Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

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Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Administrador em Ter Fev 04, 2014 10:26 am

Relembrando a primeira mensagem :


Teste de Reclamação
Bem-vindo(a) Convidado, deve estar ansioso(a) para descobrir quem é seu progenitor ou progenitora, por tanto, queira por favor realizar o teste a abaixo. Queira por favor postar seu teste neste mesmo tópico.
Também pedimos que siga algumas regras, todas localizadas abaixo, assim, as suas chances de passar nesse teste aumentam em muito.
Boa sorte e seja bem-vindo(a) a família do PJO.



 
Regras
NÃO PLAGEIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.

Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Progenitor Primordial:
Progenitor Mortal:
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
 
Apenas os filhos dos deuses contidos neste spoiler serão reclamados neste teste:
Deméter, Ares, Atena, Apolo, Hefesto, Afrodite, Hermes, Dionísio, Hécate, Éolo, Perséfone, Macária, Melinoe, Íris, Selene, Quione, Hipnos, Morfeu, Deimos, Phobos e Fantasia.
 

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Sex Abr 04, 2014 3:31 pm

Creio que é um dos seus primeiros post's em fóruns, tentei reconsiderar sua ficha o máximo possível, mas não seria justo com os outros se te aceitasse, no entanto, não desista.. você pode chegar lá se corrigir algumas coisas.

Sua narração não está boa, falta elementos, detalhes, mais emoção. Você tem que organizar melhor os elementos da sua história, descreve-los conforme uma ordem e dar todos os detalhes que acha importante (Ex: se for em 1ª pessoa e você achar importante falar o que sentiu, então poderia descrever o que cada situação significou para você).
Algumas observações: Indo pela sua narração, você não teria conseguido fugir dos monstros, leve em consideração os pontos fracos e fortes deles, suas características: tamanho, velocidade, inteligencia, dentre outros.
Quanto a parte em que sua mãe aparece explicando o que você é: detalhe mais, escreva mais, vá com mais calma na sua história... os acontecimentos tem que se proceder.
Uma dica é narrar em 1ª pessoa (se você se sentir confortável assim), onde você é praticamente obrigado (pela forma de narração) a ser descritivo, outra coisa não narre como se estivesse sendo avaliado como deixou explicito quando disse "e aqui estou ainda esperando meu pai me reclamar e poder entrar no Acampamento Meio Sangue"... E você pode entrar no Acampamento mesmo não sendo reclamado. Tente novamente, por favor.


Reprovado

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Phillipus D. Michaelis em Sex Abr 04, 2014 10:06 pm

Nome: Phillipus Aureolus Bombastus Von Hohenheim
Idade: 13
Local de Nascimento: Einsiedeln, Suíça
Progenitor Primordial: Hefesto
Progenitor Mortal: Aleksandra Aureolus Bombastus Von Hohenheim

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Começarei pelo básico de um semideus, sou problemático, hiperativo, tenho déficit de atenção e dislexia, desde pequeno  já era muito inteligente comparado com as crianças normais, enquanto alguns brincavam de bonecos prontos, eu fazia os meus, eu costumo ser muito equilibrado, sério quando precisa ser sério e extrovertido, piadista em momentos que preciso ser assim. Nunca gostei do frio, gosto do calor, do sol, gosto de praias, sou um surfista muito bom, quando tinha 7 anos comecei a me sentir atraído pelo fogo, não existe nada  tão legal como as chamas dançando, este sou eu.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Tenho 1,83m de altura, desde meus 10 anos trabalhei em oficinas mecânicas em Miami, nos meus horários vagos eu treinava em uma academia perto de casa, por isso sou um pouco forte, tenho cabelos loiros escuros (quase castanhos) e cortados em estilo militar, barba por fazer, olhos verdes, pele branca, apesar de ser filho de Hefesto eu sou bem bonito, talvez tenha puxado a beleza da minha mãe e a inteligência e habilidades do meu pai, no mais é só isso.
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
PRÓLOGO
Phillipus Aureolus Bombastus Von Hohenheim, ou apenas Von Hohenheim, nasceu em uma cidade longínqua chamada Einsiedeln, localizado na Suíça. Sua mãe Aleksandra Aureolus Bombastus Von Hohenheim era uma mulher muito simpática e trabalhadora, tinham uma casa pequena, porém bastante agradável já que só moravam os dois nesta casa.
A exatamente 13 anos atrás, Aleksandra havia conhecido um homem não tão atraente por sua beleza , mas extremamente agradável, eles haviam se conhecido quando Aleksandra tinha deixar seu carro em uma oficina para conserto, seu nome era Hefesto, tinha uma aparência engraçada quando se conheceram. Ele usava um macacão de mecânico, e estava todo sujo de graxa, e quando digo todo sujo realmente estou falando sério, seu rosto, mãos, roupas, totalmente sujas, deveria estar lá a muito tempo trabalhando.
Olá – disse Aleksandra – vim deixar meu carro para conserto, ele deu uma parada repentina e justamente na porta da sua oficina... sorte a minha, eu acho.
Ah, Realmente deve ter sido muita sorte – disse Hefesto com um leve sorriso no rosto- Pode deixar seu carro comigo, garanto que está em ótimas mãos.
Hum, muito obrigada pela ajuda, não sei o que seria de mim se não tivesse encontrado essa oficina por aqui com você para me atender – Disse Aleksandra
Hefesto ficou olhando a moça, admirado por sua beleza... Ok, ele era namorado de Afrodite, mas ainda assim a mulher era bonita.
OOOI –disse Aleksandra- você ainda esta ai? Terra chamando Hefesto.
Ah, hã, que? – disse Hefesto meio desajeitado- Então se você quiser eu posso deixar o seu carro na sua casa, você só precisa me passar seu endereço e irei até lá
Ah, sim, claro, só um momento- Aleksandra entrega seu endereço e telefone para Hefesto.
Obrigado – disse ele- Assim que terminar o serviço estarei lhe entregando seu carro em perfeito estado.
Está bem, agora tenho que ir, bom trabalho pra você. – Disse Aleksandra se despedindo.

Hefesto havia ficado na oficina e foi direto trabalhar no carro da moça durante mais ou menos 1 hora e voilà, o carro estava pronto.
Ding Dong (a campainha toca)
Aleksandra vai até a porta para atender, era Hefesto, ele agora não estava sujo, estava bem vestido até, usava uma camisa vermelha escrita “Melhor mecânico do mundo” com uma jaqueta marrom, uma calça jeans e um tênis Rebook.
Ok... como já falei, Hefesto não é o homem mais bonito do mundo, mas foi capaz de arrancar um suspiro de Aleksandra. Ela o convidara para entrar logo depois de ter visto seu carro em ótimo estado, eles conversaram muito, sobre muitas coisas, comeram juntos e então tiveram mais uma conversa, Hefesto contava a ela quem ele realmente era, Aleksandra não pareceu muito surpresa, ela dizia a Hefesto que via coisas estranhas, monstros e pessoas com varias mãos, Aleksandra era capaz de ver através da névoa.
Após uma longa e divertida conversa , surgiu um clima de romance... Não me pergunte o que aconteceu depois, eu não vou responder isso, vocês já devem saber muito bem.
Três meses depois, Aleksandra descobriu que estava grávida... era uma ótima noticia, ela contou a Hefesto e ele jurou protege-la até que o bebê completasse 1 ano, porém ele não poderia ficar mais do que isso, Zeus havia impetrado uma lei onde os Deuses não poderiam interromper na vida de seus filhos. Aleksandra assentiu com uma tristeza por saber que seu filho seria criado sem o pai, mas ainda assim estava feliz por saber que teria um filho.
6 meses depois, o bebê havia nascido, Hefesto queria dar um nome um tanto quanto estranho. - Adamantino- disse Hefesto- esse será o nome dele.
Pare Hefesto, que tipo de nome é adamantino? – disse Aleksandra- vamos chamado de... hum... Phillipus, Phillipus Aureolus Bombastus Von Hohenheim.
Hum, e depois o nome que eu dei é que era estranho- Pensou ele- Tudo bem, será Phillipus.

O tempo se passou e Phillipus completou 1 ano, como prometido, Hefesto não podia mais ficar com Aleksandra, ele tinha que partir. Aleksandra assentiu, Hefesto olhou para seu filho mais uma vez e disse algumas palavras em grego antigo, um tipo de benção, então ele partiu.

CAPITULO 1 – PHILLIPUS
12 anos se passaram, Aleksandra sabia que tinha que proteger seu filho Phillipus dos perigos que apareciam, e cada ano que ele envelhecia, mais perigo ele corria. Quando um semideus envelhece ele passa a correr mais perigo, por esse motivo eles necessitam do treinamento necessário, e ela sabia para onde deveria manda-lo, mas ainda era muito cedo.
Aleksandra então decidiu que era hora de ir embora de Einsiedeln, ela deveria ficar mais próxima do local onde se localizava o Acampamento Meio Sangue, então ela fez suas malas e de seu filho e partiram para Miami na Flórida, conseguiu uma casa razoável para morar com seu filho e o matriculou em uma escola perto de casa.
Phillipus estava com 13 anos e para a sua idade já parecia ser mais inteligente que a maioria dos demais alunos de sua sala, ele conhecera um garoto que se tornou seu melhor amigo, seu nome era Alex, um garoto de olhos castanhos e cabelos negros, sua pele era parda, ele tinha 15 anos, usava uma camisa de basquete dos Heat, um boné New York, calças largas e um tênis Nike muito legal.
E ai Phil- disse Alex- como estão as coisas na sua casa? Tudo tranquilo?
Ah, oi Alex, esta mais ou menos cara, tive uma pequena discussão com minha mãe porque eu queria saber sobre meu pai, queria saber por que nunca o conheci, e porque eu tenho esses problemas nas aulas, sabe, eu te disse, não consigo ler bem o que a professora escreve, e também odeio ficar naquela cadeira parado muito tempo, eu preciso fazer algo pra me agitar...
Alex assentiu e disse- Eu acho que tenho uma idéia, que tal aulas de luta?
- Aulas de luta cara? Eu vou morrer naquele lugar, apesar de ser um pouco alto comparado a meninos da minha idade e ser um pouco forte, eu só tenho 13 anos, como vou conseguir lutar com caras com 16 até 20 anos lá? – Disse Phillipus
- Relaxa cara, eu sei que você consegue, confio em você, vamos lá, é uma oportunidade de você se mexer, a não ser que queira tentar Futebol, mas tenho certeza que você morreria lá – disse Alex rindo
- Muito engraçado, vamos lá então, aulas de luta!
Phillipus e Alex foram até o quadro de atividades e então Phillipus se inscreveu na aula de luta. Nesse momento um garoto de 17 anos passou por ele e deu um esbarrão em Phillipus.
-Ei mané, vai se inscrever pra aulas de luta? Vejo você lá, vou te esmagar! – disse o garoto
-Ah, que garoto imbecil, não liga pra ele não Phil, você vai se dar bem. –Disse Alex
-É, assim espero. –assentiu Phillipus.
CAPITULO II – PHILLIPUS

No dia seguinte, Phillipus foi até a quadra de esportes para a primeira aula de luta, ao entrar na quadra viu o garoto valentão detonando cada um que ousasse o enfrentar, mas Phillipus acabou vendo uma coisa estranha, por um momento pensou ter visto que o garoto só tinha um olho e era bem maior do que aparentava.
Phillipus viu Alex sentado na arquibancada e foi falar com ele:
- Ei Alex, preciso falar com você. –disse um pouco assustado com o que vira
- O que foi cara, qual o problema?
- Cara, por um momento eu olhei para aquele garoto e vi algo, parecia que ele tinha apenas um olho e que era bem maior do que aparentava – disse Phillipus
Alex assentiu- a hora é chegada.
O que? Hora de que? – disse Phillipus assustado
Precisamos sair daqui Phil, vamos até a sua casa está bem? Eu explico pra você quando chegar lá.
- Odeio segredos, mas vamos logo então.
Alex e Phillipus saíram correndo da escola por 3 quarteirões e viraram a esquerda, cinco casas a frente estava a casa de Phillipus, realmente muito perto da escola. Eles entraram na casa assustados e então Alex falou com Aleksandra.
- Aleksandra, ele começou a ver, esta na hora de contar a ele. – Disse alex
- Temia que essa hora chegasse –falou Aleksandra- Filho, sente-se, vou lhe explicar tudo.
Aleksandra o contou tudo que aconteceu a 13 anos atrás e finalmente disse:
- Phillipus, parece bobagem, mas o seu pai não tinha só o nome do deus Hefesto, ele realmente era o deus Hefesto, o deus da forja e do fogo, o que você viu no seu colégio era um ciclope, por sorte você contou para Alex antes de entrar na luta, a névoa realmente devia estar muito forte para Alex não ter visto aquilo ainda.
-Me desculpe Aleksandra- disse Alex- Eu sou o protetor dele, deveria ter visto isso, mas não resta mais tempo, ele precisa ir para o Acampamento.
-Ei, espera ai, que história é essa de protetor, e o que é esse tal acampamento? – disse Phillipus.
Alex então tirou o seu boné New York da cabeça e pequenos chifres eram visíveis em sua cabeça, depois ele começou a tirar a calça e então Phillipus caiu para trás... Alex tinha pernas e cintura de bode, ele era um Sátiro.
- WOW cara, o que é isso? Você tem pernas de bode? E chifres? – disse Phillipus assustado.
- Sim cara, sou um Sátiro, sou seu protetor, e agora tenho que te levar ao acampamento meio sangue. – disse alex
- Tá, mas o que raios é esse acampamento? – falou Phillipus
- É um acampamento onde vivem pessoas como você, semideuses, lá vocês recebem treinamento durante o verão, alguns ficam o ano todo lá, mas é o lugar mais seguro para vocês, precisamos te levar até lá. – disse Alex
- Filho, você precisa ir, os monstros sabem que você esta aqui em Miami e vão te caçar, vá logo. – Disse Aleksandra
- Tudo bem, vamos para esse acampamento.

Alex então foi até a porta da casa e deu um assobio muito alto.

O que você está fazendo? Quer atrair esses tais monstros pra me pegar? – disse Phillipus
Calma cara, só estou chamando nossa carona, vá arrumar suas coisas. – retrucou Alex

Em alguns minutos, conseguia se ver 2 coisas aladas no céu, mas eram grandes demais para serem pássaros e pequenos para aviões, Alex então disse:
-Nossa carona chegou, vamos embora!
Phillipus olhou para a porta de casa e mal pode acreditar, eram 2 cavalos com asas.
- Uau, esses são mesmo Pégasos? – disse Phillipus
- Sim Phil, são pégasos, agora vamos logo embora, quero chegar ao acampamento em segurança.
- Espera, e a minha mãe? Porque ela... – Aleksandra interrompeu Phillipus dizendo:
- Vá meu filho, eu não posso entrar no acampamento por ser mortal, mas os monstros não virão atrás de mim, eles querem você, você precisa se proteger, vá embora.
Phillipus assentiu triste, deu um abraço longo em sua mãe e então subiu no Pégaso, eles rapidamente subiram e desapareceram no ar. Alex e Phillipus enfrentaram algumas tempestades esquisitas no caminho mas logo chegaram ao acampamento, então Alex disse:
- Aqui estamos o acampamento meio sangue, irei te apresentar tudo com o tempo, mas por hora vá até a casa grande e depois descanse um pouco, eu estou muito cansado, vou tirar um cochilo, até mais Phil!
Ao chegar a casa grande, Phillipus conversou com Quíron que o instruiu a ficar com ele até a hora da fogueira, onde provavelmente seria reclamado.
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Denzel C. Weisen em Sex Abr 04, 2014 10:45 pm

Nome: Denzel C. Weisen

Idade: 16

Local de Nascimento: Los Angeles

Progenitor Primordial: Demeter

Progenitor Mortal: Desconhecido (Desaparecido)

Características Psicológicas : Denzel meio tímido , mas fora isto ele é paciente e gentil com as pessoas com quem ele fala , é meio rude quando se trata de pessoas desconhecidas ,é também é um pouco Impulsivo fazendo algumas decisões e não pensa nas consequências , ele é muito agitado raramente ira vê-lo abatido , gosta geralmente de ficar em locais ao Ar Livre sendo meio Naturalista


Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):

Denzel possui a altura entre 1.67 a 1,72 ,  , tem as orbes dos olhos castanho claro , cabelos em um tom de castanho claro um pouco avermelhado e é liso, Pele em um pigmento meio branco tendo escurecido depois de tanto tempo nas fazendas ,tem corpo normal não tendo o peso acima da media nem tendo o peso abaixo da media , possui lábios finos e rosados , dentes esbranquiçados cujo dão um belo sorriso carismático e natural


Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):

Denzel foi criado em um orfanato ate os 16 anos depois foi mandado para uma pensão devido a um pedido anonimo , devido a alguns problemas como deficit de atenção e dislexia não conseguia boas notas na escola mas também não eram ruins e sim medianas para prosseguir com seus estudos , a caminho da pensão via vultos e pessoas a olhar para ele constantemente mais fingia não estar vendo os vultos ou as pessoas a olharem para ele pois pouco importava .

