Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

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Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Administrador em Ter Fev 04, 2014 10:26 am


Teste de Reclamação
Bem-vindo(a) Convidado, deve estar ansioso(a) para descobrir quem é seu progenitor ou progenitora, por tanto, queira por favor realizar o teste a abaixo. Queira por favor postar seu teste neste mesmo tópico.
Também pedimos que siga algumas regras, todas localizadas abaixo, assim, as suas chances de passar nesse teste aumentam em muito.
Boa sorte e seja bem-vindo(a) a família do PJO.



 
Regras
NÃO PLAGEIE A FICHA DE NINGUÉM E NEM DE OUTROS FÓRUNS.

ENVIE A FICHA COMPLETA OU ESTÁ SERÁ DESCONSIDERADA.

SE QUAIS QUER REGRAS DESSAS FOREM VIOLADAS, A FICHA TERÁ DE SER REFEITA.

Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Progenitor Primordial:
Progenitor Mortal:
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
 
Apenas os filhos dos deuses contidos neste spoiler serão reclamados neste teste:
Deméter, Ares, Atena, Apolo, Hefesto, Afrodite, Hermes, Dionísio, Hécate, Éolo, Perséfone, Macária, Melinoe, Íris, Selene, Quione, Hipnos, Morfeu, Deimos, Phobos e Fantasia.
 

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Andrômeda P. Longdon em Qua Fev 05, 2014 7:28 pm


Andrômeda P. Longdon


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Nome: Andrômeda Pandora Longon

Idade: 15

Local de Nascimento: Inglaterra - Londres

Progenitor Primordial: Hécate

Progenitor Mortal: Jonn C. Longdon

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Andrômeda sempre fora uma garota imprevisível, podendo ser considerada ate bipolar, uma hora pode ser a garota mais gentil e carinhosa do mundo, no próximo segundo se torna agressiva, podendo socar-lhe o rosto sem aviso prévio. Podemos chama-la de rebelde, seu pai sempre fez seus gostos desde pequena, uma mimada irrevogável. Nada sociável, prefere seus livros a pessoas, portadora de poucos amigos, são raras as pessoas que conseguem passar pela barreira emposta pela garota ou aguentar seu humor imprevissivel. Mas nem tudo é defeito, sua maior e melhor qualidade é a lealdade para com aqueles que ama, capaz de mover ceus e terras para ver o bem estar dos mesmos. Quando você a conhece melhor, pode perceber a garota sensivel que esta por baixo de toda sua pose de durona, ficando impossivel de não se apaixonar pelo doce de garota que ela realmente é, ou ate por seu lado mais rude.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Dona de  cabelos ruivos ate um palmo abaixo de seu ombro, tão bipolar quanto ela - Um dia estao lisos, em seguida estão num meio termo, sem definição, e no outro encaracolados, tudo dependendo do tempo -, olhos verdes claro e muito expressivos, emoldurado por longo cilios da mesma cor de seu cabelo, a boca fina e bem desenhada tem seu tom naturalmente vermelho. Sua pele é tão palida quanto a de uma boneca de porcelava, entrando em contraste com as bochechas rosadas, que lhe davam o ar indesejado por Andy de fragilidade.
Não passando de 1,68, não se considera baixa, mas tambem não é alta, estando no meio termo, magra, seu corpo não era algo exagerado ao ponto dela parecer uma atriz pornô, mas não chegava nem perto de ser considerada 'seca'.  

Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Andrômeda fora deixada na porta da casa de Jonn Castiel Longdon, um professor de historia e apaixonado por mitologia, com apenas alguns dias de vida em uma pequena cesta trançada de palha com fios dourados com apenas com o vestido roxo escuro e uma carta escrita a mão, o homem ruivo reconheceu a letra, o que indicou quem era a mãe da pequena garota com poucos cabelos ruivos. Na carta a mãe da criança explicara sua situação, o porque de não poder ficar com ela, os perigos que pequena correria, onde o pai dela deveria leva-la assim que atingisse uma certa idade, revelou sua verdadeira identidade. Por mais incrível e inacreditável que parecesse, a mulher por quem se apaixonara era uma deusa grega, a deusa da magia.

No começo fora mais difícil do que Jonn imaginou, cuidar de um bebe não era nem de perto uma tarefa fácil, não sabia quais fraudas comprar - Nem sequer sabia como troca-la -, não fazia ideia ideia do que a criança comia, sabia que era leite, mas não imaginava se poderia ser os industrializados ou algum tipo de leite especial. Não sabia o que fazer quando a pequena neném chorava de noite com cólicas, e demorara para identificar os diferentes tipos de choros, os de fomes, quando precisava troca-la, quando sentia algum tipo de dor, ou os de manha. Mas mesmo com as dificuldades, nunca passou pela cabeça de Jonn abandonar sua filhinha, desde a primeira que a garota abriu seus olhos e o homem encarou a imensidão verde que eram, se sentiu encantado por ela.

A salvação de Jonn chegou de forma inesperada. Em um supermercado. O homem estava perdido na sessão de fraudas, as RN já nas serviam na pequena ruivinha, a mesma se encontrava no bebê-conforto do carrinho chorando com todas suas forças, encolhendo as perninhas gordas, com cólica. O ruivo deixou as fraudas de lado e foi acudir a filha, que não parou de chorar nem quando foi pega no colo. Uma linda mulher passava por aquele corredor com um pequeno garoto, ela por volta de 27 anos e o garotinho 1 ou 2, era difícil saber, a morena se compadeceu da cena e resolveu ajudar o homem, ela se ofereceu para pegar a garotinha, Jonn, que já não sabia o que fazer, entregou-a, a mulher encostou a cabeça molinha de Andy em seu seio, a barriga pressionada contra a própria e começou a balançar levemente, em poucos segundos a ruivinha havia parado de chorar. Elizabeth se apresentou para o ruivo, e naquele corredor começara uma verdadeira amizade, que não demorou a evoluir para algo mais.

~~~~~~~~


Andromêda viveu sua vida normalmente, tinha seu pai, sua mãe, um irmão mais velho, um cachorro, uma vida estável e ate mesmo uma casa com cerca branca e grande quintal, estudava nos melhores colégios de sua cidade - Mesmo sendo expulsa de alguns -. Sempre fora superprotegida por seus pais, nada de sair sozinha, nada de festas a não ser que vá acompanhada, nem mesmo em festa do pijama a ruiva podia ir desacompanhada. Andy nunca entendeu toda a preocupação, e Jonn sempre mudava de assunto quando sua filha resolvia perguntar o porque, ou apenas respondia que era "preocupação paterna", é claro que ela não acreditava, mas resolvia não insistir no assunto, não queria deixar seu pai nervoso, que era como ele ficava sempre que ela tentava investigar novamente.

~~~~~~~~

Fora com 14 anos que Pondora descobrira ser uma semideusa, não foi como a maioria, nunca fora ataca por monstros, não ouve um sátiro - Não que a garota saiba -, nenhuma professora a atacou. Apenas ouviu uma conversa estranha entre seu pai e sua suposta mãe, onde ambos discutiam o futuro da garota, a morena se recusava a deixar a filha ir para o tal acampamento, enquanto o ruivo defendia o direito de Andy de saber suas verdadeiras origem e aprender a se defender dos perigos que iria enfrentar ate sua morte, os Longdon's não contavam que a ruiva fosse chegar mais cedo da escola por conta das provas finais e exigisse que contassem a verdade que lhe esconderam por anos, e eles, sem opção, revelaram tudo. Andrômeda Pandora Longdon não era um adolescente normal, ambos os pais não eram mortais, sua mãe biológica era uma deusa grega. Sim, daquelas de desenhos animados e historias fantasiosas. Todos os deuses existiam, moravam no Olimpo e exerciam suas próprias funções, todas as historinhas que seu pai lhe contava quando pequena eram reais, todas as lutas, a bondade, a maldade, tudo real.

A garota demorou a processar isso, mas diferente do que seus pais imaginavam, ela ficou animada com a novidade, desejando ir o quanto antes para o tal acampamento em que lhe ensinariam como se defender dos monstros que ameaçam a vida dos meios-sangues, iria para missões - Isso se tivesse sorte -, quem sabe não teria seu nome em um dos livros sobre mitologia daqui a algumas décadas ou seculos.

Assim que acabou as aulas e as ferias se iniciaram, Jonn e Elizabeth - Esta a contragosto -, levaram a jovem semideusa para o acampamento meio sangue, lugar que seria seu lar durante as ferias.


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Andrômeda P. Longdon
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Zöe F. Levefre em Qui Fev 06, 2014 9:55 pm




