Myse e Matthew conversavam sobre algo que não fiz questão alguma de prestar atenção. Maryse era minha namorada a dois anos, bom o tempo de criança não conta, então estávamos namorando desde os meus quinze anos e Matthew meu melhor amigo desde que me entendo por aluno.  


Os gêmeos tinham cabelos pretos e olhos azuis, uma altura mediana de pouco mais de um e sessenta e sete e um estilo bem alternativo. Em especial Maryse, que era muito bonita, afinal, eu não namoraria alguém feio sendo eu... eu. Ela estava sempre bem maquiada e com roupas de grife, quando não ia para escola, é claro. Se não mantinha o uniforme com 'camiseta branca, um casaco azul piscina com um shorts jeans da mesma cor.  


Ah, sim, eu mudei muito desde a minha infância os cabelos  castanhos agora um pouco maiores em um topete, olhos de mesma cor, mas um porte bem mais atlético e bem apessoado que aquele menininho pidão de antes, a pele branca amorenada e  um sorriso sedutor e uma aparência galanteadora que todas as meninas queriam ficar. Como antes Maryse daria o maior chilique se eu se quer brincasse com a simples ideia de ficar com outra.  


Chegando a escola o oi foi amplo, éramos o trio de ouro para toda a escola, modéstia a parte, eu era o menino de ouro e os meus amigos eram os amigos que andavam comigo. Todos se aproximavam e queriam entrar no nosso 'grupo escolar', mas ninguém era apto a  isso.  Matthew sempre solteiro aproveitava melhor os prazeres de ser popular. Confesso que às vezes eu me deixava ceder aos meus prazeres sem que Myze soubesse.  


As aulas não eram algo interessante a mim, então eu dava um jeito de convencer os professores a me dar alguma nota boa. A maior parte eram professoras e como já disse nenhuma mulher podia dispensar esse encanto jovial, um beijo ou dois quase sempre me garantia um B+, se não resolvesse recorria a recursos um pouco menos convencionais. E os professores, bom, uma boa amizade e uma salgada nas mãos sempre resolve.  
Na hora do intervalo eu e Myze pulamos o muro para namorar um pouco e acabamos transando na esquina da escola cedendo aos prazeres da minha beleza quase adulta. Eu estava a algumas horas de completar dezoito anos,  as exatas seis horas eu me tornaria um adulto, no primeiro minuto da noite.  


Algo estranho aconteceu enquanto eu terminava o serviço. Um homem alto, mais do que eu, que tinha exatos um e noventa e dois de altura, puxou minha namorada por trás e a derrubou no chão ela soltou um grito que devia ter alarmado o irmão que ficara de vigia. Logo que subi as calças parti para cima dele, mas meus socos pareciam não surtir efeito. Ele me jogou contra a parede e... ahn? Uma bola de fogo surgiu em suas mãos e ele a lançou contra mim, graças a Deus, meu pai sempre me preparou para se rum bom lutador e eu esquivei.  


Não pude acreditar quando vi, ele lançou uma das bolas na Myze e não havia mais vida em seus olhos, ou melhor, não haviam olhos apenas a caveira pegando fogo. Tentei correr inutilmente.Ele me pegou pelo pescoço e deu um sorriso, pude perceber que não era um homem, era um lestrijão, um lestrijão de verdade como os que papai falava nas suas histórias de ninar.    


Estava prestes a morrer, uma das bolas estava apontada a milímetros do meu nariz. Podia sentir o calor. O mísero suspiro da morte. O horripilante arrepio de quem esta a um passo do véu que nos separa da vida. Foi quando Gregor apareceu, um menino mirrado da classe. P tipo de menino que sempre estudou com você, mas nem você nem ninguém faz questão de notar.    


Ele estava tocando uma flauta e o lestijão pareceu se confundir, as plantas pareciam estar se enroscando nele e prendendo-o ao chão.  O presságio da morte havia passado e eu podia ver novamente a vida pulsar ao meu redor. Olhei para o menino que me observava com seriedade e então caminhei até ele.  


-Obrigado. Então... o que é você?- – disse um pouco sem jeito.  


-Eu sou um sátiro. - – respondeu levantando a barra da calça que revelava uma perna peluda de bode  
Seguimos em silêncio até passar pelo lugar onde Matt deveria estar e encontrei apenas um corpo cercado de policiais. Me forcei a não chorar e peguei o primeiro taxi que passou ordenando a ele que me levasse para casa.  


Chegando lá percebi que também havia algo estranho, as luzes estavam quase todas quebradas, quadros destroçados, almofadas rasgadas e tudo revirado, subi as escadas correndo e gritando o nome de meu pai. Quando cheguei vi uma cena mais estranha que a anterior, uma Hidra estava encurralando meu pai que portava uma espada de bronze e um escudo.  


Ele lutava e se defendia com uma destreza incrível.  Eu chamei a atenção  do bicho e ele logo se virou perdendo o interesse pelo meu pai.  Papai aproveitou para cravar a espada na barriga do bicho que urrou e lhe deu uma rabada fazendo o desacordar. Eu me joguei para o lado dele e peguei a espada passando por debaixo da barriga do animal.  


Foi quando percebi que ele não estava desacordado a pancada o havia matado também. Todos a minha volta mortos em um dia. Precisava vingar tudo isso. Peguei a espada e parti  para furar a barriga do monstro, um, dois e três cortes sempre desviando das bolas de fogo, a raiva maior me dava poder.  
Mais uma vez salvo pelo tal do sátiro, por um instante pensei que ia morrer quando sátiro chegou com mais dois jovens  que me salvaram da  bola de fogo e mataram o monstro com total trabalho em equipe. Algo me fez dormir e só acordei em no mesmo lugar do sonho que tive quando criança, acampamento meio-sangue.

Fim


A Batalha  
Era tarde da noite e eu havia passado tranquilamente pelas harpias uma vez que eu estava completamente imerso em meu capuz e invisível sobre o necromante que se estendia nas trevas noturnas.  Elas tentavam me localizar com o cheiro, mas era difícil, pois uma vez invisível eu podia despista-las e ainda deixar um rastro falso com meu cheiro usando poderes como os clones e a viagem nas sombras.  

Enquanto fugia podia ver os chalés inativos e calmos como um cão que deita embaixo de algum local sombreado para fugir do calor. Não haviam muitas luzes até chegar a arena. Eu como sempre estava esplendidamente belo, não havia como não estar, a genética, tanto mortal, quanto divina era infalível. Então, vestia uma camiseta branca gola vê que se destacava na escuridão, marcando meu corpo de lutador.  Uma bermuda negra de treino que me dava livre movimentação Portava também minhas armas. Além do manto, é claro, tinha minha pulseira que se transformaria em uma corrente de até 30 metros e se moveria conforme eu ordenasse por pensamento e também meu amuleto que se transformaria em qualquer arma de bronze celestial.  


Cheguei a Arena e senti o ar se libertar. Retirei o efeito de invisibilidade do capuz que cobria todo o meu corpo e sentei-me ao chão pensando no que queria enfrentar. Minha pele parecia se esconder ou chamar mais atenção durante a noite da forma com qual eu queria. Parecia que a noite me guardava ou me expunha se eu quisesse. Um tom de branco mais claro destacava o cabelo e os olhos castanhos no momento. O capuz preto agora entreaberto deixava uma fresta ao centro mostrando minha camisa branca. O vento batia leve e fresco como de costume no acampamento.  


Precisava de um desafio a altura, era um filho da noite, podia ser melhor que todos os outros filhos dos olimpianos, era um semideus filho de uma primordial extremamente respeitada e poderosa. Alguns diriam que eu me superestimo eu digo que eu me amo. Eu sei que posso, posso derrotar o que quiser e quem eu quiser, a morte não é o meu medo e matar também não, seja monstro ou semideus, é bom fugir do meu caminho.  


Escolhi então dois monstros que eu gostava muito enquanto a mitologia era apenas um mito. Abri a jaula do grifo com a corrente sem chegar perto e ele voou para o alto da arena. Depois abri a jaula de um venti que também subiu em forma de cavalo, um raivoso garanhão elétrico, um dia eu terei um para mim, combina comigo sabe. Poderoso e bonito, é ele tem que ser meu.        


Os dois partiram para cima de mim quase que imediatamente, rolei para esquerda e eles acompanharam o movimento lancei minha corrente sobre a extremidade esquerda da arena e me impulsionei  batendo com os pés e dando uma cambalhota para trás quando o grifo veio em minha direção. Eu estava montado nele. Ainda segurando a corrente que se estendia conforma a minha vontade eu tentei o prender, mas ele se jogou para  baixo e eu escorreguei soltando a corrente e teria batido com as costas no chão se a arma não obedece-se meus pensamentos. Eu então me agarrei a corrente outra vez e desci.  


Ao que me parece demorei demais porque quando cheguei ao chão o venti estava pronto para me atacar e eu não tive tempo de esquivar-me por completo, levei uma rajada elétrica que pegou de raspão na cintura, mas mesmo assim a dor quase me paralisou. O grifo então aproveitou e tentou bicar meu braço, se conseguisse teria-o rasgado, mas por sorte o capuz me protegia contra ataques físicos.  Eu me levantei e me recompus rapidamente para não baixar a guarda mais uma vez, ao que parecia estava um pouco enferrujado e precisava melhorar as coisas antes que fosse vencido por dois monstrinhos insignificantes, se não fosse capaz de derrota-los então não deveria estar lutando.  


Transformei meu amuleto em uma foice  e girei-a em forma de escudo. Hora da defensiva. Esperei até o ataque dos monstros, a esta hora perceberam que não poderiam me atacar fisicamente. O venti então causou uma pequena tempestade próximo a mim, com furacões e raios. O vento estava quase me levando.  Eu precisava resistir. Usei minha corrente outra vez para me impulsionar contra o vento. liberei seus 30 metros fazendo curvas  e andando sobre as paredes enquanto prendia a corrente em uma das pilastras horizontais do teto da Arena. Liberava os metros de acordo com o que dava assim, a corrente não me impulsionava para baixo e sempre se esticava ao máximo para eu poder andar pelas paredes.  


Rapidamente me esquivei da tempestade e cheguei aos monstros que já estavam me cansando o grifo viu a abertura no meu capuz e eu não tinha tempo de fechar, com a foice ainda em minhas mãos girei a e ele bateu contra ela apenas me derrubando. Lancei a mesma contra ele que esquivou pela esquerda deixando minha foice  presa na parede da arena. Era previsível que ele ia desviar, mas os monstros não eram tão inteligentes quanto deveriam ser. O venti jogou uma rajada de vento sobre mim que me impulsionou para longe, com os dois monstros se achando vitoriosos usei a corrente para puxar a foice e lança-la, uma vez que os monstros agora estava de costas para ela, quando viraram era tarde ela acertou o  cavalo que se vaporizou.  


Bati com as costas no chão, mas não deixei isso me abater, afinal era um semideus.  O grifo vinha em minha direção com as garras claramente apontadas para me peito. Uma onda de tontura percorreu meu corpo por causa da batida com a cabeça no chão e eu não consegui pensar, ele me acertou. Um rasgo fino, porém que sangrava manchando toda a camisa. Me enchi de raiva e lancei contra ele três esferas negras que o derrubaram depois cravei a corrente no mesmo que se esvaiu em pó.  


Cansado e sem querer ir a enfermaria eu coloquei meu capuz outra vez e com o mesmo cuidado com que vim, eu caminhei até a praia e passei a noite lá.


Musica: Cai a noite - Capital Inicial Frase;A noite é uma criança Musica:  
credits ‹›
   

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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Apolo em Dom Fev 16, 2014 2:01 pm

Muito bom... Bom até demais q. Enfim, sua ficha ficou extremamente boa (isso existe?) gostei muito da história, descrições e etc.

Serei morto pela Nyx por isso, mas..

☪☪☪☪☪☪☪☪☪

Avaliação desconsiderada conforme avisado.
Bom... Por onde começar? Ah, sim. Eu gostei bastante da sua ficha, principalmente da história, que foi uma das mais completas e criativas que eu já vi por aqui. Particularmente, não gostei muito de ter pego uma "sobra" da Afrodite, mas o mortal se deu bem, certo? Outra coisa a se levar em consideração é que você sabe como "viver" o personagem, escolheu o progenitor e se identificou totalmente com ele, criando um personagem que realmente pode-se dizer filho de Nyx, eu realmente adorei isso. Com isso fica inútil falar das características, não é? A batalha também foi boa, nada a destacar sobre ela. E  os - poucos - erros no texto (como a falta de vírgula, por exemplo) foram ofuscados pelo resto.
Seja bem vindo, filho.
☪ Nyx.


Aprovado.

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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Matt B. Morgenstern em Qua Mar 12, 2014 7:53 pm


Sim, minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem das grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.