Sempre ao chegar em casa iria ate o dono da pensão perguntar quem é pessoa que fez o pedido para ele morar na pensão mas todas vez o dono da pensão diria que a mulher que fez o pedido da mudança pediu sigilo , Isso deixava Denzel irritado mais nada poderia ser feito , então continuou assim por alguns dias , os olhares aumentariam ainda mais e não seria somente na volta da pensão , seria quando Denzel fosse para um campo ou quando saísse com amigos isso realmente o preocupou.

Em sua sala de aula uma voz feminina era ouvida pedindo para Denzel ter cuidado com os olhares e os vultos , pensaria Denzel que seria simplesmente sua imaginação então continuou a estudar , tendo um pouco de dificuldade, um novo Aluno cujo usava muletas entraria no colégio ficaria de olho em Denzel o desconfortando um pouco , Na volta para a pensão o Professor novo o seguia ate quando fosse a Fazenda .

Passando uma semana já não aguentando mais as perseguições do tal e as vozes em sua cabeça Denzel foi contra o tal Aluno novo em frente a pensão começou a discussão com o tal mas no inicio o Aluno fala :

- Espere! eu sei quem e sua mãe , você pode me escutar!?
Na mesma hora que o tal terminou a frase Denzel parou e escutou o tal , O Aluno novo o levou a um lugar menos remoto e recomeçou a falar :

-Já deve saber sobre a mitologia grega certo? - Disse o tal enquanto orbeava ao redor vendo se ninguem estaria a escuta-los

Denzel concorda com a cabeça e então o Aluno novo continua a falar :


-Já ouviu falar daquele mito em que os deuses gregos saiam do olimpo se apaixonavam por humanos e depois tiveram filhos e são chamado os semi-deuses?

Denzel responde ao tal ainda não entendendo por que o tal esta a falar sobre tal assunto :    

- Não por que  pergunta isso??          

O tal retiraria a metade de sua calça mostrando a parte da cintura de um bode já fala :

- Sou um Satiro vim aqui para leva-lo ao acampamento criado especialmente para semi-deuses como você . Vamos indo temos que chegar no Acampamento rapido
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Convidado em Sab Abr 05, 2014 9:06 am

VonHohenheim
Bem... Sua história não está lá tão ruim, mas falta coerência em certos pontos. Além disso, tente indicar o início de uma fala com o travessão. Evite começar o texto com números. Houve muita repetição de palavras e nomes, como o da mãe do seu personagem e de Alex. Em geral, seu texto ficou cansativo de ser ler, metódico e até um pouco repetitivo. Sinto muito.
REPROVADO.

Denzel C. Weisen
Sua história foi fraca, com vários erros e repetições de palavras. Nem as características e muito menos a história atingiram o número mínimo de linhas. Sinto muito.
REPROVADO.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Phillipus D. Michaelis em Sab Abr 05, 2014 10:38 pm



Von Hohenheim
Hijo del fuego y de la forja
 


Nome: Phillipus Aureolus Bombastus Von Hohenheim
Idade: 13
Local de Nascimento: Einsiedeln, Suíça
Progenitor Primordial: Hefesto
Progenitor Mortal: Aleksandra Aureolus Bombastus Von Hohenheim

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Começarei pelo básico de um semideus, sou problemático, hiperativo, tenho déficit de atenção e dislexia, desde pequeno  já era muito inteligente comparado com as crianças normais, enquanto alguns brincavam de bonecos prontos, eu fazia os meus, eu costumo ser muito equilibrado, sério quando precisa ser sério e extrovertido, piadista em momentos que preciso ser assim. Nunca gostei do frio, gosto do calor, do sol, gosto de praias, sou um surfista muito bom, quando tinha 7 anos comecei a me sentir atraído pelo fogo, não existe nada  tão legal como as chamas dançando, este sou eu.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Tenho 1,83m de altura, desde meus 10 anos trabalhei em oficinas mecânicas em Miami, nos meus horários vagos eu treinava em uma academia perto de casa, por isso sou um pouco forte, tenho cabelos loiros escuros (quase castanhos) e cortados em estilo militar, barba por fazer, olhos verdes, pele branca, apesar de ser filho de Hefesto eu sou bem bonito, talvez tenha puxado a beleza da minha mãe e a inteligência e habilidades do meu pai, no mais é só isso.

Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):

Phillipus Aureolus Bombastus Von Hohenheim, ou apenas Von Hohenheim, nasceu em uma cidade longínqua chamada Einsiedeln, localizado na Suíça. Sua mãe Aleksandra Aureolus Bombastus Von Hohenheim era uma mulher muito simpática e trabalhadora, tinham uma casa pequena, porém bastante agradável já que só moravam os dois nesta casa.
A exatamente 13 anos atrás, Aleksandra havia conhecido um homem não tão atraente por sua beleza , mas extremamente agradável, eles haviam se conhecido quando ela fora deixar seu carro em uma oficina para conserto, seu nome era Hefesto, tinha uma aparência engraçada quando se conheceram. Ele usava um macacão de mecânico, e estava todo sujo de graxa, e quando digo todo sujo realmente estou falando sério, seu rosto, mãos, roupas, totalmente sujas, deveria estar lá a muito tempo trabalhando.
—Olá – disse Aleksandra – vim deixar meu carro para conserto, ele deu uma parada repentina e justamente na porta da sua oficina... Sorte a minha, eu acho.
— Ah, Realmente deve ter sido muita sorte – disse Hefesto com um leve sorriso no rosto — Pode deixar seu carro comigo, garanto que está em ótimas mãos.
— Hum, muito obrigada pela ajuda, não sei o que seria de mim se não tivesse encontrado essa oficina por aqui com você para me atender – Disse ela feliz por Hefesto a ajudar.
Hefesto ficou olhando a moça, admirado por sua beleza... Ok, ele é casado com Afrodite, mas ainda assim a mulher era bonita.
Então Hefesto disse meio desajeito, o deus das forjas desajeitado era quase que uma vergonha — Se você quiser eu posso deixar o seu carro na sua casa, você só precisa me passar seu endereço e irei até lá.
Aleksandra estranhou por um momento o seu modo de falar, mas acabou se convencendo de que devia estar imaginando coisas — Ah, sim, claro, só um momento - A mortal, então, anotou seu endereço e telefone e o entregou nas mãos sujas do deus, o papel imediatamente ficou completamente borrado e a mortal fez uma careta para aquilo, mas o deus parecia nem se importar e só continuava admirando-a.
— A proposito, sou Hefesto - disse ele, mesmo que ele já soubesse o nome daquela mulher queria que ela se apresentasse formalmente.
— Aleksandra - respondeu ela, sorrindo sem jeito ao notar sua falta de educação

Assim que a mortal saiu da oficina Hefesto voltou a trajar sua armadura grega de batalha, ele não se importava com o que os mortais por perto poderiam ver, a névoa o encobriria na certa. Ele olhou para o carro parado no meio da rua e, automaticamente, o motor deste rugiu, tinha que confessar que já havia muito tempo que ficava admirando Aleksandra e havia feito seu carro "quebrar" bem naquele ponto de proposito, a oficina se transformou novamente no velho galpão abandonado e Hefesto entrou no carro, teria que leva-lo até o Olimpo, pois não poderia aparecer tão rápido na casa de Aleksandra.