Nome: Zoe Foxxes Levefre
Idade: 17 anos
Local de Nascimento: Sofia, Bulgaria
Progenitor Primordial: Phobos
Progenitor Mortal: Catharina Foxxes Levefre
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
A própria escuridão poderia se chamar Zoe Foxxes Levefre. Manipuladora e destemida, ela transmite medo para qualquer um que a tente.  Por mais que goste de torturar e ofender as pessoas em seu redor, pode ser um tanto frágil e romântica quando se trata do amor. É maliciosa e sedenta pela a maldade. Suas palavras são frias e duras, saem com facilidade pois a mesma não teme dizer a todos o que pensa. Zoe prefere a escuridão e a solidão, prefere que todos sintam medo em seus passos e que lhe respeitam em quanto passa. Odeia falsidade e qualquer pessoa que a tente enganar, pois a mesma é muito desconfiada e não tolera mentiras. Não sente culpa e possuí um orgulho grande e impiedoso, chegando a desistir de pessoas por simples palavras, portanto sempre é bom pensar no que irá dizer antes de falar com a mesma.
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Os cabelos são longos e lisos, naturalmente loiros. Os olhos variam muito entre o azul e o verde, demonstram frieza e até mesmo medo para alguns. A pele é clara e fria, raramente se esquenta. É magra, mais do que deveria pois possui uma grande altura, chegando a medir 1,80. Os lábios são finos e rosados, juntos formam um sorriso malicioso e brincalhão, que esconde segredos. Mesmo sendo magra, seu corpo possuí curvas atraentes para qualquer olhos, embora prefira os femininos.
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Todos estavam em volta de Catharina, a jovem de 16 anos estava prestes a ter seu bebe. Seus olhos azuis e os cabelos negros pareciam mortos, descaídos. Sua face demonstrava o cansaço dos dias duros que teve pela a frente. Uma criança, carregava uma criança em seu ventre, onde estava com a cabeça¿ E então aconteceu. Um pequeno choro surgiu sobre o quarto e sentiu toda a dor indo embora quando seu pai pegara sua filha no colo. Catharina começou a gritar, estavam levando sua filha, estava levando sua criança. Para onde? Por que? Ela só queria sua criança, ela só queria ser feliz.
***
Zoe sorriu para a garota que sentava em sua frente. A classe era tão tediosa quanto seus dias de domingo em um jantar de família. Ela era a filha mais nova de três irmãos, a adotada. Seus pais eram dois caretas religiosos que faziam de tudo para que a vida da garota fosse perfeita, mas não era. Seus dias eram carregados de gritos e de faces assustadas. Seus irmãos não conseguiam toca-la sem ter qualquer memoria ruim ou gritar por suas vidas. Zoe nunca soube realmente o que eles viam, mas sabia o que eles sentiam. Medo. O único amigo que possuía na escola era um cara estranho que usava muletas, Ethan.
A garota que sentava a sua frente lhe passou um bilhete amarelo. Zoe desdobrou com cuidado e sorriu ao ver as letras. “Eles não entendem, Foxxes. É apenas eu e você a partir de agora”. “Idiotas. Deveríamos ensina-los o que temer” respondeu Zoe na mensagem. Poderia estar apaixonado pelo os olhos castanhos que a encaravam, mas não estava preparada para admitir um sentimento como aquele, muito menos se fosse por uma garota.
A menina se levantou e saiu da sala, enviando um sorriso malicioso para Zoe, que logo já estava a seguindo. O professor gritava da sala, as chamava de volta, mas a garota não se importava em fugir da aula por motivos daquele porte. A menina dos olhos castanhos se encostou na parede do banheiro e Zoe se aproximou dela o suficiente para que seus lábios ficassem centímetros de distancia.
- Você me quer, eu sei- Disse a garota- Vamos, Zoe. É apenas um beijo, não é diferente dos garotos.
Zoe se aproximou um pouco tímida, mas logo sentiu unhas pontudas lhe fincarem o braço. Olhou para a garota dos olhos castanhos e assustou-se ao ver uma criatura estranha e diferente. Ela tinha um bico de pássaro e asas roxas. Uma harpia, Zoe sabia pois seu professor havia discutido a origem dessa criatura mitologia no dia anterior. O monstro jogou a garota para a parede com força, soltando um riso baixo e malandro.
Zoe sentiu-se atordoada mas se colocou de pé logo. Ethan estava saindo do banheiro na hora, ele lhe lançou um olhar assustado e tirou do bolso uma moeda. O que diabos uma moeda poderia fazer? Pensou Zoe. Mas logo reparou que havia uma grande espada sobre o punho garoto. Ele avançou contra a Harpia e Zoe desmaiou.
Seus olhos lutavam para ficarem abertos e imagens se retorciam a sua frente. Ela via Ethan ao chão, e então ele por cima do monstro e então uma nuvem de poeira dourada contaminou o lugar por inteiro. Ela fechou os olhos e relaxou, sabia que o amigo daria conta de cada detalhe, sabia que sairia daquela a salvo.
***
Acordou sobre um colchão macio, com dois olhos verdes a observando. Ethan sorria gentilmente em quanto acariciava o rosto de Zoe de leve. A menina forçou o melhor sorriso que podia e então falou:
- Onde estou, idiota?
- No Acampamento Meio-Sangue- Disse o garoto- E não me chame de idiota, otária.


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Convidado em Qui Fev 06, 2014 11:01 pm

As duas tiveram ótimas fichas, além de serem criativas, tiveram poucos erros, mas nada que prejudicasse demais.
Bem vindas, garotas.

Aprovadas.

Convidado
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Charlotte Hayes em Sab Fev 08, 2014 6:41 pm


Nome: Charlotte Hayes
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Local de Nascimento: Verona, Itália
Progenitor Primordial: Perséfone
Progenitor Mortal: Arthur Hayes

Características Psicológicas: O que dizer? Talvez eu deva começar com o seguinte: sou problemática. Sim, eu sou. Tenho dislexia e déficit de atenção e quando era pequena, eu era hiperativa. Nunca fui uma das mais inteligentes da turma, apesar de nunca ter repetido de ano. Além desses "detalhes", eu sou uma garota extrovertida, divertida e alegre, de vez em quando. Algumas vezes sou sombria e quieta. Acho que sou bipolar. Meu pai diz que é uma fase da adolescência. Não tenho certeza disso. O que mais me acalma são as flores. Eu amo flores! Tenho um jardim só pra mim, onde eu cuido das minhas rosas, orquídeas, violetas, copos-de-leite, lírios, entre muitas outras. Elas exercem algo sobre mim, me deixam mais calma, abrem minha mente e me fazem pensar com mais clareza. Mas quando estou mais "sombria" gosto de lugares como túneis, subterrâneo, cavernas, ou seja, lugares escuros e fechados e, de preferência, abaixo da terra.

Características Físicas:
Falar de sua própria aparência é difícil. Bom, não sou alta, nem baixinha, apesar de ser mais baixa que a maioria das pessoas da minha idade. Cabelos pretos longos e cacheados, macios e perfumados. Cintura fina e corpo esbelto. Olhos castanhos escuros e pele cor de amêndoa combinam com minha descendência indiana, apesar de ser italiana. Sem querer ser exibida, mas admito que arranco olhares aonde quer eu vá.

Conte-nos sua História:

Meu pai me criou sozinha em uma fazenda em Verona, Itália. Vivemos lá tempo suficiente para eu me apaixonar por um garoto do campo, antes de meu pai me carregar para Nova Yorke nos Estados Unidos. De primeira, odiei Nova Yorke, odiei meu pai, odiei o luxuoso apartamento, odiei tudo. Eu só queria voltar para Lorenzo. Mas aos poucos fui me acostumando com a rotina, com as pessoas, com os costumes e me apaixonei pela cidade. Esqueci Lorenzo, ou quase, e praticamente eu tinha uma boa relação de pai-filha com meu pai. Ainda carregava a mágoa de ele nunca ter falado sobre minha mãe. Mas agora eu já não me importava tanto, estava no último ano da escola e já tinha amigas e amigos bem legais.
Um certo dia, quando voltava do trabalho de meio período na Starbucks, vi que a porta do escritório de meu pai estava entreaberta. Dei uma espiada e vi ele sentado no seu sofá, de costas para mim, e parecia conversar com alguém. Mas não havia ninguém na frente dele, ele estava de frente para a mini fonte e parecia falar sozinho, mas escutei uma voz de mulher falar:
- Arthur, ela precisa ir para o acampamento sem mais delongas. Na verdade, já tinha que ter ido antes, eu tento protege-la, você sabe, mas não posso fazer isso muito mais. Ela precisa de treinamento. E mais importante ainda: ela precisa saber quem ela é!
Prendi a respiração. Estava falando de mim? Com quem meu pai falava? Ele não estava no telefone e não parecia ter ninguém ali, mas eu não poderia tentar olhar melhor, ele ouviria a porta ranger e eu não saberia sobre o que estavam conversando.
- Mas ela pode se machucar... E é tão perigoso! Ela é tudo o que eu tenho e me lembra tanto você! – ele parecia realmente muito triste. Eu recuei e meu pé bateu na porta, fazendo barulho, que meu pai percebeu. Sorri culpada e corri para o meu quarto, sem saber com quem ele falava. Me joguei na cama olhando para o teto. Eu estava realmente intrigada sobre o que ouvira. Nesse momento meu pai entrou e sentou-se ao meu lado na cama.
- Filha, como foi o trabalho? – ele disse calma e tranquilamente.
Olhei para ele. Como podia mudar tanto de assunto?
- Com quem você estava conversando? E da onde vinha aquela voz?
Ele olhou pela janela e demorou um pouco para responder.
- Eu falava com sua mãe.
Silêncio. Certo, só podia ser brincadeira, eu pensava que ela estava morta. Nem sabia ao menos seu nome. Olhei para ele com raiva.
- Então você tem contato com ela? – ele fez que sim com a cabeça tristemente – E ela não quer contato comigo? – lágrimas escorreram pelo meu rosto. Ele olhou para mim e me abraçou fortemente.
- Lottie, tenho certeza que no fundo você sabe o porquê que sua mãe não está aqui. Sei que você sempre gostou de mitologia e lembro que você dizia que sua mãe devia ser uma deusa e você, então uma semideusa, você pensava que ela teve que te deixar porque estava fazendo coisas de deuses. Você lembra disso? – disse ele sorrindo. Revirei os olhos.
- Claro que me lembro, eu precisava me agarrar a qualquer fantasia para não sofrer. É isso o que as pessoas fazem.
- Pois essa “fantasia” sempre foi verdadeira, sua mãe é uma deusa. E sim minha querida, você é uma semideusa. – um momento de silêncio – Sua mãe quer que você vá para o Acampamento Meio-Sangue, onde os semideuses treinam para se defenderem e serem heróis. Ela tem me pressionado para leva-la lá desde seus treze anos, mas eu não queria abrir mão de você tão cedo.
Seus olhos estavam cheios de lágrimas. E de alguma forma, no fundo do meu coração, eu acreditava em cada palavra. Em segredo, sempre mantive a ideia de ser uma semideusa, como Hércules, Perseu, Ulisses. Eu sempre adorei essas histórias. E aqui estou eu, com 17 anos, acreditando em conto de fadas. Abracei forte meu pai.
- Eu acredito, eu acho. E tudo bem eu ir para o tal acampamento, desde que você me escreva.
Ele sorriu e beijou minhas bochechas.
- Toda semana. Vem, tenho muita coisa para te contar antes de irmos.

------------------------------------- PercyJackson -------------------------------------

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Éter em Sab Fev 08, 2014 6:58 pm

A História foi pequena, mas que razoavelmente criativa e a escrita foi boa. Apenas tente descrever melhor os fatos. Gostei de suas descrições físicas e psicológicas.

Aprovada.

Bem-vinda, Prole de Perséfone.


