Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

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Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Administrador em Ter Fev 04, 2014 10:26 am

Relembrando a primeira mensagem :


Teste de Reclamação
Bem-vindo(a) Convidado, deve estar ansioso(a) para descobrir quem é seu progenitor ou progenitora, por tanto, queira por favor realizar o teste a abaixo. Queira por favor postar seu teste neste mesmo tópico.
Também pedimos que siga algumas regras, todas localizadas abaixo, assim, as suas chances de passar nesse teste aumentam em muito.
Boa sorte e seja bem-vindo(a) a família do PJO.



 
Regras
NÃO PLAGEIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.

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Idade:
Local de Nascimento:
Progenitor Primordial:
Progenitor Mortal:
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
 
Apenas os filhos dos deuses contidos neste spoiler serão reclamados neste teste:
Deméter, Ares, Atena, Apolo, Hefesto, Afrodite, Hermes, Dionísio, Hécate, Éolo, Perséfone, Macária, Melinoe, Íris, Selene, Quione, Hipnos, Morfeu, Deimos, Phobos e Fantasia.
 

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Ex-Staff07 em Qui Mar 06, 2014 6:04 pm

Aprovada.

Porém, sua história está muito resumida e desprovida de detalhes. Há também alguns erros de palavras e colocações que você poderia revisar em um corretor ortográfico. Também procure por alternativas de pronomes e etc.
Parabéns. Bem vinda a seu novo lar, prole de Melinoe
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@Thanks

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Rich Lavigne em Seg Mar 10, 2014 8:51 pm

Nome:
Rich Lavigne


Idade: 16 years


Local de Nascimento: EUA - NY


Progenitor Primordial: Apolo


Progenitor Mortal: Lisa Lavigne


Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Um garoto aparentemente calmo, não gosta de brigas desnecessárias, usa seu sarcasmo nada legal em algumas ocasiões de perigo por exemplo, também gosta de dar em cima de algumas garotas. Porem o jovem também tem seus momentos sérios e pensativos mesmo não sendo essas "tais" características de seu pai. Gosta de ler ao relevo, também olha para a lua a noite isso já é um habito e acalma o jovem e isso funciona hã toda vez que ele vai ver a lua ué. Fora tudo oque disse anteriormente também é legal quando esta em grupo com outras pessoas tenta manter-se sempre unido a seus amigos isso é uma coisa muito mas muito importante para Rich ele poderia matar vários e vários monstros para proteger seus amigos e até mesmo dar a vida por eles. Mesmo aparentando ser mimado Rich gosta também de atividades perigosas e também gosta de lutar e caçar.


Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Como sua mãe é uma pessoa "nobre" na sociedade sempre visa usar roupas também 'nobres' um visual rico. Sua pele é bronzeada porem em um tom mais baixo parece que nesse quesito o DNA de sua mãe arrebentou e tudo, sua face é 'normal' nenhuma anomalia. Lábios com um tom rosado também fraco olhos de cor azuis e até mesmo um azul chamativo . O garoto também é alto tem cerca de 1,79 de altura e é até mesmo musculoso para sua idade, seu cabelo sempre está arrumado uma coisa que ele não gosta é que mexam no cabelo dele, exceto quando é uma menina bem bonita ai ela poderá mexer á vontade.


Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):  Nascido a dezesseis anos atrás o jovem rich, carregava já consigo a marca de um semideus. Inicialmente sua mãe sempre o criará sozinho até porque não precisava, esta se chamava Lisa Lavigne, a mesma tinha cabelos loiros olhos azuis e uma pele super branca, era até mesmo considerada a musa de sua cidade. Porem com o dinheiro da família ela não deixava de ter uma enorme fortuna, e então em um dos hospitais mais ricos. A criança cresceu sem problemas de saúde ou algo parecido e conforme ia crescendo sua pele ia se tornando mais bronzeada aos quatro anos rich já poderia sentir o cheiro de coisa ruim poderia-se dizer monstros até porque com uma educação mais do que adequada que teve no jardim aprendeu a ler aos dois anos de idade e assim prosseguiu. Ao crescer o jovem Rich Lavigne entrou para o fundamental aonde começaria se interessar mais por garotas e ter mais desempenho em conquista-las e isso era muito fácil para ele, não conseguia gostar de ninguém em particular porem apenas gostava de ser idolatrado digamos que ele era um tanto popular em seu colégio, até certo dia algo vir voando em sua direção. Rich estava em sua sala de aula com um ambiente bem amplo ao seu lado direito havia apenas janelas que davam visão ao campus do colégio, fora isso era uma sala comum com mesas e dois quadros negros cheios de gente metida a besta, rich desde que havia chegado em sua escola mais cedo sentia que algo poderia estar errado, e quando bateu o terceiro sinal indicando que a terceira aula poderia começar ele sentiu um fedor enorme não entendi o porque mas quando olhou para sua direita e o sol bateu em seus olhos (mesmo assim pode ver detalhadamente), um monstro negro enorme, tinha uma fisionomia humana porem era coberto de pelos e tinha face de boi oque o jovem poderia deduzir daquilo ? Ou era alguém fantasiado com algo horripilante ou aquela coisa estava realmente viva, o primeiro impacto foi; rich caiu de sua mesa e tentou avisar os alunos todos começaram a rir dele dizendo que não havia nada ali além de um carpinteiro, rich olhou direito e a criatura ainda estava lá ainda com medo porem com uma pitada de coragem o jovem olhou diretamente nos olhos daquela coisa, que pareceu ficar com raiva e atirou um carrinho de cortar grama na direção de rich e seus colegas de classe, por sorte a esquiva do garoto foi sensacional e nenhum colega/professor foi ferido mas a sua sala logo foi evacuada, mesmo sendo hiperativo o jovem tinha algo como déficit de atenção isso também o ajudara na esquiva. Rich corria pelos corredores de sua escola, o monstro parecia ter uma velocidade imensa tanto que mesmo fazendo várias curvas o monstro sempre estava atrás de rich, logo o jovem parou no ginásio aonde tinha treinamento de acor e flecha uma espécie de arena para jogos olímpicos, ele tinha medo porem almejou pegar aquele arco e algumas flechas para acabar com aquilo, e lá não tinha apenas um arco e algumas flechas mas várias armas aonde apenas alunos com um excelente desempenho igual a rich poderiam ter acesso, mas o jovem escolheu a arma. Correu para o lugar mais alto da arquibancada aonde o monstro subiria em sua direção, quando atingiu o monstro com a primeira flecha não parecia ter efeito e com um pensamento rápido já arquejava dois projéteis em direção as pernas do monstro que foi o suficiente para derruba-ló e dar tempo de rich correr para seu carro. E isso foi feito, quando rich ligou seu carro ele estava hã todo suado porque havia corrido e tentado matar um monstro não sabia de onde vinha aquela coragem apenas sabia, de seu carro rich ligava para sua mãe e este já estava a caminho de sua casa. As palavras de Lisa para Rich deixaram que o jovem ficasse perplexo ela dizia para ele ir direto para um lugar aonde ela não teria acesso mas confiará que seu filho chegará lá e eles poderiam explicar meus essa história de semideus, ok para vocês poderia ser estranho escutar isso da mulher que lhe criou, mas rich tinha muita confiança em sua mãe e era bem ligado mesmo a ela, e então apenas concordou mas riu ao ouvir por telefone que ele era filho de apolo, no GPS do carro do jovem a rota já estava traçada "ir para long island", ao chegar ao local rich não acreditava no que via porem seguia em frente ao visualizar duas daquelas bestas correrem atrás dele eram idênticas ao monstro que atacou ele mais sedo, porem ele entrou sem medo pedindo ajuda, ele passou direto pelo oque parecia portão e com uma leitura rápida pode ler "bem vindo ao acampamento meio sangue", não sabia como ele lerá o grego antigo mas ele apenas o fez. Quando encontrou oque parecia ser o diretor do local disse para ele tudo oque sua mãe lhe contará e a partir dai começara sua nova jornada.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Éter em Seg Mar 10, 2014 9:00 pm

Algo que notei em seu texto foi a falta de vírgulas e de divisão de parágrafos, o que deixou a leitura um pouco confusa. Além de alguns erros gramáticos e ortográficos, como por exemplo: Em algumas partes de seu texto, você escreveu "Rich" com letra inicial minúscula, o que poderia contar numa avaliação de treino/missão.

Porém gostei de suas descrições e acredito que posso melhorar cada vez mais.

APROVADO!

Bem vindo, filho de Apolo.  

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Luuk De Jong em Qua Mar 12, 2014 3:09 pm



Ficha
Hey! Keep calm and aprove me
 


Nome: Luuk De Jong

Idade: 15 Anos

Local de Nascimento: New York

Progenitor Primordial: Éolo

Progenitor Mortal: Kristy De Jong

Características Psicológicas:
Sou muito extrovertido e depois de chegar ao camp aprendi a sempre encarar meus problemas com muita alegria e buscar ver o lado bom das coisas. Gosto de fazer novas amizades e de conhecer pessoas novas, porém, quando fico bravo ou até mesmo um pouco esquentado, mostro porque tenho apelido de menino vingança, faço o possível e o impossível para poder me vingar, custe o que custar até mesmo minha própria vida.

Características Físicas:
Sou alto, porém não tão magro como a maioria das pessoas, isso porque eu sempre liguei muito para minha aparência, por isso possuo o corpo “definido”. Minha pele é branca, mas não muito. Meu cabelo é castanho claro e curto, meus olhos são muito intrigantes, pois são de uma cor variante entre o azul e o cinza. Gosto de me vestir de um jeito desleixado e descontraído, mas que sempre me deixe confortável. Tenho uma pequena cicatriz em forma de furacão no meu pulso esquerdo, que ganhei assim que cheguei ao acampamento em um treino na arena.

Conte-nos sua História

Eu tinha uma vida meio diferente, sempre o estranho, sempre a quinta roda, aquela que não servia, aquela que era diferente das outras. Para começar, meus verdadeiros pais me abandonaram quando eu era pequeno, fiquei em um orfanato boa parte de minha vida.

Até que quando tinha sete anos, uma família resolveu me adotar, na hora que me adotaram pensei que enfim teria uma família. Errado! Essa família não era uma das mais carinhosas comigo, eles não pareciam gostar tanto de mim assim, como se fosse apenas um imprevisto, algo que pode ser resolvido com um telefonema ou algo do tipo. Ótimo... minha vida sempre foi e sempre será assim. O estranho na turma, aquele que é adotado, aquele que não tem amigos.
Ir para a escola então deveria ser a melhor coisa, ficaria longe de minha "família", não seria apenas um imprevisto. Seria algo bom, certo? BEH! Errado! Por que a minha vida tem que ser difícil? Tudo bem, na escola eu sempre tirava notas ruins, dislexia e transtorno de déficit de atenção. Será que mais alguém teria por ali? Ou era só eu mesmo? Nunca fiquei sabendo. Tantas coisas nessa longa e longa vida. Obstáculos cada vez mais difíceis. Os professores pareciam me odiar, eu podia ficar quieto em meu canto, que iam brigar comigo ao invés dos outros dois que ficam se estrangulando do outro lado da sala. Por quê?? Por quê???

Mas tudo isso mudou, quando a nação do fogo atacou os meus pais adotivos morreram, eu havia acabado de sair da escola após outro dia difícil. Assim que cheguei em casa, vi o corpo dos dois, jogado no chão, ensanguentado. O que teria causado aquilo? Não sei, mas rapidamente procurei por um telefone na casa, ainda desesperado, sem reação. Consegui ligar para a polícia, falei gaguejando, mas ela chegou em poucos instantes.

Ao chegar, eles não acreditaram no que viram, fizeram a perícia normalmente e falaram que iam me levar para o orfanato, novamente, partiu, orfanato, morar sozinho. Só que aí aparece um homem, parecia ser um advogado. Nunca havia visto ele antes, mas a polícia estava aqui. Por que não uns advogados também né? Mas tive uma surpresa, ele veio diretamente para mim. Só falta ele querer me processar por matar meus pais.

- Oi, eu irei te adotar. Já falei com a justiça. - disse ele, como se aquilo fosse a coisa mais normal.  Soltei um suspiro um pouco aliviado ao ouvir isso, pelo menos eu não iria ser processado.
- Não entendi nada, mas terei outra casa... Quando vamos? - perguntei ansioso... havia acabado de perder meus pais adotivos e vem outro e eu ainda quero ir para lá. Que coisa! Como sou
- Estamos indo. Venha para meu carro. - responde ele.

Então fui em direção ao carro dele junto do mesmo. Rapidamente já estávamos em sua casa, era um bom lugar, ele parecia rico, tinha uma mansão. Gostei disso. Ele cuidava de mim bem, só que parecia doido, de vez em quando murmurava algo sobre a morte e ficava falando sozinho. Bom, ele estava melhor que minha outra família. Na escola comecei a me dar um pouco melhor já que estava conseguindo ter mais amigos com as dicas de meu novo pai.


♦ ♠ ♦




Após umas três semanas, as coisas começaram a dar errado, sem querer derrubei um dos vasos mais raros que existem, e sim... ele estava com meu pai adotivo. Nessa hora quase que eu viro pó, rapidamente ele avançou para cima de mim e gritou comigo. Mas depois conseguiu se acalmar. Me senti triste e infeliz novamente, tomar broncas não é a melhor coisa do mundo. Isso eu te garanto.

Mas as coisas foram piorando, no dia seguinte o carro dele estava todo apedrejado, e como as câmeras não mostravam que ninguém havia visto lá, ele achou que fui eu. Que não poderia ter outra pessoa, injustiça novamente! Que injustiça! Mas tudo bem, o meu pai adotivo veio em direção á mim, só que dessa vez queria me matar. Ele se transformou em uma bruxa com asas! Algo da mitologia grega que ele havia me ensinado... É... Harpia! Não, definitivamente não... Venti! Um dos monstro do ceú.

- Vamos ver se você é um bom prato, filho de Éolo. – disse ele fuzilando-me com seu olhar perverso.
Imediatamente fiquei com muito medo, não sabia o que fazer desespero, coração quase saindo pela boca... Que momentos! Quando achei que viraria pó, um cara meio bode meio homem pulou o muro evitando as cercas elétricas e veio em minha direção para me salvar. Ou ajudar a acabar comigo.