Nome: Matthew Benjamim Morgenstern
Idade: 18
Local de Nascimento: Desconhecido.
Progenitor Primordial: Nyx
Progenitor Mortal: Valentim Morgenstern (Biológico) || {Outros - Adotivos}
Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Matt nunca foi acostumado a ter muitos amigos. Vivia praticamente isolado, também por causa dos traumas que sofreu na infância. Mesmo que seja uma pessoa solitária, o garoto não hesita em ajudar alguém que esteja em perigo, desde que essa pessoa seja justa com os outros ao seu redor. É totalmente justo, honesto e imparcial em suas decisões, mesmo que não seja a pessoa mais indicada a escolher caminhos a seguir. Em geral, é amigável com os poucos amigos que tem, mesmo que sua personalidade seja irônica e, às vezes, brincalhona. Não se deixa abater por simples fatos do cotidiano, sempre seguindo em frente. O que mais gosta de fazer é ler um livro, passar horas e horas – ou o dia inteiro – lendo um bom livro, visto que estes já o salvaram de diversas situações. Mas, para ele, assim é a vida: Quanto maior sua sabedoria sobre o universo, maior suas chances de sobrevivência.
Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Matthew tem a pele branca (mesmo que esta se bronzeie quando há exposição ao sol, o que raramente acontece com o garoto), e os olhos em um tom castanho-claro. A cor dos cabelos varia entre um preto e um castanho, que pode ser claro ou escuro, dependendo da luminosidade do local. É relativamente alto, com seus 1,80 m de altura e peso proporcional, sendo este 80 kg. Tem um rosto bonito, um corpo atlético e um sorriso sedutor. Matthew é levemente míope, mas se recusa a usar os óculos, usando lentes quando extremamente necessário. As numerosas corridas da infância e os próprios exercícios praticados tornam os músculos do rapaz em definidos e até ajuda das atividades normais no dia-a-dia de um semideus.
Conte-nos sua História (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):
Nyx sabia que não podia deixar os dois juntos, a deusa da noite sabia que seria um caos quando ambos descobrissem a verdade por trás de suas origens. Os dois gêmeos da noite seriam muito poderosos se ela deixasse os garotos juntos. A lua brilhava no céu, já haviam se passado 9 meses desde o encontro de Nyx com Valentim, os dois garotos haviam nascidos fortes e saldáveis, Nyx odiou ter que fazer aquilo e nem mesmo contar para o pai dos filhos, mas era o que tinha de fazer. Nicholas havia ficado com o pai, Valentim e vivera sua vida até chegar ao acampamento. Mas, por trás dessa história, havia outra que quase ninguém imaginava existir, apenas a deusa da Noite sabia da existência daquele garoto como seu filho e gêmeo de Nicholas. E é aí que a jornada de Matthew se inicia.
O orfanato luxuoso era localizado em Beverly Hills, na Califórnia. Àquela hora da noite, as luzes estavam apagadas e as portas e janelas trancadas. Embora houvessem apenas algumas poucas pessoas na rua, a mulher de Cabelos Negros intitulada como deusa da noite caminhava invisível pelo lugar até chegar à porta do orfanato de Beverly Hills onde deixaria o garoto que estava carregando, seu filho. Ergueu o olhar em direção às portas e estas abriram silenciosamente. A mulher depositou o cesto de bebê decorado com desenhos de luas e estrelas. Um clarão explodiu no local assim que a mãe sorriu para o bebê, ela desaparecera. A maioria dos recém-nascidos choraria muito na falta da mãe, mas Matthew permaneceu calado e logo adormeceu num sono tranquilo. As crianças do orfanato começaram a correr em direção ao hall de entrada onde o bebê estava. A velha senhora Morrison, diretora do orfanato (ou quase isso) pegou a cesta onde o pequeno dormia calmo como a noite.
Embora ninguém soubesse nem mesmo de onde viera aquele garoto, a simples decoração do cesto já denunciava quem aquele garoto era para a senhora Morrison, era ali que seu trabalho iria começar efetivamente. Mandando todas as crianças voltarem para seus dormitórios, a mulher retirou Matthew do cesto e colocou num berço decorado da mesma maneira. Todos já haviam se perguntado porque ninguém nunca havia usado aquele berço, até que Matthew chegou para ocupá-lo. A diretora guardou o cesto em sua sala, longe da vista de qualquer um, onde não poderia ser encontrado.      
☾★☽

A vida de Matt no orfanato não ela lá tão boa. A maioria das famílias que o adotavam não o tratavam bem. E não acontecia apenas nas novas moradias, pois no próprio orfanato os garotos maiores sempre caçoavam por algum motivo do garoto. A primeira família que o adotou havia sido os Gold. Clarissa e Jack Gold tinham em torno de 40 anos quando adotaram Matt, que, na ocasião, tinha 5 anos. Porém aquela família não era muito boa, mais queriam Matt como um empregado que como filho. Depois simplesmente o jogaram de volta no Orfanato de Beverly Hills, em menos de 3 meses após terem adotado o menino. Matthew chegou a ser adotado por várias outras famílias que o desprezavam, como por exemplo os Mason, os O’Loren e os Champoudry (que eram um casal de franceses bem estranhos, que andavam com roupas espalhafatosas das quais Matt tinha medo), porém os que mais marcaram sua vida foram os Swan.
Aquela família era diferente das outras, Matt fora adotado por Ruby e Killian Swan aos 10 anos. Assim que viu a enorme casa dos Swan se encantou, mas achava que aquela família seria como as outras, que o maltratariam ou não o dariam atenção. Porém tudo foi bem diferente do que Matt achava, aquela família era boa.
-Então você é meu novo irmão! Ficamos felizes em te receber. Sou Charlotte, e esses são meus irmãos: Wendy e Dereck.
A garota que o recebera era filha de Ruby e Killian, ela e seus irmãos, que apareceram atrás da garota, também eram adotados. Charlotte tinha cabelos negros e lisos na altura do ombro e tinha a mesma idade que Matt. Wendy e Dereck eram gêmeos, seus cabelos eram loiros e encaracolados e os dois tinham cerca de 5 ou 6 anos.
Matthew devia confessar que aquela família tinha o ajudado com o desenvolvimento dos seus poderes, mesmo que o garoto não soubesse disso. Foi ali que Matthew começou a amar a noite, ela o deixava calmo e encantado. Muitas vezes, subia encima do telhado da casa para apreciar o céu noturno: a lua brilhante as estrelas cintilantes no céu. Matt se lembrava de uma conversa que tivera com Charlotte em um desses dias, a garota havia o visto e subira no telhado também. Falando:
-Hey! O que está fazendo aqui?
-Apenas observando o céu... Me faz... me sentir bem.
-E por que está se sentindo mal?
-Não sei... Só acho que não sei exatamente quem eu sou?
-Ah... Nunca sabemos exatamente quem somos.
☾★☽

Os 4 anos com os Swan foram os melhores da vida de Matt, porém eles tiver que deixá-lo. Os Swan sairiam de Beverly Hills. Na verdade, sairiam dos Estados Unidos. Uma das regras de adoção do orfanato era que o adotado não poderia sair dos Estados Unidos para morar em outro lugar (o que Matt achava uma regra absurda), mas os Swan tinham que fazer aquilo, precisavam se mudar para outro lugar.
Assim que a família o deixou no orfanato, lágrimas jorraram dos olhos de Matt, voltaria a morar naquele lugar horrível. Assim que entrou percebeu que nem muita coisa tinha mudado (diferente das outras vezes que Matt tinha voltado ao orfanato depois de morar com outros famílias, quando percebia que o lugar tinha mudado bastante).
Assim que o garoto chegou no lugar, a Sra. Morrison o chamou até sua sala, encima de sua mesa havia uma cesta de bebê decorada com luas e estrelas, a mulher perguntou se aquilo lembrava algo a Matt.
-Não... E por que deveria lembrar algo? – O garoto respondeu.
-Ah... Quando o relógio 12 vezes tocar, à sombra da noite tudo se revelará. – Respondeu a Sra. Morrison.
-Desculpe... ?
-Essas frases vieram nessa cesta.
☾★☽

Era seu aniversário de 18 anos, Matthew estava feliz. Como um adulto, agora poderia sair daquele lugar horrível. A Sra. Morrison chamou o garoto e disse que queria lhe mostrar algo.
A noite estava fria, os dois foram até o museu de Beverly Hills, o lugar era bastante rústico e tinha vários andares, em cada um havia exposições sobre certa mitologia. Matt andou pelo lugar com a Sra. Morrison até chegar no 4º andar, o de Mitologia grega. Haviam várias salas ali, mas a senhora queria que Matthew visse algo especial: Deuses primordiais. Assim que chegou na sala se sentiu como se estivesse em casa.
Havia uma estátua de uma mulher e cabelos longos e uma túnica grega enfeitada com estrelas e luas, as pupilas eram feitas com um cristal azul brilhante e bonito. Matt sorriu, não sabia porque o fez, mas aquilo o deixava bem. Foi então que ouviu as janelas do lugar se quebrando, não podia acreditar no que estava vendo. Sentia uma leve tontura e desmaiou.
Era verdade, Matt não podia acreditar. A criatura que ele havia visto entrando pela janela, um monstro, uma fúria. Estava ali. O garoto estava tonto e mal conseguia se mexer, quando ouviu a primeira badalada do relógio. Percebeu que a fúria estava prestes a matar a Sra. Morrison. Matt correu, gritando:
-NÃO!
O relógio continuou, até que, ao décimo segundo badalo, assim que Matthew encostou na Fúria, ela se desfez em pó. “Quando o relógio 12 vezes tocar, à sombra da noite tudo se revelará. ” – Lembrou Matt. Ele percebeu o corte que a fúria fez no pescoço da Sra. Morrison, a mulher sussurrou:
-Missão Cumprida.
Seu corpo brilhou e ela sumiu. Matt percebeu um brilho atrás de si, os olhos da estátua de Nyx brilharam e um mulher de cabelos negros e longos, semelhante À da estátua apareceu.
-Mãe? – Deduziu Matt.
-Sim, filho. E você tem que ir ao acampamento. Já!
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):
Matt estava na casa de sua mãe, no Tártaro. Nyx havia o levado ali recentemente para que Matt conhecesse o lugar e ficasse um pouco com a mãe. O garoto tinha que confessar que o lugar era lindo e que surpreendeu com o tamanho do palácio. Haviam lustres em forma de Lua, decorações em forma de estrelas, o lugar era Negro como a noite e bastante convidativo. Havia muita coisa para se fazer ali, tais como praticar feitiços salas de feitiçaria, ver mapas estelares e outras coisas astrológicas ou até pegar um mapa e fazer um tour pela enorme morada da noite, mas nada interessava a Matt, que ficou horas vagando pelos corredores escuros da casa.
O garoto não fazia ideia de como conseguiu realizar a proeza de conseguir chegar até o Hall de entrada da casa, mas agora que estava ali, não adiantaria continuar a vagar pelo lugar e se perder de novo. Foi quando ele visualizou as portas. Nyx havia o levado até lá por magia, diretamente para dentro da casa. Matt imaginava como seria o Tártaro. “Um lugar horrível, eu acho... Ótimo. ” – Pensou o garoto. Ao se aproximar das portas, o garoto esperou que elas se abrissem magicamente para sua passagem, mas o que aconteceu foi exatamente o contrário. Matt foi jogado para trás pelo que parecia ser um feitiço de proteção. Matt voltou até a porta mágica, falando:
-Vamos, sua coisa velha, abra!
E chutou a porta, dessa vez não foi impedido pelo feitiço (embora, mais tarde, o pé viria a doer bastante), as portas se abriram.
Imediatamente, Matt desejou não tê-lo feito. Aquele lugar era totalmente fedido, onde a casa de Nyx se localizava? No estômago de Tártaro ou algo assim? Matt saiu do castelo, assim que saiu, as portas se fecharam atrás dele. O garoto bufou e continuou andando, o que poderia fazer ali? Achava que incomodar Tártaro não seria lá uma boa ideia, mas ali não deveria ter vários monstros pra enfrentar. Matt verificou as armas que tinha. Na verdade, só estava com seu amuleto. Teria que se virar apenas com aquilo.
O lugar era bem estranho e chegava a ser um pouco nojento, o garoto caminhava pelo “chão” do lugar cautelosamente, quem sabia o que poderia haver embaixo daquilo? Observou alguns dos rios, considerados “veias” de Tártaro. Se fosse verdade, Matt nunca iria querer mergulhar ali. Parou para descansar um pouco, sentando-se no chão, perto do rio do fogo.  
Foi quando percebeu uma sombra se estender atrás dele, era relativamente grande e parecia perigoso, rapidamente, pegou seu colar em forma de hexagrama, se virando enquanto o item se metamorfoseava em uma espada. Matt conseguiu visualizar o ciclope: Era enorme e seu único grande olho no meio da testa era quase totalmente negro, era estranho... O ser sorriu ironicamente, o que Matt achou estranho. O ciclope o pegou pela gola da camisa o jogando para longe. Felizmente, não foi para o lado do Flegetonte, porém, mesmo assim, a queda tinha sido dolorosa.
-Irá sofrer a fúria de Érebo! – Gritou o ciclope.
O ser correu em direção a Matt, com sua enorme clava em mãos, se preparando para esmagar o garoto. Mas, obviamente, um filho de Nyx, com todo o seu orgulho, não deixaria ser derrotado por uma criatura daquelas, não? Invocou 3 esferas de energia lunar, que foram lançadas diretamente na direção do monstro, estas atordoaram a criatura, que parou. Era a hora perfeita para que Matthew atacasse seu inimigo, num movimento rápido, se levantou, transformando a espada numa lança e partindo contra o ciclope. Mal o monstro tinha se recuperado das esferas quando o filho de Nyx o alcançou, golpeando o ciclope com a lança. Este tentou reagir, fez um golpe rápido com clava, tentando acertar Matthew, mas o garoto girou em 360 graus, escapando do golpe, ao mesmo tempo que a lança se transformava numa espada e feria a barriga do monstro.
-Érebo ainda quer tentar me matar? – Falou o garoto, ironicamente.
-Irá pagar por isso, filho da Noite! – Respondeu o ciclope, raivoso.
Rapidamente, o ciclope golpeou Matthew com a clava sem o garoto perceber, fazendo-o ser jogado para longe, quando caiu numa cratera. Percebia o monstro avançando com toda a sua força, mas nem mesmo conseguia se levantar, as dores que agora percorriam seu corpo eram grandes. O monstro ficava cada vez mais próximo e o garoto não tinha força nem mesmo para se levantar, o golpe com a clava tinha sido fatal.
O monstro chegou até o garoto, o prendendo e tentando esmaga-lo contra o próprio corpo. A dor aumentava cada vez mais, Matt imaginou que aquilo não era um jeito muito bom de morrer, mas parecia que não havia outra saída. Foi quando percebeu que o monstro tinha cometido um grande erro. Estava imobilizado e não poderia mover a espada... Porém, se o item poderia se transformar em qualquer arma não-mágica, será que poderia aumentar de tamanho? Era a única chance de Matthew escapar do ciclope, quase não tinha mais forças e, se a situação continuasse daquele jeito, o garoto morreria. Concentrando sua atenção, fez a espada aumentar de tamanho sem o ciclope perceber, o monstro só viu na última hora, a espada espetou seu pé, o que gerou uma grande dor, fazendo-o soltar Matthew. Usando o pouco de energia que ainda lhe restava, Matt pegou a espada, agora caída no chão, e estacou na barriga do monstro, falando:
-Diga para Érebo que mandei um olá! Ah esqueci... Você não poderá.
Assim que a prole de Nyx retirou a espada, o monstro se desfez em pó, mas por quanto tempo ficaria daquele jeito ali no Tártaro? Matthew não sabia, mas não podia sair dali, caiu desmaiado.