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Matt Moonway em Ter Fev 11, 2014 10:36 am


Nome: Matt Moonway
Idade: 16
Local de Nascimento: França - Paris
Progenitor Primordial: Ares
Progenitor Mortal: Michele Moonway



Características Psicológicas

Matt sempre fora um menino Hiperativo beirando a agressividade, mas não a agressividade maldosa, mas aquela que você faz sem perceber como, brincadeiras de lutinhas e guerras de papel, ele nunca foi um menino maldoso sempre estava lutando pelo bem de sua mãe, ele era extremamente protetor e corajoso mas após a adrenalina passar ele se escondia atrás de sua mãe. Matt nunca gostou de lugares fechados, gostava de parques, grandes jardins onde ele poderia correr e pular com seus amigos, ele era na maioria das vezes calmo mas quando o deixavam bravo era difícil acalma-lo, outro detalhe é que ele sempre
fora muito independente, desde pequeno ficava na rua brincando até tarde, nunca precisou dormir no quarto de sua mãe e quando está sozinho em casa consegue se virar bem.  


Características Fisiológicas

Matt tinhas cabelos pretos lisos que poderiam muito bem dar um belo penteado, mas ele preferia o deixar desgrenhado e despenteado,seu cabelo preto ia até mais ou menos a altura dos ombros, um pouco menos, seus olhos verdes era muito profundos iguais aos de sua mãe, suas bochechas ficavam vermelhas quando sentia raiva ou vergonha sendo motivo de risadas de seus amigos, ele tinha 1,75 de altura, uma altura normal para meninos dessa idade, o corpo dele sempre fora meio atlético mesmo ele não dando importância para isto. A sua pele seria pálida igual ao de sua mãe, mas com o passar doas anos ela ficou mais morena devia ao tempo que ele passara brincando com as crianças.  

Conte-nos sua história.
Matt foi criado por sua mãe em paris onde eles levavam uma vida calma até ele entrar para o colégio, Matt não era um aluno exemplar, não longe disso, suas notas era sempre as necessárias, nem mais, nem menos, fora a aula de educação física onde suas notas eram sempre acima dos demais, seu professor dizia que ele iria ser um grande atleta quando atingisse a idade adulta mas Matt não se importava com isso, Matt começou a ver vultos nas ruas e pessoas o seguindo no caminho de casa, mas ele dava pouca importância para isto pensava ser coisas da cabeça dele.

Matt sempre perguntou para sua mãe quem era seu pai, mas ela sempre desviava do assunto dizendo que ele era um homem de negócios e que estava sempre preocupado com eles, Matt não acreditava como ele seria preocupado com eles se ele nem mesmo conheceu Matt, não que ele lembrasse,mas deixava o assunto de lado pois sempre que tocava nesse assunto sua mãe ameaçava chorar, a mãe de Matt sempre foi uma mulher forte,cuidou dele sozinho e nunca deixou barato as ofensas que faziam sobre seu filho, mas quando o assunto era o pai de Matt ela ficava em ruínas. Conforme o tempo passava os vultos e pessoas ia aumentando na vida de Matt até que ele contou para sua mãe o que estava acontecendo. Quando ele contou sua mãe arregalou os olhos e pareceu mais preocupada do que nunca, ela olhou para Matt com um olhar preocupado, o que só fez Matt ficar mais apreensivo, ela disse para ele esquecer mas manter ela informada mas definitivamente aquilo não era mais sua imaginação.

Conforme Matt ia crescendo os vultos aumentavam, mais pessoas os seguiam e acidentes estranhos começaram a acontecer em volta dele, escola em chamas, acidentes bizarros de trânsito onde motoristas batiam em gigantes, era muita coisa para processar mas Matt sabia que estava atrás dele, certa vez acharam sua escola e teve um grande incêndio nela, Matt correu para casa e contou para sua mãe, então ela desabou no sofá e disse:
- Precisamos Conversar.
Matt sentou-se no sofá e ouviu sua mãe falar:
- Filho, você lembra das histórias que eu lhe contava quando era pequeno, sobre mitologia,monstros,deuses?
Sua mãe tinha lágrimas nos olhos como se ela soubesse que essa hora chegaria e não estava feliz com isso.
Matt concordou e sua mãe continuou.
- Bem digamos que isso não era fantasia como eu te disse, seu pai é um deus filho, oque faz o mundo muito perigoso para você, aqueles vultos são monstros e agora você tem que ir para o acampamento.
Matt tinha tantas perguntas como, quem era seu pai?, que acampamento era esse?, porque sua mãe nunca lhe contara isso antes?
Mas antes que ele perguntasse alguma coisa sua mãe o interrompeu e disse:
- Temos que ir aqui não é mais seguro, vou te levar até o acampamento.
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Apolo em Qua Fev 12, 2014 12:06 pm

Muito bom, apesar da história ser um pouco curta, eu gostei da sua escrita e das respostas das perguntas.

Aprovado

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Annabel Perry em Qua Fev 12, 2014 5:51 pm

Nome: Annabel Teodora Perry (Nick:Annabel Perry)
Idade: 16 anos.
Local de Nascimento: Los Angeles.
Progenitor Primordial: Íris – Deusa mensageira do arco-íris.
Progenitor Mortal: Petrucio Perry, morreu em um acidente de carro, fui criada por minha tia Katherine Perry.
Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Fui criada por minha tia, que é uma modelo, atriz e cantora muito famosa em nossa cidade (Bem muitos vão pensar “Ai meu Deus, a tia dela é a Katy Perry” Não, minha tia não é a Katy Perry ¬¬) por ter sido criada por ela tive que aprender diversas coisas, como falar outras línguas, cantar, atuar e mitologia grega, não sei para que foi a necessidade de estudar mitologia grega, mas isso abriu minha mente para um amplo conhecimento de história e de paganismo, sou uma pessoa determinar a completar todas as tarefas que inicio, sou meia e delicada, mas não ache que meiguice e delicadeza seja fraqueza posso ser a pessoa mais tenebrosa que você irá conhece, sou uma garota amante do amor bandido, isto é, gosto de mexer com o psicológico dos meninos como uma destruidora de corações, eu sigo as quatro regras para não ter o coração partido, graças minha inspiração Marina (Ai que tudo), gosto de brincar com todos, tento ser amiga de todos e quase nunca tenho inimigos(as).
Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Imagine uma menina mimada e graciosa... Imaginou? Bem eu não sou assim, sou uma menina tipicamente normal tenho 58 kg distribuídos em lindos 1,62 de altura, cabelos negros, mas vez ou outra coloco um roxo, azul, vermelho, tenho olhos claros e eregalados, em ocasiões normais sempre uso um vestidinho básico com uma sapatilha em ocasiões especiais utilizo todos os dotes adquiridos com minha tia (Um glamur total). Gosto de praticar esgrima, escalada e sempre manter meu corpo em forma malhando um pouco na academia. Sou audaciosa e sempre que estar no meio das coisas, mesmo sabendo que é perigoso e que posso morrer, a adrenalina é uma dadiva divina.
Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):
Olhe, eu não queria ser um meio-sangue.
Se você está lendo isto porque acha que pode ser um, meu conselho é o seguinte: feche essa guia agora mesmo. Acredite em qualquer mentira que sua mãe ou seu pai lhe contou sobre seu nascimento, e tente levar uma vida normal.
Meu nome é Perceu Jackson...
- Para tudo! Calma ai essa história não é minha! Essa sim é minha história ... Mas até que o Perseu tem razão... Ser semideus não é nada bom principalmente a parte de você ter sua vida em risco 24 horas por dia.
Meu nome é Annabel Perry, tenho 16 anos e minha vida era normal até dois anos atrás.
Eu vivia com minha tia Katy em uma linda casa em Los Angeles, tinha diversas amigas e até um blog muito famoso - Tive que abandonar tudo para esta minha nova vida. – minha vida deu uma guinada muito forte em um noite de verão ...
Eu e minhas amigas Nathaia, Marilha e Fernanda estávamos nos vestindo para ir ao baile de máscara de nossa escola, Nat ia de princesa cadáver, Mari de Bruxa, Fhê de patricinha como todo ano e eu não sei por que esta noite me deu uma vontade de ir de deusa grega, mas todas as que eu escolhia não me agradava muito, até que descobri uma deusa que era bem a minha cara, Íris a deusa do arco-íris, ri ao fazer uma comparação idiota a mim e a deusa. Estávamos todas prontas, meu vestido babado colorido e lindas asas de borboletas estava reluzente como se tivesse vida própria, algumas meninas idiotas começaram a zombar de mim dizendo que eu estava parecendo a sininho, fiz um sinal pervertido para todas com o dedo do meio e segui entrando na festa, parecia que o tempo havia parado todos olhavam para nós como se fossemos as mais lindas lá.  Fico sentada em um puff vermelho enquanto Nat e Fhê foram para a pista para dançar e logo começaram a se pegar, a eu tinha esquecido de dizer Nat e Fhê são namoradas, e Mari foi com seu namorado também e eu fiquei lá sentada no puff comendo um pouco de pipoca e tomando suco de groselha. O Dj estava tocando uma música do David Gueta, Titânio, e todo mundo se acabava de dançar um menino veio em minha direção e me convidou para dançar então fui com ele dançar um pouco, uma fumaça branca se forma em meus pés e o som de “tush tush” do Dj estava auto, eu pego um biscoito com uma das garçonetes e mesmo tinha o formato de uma flor eu achei muito divo.
- Como é seu nome? – Perguntou o menino ao meu ouvido.
- Anna, E o seu?
- Polifemo. – O menino sorri torto e posso ver seus dentes amarelos. Faço uma cara de nojo, mas relevo.
Seus olhos eram castanhos, ou era isso que parecia. Minha visão estava ficando confusa e eu começo a ver tudo dobrado, sinto um embrulho no meu estomago e vomito o que eu havia comido outra hora. Vejo o salão rodar e uma voz toma minha cabeça “ Fuja daí minha pequena” Não se de onde estava vindo estava voz, mas era muito familiar, olho para os lados tentando achar minhas amigas, contudo, só via mais fumaça branca e nem mesmo achava mais o garoto que dançava comigo. BUM! Foi o que eu escutei quando algo em algum lugar explodiu a fumaça começava a baixar e eu continuava a ver tudo dobrado, minha mente parecia não pertencer mais a mim. – Maldito biscoito. Pensei. – Vejo um ser vindo em minha direção tão rápido seu único olho castanho me deu um pouco de náusea, - Não creio. Falei para mim mesma. – Era o mesmo menino que estava dançando comigo, ele era completamente monstruoso agora tinha 4 metros de altura e seu terno estava todo rasgado, me fez lembra do filme do incrível Hulke. Tento correr, mas ele me pega pela perna e me puxa para perto dele.
“Toque seu relógio.”
Disse a voz novamente em minha mente. E como foi dito apertei o mesmo virou um enorme escudo branco e soltou uma luz tão forte contra o único e nojento olho do Polifemo que o fez me largar, gritei de emoção e medo. – Aquilo não podia ser real. Pensei.
O monstro voltou ao seu estado normal e o relógio também, ouço outro som de BUM! Então vejo três seres vindo em minha direção, um era um homem metade cavalo o outro um menino de quase a mesma idade minha e por fim um menino bode. – Minha mente só podia estar tirando uma peça em mim, deveria ter sido a flor que comi. Pensei antes de sentir o toque da mão do homem cavalo em minha cintura e logo eu desmaio de medo.
Quando acordei estava deitada em uma cama dentro de um lugar completamente novo, vejo uma garota ruiva e cheia de sardas no rosto chegar perto de mim e colocar um copo de água ao lado de minha cama e depois sorri.
- Sou Selene, seja bem vinda ao Acampamento.
Esfrego as mãos nos olhos para ver se isso não era um sonho, a menina continuou ali parada com um sorriso no rosto.
- Me... Meu nome é Anna... Annabel. – Digo um tanto confusa. – Onde estou? Você falou de um tal acampamento.
A menina confirma com a cabeça.
- Você está no acampamento meio-sangue, sua tia Katy mandou lhe entregar esta carta. – A menina me entrega um envelope lacrado e rosa, com certeza era de minha tia.