Ding Dong (a campainha toca)
Aleksandra vai até a porta para atender, era Hefesto, ele agora não estava sujo, estava bem vestido até, usava uma camisa vermelha escrita “Melhor mecânico do mundo” com uma jaqueta marrom, uma calça jeans e um tênis Rebook.
Ok... como já falei, Hefesto não é o homem mais bonito do mundo, mas foi capaz de arrancar um suspiro de Aleksandra. Ela o convidara para entrar logo depois de ter visto seu carro em ótimo estado, eles conversaram muito, sobre muitas coisas, comeram juntos e então tiveram mais uma conversa, Hefesto, no começo, não contara a ela quem ele realmente era, mas quando o fez ela não pareceu surpresa. Ela contou que via coisas estranhas, monstros e pessoas com muitas mãos. Aleksandra era capaz de ver através da névoa.
Aos poucos surgiu um clima de romance, não me pergunte o que aconteceu depois, eu não vou responder isso... Vocês já devem saber muito bem. Três meses depois, Aleksandra descobriu que estava grávida... Era uma ótima noticia, ela contou a Hefesto e ele jurou protege-la até que o bebê completasse um ano, porém ele não poderia ficar mais do que isso, Zeus havia impetrado uma lei onde os Deuses não poderiam interromper na vida de seus filhos. Aleksandra assentiu com uma tristeza por saber que seu filho seria criado sem o pai, mas ainda assim estava feliz por saber que teria um filho.
Seis meses depois, o bebê havia nascido. Hefesto queria dar um nome um tanto quanto estranho. - Adamantino- disse Hefesto- esse será o nome dele.
— Pare Hefesto, que tipo de nome é adamantino? – disse ela— vamos chama-lo de... hum... Phillipus, Phillipus Aureolus Bombastus Von Hohenheim.
“Hum, e depois o nome que eu dei é que era estranho”- Pensou ele — Tudo bem, será Phillipus. O tempo se passou e Phillipus completou um ano, como prometido, Hefesto não podia mais ficar com Aleksandra, ele tinha que partir. Ela assentiu, Hefesto olhou para seu filho mais uma vez e disse algumas palavras em grego antigo, um tipo de benção, então ele se foi.
Doze anos se passaram desde que Hefesto havia deixado Aleksandra e Phillipus, ela sabia que tinha que proteger o filho dos perigos que apareciam e a cada ano que se passava, maior se tornava o risco que corria. Cada vez mais se tornava evidente de que ele necessitava de treinamento e ela sabia onde seu filho poderia ser treinado como um semideus, então decidiu que era hora de ir embora de Einsiedeln, ela queria ficar mais próxima do local que se localizava o Acampamento Meio-Sangue.  Partiram logo cedo para Miami na Flórida, conseguiram uma casa razoável para morar e matriculou seu filho em uma escola perto de casa.
~~~~~~~
Eu estava com treze anos, embora ainda fosse novo eu já me sentia diferente dos adolescentes da minha idade, apesar de não tirar boas notas por ser disléxico, eu era o mais inteligente da minha sala, me destacava em aulas de história, também era um dos mais fortes e altos entre os meninos de doze a dezoito anos. Conheci um garoto na escola que se tornou meu melhor amigo, seu nome era Alex, um garoto de olhos castanhos e cabelos negros, sua pele era parda, ele tinha 15 anos, usava uma camisa de basquete dos Heat, um boné New York, calças largas e um tênis Nike muito legal. Ele falara comigo a pouco para me inscrever nas aulas de luta como atividade extracurricular, fiz como ele havia dito, Fui até o quadro de atividades da escola e me inscrevi, nesse momento eu também fiz uma nova amizade desagradável, um cara de cabelos loiros, usava uma jaqueta do time de futebol da escola, calças jeans, um tênis Olympikus, e tinha a maior cara de brigão que já tinha visto, ele esbarrou em mim perto do quadro de avisos e então começou a dizer — Ei moleque, se inscrevendo nas aulas de luta? Parece que vou ganhar mais uma vitima, vejo você lá, otário!
Deixei-o falar e saí daquele local com Alex. No dia seguinte ao chegar na escola, minha primeira aula seria de luta, me dirigi à quadra de esportes e lá estava à cena, o garoto estava detonando todos que ousavam lutar contra ele. Alex estava sentado na arquibancada esperando que eu lutasse e sorrindo, como se estivesse dizendo “Vai lá Phil, você vai vencer”, mas era impossível, eu não sabia nem lutar direito ainda. Entrei no tatame e então vi a coisa mais estranha do mundo, o valentão já não parecia mais a mesma pessoa, ele estava mais alto, forte, e só tinha um olho onde deveria ter dois olhos, então olhei para Alex e ele havia se assustado com aquilo também, então o valentão falou — Você é meu, vou te fazer em pedacinhos e comer sua carne, Semideus.
Eu estremeci ao ouvir aquilo, não sabia o que fazer, ele investiu com um golpe de lado contra mim e me acertou em cheio, cai a uma distancia de três metros, aquilo tinha doido muito, quase não consigo me levantar, fiquei sem ar por um momento pois o golpe tinha me atingido bem no tórax,  Alex jogara algo pra mim, uma espécie de chave de fenda pequena, e então gritou para mim — Gire a cabeça da chave.
Eu não entendia o que aquela chave minúscula poderia fazer, mas fiz como ele havia me falado, então a chave de fenda minúscula se revelou como um grandioso martelo de batalha, feito de bronze celestial com detalhes em ouro. Então eu vi o valentão agora mais parecido com um monstro, um ciclope, vindo em minha direção, instintivamente eu me desviei de um golpe que ele me dera e o ataquei com o martelo atingindo seu braço, aquilo parecia ter deixado ele muito furioso, ele não conseguia mover o braço em que o ataquei, ele praguejou – Você vai morrer semideus!
Então ele mais uma vez me atacou e eu me afastei para trás, o golpe conseguiu me atingir, e rasgou minha camisa, me ferindo, aquilo doía muito, eu não sabia o que fazer, pedi a ajuda de Alex, então ele entrou na quadra rápido e me puxou para o lado bem na hora de mais um ataque do ciclope, Alex então pegou uma flauta de bambu e começou a tocar, raízes saíram das tabuas da quadra e começaram a prender o ciclope, quando ele já estava quase preso me golpeou na cabeça me fazendo cair a distancia e me deixando muito atordoado, então finalmente Alex o prendeu e gritou — Phil, calma ai cara, já estou indo. Ele correu até mim e me socorreu, colocou algo na minha boca e eu então fiquei bom de uma hora para outra, perguntei a ele o que era aquilo e ele me dissera que responderia depois, disse-me que precisávamos ir até a minha casa urgente, eu não entendi o que ele queria indo até minha casa, mas saímos correndo daquele lugar, deixando as pessoas na quadra espantadas, passamos por três quarteirões e dobramos em uma rua a esquerda, onde ficava minha casa, logo ao chegarmos, Alex conversou com minha mãe, e só consegui o ouvir dizendo — a hora chegou.
Eu havia ficado confuso naquele momento, do que Alex estava falando? E como ele conhecia minha mãe? Então minha mãe mandou que eu me sentasse e começou a me contar sobre meu pai, como o conhecera a treze anos atrás, então ela me disse — Phillipus meu filho, você não é um garoto comum, você é um semideus, filho do deus do fogo e da forja Hefesto, e você não esta mais seguro aqui comigo, ouça o que seu amigo tem a dizer e faça o que ele disser, esta bem? – assenti ainda confuso e falei — Tudo bem mãe, mas como vocês se conhecem?
Alex então se levantou e começou a tirar seu boné do New York e suas calças largas, me espantei com o que ele estava fazendo, mas então vi que em sua cabeça haviam chifres, e no lugar de pernas humanas ele tinha pernas de bode, e cascos.
— Ow cara, espera ai, você é... um Sátiro? – disse eu assustado
— Sim cara, sou um Sátiro, agora me escute com atenção, eu sou o seu protetor júnior, nós não nos conhecemos por acaso, eu fui mandado para te buscar, preciso te levar para o Acampamento Meio Sangue, lá é o local mais seguro para os semideuses, monstros não conseguem entrar lá, e você recebe treinamento para enfrentar os perigos de fora, é o melhor local para você, precisamos ir agora, os monstros já sabem que você esta aqui.
— Certo, mas e minha mãe? Ela não pode ir? – disse a ele, então minha mãe me interrompeu e disse que não poderia ir, nem mortais nem monstros podiam entrar no acampamento, mas que eu não me preocupasse pois os monstros não viriam atrás dela, eles queriam a mim. Nesse momento eu assenti e então a abracei, arrumei minhas coisas, então Alex assobiou e em segundos um taxi velho de Nova York estacionou na porta de casa— Vamos embora, nossa carona chegou – disse ele
— Sério? Um taxi? – disse eu
— Não Phil, essa é a Carruagem da danação – Disse Alex a mim
Vi Alex dando algumas moedas na mão de três mulheres e dizer para irmos para o Acampamento Meio Sangue, fiquei espantado, as mulheres não tinham olhos, elas dirigiram em uma velocidade extremamente alta, mal tive tempo de olhar minha mãe mais uma vez, eu estava assustado com aquilo, mas Alex achava aquilo normal, em questão de vinte minutos chegamos ao Acampamento Meio Sangue. Alex então me levou até um local que ele chamou de Casa Grande, e mais uma vez me surpreendi, dei de cara com um Centauro que então me disse:
— Bem vindo Phillipus Von Hohenheim, meu nome é Quíron, venha comigo, vou lhe apresentar o acampamento.
Fui com Quíron a vários lugares, ele me mostrara os chalés dos deuses, o anfiteatro, campos de morangos, parede de escalada, estábulos, o refeitório e então disse:
— Bem meu jovem, já está na hora do Jantar, portanto deixarei você aqui no refeitório, logo mais iremos para a fogueira, geralmente os deuses que ainda não reclamaram seus filhos, fazem isso lá na fogueira, então aguardarei você lá.
Sentei-me na mesma mesa que Alex, a comida estava ótima, tinha Rosbife ao molho madeira, Purê de queijo, Arroz branco, Feijão, diversos tipos de salada e para sobremesa tinha um Mousse de morango e limão, eu realmente comi muito.
Ao terminar o jantar ouvi alguns sinos soarem, era hora de ir até a fogueira, saí do refeitório junto com meu amigo e agora protetor júnior até a fogueira, ao chegar lá eu vi vários campistas sentados, então me sentei ao lado de Alex e aguardei o inicio da atividade naquele local.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Live S. Gonçalez em Sab Abr 05, 2014 11:04 pm

Nome:Live Gonçalez
Idade:16 anos
Local de Nascimento: Doncaster, Inglaterra.
Progenitor Primordial: Hécate
Progenitor Mortal: Jorge Gonçalez.
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Por ser filha de Hécate, suas emoções eram imprevisíveis, tinha várias personalidades, e nunca ninguém sabia quando elas apareceriam. Mas existe algo em todo mundo- filho de deus ou não- que fica conosco pra sempre, encrustado em nossa alma. Coisas que nem o tempo, nem ninguém, e nem mudança brusca de personalidade mudaria. Com Live não era diferente. Ela era uma garota que sorria em todos os momentos, que gostava de fazer as pessoas rirem junto dela. Que era muito amiga, e na maioria das vezes afetuosa. Mas ela também tinha seus defeitos, ela era arrogante, com um certo ar superior em si, e ela exalava isso, e se sentia assim. Superior. Fora isso, era uma pessoa agradável.
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Ela tinha cabelos pretos, mas que, dependendo da luz, poderia parecer castanho ou uma cor mais clara. Tinha heterotomia. Uma bem diferente, um olho era verde e outro era azul (minha pp não tem isso, sorry). Pele clara que a luz da lua poderia ser considerada transparente. Bochechas e lábios rosados.
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos): (Vocês não expecificaram se era primeira pessoa ou narração, então eu fiz narração)
Com 11 anos, Live já tinha um histórico enorme. Abandonada pela mãe, orfã de pai- que tinha se suicidado pouco depois dela nascer-, nômade de orfanato (?) ou seja, Live aprendera desde cedo que a vida não era fácil. Então ela também não seria. Quebrava coisas raras das famílias, arrumava confusão nas escolas, brigava com todos os colegas com a desculpa de que "Eles não estavam a sua altura"- e olha que ela era baixinha. E sempre, não importava aonde fosse, conseguia atrair problemas. E foram esses problemas que a trouxeram ali, na sala da diretora do colégio, no seu aniversário de 12 anos. Maravilha. A sala era pequena, mas totalmente ajeitada. Só existia uma janela, mas com o tamanho do cômodo, não eram necessárias mais. No canto esquerdo da porta tinha um pequeno sofá marrom, de dois lugares- ele parecia super confortável, só pra constar- e no outro lado uma pequena mesinha com uma flor (Copo-de-leite, rosa... Live realmente não sabia qual era). No centro, estava ela, sentada em uma cadeira- muito menos confortável do que o sofá- em frente, a escrivaninha em que a diretora estava sentada com sua poltrona. Nos dois lados da mesma, continham dois armários grandes com papéis e documentos. E foi de um desses armários que a Mrs. Campbell tirou a ficha escolar da pequena que ali estava.
-Então, Live, você está aqui pela...- parou para ler algo nos papéis que segurava- sexta vez. Entende o que significa?
-Que eu vou ganhar uma carteirinha vip...?- Campbell se segurou para não rir, Live percebeu.
-Não, querida. Que se você continuar assim, eu vou ter que te expulsar.- Live suspirou.
-Eu sei, senhora Campbell. E eu não quero isso, ao contrário das outras vezes, eu gosto muito daqui. Mas é inevitável! Os problemas sempre aparecem pra mim. Parece até que sou um imã.
-Olha, você terá que se esforçar mais. Eu já falei com o superior e ele me disse que eu tinha que ter te expulsado na 3 vez. Eu, sinceramente, não sei se irei conseguir segurar a barra mais um pouco.
-Okay, eu vou tentar.- E assim que Live terminou a frase, um bater na porta se foi ouvido. Coisa que nem Live e nem a diretora escutaram. Por isso foi a vez de Mike, que estava sentando no sofá, se pronunciar. Não te contei dele? Bem, Mike é o melhor amigo de Live desde sempre. Ele não apoiava as bagunças da garota, mas sempre acompanhava. Uma medida de segurança, ou algo assim.
-Hum... tem alguém batendo na porta, diretora- Falou com sua voz rouca.
-O que? Oh sim, claro. Pode entrar- E quem apareceu foi a faxineira. Uma velha com seus 67 anos que trabalhava para sustentar os netos que eram uns "douchebags", pelo menos era o que Live sabia, porque a senhora era novata.
-Diretora?- Chamou, com a voz esganiçada- Tem alguns garotos brigando ali no corredor, e nenhum professor esta próximo, acho melhor você ajudar.
-Claro, claro. Você fica aqui com...- E a mais velha nem terminou de falar que a faxineira já concordou, balançando a cabeça freneticamente- Ok, então.- E saiu, apressada. Sem nem saber qual era o corredor, sem nem se certificar se a faxineira era um monstro matador de criançinhas. Mas fazer o quê. Assim que os saltos da diretora não foram mais ouvidos, a empregada entrou na sala- não, ela não tinha feito isto ainda- e trancou a porta. Atitude que Live estranhou, mas achou que, com ela na sala, qualquer atitude provisória valia. Olhou para o seu amigo, o Mike, e ele estava totalmente petrificado. Não ligou para isto também, não era valho de sua atenção.
Seus pensamentos foram interrompidos pelo fungar da única senhora da sala. Ela estava cheirando o ar com uma expressão satisfeita, e assim que terminou, disse.
-Você cheira bem- Estava olhando para um armário, de costas para Live.
-Nossa, e olha que eu nem passei perfume hoje.- Pobre garota, nem sabia que corria risco de morte.
-Vai ser um prazer te devorar- E se virou. Assim que fez isso, Live pôde ver que seu rosto não era humano. Mas nem deu tempo de ver mais detalhes, porque Mike, de uma hora para outra, pegou sua mão e gritou.
-CORRRREEEE!- E foi isso que aconteceu, mas como a porta estava trancada, o garoto achou uma ótima idéia pular pela janela. Pena que ela era péssima. Assim que caíram no chão, Mike sofreu alguns cortes. Mas Live não, estava incrivelmente bem. Melhor do que antes até. Era por que tinha anoitecido, ela percebera. Sempre foi assim, a noite a confortava, a fazia mais forte. Nunca soubera o porquê, mas desde sempre seu instinto lhe avisara que era muito mais seguro as sombras do que o claro. Estava tão envolta em seu pensamento- de novo- quem nem viu que a faxineira, ou qualquer coisa que aquilo fosse, já tinha pulado a janela e estava na frente deles.
-Live, não vai dar pra correr. Luta judô, invoca iemanjá, mas acabe com essa benevolente!- Live não sabia lutar judô, não sabia o que iemanjá tinha a ver com tudo, e muito menos o que era benevolente. Mas sabia que teria que lutar com aquilo, e era isso que iria fazer.
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):
(Ps: Não entendi muito bem isso, mas acho que é pra narrar uma batalha mesmo sem ser reclamado ou... não sei. Mas eu fiz como continuação da história acima na parte da batalha)
A benevolente atacou, mas Live se esquivou com uma precisão íncrivel. Foi para o lado, o que acabou fazendo com que o monstro desse de cara com uma árvore, só que antes da protagonista poder fazer qualquer coisa, a vilã retomou seus sentidos e partiu pra cima de novo. E Live se esquivou de novo, mas dessa vez a monstra já sabia o que ela faria e conseguiu pegá-la. Estava com as garras cravadas em seu ombro e estava sangrando muito, quando outra coisa chamou a atenção do bicho.
Era Mike, que estava jogando pedras feito um louco nas costas da atacante. Quando a mesma foi atrás do menino, aconteceu a deixa perfeita para Live se esconder. Ela se escondeu nas sombras das árvores que ali haviam, e isso sempre funcionava. Toda vez em que ela se metia em alguma confusão, era só se esconder em alguma espécie de sombra que ninguém a via. E foi o que aconteceu. Quando o monstro se deu conta de que não era o garoto que queria, já era tarde demais, a menina já estava totalmente fora de visão do mesmo. Só que Live ficara tão empolgada com a suposta vitória que acabou se mexendo demais, e as folhas ao seu redor fizeram barulho, atraindo a atenção da coisa que ela menos queria.