Mas, ele rapidamente foi para cima de meu pai/venti para acabar com isso, após um tempo se agarrando e atacando, os dois foram desfeitos em pó. Ótimo, meus primeiros pais morreram, o segundo se desfez em pó. Precisa de mais o quê?

Porém, vi que ficou um envelope no lugar onde eles haviam desaparecido, abri o envelope e vi que nele continha uma faca de bronze e um endereço.
Acampamento Meio-Sangue
Fram Road, 3.141
Long Island, Nova York, 11954

Que endereço é esse? Que é isso? Mas tudo bem, lembrei que meu pai tinha motoristas particulares com sua limusine. Não daria muitos problemas para sair de Malibu e ir para Long Island, disso tenho certeza. Então fui até o motorista para conversar com ele. Eu poderia ser levado para Long Island de limusine. Expliquei para o motorista que meu pai havia saído e iria voltar só semana que vem, assim não teríamos problemas.

Peguei algumas coisas minhas, coloquei no carro e entrei lá, só à espera do motorista. Rapidamente ele chegou, já estávamos à caminho de Long Island. No caminho acabei dormindo. Com o sono que estava após aquilo não foi muito difícil.

COM: Ninguém ONDE: Long Island VESTINDO: Isso POST: 01

@Lilah

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Qua Mar 12, 2014 4:34 pm

Reprovado!



O começo da sua história estava "bom", tinha erros e coisas que poderiam ser melhoradas, mas dava para te aprovar... Você se perdeu completamente quando citou avatar "Mas tudo isso mudou, quando a nação do fogo atacou", não temos nação do fogo aqui o que ficou extremamente confuso na ficha e me fez procurar igual doida para ver se você tinha plagiado, como não encontrei nada continuei lendo...
Então seus pais morreram estilo mangá (outra parte que procurei por plágios) e você não sentiu NADA! Tudo bem que eram adotivos e não davam atenção para você, mas é suposto que algum laço tenha sido formado e se não gostava deles devia ter escrito algo totalmente sádico (do tipo ter ficado feliz) do que não ter escrito completamente nada. Aí veio a parte do advogado que me lembrou muito Percy Jackson e de novo, quando teve a notícia de que seria adotado, não demonstrou emoção alguma.
O ataque do venti tem que ser mais detalhado e a narração quanto a isso tem que melhorar bastante; sátiros não pulam muros e ainda mais com cercas elétricas, sátiros também não viram pó quando morrem. E por último melhore os diálogos e tente acrescentar o que sentiu em cada momento (não precisa ser em todo o tempo) nos seus post's, também teve erros ortográficos e pontos fora do lugar, mais isso foi o de menos.
Você tem um jeito de narrar diferente e isso é bom, foque no que eu te disse para conseguir melhorar a ficha e tente de novo ><

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Suzzie Campbell em Sex Mar 14, 2014 8:14 pm

Nome: Suzzie Campbell
Idade: 14
Local de Nascimento: Subúrbio de Los Angeles
Progenitor Primordial: Ares
Progenitor Mortal: Madeleine Campbell

Características Psicológicas: Suzzie Campbell nunca foi uma garota calma. Forte e destemida, enfrenta qualquer um para chegar onde quer, porém sempre de forma justa. Considerada a defensora dos fracos e oprimidos em sua escola, nunca teve problemas com valentões. Enfrenta problemas com sua ansiedade e impaciência, chegando até a tomar remédios contra isso. Melhor esportista de sua escola, praticando esgrima, arco-e-flecha e artes marciais para disciplina e controle de sua força e de sua raiva. Não muito amigável ou sociável, anda sempre sozinha pelos corredores de sua escola, com os fones de ouvido em um rock pesado. Na maioria das vezes evita entrar em brigas ou discussões, mas quando o faz, ninguém a opõe. Suzzie tem uma opinião forte sobre as coisas que acha justa e correta, embora tenha tendências violentas nas maiorias das vezes. Controlando sua raiva o máximo que pode, principalmente perto do meio irmão mais velho, que assediava sua irmã do meio, Mégara.

Características Físicas: Suzzie tem a pele clara e cabelos castanhos claros que vão até um pouco abaixo do ombro, com uma franja meio loira, sempre de lado. Ela tem um tronco forte porém magro, um corpo bem definido. Um andar forte e destemido não é evitado, embora uma expressão tranquila em seus olhos castanhos escuros quase sonhadores, porém atentos a qualquer ameaça a sua pessoa, mostrem aos outros uma menina meiga e fofa, como muitos gostariam de classificar. Tem um porte baixo e pequeno, porém não subestimado por seus colegas. Pernas ágeis e fortes, porém curtos. Sempre em guarda, atenta e a qualquer movimento que lhe pareça ameaçador. Braços pouco musculosos, porém fortes.

Conte-nos sua História:
Nascida em 12 de agosto de 1999 em uma pequena casa no subúrbio da cidade de Las Vegas. Suzzie não morou muito tempo por lá. Aos seus três anos, ela, sua mãe, e seus irmãos mais velhos, Lewis e Mégara, mudaram-se para o centro da cidade sempre iluminada.

Era um apartamento pequeno, porém amplo e aconchegante. Entre um armário de madeira e a geladeira, havia um canto, úmido e aconchegante onde Suzzie se refugiava quando estava com raiva. Sentava-se ali e apertava os punhos com força, com os olhos castanhos fechados, as lágrimas brilhando em suas bochechas, cristalinas.

Assim que se mudaram, sua mãe a colocou em uma escolinha. Mal passado um ano, Suzzie foi expulsa da escolinha por ainda não saber controlar sua raiva e acabou por machucar um de seus colegas de sala, não somente uma vez.

Sabendo que sua filha não era normal desde o início, sua mãe, Madeleine, não a castigou, mas Suzzie, pela primeira vez enfrentou, com desgosto, o julgamento errado de outras pessoas. Pela primeira vez enfrentou sua solidão no canto entre o armário de madeira escura e a geladeira, o ambiente úmido ao qual foi submetida, por uma hora ou mais, a deixou com o nariz congestionado, mas, aos poucos, foi-se acostumando com o ambiente e, ao longo dos anos, aquele canto se tornou o mais aconchegante para ela.

Aos seus seis anos, Suzzie já fora expulsa de três escolas diferentes, todas com a mesma queixa, a menina não sabia controlar sua raiva, era indisciplinada e, frequentemente, a diretoria enfrentava problemas com sua forma de resolver as coisas. Aquele pequeno cantinho não lhe era mais suficientemente aconchegante para guardar suas mágoas, chorar às escondidas, por seu orgulho ferido e tampouco a menina cabia nele.

Fora nessa época que Madeleine decidira colocar Suzzie nas artes marciais. Aprendendo a controlar sua raiva e força, a menina não seria mais expulsa da escola.

Ganhando prestígio e disciplina ao longo desse ano, Suzzie decidiu, então, começar com a esgrima. O professor se impressionou, tamanha a facilidade da menina ao manejar o sabre, com floreios suaves e rápidos, estocadas furiosas e espertas. Defender-se e atacar o oponente quase ao mesmo tempo, era uma de suas facilidades na esgrima.

Mas nem a escola, nem a esgrima, nem as artes marciais podiam mascarar o que se passava dentro do pequeno e amplo apartamento no centro de Los Angeles.

Seu meio-irmão mais velho, Lewis, assediava Mégara das formas mais horríveis. Suzzie observava a tudo com olhos e ouvidos atentos. Quando sua mãe não estava em casa, era quando Lewis aproveitava para fazer o que ele não tinha direito de fazer com sua irmã do meio.

Para poupar-se dessas cenas, por vontade própria, procurou, aos nove anos, o professor de arquearia do Ensino Médio e insistiu para sua mãe que queria fazer ainda aquela modalidade. Não demorou mais de dois anos para a pequena se afeiçoar também a essa modalidade. Com um pouco mais de dificuldade com o arco-e-flecha do que com a esgrima, a menina, ainda assim, impressionou o professor com sua força de vontade e aptidão por armas.

Madeleine, no entanto, alheia aos acontecimentos entre seus próprios filhos dentro de sua própria casa, se opunha a ideia de que sua filha, tão nova, estivesse tão atarefada. Isso se dava ao fato de que Suzzie não mais tinha tempo para os amigos ou para a família, e, com a agenda tão apertada, mal dava conta de seus estudos.

Dois anos se arrastaram desta maneira, Suzzie saindo da escola mais tarde quase todos os dias da semana, por conta da arquearia e da esgrima, e saindo à tarde para as artes marciais; Mégara sendo assediada por seu meio-irmão mais velho; e Madeleine se opondo às ideias de sua filha mais nova e alheia aos acontecimentos de sua própria casa.

Um dia, nesses dois anos que se passaram, a pequena acordou assustada com o barulho de chaves batendo umas nas outras. Ela se descobriu e saiu da cama, pisando com cuidado no piso de madeira, para não ser percebida. Sua irmã mais velha estava saindo de casa, com uma mochila nas costas, parecia apressada, olhava para os lados, para ver se havia alguém ali.

Suzzie se aproximou da menina, a escuridão oferecendo um esconderijo perfeito. Já sob o arco da porta, com a porta ainda aberta, Mégara deu uma última olhada para trás. Um frio pairou sobre a espinha da pequena e lágrimas encheram seus olhos. Com um pesar no olhar, a mais velha deu as costas e fechou a porta.

O barulho do trinco se trancando foi a última coisa que ela ouviu àquela noite.

De repente, enquanto parada no meio da sala, entre a TV e o sofá de dois lugares, sentiu uma dor insuportável no ombro e Suzzie desmaiou, inerte no chão de madeira. Não chorou, não esperneou, não gritou. Simplesmente desmaiou.

Acordou algumas horas depois, com os gritos desesperados de Lewis, que, em seu quarto, parecia sofrer com alguma coisa. A pequena, quando acordou, estava presa, com as mãos e os pés atados em nós fracos, rapidamente se soltou e se livrou das cordas, correndo para o quarto do menino. Uma faca estava fincada no tórax do menino, sua blusa branca estava manchada de sangue, e um vento quente e seco entrava pela janela aberta, fazendo as cortinas cinzas voarem e chicotearem a parede branca, não com muita força.

Suzzie correu para socorrer o irmão. Gritou por ajuda enquanto pegava uma toalha pendurada em um cabide e, sem pensar, e muito trêmula, tirou a faca da barriga do menino e, rapidamente, colocou a toalha por cima, em uma tentativa de estancar o sangue. Logo suas mãos estavam sujas de sangue e a toalha totalmente encharcada com o líquido vermelho e espesso que saia da barriga do irmão que desmaiara.

Madeleine apareceu alguns minutos depois e assustou-se com a cena, sua filha mais nova, de onze anos, completamente pálida, apertava uma toalha vermelha na barriga por cima da blusa ensanguentada do irmão mais velho, quase indo para a faculdade. Ela gritou e mandou Suzzie chamar a ambulância o mais rápido possível, enquanto ela segurava o pano em cima do machucado de Lewis.

Quando a ambulância e a polícia chegaram ao apartamento foi que Madeleine se deu conta que sua filha do meio não estava ali presente, e, ainda mais desesperada foi procura-la. Suzzie omitiu a parte em que ela vira sua irmã sair de casa àquela noite, disse apenas que acordou com os gritos de dor de Lewis e foi socorre-lo.

Assim, passados alguns dias de que o acidente ocorrera, Madeleine decidiu parar de procurar e esperar. Suzzie, forte e orgulhosa como era, fazia de tudo para não chorar quando se lembrava da cena da irmã saindo pela porta, com um pesar nos olhos claros. E sofreu em silêncio quando o assédio de Lewis passou para ela e sua mãe a tirou das Artes Marciais. Só que ele não chegou tão longe quanto chegou com Mégara (Suzzie ouvira tudo pela parede). Quando seu meio-irmão quase lhe tirou a virgindade a força, dois anos depois, a pequena lutou e, com suas técnicas, venceu, o deixando inconsciente. Arrumou uma mochila com umas mudas de roupas e dinheiro e saiu de casa.

Deixou um bilhete destinado a sua mãe, contando-lhe o que lhe omitira por tantos anos e fugiu de casa.

Guiada por uma voz que ouvia em sua cabeça, Suzzie foi para Nova York, lutando, pela primeira vez, com monstros pelo caminho.

Acampando nas ruas, como uma verdadeira sem-teto e sobrevivendo com o pouco de batatas fritas que lhe sobrara, seguiu viagem até o Acampamento Meio-Sangue. Onde chegou imunda, com fome e vários ferimentos espalhados pelo corpo, alguns mais graves, infeccionados, e outros mais leves e superficiais, mas também infeccionados.

Mal havia pisado dentro nos limites do Acampamento quando desmaiou, nos braços de um campista com armadura.
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Afrodite em Sex Mar 14, 2014 8:31 pm

[size=17.77777862548828]Suzzie, gostei de sua ficha, apesar de ter sido complicado o entendimento da mesma suas pontuações foram bem utilizadas, com alguns simples erros quase não notáveis em acentuação, portanto, sua ficha está bem estruturada, bem adequada e sua história foi bem contada, oque me deixou pouco confusa foi o uso excessivo de parágrafos, mas nada grave o bastante para dificultar o entendimento do texto em si.[/size]

Portanto,  
[size=24.44444465637207]Aprovada[/size]

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Desann Muhl em Ter Mar 18, 2014 4:15 pm

Nome: Desann Muhl.
Idade: 17.
Local de Nascimento: Jersey City, New Jersey.
Progenitor Primordial: Hefesto.
Progenitor Mortal: Dakota Muhl

Características Psicológicas : Sua personalidade soa forte para quem não conhece, e uma muralha para os que conhecem, até por que ao faze-lo, entendem que sua intimidade na verdade não é nada, e como Desann é fechado. Não existe nenhum caráter depressivo ou problemático por trás disto, apenas a forma natural de ser do garoto, auto-protetor. O estresse é provavelmente a característica mais marcante de seu psicológico, um tanto quanto rabugento, e um dos comentários que usa para justifica-lo tornou-se um bordão: "Puxei de meu pai." - Dizendo isto mesmo antes de saber quem era, apenas uma razão qualquer para ser como é, e que as pessoas não contestassem; outro de seus pequenos detalhes que o faz tão indiferente com tudo, mesmo sendo imensamente protetor quanto à um amigo ou familiar, desenvolvendo e aprimorando esse aspecto protetor ao passo que envelheceu (e assumindo o posto de homem da casa) e envelhece, trazendo muita responsabilidade; cuja não parece se incomodar de carrega-la.