Querida Anna, sei que é muita coisa para processar, mas tenho algo para lhe contar. Seu pai um dia encontrou uma linda mulher em uma de suas viagens, ele acreditava que ela era a mulher da vida dele e era, ela lhe deu uma linda menina que a batizou de Annabel, contudo a mulher não podia cuidar da criança por conta de seus afazeres divinos, sim divinos, sua mãe não é uma mulher humana qualquer minha pequena Anna, sua mãe é uma deusa grega, Íris, e a partir de agora o seu dever é cuidar para se manter viva antes que mais monstros como aquele tente lhe matar, saiba que eu te amo muito.
Assinado: Katy Perry.


Fico boquiaberta com as informações e uma lágrima escorre no canto de meu rosto, não sei se era de tristeza ou de surpresa ao descobrir algo magnifico, por isso minha tia queria tanto que eu aprendesse mitologia grega, tudo estava se ligando agora aquela voz em minha mente, era minha mãe querendo me mostra que ela estava sempre comigo em todos os momentos até mesmo os mais difíceis.

Arma usada: Presente de reclamação obrigatorio.:
• Escudo de Luz: escudo inteiramente branco capaz de refletir toda a luz, sua capacidade de brilhar o torna uma ótima arma pois atrapalha na visão do adversário [vira um relógio].[Obrigatório]
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Éter em Qua Fev 12, 2014 6:28 pm

Achei sua ficha bastante criativa e com poucos erros.
Bem-vinda: Filha do Arco-íris!

Aprovada
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Charlie Flayer em Qui Fev 13, 2014 9:11 am

Charlie Flayer



Nome: Charlotte Flayer ( Mas ela gosta só de Charlie)
Idade: 15
Local de Nascimento: Atlanta, Geórgia.
Progenitor Primordial: Atena
Progenitor Mortal: Leonard Flayer
Características Psicológicas:Charlotte é um pouco tímida, mas quando está perto dos amigos é divertida, engraçada, brincalhona e muito amigável. Tenta não parecer tímida quando vai conhecer pessoas novas ou falar com pessoas bonitas, mas é um defeito dela. Ela esconde um pouco. É uma pessoa delicada e muito inteligente, adora estudar e ler livros. Atrás de toda essa timidez e fofura ela pode ser muito perigosa, treina desde pequena e está pronta para qualquer desafio que lançarem. Não perde lutas quase nunca, e a pessoa pode sair precisando ir para o hospital. Tenta manter a calma sempre, mas quando está treinando já é outra coisa, principalmente em algumas atividades. Não é uma pessoa que bota medo, pelo contrário, adora fazer amigos, mesmo tendo dificuldades para criar amizades, e sempre pede desculpa se machucou alguma pessoa. Muitas vezes ela é meio ignorante e sarcástica. Ela também é muito orgulhosa.
Características Físicas: Pele branca, quase pálida. Tem cabelos vermelhos, lisos, um pouco enrolados no final. Um olho azul e um cinza, mas tem dias que os dois amanhecem azul, tem dias que amanhecem todo cinza. Tem 1,68, é magra, mesmo comendo por umas duas ou três pessoas, e tem um corpo escultural. Ela está sempre treinado para deixar o corpo em forma. Como já é bonita, não passa muita maquiagem, apenas um batom e rímel, as vezes.
Conte-nos sua História: Quando tinha 3 anos, no mínimo, seu pai se casou. Ela adorava a madrasta. As duas brincavam e saiam o tempo toda para se divertir. Quando ela fez 5 anos, o pai dela contou para a madrasta que ela era uma meio-sangue, que os deuses eram reais, mas ainda não contaram a Charlie. Passou toda a sua infância se divertindo com os amigos e a madrasta, pois o pai estava trabalhando muito e chegava tarde em casa. Quando completou 10 anos uma mulher, loira, de olhos cinza, iguais o da Charlie, deu para ela um colar feito de ouro, com um pingente de coruja. Ela ficou muito feliz e foi mostrar ao pai, e quando voltou para agradecer a moça ela já tinha sumido. Aos 11 anos estava voltando pra casa quando garotos tentaram roubá-la. Ela correu para a floresta, mas eles a seguiram. Ela estava perdida, não conseguia subir na árvore, pois estava fraca. Só tinha uma opção. Ela se escondeu em um arbusto com muitos espinhos. Os garotos foram embora, mas ela estava muito machucada. Não sabia onde estava, sua visão estava embasada, mas ela viu uma luz, um pouco longe, mas ela conseguiu chegar até lá. A última coisa que viu foi um garoto, que gritou, chamando alguém para ajudar, e carregou ela enquanto ela estava desmaiando.
Ela acordou em uma enfermaria, desesperada, sem saber onde estava. Um garoto, meio bode, apareceu. Ela deu um pulo quando viu sua parte de bode, mas ele a acalmou e contou o que estava acontecendo. Contou sobre os deuses e que ela era filha de um deles. Seus olhos tinham amanhecido azuis, então não sabiam que ela era filha de Atena. Ela conheceu o acampamento e ficou no chalé 11 enquanto não sabiam de que deus ela era filha. Ela tirou o colar, que ganhou em seu aniversário, quando foi praticar arco e flecha e apertou um pequeno botão quando tirou, o pingente uma aljava com várias flechas e a corrente virou um arco de ouro com uma coruja desenhada em cima. Naquele momento uma coruja apareceu em sua cabeça, foi quando ela descobriu que era filha de Atena. Ela está morando no acampamento desde esse dia.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Apolo em Qui Fev 13, 2014 3:53 pm

Muito bem. Suas respostas forma ótimas e apesar da história curta, a mesma foi bem contada e escrita. Muito bem, bem vinda ao chalé 6, filha da deusa da sabedoria.

Aprovada

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Lucius Pizzetti em Sex Fev 14, 2014 5:55 pm



This is Life?


Nome Completo: Lucius Vonesco Pizzetti

Idade: 23

Local de Nascimento: Subúrbio Aurélio - Roma - Itália

Progenitor Primordial:  Phobos

Progenitor Mortal:  Lorena Vonesco Pizzetti

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):

Lucius é dono de uma personalidade típica de um bom ladrão, sendo sempre bom em conversas assim como igualmente habilidoso em  roubar qualquer tipo de carga pequena que caiba em seus bolsos. Isto se vem ao fato do mesmo ter crescido em área diversas,  sendo todas elas de baixo poder aquisitivo, ou seja, subúrbios ou até favelas.  Tendo um estilo sociável a certo ponto ele sempre tenta aumentar seu circulo de aliados, pois com sua experiência de vida é evidente que o mesmo veio a aprender que quanto maior o grupo, maior a força, além do que o mesmo tem uma certa dificuldade de aproximação devido ao fato do medo que as pessoas tem de seu estilo e aparência; Isto é o lema de Lucius que ao entrar em problemas repete esta frase como se fosse uma forma de introduzir um momento, mantendo um clima perfeito para a situação. Lucius também tem certa dificuldade de acreditar fielmente nas pessoas, mesmo sendo suas amigas e por isso ele nunca fica de guarda baixa, pois mesmo amigos podem lhe trair. Ele também tem um vicio em cigarro, apesar de sempre tentar largá-lo.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):

Possuindo um péssimo corte de cabelo  cujo o tom de cor é um castanho meio escuro, o jovem tem total desapego com vaidade sempre usando roupas, na maioria das vezes, de fazendeiros ou de motoqueiros que ele encontra pela estrada; tendo olhos levemente azuis e sua pele tendo um tom mestiço de cor lhe dão um estilo natural e físico. Possuindo uma altura considerada como mediana para sua idade e sendo seu físico meio bruto, além de seu contraste facial que lhe dá uma expressão séria ,ele não parece ser um cara muito “legal” ao ponto de vista sociável.

Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):

Na famosa e mundialmente conhecida Roma, no inicio dos anos 90 viria a nascer o jovem Lucius. Em uma casa feita de madeira foi aonde uma vizinha veio a realizar o parto da criança que nasceria prematura e sem equipamentos hospitalares disponíveis ou até mesmo dinheiro para pagar o hospital ele teve de sobreviver na base da força de vontade deixando assim seu rosto um pouco mudado, com características mais anormais que outros bebês da época e não demorou muito para que a mãe procura-se fazer “serviços” especiais para sustentar a criança cujo pai havia fugido, isto é, de acordo com histórias contadas por sua mãe Lorena que trabalhava a noite deixando o menino sozinho em sua casa. Certo tempo depois, cerca de quatro a cinco meses após seu nascimento, sua mãe conseguiu uma renda financeira após conseguir um emprego em uma fabrica que ficava a quase cinco quilômetros da casa de Lucius e por amor a seu filho Lorena caminhou cerca de dez quilômetros todos os dias por quase  doze anos para melhorar a vida de seu filho cujo ela insistia em dizer e repetir várias vezes que “seria difícil”.

 ~~~

Aos doze anos de idade, morando na mesma casa de seu nascimento, Lucius conviveu e conheceu várias pessoas do local a ponto de conhecer até os animais que moravam lá e isto lhe deu certa fama no bairro. Mesmo assim, quando ia a escola ele era majoritariamente chamado de esquisito ou até de brutamontes por seus colegas que o depredavam todos os dias e por isso ele passou a faltar na escola até abandona-la no ensino médio aos dezoito anos para trabalhar junto de sua mãe que por um estranho acaso passou a ter um senso de proteção enorme quanto a Lucius, não permitindo ele sair de casa a não ser que fosse ao trabalho e isso seria muito incomodo para o mesmo que estava acostumado a sair para conversar com as pessoas da rua. E em certo dia, cansado de ficar preso, Lucius decidiu sair e falar com seu vizinho Leonardo que tinha acabado de receber um carregamento de novos doces e tomado pela gula o jovem decidiu ir até a loja de Leonardo. Chegando lá, o dono da loja chamou Lucius até a parte dos fundos da loja onde o mesmo subitamente  se transformou em um monstro alado que atacaria Lucius.