Thanks Winter!


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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Afrodite em Qua Mar 12, 2014 8:31 pm

Matt, sua ficha me fascinou muito, ela é digna de um filho de Nyx, e se encaixa perfeitamente com a história de Nicholas. Então, sem mais delongas, Seja Bem Vindo filho da Noite meu meio-irmão

Aprovado

Atualizado por Nyx.

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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Alistair T. Redfield em Qui Mar 13, 2014 8:27 pm

Nome: Alistair Taylor Redfield
Idade: 18 anos
Local de Nascimento: Seattle, Washington
Progenitor Primordial: Nyx
Progenitor Mortal: Christian T. Redfield
Características Psicológicas: Alistair é uma pessoa de mente aberta, livre para viver de suas escolhas sem medo ou pudor. De forte personalidade vingativa e muitas vezes perversa, ele defende-se com garras e dentes e odeia ver seus queridos amigos - que não são muitos - sendo rebaixados, possuindo um natural instinto de justiça, apesar de ser um péssimo líder, segundo ele próprio admite. Amigável, procura sempre agradar as pessoas e busca sempre se encaixar, se enturmar, mas com naturalidade, originalidade e aceitação, visando sempre pessoas de personalidades que sejam compatíveis com a sua. Ali dificilmente irrita-se, mas quando o faz, é capaz de principalmente falar atrocidades sem pensar direito, sempre atacando pontos fracos das pessoas, e dificilmente o semideus se esquece de suas brigas e intrigas com as pessoas, tendo uma boa memória. Perdoa com facilidade, é teimoso e decidido, sendo compreensivo, sagaz e observador, e quando toma uma decisão dificilmente fazem-no mudar de opinião, a não ser que mudar de escolha seja o saudável e o certo para si. Ali costuma ser bastante observador, analisando com audácia as personalidades das pessoas para só depois formular uma base, uma ponte para assim criar uma amizade duradoura com a pessoa em questão. Já inimigos, ele os analisa e atinge seus pontos fracos caso pisem em seu calo, e dificilmente os risca de sua lista, pois ele raramente perdoa e nunca se esquece das atitudes das pessoas. Possui um espírito livre e melancólico, desimpedido de paradigmas e pretextos, sendo liberto das alças da humanidade e de sua sociedade quebrada e acusativa, preferindo um dia inteiro em um carro dirigindo livremente ao invés de passar uma tarde numa igreja com falsos moralismos e pessoas culpando os outros e se sentindo superiores.
Características Físicas: Olhos castanho claros, tom de chocolate-claro, com uma pele pálida e tom de neve, com 1,79 de altura e cabelos loiros escuros e sempre em penteados cheios e bem modernos, com lábios róseos carnudos e uma nariz branco e segundo ele "é um nariz de coruja". Músculos definidos, faz corrida e já foi animador de torcida, então têm uma ótima elasticidade e sabe fazer acrobacias, pratica natação e possui 85Kg de músculos.
Conte-nos sua História: Nasceu no condado de King, na bela cidade de Seattle, Washington, Ali sempre foi considerado um garoto no mínimo, diferente. Com sua mãe supostamente ter morrido após o parto por complicações, ele foi criado com seu pai ausente, dono de uma empresa de automóveis, e com rígidos ensinamentos de sua avó, Margareth, uma mulher religiosamente insana, louca pelos ensinamentos da bíblia e que para ela tudo era insano. Desde pequeno pareceu existir uma barreira entre Ali e Margareth; ao se verem, Margareth olhava para o neto descrente, como se ele fosse uma aparição do maligno em carne, e ele a observava com uma curiosidade infantil, porém temerosa - como um prelúdio de seus tempos difíceis que viriam com o tempo.

A convivência entre Margareth e Ali foi dificultando com o passar do tempo. Com seus 5 anos começou a guardar rancor dos tapas que recebia por falar droga ou por pedir para ver pelo menos televisão.
- Esta é a origem do mal, você não entende? Colocaram na cabeça dos homens que a modernidade é algo útil, edificante, mas ensina apenas o erro, o pecado, a insolência e a escravidão da mente! - berrava ela enquanto desligava a televisão desviando os olhos, com o controle na mão apertando o botão de desligar apressadamente, tentando não ouvir nada.

Ele tentava dizer para o seu pai, e ele tinha pena do garoto talvez, mas se sua mãe podia suportar as pirraças de seu filho, por quê não deixá-lo com ela mais alguns anos? Este talvez fosse a pergunta que Christian se fazia todos os dias, e para Ali aquilo incomodava, doía como se enfiassem uma faca em brasas dentro de seu estômago. Aos poucos, ele foi tornando-se mais e mais recluso, fechado e mantinha apenas amigos do peito junto de si. Suas notas eram boas, ele se dedicava principalmente à história, e tinha admirações como a história da Grécia, principalmente seus deuses, e apreciava principalmente as belas deusas Nyx, Hécate, Macária, Afrodite entre outros, como Ares e Hades. Ele estudava horas a fio a história dos deuses e tinha uma estranha fascinação por Nyx e associava sua imagem de deusa da magia e dos segredos ocultos à imagem de Joanna D'Arc, chamando Joanna de "semideusa, filha de Nyx, a deusa da noite e da magia".

Com os seus 15 anos passou, literalmente, a ser ainda mais estranho; deixou o seu cabelo ficar maior e muito cheio, usando roupas mais escuras e apaixonando ainda mais pelas magias ocultas, infelizmente tendo nenhum resultado com os milhares de livros pegos emprestados pelas bibliotecas e trechos de rituais na internet. Frustrado, resolveu largar um grupo Wicca do qual participava, passando a amenizar seu visual radical e a odiar mais ainda seu pai por recriminá-lo, sempre chamando-o de infantil e tratando-o como criança, e de sua avó, chamando-o de bruxa e prostituto do Diabo.

Com seus 16 anos, passou estranhamente a desconfiar de ser um bruxo realmente, por seus sonhos estranhos e principalmente pela facilidade que ele possuía em "reconhecer as auras" das pessoas; facilmente ele desvendava o estado de espírito das pessoas e acaba por ser olhado com péssimos olhos sobre sua sanidade mental, e após um episódio onde ele saiu numa festa sua de aniversário dizendo para as pessoas seus sentimentos e pedindo livros de bruxaria ao invés de presentes normais, seu pai trocou olhares com sua mãe, que assentiu, sem o garoto perceber, e depois da miserável festa, tristemente o garoto se retirara para o seu quarto, quando seu pai e sua avó o imobilizaram com um tranquilizante e o pobre garoto acordou o dia seguinte numa maca branca, num quarto minúsculo e com um doutor de olhos frios e cruéis, cor de gelo, fitando-o e mentindo, dizendo que tudo iria ficar bem.

Pelos meses seguintes ele sofreu de diversas torturas; ele tinha de ficar junto de outros pacientes nos "horários livres", com milhares de pacientes loucos de pedra, se cortando, batendo uns nos outros, fazendo coisas bizarras e gritando até mesmo em línguas diferentes. Ali ficava apenas sentado numa poltrona de couro negro, no canto da sala fechada, onde até as janelas eram cheias de barreiras, observando as pessoas e optando por não falar nada e, quando o horário terminava, ia por último depois da fila para o quarto 13, onde chorava querendo sair dali com todas as suas forças, e ele nunca valorizou tanto a liberdade. Em certa época ele passou a ficar agressivo, e Alistair duvidou de sua sanidade, e passou a gritar, se debater e a forçar o vômito para livrar-se dos medicamentos, e logo passou a temer ainda mais o doutor Morgan e as suas mãos grandes e peludas querendo aproveitar-se dele enquanto ele delirava com os remédios. Aos poucos, o garoto ia criando mais e mais desesperança da vida, achando que a liberdade lhe fora tirada como uma punição, por ter matado sua mãe talvez, ou que os ensinamentos de sua avó eram realmente os certos e que ele deveria tê-la escutado.

Sua dor e sofrimento acabou quando ele completou seus 18 anos. Tirado da clínica, ele foi em silêncio no carro de seu pai, que falava que agora em diante o garoto iria tomar alguns medicamentos para tratar de sua bipolaridade e de seu problema de melancolia, e que iria estar sempre sendo vigiado por sua avó e por um profissional - um enfermeiro - e que iria tratá-lo e dar-lhe os medicamentos certos. Para Ali, tudo o que o seu pai falava era idiotice, besteiras de um péssimo pai que achava que o filho iria ser alguém normal e bom algum dia. Com negatividade para com os remédios, respostas mais afiadas e elaboradas sobre a religião e um ódio enfurecido para com seu pai, Ali passou a ser temido, passando de um bom garoto estranho, porém ainda fofo e adorável, passou a ser a personificação da ignorância, da raiva e do ódio, e aos poucos seus professores, colegas de escola, seus poucos amigos - nem tão importantes - e sua família passou realmente a acreditar que ele estava sobre o domínio de outra personalidade, e pensavam seriamente em colocá-lo de volta na clínica.
- Não! Nunca! Acha mesmo que eu serei escravizado por suas palavras dóceis e ao mesmo tempo rígidas? Não temo você pai, nem sua mãe, que se ferrem suas religiões e seus paradoxos, não me importo se estou sendo possuído pelo demônio, se estou com múltiplas personalidades, bipolaridade ou seja lá o que pensarem de mim! Eu me sinto bem, eu me sinto em plena harmonia comigo mesmo, eu sou livre para decidir minhas escolhas... - ele berrou certa noite quando o seu enfermeiro hóspede já tinha uma seringa na mão pronto para imobilizá-lo para mandá-lo de volta para a clínica.
Seu pai assistia com total horror e tentava contornar a situação.
- Você é perturbado, um louco, como sua mãe fora! Ela era bipolar, uma verdadeira deusa comigo, mas do nada mudava de ideia e pensava em matar-me, ela era louca, assim como você. Ainda dizia ser a deusa Nyx, acha mesmo que você é como ela? Louco de pedra também? Quero lhe ajudar, seu merda! - seu pai gritou bem no rosto de Ali, o hálito de menta deixando o garoto com as narinas ardendo e amedrontado.

Em um segundo, ele estava encarando o pai, no outro, já estava empurrando-o para fora do quarto e trancando-se, fazendo suas malas e reunindo tudo o que podia. Ele primeiramente pulou a janela do segundo andar, e desceu, pegando o seu carro que ganhara de presente assim que saíra da clínica - e que nunca pôde usá-lo por ser "mentalmente instável" - e acelerou, enquanto seu pai olhava-o desesperançado da janela, com lágrimas nos olhos. Sua avó no andar de baixo corria para o meio da rua e gritava, chamando-o de Diabo, e Ali ainda sorriu ao ver que um caminhão de uma marca de sapatos chamada Prole do Diabo atropelou-a, matando-a. Alistair prometeu a si mesmo sempre seguir em frente, e passou algum tempo dirigindo, parando em alguns bancos onde tirava aos poucos o dinheiro de sua conta - que felizmente seu pai não cancelou - e continuou, sem ser incomodado e arranjando muito mais amigos pelas estradas do que teve em toda a sua vida pequena e infeliz.

Pela primeira vez, Alistair sentia a liberdade dos dedos dos pés ao topo de seu cabelo loiro desgrenhado pelo vento de seu conversível vermelho da Mercedez.  Certa vez, quando ele estava em alguma estrada qualquer perto de Nova Iorque, ele ouviu gritos pelos céus, e, fascinado observou a lua cheia enorme e clara lá no céu, com sua luz prateada iluminando sua pele translúcida e clareando seus olhos cor de chocolate, deixando-o fascinado. Ele evitou, mas não aguentou e chorou de felicidade, emocionado com tal lugar; um deserto enorme e iluminado pela noite, as milhares de estrelas pontilhadas lá no céu, espalhadas assim como a sua vida, sua história, sua liberdade. E foi quando sentiu um vento atingir suas costas e o gritou veio novamente mais alto, porém, antes dele se virar sentiu uma dor nas costas e caiu fraco ao chão, colocando a mão nas costas e percebendo haver sangue nelas, junto com um arranhão forte como o de um gavião ou águia. Ao abaixar-se atrás do carro e observar o céu, pôde ver uma estranha criatura sobrevoando os céus, circulando-o. Parecia ter formas femininas, porém a criatura tinha asas e garras e parecia um gavião o som que saía de sua boca/bico.