Características Físicas: Pele esbranquiçada, levemente bronzeada, sem marcas pelo corpo que não cicatrizes pequenas espalhadas pelo corpo, insignificantes e em baixo número. O seu olhar parece pesado, baixo e sempre analisando, e os olhos são negros, por completo, tal como o cabelo com fios rebeldes e ligeiramente longos; não possuí muitos pelos ao longo do corpo, e estes são finos e curtos. Os braços são robustos e não muito longos; já as pernas parecem ter sido esticadas, exibindo os músculos a cada passo, sendo todo o conjunto bem forte, e isso é visível. No geral, é bem corpulento e espaçoso, alto e pesado.



Conte-nos sua História:

O hospital não era um dos mais luxuosos, apesar de necessário para um parto tão problemático, e o doutor não tinha experiência com tamanha responsabilidade, apesar de passar confiança através de seu olhar, o provável motivo para ter cativado Dakota, a mulher no leito. A operação ocorreu bem, e o garoto prematuro, que teve o nascimento adiantado devido as fortes pancadas insuportáveis que distribuía e distribuiu, surpreendeu as enfermeiras devido ao tamanho e peso enorme com que nasceu.

Posterior a isso, foi criado muito bem pela mãe solteira e sua irmã mais nova, a tia saideira. Sua iniciação escolar, assim como os primeiros passos seguintes ainda foram bem tranquilos, ignorado sua deficiência no aprendizado e a força descomunal para sua idade, o que lhe levava muitas vezes à machucar alguém. Nada que pudesse realmente desanima-lo ou prejudicar sua imagem, até por que a opnião alheia era ignorada naturalmente pela inocência de uma criança, presente até demais.

Com o passar dos anos, e a chegada da juventude, conseguiu compensar na prática toda a dificuldade que havia com a teoria, e através do esporte, onde sua força tamanha era exaltada para qualquer defensor no futebol, conseguiu bolsas para as melhores escolas. Sua incrível eficiência logo lhe rendeu certa proximidade com os técnicos loucos para tê-lo em seu time, tornando-se capitão de todas as equipas em que passou, adquiriu certa postura e responsabilidade que com certeza são marcas da pessoa que é hoje, principalmente a postura de alguém correto e que não admite erros, para outros, competitividade. Isso trouxe incontáveis benefícios, a começar pelo respeito que adquiriu dentro e fora de campo, entre desportistas e acadêmicos, além do tão desejado orgulho materno.

Durante o último ano do colégio, as coisas começaram a ficar estranhas e toda a vida pré-construída do futuro atleta sofreu uma baita revira-volta. Um dia qualquer, repentinamente, um novo treinador com pinta de marrento apareceu para substituir o antigo, que já estava ali há anos. Até aquele ponto, estava tudo bem, apesar de sua experiência como um treinador ainda ser contestada por Desann, devido suas atitudes.

O professor parecia se aproximar cada vez mais, forçando uma intimidade com o capitão da equipa, e sempre tentava ficar a sós com o garoto. Os pensamentos do jovem tornaram-se alarmantes, não imaginava nada além de algum pedófilo bicurioso; mas que tinha suas tentativas frustradas sempre pelo pequeno Jay, um jogador reserva bem desengonçado, que havia implorado para conseguir sua vaga, e que tornava-se alguém próximo do semideus gradativamente. Coisa que não iria acontecer para sempre...

Certa vez, durante um treino, o filho de Hefesto foi para o vestiário mais cedo para que cumprisse deveres pessoais, e Jay estava tão enrascado com os defensores que treinavam interceptação, que não percebeu. O treinador, por sua vez, fez seu dever e seguiu-o até lá. Houve um dialogo breve e de caráter duvidoso, que teve fim com o surgir de suas asas horripilendas, e as garras desproporcionais com que tentava golpear o jovem, que tentava fugir e prolongar sua vida ao jogar qualquer coisa que visse em sua frente contra o monstro, insaciável. Mal passados dois minutos, e Desann sentia anos passados, com arranhões por todo o corpo e, não fosse sua força para superar e empurrar a criatura para longe sempre que se aproximasse, com certeza já estaria morto. Os estrondos vindos da sala, audíveis da beira do campo, chamaram a atenção de Jay. Desengonçado, o garoto entrou afobado no compartimento, carregando um martelo que lançou para o amigo como um legítimo quarterback.. reserva. O filho de Hefesto agarrou o punhal do martelo, transfigurado em um Martelo de Guerra descomunal em seus punhos, e como se já houvesse manuseado algo assim há tempos, golpeou a harpia até que estivesse tão exausta quanto ele, e no fim do embate, em que até mesmo o terceiro e recém-chegado acabou ferido, o semideus acertou um golpe esmagador contra sua cabeça, que preencheu a sala com um pó dourado.

Exigindo explicações, uma onda de conhecimento esmurrou o garoto, a começar que Jay era um sátiro, e não um garoto horrível no futebol. Tudo foi resumido o suficiente para que os esclarecimentos viessem rápido, e sem outra opção, depois de conversar com sua mãe, Dakota encaminhou seu filho para Long Island - “Acampamento Meio-Sangue”.

Não houveram problemas durante a tão inesperada viagem, apesar da preocupação e todas as coisas acontecendo e mudando tudo martelarem a cabeça do jovem, confuso. Teve a leve impressão de ver algo estranho, corriqueiro, e que parecia lhe observar, mas procurava sempre ignorar e seguir em direção ao seu destino, guiado por Jay, que viajou a seu lado. Quando chegou, foi bem recebido como todos, e ao ser introduzido aos filhos de Hefesto, engrenagens brilharam ao redor de sua cabeça, proclamando-o filho do deus.

Desann não tinha do que reclamar, mas sim o que construir.


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Afrodite em Ter Mar 18, 2014 4:30 pm

Gostei da sua ficha apesar de alguns trechos dificultarem o entendimento e algumas virgulas impostas desnecessáriamente, por outro lado tudo se adequou ao contexto e teve bastante coerência e coesão. Não tenho porque dizer não! Bem Vindo, prole de Hefesto!

Aprovado
Atualizado por Nyx.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Convidado em Qui Mar 20, 2014 9:03 pm

Nome:
Zöe Deanna Lewis.
Idade:
17 anos.
Local de Nascimento:
Liverpool, Inglaterra.
Progenitor Primordial:
Macária.
Progenitor Mortal:
Maxwell C. Lewis.
Características Psicológicas:

Zöe sabe ser uma menina adorável quando deseja, mas também pode se transformar em alguém totalmente má de uma hora para outra. Acostumada a ter tudo o que deseja, a menina saber como lidar com as pessoas, obrigando-as a fazer o que ela quer e do jeito que ela quer. É determinada e objetiva, não gosta de enrolar ou deixar as coisas pela metade, prefere algo simples e rápido. Extremamente impaciente e independente, preferindo fazer as coisas ela mesma do que depenter de outras pessoas.
Características Físicas:
A Lewis é, sem dúvida, uma linda garota. Sua pele é pálida e sedosa, dando a impressão de que qualquer coisa irá marcá-la. Seu cabelo é de um impressionante tom ruivo, com fios longos e sedosos. Os olhos em um estranho tom de verde que, em dias chuvosos, ficam cinza. Não é muito alta, cerca de 1,65 de altura, corpo pequeno, porém em forma.
Conte-nos sua História:
Cansado de todos desacreditando em si, Maxwell vestiu seu casaco e saiu de casa, ignorando os constantes pedidos de sua esposa, Rebecca. Porque ninguém acreditava que ele seria um grande escritor? Ele tinha capacidade para isso, precisava apenas de alguém que acreditasse em si.
Havia perdido muito para chegar até li, para que ninguém acreditasse em suas capacidades.
- A vida é dura. - disse alguém ao lado do homem.
Ele apenas assentiu, sem tirar os olhos do copo a sua frente. Há cerca de meia hora havia entrado em um bar qualquer querendo apenas esquecer.
- É por isso que a Boa Morte é rápida. - Maxwell arqueou a sobrancelhas diante da fala da mulher.

---

Detalhes sobre aquela noite eram realmente difíceis para Maxwell contar, ele tinha bebido muito, por tanto, a última coisa que se lembrava era a fala estranha da desconhecida, porém pode-se muito bem imaginar o que aconteceu já que nove meses depois um bebê foi deixado em frente a sua porta e não podia negar, os cabelos ruivos e os olhos da pequena menina eram exatamente iguais aos seus.
O casamento de Maxwell e Rebecca tinham passado por muitos altos e baixos, mas agora, com a recente carreira de autor famoso do marido, a relação deles estava melhor do que nunca, tanto que tentavam até ter um bebê.
Foi uma surpresa e tanto quando Rebecca, ao atender a porta, encontrou o cesto que continha a menina recém nascida e pior ainda, ouvir a explicação do marido quanto a isso.
O Lewis foi claro ao dizer que não levaria a menina ao orfanato, era sua filha, sua responsabilidade e mesmo a contra gosto, Rebecca concordou em criar a menina como se fosse sua filha.
E foi exatamente isso que aconteceu. Com o tempo, a mulher passou a realmente amar a adorável menina, que me mostrava mais fascinante a cada fase do seu crescimento. E Rebecca agradeceu por ter Zöe quando descobriu que ela não poderia gerar filhos, então marido e mulher concordaram que não contariam a menina quem era sua verdadeira mãe, para todas as pessoas, Zöe tinha sido gerada por Rebecca.

---

Crescendo em meio ao luxo, Zöe poderia ser considerada a criança mais sortuda de Liverpool, tinha simplesmente tudo o que queria e quando queria. Sendo filha única do grande autor Maxwell Lewis, se aproveitava de todas as vantagens que a vida poderia lhe oferecer.
Apesar de na escola ser rodeada de amigos, preferia ficar sozinha, a não ser quando se tratava de Harold, seu melhor amigo.
O menino a entendia como ninguém mais no mundo, sabia todos os segredos da menina sem que ela precisasse lhe contar. Adorava passar as noites ao lado dele, fazendo o que quer que fosse.
Na verdade, ela amava Harold. Amava do mesmo jeito que seu pai amava sua mãe.
E era difícil de aceitar isso.

---


Zöe olhava em desespero para o caixão sendo baixado, seu rosto estava coberto de lágrimas e suas mãos apertavam fortemente as mãos de seu pai, que a abraçava delicamente pelos ombros. Maxwell sabia o quanto doía perder alguém que amava, ainda mais quando se era jovem.
- A Boa Morte o levou. - a mulher ao lado dos dois disse, quebrando o silêncio - Ele estava feliz.
Imediatamente, Maxwell se virou, encontrando a mulher que conhecera a 16 anos atrás, ela estava exatamente do mesmo jeito, parecia que os anos não mudavam sua aparência.
- Você…
- Maxwell Lewis.
- Pai? - perguntou Zöe, confusa.
- Filha, esta é…
- Sou sua mãe, Zöe. A Boa Morte.

---

E poucos meses depois, Zöe descobriu toda a verdade. Sua mãe era Macária, a deusa da boa morte. Foi levada para o Acampamento Meio-Sangue, aonde deveria aprender a lutar para conseguir sobreviver, ao menos fora isso que a contaram, porém as feridas da morte de Harold não cicatrizavam, continuavam mexendo com sua cabeça, com seu coração…

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Apolo em Qui Mar 20, 2014 9:24 pm

Deuses '-' a cada dia que passa chega alguém mais talentoso que o outro. e.e' To ficando chateado já com essas pessoas me humilhando çç.

Enfim, sua ficha foi básica, mas bem escrita e a história foi envolvente do começo ao fim, muito bem ^^

Aprovada!, bem vinda filha da Boa Morte!

Att ~ Summer ☼

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Matteo G. de la Vallière em Sex Mar 28, 2014 4:48 pm

Nome: Matteo Galle de la Vallière

Idade: 16

Local de Nascimento: Paris - França

Progenitor Primordial: Quione

Progenitor Mortal: Desconhecido

Características Psicológicas:
Matteo em poucas palavras é um adolescente como qualquer outro, gosta de se divertir, porém a seu próprio modo, Como maior qualidade podemos citar a lealdade a quem ama, em sua mente é difícil esquecer de alguém que se foi, ou um amigo que por um motivo te deixou, e em seu maior defeito a insegurança, o que leva a seu ciúme (mesmo que o esconda), em seu quadro emocional, na maior parte do tempo podemos vê-lo feliz, ou escondendo suas inseguranças com um sorriso estampado, a dissimulação não é uma qualidade em si, mas as vezes é melhor ficar recluso em seu próprio quarto e parar para pensar sobre a própria vida do que expor suas fraquezas.

Características Físicas:
Matteo herdou de sua mãe algumas de suas características físicas, como a coloração dourada de seu cabelo e a alvura de sua pele, que com facilidade muda de cor, ficando com o semblante bem corado ao se envergonhar ou se irritar. Seus olhos são de coloração castanha escura, sua altura chega a 1.76 metros de altura, algo que pode ser classificado como mediano para sua idade, junto com isso temos um corpo que não está em nenhum dos dois extremos, não possui muitos músculos, o que diferencia de alguns garotos de sua idade um tanto quanto mais "robustos". E isso em sua opinião é bom, não chamar muito a atenção dos outros e caminhar enquanto se mistura meio a multidão.

Conte-nos sua história:
Nicolas e Louise eram um casal apaixonado sem qualquer problemas na sua relação que se conheceram em seus anos num Colégio de Paris, com o passar do tempo, o namoro foi ficando mais sério, e após se formarem,  os dois se casaram. Após o primeiro ano de casamento, os dois decidiram ter um filho, o grande problema foi descobrir que Louise não pode gerar filhos, mesmo como conselho dos médicos de adotar uma criança, ao saber da notícia, a mesma entrou em estado de choque e foi internada, tendo que fazer uma bateria de exames para ver como estava seu sistema imunológico, que ficou bem debilitado com a queda de suas plaquetas.
 