~~~

Preso ao estreito local, Lucius pegaria um caixote de madeira usando o material para fazer uma lança e com ela ele abateria a criatura com facilidade. Conforme o seu retorno para casa, ele poderia perceber que as pessoas pareciam ter medo de sua pessoa conforme os mesmos se trancariam em suas casas. Ao retornar para casa, sua mãe desesperada arrumou suas coisas e embarcou com Lucius até os Estados Unidos onde o mesmo foi levado junto a um guardião para um acampamento cheio de jovens. Porém, se algo não sairia de sua cabeça, isto seria o fato de sua mãe saber a existência do local e sobre todo o ocorrido; logo, posteriormente o mesmo veio a descobrir que era o filho de um deus, portanto um semi deus, filho de Phobos e com tal descoberta inusitada o mesmo vem a treinar seus poderes ocultos no acampamento onde o mesmo ainda habita.


Post:  001

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Éris em Sex Fev 14, 2014 6:34 pm

Muito bem. Suas respostas foram aceitáveis, seria melhor se tivesse mais detalhes (eu amo detalhes) e não afirme nada que será avaliado por outra pessoa(dica).
Bem vindo filhote de Phobos.
Esperando att
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Kouji HooDahe em Sex Fev 14, 2014 6:55 pm


Son Of Melinoe
FAR AWAY THIS SHIP IS TAKING ME FAR AWAY FAR AWAY FOR THE MEMORIES OF THE PEOPLE WHO CARE IF I LIVE OR DIE. STARLIGHT I WILL BE CHASING THE STARLIGHT UNTIL THE END OF MY LIFE I DON'T KNOW IF IT'S WORTH IT ANYMORE. HOLD YOU IN MY ARMS I JUST WANTED TO HOLD YOU IN MY ARMS


Nome: Raphael Lovato

Idade: 17 anos.

Local de Nascimento: Estados Unidos, Nova York.

Progenitor Primordial: Melinoe

Progenitor Mortal: Henry Lovato

Características Psicológicas:
Raphael Lovato é um garoto calmo, extrovertido,  bem humorado e bastante ativo, não consegue ficar parado por muito tempo, mesmo que sentado o garoto fica me balançando, sim, ele têm hiperatividade e um leve transtorno bipolar, porém muitas vezes continua quieto e não têm ataques de bipolaridade com muita frequência. Insultos pejorativos não têm efeito sobre o garoto, mas se quiser irritá-lo xingue seus amigos, mas uma nota: Não será Macária que virá te buscar.

Características Físicas:
A prole de Melinoe é alto, seu corpo musculoso, porém magro. Seus lisos e louros cabelos arrepiados estão sempre penteados para cima. Sua pele branca levemente bronzeada lhe disfarça um pouco como filho de Melinoe, pois muitos dos filhos de tal Deusa possuem aparência mortífera. Seus olhos são azuis e os lábios são rosados e finos.

Conte-nos sua História:
Lovato acabara de descer do ônibus escolar, conseguiria viver mais um dia na escola para garotos problemáticos. Na verdade seu problema é não conseguir viver em um sistema totalmente capitalista e onde o corpo vale mais do que o próprio ser. O rapaz caminhou um pouco na trilha de barro até chegar em casa, o menino entrou em casa e fora recebido com um sorriso caloroso de seu pai. Phael arrastou a cadeira e pôs sua mochila sobre a mesma.

- Filho, hoje é sexta, que tal acamparmos na floresta hoje? Faz muito tempo que não nos divertimos juntos - Henry falou e Rapha concordou, afirmando com a cabeça.

...

Já era a noite, os dois já tinha arrumado a cabana, estavam em volta a fogueira, cantarolando e esquentando Marshmallow no graveto, como um típico acampamento americano. Conversaram, contaram piadas, olharam par ao céu, tudo aquilo ia muito bem até Raphael lembrar de que nunca conheceu sua mãe.

- Pai, o que aconteceu com a mãe? - Phael perguntou e a expressão de seu pai ficou pasma, seu rosto entristeceu.

- Raphael, eu já disse. Ela te abandonou, não te queria - Sua voz ficou grossa, quase sem sentimentos expressos, apenas desprezo.

"Corra". Uma voz surgiu em sua cabeça dizendo tal palavra. O olho de seu pai ficou dourado, não sabia o que era, mas seu instinto decidiu não ficar para ver o fim da história.

Raphael corria em sua máxima velocidade, os galhos batiam em seu rosto, cirando leves cortes superficiais.
Hora ou outra, o filho de Melinoe olhava para trás, era tudo escuro a não ser duas bolas douradas que lhe perseguiam. O menino aclamava por socorro gritando pela floresta até atravessar um portão, o qual seu pai não conseguira passar, um homem cavalo surgiu trotando em alta velocidade. Quíron - como se apresentara o centauro depois da confusão - arrancou de suas costas o arco e de sua aljava a flecha, atirando-a no coração do recente falecido de Raphael. Lágrimas escorreram pelos olhos de Phael, ele correu até onde estava o corpo caído de seu pai, o jovem rapaz gritava, e chorava. Não sabia o que iria acontecer agora, na verdade, ele não faz a miníma ideia de como será seu futuro.

Poucos dias se passaram e ele ainda estava de luto, agora sabia a verdade e que seu pai tinha sido possuído por um Eidolon, o qual queria lhe matar por boatos soarem que filhos de Melinoe carregavam algum artefato grego raro, na verdade, Phael descobriu que tivera sorte de achar o acampamento Meio-Sangue, fora registrados um grifo e duas dracaenes em volta do acampamento, caso não tivesse atravessado o portão, agora o menino seria mais uma alma de Melinoe.  

nome do personagem está em interação com tal pessoa; vestindo isto aqui; no bar do peixe -q e está se sentindo faminta e agradece à  Maay do TPO pelo template.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Convidado em Sab Fev 15, 2014 5:57 am

Alguns aspectos da sua ficha, como a história, por exemplo, ficaram fracos, porém sua escrita foi impecável.
Seja bem vindo, prole de Melinoe.
Aprovado.

Convidado
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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Aaron C. Black em Sab Fev 15, 2014 1:57 pm



The Son Of


Nome: Aaron Carter Black

Idade: 17 anos.

Local de Nascimento: Londres

Progenitor Primordial: Apolo

Progenitor Mortal: Abby Carter Black.

Características Psicológicas:
Aaron é o "bonzinho" dos gêmeos Carter Black, seu irmão, Marco é o abusado, sendo o "iluminado" da família é mais quieto, responsável, amigo. Porém não se deixe ser enganado por seu boa personalidade, o garoto sabe ser o diabo em pessoa, mas só atormenta quem mexe com seus amigos ou pessoas importantes para o garoto. O menino é calmo, prefere a lógica do que a luta, mas se não tiver opção, que seja, ele luta.

Características Físicas:
Aaron Carter Black não possui muitas diferenças físicas em relação a seu irmão. Seu cabelo é louro escuro de tamanho mediano, seu corpo é magro e pouco musculoso. Sua pele é esbranquiçada levemente bronzeada, seus olhos são verdes cristal, seu lábio é fino e levemente rosado.

Conte-nos sua História:
O Black já tinha laços sanguíneo com divindades mitológicas muito antes de sua mãe engravidar de Apolo, seu avô era Poseidon, sim até hoje deuses fazem coisas muito estranhas para os mortais. Ele e seu irmão nasceram com saudáveis. Porém com toda aquela regra do Olimpo, Apolo não pode ficar com seus filhos, uma lei de Zeus.

Sua mãe, Abby, tivera que voltar para o acampamento Meio-Sangue deixando-o juntamente seu irmão, com sua avó, que cuidara dos dois gêmeos até os dez anos. Os meninos cresceram consciente de seu lado nenhum pouco normal, recebia cartas de sua mãe lhe falando sobre missões, monstros e até mesmos os temidos e idolatrados deuses. Ele cresceu lendo, tocando piano, violão, violino, guitarra, praticando artes marciais e até mesmo tinha treino com arcos e flechas, balistas, bestas, ele gosta. Isso tudo até um dia em que voltava da escola quando fora atacado por uma dracaene, conseguira ser salvo por um Sátiro, mas não soubera o que acontecera com seu irmão. Foram separados no mesmo dia, o híbrido que o resgatou disse que havia outro companheiro para cuidar de seu irmão, mas não sabia se era verdade ou apenas para acalmá-lo.

Quando chegou ao acampamento o menino ainda se debatia e chorava, estava preocupado com seu irmão, rezava para seu pai por ele. Não pensava em outra coisa, e pior sua mãe não estava lá para tentar fazê-lo parar com os berros e para de bater nos Sátiros que o segurava para não fugir do acampamento.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Éter em Sab Fev 15, 2014 2:15 pm

Reprovado.
Apesar de criativo, a história teve bem menos que o mínimo de linhas exigido.

Sinta-se à vontade para tentar novamente.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Lúcios C. Rouvas em Sab Fev 15, 2014 9:04 pm






Os Gêmeos
Os Gêmeos De Apolo, e sua grandiosidade 

Nome: Marco C. Black
Idade: 17
Local de Nascimento: Londres
Progenitor Primordial: Apolo
Progenitor Mortal: Abby Carter Black
Características Psicológicas:
Marco é a ovelha negra da família, sempre abusado, divertido, é pouco responsável, porem ele presa muito a amizade, sempre em suas missões e desafios prefere usar seus instintos, a lógica para ele não é seu forte, muito menos a agressividade, ele preferia seguir seu coração, falando em coração ele sempre teve uma queda pela sua prima Lillie W. Black, que o rejeitava pelo seu jeito “tarado”. Ele havia puxado a seu pai sua avó sempre dizia pois ele era ousado e sempre estava atrás de um rabo de saia por este motivo também quase sempre estava sozinho o que fazia de seu irmão seu maior amigo.
 