Essa coisa estava vindo em sua direção para verificar se ali estava mesmo sua vítima, quando Live teve uma idéia brilhante. Seu ventriloquismo. Era algo que realmente era boa. Ficava tanto tempo sem amigas que falava por suas bonecas, fingindo que era elas, no final, ela acabou ficando muito boa nisso, mas isso são coisas que não vem ao caso neste momento. Fez com que sua própria voz parecesse que saira de um lugar diferente, e depois de outro, e de outro, e de outro. Isso não só confundiu a monstra, como a enfureceu também. No pico da raiva, pegou o amigo da garota e jogara na parede. Decidiu que descontaria sua frustação nele. Isso fez com quem ficasse raiva fosse Live. Fato causado pela sua bipolaridade, ou não, mas uma onda de coragem preencheu seu peito e ela saiu de seu esconderijo sendo iluminada pela luz da lua.
-Ei, bicho feio!- Gritou- É a mim que você quer, e não o meu amigo.
O monstro fez algo que na nossa língua seria sorrir, mas foi tão horripilante que não poderia ser descrito de tal forma. Não perdeu tempo desta vez, partiu pra cima da garota rapidamente, jogando-a no chão e ficando em cima dela. Mas agora ela estava preparada, enquanto estava lá escondida, pegou o galho mais pontudo que vira pela frente e guardou consigo. O que restou fazer foi enfiar bem no coração da maldita, e foi isso que aconteceu. Mas ao contrário do que Live esperava, ela não sangrou, mas sim se transformou em um pó dourado. A garota se levantou, sacudiu a roupa para tirar os vestígios de usa batalha, e foi ver se o amigo estava bem. Ele estava... bem, bodisticamente bem. Isso porque ao invés de pés, ele estava com patas de burro, ou bode.
-Mas o quê...?- Disse, apontado para os membros inferiores.
-Isto? Isto é...
-Okay okay, depois você me explica.- E a lá estava a personalidade impaciente- Mas para onde vamos? Porque esse orfanato era nosso lar, mas agora vão me culpar por ter matado uma velhinha faxineira.
-Não se preocuper com isso, Live, você já ouviu falar do acampamento meio sangue?
[...]
E assim Live viveu, e mesmo agora, com 16 anos. Ainda acha que sua primeira luta poderia ser muito mais emocionante c.c
(É porque eu sou péssima em descrever cenas de ação sem armas e sem poderes. Desculpe)

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Ártemis em Sab Abr 05, 2014 11:29 pm

Phillipus Von Hohenheim

Bem, vamos começar. A principio achei alguns erros durante o decorrer de sua narração, porem, percebi que és muito criativo e que esforça-se muito para alcançar os objetivos de uma ficha boa. Acredito que aos poucos possa melhorar, e minha dica é que revise sempre o texto antes de posta-lo e detalhe um pouco mais seus atos, narrando seus sentimentos. Tente sempre observar os textos dos mais experientes, para que assim possa aprender novas coisas. Não tenha vergonha de perguntar. Esforce-se acima de tudo que sempre atingirá seus objetivos.
Aprovado.

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Seu nome está de forma incorreta, peça a mudança Aqui para que possamos lhe avaliar

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Live S. Gonçalez em Dom Abr 06, 2014 8:00 am

Nome:Live S. Gonçalez
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Progenitor Primordial: Hécate
Progenitor Mortal: Jorge Gonçalez.
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Por ser filha de Hécate, suas emoções eram imprevisíveis, tinha várias personalidades, e nunca ninguém sabia quando elas apareceriam. Mas existe algo em todo mundo- filho de deus ou não- que fica conosco pra sempre, encrustado em nossa alma. Coisas que nem o tempo, nem ninguém, e nem mudança brusca de personalidade mudaria. Com Live não era diferente. Ela era uma garota que sorria em todos os momentos, que gostava de fazer as pessoas rirem junto dela. Que era muito amiga, e na maioria das vezes afetuosa. Mas ela também tinha seus defeitos, ela era arrogante, com um certo ar superior em si, e ela exalava isso, e se sentia assim. Superior. Fora isso, era uma pessoa agradável.
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Ela tinha cabelos pretos, mas que, dependendo da luz, poderia parecer castanho ou uma cor mais clara. Tinha heterotomia. Uma bem diferente, um olho era verde e outro era azul (minha pp não tem isso, sorry). Pele clara que a luz da lua poderia ser considerada transparente. Bochechas e lábios rosados.
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos): (Vocês não expecificaram se era primeira pessoa ou narração, então eu fiz narração)
Com 11 anos, Live já tinha um histórico enorme. Abandonada pela mãe, orfã de pai- que tinha se suicidado pouco depois dela nascer-, nômade de orfanato (?) ou seja, Live aprendera desde cedo que a vida não era fácil. Então ela também não seria. Quebrava coisas raras das famílias, arrumava confusão nas escolas, brigava com todos os colegas com a desculpa de que "Eles não estavam a sua altura"- e olha que ela era baixinha. E sempre, não importava aonde fosse, conseguia atrair problemas. E foram esses problemas que a trouxeram ali, na sala da diretora do colégio, no seu aniversário de 12 anos. Maravilha. A sala era pequena, mas totalmente ajeitada. Só existia uma janela, mas com o tamanho do cômodo, não eram necessárias mais. No canto esquerdo da porta tinha um pequeno sofá marrom, de dois lugares- ele parecia super confortável, só pra constar- e no outro lado uma pequena mesinha com uma flor (Copo-de-leite, rosa... Live realmente não sabia qual era). No centro, estava ela, sentada em uma cadeira- muito menos confortável do que o sofá- em frente, a escrivaninha em que a diretora estava sentada com sua poltrona. Nos dois lados da mesma, continham dois armários grandes com papéis e documentos. E foi de um desses armários que a Mrs. Campbell tirou a ficha escolar da pequena que ali estava.
-Então, Live, você está aqui pela...- parou para ler algo nos papéis que segurava- sexta vez. Entende o que significa?
-Que eu vou ganhar uma carteirinha vip...?- Campbell se segurou para não rir, Live percebeu.
-Não, querida. Que se você continuar assim, eu vou ter que te expulsar.- Live suspirou.
-Eu sei, senhora Campbell. E eu não quero isso, ao contrário das outras vezes, eu gosto muito daqui. Mas é inevitável! Os problemas sempre aparecem pra mim. Parece até que sou um imã.
-Olha, você terá que se esforçar mais. Eu já falei com o superior e ele me disse que eu tinha que ter te expulsado na 3 vez. Eu, sinceramente, não sei se irei conseguir segurar a barra mais um pouco.
-Okay, eu vou tentar.- E assim que Live terminou a frase, um bater na porta se foi ouvido. Coisa que nem Live e nem a diretora escutaram. Por isso foi a vez de Mike, que estava sentando no sofá, se pronunciar. Não te contei dele? Bem, Mike é o melhor amigo de Live desde sempre. Ele não apoiava as bagunças da garota, mas sempre acompanhava. Uma medida de segurança, ou algo assim.
-Hum... tem alguém batendo na porta, diretora- Falou com sua voz rouca.
-O que? Oh sim, claro. Pode entrar- E quem apareceu foi a faxineira. Uma velha com seus 67 anos que trabalhava para sustentar os netos que eram uns "douchebags", pelo menos era o que Live sabia, porque a senhora era novata.
-Diretora?- Chamou, com a voz esganiçada- Tem alguns garotos brigando ali no corredor, e nenhum professor esta próximo, acho melhor você ajudar.
-Claro, claro. Você fica aqui com...- E a mais velha nem terminou de falar que a faxineira já concordou, balançando a cabeça freneticamente- Ok, então.- E saiu, apressada. Sem nem saber qual era o corredor, sem nem se certificar se a faxineira era um monstro matador de criançinhas. Mas fazer o quê. Assim que os saltos da diretora não foram mais ouvidos, a empregada entrou na sala- não, ela não tinha feito isto ainda- e trancou a porta. Atitude que Live estranhou, mas achou que, com ela na sala, qualquer atitude provisória valia. Olhou para o seu amigo, o Mike, e ele estava totalmente petrificado. Não ligou para isto também, não era valho de sua atenção.
Seus pensamentos foram interrompidos pelo fungar da única senhora da sala. Ela estava cheirando o ar com uma expressão satisfeita, e assim que terminou, disse.
-Você cheira bem- Estava olhando para um armário, de costas para Live.
-Nossa, e olha que eu nem passei perfume hoje.- Pobre garota, nem sabia que corria risco de morte.
-Vai ser um prazer te devorar- E se virou. Assim que fez isso, Live pôde ver que seu rosto não era humano. Mas nem deu tempo de ver mais detalhes, porque Mike, de uma hora para outra, pegou sua mão e gritou.
-CORRRREEEE!- E foi isso que aconteceu, mas como a porta estava trancada, o garoto achou uma ótima idéia pular pela janela. Pena que ela era péssima. Assim que caíram no chão, Mike sofreu alguns cortes. Mas Live não, estava incrivelmente bem. Melhor do que antes até. Era por que tinha anoitecido, ela percebera. Sempre foi assim, a noite a confortava, a fazia mais forte. Nunca soubera o porquê, mas desde sempre seu instinto lhe avisara que era muito mais seguro as sombras do que o claro. Estava tão envolta em seu pensamento- de novo- quem nem viu que a faxineira, ou qualquer coisa que aquilo fosse, já tinha pulado a janela e estava na frente deles.
-Live, não vai dar pra correr. Luta judô, invoca iemanjá, mas acabe com essa benevolente!- Live não sabia lutar judô, não sabia o que iemanjá tinha a ver com tudo, e muito menos o que era benevolente. Mas sabia que teria que lutar com aquilo, e era isso que iria fazer.
Narre uma batalha como se já tivesse sido reclamado (No mínimo 30 linhas do Word ou outro editor de textos):
(Ps: Não entendi muito bem isso, mas acho que é pra narrar uma batalha mesmo sem ser reclamado ou... não sei. Mas eu fiz como continuação da história acima na parte da batalha)
A benevolente atacou, mas Live se esquivou com uma precisão íncrivel. Foi para o lado, o que acabou fazendo com que o monstro desse de cara com uma árvore, só que antes da protagonista poder fazer qualquer coisa, a vilã retomou seus sentidos e partiu pra cima de novo. E Live se esquivou de novo, mas dessa vez a monstra já sabia o que ela faria e conseguiu pegá-la. Estava com as garras cravadas em seu ombro e estava sangrando muito, quando outra coisa chamou a atenção do bicho.
Era Mike, que estava jogando pedras feito um louco nas costas da atacante. Quando a mesma foi atrás do menino, aconteceu a deixa perfeita para Live se esconder. Ela se escondeu nas sombras das árvores que ali haviam, e isso sempre funcionava. Toda vez em que ela se metia em alguma confusão, era só se esconder em alguma espécie de sombra que ninguém a via. E foi o que aconteceu. Quando o monstro se deu conta de que não era o garoto que queria, já era tarde demais, a menina já estava totalmente fora de visão do mesmo. Só que Live ficara tão empolgada com a suposta vitória que acabou se mexendo demais, e as folhas ao seu redor fizeram barulho, atraindo a atenção da coisa que ela menos queria.
Essa coisa estava vindo em sua direção para verificar se ali estava mesmo sua vítima, quando Live teve uma idéia brilhante. Seu ventriloquismo. Era algo que realmente era boa. Ficava tanto tempo sem amigas que falava por suas bonecas, fingindo que era elas, no final, ela acabou ficando muito boa nisso, mas isso são coisas que não vem ao caso neste momento. Fez com que sua própria voz parecesse que saira de um lugar diferente, e depois de outro, e de outro, e de outro. Isso não só confundiu a monstra, como a enfureceu também. No pico da raiva, pegou o amigo da garota e jogara na parede. Decidiu que descontaria sua frustação nele. Isso fez com quem ficasse raiva fosse Live. Fato causado pela sua bipolaridade, ou não, mas uma onda de coragem preencheu seu peito e ela saiu de seu esconderijo sendo iluminada pela luz da lua.
-Ei, bicho feio!- Gritou- É a mim que você quer, e não o meu amigo.
O monstro fez algo que na nossa língua seria sorrir, mas foi tão horripilante que não poderia ser descrito de tal forma. Não perdeu tempo desta vez, partiu pra cima da garota rapidamente, jogando-a no chão e ficando em cima dela. Mas agora ela estava preparada, enquanto estava lá escondida, pegou o galho mais pontudo que vira pela frente e guardou consigo. O que restou fazer foi enfiar bem no coração da maldita, e foi isso que aconteceu. Mas ao contrário do que Live esperava, ela não sangrou, mas sim se transformou em um pó dourado. A garota se levantou, sacudiu a roupa para tirar os vestígios de usa batalha, e foi ver se o amigo estava bem. Ele estava... bem, bodisticamente bem. Isso porque ao invés de pés, ele estava com patas de burro, ou bode.
-Mas o quê...?- Disse, apontado para os membros inferiores.
-Isto? Isto é...
-Okay okay, depois você me explica.- E a lá estava a personalidade impaciente- Mas para onde vamos? Porque esse orfanato era nosso lar, mas agora vão me culpar por ter matado uma velhinha faxineira.-Não se preocuper com isso, Live, você já ouviu falar do acampamento meio sangue?
[...]
E assim Live viveu, e mesmo agora, com 16 anos. Ainda acha que sua primeira luta poderia ser muito mais emocionante c.c
(É porque eu sou péssima em descrever cenas de ação sem armas e sem poderes. Desculpe)


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Éter em Dom Abr 06, 2014 12:15 pm

Gostei bastante da sua ficha, embora tenha achado alguns poucos erros. Não precisava fazer a batalha, mas mesmo assim a li como parte da história. 
Só uma dica: Não coloque coisas OFF no meio do texto, você pode, por exemplo, deixar algum sinal e quando o texto acabar fazer uma lista do que queria falar em OFF. 


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Kyle W. Rayner em Dom Abr 06, 2014 3:57 pm

Nome: Kyle Waldrich Rayner
Idade: 17 anos
Local de Nascimento: Nova Iorque
Progenitor Primordial: Ares
Progenitor Mortal: Lauren Rayner

Características Psicológicas:
Kyle é o tipo de cara que aprecia a curtição. Extrovertido e sociável, fugindo claramente da personalidade padrão de um filho da guerra. É obstinado e não lida bem com a derrota, sendo este um dos motivos que o leva a sempre persistir. Em meio à batalha sua verdadeira vocação se mostra, evidenciando o sangue divino que corre por suas veias. Torna-se frio, imparável e inabalável. Certamente, festas eram divertidas, mas nada comparava-se ao calor de uma árdua disputa. É simpático, mesmo que possua uma certa parcela de arrogância. Não costuma envolver-se em relacionamentos sérios, preferindo simplesmente aproveitar o momento. Sendo um filho de Ares, é extremamente competitivo, levando praticamente toda competição com grande seriedade.

Características Físicas:
Kyle é um jovem alto, medindo cerca de 1,88. Seu porte físico é atlético, tendo músculo evidentemente bem desenvolvidos. Seus olhos são detentores de um tom azulado, intenso e penetrante. Possui um cabelo liso e arrepiado que mesmo despenteado lhe cai bem. Comumente deixa uma barba rala por fazer, proporcionando-lhe uma aparência mais rígida. Seus traços são notáveis, tendo uma beleza inegável. É sempre visto com roupas despojadas, isso quando não está dentro de alguma armadura de batalha.

Conte-nos sua História:

Kyle nascera em Nova Iorque, sendo criado por sua mãe em um bairro de classe alta. Lauren - mãe de Kyle - sempre fora uma mulher determinada e centrada, possuindo uma personalidade notavelmente forte. Ela trabalhava como médica-cirurgiã, trabalho que evidenciava o quanto ela gostava de desafios. O rapaz fora criado apenas pela mãe, crescendo com uma injustificada ausência paterna.

Desde cedo o pequeno Rayner já demonstrava certas características que o diferenciavam das demais crianças. Era anormalmente agitado, sendo até mesmo destrutivo. Nunca chorava ou mesmo pedia por ajuda, sempre resolvia e conseguia aquilo que queria na base da determinação. Detinha uma força e disposição que sobrepujava a de qualquer garoto de sua idade, destacando-se em qualquer tipo de atividade física.

Ele sentia certo incômodo sempre que pensava sobre quem, de fato, era o seu pai. O garoto de olhos celestes tentava afastar tais pensamentos, mesmo que não obtivesse êxito.  Lauren nada comentava sobre o assunto, simplesmente dizia-o para ser paciente. Com apenas seis anos Kyle não compreendia bem o mundo a sua volta, mas algo parecia dizer-lhe que tudo, um dia, se resolveria.

Os anos se passaram quase que imperceptíveis. O garoto agitado crescera, desenvolvendo-se esplendidamente. Com apenas quinze anos já era bastante alto, detendo um corpo musculado e definido naturalmente. Continuava a destacar-se em atividades esportivas, principalmente no colégio. Sua habilidade física era impressionante, tornando-o consideravelmente conhecido por toda a instituição. Comumente envolvia-se em brigas, mesmo que tentasse evita-las. A situação final de seus oponentes nunca era muito boa.

Kyle não se importava muito com a fama, sua intenção era puramente a de ser o melhor naquilo em que se destacava. E ele era. Com todos comentando quanto a sua aptidão física, não demorou muito para que ouvidos amaldiçoados o localizassem.

Em uma tarde qualquer, o rapaz descansava em sua casa, observando o teto avermelhado de seu quarto. Lauren adentrou sem ao menos bater, algo que não agradava-o muito. A cansada mulher sentou-se ao lado do filho, fitando-o com seriedade. No momento em que os olhares azulados se encontraram, Kyle sabia que algo muito importante seria dito. Já fazia algum tempo que o rapaz não questionava-a quanto ao pai, mas ele jamais esquecera aquele assunto.