Em seu dia de alta, uma grande tempestade de neve cobria toda a cidade, impossibilitando o trânsito, com a casa a dois quarteirões do hospital, não demoraria muito para eles retornarem ao lar. Meio ao caminho uma cesta ao redor da neve, um bebê em seus primeiros dias de vida envolvido em um aconchegante manto branco dormindo despreocupado, ambos se apavoraram, sem saber o que fazer, levaram-no para sua casa para ver como o bebê estava, por incrível que pareça, a criança não teve qualquer problema como uma gripe, que poderia levar uma criança normal a morte.
Anos se passaram e Matteo foi se mostrando uma criança criativa e extrovertida, nunca deu trabalho para seus pais adotivos, que por acaso lhe davam todo o amor e carinho necessário, Matteo criou um vínculo especial com sua mãe, que parece que deixou de lado todos seus problemas para se dedicar a ser uma boa mãe. Pouco depois de completar 6 anos, sua mãe é internada novamente e diagnosticada com leucemia, que não foi detectada no seu último exame, anos antes.
 
A expectativa de cura era bem remota, Matteo não entendia o que estava acontecendo com sua mãe, mas podia ver a feição de medo estampada nos rostos de seus pais, o que passava uma grande angústia para o filho. Três meses depois, Louise não resiste ao tratamento, com o câncer já em um estágio avançado. Matteo já não sabia mais o que sentir, era uma explosão de sentimentos que abalava toda sua estrutura, a pessoa que mais amava em sua vida, se foi.
Após o incidente, seu pai fez de tudo para animá-lo e Matteo reconhecia, mesmo assim, um grande buraco em seu corpo tornou seu coração um pouco mais gélido, com isso vieram alguns problemas para se socializar e fazer novas amizades, traços de sua personalidade mudaram um pouco, Matteo era e ainda é a mesma criança brincalhona que gosta de se divertir, por outro, fazer amigos é difícil, e ficar quieto em seu canto sempre pareceu à melhor alternativa.
 
Aos poucos o medo foi se superando, mesmo que ainda a morte de sua mãe adotiva seja um assunto que não é de seu agrado comentar, Matteo mudou-se de escola e entrou no time de natação da escola, e devagar a socialização foi um caminho retomado.
Só me lembrava da discussão que tive com meu pai ontem, um arranhão em meu braço esquerdo que eu não me recordava de ter sofrido, uma cabana que penetrava os raios solares em meu rosto. Ao meu lado sentado um homem, que até eu olhar para suas pernas não me surpreendi, aquilo eram patas de bode? Certo, eu estava apenas sonhando acordado.
 
- Já acordou? – Disse em um tom irônico a criatura.
- Quanto tempo eu dormi?
- Três dias... – O homem sorriu para mim em um tom de deboche, dando uma breve pausa, o homem continuou a falar. – Bem vindo ao acampamento meio-sangue filho de Quione!
- Desculpe, poderia ser mais claro?
- Eu estou há um tempo de olho em você, meu nome é Alik, sou um Sátiro e minha missão é trazer-te para o acampamento! Junto com filhos de outros Deuses você não estará sozinho e enquanto estiver por aqui ficará seguro.
 
Nessa altura, Matteo já não sabia se era tudo realidade ou um grande delírio, imagens estranhas passaram por sua cabeça, não podia ser real, era muita informação para ser digerida, em certo ponto, Matteo deixou-se levar pelo “delírio” de sua mente de garoto de quatorze anos.
 
- Onde está o meu pai, diga, por favor – Dizia como se estivesse bocejando.
- Seu pai não teve a mesma sorte que você, no caminho de volta de sua escola, você e seu pai foram atacados por um Grifo. Eu consegui salvar com um pouco de dificuldade, mas nesse momento seu pai deve estar morto.
- O que você disse? – Foi quando a conversa tomou um tom mais sério, Matteo já acordara com a notícia recebida.
- Se isso te serve de consolo, eu guardei um pingente que seu pai deixou cair.
 
Matteo recebe o presente surpreso adornado todo de ouro, dentro encontravam-se três antigas fotos, de seu pai, dele e de sua mãe. Caindo em prantos, Matteo se deita de bruços e encharca seu travesseiro, a lembrança de sua mãe e descobrir que para seu pai, ele era tão importante quanto para sua mãe, mesmo por todos esses anos tratando seu pai friamente, pouco tempo depois cai no sono, buscando uma solução para seu pesadelo em seu mundo de sonhos. O Sátiro permanece a observar, por fim deixa uma carta pedindo desculpas por ter anunciado tão duramente a morte de seu pai.
“Me desculpe se foi insensível demais de minha parte contar-te sobre seu pai, eu lamento muito mesmo, eu ainda preciso proteger você, é meu dever, nessa carta, anexei um mapa para o Chalé dos filhos de Quione, espero podermos ser amigos ainda
 
-Carinhosamente, Alik”
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Saffron Vettra em Sex Mar 28, 2014 7:33 pm




Nome: Saffron Vettra.
Idade: 15 anos.
Local de Nascimento: Bad Aussee, Áustria.
Progenitor Primordial: Dionísio, papi poderoso.
Progenitor Mortal: Mozea Dellaware.

Características Psicológicas:
De forma leve e descontrolada, Saffron leva a vida como brincadeira de criança, despreocupada com o que pode acontecer no amanhã. Impossível de ser domada, carrega consigo o genes defeituoso de sua mãe, tendo problemas como TDAH (Transtorno de déficit de atenção com hiperatividade), algo que tira toda a concentração da garota, que por vezes perde o fio da meada nas conversas em que participa, desfazendo muitas amizades ao longo da vida por sua forma desligada de ser.
Possuidora de um bom coração -bom até de mais, como dizia sua mãe- é facilmente iludida pelas pessoas a sua volta, mantendo sempre a calma e a mente desinibida. Saffron vive pelos cantos, sempre tramando planos mirabolantes, que em sua maioria não dão certo e sempre colocam a rosada em encrenca. De forma simples e suave, Vettra é considerada uma garota estranha e sonhadora.

Características Físicas:
Nunca se trajou de forma chique e muito menos glamourosa, usando roupas gastas e por muitas vezes remendadas ou de porte masculino, que ficavam largas demais em seu corpo curvilíneo e delgado.
De gestos suaves e ritmados como de uma bailarina que dança a anos, Saffron possui o corpo pequeno e de curvas suaves, o mantendo em seus 1,69 de altura. Sempre carregando de forma sutil um doce sorriso nos lábios róseos e carnudos, que fazem uma bela moldura com o rosto oval, de bochechas proeminentes e rubras, entrando em junção com o nariz aquilino. Vettra sempre anda escondida por trás de camisas de bandas e bermudas jeans, deixando o corpo magro e robusto as escuras.
Saffron possui a pele quase translúcida de tão branca, comparando-se a marfim. Nascida com cabelos loiros, trocou a cor insossa por rosa quando completou doze anos, dando um tremendo susto em sua mãe Mozea.


História:


Mordiscou o lábio inferior. Passou o melhor batom que possuía, talvez o único que ainda não houvesse se partido ao meio com os anos. Adornando-lhes as curvas do corpo magro e castigado pelos mal cuidados um vestido vermelho de cetim caia com perfeição pelos braços trepides.
Há quantos anos não fazia uma loucura como aquela?
Mozea Dellaware ainda não conseguia acreditar no que estava prestes a fazer, mas, ultrapassando todos os seus medos e neuroses irrompeu por entre a porta do bar, piscando os olhos azuis traçados por lápis de olho preto e de cílios alongados. Todos os olhares passaram por seu corpo pequeno e gracioso, porém, castigado. Aquela seria a noite de liberdade, a única noite que iria tirar para si só, sem pensar nas consequências ou no quanto teria que trabalhar para pagar os gastos ou as contas do mês.

♔♔


- Mais uma dose para a bela dama. - ditou alguém sentando ao lado de Mozea.
O hálito doce do homem empesteou o local, inebriando os pensamentos da mulher por incontáveis segundos. O barman deixou mais uma taça de vinho sobre o balcão, anotando qualquer coisa sobre um papel amarelado. Não importava o que o Barman fazia, a única coisa que Mozea conseguia pensar era em como os lábios do homem ao seu lado eram convidativos, perfeitos para serem mordidos como uma amora silvestre. Gemeu baixinho com os pensamentos lascivos que lhe vinham a mente, o homem ao seu lado ampliou o sorriso sacana deixando a mostra as fileiras de dentes esbranquiçados e bem alinhados.

O olhar inquisidor da loira percorreu dos pés a cabeça o corpo do homem, examinando bem seus cabelos ruivos, a barba rala por fazer, os olhos azuis, o maxilar proeminente. Era um espécime e tanto, Mozea riu consigo mesmo pelo pensamento tão rudimentar que apenas pessoas de seu círculo de amizade entenderia.
O som alto no bar fazia o ouvido da loira zunir, os lábios do ruivo deslizava
por seu pescoço, mordiscando a carne branca. Uma taça, duas taças, três taças de vinho, oito taças de vinho, onze. Já não sabia mais quantas taças havia bebido, todas pagas
todas pagas por seu admirador.
- Me chamo Dionísio, se ainda quiser saber. - Não lembrava de quando havia perguntado o nome dele, mas, também já não se lembrava mais o próprio nome. Vinte e três. Vinte três taças.

♔♔

Após aquela noite a vida de Mozea se transformou em um grande redemoinho de confusões, onde ela se encontrava no centro, sendo dardejada por todos os ângulos. De dia trabalhava na antiga loja do Senhor Vettra, nas noites frias e tenebrosas de Bad Aussee trabalhava em um pequeno bar para motoqueiros como servente, servia apenas para limpar escarro e bebida derramada do chão.
A vida nunca havia sido fácil, mas após longos meses, ela teria que suportar tudo. Calada. Poderia passar por tudo, até mesmo se casar com seu chefe, um homem já no auge de seus quarenta anos, mas, de boa índole e bom coração, que amava a si e a sua filha. Filha esta, gerada em uma noite de inconsequências alcoólicas.
Saffron era a luz de seus olhos, uma menina doce e mirrada, dona de lindos olhos azuis e cabelos tão claros e encaracolados que pareciam espessas nuvens de algodão. Com três anos, a pequena hiperativa já esbanjava encanto por onde passava, domando os adultos em seus dedinhos gorduchos e bochechas rubras, sempre disposta a passar horas brincando na velha loja de taxidermia de seu pai, Olaff Vettra.

♔♔

Os longos cabelos trançados ricocheteavam nas costas delgadas de Saffron a cada galgar do cavalo sobre a colina recheada de grandes árvores densas. Dos olhos azuis grossas lágrimas salgadas escorriam, achando seu fim prematuro sobre a relva. A garota estancou com o cavalo, fazendo-o relinchar ruidosamente ao ter sua boca repuxada, desceu de forma solene do lombo do animal, caminhando sozinha por entre a trilha das propriedades do Mr. Growell, dono de uma das maiores vinícolas de Bad Aussee.
Ergueu a palma destra até os cabelos rosados, puxando os fios com tanta força que alguns se partiam, as lágrimas continuavam a cair assim como dos lábios rubros gritos altos entoavam, tão altos e grosseiros que se assemelhavam aos rugidos de leões. Sua garganta já começava a ressecar, mas, as lágrimas ainda continuavam ali.
Fazia dois dias que sua mãe, Mozea Vettra, se encontrava hospitalizada em St' Marry Heart, haviam achado-a caída no chão com uma garrafa de vinho quebrada ao seu lado, em seu torso dezesseis perfurações. Não havia sinal de faca, e sim, de um saca-rolhas usado pela mulher em suas noites solitárias, que tirava para pensar na vida. Saffron sabia, sabia que sua mãe nunca iria fazer algo assim, algo tão horrível. Mozea nunca tentaria se matar, ela amava a vida, amava tudo relacionado a viver, amava Saffron e amava Olaff.
Mas agora, após dois dias do incidente, verdades desastrosas começavam a aparecer. Não era filha de Olaff, era apenas uma bastarda, sua mãe mentira a vida toda para si.
Chorou baixinho, secando as lágrimas de forma grosseira do rosto. Olhou para o céu e já estava na hora de tomar uma decisão.

♔♔

A chuva torrencial caia, enlameando todo o caminho. Saffron Vettra trilhava seu rumo, galgando sobre a colina, de sua panturrilha um longo filete de sangue escorria sendo levado pela água. Um curativo mal feito se fazia presente, na vã tentativa de prender de volta a carne da perna o talho sangrento que havia sido solto por alguma criatura que ela não conseguiria dizer o que era. A carne dependura na panturrilha da garota sangrava em grande quantidade, demoraria para fechar, a dor era tão vivaz que se Saffron fechasse os olhos veria luzinhas piscando por trás das pálpebras. Latejava como o inferno.
Hoje, faria duas semanas dês do  ocorrido com sua mãe, quatro dia após coisas estranhas começavam a ocorrer. Bilhetes em línguas diferentes apareciam sobre sua cama, sempre com mensagens que ela não conseguia decifrar. Mas, após dias dessa forma, um bilhete em inglês surgiu, dizendo para tomar cuidado e não se preocupar, as coisas iriam melhorar, junto do bilhete um mapa estava anexado, dando ordens expressas para onde Saffron deveria ir. E ela foi.
Arrumou suas coisas e rumou para os Estados Unidos, mesmo contra a vontade do -agora- padrasto, que após muito protesto, permitiu a ida da garota.
Agora, se encontrava sobre o que deveria ser A Colina Meio-Sangue, não sabia se era o local certo e muito menos se deveria estar fazendo aquilo, a menos de um dia havia sido atacada por um animal estranho que mais parecia uma formiga gigante, não sabia como havia escapado, mas, ao arrebentar sem querer o colar de pérolas que havia ganho de sua mãe a criatura simplesmente perdera todo e qualquer interesse em Vettra, ficando fascinado pelas pérolas, dando tempo suficiente para a rosada fugir.
Agora estava ali, diante do que seria seu destino. Estaria rumando para o Acampamento Meio-Sangue, queria respostas e sabia que seria ali que as encontraria, era o que seu coração dizia.


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Éter em Sex Mar 28, 2014 8:25 pm

Avaliação!
Matteo ~ Gostei do seu texto, quase não houveram erros, além de uma história bem criativa, embora não tenha envolvido muito sua mãe biológica. Porém não existem argumentos suficienter para te reprovar...
Aprovado. 

Saffron ~ Gostei das descrições e da própra história, também criativa. Bom... acho que a sua própria história poderia ser descrita de uma forma maior, você inclui muito a da sua própria mãe e como ela conheceu seu pai. Mas também a ficha não está ruim.
Aprovada. 