Características Físicas:
Não há muita diferença física de seu irmão gêmeo para ele, seus cabelos são negros com as pontas estranhamente loiras claras naturais, ele nunca havia pintado seu cabelo, dês de quando tinha apenas dois anos de idade,seu corpo era bem parecido com o do irmão, magro, pouco mais musculoso que o irmão e pele bem clara, porem estava sempre no sol, ele era claro, mas não pegava bronzeado não importando o quanto que ficava no sol, olhos azuis puxados para o verdes, lábios finos e um rosa um pouco escuro, quase chegando no vermelho.              
 
Conte-nos sua História :        
Marco e Aaron tinham uns históricos sanguíneos digamos que divino, sua mãe, Abby, era filha do poderoso deus dos mares, Poseidon, seu pai já era o deus do sol, da luz, o imponente e reluzente Apolo, Marco e Aaron nasceram saldáveis,com muita energia, se cicatrizavam rapidamente, tinham uma alegria e um brilho próprio impressionante, a única coisa que os deixava chateado era as regras do charlatão, Zeus, que proibia seu pai de velos, apesar disto Apolo sempre os vigiava durante o dia, e os ajudava fazendo o que lhe era possível.
 
 
Sua mãe, Abby, tivera que fazer o sacrifício de “abandonar” seus filhos com sua avó, para voltar para o acampamento meio sangue onde tinhas deveres, missões, treinos, e coisas mais divertidas e perigosas para se fazer do que cuidar de dois bebes... Marco e Aaron dês de quando eram criancinhas, de três quatro aninhos já sabiam de seu lado paternal “divino”, ou deveria ser chamado de lado luminoso, ou lado estranho, diferente, em fim não importa o sinônimo que deseja usar. Eles recebiam cartas frequentemente de sua mãe contando muitas historias de missões impossíveis de monstros abomináveis e perigosos, deuses temidos, adorados salvadores e maléficos.
 
 
Enquanto Aaron cresceu lendo, tocando piano, violão, violino, guitarra, praticando artes marciais e até mesmo tinha treino com arcos e flechas, balistas, bestas. Marco cresceu com uma espada em sua cintura, flechas em suas costas e um arco e flecha em suas mãos caçando animais selvagens como zebras coelhos servos veados e ratos, para descontrair ele amava cantar e lutar contra as arvores que havia em seu jardim, ele ficava socando a arvore o dia inteiro para ganhar mais força física e mais velocidade e agilidade em lutas em geral corpo a corpo, por isto sempre vencia seu irmão em brincadeiras e pequenas briguinhas entre irmãos.
 
 
Esta era basicamente a historia dos dois irmãos, e então tudo mudou quando uma Darcaene os atacou, criatura metade cobra metade humana, meu irmão havia fugido com ajuda de um Sátiro, já eu estava entregue a minha própria sorte, havia apenas um flecha em minha blusa, meu arco já havia passado de meu ombro para minha mão, por que carregava o arco comigo?, simples eu depois da escola iria caçar um pouco, a flecha de minha bolsa estava no arco pronta para disparar quando aquela criatura o ataca ele lança a flecha com tanta precisão que acerta o “braço” da criatura e a prende em uma parede da rua, um Sátiro que chega em seguida fica impressionado e paralisado com o meu feito, já eu abandono tudo que havia em minha mochila e saio correndo o mais rápido possível, logo o Sátiro me ultrapassa com suas pernas de bode e me guia até o acampamento chegando no acampamento todo suado e ofegante de tanto correr ouvia os berros de seu irmão dramático escoarem por todo o acampamento, de imediato saio correndo atrás da voz do irmão até encontrar e se mostrar vivo, assim que o encontra diz cheio de marra: -Ai maninho, vai precisar mais do que uma Darcaene para me derrubar, ta gritando porque?! O abraça e logo vai até o refeitório comer algo por estar cheio de fome e não ter almoçado ainda.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Éter em Dom Fev 16, 2014 9:49 am

foi uma ficha relativamente boa e sem muitos erros.
Aprovado

Parabéns ^^

Atualizado por Ananke
Desculpe a longa demora, não tinha conhecimento sobre essa aprovação, mas quando for assim o meio-sangue pode pedir para algum deus atualizar

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Aaron C. Black em Dom Fev 16, 2014 12:40 pm



The Son Of Apolo


Nome: Aaron Carter Black

Idade: 17 anos.

Local de Nascimento: Londres

Progenitor Primordial: Apolo

Progenitor Mortal: Abby Carter Black.

Características Psicológicas:
Aaron é o "bonzinho" dos gêmeos Carter Black, seu irmão, Marco é o abusado, sendo o "iluminado" da família é mais quieto, responsável, amigo. Porém não se deixe ser enganado por seu boa personalidade, o garoto sabe ser o diabo em pessoa, mas só atormenta quem mexe com seus amigos ou pessoas importantes para o garoto. O menino é calmo, prefere a lógica do que a luta, mas se não tiver opção, que seja, ele luta.

Características Físicas:
Aaron Carter Black não possui muitas diferenças físicas em relação a seu irmão. Seu cabelo é louro escuro de tamanho mediano, seu corpo é magro e pouco musculoso. Sua pele é esbranquiçada levemente bronzeada, seus olhos são verdes cristal, seu lábio é fino e levemente rosado. Embora ele e seu irmão se pareçam muito, ainda é meio que possível distingui-los, Aaron é um pouco mais baixo e magro.

Conte-nos sua História:
O Black já tinha laços sanguíneo com divindades mitológicas muito antes de sua mãe engravidar de Apolo, seu avô era Poseidon, sim até hoje deuses fazem coisas muito estranhas para os mortais. Ele e seu irmão nasceram com saudáveis. Porém com toda aquela regra do Olimpo, Apolo não pode ficar com seus filhos, uma lei de Zeus.

Sua mãe, Abby, tivera que voltar para o acampamento Meio-Sangue deixando-o juntamente seu irmão, com sua avó, que cuidara dos dois gêmeos até os dez anos. Os meninos cresceram consciente de seu lado nenhum pouco normal, recebia cartas de sua mãe lhe falando sobre missões, monstros e até mesmos os temidos e idolatrados deuses. Ele cresceu lendo, tocando piano, violão, violino, guitarra, praticando artes marciais e até mesmo tinha treino com arcos e flechas, balistas, bestas, ele gosta. Isso tudo até um dia em que voltava da escola quando fora atacado por uma dracaene, conseguira ser salvo por um Sátiro, mas não soubera o que acontecera com seu irmão. Foram separados no mesmo dia, o híbrido que o resgatou disse que havia outro companheiro para cuidar de seu irmão, mas não sabia se era verdade ou apenas para acalmá-lo.

No meio do caminho o sátiro e Aaron foram atacados por uma Harpia desordeira, felizmente o garoto tinha um raciocínio rápido e uma boa mira, criando distrações enquanto o sátiro a atacava até a humanoide rapina se desfeita em pó dourado. Ainda tiveram que suportar os mosquitos, o filho de Apolo jurou que criaria um repelente contra as pestes que durariam eternamente, depois veio uma tempestade, talvez Hera tenha pego Zeus com uma caso com uma mortal e definitivamente todos sabem que Zeus não gosta de ser chamado atenção ou então raio nele, uma súbita vontade de xingar seu avô veio a sua cabeça, mas um raio quase os acertaram então logo afastou aquele pensamento da cabeça.

Quando chegou ao acampamento o menino ainda se debatia e chorava, estava preocupado com seu irmão, rezava para seu pai por ele. Não pensava em outra coisa, e pior sua mãe não estava lá para tentar fazê-lo parar com os berros e para de bater nos Sátiros que o segurava para não fugir do acampamento. O gêmeo conseguiu voltar vivo, o alívio tomara conta de Aaron, mas a vontade de encher seu irmão de porrada era enorme, os gêmeos se abraçaram e sorriram. Logo depois os dois foram ao chalé de Apolo e ficaram se perguntando como seria que sua mãe, Abby estava, não a vira desde pequenos e uso de aparelhos elétricos como celular e computador era proibido dentro do acampamento, pois enviavam sinais perceptíveis aos monstros e assim teria um grande ataque ao acampamento. Os jovens começaram no acampamento se aventurando em treinos, e logo foram reclamados por Apolo, seu pai, ganhando os respectivos presentes por serem seus filhos. Embora o Deus do Sol não pudesse ficar junto a eles, sabiam que o pai prestava atenção neles, de uma forma ou de outra.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Circe em Dom Fev 16, 2014 2:16 pm

Você é criativo, mas sua narração deixa a desejar. Sua história contém vários erros e você precisa ser mais descritivo nos desafios que enfrentou antes de chegar ao Acampamento, mesmo que tenha se passado com uma criança de 10 anos (se eu entendi direito sua ficha, era essa a idade que dizia ter). Uma dica: leia a sua história antes de postar e imagine o que as pessoas vão pensar ao lê-la. Não desista da ficha, dê mais foco ao que falei que acho que vai ficar muito boa.
PS: As características estão ótimas, eu não mudaria muita coisa nelas.


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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Elena Völkers em Seg Fev 17, 2014 12:00 pm

reclamação


The Black Rose

#Nome:    Augusta Kendrich Heinrich.
Idade: 17 anos.
Local de Nascimento: New Orleans, EUA.
Progenitor Primordial: Perséfone.
Progenitor Mortal: James Heinrich.

Características Físicas: Augusta é uma garota digamos singular. De cabelos longos e lisos, vezes castanho médio, vezes loiro escuro, os cabelos as vezes fazem pequenas ondas quando se aproximam das pontas, caimento natural. A semideusa é magra demais, sempre fora, com seios fartos mas normais pra sua idade. A menina tem uma cintura fina, bem fina. Apesar de magra demais, o que se assemelha em seus braços e pernas, a menina é muito rápida, fazendo com que corra com mais velocidade do que alguns filhos de Hermes. Seus pés são bem pequenos e delicados. Os olhos são de um azul quase nunca visto, bem vivo e chamativo, o que faz que ela nunca passe despercebida, ah! menina Augusta, tão bela, tão perigosa, de lábios medianos, mas sempre rosados, naturalmente desenhados pelos deuses.