Ele olhou ao redor, percebendo que nada poderia usar para matar tal criatura e seu hotel onde ele se hospedara era longe demais para voltar. Ele, decidido, entrou em seu carro e acelerou fechando a parte de cima. A harpia parecia segui-lo e arranhar constantemente acima do carro, parecendo falar algo em uma voz aguda horripilante, misturado ao som inebriante de uma águia em caça. Ele por fim encontrou os limites da cidade, a alguns poucos 5 quilômetros e, decidido, foi para a encosta da estrada, indo de encontro a uma placa onde bateu de frente e, a harpia que tinha suas garras presas no teto do carro, voou com o impacto, por conta de sua distração com a caçada. Rapidamente ele desceu do carro, pegando uma pedra pesada com um pouco de esforço e jogou na cabeça da criatura, que ainda se movia, mas do nada surgiu um carro negro e sua roda dianteira pegou na cabeça da criatura, espatifando-a fazendo um barulho como o de um ovo quebrando-se. Um loiro alto e de cabelos longos desceu do carro, apresentando-se como Kim, e botou as mãos na cintura, sua roupa branca brilhando sobre a luz da lua.
- Cara, nunca te vi pelo acampamento! Nossa, como seus olhos brilham de cores diferentes, são muito bonitos, nunca vi alguém com olhos de duas cores! Deu trabalho essa harpia não é? Pois é, pra você deu, mas eu sou o cara, então não se importe. Você tem cara de não saber nem de quem é filho, certo? - o loiro parecia ser tão tagarela que precisou de quase 1 minuto para Ali entender toda a frase.
- Meu pai disse que minha mãe era louca por se auto-proclamar a deusa Nyx e que eu era um semideus, um igual a ela. Pensei que ele tinha razão e eu e minha mãe partilhávamos da mesma... "doença" ou coisa assim. - Alistair falou abraçando os próprios braços com o frio.
Kim lhe deu seu casaco de couro preto e sorriu, porém, para a tristeza de Alistair, outra harpia surgiu e em um segundo Kim sumiu, caindo segundos depois de cabeça no chão, que abriu-se e massa encefálica foi para todos os lados. Alistair tentou ligar o carro mas o mesmo não funcionava mais, então ele apenas fez o que pôde; pegou a espada no carro de Kim, e quando a harpia avançou enfiou a faca dentro dela e a partiu ao meio.

Horas mais tarde, dirigindo o carro de Kim e com seus devidos pertences no carro do mesmo - e o corpo dele envolvido com um de seus lençóis favoritos no banco de trás - e foi na direção de um papel pálido cinzento que tinha escrito Acampamento Meio-Sangue, e ao chegar lá, foi recebido por um homem que da cintura para baixo era um cavalo. Assustado, Alistair desmaiou de cansaço, fome e susto, e ao acordar-se encontrava em um estranho lugar.
- Onde estou? - Alistair passou a mão no rosto para averiguar qualquer coisa e olhou ao redor reconhecendo a natureza do mesmo local onde deixara o morto. Ao ver aquele mesmo homem-cavalo, ele observou-o com atenção, e entendeu que o homem-cavalo parecia triste. - Desculpe-me, senhor homem-cavalo, sinto muito por sua perda, ele salvou minha vida e sempre irá ter um lugar especial.
- Tem um lugar para ficar, semideus? - o homem virou-se.
- Não... - Alistair falou baixando a cabeça..
- Então seja bem-vindo ao Acampamento Meio-Sangue, como você é um semideus, filho de Nyx, nada seria mais justo, garoto. - o homem sorriu apertando sua mão. - Prazer, sou Quíron, e eu sou um centauro.
Alistair retribuiu, sentindo um pouco mais de esperança.


Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado: Meus dias havia saído perfeitamente agradáveis, sempre podendo desfrutar do lugar, fazer amizades com meus irmãos e todas as noites antes de eu dormir eu podia ouvir a voz refrescante e doce de minha mãe respondendo aos meus chamados e pedidos de orientação. Mas, numa forte noite de tempestade com uma torrencial chuva eu descobri que nem tudo pode ser flores e descanso. Saindo do acampamento por pedido de Quíron, fui observar que na entrada do Acampamento havia um semideus adormecido, com um sangramento na testa, apressadamente, corri em seu auxílio com meu amuleto transformando-se em lança e atirei-o em uma harpia que aproximava-se do jovem adormecido. Puxei-o o máximo que consegui, deixando-o perto de uma árvore e sem o perigo da lama cobrir seu rosto, pois chovia intensamente e água cobria as raízes das árvores. Fui até a harpia, ainda tentando retirar a enorme lança dele, e puxei de vez a lança, fazendo-a gritar. Peguei a ponta da lança e enfiei dentro de sua enorme boca transpassando-a pelo meio das costas da criatura.

Ela caiu, morta, enquanto mais outras duas harpias sobrevoavam o céu escuro e eu estava mais do que encharcado e com os pés melados de lama, formei 3 esferas de energia lunar e as atirei nas harpias, fazendo uma delas gritar e cair, ficando presa nos galhos de uma árvore, enquanto outra ainda voava com uma das asas meio danificada. Rapidamente, eu transformei meu amuleto agora em espada, cortando os galhos presos e a harpia caiu de cabeça no chão, e enfiei a espada no seu coração, enfiando o mais fundo que pude, percebendo vir outra por trás de mim, então rapidamente eu me agachei, e quando senti que ele passaria direto por mim levantei a espada em sua direção e quando a mesma caiu ao chão, estava partida em duas.

Observei ao meu redor e coloquei o amuleto no pescoço, puxando o semideus adormecido pelos braços, agachado, mas a quantidade de chuva piorou, dificultando a minha visão, e puxar o semideus era cada vez mais difícil e arriscado, principalmente por eu e ele estarmos no meio da lama, com a chuva piorando e sem estarmos debaixo das folhas das árvores. Ouvi o barulho ensurdecedor dos gritos de mais harpias, e mais uma vez empunhei minha lança, e com a mão esquerda apalpava o pescoço do semideus moreno para checar se ele estava vivo ainda. Ainda havia duas enormes harpias voando com facilidade em meio a toda aquela chuva, então transformei da lança em amuleto, do amuleto transformei em espada e quando uma delas desceu correndo na lama em minha direção, aproveitei o chão liso e corri em sua direção, deslizando deitado e enfiando a espada em sua garganta - já que a mesma corria se esgueirando abaixo - e saí rasgando da garganta às pernas, e assim que fiquei de pé senti garras perfurarem meu peitoral e passei a espada na perna direita da criatura, fazendo soltar-me.

Fiquei de pé, com a harpia muito mais agitada e transitando entre as árvores agilmente, tentando ofuscar minha fraca visão. Quando a mesma saltou cravou suas garras em meu peito, fazendo meu corpo cair com força e violência no chão, não muito duro pela quantidade de lama. Ela ainda voava acima uns 3 metros, e quando foi descer com as garras das mãos e pés na direção de meu rosto, eu transformei a espada em lança e ela foi direto ao rosto da harpia, abrindo sua cabeça em duas e salvando o meu rosto da mutilação com apenas uns 5 centímetros de distância. Joguei-a de lado, voltando para o semideus ferido e puxando-o de volta para a entrada do acampamento, onde recebi ajuda e fui para a enfermaria passar a noite com o semideus ferido na maca ao lado.
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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Éter em Qui Mar 13, 2014 9:01 pm

Avaliação!
Olha, você não respeitou o mínimo de linhas nas características físicas e na batalha, além de que achei alguns erros em seu texto, o que me deixou um pouco confuso. O ponto forte da sua história foi que você soube se encaixar no  "contexto" de um filho da noite, além de que foi bastante criativo.
Fiquei bem indeciso sobre minha decisão, mas analisando sua história e batalha meticulosamente, também não fez muita coisa errada, além de que acredito que possa melhorar com o tempo.
Por isso, Parabéns.

Aprovado!
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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por James K. Heiselmann em Seg Mar 17, 2014 9:22 pm

Nome:
James K. Heiselmann

Idade:
16

Local de Nascimento:
Los Angeles

Progenitor Primordial:
Tártaro

Progenitor Mortal:
Marie K. Heiselmann

Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Inicialmente, é extremamente impulsivo e ao mesmo tempo muito calculista e paciente.   Isso se aplica em algumas situações. Situações problemas que envolvem James e que não o afetam muito diretamente, ou situações que não tem a ver com o próprio, sua mente torna-se uma massa pensativa e calma, criando soluções para os problemas que lhe forem apresentadas nas mais diversas situações. Porém quando a situação volta-se para James, ou às pessoas com as quais ele se importa, tudo isso muda. Tudo parece um emaranhado de fios, todos misturados, atados e enrolados. Nada faz sentido, e James não pensa, apenas faz. Fica extremamente difícil, quase impossível de ser calmo e paciente. A impulsividade toma-o de uma forma quase que brutal.
Continuando, na maioria das vezes não se enturma muito com as pessoas e prefere ficar sendo apenas um desconhecido do que tentar algum  tipo de conversa. Guarda muito rancor, e julga que a vingança é algo sério e com sua razão. Mesmo com suas opiniões, costuma guardá-las para si para não causar alguma confusão, e tenta não interferir nas escolhas e opiniões alheias. Quase nunca confia inteiramente em uma pessoa, tornando-se assim mais solitário e pouco sociável.


Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Alto. Possui 1,89 metros de altura. Em média seu peso se resume entre 77-80 quilos. Seus olhos são castanhos, porém em um tom mais escuro do que o tom castanho normal. Seus cabelos estão na maior parte do tempo desgrenhados e possuem a cor preta. Sua pele é um pouco mais clara que o normal, mas não totalmente pálida. Os músculos de seu corpo, em sua maioria, são totalmente definidos, mas não às custas de trabalho físico, mas naturalmente. Em seu corpo espalham-se algumas cicatrizes, mas nenhuma extremamente chamativa. Elas, em sua maioria, são conseqüências de brincadeiras ou de trotes de alguns colegas. A mais aparente, talvez, seja uma pequena cicatriz que está um pouco abaixo de seu olho direito. Olheiras fundas e escuras tomam lugar abaixo de seus castanhos olhos, devido à noites de muita cafeína e pouco sono.

Conte-nos sua História (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):
Nunca pensei que seria tão difícil. Não difícil viver sendo um semideus, mas sem ser um. Até descobrir minha verdadeira origem eu não era nada, um ninguém. Agora...eu continuo sendo um ninguém, talvez, mas eu realmente sei quem sou, e do que sou cabaz de fazer.
Acordei, abri os olhos e, por fim, levantei após sentir o cheiro de café. Caminhando até o banheiro retirei minhas roupas, e em menos de vinte minutos, havia tomado um banho, escovado os dentes, e vestido algumas roupas: Camiseta preta de mangas curtas, calças jeans, e tênis preto.
Caminhei até a escada, desci apenas dois degraus e saltei sobre os seis que faltavam, chegando assim na cozinha. A primeira coisa que olhei não foi a cor escura do café, mas o castanho da íris de minha mãe. Sorri e beijei-a na testa, tendo que inclinar-me um pouco. Ainda em silêncio sentei à mesa e sorvi o café preto que havia preenchido, outrora, minha xícara, e após fiz uma breve refeição.

- Último dia. – Falei, e a olhei fundo nos olhos.
- Essa durou o ano inteiro. Devo cumprimentá-lo senhor. – Respondeu ela, irônica.
- Te vejo mais tarde? – Perguntei, como sempre fazia.
- Claro que sim, rapaz.

E essa foi nossa conversa. Peguei a mochila e a coloquei nas costas. Coloquei um pouco de dinheiro no bolso esquerdo, e minha moeda da sorte no bolso direito. Segundo minha mãe, meu pai havia me deixado ela. “Usarás apenas uma vez, te ajudarás a se salvar.” Foram as palavras dele, e desde então a carrego. Talvez para proteção, ou por apenas gostar da energia que ela passa.
O trajeto até a escola foi o mesmo de sempre. Passando em frente à padaria, dobrando na rua da farmácia e seguindo reto após o supermercado. Exatos sete minutos haviam se passado até atravessar o portão de ferro da escola, e ouvir algumas vozes conhecidas.
Atravessar o pátio, subir as escadas, abrir a porta de madeira, colocar o material em cima da classe. Puxar a cadeira, sentar, abrir a mochila, pegar os cadernos e estojo. Conversar com alguns colegas, esperar o professor chegar. Aula começa.
Sempre foi assim, e sempre pensei que seria.  Aquele dia foi diferente. Foi o dia que, quando ao sair da escola, não me deparei com minha mãe. Não vi seu sorriso ali comigo, ao voltar do trabalho. Coincidentemente foi o dia que minha vida mudou, o dia que tudo se tornou sombrio, e divertido.
O que, naquela tarde, me chamou atenção, foi uma mulher. Não por ser bonita, ou por usar algo estranho, mas por seu jeito. Seu olhar era profundo e vazio, mas ao mesmo tempo parecia me sugar ali para dentro. Seu cabelo cor de palha era comprido, mas preso num coque e seu sorriso era amarelo e sarcástico.
A vi aproximar-se e instintivamente me afastei um pouco. Coloquei minhas mãos nos bolsos e tateei por minha moeda. Não sabia ao certo o porquê daquela ação, mas apenas o fiz. Me olhou de cima a baixo, e isso me assustou...um pouco.

- James, é você? – Perguntou, com uma voz mais rouca do que a normal.
- Han...Sou. – Respondi, com um olhar confuso.
- Preciso que me acompanhe agora, por favor.