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Kim SunHee em Sab Mar 29, 2014 6:42 pm




Nome: Kim SunHee;
Idade: Dezenove anos (atualmente); Quinze anos (na história);
Local de Nascimento: Seoul - South Korea;
Progenitor Primordial: íris;
Progenitor Mortal: Kim Yifan.

Características Psicológicas:
Apesar de parecer ter uma expressão de alguém enfezado, SunHee é alguém demasiado alegre e que gosta de fazer o bem e até de estar de bem com os outros. Muito raramente você verá o garoto sul-coreano de cabeça pra baixo ou chorando pelos cantos, muito ao contrário, ele sempre tenta colocar um sorriso até no mais pessimista.
Uns podem o chamar de otimista, mas SunHee se define um realista. Pois para o garoto tudo tem dois lados: O lado bom do negócio, e o lado mau do negócio. Não é alguém versátil em probabilidades, mas sempre arrisca que as coisas certas com os pensamentos positivos, teoricamente, hão de dar certas.
É sempre calmo e raramente se deixa levar por provocações. No entanto adora provocar os outros para lhe ganhar alguma satisfação. Se tem motivos pra isso? As pessoas quando estão irritavelmente adulteradas tendem a fazer coisas sem pensar duas vezes e ele consegue abrir vantagem disso. No mais, adora planejar e tem como sonho ser um grande estrategista.

Características Físicas:
Todo uma boa parte do povo asiático – principalmente China, Japão e Coréia – SunHee é alguém até baixo para sua idade.
Possui um metro e sessenta e sete; é magro e pesa apenas cinquenta e um quilos. Ele não vê problema nisso, contudo, seu pai sempre diz que o garoto poderia engordar um pouco mais para ficar “saudável”. SunHee diz que está tão perfeito que conseguiria correr uma maratona e meio: o que é mentira pelo seu sedentarismo.
Indo para as outras características do sul-coreano: SunHee tem a expressão de uma pessoa enfezada, e isso é um marco de família – seu pai, seu avô, seus tios... -, tem uma tatuagem abaixo da orelha esquerda e dois brincos em ambas as orelhas; tem o costume de viver trocando as cores do cabelo. Algumas vezes deixa apenas uma cor, outras vezes costuma misturar duas ou mais cores. Já foi alertado pelo pai que o cabelo acabará caindo se continuar assim, mas ele não dá ouvido e continua o seu “hobby”.

Conte-nos sua História: :
A porta do quarto bateu. Um susto. De repente o barulho de coisas caindo tornou-se um alarde e um gemido de dor ecoou pelo quarto. Ele se levantou confuso, com a mão atrás da orelha direita e esfregando os cabelos que ali se encontravam; levantou o olhar – apenas olhou com o esquerdo, o direito estava fechado em meio a dor – e reparou em um homem parado à porta com um olhar nem tão severo, mas o seu semblante era muito intimidador.
Seu cabelo era marrom, estava perfeitamente penteado com um topete ondulado que ia do lado esquerdo e caía do lado direito; via-se também a linha que dividia o cabelo ao lado. Olhou para o garoto que já estava sentado na cama (ainda com a mão na nuca) e suspirou quando percebeu o olhar de despreocupado do filho.
Vai dizer que estava pintando seu cabelo de novo, SunHee? — O homem deixou escapar outro suspirou e limpou alguma gota de suor que escorria pela testa com a palma da mão direita. — Por que é que você continua com isso, filho? Não pode simplesmente ter uma atitude normal como um membro dos Kim?
SunHee tinha metade do cabelo amarelo e metade estava em um rosa misturado com um verde e ele nem sabia o porque. Era um hobby mudar a cor do cabelo, mesmo que alguns amigos lhe dissessem mal e mesmo que o pai alertava para a futura queda, SunHee jamais deixara para trás tal mania. Ele mirou o olhar para a direita, inflando as bochechas e fazendo um bico com os lábios; cruzou as pernas fazendo com que as solas se tocassem e suas mãos prenderam os pés. Seu olhar ficou preso na janela.
Qual é, pai? — Segundos depois virou para encarar o pai, que por mais que não gostasse da atitude, jamais repreendera o filho de má forma ou lhe dissesse palavras de desamor. — O senhor já se acostumou com isso, minha madrasta também. Até meu avô algumas vezes ri quando diz que meu cabelo mais parece com um arco-íris do que com um cabelo. Ele me disse que se eu raspasse quem sabe encontraria um pote de ouro aqui. Yifan não queria parecer rabugento – pois nuca foi – e por isso acabou rindo quando o filho falou sobre o avô comentar do pote de ouro. Então se sentou ao lado do garoto e lhe afagou os cabelos, tirando alguns risos descontraídos de sua prole.
Seu avô é um grande homem, mas eu tenho uma surpresa pra você lá embaixo.
SunHee arregalou os olhos e levantou-se rapidamente. Adorava surpresas e rezava para que um dia sua surpresa fosse a tão sonhada mãe. É. Ele vinha sonhando com sua mãe desde seus onze anos. E agora, com quinze, esperava que isso acontecesse. Até porque seu pai prometeu uma surpresa aos quinze anos...
Legal! Então vamos logo!

A sala era branca e vasta. Tinha um tapete dourado brilhando sob uma mesa de marfim com dois tigres (também em marfim) decorando o meio. A cena era como se os tigres tivessem brigando e pai e filho  gostavam de visualizar aquela escultura. Um pouco a frente da mesa e ficando de costas para uma bela cortina em vermelho fosco, encontrava-se um sofá bege que cabia no máximo quatro pessoas. Ao lado do sofá e de frente para a cortina estava uma mulher vestindo uma longa veste rosa choque; seu cabelo era negro e tinha um estranho trançado às costas, como se o cabelo quisesse se prender fio a fio. Virou para encarar pai e filho quando Yifan pigarreou.
E SunHee quase não acreditou na beleza da mulher.
Sua pele era azeitonada, belos olhos com um terno tom castanho e um óculos sem aro. Usava colares de âmbar e anéis turquesa; também tinha dois brincos, largos, pendurados por desenhos em círculo que simbolizavam as cores do arco-íris. Ela sorriu de forma majestosa  para o pai, que duro respondeu com um aceno de cabeça. Contudo, as atenções da mulher estavam fixas no rapaz pequeno ao lado do pai, com as mãos suadas, SunHee não sabia como descrever aquilo... A mulher de seus sonhos, de repente, na sua frente.
Você cresceu alguns centímetros bons desde a última vez que te vi, SunHee. Nem parece que tinha apenas um ano e dois meses. Agora você está com quantos anos mesmo?
Gaguejando, o garoto respondeu:
Q-Q-Quinze... Quinze anos.
A mulher bateu as palmas das mãos, o som foi tão alto que SunHee acabou dando um pequeno salto e piscou o olho diversas vezes, como se saísse de um transe. Ela se aproximou; SunHee continuou quieto; então a mulher ajoelhou-se para ficar da altura do garoto e lhe tocou a face com ambas as mãos. Seu perfume era doce, ele conseguia sentir o cheiro muito bem e também pode sentir o calor das mãos da mulher. Ela sorriu, novamente, e beijou a testa de seu filho.
Eu tenho que ser rápida, filho, mas já deixei as instruções com seu pai. Sei quão difícil pode ser a vida de um meio-sangue e por isso decidimos que manter você em segurança é prioridade. Por isso vamos te tirar daqui.
Novamente SunHee gaguejou ao falar.
E p-para aonde e-eu vou...?
A deusa esfregou as bochechas do garoto, deixando-o com uma expressão de desentendimento e acabou deixando um leve riso lhe escapar os lábios.
Você vai para a América. Seu pai vai te levar para os Estados Unidos e vai seguir todas as minhas ordens... Certo Yifan? — Íris olhou para o pai que indiferente assentiu com a cabeça. Ela sorriu para ele e voltou ao filho. — Lá tem um lugar específico para pessoas como você. Filhos e filhas de deuses e deusas com mortais... O que faz de você um almoço para os monstros, mas é claro que lá não tem monstros. Você aprenderá lutar e depois de algum tempo de ensino poderá voltar ao mundo mortal, viver como sempre quis.
Ela deu um beijo mais demorado na testa de SunHee e se levantou, foi até o pai e também lhe beijou a testa.
Cuide dele, Yifan.
E transformando-se em um aglomerado de cores, Íris deixou a casa. Ambos, pai e filho, ficaram estáticos. Depois de tanto tempo sonhando e imaginando o que dizer o garoto não conseguiu pedir explicações e ficou totalmente adormecido.
Mas agora tinha algum objetivo e faria o possível para chamar a atenção de sua mãe.



Última edição por Kim SunHee em Dom Mar 30, 2014 2:14 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Poseidon em Dom Mar 30, 2014 11:02 am

Reprovado!

Achei sua ficha muito simples, você poderia ter explorado mais sua história como semideus, poderia ter contado mais de sua história, do que aquele dia em específico, e o fato de você não ter relatado sua chegada ao acampamento não me agradou muito, além da ausência de problemas que normalmente ocorrem na vida de todos os semideuses . Porem sua narração é boa, posso dizer que não notei erros alguns.
Para que na próxima vez você seja aprovado, aconselho que relate mais de sua história, pois ela foi muito pequena e sem emoção.

Boa sorte!


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Maddie W. Seaworth em Dom Mar 30, 2014 3:40 pm


Reclamação

Nome: Maddie [Maddeline] Worn Seaworth.
Idade: 16 anos.
Local de Nascimento: New Orleans.
Progenitor Primordial: Melinoe.
Progenitor Mortal: James Seaworth.

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Observadora, prefere ouvir do que falar. Embora seja calada, é fácil para a garota fazer amigos, devido ao seu jeito calmo e tranqüilo de ver as coisas. Dona de uma personalidade bastante moldável,ela consegue adaptar-se ao ambiente onde é inserida. Gosta de conversar com os fantasmas, sendo assim chamada de louca. Mas, ela não se importa pois acredita que os mortos são mais receptivos que os vivos. Maddie odeia se envolver em brigas e lutas,pois  vai contra a sua natureza pacífica. Mesmo assim, quando ela percebe que precisa lutar para se defender ou defender quem ama, faz o mesmo que pode para que eles não seja afetados; os protege com unhas e dentes.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Os cabelos loiros caem em forma de pequenas cascatas entre os ombros, contrastando com a pele pálida. O  corpo é esguio e a garota possui altura mediana. Os olhos azulados chamam a atenção por serem iluminados, destacando-se na face com sardas. Os lábios são rosados e levemente volumosos. Os seios, embora volumosos, ornamentam harmoniosidade o físico da garota.

Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Filha de um rebelde, nascida de 7 meses. Quem pensa que eu tive a vida difícil está redondamente enganado. Eu e meu pai sempre tivemos muito em comum, e tudo isso ajudava muito o tempo inteiro. Éramos grandes amigos, e sempre conversávamos. A única coisa que me impedia de demonstrar-lhe o meu amor de todas as formas era não saber quem era minha mãe. Era um assunto sobre o qual James não gostava de falar, e eu preferia não importuná-lo com aquilo. Mas, ele me assegurava todos os dias de que havia sido ela que o tinha deixado quando soube que estava grávida. Dezessete anos, quem não fugiria?

Eu nunca nunca nunca tive o que reclamar do modo como eu vivia. Estávamos em constante mudança e nunca ficávamos por mais de três meses na mesma cidade. Era exatamente daquele jeito que eu gostava de viver. Mas, as coisas ficaram pretas quando nos mudamos para São Francisco. Aconteciam umas coisas estranhas, e eu preferia não comentar nada com a meu pai porque... Sei lá. Eu, quando não estava com ele no trabalho, ajudando-o a tatuar aqueles caras mal encarados, estava conversando com meus amigos que ninguém mais poderia ver. Meu pai também não gostava quando eu comentava sobre as pessoas de branco que me seguiam. Ele dizia que aquele fato o lembrava de minha mãe.

Havia um homem em particular que aparecia no beco quase todos os dias, e sempre me requisitava para tatuá-lo com os tipos de imagens mais estranhas possíveis,sendo tendo conversas estranhas comigo. Até mesmo a sua fisionomia não ajudava: a barba não parecia ser bem feita há tempos, e os olhos frios e cortantes eram difíceis de serem encarados. Vestia sempre roupas escuras e era alto. Secretamente ele me assustava e meu pai parecia não notar.

Só parecia mesmo, porque eu sabia que ele notava. Notava tanto que ainda me lembro da manhã de domingo em que acordei e meu pai me esperava sentado à mesa. A expressão perturbada, os cabelos bagunçados. A expressão em seu rosto dava a impressão de que ele parecia estar sofrendo abstinência da droga mais forte que se existe. Sentei-me à mesa de frente para meu pai, e fiz menção para que ele explicasse o que estava acontecendo.

- Maddie, por favor, eu não posso me demorar falando com você. Tome esse ônibus. Ele vai te levar pra Nova York. Não saía da rodoviária de forma alguma, está me ouvindo? Lá você vai encontrar um moço um tanto estranho, você o reconhecerá de longe, e vá somente ao seu encontro. Ele também saberá quem você é. O nome dele é Argos. Não faça perguntas, nem a mim nem a ele. Apenas vá. Logo eu dou notícias.

Ele me empurrou uma passagem de ônibus e me jogou em cima da moto. Pilotava a mil por hora, me deixando falando sozinha até a rodoviária.. Só foi embora depois que teve certeza de eu estava segura no ônibus. Agora eu não tinha mais nada. Nem meu pai, nenhum fone de ouvido, nem comida, nem nada, e nem ninguém.

Bom, não em restava mais nada a fazer a não ser fazer tudo que ela mandou. Meu pai estava certa, não difícil reconhecer o tal Argos. Era assustador. O que ele era? Algum tipo de aberração humana? Todos aqueles olhos eram assustadores. Ele me levou até uma van, e dentro desta havia um carinha muito simpático que falou um bocado de coisa muito tensa. Tipo, eu era um semideusa? Sim, eu era uma semideusa e meus problemas ainda nem tinham começado.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Afrodite em Dom Mar 30, 2014 3:50 pm

Maddie, sua ficha está divina, adorei os detalhes, achei que faltou uma palavrinha ou outra, mas seu texto e sua história está magnífica, sem demoras, seja bem vinda prole de Melinoe


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Kim SunHee em Dom Mar 30, 2014 8:11 pm




Nome: Kim SunHee;
Idade: Dezenove anos (atualmente); Quinze anos (na história);
Local de Nascimento: Seoul - South Korea;
Progenitor Primordial: íris;
Progenitor Mortal: Kim Yifan.