Características Psicológicas: Amarga, sem sombra de duvida. Dona de traços rebeldes, Augusta nasceu para viver e viverá nem que tenha que infringir as regras para isso. Discutirá com você até os seus últimos argumentos com a mesma feição de indiferença do começo da conversa, estando errada ou não. Quando estiver sem forças para o fazer, irá partir a sua cara. Impulsiva, por vezes a maneira bruta e rude que vê o mundo afasta as pessoas que tentam se aproximar, porém aquelas que conseguem furar o bloqueio inicial da garota aprende ama-la. Muito protetora com os amigos e protegidos, tem a estranha mania de querer defender qualquer um que esteja em minoria. Contudo, não queria tê-la como inimiga. Vingativa e perigosa,a morena pode se aproveitar da sombra mais ordinária para acabar com a raça de qualquer um que lhe desagrade.

Narre sua história:
Encarou as árvores secas com os olhos estreitos e lábios pressionados. Definitivamente não estava no Acampamento. Riu sarcasticamente e observou o longo e provocante vestido vermelho. Não estava no Acampamento também, o que comprovava ainda mais sua teoria. Um sonho? Provavelmente. Ou talvez estivesse viajando de novo, mas seus pensamentos nunca ganhavam forma daquele jeito, por mais viajada que estivesse. É, definitivamente estava em um sonho. Deu um passo a frente com seu sorriso ganhando um ar divertido enquanto caminhava pela grama queimada. As casas estavam todos destruídos, sem exceções e em algum canto ali que ela evitou olhar novamente haviam corpos.

Era tudo muito mórbido. Ela sempre gostou da morbidez, mas era estranho ver a vila daquela forma. Definitivamente.

Um vento bateu lhe trazendo o cheiro de fumaça e algumas cinzas e ela se restringiu a seguir essa trilha deixada pelo aroma. Não se apressava e seu ritmo era calmo demais para alguém que via todas aquelas atrocidades em silêncio. "Esse é seu interior" Disse uma voz grossa e masculina em sua cabeça. Parou e olhou em volta e não viu ninguém. Suspeito. Ignorou e voltou a sua caminhada, sendo novamente interrompida pela mesma voz.

"Inconfiável. Fria. Macabra. Má. Falsa." Reconhecia aqueles adjetivos e eles se lançaram sobre ela como uma flecha lhe acertando tão fortemente que ela se manteve paralisada, olhando para o céu cinzento daquela estranha manhã. O ar estava pesado e possuía um cheiro de podridão. Não, aquele não podia ser seu interior. Ela é fria e não costuma confiar nas pessoas, além de se esconder atrás de algo encantado. Mas ela não era podre daquela forma. Era a visão dos outros sobre ela? Não, era seu sonho. Nada além de um sonho, não se deixe abater, era o que ela dizia para si mesma.

Mas ela reconhecia sim aqueles adjetivos. Eram os direcionados para si quando mais nova. "Sádica. Sem coração. Anti-social. Demônio" Ela não conseguiu evitar se encolher um pouco. Um vento frio passou por ela, lhe arrepiando e a fazendo se sentir mal. Como se aquele vento trouxesse algo além daquela friagem... Algo mais. Algo além."Pobre sombra envolta em escuridão." Agora era a voz de uma garotinha, mas era uma voz sem emoção, talvez uma voz acostumada a ver tantas mortes que Augusta não conseguiria contar.

"Tuas ações trazem dor e sofrimento à humanidade." Ela estava reconhecendo a voz e as citações. Ergueu a cabeça e olhou novamente em volta, não se deixando abater. Não passavam de memórias. Confusas, emboladas e colocadas em um local estranho, mas memórias. Os adjetivos dados pelos seus colegas... Sim, apenas um sonho. "Tua alma vazia afoga-se nos teus pecados" Um sonho muito real. Viu um olho gigante surgir no céu e as memórias finalmente tomaram forma. "De que forma desejas ver a morte?"

Talvez ela mesma tivesse esquecido que havia sofrido. Ou talvez tivesse apenas escolhido esquecer ou substituir toda aquela dor por algo mais feliz. Era isso que fazia todos os dias, não? Ser forte. Viu com uma vagarosidade torturante um passado distante voltar à sua mente, quando ainda era uma menina de 14 anos,com seus colegas a olhando de forma estranha enquanto se via, tão pequena e frágil em um canto com suas roupas que já denunciava o belo corpo de criança começando a se transformar em um corpo de mulher. Não que ela colaborasse para ser querida já que nesta época sempre optou por se isolar o máximo possível de tudo e todos. Ela queria que alguém tentasse a aproximação, tentasse o primeiro passo. Alguém que talvez gostasse dela, quem sabe. O simples fato de ser diferente, de não ser vista com desejo que fizeram com que ela fosse denominada de coisas que ela não é e nunca foi e provavelmente nunca será, como inconfiável.

Mãos saíram do chão, almas atormentadas se retorcendo nas sombras a agarrou e começaram a a puxar para baixo, pelos lados e até seus cabelos, lhe causando uma dor muito grande além de ferimentos de arranhões e a sua roupa agora estava em farrapos.

Então, o cenário mudou. Era um momento feliz entre seu pai, ela e sua irmã. Era uma boa memória, sem dúvidas. Então, porque ela estava ali? Como se lesse seu pensamento - se achou tola por usar esta expressão, é óbvio que leu seu pensamento considerando que é tudo parte de um sonho, saíra de sua cabeça, afinal - o cenário começou a escorrer, como tinta fresca. Aliás, o cheiro de tinta estava lhe atordoando os sentidos. Olhou para o lado e como se estivesse dentro de um quadro ela viu seu pintor sorrir macabramente com seus dentes podres.

Foi naquele momento em que ela finalmente sentiu falta de algo. Estendeu a mão e a região a sua frente tremulou. Uma passagem. Se jogou na passagem, sendo automaticamente mandada para outra cena. Reconhecia aquela cena, reconhecia ela bem.

Era, literalmente, o momento de sua morte.

Um acidente. A casa onde moravam queimada. Uma sobrevivente.
Foi então o inicio da tragédia. Era o fim e ao mesmo tempo o inicio de sua vida. Era algo tão paradoxal. Ela estava no escuro, até que um clarão azulado surgiu. Um clarão que ela reconheceu logo que abriu os olhos e viu seu pai com os resquício do seu momento de amargura escondidos por um tipico sorriso prepotente com quem diz "Eu posso tudo", Mas ele não podia. E jamais poderá fazer nem um terço do que queria.
Uma troca equivalente, era tudo que elas precisavam. Um sentido perdido e um membro deixado para trás, isso resultou em sua fuga de casa e, mais tarde, à ao que resultou em sua descoberta sobre o Acampamento Meio Sangue,onde atualmente a garota reside.
(...)

No instante seguinte,caiu em um buraco em algum momento de distração e foi parada apenas pelo chão. Era o vazio. Não, não era o deserto, não era areia que tinha abaixo de seu corpo, eram cinzas. Cinzas de memórias queimadas, sentimentos queimados, ela queimada. Lágrimas escorreram e ela se deixou cair, derrotada. Tudo só se cessou quando ela despertou. Sua respiração sendo forçada e ruidosa ela fechou os olhos, engolindo a seco.

Não era ela. Era o que ela poderia se tornar.

▲▼

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Ártemis em Seg Fev 17, 2014 1:08 pm

Augusta, o que mais me chamou atenção em sua ficha fora o modo como a escreveu. Primeiramente achei diferente o modo como citou sua historia e sua família mais ao meio. Nenhum erro fora achado e até hoje foi a melhor ficha que já li. Parabéns, semideusa.
Aprovada.

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Re: Teste de Reclamação - Olimpianos e Deuses Menores

Mensagem por Leon Alfrodies em Sex Fev 21, 2014 10:48 am

Nome: Leon Alfrodies.
Idade: 14 anos.
Local de Nascimento: Briey, França.
Progenitor Primordial: Ares
Progenitora Mortal: Mariett Louise Alfrodies

Características Psicológicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Leon é extremamente covarde, mas exibe surtos de coragem em situações de risco. É um garoto movido por seus sentimentos, sempre demostrando isso. É absurdamente leal e a ver como sua principal virtude, mas tem como defeito seu orgulho exacerbado que sempre utiliza como arma apesar de às vezes essas atitudes levarem-no aonde ele não deseja ir. Leon gosta que a atenção esteja voltada para ele, apesar de gostar que sua privacidade seja reservada. Ele sempre preza por seus amigos. Normalmente tem um humor que varia do feliz ao sarcástico, dependendo variavelmente de como esta a sorte de seu dia.

Características Físicas (No mínimo 5 linhas no Word ou outro editor de textos):
Leon tem em torno de 1,82 de altura. É magro, pesando em torno de 65 kg, mas em compensação todo esse peso é revertido em massa muscular. Seus músculos não são absurdos, só são apenas bem definidos. Devido sua altura e pouco peso, Leon sente muitas dores de coluna.
Seus cabelos são castanho ruivo, apenas demonstrando o tom ruivo durante a luz do sol. São grandes, apesar de não tocarem seus ombros. Seus olhos também são castanhos, mas de um tom claríssimo que chegam parecerem olhos de leão.