Ela não podia mais esconder, fora avisada de que o haviam descoberto após tantos anos. Lauren respirou fundo, movendo as mechas castanhas que persistiam e sua face. O nervosismo era visível. Calmamente a mãe começou a contar-lhe sobre seu pai, sobre o acampamento, sobre o quê ele realmente era. Kyle ouvia tudo com minuciosa atenção, mesmo que tudo lhe parecesse demasiadamente sem sentido. Então ele era filho do deus da guerra? Filho de Ares? Convenhamos que a princípio não era tão simples de crer.

O breve som da campainha pôde ser ouvido, fazendo com que Lauren fosse atender a porta de imediato. Kyle a seguiu, deparando-se com um homem bode em sua sala de estar. Ele teve vontade de jogar o sofá em cima da criatura, mas algo o impediu de sequer tentar. Um ser alado invadiu a residência, quebrando uma das janelas durante a entrada. O bode humano puxou uma adaga prata da cintura, pondo-se a frente para enfrentar aquilo que acabara de chegar. Uma mulher águia monstruosa? Ele começava a e perguntar o que viria a seguir. Felizmente nada veio.

A galinha voadora grunhia e batia as enormes asas. Ela(?) parecia focar-se no semideus, enquanto o bode a afastava o máximo que podia. Era difícil de acreditar, mas haviam poucas justificativas para o que ocorria naquele momento. Ou ele estava louco, ou era realmente o filho de um deus grego. Não poderia arriscar. O homem bode jogou-lhe uma pequena caneta, mandando-o apertar o seu topo. Você quer que eu rabisque esse bicho? Ele riu por um instante, voltando a seriedade quando a caneta transformou-se numa espada rubra. - Já sabe o que fazer. O sátiro gritou, sendo jogado longe pelos garras da harpia.

Lauren pôs-se a frente da besta, segurando uma mortífera panela inox. Não se atreva a bagunçar mais a minha casa. Ou a machucar meu filho. – Então era com isso que ela estava preocupada? Realmente, uma médica não tinha muito tempo pra arrumar qualquer coisa. Kyle estava anormalmente confortável com a situação, como se a emoção daquela confronto o dê-se forças. – Eu não aguento tanto clichê. – O rapaz saltou no instante em que a harpia investiu contra sua mãe, pegando-a de surpresa. Ele golpeou-a com força, rasgando a asa esquerda da fera alada. A harpia urrou de dor, caindo com tudo em meio a sala. Kyle sabia instintivamente que não poderia dar chances para o inimigo, ele precisava efetuar o ataque final. Aproximou-se da fera caída, cravando sua espada no peito da criatura, que tornou-se pó no instante de sua morte.

Ele voltou sua atenção a sua mãe, que lhe observava levemente espantada. O sátiro parecia sorrir, exalando animação. Lauren contou ao filho tudo o que ele deveria saber sobre o acampamento, e como já era esperado ele não se opôs a ir até o lugar. – Chamo-me Sirius, serei o seu protetor até que chegue em segurança ao acampamento. Temos que ir agora mesmo. – O filho da guerra compreendia a urgência, mais seres mitológicos poderiam aparecer a qualquer momento, e por sua mãe em perigo não era uma opção. – Então vamos, mas sou eu quem vai te proteger. Sorriu ironicamente. Despediu-se de sua mãe, levando consigo apenas o necessário para a viagem, assim como algumas roupas.

A pequena viagem até o acampamento não demorou muito, o sátiro dirigiu durante todo o percurso, enquanto Kyle observava o cair da noite. Finalmente ele poderia explorar suas habilidades, deixando que seu sangue guerreiro guiasse-o sem qualquer repressão.
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Seg Abr 07, 2014 7:58 pm

Sua ficha me surpreendeu e me aterrorizou, teve muitos pontos altos, mas teve uns baixos que comprometeram muito minha decisão, no entanto, você conseguiu se recuperar antes do fim e tornar emocionante.
Sua narração é diferente das demais (o que é algo bom e não ruim), mas teve pontos, como aquele pré-batalha quando o sátiro entra na sua casa, que deveriam ser mais descritivos. No demais sua ficha está muito boa, embora simples, então minha dica é: seja mais descritivo.


Aprovado

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Denzel C. Weisen em Ter Abr 08, 2014 7:52 pm

Nome: Denzel C. Weisen

Idade: 16

Local de Nascimento: Los Angeles

Progenitor Primordial: Deméter

Progenitor Mortal: Desconhecido

Características Psicológicas : Denzel é meio tímido, é gentil e paciente com amigos íntimos, mas tem dificuldade em fazer amizades ,é também é um pouco impulsivo fazendo algumas decisões sem pensar nas consequências , também é muito agitado raramente irá vê-lo triste , gosta geralmente de ficar em locais ao Ar Livre sendo um naturalista , um grande defeito em Denzel  é que ele tem uma curiosidade acima da média e tem um certo dom em causar  problemas , tem alguns problemas como dislexia mas somente ao ler o idioma normal. 


Características Físicas :

Denzel possui 1,58 ,  tem as orbes dos olhos castanho claro , cabelos escuros como a noite e é liso, é caucasiano com a pele morena devido a exposição ao sol, devido a passar grande parte de seu tempo ao ar livre com as arvores , possui um corpo normal, não muito gordo nem muito magro, possui lábios finos e rosados apresentando sempre um “tom irônico” , dentes esbranquiçados cujo dão um belo sorriso carismático e natural , possui algumas cicatrizes nas mãos e nos pés, gosta de andar descalço e não gosta de usar luvas para cuidar de suas plantas.


História:

Denzel é um jovem cujo estava a 2 anos para completar seus anos de estudos , vivia em um orfanato pois foi deixado na porta quando ainda tinha poucos dias de vida pelo seu pai , o orfanato era antigo , tinha tabuas velhas e algumas quebradas como piso , estava com as paredes sem tintura e , ficava todo seu tempo com um caderno a desenhar enquanto ficava sentado nos galhos de um antigo carvalho plantado a frente do orfanato.

Em um dia nublado e frio com uma leve brisa de inverno e o sol escondido por trás das nuvens que dariam um tom de prata nos céu ,Denzel teria recebido uma carta junto a uma pequena caixa com fotos antigas de um homem , ao abrir a carta estaria escritas um endereço e algumas poucas palavras cujo seriam : “Seu pai foi morto por uma doença a alguns dias atras e seu funeral será amanha queremos que compareça já que foi um dos últimos de seus desejos. ” ; Surpreso apos ler a carta Denzel esperaria ate o dia do funeral onde em seguida se levantaria de sua cama rumo o armário vestindo um terno que teria ganhado a muito tempo atras por uma pessoa cujo o nome nem ao menos se lembrava, em seguida iria a frente do orfanato sentando-se em uma moto antiga que teria comprado para ir a escola girando a chave a ignição ligando a moto e pilotando-a rumo cemitério cujo iria acontecer o triste evento.

Uma chuva fina estaria caindo e a brisa de inverno junto aos ventos gelados começariam a ficar menores do que antes ; Apos a cerimonia quando  o coveiro e os entes queridos de seu pai saíram Denzel tentava ler o nome do tal na lapide cujo estaria em grego antigo conseguindo decifrar o nome com alguma dificuldade,se lembrando das terríveis coisas que teriam aconteceram enquanto estava no orfanato sendo tomado raiva Denzel deu um chute contra a lapide dando uma pequena repulsão com o impacto , então viu um pequeno buraco por baixo da lapide a empurrando-a um pouco mais , uma pequena caixa de madeira seria encontrada no local retirando-a do buraco, rapidamente a abriria revelando mais uma carta lendo-a:

“Denzel se estiver lendo isto significa que chegou de aprender quem realmente você é ,nunca  me esqueci de você, forjei este funeral para que receba esta carta e saiba oque você terá que fazer, Volte para o orfanato , eu deixei no quarto ao lado do seu um bau com uma fechadura o abra e depois siga as pistas”. Junto a carta no envelope teria uma chave Denzel a colocaria no bolso de seu casaco , subindo novamente na moto a pilotando em direção ao orfanato

O tempo mudou de repente , o céu estaria limpo e teria um sol radiante no local,Denzel iria  ao quarto vizinho vendo o bau de madeira com uma tranca enferrujada retirando a chave do bolso colocando-a a fechadura e girando a chave destrancando o bau o abrindo retirando de la uma bussola , um mapa cujo mostraria a localização de algo , uma faca de bronze e algumas moedas cujo não saberia o valor .

Denzel entenderia o motivo de todos aqueles itens ao olhar o mapa vendo onde aquilo iria dar uma palavra escrita em grego antigo e seria “Acampamento” sabendo que seria uma longa viagem que seu pai diria para ele fazer então Denzel foi em seu quarto para pegar algumas roupas arrumando sua mochila para viagem e ao olhar atras do mapa veria uma mensagem se referindo ao mesmo:

“Denzel a primeira coisa que precisa saber e que esta viagem vai ser difícil alguma coisa poderá estar o seguindo tome cuidado analise bem o ambiente , use a faca de cobre caso ela tente o atacar . A segunda coisa é que sua mãe não era humana e sim uma deusa da mitologia grega por isso consegue ler grego antigo e se da bem com a natureza vai entender quando chegar ao acampamento, onde estou ? por que o abandonei? terá descobrir isto com seu irmão, que o espera no acampamento .”

O jovem estaria confuso com duvidas se aquela mensagem seria mentira ou a mais pura verdade, teria que ir ao acampamento pois lá teria a resposta que precisa , voltando a sua moto a dirigindo a saída da cidade rumo ao acampamento , observando todos os locais em sua volta para garantir que não a ninguem o perseguindo ,vendo um vulto sobre os telhados das construções, depois da longa viagem chegaria ao final da estrada observando o mapa veria que agora teria que andar para chegar ao acampamento e o vulto continuaria a o perseguir , andando pela floresta uma ave gigante poderia ser vista chamando a atenção de Denzel mas teria um pequeno detalhe cujo o assustará , a ave teria uma cabeça humana conhecida como harpia pelo que Denzel lembrava da mitologia , estaria a descer rapidamente em direção ao solo ao sentir a presença do semi-deus

-Não pode ser possível , isso é real mesmo? - Pensou Denzel enquanto vasculhava sua mochila a procura da adaga de bronze que seu pai teria deixado para usa-la caso a harpia o encontre aproveitando que estaria em uma floresta usaria as arvores para se esconder da criatura segurando a adaga enquanto tentava se esconder .

O tempo passava e tudo estaria quieto enquanto a harpia continuava sua busca atras de Denzel , Alguns minutos depois de procurar incansavelmente a harpia gritaria e repetiria isto duas vezes :
-Apareça , Semi-Deus!

Denzel estava em uma situação desesperadora, vasculhava lentamente para não emitir nem um som sua mochila a procura do mapa que teria o achando vendo o caminho que poderia seguir para chegar ao acampamento e se afastar da harpia . andando lentamente para que a criatura não o percebe-se ate chegar a uma distancia segura depois começaria a correr , O caminho que ele pegou não era o certo se deparando com um desfiladeiro e a harpia que voava a procura do mesmo o encontraria.

Encurralado olhou a harpia com medo tentando não demonstrar isto respiraria lentamente dobrando o mapa o colocando no bolso da calça veria os passos lentos e a face amedrontadora da monstruosidade pronta para lhe atacar levantando um pequeno voo com suas garras preparadas , a harpia iria contra Denzel velozmente suas garras iriam contra seu tórax mas em um rápido movimento se inclinaria para o lado as garras da harpia passariam no braço de Denzel cortando-o não chegando a ser profundo mas estaria a sangrar ,  como proteção o mesmo usaria uma de suas habilidades involuntariamente , raízes sairiam da terra enrolando-se nos pés da criatura não a deixando se locomover  a harpia se debatia tentando se soltar mas não conseguia então em um reflexo com a adaga em mão iniciaria uma estocada contra a asa da harpia cravando a adaga naquela região e ainda com mãos ao cabo desceria a adaga com toda a força que restava cortando uma grande parte daquela região , a harpia ainda não conseguiria se soltar mas as raízes começariam a se quebrar então Denzel efetuou um rápido chute somente para empurra-la e cortou as raízes que a prendia a tal cairia de bruços ao solo , a harpia urraria de dor enquanto tentava se levantar Denzel então como ultimo movimento levou seus pês as duas asas as pisoteando não deixando que a tal se levanta-se ,fechou os olhos e levou a adaga contra  a garganta da criatura cravando-a a matando, abrindo os olhos no mesmo instante que a harpia morreria ela viraria cinzas pegando a adaga das cinzas a colocando novamente a mochila retirando um pedaço de sua camisa a enrolando no ferimento de seu braço.

Abrindo o mapa novamente iria por uma outra direção desta vez estando mais calmo usaria a bussola depois de um dia inteiro de viagem chegaria ao portão do acampamento ao amanhecer.
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Seg Abr 14, 2014 11:34 am

Seu teste possui muitos erros dos quais é impossível ignorar, pois não dá para entender o que você está tentando passar na maior parte do tempo. Então, em vez de falar onde está um por um e sugerir meios para contornar isso, vou apenas lista-los e apresentar uma conclusão geral.

  • Repetição de palavras;
  • Falta de pontuação (e com isso quero dizer que não há pontos finais, só tem vírgulas, não há parágrafos demarcados corretamente e finalizações de linha)
  • Uso infundado e demasiado do "cujo";
  • Espaços antes das vírgulas (não se coloca espaço separando a palavra anterior da vírgula, apenas se coloca espaço separando a palavra posterior);
  • Mudança constante de 1ª para 3ª pessoa;
  • Falta de descrição.


Minha dica é passar o seu teste por um corretor ortográfico antes de posta-lo (exemplo o word) e definir se prefere narrar em 1ª ou 3ª pessoa, a falta de descrição deve ser corrigida naturalmente ao escolher um dos dois meios. Tente novamente e, se precisar, procure a ajuda de algum deus/"veterano" no fórum que esteja disposto a ajudar em narrativa.


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Carly em Seg Abr 14, 2014 12:36 pm

Nome: Carly Gomez

Idade: 13

Local de Nascimento: Estados Unidos, Nova York

Progenitor Primordial: Apolo

Progenitor Mortal: Jennifer Gomez

Características Psicológicas: Tenho dislexia, mas adoro ler mesmo não percebendo quase nada. Sou simpática e compreensiva. Quando me irrito sou uma fera e quando me aborrecem eu fico chateada. Sou teimosa e corajosa, quando faço uma coisa não desisto dela. Quando me propõem um desafio, eu costumo aceitar, desde que não provoque o mal aos outros. Adoro ter amigos e odeio estar sozinha, sou feliz do modo que sou e quando me insultam, eu não ligo.

Características Físicas: Sou negra, tenho olhos azuis, não sou nem alta nem baixa. Não me quero gabar, só que em todas as escolas em que andei, os rapazes não largavam o meu pé. Tenho o cabelo preto até ao meio das costas com algumas madeixas castanhas, e o mei cabelo,está sempre atado numa trança. Tengo um brilho nos meus olhos que é quase...divino...
Quando alguém olha para mim, percebe logo que eu sou determinada e simpática.


Conte-nos a sua história:

Agora são 23:30 e eu estou aqui tentando dormir, pensando nas coisas estranhas que andam acontecendo comigo nos últimos meses. Estou quase dormindo, quando um ser me chama:

– Carly?

– Jack, o que você ta fazendo aqui??

– Eu vim tem chamar, ué!

– Você sabe que horas são, garoto?!

– Olha, eu vou te deixar dormir, mas amanhã bem cedo eu estarei aqui para poder te levar a um lugar!

– Que lugar?

– Amanhã você descobre! - Ele piscou para mim e saiu. Mas que melhor amigo estranho que eu tenho...! Finalmente, eu consegui dormir, mas a minha mãe me acordou bem cedo:

– Filha, o Jack está aí!

– O que? Ele veio mesmo? Droga! - Eu tomei banho, escovei os meus dentes e vesti uma roupa. - www.polyvore.com/cgi/set?id=66431964&.locale=pt-br– Eu fui para sala:

– O que você quer?! - Perguntei.

– Tia Violetta, nós precisamos levar ela até o acampamento!

– O que? Mas já?! - Minha mãe perguntou.

– Que acampamento? - Eu perguntei.

– Estamos levando todos para lá, mesmo depois da guerra ainda há muitos perigos para eles enfrentarem. Isso é urgente, vamos!

– Okayy, vamos pegar o carro!

– Do que estamos falando aqui, galera? - Perguntei totalmente confusa.

– Eu te explico no caminho, Carly. - Jack disse. Nós fomos para o carro, minha mãe estava dirigindo para algum lugar muito distante, isso eu tenho certeza! Será que tem algo a ver com as coisas estranhas que vem acontecendo comigo? Com certeza:

– Podem me dizer o que está acontecendo agora?

– Minha filha, nós estamos te levando para um local mais seguro pra você!

– Lugar mais seguro? Pra mim? Do que é que você tá falando?

– Isso tem a ver com o seu pai, querida!

– Aquele cara que me deixou com 1 ano de idade não é o meu pai!

– Pare de ser teimosa! - Jack disse. - Você vai descobrir tudo quando chegar no acampamento!

– Você fala como se soubesse de tudo, Jack! - Eu disse irritada.

– Mas eu sei!

– Okayy, e eu sou Papai Noel! - Eu disse irônica.

Havíamos chegado, nos despedimos da minha mãe:

– Tchau, tia Violetta.

– Tchau Jack!

– Tchau mãe.

– Tchau filha, boa sorte.

– Valeu - Falei e ela me deu um beijo no rosto.

Acampamento Meio-Sangue ":

– Fala pra mim , o que estamos fazendo aqui?

– Aqui você vai aprender a lutar , e a se defender!

– De que?

– Dos perigos da vida de um Semideus.

– De um o que?

– Semideus, você sabe o que é, não sabe?!

– Sim acho que já ouvi sobre isso na aula de mitologia.

– Pois bem, não é mito, e como prova estamos num lugar cheio de Semideuses!

– O que?

– E um detalhe que eu esqueci de te falar, você é uma!

– De novo, o que?

– O seu pai, quero dizer, " aquele cara que te deixou quando você tinha um ano de idade " é...

– Conta outra, Jack! - Eu falei.

– É sério, você é filha de Apolo!