Características Psicológicas:
Apesar de parecer ter uma expressão de alguém enfezado, SunHee é alguém demasiado alegre e que gosta de fazer o bem e até de estar de bem com os outros. Muito raramente você verá o garoto sul-coreano de cabeça pra baixo ou chorando pelos cantos, muito ao contrário, ele sempre tenta colocar um sorriso até no mais pessimista.
Uns podem o chamar de otimista, mas SunHee se define um realista. Pois para o garoto tudo tem dois lados: O lado bom do negócio, e o lado mau do negócio. Não é alguém versátil em probabilidades, mas sempre arrisca que as coisas certas com os pensamentos positivos, teoricamente, hão de dar certas.
É sempre calmo e raramente se deixa levar por provocações. No entanto adora provocar os outros para lhe ganhar alguma satisfação. Se tem motivos pra isso? As pessoas quando estão irritavelmente adulteradas tendem a fazer coisas sem pensar duas vezes e ele consegue abrir vantagem disso. No mais, adora planejar e tem como sonho ser um grande estrategista.

Características Físicas:
Todo uma boa parte do povo asiático – principalmente China, Japão e Coréia – SunHee é alguém até baixo para sua idade.
Possui um metro e sessenta e sete; é magro e pesa apenas cinquenta e um quilos. Ele não vê problema nisso, contudo, seu pai sempre diz que o garoto poderia engordar um pouco mais para ficar “saudável”. SunHee diz que está tão perfeito que conseguiria correr uma maratona e meio: o que é mentira pelo seu sedentarismo.
Indo para as outras características do sul-coreano: SunHee tem a expressão de uma pessoa enfezada, e isso é um marco de família – seu pai, seu avô, seus tios... -, tem uma tatuagem abaixo da orelha esquerda e dois brincos em ambas as orelhas; tem o costume de viver trocando as cores do cabelo. Algumas vezes deixa apenas uma cor, outras vezes costuma misturar duas ou mais cores. Já foi alertado pelo pai que o cabelo acabará caindo se continuar assim, mas ele não dá ouvido e continua o seu “hobby”.

Conte-nos sua História: :
Primeiro: Uma "pequena introdução!"
Kim Yifan não tem o que reclamar em sua atual vida. Suas duas empresas, a KM Comunicações (uma empresa que vende diversos modelos de celulares e computadores pessoais) e a Time Travel (uma empresa que atua com pronta entrega), estão ganhando cada vez mais espaço no atual mercado Sul Coreano. Estava com uma conta bancária respeitável e ainda assim era rígido com o trabalho. Não estava satisfeito. Era preciso ser o maior e o melhor em ambas as áreas.
Claro que tanto sucesso não passaria despercebido aos olhos de mulheres e o interesse era visível, contudo, Yifan mostrava imparcialidade e queria apenas dedicar-se ao trabalho e pensar em herdeiro futuramente.
Três meses depois ele se enganou completamente sobre sua escolha.
Uma carreira precoce e produtiva, vinte e oito anos, Yifan contava com a ajuda do pai, Kim Young Ho para administrar ambas as empresas e foi convidado para participar de uma “Conferência Internacional de Telecomunicações”, onde reuniria dezenas de empresas ao redor do mundo em Moscou, na Rússia. Yifan foi junto de Young Ho para a capital russa e lá se estabeleceram para a tal Conferência. O amor bateu à porta de Yifan.
Ela era bela, jovem, tinha dois enormes olhos com um terno tom marrom e tinha o cabelo preto, preso em um coque e dois brincos presos às orelhas, que formavam um circulo junto das cores do arco-íris. A tal mulher se apresentou como Íris, vindo diretamente de São Francisco, EUA, e presidente da atual “Íris Comunicações e Empreendimentos direto para o Monte Olimpo” - Yifan perguntou como isso deu certo, visto o tamanho do nome da empresa. Lógico que Kim Yifan se apresentou como presidente da “KM Comunicações” e vinha diretamente de Seul, na Coréia do Sul. Íris deixou claro que estudou sobre o jovem que se ergueu rapidamente na área e se interessou nele, queria ter maior contato com Yifan. O coreano, abismado, achou que ali poderia morar um futuro... Amor. Na busca por um herdeiro, nada melhor que um pai e uma mãe que atuem na mesma área.
Após aquela Conferência, os dois anos que se passaram foram de surpresas para Yifan e Íris.
Eles continuaram em seus respectivos países: Ele na Coreia e ela nos Estados Unidos, mas ia e vinha estavam se comunicando.
Foi então que em Dezembro, melhor dizendo no dia vinte e cinco, íris viajou até a Coreia e lá se encontrou com Yifan, em uma conversa rápida e direta, ela disse que estava grávida dele. Ele questionou quando e ela disse que fora do último encontro, em Setembro. Já estava no terceiro mês de gestação e decidiu que esse seria o tempo certo para lhe dizer, era como se fosse o “tempo da verdade para uma gestante”. O sul-coreano não conseguia dizer nada e sua felicidade parecia algo que jamais existiu... Assim ele pediu para que a mulher ficasse até o nascimento do garoto, na Coreia, pois queria participar de todo o trabalho possível. Sem relutância Íris aceitou e passou os seis meses restantes da gravidez ao lado de Yifan, e em um Junho frio, o herdeiro da KM Comunicações e da Time Travel nasceu. Em uma mistura pura de pai e mãe, com a pele lisa e limpa da mãe; os olhos asiáticos e a expressão que parecia de alguém enfezado, mas feliz, de seu pai.
Kim SunHee teria um longo caminho para percorrer. E essa seria uma das últimas vezes que Yifan teria contato com Íris.

Desde aquele dia quinze de junho, exatos quatorze anos e trezentos e sessenta e três dias se passaram... Era dia treze de junho e SunHee estava próximo de seus quinze anos. Na árvore genealógica dos Kim, quinze era o número da verdade, a época em que todos os membros, homem e mulher, tinham todo direito de saber sobre... Bem... As coisas e curiosidades de pessoas com tal idade. Contudo, as dúvidas de SunHee eram tantas que ele não sabia como começar, ou como explicar alguns acontecimentos anos antes:
Com quatro anos de idade, Yifan percebeu que o garoto era hiperativo demais e quando o pai tentava conversar com ele, percebia que SunHee dava atenção para outras coisas no seu quarto, como por exemplo, seus brinquedos. E isso até mesmo ocorria na escolinha onde ficava, pois muitas vezes queria sair da sala e dizia que “queria brincar com o homem encapuzado que tinha apenas um olho”. Yifan apenas coçava a cabeça e dizia que era o TDAH e qualquer coisa dita pelo garoto podia ser ignorado.
Aos oito anos de idade, quando já tinha total domínio da leitura e da escrita, SunHee começava a reclamar que as páginas pareciam irregulares e as letras começavam a flutuar e ficar difícil de ler. Comunicou ao pai e disse que era preciso ir para um oculista, pois achava que era a visão. Engano. Yifan percebeu que o garoto também errava as letras e muitas vezes trocava os números.
Então foi constatado, não só pelo pai, mas por um médico especialista, que SunHee sofria de dislexia juntamente do TDAH.
Mas as coisas pioraram a partir do décimo primeiro aniversário do garoto.
Em suas diversas idas e vindas da escola por meio do motorista da família (pois Yifan prezava pela segurança do filho), o jovem chegou a reclamar para o motorista porque é que algumas mulheres conseguiam olhar para ele dentro do carro com a vidraça negra e elas tinham olhos vermelhos brilhantes? O homem apenas acabava rindo e dizia que era a imaginação fértil do garoto, talvez alguma estranha reação de seu TDAH ou sua dislexia conseguia piorar tudo de um pouco mais. Chegou a reclamar para seus melhores amigos, BaekHyun e Tayeon (BaekHyun um garoto e Tayeon uma garota), mas ambos apenas diziam que eram os problemas do garoto. Ele insistia que não e que todos estavam ficando loucos e que ele poderia ser atacado, quem sabe?
Mas agora, dois dias antes de completar quinze anos, as coisas pareciam ter ficado mais calmas e SunHee não via qualquer monstro (era assim que chamava-os) e nenhuma mulher com olhos vermelhos que conseguiam ver através de uma vidraça negra de um carro.
Uau, até que enfim.

Segundo: Um arco-íris; o ocidente e um novo lar!
A manhã de quinze de junho chegou tão amistosa para o garoto que ele não acreditava que tinha chego na “idade da verdade” de seu clã. Dessa vez perguntaria tudo ao seu pai e não precisava querer todas as respostas, era uma obrigação ter todas as respostas. Contudo aquele dia pedia algo especial e ele resolveu pintar o cabelo de três ou mais cores... Pegou amarelo, verde e rosa e assim começou a tingir o cabelo sem ao menos se preocupar.
Até que...
A porta do quarto bateu. Um susto. De repente o barulho de coisas caindo tornou-se um alarde e um gemido de dor ecoou pelo quarto. Ele se levantou confuso, com a mão atrás da orelha direita e esfregando os cabelos que ali se encontravam; levantou o olhar – apenas olhou com o esquerdo, o direito estava fechado em meio a dor – e reparou em um homem parado à porta com um olhar nem tão severo, mas o seu semblante era muito intimidador.
Seu cabelo era marrom, estava perfeitamente penteado com um topete ondulado que ia do lado esquerdo e caía do lado direito; via-se também a linha que dividia o cabelo ao lado. Olhou para o garoto que já estava sentado na cama (ainda com a mão na nuca) e suspirou quando percebeu o olhar de despreocupado do filho.
Vai dizer que estava pintando seu cabelo de novo, SunHee? — O homem deixou escapar outro suspirou e limpou alguma gota de suor que escorria pela testa com a palma da mão direita. — Por que é que você continua com isso, filho? Não pode simplesmente ter uma atitude normal como um membro dos Kim?
SunHee tinha metade do cabelo amarelo e metade estava em um rosa misturado com um verde e ele nem sabia o porque. Era um hobby mudar a cor do cabelo, mesmo que alguns amigos lhe dissessem mal e mesmo que o pai alertava para a futura queda, SunHee jamais deixara para trás tal mania. Ele mirou o olhar para a direita, inflando as bochechas e fazendo um bico com os lábios; cruzou as pernas fazendo com que as solas se tocassem e suas mãos prenderam os pés. Seu olhar ficou preso na janela.
Qual é, pai? — Segundos depois virou para encarar o pai, que por mais que não gostasse da atitude, jamais repreendera o filho de má forma ou lhe dissesse palavras de desamor. — O senhor já se acostumou com isso. Até meu avô algumas vezes ri quando diz que meu cabelo mais parece com um arco-íris do que com um cabelo. Ele me disse que se eu raspasse quem sabe encontraria um pote de ouro aqui. Yifan não queria parecer rabugento – pois nuca foi – e por isso acabou rindo quando o filho falou sobre o avô comentar do pote de ouro. Então se sentou ao lado do garoto e lhe afagou os cabelos, tirando alguns risos descontraídos de sua prole.
Quinze anos, certo? — Yifan espreguiçou-se e tirou do bolso de sua blusa um envelope rosa (SunHee estranhou pois não sabia que o pai gostava de tal cor), estava presa em um selo como um arco-íris (isso ainda era mais estranho, o que fez o filho rir enquanto erguia ambas as sobrancelhas) e entregou à SunHee. — É seu. Eu lutei nesses quinze anos para conseguir essa carta, eu não acreditei quando recebi uma idêntica. Então... Essa é sua. Não sei o que contêm aí, mas sei que uma coisa é certa... Nós vamos nos mudar da Coreia. Pelo menos você. Ficarei contigo alguns meses lá. Bom... Leia logo, filho.
SunHee tomou a carta em mão e tirou o selo, ele abriu e quase cegou com a chuva de cor que dançava em meio as palavras, todas em uma letra cursiva linda e sem qualquer arranhão. Em voz alta o garoto recitou o que ali se lia:
Quinze anos, não é? Seu pai me contou que é a “idade da verdade” para os membros da família Kim, não é? Então, SunHee, aqui vão algumas explicações que podem te deixar surpreso e um futuro que você precisa seguir, meu filho. Pelo seu bem, pelo bem de seu pai e até pelo bem de sua mãe.
Eu sou Íris, um nome simples, mas você já ouviu as histórias antigas? Os deuses da Grécia apaixonando-se pelos mortais... Os filhos e os monstros? Você é um deles, SunHee. Eu, Íris, sou a deusa do arco-íris e responsável pelas mensagens enviadas aos deuses e aos outros semideuses, como são conhecidos os filhos de deuses e mortais.
Não vou me prender nisso, filho. Mas seu pai já entendeu o bem que precisa fazer por você e você por ele. Então espero que vão até os Estados Unidos, acostumem-se por alguns meses lá e depois lhe deixarei um endereço para seguir quando estiver pronto. Ou quando for emergencial.
Fique bem, meu filho.
PS.: Gostei do cabelo.
Com amor e arco-íris, de sua mãe, íris!

Após terminar, SunHee encarou o pai e ambos tinham os olhos marejados. O que era ainda mais estranho, pois o garoto jamais tinha visto o pai chorar. Não que Yifan estava chorando, mas ainda sim ele sentia que o pai estava com o coração mole mesmo que aparentasse ser um cara duro. Yifan passou a mão pelos cabelos do filho e SunHee limpou as poucas lágrimas do rosto. Ambos ficaram se olhando até que o pai pigarreou, levantou e virou-se para a porta.
Muito bem, muito bem. Temos um destino, hm? Vamos arrumar sua mala e vamos deixar isso aqui agora. E quando puder lhe responderei todas as perguntas possíveis.
Eles deixaram a casa na madrugada do dia quinze para o dia dezesseis, levando algumas malas de roupas e coisas essenciais para uma higiene. Com absurda velocidade, eficácia e determinação, Yifan conseguiu uma casa para alugar em Nova York, mobiliada e por um preço alto, mas acessível ao seu bolso.
O aeroporto internacional de Seul é bem movimentado, mas a fila fluiu rapidamente e logo pai e filho estavam prontos para embarcar num voo que sairia às cinco da manhã de Seul e tinha previsão para chegar entre quatorze à dezessete horas da tarde lá na América. Sem demoras, ao que entraram no avião e localizaram suas poltronas, SunHee se ajeitou para dormir. O pensamento ficou meio vago e ele se deixou entristecer, aliás, não havia nem tido tempo para comunicar alguns dos seus amigos... Quem sabe uma hora ou outra ele poderia falar com eles, mas no avião celular não era permitido e ele desistiu da ideia no momento.
Minutos depois adormeceu no ombro do pai.