A olhei e então sorri. O medo havia passado, e a adrenalina surgido. Nada de mal iria acontecer, era só uma senhora talvez uma parente, ou algo do tipo. Não era impulsividade, apenas curiosidade e uma tendência a seguir desafios. A segui através de algumas ruas e avenidas, até chegarmos num beco, sendo que eu ficara contra a parede que o limitava, e ela com as costas para a rua.

- Sabe, não foi difícil te trazer pra cá. Fica parecendo até bobo. – Falou ela, sorrindo.
- É, sou um retardado mesmo. Nem pensei no que poderia ser, só vim no instinto mesmo. Vamos, mostre-me por que me trouxe aqui.

Até hoje me arrependo de ter dito aquilo. Quando uma névoa começou a se dissipar de seu corpo, e ele começar a mudar, tudo foi despedaçado. Seus olhos eram brilhantes, mas seu corpo tinha uma aura rubra. Sua pele era apenas uma camada de couro e escamas negras. Seus dedos viraram garras, e suas pernas, pés disformes. De suas costas saíam duas asas de couro, negras. Tudo aquilo foi em menos de um segundo, mas o que mais me assustou, foi o movimento seguinte.
Rápida demais para tentar ser superada por minha percepção, a “morcega” voara em minha direção. Não tive reação quando suas garras atingiram meu peito e eu fui arremessado para trás. Parte da camiseta fora rasgada e um pouco de sangue escorria.
Olhei para baixo e vi minha moeda cair do  bolso porém  ao tomá-la nas mãos, algo incrível aconteceu. Ela começou a se deformar e em poucos segundos me vi segurando uma espada, totalmente negra, mas com faixas brancas enroladas em seu cabo. Sorri ao ver aquilo e até ri por alguns segundos.

- Ele estava presente então, afinal. – Falei. Com dificuldade me levantei e empunhei a espada. – Acho que um dia vou conseguir agradecê-lo. – Sorri mais ainda ao ver sua cara de medo e de pavor.
- Uma espadinha não vai te salvar, sem treinamento algum. – Falou e avançou novamente.

Tudo o que fiz naquele instante fora simplesmente automático. Ela avançava voando, e aproveitando o resto de adrenalina que ainda tinha, executei alguns movimentos. No instante exato da colisão, saltei para o lado e girei o corpo, descrevendo um golpe em forma de arco nas costas do monstro. Vi seu corpo ser transformado em areia, e lentamente minha espada começar a se dissolver da mesma maneira.

- É...Era apenas uma vez. – Pensei alto.

Uma buzina ao fundo. Um carro preto, o da minha mãe. Ao seu lado um senhor, de barba e cabelo castanhos. Apenas entrei e fui guiado para o melhor lugar da minha vida. Hoje estou aqui, sentado no chão do chalé dos indefinidos e olhando através da janela, mirando a paisagem. Meu nome é James e essa foi minha história.


Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):
Não acordei no meu quarto. Quando abri os olhos não vi meu rosto no espelho ou a porta do banheiro, mas ainda assim estava feliz. No dia anterior, exatamente na parte da tarde, havia chegado no acampamento. Conheci Quíron, um centauro que havia me mostrado o acampamento. Fui suspenso de qualquer treino e atividade até o dia seguinte. Aproveitei o tempo para arrumar algumas coisas, entender o lugar e conhecer tudo que podia.
Quando acordei, vestia algumas roupas diferentes. Camiseta do acampamento, calças jeans azul escuras, tênis preto. Vi uma figura diferente na porta. Lá estava uma garota morena, de pele cor de avelã e olhos castanhos.

- James, eu sou Nina. Quíron pediu pra você vir comigo até o arsenal. Vamos ver que brinquedinho escolherá.

Assenti com a cabeça e a segui por alguns instantes. A cada passo aproveitava para olhar para os lados e captar cada detalhe, cada cena que poderia ser vista. Depois de certa caminhada alcancei o local, acompanhado de minha guia, e vi Nina abrir as pesadas portas de ferro.
Quando as portas deram lugar às prateleiras e pilhas de armas, um sorriso brotou no meu rosto. Havia a maior coleção de armas que eu já havia visto em toda minha vida. Eram arcos, inteiros ou despedaçados, espadas, tortas ou afiadas, adagas, enferrujadas ou extremamente leves e lanças sem ponta ou longas demais.

- É...formidável – Exclamei, com cara de espanto.
- A maioria se assusta, que bom que gostou. Pegue o que quiser. – Falou, após um riso baixo.

Caminhei pelo cômodo em busca de algo. Descartando de cara adagas ou arcos, que não combinavam nada comigo. Era uma espada que eu queria, e uma já havia saltado à meus olhos. Era de bronze celestial, seu cabo era de ferro, totalmente negro, e sua empunhadura era do mesmo material, mas revestido por algumas tiras de couro.

- Han...posso levar essa aqui? – Perguntei à Nina.
- Claro! Ela é bem mais leve que o normal, uns 10% ou 15%. Eu mesma forjei ela, espero que goste.  – Respondeu a filha de Hefesto.
- Valeu! – Respondi ao mesmo tempo que pegava a espada e a girava na mão direita. – Vou dar uma volta por aí, se não se importa. Muito obrigado pela espada.
- Ok. Te vejo por aí, semideus. – Falou, abandonando o local.

Após sua saída, sentei-me no chão. A espada tinha um pouco de pó, e algumas marcas, logo removidas após passar uma parte da camiseta na lâmina e no cabo. Fiquei a admirá-la por alguns instantes quando pensei em um desafio. Antes de começar a treinar precisava ter idéia em que ponto estava, e quando rumei à arena, e encontrei Quíron ali com alguns campistas, foi o que mais me motivou.
Aproximei-me mais do centauro e o olhei fixamente nos olhos. Girei minha espada na mão, e sorri, vendo o olhar de aprovação do centauro. Esperei até a arena ser esvaziada e com ele rumei à seu centro, deixando um silêncio esmagar o local.

- Sabe, eu tenho uma ideia. Não sei se é muito comum. – Falei, e fitei um dos portões da arena.
- Fale James – Incitou Quíron.
- Queria lutar, e ter sua opinião e se quiser, posso ter sua supervisão também. – Concluí.
- Se é assim, vamos ver então.

Nunca havia visto aquela expressão no rosto de Quíron. Quando ele recuou, vi que havia algo errado. À minha frente se projetava uma sombra. Havia alguns contornos de uma silhueta humana, disforme e feita de trevas, vestindo um capuz/capa. Havia, não medo, mas reconhecimento. Quando de sua mão lentamente se materializou uma foice, que trocou de lugar com a espada que eu segurava na mão, apenas sorri.

- Se não me decepcionar, eu volto. – Falou, não alto, mas apenas em minha mente. E, antes de subir, sua “mão” tocou minha testa, e um calafrio percorreu todo meu corpo. Me sentia diferente, confiante e poderoso, com menos medo da luta.

Na minha mão, pendia a mais bela e poderosa arma que eu havia visto em minha vida inteira. Leve, imponente e obscura, não podia imaginar nada melhor. Olhei para o centauro às minhas costas e ele me olhava com um olhar assustado.

- Acho, que você foi reclamado sem saber, rapaz. Se isso existe, não sei. – Falou.
- Como assim?  - Indaguei.
- Só lute, acho que depois da luta teremos uma resposta concreta. – Falou e se afastou.

Quando o portão se abriu, e um cão infernal surgiu, um sorriso malicioso surgiu em meus lábios. Não era grande, como os tradicionais que eu havia recebido informações. Era do tamanho de um esportivo.
Estava mais preparado, e previ uma investida. Antes que o cão tivesse chance de atingir minhas costelas do lado esquerdo do corpo, saltei para do lado e tentei um golpe em forma de arco com a foice, mas sem sucesso.
Olhei para Quíron, e um olhar sério tomava sua face. Naquele momento de distração quase fui dilacerado pelas presas do monstro. Tive tempo de apenas golpear com o cabo da foice em seu focinho e o arremessar poucos metros para o lado.
Ouvindo seu ganido, aproveitei seu atordoamento para saltar em sua direção, mas ao tentar golpear sua garganta com a foice, golpeei apenas o chão quando o ele saltou para o lado. Precisava terminar aquilo logo, ter a esperança de ver quem aparecera ali para mim. Se minhas dúvidas fossem sanadas e eu estivesse certo, ficaria feliz.
Corri até o cão e ele correu até mim. Joguei-me para o lado e no momento certo dilacerei o corpo do monstro com um golpe apenas, fazendo-o virar areia. Da areia, então, começou a subir uma névoa negra e tomou a forma que antes havia me dado a foice.

- Fez bem. Aproveite os presentes, e não me decepcione, filho.
- Sem decepções e honrando-o sempre que puder, pai. – Falei, sorrindo e soltando o ar, num sinal de alívio e felicidade.

A névoa se dissipou, e vários semideuses se acumulavam em uma das entradas da arena. Seus olhos estavam arregalados, e uns olhavam com desdém, outros com um sorriso no rosto. Aproximei-me de Quíron, após dar mais uma olhada na foice e falei para o centauro.

- Acho que definitivamente fui reclamado, Quíron. – Falei, sarcasticamente.
- Sim. Está determinado. Salve James Heiselmann, filho de Tártaro.







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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Éter em Seg Mar 17, 2014 9:42 pm

Avaliação!

Olha, sua história até que foi relativamente boa, se tivesse feito para filho de deus menor/olimpiano ou talvez até um dos 3 grandes, seria aprovado, mas visto que a avaliação do teste para filhos de primordiais - principalmente um tão importante quanto Tártaro - deve ser bem rigorosa, seu teste não conseguiu aprovação.
Quanto à gramática: Houvera palavras escritas de forma incorreta, falta de vírgulas (além de que você trocou alguns pontos por vírgulas e vice-versa).  
Quanto ao texto em geral: Você desenvolveu a história e a batalha de forma muito curta, além de que não é tão fácil assim matar um monstro - principalmente uma fúria. Alguns trechos também me deixaram um pouco confuso.


Reprovado!
Sinta-se livre para tentar novamente. 

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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por James K. Heiselmann em Qua Mar 19, 2014 6:05 pm

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Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Inicialmente, é extremamente impulsivo e ao mesmo tempo muito calculista e paciente. Isso se aplica em algumas situações. Situações problemas que envolvem James e que não o afetam muito diretamente, ou situações que não tem a ver com o próprio, sua mente torna-se uma massa pensativa e calma, criando soluções para os problemas que lhe forem apresentadas nas mais diversas situações. Porém quando a situação volta-se para James, ou às pessoas com as quais ele se importa, tudo isso muda. Tudo parece um emaranhado de fios, todos misturados, atados e enrolados. Nada faz sentido, e James não pensa, apenas faz. Fica extremamente difícil, quase impossível de ser calmo e paciente. A impulsividade toma-o de uma forma quase que brutal.
Continuando, na maioria das vezes não se enturma muito com as pessoas e prefere ficar sendo apenas um desconhecido do que tentar algum tipo de conversa. Guarda muito rancor, e julga que a vingança é algo sério e com sua razão. Mesmo com suas opiniões, costuma guardá-las para si para não causar alguma confusão, e tenta não interferir nas escolhas e opiniões alheias. Quase nunca confia inteiramente em uma pessoa, tornando-se assim mais solitário e pouco sociável.

Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Alto. Possui 1,89 metros de altura. Em média seu peso se resume entre 77-80 quilos. Seus olhos são castanhos, porém em um tom mais escuro do que o tom castanho normal. Seus cabelos estão na maior parte do tempo desgrenhados e possuem a cor preta. Sua pele é um pouco mais clara que o normal, mas não totalmente pálida. Os músculos de seu corpo, em sua maioria, são totalmente definidos, mas não às custas de trabalho físico, mas naturalmente. Em seu corpo espalham-se algumas cicatrizes, mas nenhuma extremamente chamativa. Elas, em sua maioria, são conseqüências de brincadeiras ou de trotes de alguns colegas. A mais aparente, talvez, seja uma pequena cicatriz que está um pouco abaixo de seu olho direito. Olheiras fundas e escuras tomam lugar abaixo de seus castanhos olhos, devido à noites de muita cafeína e pouco sono.

Conte-nos sua História (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):
Nunca pensei que seria tão difícil. Não difícil viver sendo um semideus, mas sem ser um. Até descobrir minha verdadeira origem eu não era nada, um ninguém. Agora...eu continuo sendo um ninguém , mas eu realmente sei quem sou e do que sou capaz de fazer.
Acordei, abri os olhos e, por fim, levantei após sentir o cheiro de café. Caminhando até o banheiro retirei minhas roupas, e em menos de vinte minutos, havia tomado um banho, escovado os dentes, e vestido algumas roupas: Camiseta preta de mangas curtas, calças jeans, e tênis preto. Era comum fazer roupas naquele estilo: Uma camiseta de mangas curtas lisa, jeans e um tênis. Ocasionalmente um casaco ou luvas sem dedo para facilitar o manuseio de objetos. Conferindo se estava tudo certo em minha mochila, olhei pela janela e fitei o sol. Era o último dia na escola. Era difícil durar mais de um ano, alguns meses ante do fim do ano letivo já era encaminhado para outra escola.
Vi que tudo estava em seu devido lugar então lentamente abri a porta do meu quarto e novamente senti o forte cheiro do café. Caminhei até a escada, desci apenas dois degraus e saltei sobre os seis que faltavam, chegando assim na cozinha. A primeira coisa que olhei não foi a cor escura do café, mas o castanho da íris de minha mãe. Sorri e beijei-a na testa, tendo que inclinar-me um pouco. Ainda em silêncio sentei à mesa e sorvi o café preto que havia preenchido, outrora, minha xícara, e após fiz uma breve refeição.