Conte-nos sua História (No mínimo 30 linhas no Word ou outro editor de textos):

Leon sempre teve o pequeno instinto de que algo tornaria sua vida grande e cheia de aventuras. Podia ate parecer estranho, mas Leon desde pequeno sempre tivera ânsias de aventuras. Com o passar dos anos e isso acabou se demonstrando de outras formas, como a leitura de aventuras históricas, oque de fato para Leon era um trabalho digno de Héracles, já que ele possuía dislexia.
Ele morava com sua mãe e padrasto na cidade de Briey, na França. Sempre morara lá desde que se lembrava. Na escola todos o conheciam como Sir Leão pelo fato de ser capitão do time de basquete da escola. Todos sabiam de suas dificuldades como aluno e o admiravam, afinal não era apenas sua dislexia, mas também seu transtorno do déficit de atenção que o atrapalhava muito. Mas apesar desses empecilhos, Leon nunca se deixou abater sempre estudando mais e tratando de melhor naquilo em que se sentia fraco.
Como morava em uma cidade pequena, costumava-se espalhar-se o comentário de que sua mãe havia sido estuprada quando jovem e que o estuprador era seu pai. Leon nunca tivera coragem de debater esse assunto. Quando ele perguntava quem era seu pai ela sempre remetia a uma única fotografia, que agora desbotada mostrava um homem extremamente bonito de um porte atlético incrível com um sorriso sarcástico estampado no rosto a o lado de sua mãe com vista da torre Eiffel.
E assim levava uma vida calma e sem muitas preocupações. Um dia, sua escola decidira realizar uma excursão por Nova York, Estados Unidos. Apenas alunos destaques poderiam participar desse evento e Leon foi um dos escolhidos. Mas não era isso que de fato animara ele. Katherine Piperell era oque de fato o fazia tremer na base e ela também fora escolhida para participar da excursão.
Katherine Piperell não era exatamente o tipo que todo garoto sonhara na vida, mas pra Leon ela era simplesmente perfeita. Seus cabelos castanhos esvoaçantes e cacheados, seus olhos negros como lagos sem fim e o seu corpo que era de dar inveja a qualquer patricinha. Mas porque não eram lhe atraídos muitos olhares? O simples fato do jeito de se vestir. A garota era uma geek total se vestindo das roupas mais estranhas aos olhos dos “outros”.
Eles dois haviam formado um vinculo de amizade desde há 4º série, quando ambos mostraram interesses em mitologia grega. Com o passar do tempo os dois de tornaram melhores amigos e Kathy sempre ajudava Leon com os estudos. Só que com o passar dos anos ele começou a se interessar por ela e a realmente ama-la e ela passou a ir atrás de outros garotos, exatamente quando seu estilo começou a se manifestar.
Durante a viagem, Leon e Kathy passaram a tagarelando de como seria legal ir ao novo mundo e ver todas aquelas coisas legais. Ele passou simplesmente toda viagem planejando e arquitetando como devia se declarar pra ela e por um fim justo a isso. Mas de acordo com que o tempo se estendia sua coragem também diminuía. Leon se encontrava em um verdadeiro dilema: Se contasse pra ela e ela também gostasse dela, tudo bem. Se ele falasse e ela não gostasse dele provavelmente as coisas ficariam estranhas entre eles e acabariam por não mais se falarem e isso era uma coisa que Leon repudiava.
Mesmo assim, foi durante uma visita a um museu da cidade que ele resolvera se declarar. Em meio às esculturas gigantescas, pinturas, dentre outras coisas que finalmente ele falou e alto e bom som:
- Kathy, eu preciso te falar uma coisa e só tenho agora pra dizer. – Sua respiração tornava-se agitada e seu coração palpitava com uma velocidade absurda. Foi então que o professor acompanhante chiou.
- Shiiiiiiiiii. – Ela pouco prestara atenção no professor ou no palestrante, ela havia se voltado para ele. Ela era dele, pensou Leon.
- Olha talvez aqui não seja o melhor lugar. Vamos sair? – Parecia loucura e realmente foi, mas ela respondeu:
- Você é doido, o senhor Lambree pega a gente iai ferra tudo, fala aqui mesmo! – Leon sabia que se não falasse agora jamais reuniria forças pra fazer aquilo de novo, então recomeçou:
- Olha, sei que parece besteira ou ate loucura mesmo... - O professor interrompera com mais um dos seus chiados categóricos. Mas ele continuou:
- Eu sempre, sabe, estive ao seu lado e você sabe que eu sempre... – Outro chiado, mas desta vez todos os alunos ouviram.
- Sempre oque? – Ela falou em um tom doce e de desafio, ela sabia do que se tratava, pensou Leon. Outro chiado, mas desta vez foi o pior. Cada batida do coração dele fazia todo seu corpo tremer, ele sentia o suor descer pela sua cabeça, ouvia a musica que vinha do fone de um colega que estava sentado ao lado de Kathy, ele sentia o mundo ao seu redor. A adrenalina crescia em seu corpo como um balão prestes a estourar. Ele respirou e continuou:
- Kathy, eu te amo. – Ao terminar de falar Leon via toda a expressão do rosto dela, mas professor se levantou e gritou em seu ouvido fazendo todo museu ecoar com a sua voz.
- SENHOR ALFRODIES, QUANTAS VEZES VOU TER QUE CHIAR PARA VOCÊ SABER QUE TEM QUE CALAR A SUA... – Antes que terminasse a frase, todo o corpo de Leon foi tomado pelo o ódio. Ele só tinha uma certeza: Queria socar o seu professor. Enquanto o mundo girava ao seu redor, ele viu seu braço involuntariamente socar a barriga do professor. Pode sentir todas as costelas se quebrarem e ate as veias se dilatarem pelo corpo da vitima.
O professor voou cerca de quatro metros ate o outro lado do salão. O local estava todo cheio de sangue e todos olhavam para ele. Tomado pelo desespero, Leon correu. Correu como se sua vida dependesse disto e ao se deparar com uma das paredes do museu apenas deu uma voadeira e toda a parede foi estraçalhada.
Leon viu que aquela força era monstruosa. Ele não sabia oque fazia apenas corria e quando alguém se deparava com ele ou o tentava impedir sua passagem ele simplesmente jogava a pessoa distante. Em sua mente várias questões explodiam e enlouquecia mais ainda seus pensamentos o deixando cada vez mais confuso. Teria mesmo matado o professor? Pensava Leon. Quando finalmente chegou ao hotel onde estavam instalados, ele foi para seu quarto. Ao chegar o desespero simplesmente o tomou de conta e ele se pôs a chorar desesperadamente. Oque fez? Oque faria? Pra onde iria? Oque seria de sua vida agora?
Ele não esperou que as respostas simplesmente brotassem de sua cabeça. Pegou uma bolsa qualquer de algum colega e a esvaziou. Colocou seus objetos mais importantes na bolsa e quando chegou à porta se perguntou se aquilo era realmente sério, se não havia enlouquecido. Desabou no chão novamente e chorou de novo. Dois minutos foram reservados para o seu puro desespero, logo depois se recompôs e pegou a bolsa e saiu pela porta.
Enquanto andava pelos corredores do hotel, Leon notava que as luzes estavam inquietas, como se alguém as apagassem e as ligassem. Como se fossem queimar. Logo o ambiente ficou frio, frio o bastante para que ele pudesse ver seu próprio hálito. O medo se apoderou da mente dele, o visual daqueles corredores se enquadravam perfeitamente em qualquer filme de terror. A ultima luz do corredor se apagou e assim a escuridão veio se aproximando cada vez mais, como se aquilo fosse realmente devorar ele.
Leon ainda cansado da sua ultima corrida sabia que não conseguiria ir muito longe, mas mesmo assim correu e ele próprio ficou impressionado com sua resistência, afinal aquilo não era basquete. Quando finalmente chegara a um corredor fortemente iluminado, ainda não se sentia em paz. Havia algo na cabeça dele que o deixava em alerta, como se houvesse algo atrás dele.
Um arrepio absurdo corroeu todo o corpo dele e o frio tomou de conta daquele corredor. As luzes ficaram piscando, como em uma festa wave. Uma criatura encapuzada apareceu do nada com uma foice gigantesca e pelo seu brilho notava-se que era afiada. Aquela criatura se assemelhava a um ceifador da morte, pensou Leon. Mas ao mesmo tempo a criatura avançara e o golpeara bem no peito. O corte não apenas cortou sua camisa como a alça da bolsa e lhe arrancara um bom pedaço de sua carne.
O sangue escorria por seu peito e Leon podia sentir o cheiro de sangue se misturar com o de suor. Mesmo naquele frio ele suava. A criatura avançou de novo e desta vez não apenas desferiu um golpe. Foram tantos que retalharam o braço direito e perna esquerda dele. A dor era tanta que Leon ficou apenas caído esperando o pior.
O ceifador o pegou pelo pescoço e levantou e como que num ultimo pensamento, Leon notara que a criatura tinha mais de dois metros de altura. Enquanto o segurava a criatura pegou seu braço esquerdo e quebrou em três lugares. A dor explodia sua alma e ele sentia sua vida esvair. Mas algo em sua mente gritou com fogo:
- Nunca perca a coragem, ela sempre será seu guia. Mesmo diante do fim.
Leon ainda segurado pelo pescoço usou a perna direita para chutar o ceifador. Ele se concentrou em toda força que pode e chutou. O golpe foi certeiro, mas ineficaz. A criatura mal pareceu notar o chute. Mesmo assim ele segurou o braço da criatura e apertou. Seis segundos depois era ele quem quebrava o braço do ceifador.
O estrondo foi grande quando Leon caiu no chão. Ele mal se mantinha de pé. O ceifador mesmo com uma das mãos preparou o golpe com a foice e avançou. Desta vez a lamina pegou na barriga e Leon sentiu seus órgãos lutarem para saírem. Ele segurou a ferida e se pergunto: Vale a pena mesmo lutar? E a resposta veio com o fogo:
- Sempre, se houver um objetivo!
Viver! Pensou Leon. Ele avançou, pensou em sua mãe, em Kathy, no homem da fotografia, ate no seu padrasto. Pulou alto e no ar preparou um soco com o braço esfolado e a ultima coisa que pensou foi na esperança de viver. O soco foi forte e atravessou a criatura que se desfez como fumaça ao vento. A foice saiu voando pela janela e foi a ultima coisa que Leon viu antes de desmaiar e cair no chão do hotel.
Quando acordou não estava mais no hotel. Era um local completamente diferente, como um acampamento. Mas aquele local em especifico se tratava de uma enfermaria, pois ele notara que havia medicamentos e algumas pessoas machucadas ali, inclusive ele mesmo. Ao tentar se levantar a ferida em sua barriga se abrira novamente e o sangue começou a brotar. De repente uma garota apareceu rapidamente e tirou os curativos e tratou de cuidar da ferida. Leon ficou absurdamente tonto, mas notou que a garota vestia trajes modernos, mas ao mesmo tempo antigos. Ela possuía um cabelo negro e olhos azuis como agua. Ela falou tentando o deixar acordado:
- Calma herói, não quer perder tanto sangue de novo, né?
Peter logo ficou nervoso e falou com raiva:
-Que lugar é esse? Quem é você? Oque eu estou fazendo aqui?
- Eu sou Anne, fique calmo. As coisas vão ficar meio loucas, mas você deve manter o foco e não se mexer demais. Aqui é Acampamento meio-sangue e pode parecer loucura, mas você é um semideus.
Leon tinha apenas uma certeza, sua vida jamais seria a mesma.
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Leon Alfrodies
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