Nos sonhos estava ao lado de sua mãe Íris, mas não conseguia distinguir o rosto dela e apenas a ouvia falando repetidamente a mensagem que recebera na carta. O problema é que não cansava de ouvir a mãe falar e falar repetidas vezes... Era bom ouvir a voz doce e calma de Íris, mas ao mesmo tempo ele queria a ouvir falando mais e mais coisas, lhe explicando tudo à limpo. E talvez conseguisse se não fosse a mão de seu pai lhe chacoalhando no ombro e mandando o garoto abrir os olhos, pois depois de tantas horas, finalmente haviam chego ao seu novo local de moradia. Seus pequenos olhos asiáticos analisaram bem cada momento, até que ele sentiu o avião ir parando aos poucos e por fim estava, literalmente, em terras americanas. Precisamente, em Nova York.
Como seriam seus dias ali? Ele não fazia a menor ideia, contanto tinha que se acostumar com o fuso horário - sentiu uma pontada de dor de cabeça - e até mesmo com a língua.
Suspirou. Era tudo uma questão de tempo e tudo ocorreria de forma com qual o garoto se acostumasse.
Pegaram as coisas e logo procuraram um taxi, por conhecimento e melhor expansão para sua empresa, Yifan tinha perfeito domínio do inglês e rapidamente disse ao motorista para lhes deixar em Chelsea, o bairro. Sem pressa o motorista os levou em menos de quarenta e cinco minutos. Deixados no bairro, Yifan ligou para o homem que o alugou tão rapidamente (e ambos tinham uma história engraçada na Conferência, tornando-se amigos desde então), e em menos de uma hora ele estava no local combinado, uma cafeteria, cumprimentando pai e filho.
SunHee, por não saber falar inglês apenas ficou olhando para as folhetos e tentando traduzir algo, mas sua dislexia deixava as coisas complicadas e ele jamais poderia curar aquilo. Ficou debruçado na mesa enquanto seu pai e seu amigo, que SunHee só entendeu o nome como Thomas Korn, ficavam rindo e pareciam não se preocupar com horário. Algumas vezes Yifan soltava um palavrão em hangul que fazia com que SunHee erguesse a sobrancelha.
Ele contou no relógio... Uma hora e trinta e dois minutos depois Yifan conseguiu a chave da casa, despediu-se do amigo e sorriu para o filho:
Enfim prontos, não é?
SunHee inflou as bochechas e olhou para um lado qualquer.
Bom, antes tarde do que nunca, appa!

Desde aquele dezesseis de junho três meses se passaram. É preciso saber o que mudou na vida de SunHee.
Nada.
Ele ficou em casa todos os dias, treinando seu inglês pessimamente e mal conseguia formular uma única frase. No entanto, há uma semana Yifan decidiu que seria mais fácil procurar por alguém especializado no assunto do que deixar o garoto aprender por si. Conseguiu na internet uma professora especializada não só em inglês, mas em russo, mandarim e grego. O Sr. Kim percebeu que essa professora seria perfeita para o garoto, pois além do inglês ele poderia aprender mais três línguas e ser alguém digno de assumir o cargo de presidente da KM e da Time Travel.
A professora veio no dia seguinte, às dez da manhã com cinco livros em braços, o cabelo preso em um rabo de cavalo e louro. Era linda e Yifan ficou encantado no momento em que a viu e deixou tudo pronto para a tal professora, que se chama Emily e tinha sorriso tão brilhante quanto o pai. Ela até sorriu para SunHee, que com seu “interesse”, retribuiu algo amargo e voltou a ficar olhando para o nada enquanto sua mente pensava em centenas de coisas. Nada interessante, mas ele já tinha acostumado. Yifan deixou ambos às sós e foi trabalhar, usando seus notebooks e movimentos online.
Então você é o futuro herdeiro — novamente aquele riso forçado, Emily sentou à mesa e apoiou o queixo na palma das mãos. — Está ansioso para ser herdeiro?
SunHee ergueu as duas sobrancelhas e inflou as bochechas. Cara, aquela menina era louca? Ele não compreendia nada do que ela dizia e ela insistia em dizer aquelas coisas. Os olhos do garoto doeram e ele sentiu a imagem da garota tremeluzir, mostrando quando ela sorriu dois dentes afiados nas pontas e um olhar mais severo. Ele piscou tantas vezes que acabou desequilibrando e caiu de lado, ao olhar pra perna viu uma... Robótica? E a outra era peluda? Sua dor de cabeça atingira o êxtase e ele estava ficando louco. SunHee balançou a cabeça e deixou a sala, ia tomar um pouco de água na cozinha quando entendeu o que Emily lhe disse.
Você me viu e compreende o grego, não é?
Como... Como diabos ele conseguiu entender o que ela disse? E ainda por cima perfeitamente? Em toda a semana que se passou ele não conseguia sequer entender um “Oi, tudo bem?” e de repente ela falar em outra língua lhe despertou algo? Ele engoliu em seco e reluzente disse:
Não... Eu não sei... — e percebeu que ele não estava falando em hangul, e estranhamente compreendia o grego. — Quer dizer... APPA!
Um pouco tarde para tentar voltar ao coreano e chamar pelo pai, Emily lambeu a boca e tentou voar por cima da mesa em direção ao semideus, que apenas correu para o lado, tombou e engatinhou enquanto a Emily-pé-de-ferro-e-peludo (como ele conseguiu pensar) lambia os lábios e estendeu as mãos cheia de calos e garras. Ela ficou em pé e ao andar começou a mancar em direção ao garoto, que por sua vez tremia e olhava para os lados.
Eu achei que estivesse errada em querer ensinar você, mas quando encontrei seu pai, senti uma fragrância contrária... Era... Era como se ele estivesse protegendo um semideus — ela passou as garras pela língua, rindo. — Então você inconscientemente demonstra avanços em grego e um retardo em outras línguas. Era o sinal perfeito, mas precisava de uma verdadeira luz... Era preciso você me ver como eu realmente sou, uma empousai devoradora de semideuses. Fique calmo, você não é o primeiro e nem será o últi —.
Um jarro acertou a cabeça de Emily e a fez desequilibrar, enquanto sangue escorria de sua testa. SunHee levantou-se rapidamente e subiu as escadas, tropeçando vez ou outra.
—  APPA! APPA! — O garoto chamava pelo pai em coreano, talvez despertasse mais o interesse do pai ao ver que ele dizia em hangul e não procurasse evoluir em outras línguas. — APPA! Será que dá pra vir aqui?
Yifan abriu a segunda porta da esquerda quando percebeu o garoto gritando. Respondeu aos berros.
MUEOS?
SunHee empurrou o pai para dentro do quarto e trancou a porta, ainda trêmulo começou a contar tudo o que aconteceu. Que Emily era uma assassina de semideuses e notou qualquer fragrância do garoto no pai; Yifan ficou surpreso e tentou se acalmar. SunHee sentou-se ao chão e ficou sussurrando “ottoke? Ottoke?” Até que sua mente explodiu e ele procurou sob o notebook e achou a carta de Íris. Ele se virou para o pai e começou a contar o plano:
—  Seja o que for que entrar ali, appa, acerte-a com alguma técnica wuushu que o senhor deve ter aprendido. Ela vai tentar nos matar, eu tenho certeza. E pode deixar que tenho um plano... — Ele olhou para a carta e suspirou. — Ou pelo menos acho que tenho.
Seus dedos percorreram a carta e ele instantaneamente soube o que tinha de fazer.
Ó Íris, deusa do arco-íris, aceite minha... Oferenda? Bom, eu só preciso mesmo de uma ajuda e é emergencial, mãe!
A carta então tornou-se em um combustão de azul, verde, vermelho... Todas as cores do arco-íris e virou um simples papel colorido. Ele percebeu, mesmo em inglês, o endereço. E disse em alta voz para o pai.
—  APPA! Nova York... Longo Aslan? Argh, Long Eslande como está aqui. O Senhor sabe onde é?
Ele se virou em tempo de ver uma das cenas mais pitorescas dos últimos tempos.
A porta foi arrombada com um chute, e quando caiu, SunHee viu o pai lançando dois notebooks contra Emily (ouviu ele lamentando a perca dos dois), mas voou para cima da garota como um ser carnívoro louco para matar qualquer um que tentasse matar seu filho. O garoto ia sair, mas de relance viu um bastão de beisebol (e por que diabos o pai guardava um bastão? Agradeceu seu pai por ter um bastão) e partiu para cima, balançando pesadamente para todos os lados. Notou Yifan e Emily no chão, ele por cima batendo a mão contra o rosto da garota que apenas gemia - algumas vezes pedia desculpas, mas era preciso acreditar no filho. SunHee se antecipou e sentou um “bastãozada do SUNHEE”, como ele gritou ao acertar a têmpora para desacordar a besta. Pai olhou para filho que retribuiu o olhar e o riso.
—  Appa, está machucado?
O que não faço por um filho? Até socar uma bela mulher.
Ambos riram.
—  Acredita que ela tinha meia perna metálica e metade de burro?
Yifan engasgou.
Sério? Uau, esse mundo é louco. E agora para onde temos de ir?
—  Long Esland? Aslan? O que?
Long Island, SunHee. Realmente... Seu inglês é horrível. Tem número?
O garoto olhou, olhou e foi para o verso da folha.
—  3.141... Far Ru?
Me deixe ver... Farm Hill, moleque. Francamente.
Assim, com uma garota estranha presa no quarto ao lado e com os rostos suados pela primeira "aventura" mortal na vida de pai e filho, SunHee e Yifan deixaram Chelsea, pegaram um táxi e apenas iriam parar quando chegassem ao destino; seja esse qual for.

Considerações:
Essa coisa ficou grande, e_Ê; mas vou explicar porque meu personagem não foi seduzido pela empousai. Ele não entende o inglês perfeitamente e não tem interesse em outras línguas... E porque não admira a beleza... Entende? É porque ele já se acha "bonito" que beleza não é admirável pra ele.
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Dom Mar 30, 2014 11:39 pm

De verdade eu teria aprovado apenas com as características físicas e psicológicas, mas como precisa da história também então vamos lá...
Seu modo de narrar é diferente (e ser diferente é algo bom e não ruim), mas deve ser mais detalhado, por exemplo, por muitas vezes eu tive que ler uns dois parágrafos para entender o que tinha acontecido em algum momento da história. Não deixe esses furos, tente ver pelo ponto de vista do leitor que não sabe do que se trata o assunto. Teve outros pontos também que poderiam ser retirados para soar mais convincente, por exemplo, Íris ter passado dois anos com seu pai e ter ficado presente durante a gravidez, deuses costumam ter relacionamentos passageiros com os humanos e não tão longos assim. Então também teve a parte da batalha com a empousai, se isso fosse um treino eu não aceitaria muitas das coisas que colocou aí, mas como faz parte da sua história não posso questionar.
Por fim, você narra muito bem e continue assim (só tente ser mais descritivo em alguns momentos), seu personagem até esse ponto foi muito bem construído, parabéns!


Aprovado

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Zech Gremory em Qua Abr 02, 2014 7:02 pm

Nome:
Zech Gremory
Idade:
17 Anos
Local de Nascimento:
Rússia,São Petersburgo
Progenitor Primordial:
Ares
Progenitor Mortal:
Elena Gremory
Características Psicológicas:
Um pouco violento e divergente considerando os demais semideuses, egocentrismo e uma pitada de altruísmo me definem bem, não fujo de uma boa batalha pois são nelas que tenho as maiores chances de dizer realmente quem sou eu, deixar o meu legado nos inimigos. Tenho demasiados vícios como fumo, álcool e festas, gosto de dinheiro e poder como qualquer outra pessoa em sã consciência. Sou briguento e sim não me dou bem com muitas ordens, inimigos serão desprezados e possivelmente torturados seja lá física ou mentalmente por mim, sou assim, julguem-me se puderem
Características Físicas:
O jovem é bem forte, talvez como os lutadores que se vê na televisões mortais, mas ela nunca se esforçou para faser nenhuma academia, Zech simplesmente é assim, forte por natureza, pernas longas, braços longos. Possui grandes olhos marrom, como os dos filhos de Ares, cabelos negros como a noite e olhos marrons,Zech é bem alto, 1,74 , ela é rápido e dona de uma força impresionante.
Conte-nos sua História:
O que se dizer de mim? Bom não é segredo para ninguém que eu não sei da onde vim e muito menos sei pra onde eu vou, sou perdido na vida e gosto disso não pretendo mudar tão cedo. Minha certidão de nascimento - a original, é claro - diz que eu nasci em São Petersburgo uma cidade qualquer da Rússia. Mas eu seria um tolo se acreditasse em tudo que papeis dizem afinal se eu realmente fosse de lá eu acho que a essa altura do campeonato eu já saberia. A verdade é que nunca cheguei a conhecer meus pais, alias ninguém nunca chegou a conhecer meus pais ou é o que dizem para mim, mas também nunca me preocupei em investigar para ver se é verdade ou não pois não possuo o minimo interesse nisso. Não me levem a mal mas eu acreditava que se meus pais não me quiseram antes não iriam me querer agora e exatamente por aquele motivo não gostava nem de pensar no assunto. Cresci em um orfanato em Moscou onde desenvolvi uma incrível habilidade para causar confusão ou me meter em brigas, é claro que a maioria das crianças evitavam ficar perto de mim quando eu estava irritado depois de um tempo, mas ainda assim existem aqueles que nunca aprendem sabe?!. A melhor parte disso é que eu possuo uma habilidade sem igual para conseguir fugir de confusões e armar "planos" que nunca falharam. O orfanato era dirigido por freiras e ouve uma época em que elas me mandaram passar um tempo em algum lugar na Ucrânia por acreditar que eu estava "possuído" pelo demônio, ao menos aquela suposição das moças de batina fazem qualquer rir até hoje. Eu me lembrava bem do porque aquilo, meus planos eram perfeitos é claro mas certa vez depois de uma briguinha um de meus comparsas resolveu delatar todos nós e me colocou como o "chefe da quadrilha" - não que ele estivesse errado, mas aquilo fez as freiras pararem de achar que a casa era amaldiçoada para achar que o demônio havia me possuído. Pois é, passar quatro meses na Ucrânia com alguns padres estranhos apenas me fez aprender a falar a língua e aprender a ter alguma noção de Latim, não era difícil sabendo que eu tinha uma facilidade para aprender as coisas rápido o único problema era meu deficit de atenção que irritava todo mundo. Quando chegaram a conclusão de que eu não tinha nada além de ser inquieto e extremamente genioso, me mandaram de volta para o orfanato onde as freiras me receberam de volta sem muito animo.