- Último dia. – Falei, e a olhei fundo nos olhos.
- Essa durou o ano inteiro. Devo cumprimentá-lo senhor. O terror dos professores finalmente encontrou paz? – Respondeu ela, e perguntou, irônica.
- Acha mesmo que um dia vou ser realmente calmo? – Falei, e após ri. - Te vejo mais tarde? – Perguntei, como sempre fazia.
- Claro que sim, rapaz.

E essa foi nossa conversa. Recebi um beijo seu em minha testa e rumei para meu quarto. Peguei a mochila e a coloquei nas costas. Coloquei um pouco de dinheiro no bolso esquerdo, e minha moeda da sorte no bolso direito. Segundo minha mãe, meu pai havia me deixado ela. “Usarás apenas uma vez, te ajudarás a se salvar.” Foram as palavras dele, e desde então a carrego. Talvez para proteção, ou por apenas gostar da energia que ela passa.
Falando nele, nunca o conheci. Minha mãe nunca falou muito nisso, e vendo a tristeza e solidão no seu olhar, me reprimi de perguntar algo. Tudo que sabia era que haviam estado juntos até o dia anterior ao meu nascimento. Após isso ele simplesmente sumiu.
“Não deixou nada além de uma moeda e um bilhete. Uma parte do bilhete já sabes até de cabeça.” Essas foram suas palavras quando perguntei quando era pequeno. Desde então carrego aquela moeda. Não só para tentar ter algo dele, mas para que minha mãe saiba que realmente eu não o culpo por ter me abandonado.
O trajeto até a escola foi o mesmo de sempre. Passando em frente à padaria, dobrando na rua da farmácia e seguindo reto após o supermercado. Exatos sete minutos haviam se passado até atravessar o portão de ferro da escola, e ouvir algumas vozes conhecidas. Tornava-se até monótono, mas foi diferente naquele dia. A viatura policial estava estacionada perto da escola, um ponto não usual para a atual rotina da equipe local.
Não dei bola para isso, apenas continuei a percorrer o trajeto que me ficara comum durante o ano e seguir uma certa rotina. Atravessar o pátio, subir as escadas, abrir a porta de madeira, colocar a mochila em cima da classe. Puxar a cadeira, sentar, abrir a mochila, pegar os cadernos e estojo. Conversar com alguns colegas, esperar o professor chegar. Aula começa.
Sempre foi assim, e sempre pensei que seria. Aquele dia foi diferente. Foi o dia que, quando ao sair da escola, não me deparei com minha mãe. Não vi seu sorriso ali comigo, ao voltar do trabalho. Coincidentemente foi o dia que minha vida mudou, o dia que tudo se tornou sombrio, e divertido.
O que, naquela tarde, me chamou atenção, foi uma mulher. Vestia o uniforme da polícia local, e me olhava. Seu olhar era profundo e vazio, mas ao mesmo tempo parecia me sugar ali para dentro. Seu cabelo cor de palha era comprido, mas preso num coque e seu sorriso era amarelo e sarcástico.
A vi aproximar-se e instintivamente me afastei um pouco. Coloquei minhas mãos nos bolsos e tateei por minha moeda. Não sabia ao certo o porquê daquela ação, mas apenas o fiz. Me olhou de cima a baixo, e isso me assustou...um pouco. Nunca havia conversado com algum policial, ou ao menos me aproximado de um. Foi um pouco estranho, mas apenas deixei acontecer.

- James Heiselmann, é você? – Perguntou, com uma voz mais rouca do que a normal.
- Han...Sou. – Respondi, com um olhar confuso.
- Preciso que me acompanhe agora, por favor. Meu nome é Oficial Talon e preciso ter uma palavrinha com o senhor.

A olhei e então sorri. O medo havia passado, e a adrenalina surgido. Nada de mal iria acontecer, era só uma senhora talvez uma parente, ou algo do tipo. Não era impulsividade, apenas curiosidade e uma tendência a seguir desafios. A segui através de algumas ruas e avenidas, até chegarmos num beco, sendo que eu ficara contra a parede que o limitava, e ela com as costas para a rua.

- Sabe, não foi difícil te trazer pra cá. Fica parecendo até bobo. – Falou ela, sorrindo.
- É, sou um retardado mesmo. Nem pensei no que poderia ser, só vim no instinto mesmo. Vamos, mostre-me por que me trouxe aqui.

Até hoje me arrependo de ter dito aquilo. Quando uma névoa começou a se dissipar de seu corpo, e ele começar a mudar, tudo foi despedaçado. Seus olhos eram brilhantes, mas seu corpo tinha uma aura rubra. Sua pele era apenas uma camada de couro e escamas negras. Seus dedos viraram garras, e suas pernas, pés disformes. De suas costas saíam duas asas de couro, negras. Tudo aquilo foi em menos de um segundo, mas o que mais me assustou, foi o movimento seguinte.

- Acho que não previ isso. Não tem como voltar a ser menos feia sendo a policial? Assustava menos. – Falei, usando o sarcasmo para disfarçar o medo.

Rápida demais para tentar ser superada por minha percepção, a “morcega” voara em minha direção. Não tive reação quando suas garras atingiram meu peito e eu fui arremessado para trás. Parte da camiseta fora rasgada e um pouco de sangue escorria.
Olhei para baixo e vi minha moeda cair do bolso porém ao tomá-la nas mãos, algo incrível aconteceu. Ela começou a se deformar e em poucos segundos me vi segurando uma espada, totalmente negra, mas com faixas brancas enroladas em seu cabo. Sorri ao ver aquilo e até ri por alguns segundos.

- Ele estava presente então, afinal. – Falei. Com dificuldade me levantei e empunhei a espada. – Acho que um dia vou conseguir agradecê-lo. – Sorri mais ainda ao ver sua cara de medo e de pavor.
- Uma espadinha não vai te salvar, sem treinamento algum. – Falou e avançou novamente.

Não havia levantado completamente quando uma mancha disforme negra surgiu à minha frente e me empurrou contra uma das paredes do beco, fazendo minha cabeça atingir, de leve, a parede. Não via mais do que algumas coisas, girando e sem nitidez. Tateei e senti o fim do beco, usando tal parede para me apoiar e conseguir me levantar.
Aparentemente havia entediado o monstro, pois apenas o vi parado, me observando e sorrindo. Depois de alguns segundos minha visão voltara ao normal, mas a dor de cabeça e a queimação no peito não haviam passado.

- Han...É só isso? – Falei. Não sabia por que, apenas falei e apenas vi o monstro sorrir ainda mais. Gargalhava e um pouco de baba escorria pelo canto direito de sua boca.
- Acha que vai me irritar, rapazinho? Eu já lutei mais vezes do que você piscou os olhos. Se quer uma batalha, então venha.

Não pensei, investi. A adrenalina me fazia ignorar a dor. Achei que ia vencer, sinceramente. Talvez pelo calor do momento, ou pela raiva de me achar tão inferior. Quando com uma investida, um giro e um golpe no rosto da “morcega” me acertaram, perdi toda e qualquer esperança. Caí no chão sem saber o que fazer. Sangue quente escorria pelo meu peito, minha cabeça latejava e minha bochecha estava arranhada.

- Vamos, faça algo de útil. – Falou ela, gargalhando.

Ela queria me irritar. Estava conseguindo. Levantei-me, agora com um pouco mais de raiva. Fiquei tonto por alguns segundos, e não regressei ao chão por me apoiar em um cano na parede. Olhei fundo em seus olhos. Precisava realmente terminar aquilo. Ou eu seria morto, ou derrotaria “aquilo”.
Deixando a mão esquerda como apoio na parede, girei a espada com a mão direita. Desviei por um segundo olhar do monstro, olhei para a lâmina da espada e após voltei a olhá-la.

- Vamos terminar logo com isso. Tá ficando bem chatinho. – Falei, sorrindo. Limpei o pouco de sangue que escorria pelo canto da boca com as costas da mão direita e investi.

Corri até ela, ignorado toda e qualquer dor. Previ que viria em minha direção, então apenas continuei indo. Ou ela desviava e saía ilesa, ou eu desviava e saía ileso, ou a aleatoriedade venceria a situação.
Vi que seria ferido por um golpe com suas garras no momento que a mesma abriu sua mão e as deixou bem estendidas. No segundo final, então, de nossa colisão, foi inacreditável. Num movimento rápido girei o corpo, escapando de seu ataque. Antes mesmo que ela pudesse se distanciar um pouco de mim, cravei a espada em suas costas.
A cena que se seguiu foi ao mesmo tempo libertadora e confusa. O monstro antes mesmo de encontrar o chão foi reduzido a um pequeno monte de areia brilhosa, que logo foi carregada pelo vento. Minha espada, no entanto, foi dissipada em fumaça, escura e densa, deixando minhas mãos livres. Lembrei então do que meu pai falara. A moeda salvaria minha vida, mas apenas uma vez.

- É...Era apenas uma vez. – Pensei alto.

Despenquei no chão, caindo sentado e me escorando na parede. A adrenalina agora não dominava mais meu corpo e as dores e a queimação dos cortes lentamente começavam a voltar. Quando vi uma van cinza-escura estacionar na entrada do beco, fiquei imaginando quem estaria ali numa hora daquelas. Foram três pessoas que desceram: Minha mãe, um senhor na casa dos trinta anos, em uma cadeira de rodas, e um jovem de pele morena. Os três se aproximaram de mim lentamente e eu nada fiz.

- Filho, venha com a gente, por favor. – Falou minha mãe, em um tom triste.

Ela e o garoto me ajudaram no caminho até a van. Dali, em silêncio, tomamos o rumo até a base de uma colina, na qual subimos e conversamos. Finalmente descobri o que eu era e onde deveria realmente estar. Descobri a verdade sobre o mundo no qual vivia e quem o habitava. Descobri que aquele senhor na verdade era um centauro, e que o garoto era um sátiro.
A única coisa que não havia descoberto era quem verdadeiramente poderia chamar de pai. Talvez por isso fui encaminhado, após uma conversa e uma caminhada pelo acampamento, ao chalé mais cheio, e talvez mais divertido, do acampamento inteiro. Meu nome é James Heiselmann, sou um semideus indefinido e essa é minha história.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou
outro editor de textos):
Não acordei no meu quarto. Quando abri os olhos não vi meu rosto no espelho ou a porta do banheiro, mas ainda assim estava feliz. No dia anterior, exatamente na parte da tarde, havia chegado ao acampamento. Conheci Quíron, um centauro que havia me mostrado o acampamento. Fui suspenso de qualquer treino e atividade até o dia seguinte. Aproveitei o tempo para arrumar algumas coisas, entender o lugar e conhecer tudo que podia.
Foi realmente interessante o modo como nos conhecemos e o modo como poderia confiá-lo um segredo profundo e perigoso. Ele tinha um ar de superioridade, mas não no sentido arrogante, no sentido sábio. O modo como abordou o tema, como me fez sentir-me especial sendo diferente. Se não fosse por algumas de suas palavras, ainda estaria com cara de retardado olhando para uma mesa de madeira.
Quando acordei, vestia algumas roupas diferentes. Camiseta do acampamento, calças jeans azul escuras, tênis preto. Não era o meu usual vestir uma camiseta tão chamativa, mas aquela me reconfortava, me fazia sentir bem.
Quando levantei os olhos, minha vista alcançou a janela. Vi uma figura diferente perto da porta do chalé. Lá estava uma garota morena, de pele cor de avelã e olhos castanhos. Olhei para os fundos do chalé, e após de o ver vazio caminhei até a porta. Ao abrir confirmei minhas dúvidas, ela estava sozinha. Antes mesmo de poder começar a falar, ela soltou uma frase:

- James, eu sou Nina. Quíron pediu pra você vir comigo até o arsenal, para ganhar uma arma. Vamos ver que brinquedinho escolherá.

Assenti com a cabeça e a segui por alguns instantes. A cada passo aproveitava para olhar para os lados e captar cada detalhe, cada cena que poderia ser vista. Depois de certa caminhada alcancei o local, acompanhado de minha guia, e vi Nina abrir as pesadas portas de ferro.
Quando as portas deram lugar às prateleiras e pilhas de armas, um sorriso brotou no meu rosto. Havia a maior coleção de armas que eu já havia visto em toda minha vida. Eram arcos, inteiros ou despedaçados, espadas, tortas ou afiadas, adagas, enferrujadas ou extremamente leves e lanças sem ponta ou longas demais.

- É...formidável – Exclamei, com cara de espanto.
- A maioria se assusta, que bom que gostou. Pegue o que quiser. – Falou, após um riso baixo.

Caminhei pelo cômodo em busca de algo. Descartando de cara adagas ou arcos, que não combinavam nada comigo. Era uma espada que eu queria, e uma já havia saltado à meus olhos. Era de bronze celestial, seu cabo era de ferro, totalmente negro, e sua empunhadura era do mesmo material, mas revestido por algumas tiras de couro.
Havia manejado uma espada antes, na minha primeira batalha. Era diferente desta achava. O material parecia mais, digamos, retalhador. Era muito mais afiada, mais leve. Olhei para aquela espada e então me virei para minha guia.

- Han...posso levar essa aqui? – Perguntei à Nina.
- Claro! Ela é bem mais leve que o normal, uns 10% ou 15%. Eu mesma forjei ela, espero que goste. – Respondeu a filha de Hefesto.
- Valeu! – Respondi ao mesmo tempo que pegava a espada e a girava na mão direita. – Vou dar uma volta por aí, se não se importa. Muito obrigado pela espada.
- Ok. Te vejo por aí, semideus. – Falou, abandonando o local.