– Okayy e você? O que é?

– Um sátiro!

– Um o que?

– Um sátiro, meio humano e meio bode.

– Acho que você tá ficando louco!

– É tudo sério, por que você acha que o nome do acampamento é Meio-Sangue?

- Filha de Apolo? Eu?

–Sim , nunca estranhou , você sempre gostou de música , aprende de primeira qualquer instrumento que te dão , tem uma ótima pontaria , gosta de fazer poesias , também de compor músicas e principalmente você é linda.

–Valeu , mas...

– Mas? Ainda tem mas?

– Tá legal, me mostra esse acampamento logo!

E o resto é história...







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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Seg Abr 14, 2014 3:01 pm

Carly, sua ficha contem algumas irregularidades e, com a finalidade de corrigir isso, primeiro deve postar AQUI para padronizar o nome da sua conta (as contas devem ter nome+sobrenome), depois disso foque na sua ficha: Você deve escrever +1 linha de Características Físicas e Psicológicas (sim, isso é chato e provavelmente você não tem mais ideia do que escrever, mas alguns deuses levam a sério o mínimo exigido então todos temos que seguir isso) e eu aconselho a reescrever sua história, pois ali só tem diálogos e não dá para fazer uma avaliação em cima de diálogos (não que uma história não deva ter diálogos, só que não deve ser focada exclusivamente nisso).
Caso tenha dificuldade nesse assunto tente responder as seguintes questões, constantemente, conforme for narrando:


  • O que minha personagem está vendo?
  • O que ela está sentindo?
  • Ela gosta disso? Ela detesta isso? Por quê?
  • Como isso ocorreu?
  • O que as pessoas que estiverem lendo vão entender?
  • No contexto em que ela vive, isso seria impossível?

A partir dessas questões acho que dá para você formular uma história, mas se não conseguir pense no formato de um livro (não que sua história deva ser tão grande quanto) tente ser tão descritiva quanto os personagens dos livros são. Normalmente as fichas seguem a seguinte ordem: Onde nasceu, filho de quem, como foi a infância, conflitos que enfrentou por ser um meio-sangue, quando seus poderes (os mais fracos) começaram a despertar, como e quando descobriu que era um meio-sangue, o que sentiu, os perigos que vieram depois disso, sua viagem até o Acampamento.
Não desista da ficha e seja bem vinda ao fórum, se precisar de ajuda narrativa pode me enviar uma Mensagem Privada (embora eu não esteja muito ativa esses dias podemos trabalhar um pouco se quiser ^^).


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Missy Lovato em Ter Abr 15, 2014 3:57 am

Nome: Missy Lovato

Idade: 13

Local de Nascimento: Estados Unidos, Nova York

Progenitor Primordial: Afrodite

Progenitor Mortal: Andrew Lovato

Missy possui cabelos castanho-claros e lisos (que ela gosta de enrolar para que fiquem ondulados) e olhos azulados que mudam, de acordo com a luz, para verde. Tem um rosto angelical, que lhe salva de castigos e de tarefas. Ela pode comer muito, que não engorda. Corpo delineado e seios fartos. Seu humor é muito variável, dependendo bastante da pessoa que esta interagindo com ela, mas por mero costume tenta o manter animado e alegre.  Quando olham para missy, dizem que deve ser uma patricinha, só que ela não liga.

Tem uma alma boa e gentil, porém quando se irrita é melhor sair de perto, ou quando ela acorda de mau humor, porque ela se torna Missy possui cabelos castanho-claros e lisos (que ela gosta de enrolar para que fiquem ondulados) e olhos azulados que mudam, de acordo com a luz, para verde. Corpo delineado e seios fartos. Seu humor é muito variável, dependendo bastante da pessoa que esta interagindo com ela, mas por mero costume tenta o manter animado e alegre. Tem uma alma boa e gentil, porém quando se irrita é melhor sair de perto, ou quando ela acorda de mau humor, porque ela se torna outra pessoa, estourada, bruta e sarcástica, ela é bipolar. É tímida, se soltando à medida que conhece melhor as pessoas. Gosta muito de ler (encaixa-se aqui apenas livros de romance, aventura e suspense fictício, ou não. Nada de livros didáticos ou similares).

Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico? Afrodite é a deusa da beleza, só isso já estava de bom tamanho. Mas muito além, ela é forte e poderosa tendo habilidades exóticas e conseguindo dominar as pessoas com apenas um olhar. Ela realmente faz jus à frase “não julgue um livro pela capa”, enganando o inimigo e tendo a vantagem inicial. Beleza, inteligência, força, poder, paciência, quase tudo que a maioria das mulheres almeja, ela possui e de sobra tornando-a assim uma das deusas mais equilibradas. Resumindo, ela é quase perfeita (pois não acho que ela seja feliz o bastante) e seria uma honra se tornar filha da deusa em questão.

Relate a história da sua personagem:



. Assim que nasceu, Missy foi abandonada por sua mãe, ficando sobre a tutela apenas do pai. Nos primeiros momentos ele começou a entrar em desespero, tinha total certeza que fez uma besteira e condenou sua vida e da criança em seus braços. E como bebê, sem ter consciência de nada que acontecia, ela sorria para o pai. Sentia-se protegida naqueles braços fortes. E foi isso que deu motivação ao pai para seguir em frente. “Você é apenas um bebê, não tem culpa de nada e é minha responsabilidade. Honrarei esse compromisso” Era o que ele pensava sempre que olhava para a filha. Malcon era o nome do pai de Missy. Ele se demetiu de um de seus dois empregos, assim podendo dedicar mais tempo a filha. Ela era um bebê lindo, saudável e forte. É claro que como pai de primeira viagem ele teve que pedir ajuda a outros parentes. A tia, irmã de Malcon, foi quem mais ajudou. Afinal, ela já sabia a historia da criança.

--- ♥ ---

Missy crescia como uma criança normal. Sua infância foi bem parada. Até as coisas piorarem quando ela embarcou no fundamental. As notas caíram drasticamente e ela foi diagnosticada com TDAH, tendo que trocar de escola várias vezes por ser expulsa, seja pelas notas baixas ou por arrumar encrencas. Mesmo assim ela não se deixava abalar, estava sempre sorrindo para todos o que fazia com que sua beleza apenas crescesse. Ela sempre pensou que atraia as pessoas por ser quem é.

- Não confie assim tão fácil nas pessoas Missy – Seu pai sempre a avisava.- Você é uma filha muito bonita, e algumas pessoas são interesseiras, só querem estar perto de você para te usar. Tome cuidado.

Mesmo com as palavras do pai, a garota apreciava aquela atenção que recebia e dos olhares que lhe eram jogados. Era tímida, mas se sentia poderosa ao ser denominada a mais bonita. Ela gostava de mesmo sem fazer qualquer esforço estar arrumada. Enquanto as outras crianças se olhavam no espelho falando o quanto queriam ter outro cabelo, ser mais magra, mais alta, ela olhava no espelho achando tudo muito bom em si, não iria mudar nada. Porém com o tempo toda aquela atenção e amizades falsas, assim como os olhares invejosos e desejosos começaram a irritá-la. Ela queria poder conversar com alguém, falar o que sentia e o que pensava. Tentou algumas vezes com seu pai, o único em quem ela realmente confiava, no entanto ele sempre mudava o assunto ou dava um conselho inútil. Ela desistiu. “É meu destino ter uma vida assim? Eu aguento... mais tarde tentarei mudá-lo” Ela pensava para se consolar sempre que a tristeza batia mais forte.

--- ♥ ---

Um dia, saindo de uma festa, já com seus doze anos, a garota se perdeu. Estava escuro e ela havia parado em um beco estranho. Resolveu voltar, mas parecia ficar mais perdida a cada passo e ninguém passava na rua para que ela pudesse pedir informações. A garota ouviu passos e começou a andar mais rápido, assim como os sons que ouvia. Sombras estranhas passavam por cima e ao lado dela, que já começava a entrar em pânico. Parou, fechando os olhos e ficando vulnerável e a sua mão foi puxada impulsionando o corpo a correr. Ela abriu os olhos e a sua frente estava uma garota estranha que mancava. A menina, puxando a outra e correndo, conseguiu levar a semideusa para casa, a qual não ficava longe dali.

- Você... eu te vi... na festa – Missy falava com dificuldade pela corrida intensa. - Quem é.. você? - Sim. Eu estive tentando andar com você, mas as outras me expulsavam. – A garota fez uma careta mostrando a língua. – Sou Camile. – Sorriu. - Por quê? – Se podia perceber um tom de esperança na voz de Missy. Vendo a expressão confusa da outra ela repetiu a pergunta de uma forma diferente. – Por que estava me perseguindo. Por quê? - Porque gosto de você, tenho certeza que seremos belas amigas.

Com aquela frase, a garota não pode evitar o choro, que fez com que seu rosto ficasse vermelho e soluços fortes saíssem de sua garganta. Eram palavras verdadeiras, ela sentia que eram. Palavras que muito tempo ela esperou para ouvir. “Meu destino está mudando?”

Nesse dia a pequena fez sua primeira amiga verdadeira, que veio se tornar a melhor, quem a ajudava a passar de ano, ensinava coisas novas, tornava os dias com pessoas a bajulando suportáveis, para quem ela contava tudo, não havia segredos entre elas... Ou era isso que ela pensava.

--- ♥ ---

Missy não conseguia mais andar e passar despercebida, onde colocava seu pé os olhares se voltavam para ela, por isso ela mantinha Camile sempre perto. Já estavam quase no final do ano o que deixava a garota aliviada. Se livrar daquele ambiente escolar seria uma salvação para ela e, como um dia uma professora sugeriu, ela seguiria a carreira de modelo, desta forma, vivendo entre mais um bando de garotas bonitas como ela, os olhares não seriam mais tão direcionados para si de modo tão forte.

Após uma cansativa prova, as meninas estavam esperando Malcon em frente ao portão principal da escola e Camile parecia seriamente preocupada com alguma coisa.

- O que foi Camile? – Ela perguntou sorrindo e passando a mão pelo cabelo, jogando-o para trás impedindo que o vento forte que passava o jogasse para um lado qualquer. – A prova estava tão difícil assim? – Riu. – Até eu consegui fazer, você vai se sair bem. - Não é isso. – Camile respondia com receio e olhava para os lados freneticamente. - O que é então? Você esta mais estranha que o normal. - Primeiro Camile parou olhando para a maior com uma cara emburrada e começou a puxar para longe da escola. - O que você está fazendo Camile? Precisamos esperar o papai, ele ficara preocupado se não estivermos no portão quando ele voltar. - Tenho certeza que ele vai entender. – Ela puxou um celular do bolso da calça que Missy dizia ser muito feio e fora de moda. – Senhor Malcon? Sim, vou levá-la. É... Estou com um mau pressentimento, todos os meus pêlos estão se eriçando. - O quê? – Ria a que estava sendo puxada, achando que tudo aquilo era uma brincadeira. – O que você quer dizer com tudo isso? Pêlos se eriçarem? – Gargalhou sendo reprimida por um olhar da menor.

No caminho Camile começou a explicar coisas sobre a deusa Afrodite e o Acampamento Meio-Sangue. Missy ouvia sem entender nada. “Por que ela esta me falando isso?”. Ela queria perguntar, mas sabia que se interrompesse a amiga ela ficaria brava e ganharia um belo sermão, ainda mais por estar achando a pequena séria demais. Quando finalmente ia falar alguma coisa sua boca foi tampada e ela puxada por mãos fortes, tentou resistir, ação falha. Ela foi amarrada e colocada num carro preto, juntamente a Camile. Seu olhar expressava o medo e desespero que sentia naquele momento. Os dois homens riam, risadas maldosas e cheias de malicia. A garota as mãos em uma tentativa de se soltar, a corda atritava contra seu pulso causando dor e o deixando vermelho.

O carro andava em uma velocidade alucinante, as duas amarradas já tinham perdido e noção do tempo que estavam ali dentro. Camile cutucou Missy, seus olhos ainda mostravam determinação e que ela tinha um plano. A maior concordou esperando o que a outra iria fazer e arregalou os olhos quando ela esticou o corpo e dirigiu seus braços para a cabeça do motorista o enforcando como pode forçando seu corpo para trás.

- Solte-o sua pirralha! – Rosnava o homem no banco de passageiro, enquanto o outro tentava com uma mão tirar o braço fino de seu pescoço.

A garota ouviu o pedido e apertou ainda mais o pescoço. O que dirigia não agüentou mais, tirou as mãos do volante e apertou o braço que o enforcava, foi tempo suficiente para o carro perder o controle, sair da estrada e capotar, parando apenas quando bateu em uma árvore. A semideusa sangrava nos braços e na cabeça, cacos de vidro encaixavam em seu cabelo, tudo girava e uma mão forçava seu corpo para o lado. Era Camile, empurrava a amiga para fora do carro. Elas saíram e começaram a correr, entrando no meio das árvores.

- Rápido! Estamos quase chegando ao acampamento! - Gritava a menor. - Espera! Do que você ta falando?! Temos que ir para a cidade mais próxima, sei lá, chamar a polícia!

- Isso não é caso para polícia! Temos que dar um jeito de nos desamarrar...

Camile parou de falar quando os arbustos movimentaram, espalharam as folhas e os dois homens apareceram na frente das garotas. Contudo o mais assustador era a forma dos homens, os quais se contorciam e estavam envoltos por uma aura negra. Um deles puxou a corda cumprida que terminava na da mão de Monna. "O que é isso? Virei o que? Escrava? Meu cabelo já está acabado, minha roupa nova toda rasgada e cheia de sangue, estou cansada e com medo. CHEGA!"

Um brilho se fez no fundo dos olhos da garota. Ela colocou as duas mãos na corda e usando muita força a balançou para cima e para baixo com um grunhido o homem soltou a corda.

- Abaixe-se Camile. - A voz da maior saiu séria e raivosa como a outra nunca tinha visto e obedeceu imediatamente.

Missy enrolou um pouco da corda na mão para ficar mais firme e a girou no ar e lançou contra um dos seus agora inimigos, puxou a corda para si lançando novamente neles e girando o corpo fez a corda acertar nos dois seguidas vezes. As criaturas agora eram quem estavam assustadas e tentavam se proteger como podiam, sem muito sucesso. A garota ofegava e tinha um sorriso convencido brincando em seus lábios.

- Corra para o tal acampamento, estou logo atrás de você.

Camile se levantou e correu olhando várias vezes o caminho a suas costas. A morena deu uma última chicotada e seguiu a amiga colina acima. Estava exausta e sentia a perna fraquejar, mas continuou correndo. Viu uma grande árvore e a menor lhe ofereceu os ombros para se apoiar. Elas foram mancando e os olhos da maior brilharam vendo o cenário para o qual elas se dirigiam. Uma grande casa, chalés e pessoas felizes andavam adolescentes de todas as raças e nações. Missy sorriu fraco e desmaiou nos braços da pequena.

Algumas horas depois, ela acordava em uma enfermaria, cheia de faixas.

- Cheia dos ferimentos e ainda continua linda... eu odeio você por isso. - Camile, a ninfa, riu segurando a mão da maior na cama.

- Bem vinda, filha de Afrodite. - Uma mulher com alguns campistas, tão bonitos quanto a maior, sorriam para a que se recuperava, transmitindo uma sensação de acolhimento e esperança. - Aqui você começara sua nova vida. pessoa, estourada, bruta e sarcástica, ela é bipolar. É tímida, se soltando à medida que conhece melhor as pessoas. Gosta muito de ler (encaixa-se aqui apenas livros de romance, aventura e suspense fictício, ou não. Nada de livros didáticos ou similares). : Adora ouvir música, isso deixa-a descontraída nos momentos de raiva. Ás vezes sou rebelde e ás vezes sou
uma santinha da luz, mas o que interessa é que gosto de ser como  sou.

Relate a história da sua personagem:


Assim que nasceu, Missy foi abandonada por sua mãe, ficando sobre a tutela apenas do pai. Nos primeiros momentos ele começou a entrar em desespero, tinha total certeza que fez uma besteira e condenou sua vida e da criança em seus braços. E como bebê, sem ter consciência de nada que acontecia, ela sorria para o pai. Sentia-se protegida naqueles braços fortes. E foi isso que deu motivação ao pai para seguir em frente. “Você é apenas um bebê, não tem culpa de nada e é minha responsabilidade. Honrarei esse compromisso” Era o que ele pensava sempre que olhava para a filha. Malcon era o nome do pai de Missy. Ele se demetiu de um de seus dois empregos, assim podendo dedicar mais tempo a filha. Ela era um bebê lindo, saudável e forte. É claro que como pai de primeira viagem ele teve que pedir ajuda a outros parentes. A tia, irmã de Malcon, foi quem mais ajudou. Afinal, ela já sabia a historia da criança.

--- ♥ ---

Missy crescia como uma criança normal. Sua infância foi bem parada. Até as coisas piorarem quando ela embarcou no fundamental. As notas caíram drasticamente e ela foi diagnosticada com TDAH, tendo que trocar de escola várias vezes por ser expulsa, seja pelas notas baixas ou por arrumar encrencas. Mesmo assim ela não se deixava abalar, estava sempre sorrindo para todos o que fazia com que sua beleza apenas crescesse. Ela sempre pensou que atraia as pessoas por ser quem é.

- Não confie assim tão fácil nas pessoas Missy – Seu pai sempre a avisava.- Você é uma filha muito bonita, e algumas pessoas são interesseiras, só querem estar perto de você para te usar. Tome cuidado.

Mesmo com as palavras do pai, a garota apreciava aquela atenção que recebia e dos olhares que lhe eram jogados. Era tímida, mas se sentia poderosa ao ser denominada a mais bonita. Ela gostava de mesmo sem fazer qualquer esforço estar arrumada. Enquanto as outras crianças se olhavam no espelho falando o quanto queriam ter outro cabelo, ser mais magra, mais alta, ela olhava no espelho achando tudo muito bom em si, não iria mudar nada. Porém com o tempo toda aquela atenção e amizades falsas, assim como os olhares invejosos e desejosos começaram a irritá-la. Ela queria poder conversar com alguém, falar o que sentia e o que pensava. Tentou algumas vezes com seu pai, o único em quem ela realmente confiava, no entanto ele sempre mudava o assunto ou dava um conselho inútil. Ela desistiu. “É meu destino ter uma vida assim? Eu aguento... mais tarde tentarei mudá-lo” Ela pensava para se consolar sempre que a tristeza batia mais forte.