Porém eu também não fiquei muito mais tempo no orfanato, pois alguns dias depois do meu aniversário de doze anos um casal de sobrenome Herzen resolvera me adotar. Eram um casal de classe devo dizer e realmente tinham a sua fortuna morando em uma mansão, não dizendo que eram incrivelmente podres de rico porque isso não eram, mas o Senhor Herzen tinha uma grande e promissora empresa que lhes proporcionavam todo o conforto. Quando fui adotado pelos mesmos faltava uma semana para o ano letivo começar no país e mal saímos do orfanato e já me matricularam no sexto ano em uma academia famosa. Eu devo dizer que eu mudei um pouco naquela época, a Senhora Herzen quis de tudo que é forma me educar para ser um homem de negócios bem sucedido futuramente, mas teve muito pouco sucesso com isso. Na escola eu era um aluno prodígio e atraía sempre vários olhares tanto cobiçosos quanto de inveja, mas também não era para tanto eu sempre conseguia as melhores notas apesar de ter uma incrível queda por festas, bebidas, confusões e qualquer tipo de agito que puderem imaginar. O Senhor Herzen vivia tendo que lidar com minhas crises de adolescente dizendo que eu era irresponsável, teimoso, genioso, inconsequente e incrivelmente problemático e que jogava no lixo um futuro brilhante já que eu era inegavelmente inteligente e um bom estrategista. O problema era que eu nunca quis mudar entende? Adotei um visual mais moderno e quando fiz meus dezesseis anos já havia tido mais ressacas, ocorrências policiais por festas ilegais e aventuras impensáveis que eu poderia me lembrar. Infelizmente naquele ano meus pais adotivos morreram em um incêndio em uma festa da alta sociedade que os mesmos foram convidados a ir e a qual eu recusara para ir em uma balada qualquer com alguns amigos e onde saberia que poderia encontrar variadas bebidas e mulheres.

Quando meus pais adotivos morreram tive de ficar sob guarda temporária de um de seus amigos que descobri ser um tremendo de um interesseiro e não tive muito problemas em desmascara - lo com alguns pequenos esquemas que fizera e quando isso aconteceu passei para as mãos de uma velha conhecida, mas também foi por apenas três meses. É três meses pois logo fiz dezessete anos e pude voltar a ficar sozinho e por incrível meu pai adotivo havia deixado um testamento em que me fazia a seu herdeiro dizendo que esperava que aquilo pusesse algum juízo em minha cabeça. O que posso dizer? Não resolveu de nada aquilo, simples assim. Deixei a empresa nas mãos de seus sócios e apenas ficava com a sua porcentagem nos lucros e gastava quase tudo em festas, garotas e viagens... ao menos até uma aventura inusitada. Para falar a verdade foi aí que as coisas se complicaram... com uma mochila nas costas e cansado da vidinha de sempre resolvera rodar a Europa sozinho levando apenas o que tinha no bolso e na mochila e passei alguns meses na estrada quando um homem estranho me parou dizendo que eu não era um rapaz normal e sim um semideus e deveria ir imediatamente para Nova York algo como um acampamento de semideuses e coisas haver com meus verdadeiros pais. Assumo que no começo ri do homem estranho, mas depois quando ele começou a falar de meus problemas de visão, atenção e sobre coisas estranhas que eu havia visto por aí tive de me calar, mas apenas aceitei vir com ele para cá quando ele mostrou suas pernas de bode se dizendo um sátiro - o que admito, me fez rir um pouquinho.
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Ficha de Reclamação: Jeff Colucci

Mensagem por Jeff Colucci em Qua Abr 02, 2014 9:09 pm

Nome: Jeff Colucci
Idade: 10 Anos
Local de Nascimento: Toronto – Canadá
Progenitor Primordial: Apolo
Progenitor Mortal: Katherine H. Colucci
Características Psicológicas: Jeff, é um menino determinado, faz amizade facilmente, competitivo, então qualquer um que entre na sua frente para atrapalha-lo de algum jeito pode ser considerado seu concorrente, Brincalhão sabe fazer piada de tudo e com todos, ás vezes não sabe a hora de parar e acaba deixando as outras pessoas irritadas, toma decisões facilmente, é impaciente, ansioso, e de alguma maneira desajeitado.
Características Físicas: Porte uma pouco alto para a sua idade, magro, flexível, cabelos lisos e  negros caídos na cara entrando em contraste com seus olhos azuis piscina, pele muito branca, mas com suas sardas do sol, com seus lábios finos e rosados, seu abdômen é ligeiramente definido, com uma marca de nascença em formato de cruz, suas orelhas são meio deformadas, e o rosto meio redondo.
Conte-nos sua História: Sempre fui uma criança pobre que morava no subúrbio de Toronto, mas ano passado eu me mudei para Nova York, com minha mãe, diz ela que foi pelo trabalho dela, mas eu sei que não, e descobri isso da pior maneira, bom vamos começar a contar as coisas do inicio, assim que chagamos em Nova York fomos conhecer a minha escola nova, era especialista em alunos com dislexia e déficit de atenção, e sim eu sofro dos dois distúrbios.
Quando cheguei à escola, um rapaz de terno e gravata veio nos receber na porta, tinha um cabelo curto e um pouco grisalho aparentava estar na meia idade, ele começou a dar a introdução, tentei prestar atenção nele, mas não consegui tudo ao meu redor era mais interessante do que ele falando, até que dando uma olhada mais lenta ao redor vi uma parede pintada de um jeito diferente das outras a parede tinha duas retas saindo do padrão das outras paredes que era apenas uma, fiquei lá filosofando as diferentes teorias de aquela parede estar diferente das demais.
Quando me dei conta de min percebi que minha mãe e o cara engravatado tinham sumido, e eu estava sozinho naquele corredor, fui procurar a onde eles estariam, até que eu ouvi um ruído de uma das salas, entrei lá, havia uma aluna na classe junto com uma professora meio estranha, no começo achei normal, mas depois eu percebi que aquele dia era sábado e não tinha aula nas escolas, muito menos detenções ou coisa do tipo.
A Professora se levantou e me disse “Ora filho do Sol, como ouça invadir a minha aula?” e quando ela terminou de vim pra cima de min puxou minha orelha, eu gritei nessa hora a aluna se levantou e se transformou em uma Fúria que soltou um berro em resposta, naquele momento me senti no meu pior pesadelo, aquele monstro chegando cada vez mais perto de min e uma professora de matemática rindo enquanto deixava minha orelha mais deformada.
Naquele momento eu vi minha morte, até que aquele cara engravatado apareceu na minha frente derrubando aquela Fúria, nisso a professora de matemática me jogou para fora da sala, e começou a lutar contra o engravatado, e a outra veio para cima de mim fiquei tentando resistir contra ela, ficamos assim por uma meia hora, até que de repente, em um estante ela virou pó dourado, enquanto uma lâmina de bronze atravessava o seu corpo.
Minha mãe que estava segurando aquela espada,  ela me levantou e saímos com o cara engravatado  de carro para algum lugar do interior, e no carro minha mãe me disse “Bom Jeff você deve estar achando isso uma loucura mas o seu pai não é um canalha que me largou assim que soube que eu estava grávida, seu pai é Apolo o Deus do Sol, e eu me mudei para Nova York para te esconder pois essas fúrias estão na sua cola desde dos seus 7 anos, consegui te esconder até agora” “Mas como assim? Como você conheceu o Papai?” “Um dia na praia eu conheci um surfista auto e atlético, e me apaixonei, até que eu fiquei grávida de você, eu era muito nova estava com 17 anos ele ficou comigo até você nascer mas depois ele teve que partir” “ e para onde você está me levando?”  Ela me deixou na colina do acampamento Meio-Sangue me dizendo apenas “Aqui é um lugar seguro que você vai aprender a se defender, e vai entender tudo melhor, volto pra te visitar”.
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Afrodite em Qui Abr 03, 2014 11:17 am

Jeff, seu texto está ótimo, mas algumas palavras estão incorretas e não consigo identificar coesão no mesmo, peço á você que  edite seu texto, observando cada detalhe e adicionando mais pronomes, características que valorizam-o, também gostaria que adicione mais características físicas e psicológicas, porque sei que você é capaz,mas por enquanto, Reprovado

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Hades em Qui Abr 03, 2014 12:43 pm

Zech Gremory - Aprovado. Bem vindo, filho de Ares.
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Phillipus D. Michaelis em Qui Abr 03, 2014 3:37 pm

Phillipus Aureolus Bombastus Von Hohenheim

Nome: Phillipus Aureolus Bombastus Von Hohenheim
Idade: 15
Local de Nascimento: Einsiedeln, Suíça
Progenitor Primordial: Hefesto
Progenitor Mortal: Aleksandra Aureolus Bombastus Von Hohenheim
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Começarei pelo básico de um semideus, sou problemático, hiperativo, tenho déficit de atenção e dislexia, desde que tinha 4 anos já era muito inteligente comparado com as crianças normais, enquanto alguns brincavam de bonecos prontos, eu fazia os meus, eu costumo ser muito equilibrado, sério quando precisa ser sério e extrovertido, piadista em momentos que preciso ser assim. Nunca gostei do frio, gosto do calor, do sol, gosto de praias, sou um surfista muito bom, quando tinha 7 anos comecei a me sentir atraído pelo fogo, não existe nada  tão legal como as chamas dançando, este sou eu.
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos): Tenho 1,83m de altura, desde meus 12 anos trabalhei em oficinas mecânicas em Miami, nos meus horários vagos eu treinava em uma academia perto de casa, por isso sou um pouco forte, tenho cabelos loiros escuros (quase castanhos) e cortados em estilo militar, barba por fazer, olhos verdes, pele branca, apesar de ser filho de Hefésto eu sou bem bonito, talvez tenha puxado a beleza da minha mãe e a inteligência e habilidades do meu pai, no mais é só isso.
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Meu nome é Phillipus Aureolus Bombastus Von Hohenheim, nasci em Einsiedeln – Suíça, minha mãe dizia que quando nasci meu pai ficou conosco até eu completar 1 ano, desde então nunca mais tive noticias dele, até os meus 5 anos não tive uma infância tão problemática assim, exceto por ter problemas para ler e ser muito hiperativo, consegui ficar em uma única escola até essa idade, porém ao completar os 6 anos tudo mudou, comecei a me meter em problemas, um dia na escola a minha professora se dirigiu até mim e começou a falar um monte de besteiras sobre mim, eu suportei calado, até que ela falou sobre a minha mãe, eu fiquei furioso com aquilo tudo e não percebi, mas minhas mãos estavam adquirindo um brilho estranho, acho ela estava vendo aquilo, mas parecia que os outros alunos não viam, então a minha mesa começou a ficar em chamas, todos se assustaram com o fogo que surgiu do nada, minha professora  se calou e olhou as chamas como se já tivesse visto aquilo, eu corri da sala e fui para casa, contei para minha mãe o que havia acontecido e ela simplesmente assentiu, ela pigarreou e disse: - Phillipus, tenho que lhe contar algo, você não é uma criança comum, seu pai na verdade não nos abandonou, ele simplesmente não podia mais nos ver, é uma regra imposta no Olimpo para os deuses...
- Deuses? O que você quer dizer com deus mamãe – Disse eu – ela assentiu e falou – Phillipus, quando disse que você não é uma criança normal eu estava me referindo ao seu pai, o nome do seu pai é Hefesto, o deus da forja e do fogo, os deuses realmente existem, e você é filho de um deles, e parece que você já começou a adquirir seus poderes, precisamos ir embora daqui, se alguém souber do que aconteceu os monstros podem vir atrás de você, vamos para os Estados Unidos, para Miami.
Fizemos nossas malas muito rápido, lembro-me de estar assustado, com medo de tocar nas coisas e queima-las, minha mãe pegou o carro dela, um Mustang GT 2005, não sei como ela conseguira dinheiro o suficiente para viver na condição que vivíamos e para comprar um carro assim já que ela era uma dona de casa, pegamos um avião e fomos para Miami, minha mãe parecia já saber para onde ir, alugou um carro e fomos para South Beach, parece que ela já tinha ido aquele lugar, ela tinha um apartamento lá, minha mãe me explicou tudo em detalhes, passei a estudar em casa até os meus 10 anos, aprendi um pouco sobre mecânica e surf nesse tempo, aos 11 anos fui para uma escola em South Beach, tudo parecia tranquilo, mas só parecia, quase chegando ao fim do ano, nessa mesma escola eu acabei me metendo em confusão com um valentão na quadra de esportes, minha mãe havia me explicado sobre a névoa, eu não sei o que as outras pessoas na escola viram, mas eu vi algo diferente de um humano de 17 anos, vi um cara enorme com um olho só, Um Ciclope – pensei, ele estava furioso e pensei no que minha mãe havia dito sobre os monstros, ele tentaria me matar por eu ser um semideus, ele tentou me golpear mas eu consegui escapar do golpe e correr para o outro lado da quadra, ele estava vindo em minha direção, mas eu pensei rápido, consegui derrubar a trave de futebol por cima dele, ele ficou preso nas redes, mas percebi que ele não ia ficar lá por muito tempo, então eu fugi, ao sair correndo eu pude ouvi-lo praguejar e gritar – Eu vou te pegar garoto semideus!
Ao chegar em casa contei a minha mãe que havia acontecido, novamente passei a estudar em casa, porém comecei a trabalhar em uma oficina mecânica e a malhar, também fiz umas aulas de Muay Thai particulares para aprender a me defender, ainda passei por muitos outros ataques até completar meus 15 anos, e aqui estou ainda esperando meu pai me reclamar e poder entrar no Acampamento Meio Sangue.
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

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