Após sua saída, sentei-me no chão. A espada tinha um pouco de pó, e algumas marcas, logo removidas após passar uma parte da camiseta na lâmina e no cabo. Fiquei a admirá-la por alguns instantes quando pensei em um desafio. Antes de começar a treinar precisava ter idéia em que ponto estava, e quando rumei à arena, e encontrei Quíron ali com alguns campistas, foi o que mais me motivou.
Aproximei-me mais do centauro e o olhei fixamente nos olhos. Girei minha espada na mão, e sorri, vendo o olhar de aprovação do centauro. Esperei até a arena ser esvaziada e com ele rumei a seu centro, deixando um silêncio esmagar o local.

- Sabe, eu tenho uma ideia. Não sei se é muito comum. – Falei, e fitei um dos portões da arena.
- Fale James – Incitou Quíron.
- Queria lutar, e ter sua opinião e se quiser, posso ter sua supervisão também. – Concluí.
- Se é assim, vamos ver então.

Nunca havia visto aquela expressão no rosto de Quíron. Quando ele recuou, vi que havia algo errado. À minha frente se projetava uma sombra. Havia alguns contornos de uma silhueta humana, disforme e feita de trevas, vestindo um capuz/capa. Havia, não medo, mas reconhecimento. Quando de sua mão lentamente se materializou uma foice, que trocou de lugar com a espada que eu segurava na mão, apenas sorri.

- Se não me decepcionar, eu volto. – Falou, não alto, mas apenas em minha mente. E, antes de subir, sua “mão” tocou minha testa, e um calafrio percorreu todo meu corpo. Sentia-me diferente, confiante e poderoso, com menos medo da luta.

Na minha mão, pendia a mais bela e poderosa arma que eu havia visto em minha vida inteira. Leve, imponente e obscura, não podia imaginar nada melhor. Olhei para o centauro às minhas costas e ele me olhava com um olhar assustado.

- Acho, que você foi reclamado sem saber, rapaz. Se isso existe, não sei. – Falou.
- Como assim? - Indaguei.
- Só lute, acho que depois da luta teremos uma resposta concreta. – Falou e se afastou.

Quando o portão se abriu, e um cão infernal surgiu, um sorriso malicioso surgiu em meus lábios. Não era grande, como os tradicionais que eu havia recebido informações. Era do tamanho de um esportivo.
Estava mais preparado, e previ uma investida. Antes que o cão tivesse chance de atingir minhas costelas do lado esquerdo do corpo, saltei para do lado e tentei um golpe em forma de arco com a foice, mas sem sucesso. Não prestei atenção no chão onde pisava e não vi uma certa depressão no solo, que me fez cair.
O olhar do cão se fixou em mim e não demorou para investir. Não pensei em ataques ou contra-ataques, apenas em esquivar. No momento certo, então, rolei para o lado e num pensamento rápido executei um chute na perna esquerda e traseira do cão.
Ele rosnou um pouco, e uma mistura de baba e espuma saía de sua boca. Seus olhos vermelhos como sangue me fitavam e devoravam minha alma e coragem a cada segundo que se passava. Podia ser menor do que o normal de um cão infernal adulto, mas mesmo assim ainda era perigoso e chato de matar.
Olhei para Quíron, e um olhar sério tomava sua face. Naquele momento de distração quase fui dilacerado pelas presas do monstro. Tive tempo de apenas golpear com o cabo da foice em seu focinho e o arremessar poucos metros para o lado.
Ouvindo seu ganido, aproveitei seu atordoamento para saltar em sua direção, mas ao tentar golpear sua garganta com a foice, golpeei apenas o chão quando o ele saltou para o lado. Precisava terminar aquilo logo, ter a esperança de ver quem aparecera ali para mim. Se minhas dúvidas fossem sanadas e eu estivesse certo, ficaria feliz.
Achei que conseguiria resolver fácil aquela luta. Estava absolutamente errado. Traído pela autoconfiança avancei e fui atingido por um quarteto de garras extremamente afiadas, antes mesmo que pudesse atacar. Caí alguns menos para o lado, quase aos “pés” de Quíron, com a parte direita do tórax sangrando.
Aquilo iria realmente me atrasar. A dor, o cansaço e a decepção. Me levantei aos poucos antes do cão infernal vir até mim. Aparentemente a autoconfiança o traíra também. Ele saltou em minha direção, talvez achando que não levantaria a tempo. Foi então que em um instante me levantei totalmente, empunhei a foice com empenho e com um golpe em forma de arco diagonal, o dilacerei.
O inimigo agora não era mais do que um pouco de areia à minha frente. Às minhas costas pude ouvir um suspiro de Quíron, como um alívio talvez. Da areia do monstro, então, começou a subir uma névoa negra e tomou a forma que antes havia me dado a foice.

- Fez bem. Aproveite os presentes, e não me decepcione, filho.
- Sem decepções e honrando-o sempre que puder, pai. – Falei, sorrindo e soltando o ar, num sinal de alívio e felicidade.

Aquela conversa não havia durado mais do que trinta segundos. Mesmo assim foi bom saber que meu pai sabia de minha existência. Que sabia da minha capacidade de conseguir honrá-lo. Apertei com mais convicção o cabo da foice pouco antes de mirar sua ponta para o chão e sua lâmina para cima.
Girei o corpo, e às minhas costas estava não somente Quíron, mas muita gente. Não havia reparado na quantidade de semideuses que ali estavam: Vinte ou trinta... O olhar que me chamava atenção não era o dos campistas, mas o do centauro que ali estava. Foi então que decidi quebrar o silêncio.

- Acho que definitivamente fui reclamado, Quíron. – Falei, sarcasticamente.
- Sim. – falou ele, sorrindo para mim. - Está determinado. – Continuou, aumentando mais o volume de sua voz e fazendo uma pausa. - Salve James Heiselmann. - antes de completar a frase, apenas pôs a mão em meu ombro. Por fim, então, continuou - Filho de Tártaro.
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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Ex-Staff08 em Qui Mar 20, 2014 3:05 pm

AVALIAÇÃO


Okay, James. vamos primeiro considerar alguns fatos que me levaram a esta avaliação.
1º : O monstro no qual você escolheu para enfrentar, não pode ser derrotado tão facilmente. Nem mesmo por campistas já experientes.(Esse fato foi bastante descisivo para minha avaliação).
2º: A sua narração esta boa mais precisa ser melhorada e mais detalhada. Não coloque muitas falas, elas tiram o foco da narração(Lembre-se, isto é um fórum, não um livro).
3º Você errou algumas palavras(Isto é justificavel, mas procure não errar muito na próxima ficha).

Sem mais delongas...
                         Reprovado.
Não desista, tente de novo, pois você pode sempre melhorar.

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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Christopher Sant'Angelo em Dom Mar 23, 2014 8:36 pm

Nome: Christopher Sant’Angelo
Idade: 16
Pai Divino: Chronos
Mãe Mortal: Alice Sant’Angelo (Morta)
Nacionalidade: França
Sexo: Masculino
Oficio: Soldado franco atirador

Descrição Fisica


Christopher é o que se pode considerar um garoto alto, com seus 1,82 transbordando sensualidade. Com ombros largos e corpo definido, Chris possui uma tatuagem de asas de anjos feitas de números em suas costas. O rosto angular com uma mandíbula meio quadrada, emoldurando sobrancelhas grossas e olhos castanhos, puxados para o verde, penetrantes e lábios da medida certa. Seu cabelo castanho claro, não muito comprido, é revolto e sempre bagunçado, com algumas mexas mais claras que as outras, é comum ver o garoto levando as mãos ao cabelo, bagunçando os fios cada vez mais. Não é raro ver Christopher arqueando suas sobrancelhas e dando um sorriso de canto, na verdade, é isso que o garoto mais faz. É quase imperceptível, mas em seu lábio inferior há uma pequena cicatriz, resultado de um acidente doméstico quando criança.



Descrição Psicologica

Tranquilo e determinado são duas palavras que podem descrever Christopher, como foi treinado e criado no exercito não tem problemas e seguir ordem e não treme a guerra, mas não busca confusões e nem espera ansioso para estar em batalha, sempre preferindo a paz e a tranquilidade ao invés da batalha e da movimentação. Christopher sempre está andando como se tivesse todo o tempo do mundo e raramente se importa com o que os outros acham dele, sempre seguindo suas próprias regras e lei de conduta, não importando quem ou o quê vá contra ele ou a situação que se encontra.
O lema de Christopher é: “Se não se pode mover o céu, erguerei o inferno”


Historia

Sabe uma coisa boa de ser criado no exercito? Você aprende a lidar com armas desde pequeno e desenvolve um bom físico, além de é claro da experiência escolar mais completa e realista do mundo, ou pelo menos é o que o meu tio diria a qualquer um que perguntasse para ele e por incrível que pareça muitas pessoas perguntam, e o que eu acho de ser criado no exercito? Eu sou o único garoto de dezesseis anos ali, e também o único que nos treinos de guerra ocupa a posição de franco atirador, e apesar de tudo isso parecer muito legal e tudo mais, é bem chato, pois sou tratado como um soldado e uma criança ao mesmo tempo, o que para aqueles que não sabem, é uma mistura estranha de respeito e orgulho com impaciência e cuidado. Mas não é de todo mal morar em uma base do exercito, pelos menos eu pude aprender Savate e a ser um franco atirador, o que era realmente muito legal.
E pensar que há quatro horas essa era a minha vida e eu queria que algo mudasse, daria tudo para que tudo fosse como antes.
(...)
No começo era um dia comum para mim, por que não seria? Eu havia acordado às cinco horas da manhã como em qualquer outro dia, tomado um banho e vestido minhas roupas de treino padrão: Calça preta, camisa branca e um coturno preto com pico de aço e uma lâmina escondida na sola (Todos precisam de seus truques não?).
Logo após ter me vestido eu não pude evitar sorrir para o meu reflexo, não por que estivesse me achando bonito ou algo assim, mas por que meu tio sempre me dizia que eu tinha o sorriso de minha mãe e isso era o máximo que ele dizia sobre ela.
— Vamos lá, manter minhas presas afiadas. Murmurei para o meu reflexo enquanto me encaminhava para o local que eu e meu pai sempre treinávamos: O Redemoinho.
(...)
Savate: Arte marcial francesa que mistura chutes e socos potentes. Era isso que eu fazia, era isso que meu tio fazia e que pelo que eu sabia toda a minha família sabia. Lutar era algo que vivíamos fazendo a gerações, éramos guerreiros, soldados, lutadores.
E era na arena, carinhosamente chamada de “O Redemoinho” onde centenas de objetos de impacto eram pendurados por centenas de cordas giravam em torno de quem estava no centro e essa pessoa ao golpear um dos objetos causava uma reação em cadeia que fazia todos os objetos se moverem e a atingirem várias e várias vezes até a pessoa aprender a desviar dos objetos e se defender, para os outros soldados aquilo era o inferno da dor, para mim, meu parque de diversões.
—Está prestando atenção Christopher? Olhei para o homem que até agora estava falando sobre relatórios do dia e sorri de canto, apesar de eu ter o sorriso de minha mãe, todo o resto eu devia ao lado da família de minha pai. Enquanto eu possuía uma pele pálida e um corpo magro, mas definido, meu tio possuía uma pele morena e um corpo definido por várias horas de treinos e musculação, tudo em meu tio era feito de puro músculo e força, mesmo ele já estando em seus quarenta e poucos anos. Seus cabelos pretos eram mais curtos que os meus e seguiam aquele padrão militar que graças a deus eu havia conseguido fazer com que ele não me obrigasse a seguir.
— Alto e claro senhor Falei enquanto sem emitir sequer um aviso saltei sobre ele em uma voadora que mirava sua cabeça, mas ele não seria pego por um golpe tão simples e logo desviou para a esquerda dando um risinho de desprezo enquanto eu aterrissava suavemente no chão. O treino ia começar.
(...)
Mesmo depois de ter passado há ultima duas horas treinando Savate com ele meu tio ainda insistia que eu fizesse o treino do redemoinho e nada que eu dissesse poderia mudar essa decisão dele, o que realmente era irritante, mas como ele havia mandado, ordens eram ordens. E então assim que eu golpeei o primeiro objeto de madeira ele bateu em outro que bateu em outro e assim foi se repetindo até que todos os objetos estavam girando e se movendo em todas as direções e indo várias vezes em minha direção, mas como sempre, de alguma forma eu sabia quantos segundos levava para cada objeto atingir um ponto, sabia os segundos de meus movimentos e desviava facilmente de todos os objetos com movimentos mínimos, sempre sabendo em que segundo o objeto ia me acertar e desviando no momento certo, dez minutos depois eu tinha acabado o treino e já podia ir para cama descansar.
(...)
Sabe o que é ser acordado sendo carregado por uma criatura meio mulher meio pássaro de levando pelo céu em um voo iluminado pela lua cheia? É bem menos romântico do que parece. Assim que eu acordei a primeira coisa que pensei foi “mas que merda!” e logo depois eu soube que era hora de aterrissar no telhado mais perto, sabe a coisa boa de treinar até não aguentar ficar de pé? Você continua com as roupas que usou no treino.
Usando a flexibilidade da minha perna chutei a mulher-ave em uma das suas asas e sorri enquanto a ouvir gritando e me soltando no ar, o único problema foi: Não tinha telhado por perto e eu cai.
(...)
Minha noite só podia ficar mais estranha caso eu caísse em cima de uma garota loira que andava pelas ruas da frança àquela hora da noite sozinha. E olha só: Foi exatamente isso que aconteceu.
(...)
A primeira coisa que eu notei quando cai em cima da garota: Ela era muito linda, a segunda coisa? Ela não ia ficar feliz com eu caindo em cima dela e na verdade não ficou, pois mau eu havia sentido o impacto da queda quando ela me empurrou para o lado me fazendo cair de costas na calçada.
— Ora seu... Antes mesmo que a garota pudesse falar o xingamento que estava passando por sua cabeça a harpia desceu em velocidade máxima do céu, vindo em nossa direção em velocidade máxima, mas antes mesmo que a harpia se aproximasse a garota fez “poof” sumindo do meu lado e aparecendo acima da harpia enquanto a perfurava com uma espada que tinha aparecido de só deus sabe onde e então a mulher pássaro que estava me carregando para sei lá onde se transformou em pó enquanto a garota sorria triunfante e ia até mim sorrido.
— Pelo visto você é um semideus, basta saber de quem é filho... Antes que a garota continuasse falando ela olhou para algo acima de minha testa e sorriu como se tivesse achado algo divertido e depois me olhou. —Bem vindo ao nosso mundo, filho de Chronos...