--- ♥ ---

Um dia, saindo de uma festa, já com seus doze anos, a garota se perdeu. Estava escuro e ela havia parado em um beco estranho. Resolveu voltar, mas parecia ficar mais perdida a cada passo e ninguém passava na rua para que ela pudesse pedir informações. A garota ouviu passos e começou a andar mais rápido, assim como os sons que ouvia. Sombras estranhas passavam por cima e ao lado dela, que já começava a entrar em pânico. Parou, fechando os olhos e ficando vulnerável e a sua mão foi puxada impulsionando o corpo a correr. Ela abriu os olhos e a sua frente estava uma garota estranha que mancava. A menina, puxando a outra e correndo, conseguiu levar a semideusa para casa, a qual não ficava longe dali.

- Você... eu te vi... na festa – Missy falava com dificuldade pela corrida intensa. - Quem é.. você? - Sim. Eu estive tentando andar com você, mas as outras me expulsavam. – A garota fez uma careta mostrando a língua. – Sou Camile. – Sorriu. - Por quê? – Se podia perceber um tom de esperança na voz de Missy. Vendo a expressão confusa da outra ela repetiu a pergunta de uma forma diferente. – Por que estava me perseguindo. Por quê? - Porque gosto de você, tenho certeza que seremos belas amigas.

Com aquela frase, a garota não pode evitar o choro, que fez com que seu rosto ficasse vermelho e soluços fortes saíssem de sua garganta. Eram palavras verdadeiras, ela sentia que eram. Palavras que muito tempo ela esperou para ouvir. “Meu destino está mudando?”

Nesse dia a pequena fez sua primeira amiga verdadeira, que veio se tornar a melhor, quem a ajudava a passar de ano, ensinava coisas novas, tornava os dias com pessoas a bajulando suportáveis, para quem ela contava tudo, não havia segredos entre elas... Ou era isso que ela pensava.

--- ♥ ---

Missy não conseguia mais andar e passar despercebida, onde colocava seu pé os olhares se voltavam para ela, por isso ela mantinha Camile sempre perto. Já estavam quase no final do ano o que deixava a garota aliviada. Se livrar daquele ambiente escolar seria uma salvação para ela e, como um dia uma professora sugeriu, ela seguiria a carreira de modelo, desta forma, vivendo entre mais um bando de garotas bonitas como ela, os olhares não seriam mais tão direcionados para si de modo tão forte.

Após uma cansativa prova, as meninas estavam esperando Malcon em frente ao portão principal da escola e Camile parecia seriamente preocupada com alguma coisa.

- O que foi Camile? – Ela perguntou sorrindo e passando a mão pelo cabelo, jogando-o para trás impedindo que o vento forte que passava o jogasse para um lado qualquer. – A prova estava tão difícil assim? – Riu. – Até eu consegui fazer, você vai se sair bem. - Não é isso. – Camile respondia com receio e olhava para os lados freneticamente. - O que é então? Você esta mais estranha que o normal. - Primeiro Camile parou olhando para a maior com uma cara emburrada e começou a puxar para longe da escola. - O que você está fazendo Camile? Precisamos esperar o papai, ele ficara preocupado se não estivermos no portão quando ele voltar. - Tenho certeza que ele vai entender. – Ela puxou um celular do bolso da calça que Missy dizia ser muito feio e fora de moda. – Senhor Malcon? Sim, vou levá-la. É... Estou com um mau pressentimento, todos os meus pêlos estão se eriçando. - O quê? – Ria a que estava sendo puxada, achando que tudo aquilo era uma brincadeira. – O que você quer dizer com tudo isso? Pêlos se eriçarem? – Gargalhou sendo reprimida por um olhar da menor.

No caminho Camile começou a explicar coisas sobre a deusa Afrodite e o Acampamento Meio-Sangue. Missy ouvia sem entender nada. “Por que ela esta me falando isso?”. Ela queria perguntar, mas sabia que se interrompesse a amiga ela ficaria brava e ganharia um belo sermão, ainda mais por estar achando a pequena séria demais. Quando finalmente ia falar alguma coisa sua boca foi tampada e ela puxada por mãos fortes, tentou resistir, ação falha. Ela foi amarrada e colocada num carro preto, juntamente a Camile. Seu olhar expressava o medo e desespero que sentia naquele momento. Os dois homens riam, risadas maldosas e cheias de malicia. A garota as mãos em uma tentativa de se soltar, a corda atritava contra seu pulso causando dor e o deixando vermelho.

O carro andava em uma velocidade alucinante, as duas amarradas já tinham perdido e noção do tempo que estavam ali dentro. Camile cutucou Missy, seus olhos ainda mostravam determinação e que ela tinha um plano. A maior concordou esperando o que a outra iria fazer e arregalou os olhos quando ela esticou o corpo e dirigiu seus braços para a cabeça do motorista o enforcando como pode forçando seu corpo para trás.

- Solte-o sua pirralha! – Rosnava o homem no banco de passageiro, enquanto o outro tentava com uma mão tirar o braço fino de seu pescoço.

A garota ouviu o pedido e apertou ainda mais o pescoço. O que dirigia não agüentou mais, tirou as mãos do volante e apertou o braço que o enforcava, foi tempo suficiente para o carro perder o controle, sair da estrada e capotar, parando apenas quando bateu em uma árvore. A semideusa sangrava nos braços e na cabeça, cacos de vidro encaixavam em seu cabelo, tudo girava e uma mão forçava seu corpo para o lado. Era Camile, empurrava a amiga para fora do carro. Elas saíram e começaram a correr, entrando no meio das árvores.

- Rápido! Estamos quase chegando ao acampamento! - Gritava a menor. - Espera! Do que você ta falando?! Temos que ir para a cidade mais próxima, sei lá, chamar a polícia!

- Isso não é caso para polícia! Temos que dar um jeito de nos desamarrar...

Camile parou de falar quando os arbustos movimentaram, espalharam as folhas e os dois homens apareceram na frente das garotas. Contudo o mais assustador era a forma dos homens, os quais se contorciam e estavam envoltos por uma aura negra. Um deles puxou a corda cumprida que terminava na da mão de Monna. "O que é isso? Virei o que? Escrava? Meu cabelo já está acabado, minha roupa nova toda rasgada e cheia de sangue, estou cansada e com medo. CHEGA!"

Um brilho se fez no fundo dos olhos da garota. Ela colocou as duas mãos na corda e usando muita força a balançou para cima e para baixo com um grunhido o homem soltou a corda.

- Abaixe-se Camile. - A voz da maior saiu séria e raivosa como a outra nunca tinha visto e obedeceu imediatamente.

Missy enrolou um pouco da corda na mão para ficar mais firme e a girou no ar e lançou contra um dos seus agora inimigos, puxou a corda para si lançando novamente neles e girando o corpo fez a corda acertar nos dois seguidas vezes. As criaturas agora eram quem estavam assustadas e tentavam se proteger como podiam, sem muito sucesso. A garota ofegava e tinha um sorriso convencido brincando em seus lábios.

- Corra para o tal acampamento, estou logo atrás de você.

Camile se levantou e correu olhando várias vezes o caminho a suas costas. A morena deu uma última chicotada e seguiu a amiga colina acima. Estava exausta e sentia a perna fraquejar, mas continuou correndo. Viu uma grande árvore e a menor lhe ofereceu os ombros para se apoiar. Elas foram mancando e os olhos da maior brilharam vendo o cenário para o qual elas se dirigiam. Uma grande casa, chalés e pessoas felizes andavam adolescentes de todas as raças e nações. Missy sorriu fraco e desmaiou nos braços da pequena.

Algumas horas depois, ela acordava em uma enfermaria, cheia de faixas.

- Cheia dos ferimentos e ainda continua linda... eu odeio você por isso. - Camile, a ninfa, riu segurando a mão da maior na cama.

- Bem vinda, filha de Afrodite. - Uma mulher com alguns campistas, tão bonitos quanto a maior, sorriam para a que se recuperava, transmitindo uma sensação de acolhimento e esperança. - Aqui você começara sua nova vida.


Última edição por Missy Lovato em Ter Abr 15, 2014 5:50 am, editado 2 vez(es)

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Ter Abr 15, 2014 11:27 am

Regras
NÃO PLAGIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.

Plágios são proibidos aqui e quando eu percebo que algo foi plagiado nem me dou ao trabalho de ler, mas para não ser injusta eu fui pesquisar sua ficha e achei ela em outros fóruns até mesmo a pergunta "Diga-nos: por quê quer ser filho de tal Deus - ou ser tal ser mitológico?" extra que você colocou veio de outro fórum, sei que depois postou algo embaixo tentando justificar porque esse item a mais, mas foi muito obvio não acha?
Se você é nova em fóruns e tem medo de ser reprovada ao fazer uma ficha própria, então você pode pedir ajuda para outras pessoas, até mesmo eu me disponho a ajudar se você estiver interessada, mas ao menos que as regras mudem...

REPROVADA

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Zarya Dewes em Sab Abr 19, 2014 6:41 am

Nome: Zarya Dewes

Idade: 16

Local de Nascimento: Manhattan

Progenitor Primordial: Quione

Progenitor Mortal: Thomas Dewes

Características Psicológicas:

A minha personalidade muda constantemente. Ora agora posso ser simpática e daqui a uma
hora posso ser o diabo em pessoa. Por mais que eu mude de personalidade, tenho sempre um rosto angelical e ao mesmo tempo calmo. Adoro ajudar as pessoas, por isso sou um coração de manteiga. Sou generosa e sempre que alguém precisa de alguma coisa, eu tento auxiliá-la.
Sou uma boa  aluna, só que odeio estudar, prefiro preparar festas de pijama. Acho que já
flei de toda a minha personalidade XD.

Características Físicas:

Como já tinha dito, tenho um rosto angelical e calmo. Tenho cabelos ondulados de cor preto acastanhado. Tenho olhos castanhos e um sorriso de encantar qualquer um, além de eu ser a prova viva do ditado:" Nem tudo é o que parece ". Sei que não tenho o melhor corpo do mundo, mas posso
dizer que não fica no último lugar. Adoro vestir-me bem e claro que o que eu visto combina com o que eu sinto. Mais precisamente, não me considero feia e além disso, eu nasci assim por isso vou ser quem sou.

História:

Sou filha de um empresário, chamado Thomas. Vivo com ele e com minha madrasta, Sophie, advogada, e a minha meia irmã, Isabella, 5 anos. O meu pai, tem cabelo preto e olhos verdes, é alto e tem pele clara, Sophie, tem cabelos ruivos e olhos castanhos, é de estatura mediana e tem a pele sempre bronzeada, Isabella tem cabelos ruivos, como chamas e olhos verdes e brilhantes, é alta e magra, tem a pele numa cor entre bronzeado e claro. Nasci em Manhattan e sempre vivi lá, até descobrir ser uma meio-sangue e ir todos os Verões para o acampamento meio-sangue.

Era um típico dia de Inverno, em Manhattan, o céu coberto de nuvens, impossibilitando a visão do sol, uma grande camada de neve, pelos passeios e estradas, fazendo com que fosse impossível andar de carro. Eu observava isso, sentada na beira da janela do meu quarto, era grande e as paredes pintadas de azul gelo, os lençóis da cama de solteiro moderna era um estampado de flocos de neve, na secretária havia um computador portátil branco, na mesinha de cabeceira havia um candeeiro com a forma de um pico de gelo. Eu adorava o meu quarto, todos aqueles elementos transferiam-me confiança, como se eles fossem meus súbditos e ajudavam-me em tudo o que podiam, uma sensação impossível de explicar. O meu pai entra no meu quarto e diz:

- Vamos tomar o pequeno almoço. Veste-te, que ainda temos de ir para casa da avó, e as estradas estão a ser limpas, daqui a pouco vai haver muito transito.

Como um boa filha fui-me vestir rapidamente, umas calças de ganga pretas, uma camisola de manga comprida azul gelo e um kispo branco e calcei as minhas botas pretas, com pelo branco, quente e fofo dentro. Assim que acabei dirigi-me para a mesa, tinha panquecas no meu prato e um copo com sumo de laranja, o meu pequeno-almoço preferido. Assim que todos estávamos prontos, seguimos para a casa da minha avó, pois hoje era dia da véspera de Natal.

Chegamos lá e o meu pai disse-me que podia ir dar uma volta, por ali que depois me ligava. Eu fui, não me apetecia ficar a ouvir histórias xatas, contadas pelo meu avô.
Cheguei a um parque e sentei-me fiquei a olhar a neve como sempre gostava de fazer. Então uma voz familiar disse:

- Zarya, és tu?

- Maya, há quanto tempo, amiga! - Respondi eu, a Maya a minha melhor amiga de infância, ela tinha se mudado para ali. Então ouvi um barulho horrível, como se algo tivesse explodido e explodiu mesmo, uma benevolente! Eu só podia estar a alucinar porque depois apareceu um centauro! E para não bastar atrás do centauro estava um sátiro.

- Estou a alucinar não estou?! - Perguntei.

- Não, eu sou mesmo um centauro, aquilo é mesmo uma benevolente e este é mesmo um sátiro. E aquela benevolente quer te matar.

- A óptimo, o que é que vai aparecer a seguir, o exercito de Titãs de Cronos? - Perguntei eu, irónica. - Os nomes, tem poderes muito forte sabias? - Avisou o sátiro, cheio de medo. Eu passei-me aquelas, pessoas estavam a gozar comigo, só podia, quando me passei uma tempestade de neve formou-se à minha volta.

- Ai meus deuses!- exclamou o sátiro.

Eu voltei ao controle, aquilo era bem real, e eu era uma meio-sangue, eu sentei-me na neve, prestes a chorar, mas não foi isso que aconteceu. O centauro disse me que me tinha de levar para o acampamento meio-sangue, e eu foi porque eu finalmente acreditei. Eu sempre me interessei por mitologia grega, mas não pensei que fosse real. Cheguei ao acampamento e vi que era tudo muito real, pessoas, outros meios-sangue treinavam. O centauro disse:

- Há alguns anos haviam mais de cem campistas este ano, temos sorte se tivermos oitenta. -    -

-Porque, porque é que são menos? - Perguntei eu.

-Muitos juntaram-se a Cronos. - Disse ele.

Depois de ser guiada pelo acampamento por uma campista e me serem apresentados muitos outros, fui-me instalar no chalé dos indeterminados.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Sab Abr 19, 2014 2:35 pm

Zarya Dewes
Leia a avaliação anterior a sua ficha, a qual fiz para a Missy Lovato... é tudo o que tenho para te falar por agora.
FICHA DESCONSIDERADA



Denzel C. Weisen
Depois de uma conversa com a Staff decidimos mudar a avaliação da sua ficha, foque no que eu disse em sua reprovação, mas pelo seu esforço está aprovado. Bem vindo filho de Deméter, qualquer dúvida me contate por MP.
APROVADO

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Elsa Thorne em Dom Abr 20, 2014 11:01 am

Nome: Elsa Thorne

Idade: 13

Local de Nascimento: Nova York

Progenitor Primordial: Apolo

Progenitor Mortal: Bella Thorne

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):

Tenho um carácter díficil e decidido, não costum ter confiança em muita gente. Quando estou com amigos verdadeiros, sou: calma, boa ouvinte, faladora alegre e divertida. Quando pessoas falsas estão comigo ( por causa do meu dinheiro ), sou: fria, insensível, impaciente e irritadiça. O minha melhor amigo, chama-se Jack e é a pessoa mais bondosa e divertida do mundo inteiro. Tenho uma mãe bipolar, que hora é bondosa para mim, hora é o diabo em pessoa. E é assim que é a minha vida/personalidade.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):

Tenho cabelo preto-azulado e ondulado, até o meio das costas. Tenho um rosto angelical, tenho olhos azuis, mas ao sol ficam esverdeados. Além disso, tenho pele branca, levemente bronzeada, tenho bochechas rosadas. Não me quero gabar, mas tenho um corpo que serve para, além de ter um,corpo bonito, ele é atlético e como já tinha dito, não me quero gabar. A única coisa que quero dizer, é que me orgulho de ser como sou e vocês também se devem orgulhar. Estas são as minhas características físicas.

Conte-nos sua História:

Lá estava eu...a olhar pela janela... a observar o sol...
Oi, chamo-me Elsa e o que estou a fazer, é pensar como o meu pai era. Nunca o conheci e sempre imaginei que o meu pai poderia ser um deus grego. Acham isso estranho? Bom, a minha vida é estranha, é o que me dizem na escola e eu acho que isso é verdade, pois sou desajeitada, mas sou ótima no arco e flecha, não trato da minha beleza e sou linda, além disso, não estudo, mas sou a melhor aluna da turma.
Bom, agora chega de apresentações e vou contar-vos a minha história...

Tinha acabado de acordar, com o barulho irritante do despertador. Levantei-me a contra gosto e fiz minha higiene pessoal, vesti-me e desci para a cozinha, para comer o café da manhã.

- Oi, mamãe-disse eu.

- Oi filha-disse a minha mãe servindo-me duas torradas e um suco de laranja.

Quando acabei, sai de casa e diriji-me a caminho da casa de Jack ( o meu melhor amigo ). Depois de chegar, toquei na campainha da casa de Jack e logo ele apareceu com um pão na boca. Cumprimentou-me e fomos para a escola. Quando chegamos, fomos para a sala de aula, ter aula de mitologia. Aquela aula era a mais fácil de todas, quer dizer, para mim...
Depois da aula o Jack disse-me que tínhamos de ir embora da esxola. Eu nem reclamei, mas estava curiosa. O Jack levou-me até casa.

- Senhora Thorne, a Elsa já tem de ir para o acampamento- disse ele.

- Mas já?-perguntou a minha mãe.

- Sim-disse Jack.

Dirijimo-nos para o carro e quando já estávamos a caminho de um tal acampamento meio-sangue, minha mãe disse-me que eu era filha de Apolo e era uma semi-deusa. Eu fiquei feliz, fiquei chocada, mas feliz...