Batalha


Contemplei os autômatos diante de mim com fascínio e curiosidade, tentando adivinhar qual era o melhor para o meu primeiro treino com a minha foice (Presentinho do meu pai) e é claro, que não me matasse, na verdade, isso era o principal.

Sorri olhando para um bonequinho que não passava de 1,40 de altura o que para mim era perfeito, afinal de contas eu poderia facilmente lidar com um bonequinho daquele tamanho. Aproximei-me do autômato o suficiente para que ele ficasse ao alcance da minha foice e em um movimento rápido tentei atingir o ombro do autônomo com um golpe lateral da lamina da minha foice e foi ai que eu descobri que tinha julgado o livro pela capa e ia pagar caro por isso.
O autômato defendeu o golpe com seu escudo como se não fosse nada além de uma picada incomoda de um inseto, o que não me deixou muito feliz, mas antes que eu pudesse atacar novamente o autômato começou de alguma forma, a crescer ficando cada vez maior até que finalmente atingiu a altura de dois metros e de alguma maneira, havia conseguido mudar suas asas, não mais usando uma espada de bronze e um escudo, mas sim uma lança que devia ter o dobro do tamanho dele, o que resumindo, ferrava com a minha vida semi-divina de forma magnífica.

Suspirei olhando o autômato assumir uma posição para combate e fiz o mesmo me preparando para o que estava por vir. Por alguns minutos ficarmos assim, um olhando para o outro enquanto andávamos em círculos esperando até que o outro abrisse uma brecha, mas logo eu quebrei aquela dança de luta avançando contra o autômato assim que ele perdeu o passo, tropeçando em uma pedra e me dando a oportunidade de atacar girando minha foice em um movimento vertical que visava atingir o ligamento do joelho da perna esquerda dele, tentando o fazer cair para que eu pudesse aproveitar daquele momento para terminar com aquela batalha, mas antes que eu pudesse chegar perto o suficiente para por meu plano em ação o autômato recuou um passo executando uma estocada longa com sua lança para tentar perfurar meu estomago, o que me obrigou a dar um pulo para a direita evitando assim ser embalado pela lança.

Recuei alguns passos ficando fora do alcance da lança do autômato e observando a situação em que me encontrava naquele momento, um único movimento poderia ser decisivo naquela batalha. O autômato não usava armadura, mas em compensação seus longos braços junto com sua gigantesca lança deixavam o seu alcance enorme e se ele usasse todo o seu tamanho seria difícil para chegar perto dele, mesmo com a foice.

Antes que eu pudesse pensar em uma forma de vencer a vantagem que o autômato tinha sobre mim ele avançou em uma velocidade surpreendente com a lança golpeando minha perna e me fazendo cair de joelhos no chão, indefeso para o golpe que viria a seguir, isso se eu não tivesse dado uma cambalhota para frente e usado minhas duas pernas em um movimento de “tesoura” o fazendo cair no chão enquanto eu me erguia e aproveitava enquanto o autômato se erguia lentamente para atacar com a foice o decapitando com um barulho de metal contra metal.

Por um momento nada aconteceu e o autômato continuou na posição de joelhos, como se sua cabeça não fosse importante, mas então ele caiu de bruços no chão, derrotado.


Datos Extra

-Alguns detalhes sobre essa ficha foi discutida com Éter


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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Éter em Dom Mar 23, 2014 9:15 pm

Gostei da sua ficha, embora em alguns momentos tenha ficado um pouco confuso e você tenha errado algumas palavras e pontuação. Também deveria ter falado mais sobre sua vida antes do exército e o template dificultou um pouco a leitura.
Mesmo assim, não vi muitos motivos para te reprovar, parabéns.
APROVADO
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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Convidado em Ter Abr 22, 2014 12:54 am




Filha de Hemera

Nome:
Helena Christine Keltmann

Idade:

16 anos.

Local de Nascimento:

Jacksonville, Flórida, Estados Unidos.

Progenitor Primordial:
Hemera.

Progenitor Mortal:

Anthony Keltmann.

Características Psicológicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):

Helena é a personificação da responsabilidade e da calma, forçada desde pequena a agir por ela mesma, não espera e nem aceita a ajuda das pessoas para fazer o que deseja. Extremamente teimosa e uma vez que coloca uma ideia na cabeça, ninguém é capaz de tirá-la. É uma menina doce, meiga e gentil, apesar de tudo, sofre pela falta de afeto do pai e também pelo sumiço misterioso de sua mãe. Apesar disso, pode ser considerada uma menina dura, é difícil vê-la perdendo a pasciência ou expondo suas emoções com frequência, preferindo guardar seus problemas para ela mesma. A única que chega a ter um certa influência em Helena é Nanda, a irmã gêmea da garota devido ao fato de ambas serem muito ligadas. É uma mentirosa nata e faz o que tiver que fazer para cumprir seus objetivos ou quando se trata de sua irmã. As más línguas dizem que Helena é a única capaz de controlar o gênio de Nanda.

Características Físicas (No mínimo 10 linhas no Word ou outro editor de textos):
Possuindo brilhantes olhos castanhos claro, Helena e sua irmã são realmente idênticas, são poucos que conseguem diferenciá-las apenas de vista. Ambas possuem 1,69 de altura e um corpo proporcional a sua idade, nada extravagante, porém realmente bonito. O rosto angular, caracterizado pela pele pálida e generosos lábios, na maioria das vezes coberto por um gloss sem cor, sendo contornados por lindos e lisos cabelos loiros em tons diferentes que chegam até a altura do peito, contrastando a beleza natural das gêmeas. Uma característica marcante de Helena são suas unhas sempre pintadas em tom escuro, seja uma cinza, preto, ou vários outros tons. Quase sempre é possível encontrar um sorriso nos lábios de Helena, um sorriso de dentes brancos e perfeitos, que a deixam ainda mais bonita. Além disso, quando sorri, surge uma pequena covinha no canto esquerdo da sua boca.

Conte-nos sua História (No mínimo 50 linhas no Word ou outro editor de textos):
Anthony sempre fora um péssimo pai. Mesmo antes de ser abandonado pelo grande amor da sua vida já era possível saber disso. Era, simplesmente, a pessoa mais irresponsável que qualquer um poderia ter o desprazer de conhecer. E sua atitude influênciou muito na criação de suas filhas, as adoráveis gêmeas Keltmann, como eram conhecidas em Jacksonville.
Helena e sua irmã Nanda, nasceram saudáveis na ensolarada tarde do dia 23 de agosto há 16 anos atrás. Anthony estava em pânico. Tinha apenas 19 anos e era pai de duas meninas, duas lindas meninas, mas nem isso serviram de consolo para o moreno aflito.
A família Keltmann era muito rica e influente na cidade, mesmo com a pouca idade de Anthony, o jovem não teria problemas financeiros para dar início a sua família, mas continuava a acreditar que não daria conta daquilo.
Para ajudar a sua insegurança, uma semana após o nascimento das meninas, sua amada o abandonou, deixando as duas meninas para ele cuidar. Sozinho e sem nenhum tipo de experiência para tal tarefa, Anthony sabia que não faria um bom trabalho.
Crescendo sem a mãe e sendo criadas praticamente sozinhas, Helena e Nanda não podiam ter personalidades mais opostas uma a outra, pelo menos em certos aspectos. Helena era a mais responsável das duas, assim como a que mais parecia com sua mãe, seja ela quem fosse. Pelo menos era o que Anthony dizia nas poucas vezes em que passava um tempo ao lado das filhas.
As meninas aprenderam a se virar sozinha, cuidando uma da outra em qualquer situação ou problema que enfrentassem, seja quando uma se metia em uma briga na escola ou quando o pai não tinha feito algo para elas jantarem.
A vida era complicada, mas não podia ser menos divertida.
Aos dezesseis anos, Helena e Nanda já haviam sido expulsas de, no mínimo, 5 escolas. Até chegaram a conseguir ser presas uma vez. Claro que mesmo com o pagamento da fiança, o delegado não acreditou que elas não tinham nada a ver com a destruição na loja de departamentos da rua principal.
Porém elas realmente não tiverem. A culpa tinha sido toda do homem enorme de um olho só que as perseguira por todo lugar, derrubando as estantes, quebrando vidros e machucando as pessoas.
Com o tempo, as gêmeas já tinham se acostumado com as coisas estranhas que a cercavam. Pessoas estranhas as perseguiam, coisas aconteciam a elas sem a menor explicação. E claro, ambas tinha TDAH e disléxia, duas coisas que ajudavam demais seu desempenho academico.
Apesar disso, o tratamento que seu pai lhes dava tinha suas vantagens. Elas tinham mais liberdade que a maioria dos jovens da sua idade. Não tinham ninguém que as controlassem, nem hora para chegar em casa, além disso, ainda tinham dinheiro sempre que queriam, seja lá o que fossem fazer.
Mesmo que isso significasse fugir.
Exatos doze dias antes do aniversário de Anthony, Helena e Nanda arrumaram alguns dos seus pertences e fugiram, seguindo guiadas por nada menos que uma voz em sua cabeça.
Era perigoso? Extremamente. Elas se meteriam em problemas? Com toda a certeza. Elas ligavam? De jeito nenhum.

Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 50 linhas do Word ou outro editor de textos):
O monstro em sua frente deu dois passos e grunhiu, segurando o bastão em suas mãos com mais força. O ciclope era enorme em comparação a pequena e recém-chegada semideusa, que ainda por cima, segurava apenas uma adaga. Por que tinha aceitado lutar mesmo? Ah, sim. Nanda a obrigara. Está certo.
Espero não ser morta em meu primeiro treino. Seria extremamente humilhante, pensou a Keltmann, segurando o cabo da adaga como se sua vida dependesse disso. Seus dedos já estavam ficando brancos pela força que exercia e sua mão latejaria por minutos se continuasse segurando a adaga desse jeito.
O monstro se aproximou ao mesmo tempo em que Helena tentava manter uma distância segura dele. Ela não se sentia preparada para lutar, quem dirá começar um ataque. Já tinha escutado inúmeras vezes que não deveria iníciar um ataque estando insegura. No momento, a loira era a pessoa mais insegura que já pisou por aquela arena.
Imaginou que os semideuses ao seu redor riam ao vê-la posicionada pateticamente na arena, tentando sobreviver a essa simples luta contra o monstro. Para ela, não havia nada de simples naquilo.
O ciclope - provavelmente entendiado - tentou acertar Helena com o bastão e teria tido sucesso se a garota não fosse ágil e não tivesse girado para o lado por impulso. Aquele simples movimento já tinha a deixado mais... Confiante? É, acho que era isso.
Irritado pelo seu golpe não ter dado certo, o ciclope gira, ainda tentando acertar a semideusa com seu enorme bastão de madeira, errando por pouco. A garota conseguira se posicionar atrás do monstro e ficar a adaga em suas costas, puxando-a de volta quando o mesmo fez menção de se virar.
Ele grunhiu, sua irritação pareceu se elevar uns bons níveis. Isso era bom. Com a irritação e raiva vem a imprudência.
Passando por de baixo dos braços extremamentes grandes do ciclope, Helena ficou de frente para o mesmo, fazendo um corte em seu peito e abaixa-se quando o mesmo tenta passar a arma por sua cabeça.
Nessa altura já era possível ver que o que ele tinha de tamanho, não tinha de inteligência.
Com isso em mente, Helena tomou uma decisão sábia. Investiu contra o monstro.
Por sorte, acertou em cheio o braço que ele segurava o bastão poucos segundos antes de ser acertada pela arma. Devido a dor, o ciclope soltou o bastão, mas empurrou a menina para o chão, fazendo-a cair alguns metros mais distante do local onde estava.
Rindo pela vantagem, o monstro aproximou-se da semideusa, segurando-a pelo calcanhar direito e começando a arrastá-la por alguns centímetros na arena, ignorando os protestos da mesma.
Helena teve um plano quando conseguiu alcançar o bastão do ciclope.
De algum jeito, conseguiu pegar o mesmo e, apesar do peso da arma, desferiu um golpe eficaz no braço do monstro, fazendo com que ele a soltasse e desse o tempo que ela precisava para resgatar a adaga.
Agora, com a adaga, Helena só queria esse treino rapidamente. Por isso, investiu contra o ciclope e pela segunda vez naquele mesmo dia, fincou a adaga na sua barriga e a puxou de volta rapidamente, batando com o cabo da arma no queixo no ciclope.
Por fim, fincou a adaga no peito dele e fez uma careta ao sentir o pó dourado indo direito para o seu rosto. Graças aos deuses sua boca estava fechada.









valeu @ carol!


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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

Mensagem por Administrador em Qui Abr 24, 2014 2:43 pm

Aprovada. A batalha foi um pouco fraca, mas acredito que com o tempo vá melhorar. Bem vinda, filha de Hemera.
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Re: Teste de Reclamação - Deuses Primordiais

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