Quando chegámos a minha mãe despediu-se de mim e eu e Jack subimos uma grande colina. Depois de chegar-mos lá acima, um símbolo apareceu na minha cabeça e Jack, explicou-me que essa era a marca do deus Apolo. Adentrei por uma porta e lá um centauro chamado Quíron estava á minha espera. Mostrou-me todas as instalações.
E foi este o ínicio da minha aventura...

OBS: Eu sei que a história está meio fraca/pequena, só que estou usando um tablet e ter escrito isto num tablet, é como ter escrito um testamento.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Afrodite em Dom Abr 20, 2014 1:59 pm


Avaliação

-- Reprovada --
Elsa, sua ficha foi muito bem feita e caprichosa, você teve deslises nas acentuações e emprego de pontuações e isso me preocupou, por mais que sua história esteja nos eixos e no limite de linhas, peço que á complemente mais, dando ênfase á detalhes e mais atenção á pontuação e acentuação gráfica, certifique-se também de ter cuidado com a coerência verbal de seu texto, para que o mesmo se torne fácil de entendimento e não necessite de uma segunda leitura, mas, por enquanto, esta será minha avaliação.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Elsa Thorne em Dom Abr 20, 2014 2:31 pm



Nome: Elsa Thorne

Idade: 13

Local de Nascimento: Nova York

Progenitor Primordial: Apolo

Progenitor Mortal: Bella Thorne

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):

Tenho um carácter díficil e decidido, não costum ter confiança em muita gente. Quando estou com amigos verdadeiros, sou: calma, boa ouvinte, faladora alegre e divertida. Quando pessoas falsas estão comigo ( por causa do meu dinheiro ), sou: fria, insensível, impaciente e irritadiça. O minha melhor amigo, chama-se Jack e é a pessoa mais bondosa e divertida do mundo inteiro. Tenho uma mãe bipolar, que hora é bondosa para mim, hora é o diabo em pessoa. E é assim que é a minha vida/personalidade.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):

Tenho cabelo preto-azulado e ondulado, até o meio das costas. Tenho um rosto angelical, tenho olhos azuis, mas ao sol ficam esverdeados. Além disso, tenho pele branca, levemente bronzeada, tenho bochechas rosadas. Não me quero gabar, mas tenho um corpo que serve para, além de ter um,corpo bonito, ele é atlético e como já tinha dito, não me quero gabar. A única coisa que quero dizer, é que me orgulho de ser como sou e vocês também se devem orgulhar. Estas são as minhas características físicas.

Conte-nos sua História:

Rússia. Este foi o lugar onde Coralline Desue nasceu. Sim, este era seu nome de origem. A garota de cabelos longos e ruivos era destaque na sua família, algumas vezes de forma boa ou ruim. Nunca soube quem era seu pai. Sua mãe contava uma história infantil sobre Um homem gentil que viaja pelo mundo ajudando os países, naquela época, Cora acreditava. Sua vida era a da mais gentil, mas morava escondida sob escombros do medo de sua mãe, que a refletiam com tamanha intensidade que a deixava com medo de qualquer barulho que não fosse dentro de sua casa. Mesmo assim, A criança não tinha medo de pessoas em geral, normalmente amigas suas iam fazer aulas de balé com sua mãe, e se divertiam até o sol se por. Sua vida fora calma e protegida até os seus cinco anos de Idade.

Não deviam ser nem sete horas da noite quando os homens chegaram com um mandato de busca em sua casa. Sua mãe sempre dissera para Cora que a criança era normal, mas toda vez que alguém se machucava, Cora curava alguém, e este era um dos motivos para tanto esconderijo. Sua mãe não queria que a pegassem. Infelizmente seu desejo não podia ser realizado.

Figuras masculinas apreceram, tinha esperanças de que era seu pai. O homem grande e desajeitado a olhou.

- Você é Coralina? - Aham! – falou feliz. - Cora, corra.

A garota não obedeceu a sua mãe. Ver a mulher com manchas de sangue em sua roupa não era algo que toda filha queria ver. A menina correu aos braços da mulher e os homens pareceram se afastar. Eles esperavam por isso. A menina tocou em sua mãe, curando suas feridas. Talvez seu poder não fosse tão forte assim, mas seu amor, sim, ele era. Então, quando sua mãe chorava, os homens a pegaram. A criança tentava se debater de todas as formas, mas não pode, simplesmente viu sua mãe morrer na sua frente, a tiros pelo mesmo homem que a esfaqueou, enquanto o cara desengonçado a segurava com todas as forças, sem mesmo pensar que poderia estar machucando. A ultima coisa que Cora sentiu foi um soco em sua cabeça. E mais nada.

Acordou em uma maca branca de hospital. Por mais que tentasse, não se lembrava de nada. Nomes, família, quem ela era, a única coisa que sabia, é que usava uma camiseta branca e calcinhas, e que seu braço tinha um número 03 tatuado. Ela era só uma criança.

Passou 7 anos da sua vida dentro deste lugar. Aos poucos, foi descobrindo o que era. Parecia uma base militar na Russia, mas também, um grande hospital. Algumas pessoas ficavam por lá e várias vezes encontrava novatos, o ultimo que ela vira, era o número 107. Seu nome? 03. Sabia que tinha 12 anos. Sabia que era usada para experimentos científicos. Sabia que humanos eram pessoas ruins e sabia que ela tinha poderes de cura. Sempre ajudava aos outros experimentos. 07 era um homem legal, diziam que ele havia restaurado seu corpo de um Câncer e era isso o que queriam dele. 01 era uma mulher de 30 anos médium e que previa mortes, 02 era um menino que regenerou parte do seu corpo sozinho. 03 era ela, que curava aos outros sem saber como. Todos eles tinham nomes específicos. 07, o homem do Câncer, o chamavam de Luiz Blackhair, pela cor de seu cabelo,o nome dela era Elsa Thorne.

No seu aniversário de dezesseis anos, uma grande explosão aconteceu. Um dos geradores do hospital parecera explodir. A explosão foi tamanha que relatos contaram que as pessoas mais próximas da explosão não podiam ser reconhecidas. Mas aquilo foi a passagem de liberdade a todos. Muitos dos que estavam presos há Anos fugiam, alguns conseguiram escapar para perto, outros para longe. Mas o Caos foi surpreendente. Elsa correu em direção ao rio, se jogando rapidamente e tentando olhar para o céu. Vários carros de policia e helicópteros pareciam invadir o local. Não deu muito tempo de pensar. Elsa foi sugada por um redemoinho e uma garota feita de água. Ela tinha certeza que os remédios a faziam mal ou que o mundo lá fora era bem diferente do que de dentro daquele manicômio. Mas não era pra tanto.

A garota d’água adentrou os pensamentos de El, ou nº03, com algumas loucuras que ela nunca vira. Deuses, Acampamento, morte, poderes e seres mitológicos. Eram tantas informações que a garota desmaiou.

Talvez a água tenha afastado os pesadelos.

Acordou em uma cama de hospital, com um pouco suco de morango (de cor esverdeada) e um homem com pernas de cavalo dando bom dia.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Qui Abr 24, 2014 5:39 pm

Seguindo a regra anterior: ficha desconsiderada por plágio.
Se precisar de ajuda fale comigo por mp e confira esse LINK

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Denyel Zarion em Sex Maio 16, 2014 7:06 pm

Nome: Denyel Zarion
Idade:15 anos
Local de Nascimento: Nova York
Progenitor Primordial:Melinoe
Progenitor Mortal: Eduarda Zarion transexual a menos de 2 anos. Antes se chamava Eduardo Zarion.
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Um rapaz cheio de atitude a relatos de brigas diárias na escola, seu estado mental e questionavel tudo por conta da suposta morte de sua mãe e pelas loucas transformações de seu pai assim deixando o pobre garoto muito abalando, ele tentou diversas vezes ir contra sua Propriá vida (Tentar se matar) Sempre se questiona se vai compreender se o que ouve com sua mãe afetou nas escolhas de seu pai, hoje mora com ele(a) em uma casa junto com outro homem chamado Augusth todos os dias eles brigam e o pobre Denyel abandona seu lar para vagar pelas ruas da cidade que nunca dorme. Resumindo suas caracteristicas pisicologicas: Social: Romantico incontrolavel, Não suporta nudez. Fisíca: Bravido, isto é, ele esta sempre pronto para tudo, um naufrago do sofá, poderia até passar o dia nele. Mental: Rabugento, Insano, Bipolar enfim uma bomba relógio.
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Seu corpo é normal de um menino de 15 anos, cabelos de coloração escura - Não chega a ser preto, mas também não é loiro. Pele de um tom claro, olhos sombrios e penetrante - Pode até se dizer sedutores. Não curte muito atividade físicas, contudo, seu corpo é relativamente magro, praticante de parkour - Deve ser por isso que é em forma. Não gosta muito de expor seu corpo ao publico - Nudez não é com ele. Pode ser considerado um tanto rabugento.
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):

Resumo do nascimento até o presente dia das ocorrências nada normais.
Meu pai engravidou minha mãe quando ela era muito jovem diz ele que quando ela me teve o parto foi normal, contudo, ela acabou pegando uma especie de bácteria e morreu de Hemoragia alguns dias depois, trágico não é? Logo meu pai teve uma batalha judicial com meus supostos avós maternos e acabou ficando com minha guarda - Relata ele que demorou mais de 2 anos a disputa. Ao completar 5 anos fui levado ao colégio interno de BeconHell - Que esse Hell era um inferno mesmo. Passei mais de 5 anos lá só não fiquei mais porque no ultimo verão o professor perdeu a mão em uma explosão em seu ármario - Os especialista disseram que foi um curto circuito na tomada, mas meu pai sabia que havia sido eu que tinha projetado todo o esquema.
No mesmo verão meu pai me deu uma péssima noticia, ele estava juntando dinheiro para fazer uma cirurgia e que ela mudaria a vida dele - Nunca pensei que seria algo tão louco assim, uma mudança de sexo jura? Fiquei transtornado o dia. Quando ele efetuou a mudança ele veio me falar sobre seu “namorado” aquilo me abalou muito, não sei, mas meu coração foi despedaçado.
Maio de 2001 eu acordei com uma forte dor na minha cabeça, meu mundo girava e eu pensei que tudo estava acabado fui a escola e lá nada melhorou os julgamentos de colegas ainda afetavam minha vida, pois era o menino excluído da turma e por ter pais diferentes tudo piorava. A noite chegou e em meu quarto tomei a corda feita com o lençol e passei pelo lustre que pendia sobre o chão de meu quarto a cadeira abaixo de meus pés foi lançada a alguns centímetros longe de mim a pressão da corda sobre meu pescoço era delirante escuto um estrondo na porta e minha vista se apaga quando acordo meu pai usando um vestido colado e longos cabelos castanhos caído no rosto acariciava meu rosto e dizia:
- Não chore meu pequeno estou aqui.
As lágrimas caíram nas laterais de meus olhos e foram direto ao chão passando por minha bochecha eu queria que aquela corda tivesse feito seu papel e ter acabado com minha vida naquele momento.

Depois daquele dia ouve mais duas tentativas falhas de tentar a morte. - A bosta da morte não me deixava morrer só pode. Meu aniversário de 15 anos estava chegando e naquele momento minha vida estava totalmente maluca, eu tomava remédios para dormir, comer e ate mesmo para viver ia duas vezes na semana ao psicologo e ainda visitava o psiquiatra. - É eu era considerado louco de pedra, depressivo compulsivo se é que isso existe.

Fui ao meu primeiro dia no ensino médio do colégio Corleone a matéria do primeiro horário foi iniciação algébrica e em seguida economia o intervalo foi básico me alimentei de um copo de suco com biscoito e sentei debaixo de uma árvore para ler, minutos depois tenho que voltar, porém não era aula em sala e sim na quadra um jogo que os veteranos chamava de “Jogos vorazes” porque era vários jovens e apenas um sobrevivia - Na minha antiga escola era queimada, não sei porque aqui eles chamam disso. Logo eu descobri cada um dos jovens portava uma bola vermelha e de aparência pesada e ambos começavam a se bombardear, não havia lei, era cada um por si. Eu consegui sobreviver a primeira rodada e comigo mais 5 valentões do 3ª ano E o valentão serrou o punho e pegou a bola no chão seus olhos não estavam normais - outra hora eu o tinha visto e sua coloração era azulada, mas neste momento estava vermelho sangue - os dos demais membros da “gangue” também era da mesma cor.
Engoli em seco e peguei minha bola e o primeiro arremessou tão forte que fez as taboas do chão da quadra estilhaçar olhei para eles perplexo como um mero garoto tinha feito aqui, os outros alunos que viam a cena parecia não notar nada de diferente. O outro lançou a bola e a mesma parecia pegar fogo ao acertar a trava de basquete a explodiu - Minha sorte foi eu ter um ato reflexo bom graças ao parkuor.

Meu coração batia muito rápido aqueles garotos não são humanos nem aqui nem na China! Uma chuva de bolas pegando fogo - Literalmente. - veio em minha direção não sabia o que fazer, mas algo me surpreendeu uma luz azulada zumbiu ao meu ouvido e penetrou no braço do menino - era uma flecha com toda a certeza - o menino explodiu em pó feito mágica, esfrego meus olhos para ter a certeza de que foi real. Olho para minha direita e vejo uma linda garota - Linda eu digo L-I-N-D-A-M-E-S-M-O! - ela olha para mim e sorri de canto e lança mais duas flechas contra dois brutamontes que nesse momento por incrível que apressesse tinha quase três metros de altura, um deles lançou uma bola que explodiu atrás de mim fazendo um buraco na parede. - Sabe o que é uma parada cardiovascular? Sim? Então eu quase tive uma naquele momento. A menina agarrou minha mãe e me puxou com toda a força que tinha, sua mão parecia que trabalhava na roça, cheia de calos.
- Quem é você - consegui dizer meio gago.
A menina me puxava cada vez mais, eu parei e sacudi minha mão fazendo ela largar meu braço, onde estava a mão dela havia uma marca roxa de calo de sangue. Fitei ela furioso.
- Não vou alugar nem um com você, mas obrigado por me salvar! Agora eu vou embora.
Começo a caminhar e a menina começa a me seguir eu viro e fito ela e digo:
- Já disse obrigado quer mais o que dinheiro?
A menina balançou a cabeça negativamente e me mostrou um bilhete, fique boquiaberto, descobri porque ela não dizia uma palavra era surda e muda, na carta com a letra de meu pai informava que devíamos encontrar ele na 23 com a 26 então parti logo para lá.

Chegando ao bendito lugar lá estava meu pai com um vestido lilás e uma peruca loira seus olhos azuis se destacava na maquiagem escura ao seu lado tinha uma mala - Quem será que ia viajar eu me perguntei.
- Filho - Disse ele com uma voz “feminina” - Temos que conversar um pouco.
Fiquei muito confuso eu e meu pai NUNCA conversamos.
- Diga.
- Filho sabe a história que contei sobre sua mãe? Dela ter morrido de bácteria e sei lá mais o que? - Fiz que sim com a cabeça - É tudo mentira.
Meu coração disparou e uma brisa percorreu minha nuca, porque ele tava me dizendo isso? porque ele mentiu? porque? Não sei espero descobrir agora. - Desculpa ter mentido todo esse tempo, mas sua mãe é uma pessoa surreal, literalmente, ela não é desse mundo e você muito menos, sua mãe é uma deusa meu filho.
Cai na gargalhada isso era uma piada, mas uma piada de mal gosto.
Ele me olhou serio e sua maquiagem me deixava com um tanto de medo, mesmo ele tendo feito todas aquelas cirurgia ainda tinha aquele ar másculo.
- Não estou brincado, vou lhe mostrar. - Ele tirou uma pequena caixa de jois e dela uma luz surgiu e o holograma de uma mulher surgir e ela começou a narrar uma história e eu desmaia ao fim dela, tudo estava ocorrendo tão rápido mais rápido que isso foi quando acordei eu estava em um lugar completamente fora do comum com pessoas que eu nunca tinha visto na minha vida. Eu estava preso? Mas tava com a impressão que iria descobrir.
Olhei sobre a escrivania havia uma carta e nela tinha uma história sobre um acampamento de proteção a pessoas especiais e que eu precisava ficar nele por algum tempo. Berrei por varias horas até que um homem entrou em meu quarto e disse com uma voz suave e calma:
- Bem vindo ao acampamento meio-sangue Sr.Daniel meu nome é Sr.D.
Nunca havia sido recebido tão bem em um lugar, logo tudo foi ficando claro, claro como um dia de verão.
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Sex Maio 16, 2014 9:02 pm

Há tantos erros, mas estou levando em consideração a ideia principal do seu teste e o fato de ser um dos seus primeiros post's.
Primeiro, o que eu chamo de ideia principal: Um garoto de 15 anos que sempre levou uma vida conturbada e não possuía um laço afetivo com seu pai. Então o pai decide fazer uma operação de mudança de sexo e o garoto se vê envolvido não só pela difícil aceitação que deve realizar, mas também com problemas em todo o seu mundo, o que abala ainda mais o psicológico dele. Enfim, o garoto descobre quem realmente era sua mãe, uma vez que por toda sua vida foi lhe falado que ela estava morta, e isso o faz ser enviado ao Acampamento.


Essa ideia foi genial, mas você não soube conta-la. O que chamou a minha atenção, primeiramente, foi os erros ortográficos e a falta de pontuação em algumas partes, após isso veio a mudança na narração de 3ª para 1ª pessoa, o que confundiu bastante (Você pode tentar melhorar isso passando o texto por um editor de texto antes de postar, tipo word). Mas, principalmente, você deve dar mais atenção a sua narração como um todo: tente estruturar seus textos, constitua mentalmente um começo, meio e fim; distingua pensamentos de falas e narrações em geral; detalhe mais seus movimentos, o ambiente e o que está sentindo.
Lembre-se de tudo isso... Vou aprova-lo não pela organização, mas pela ideia. Se precisar de ajuda para textos futuros me mande uma MP, que ajudei de bom grado.
Seja bem vindo ao fórum


Aprovado

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

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