Teste para Caçadoras de Ártemis

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Teste para Caçadoras de Ártemis

Mensagem por Apolo em Qui Nov 07, 2013 9:38 pm


Caçadoras de Ártemis
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O que sabe sobre Ártemis?
Porque quer se tornar uma seguidora da deusa da lua?
Já esteve em algum relacionamento sério?
Narre uma história no qual Ártemis a convidou para se juntar a Caçada. Pode ser um favor feito à deusa da caça, você pode ter salvado outra caçadora. Enfim, use sua criatividade. Lembre-se de recitar o juramento das caçadoras. (Mínimo 20 linhas)
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Re: Teste para Caçadoras de Ártemis

Mensagem por Scarlet Mason em Seg Jan 13, 2014 9:56 pm

Nome Completo: Scarlet Johanne Smirkov Mason

Idade: 18

Progenitor Divino: Atena

O que sabe sobre Ártemis? Sei que ela é uma das deusas donzelas ligada à Caça, ao Nascimento e à vida selvagem, assim como à Lua, filha do deus Zeus e a mortal Leto, irmã gêmea mais velha de Apolo.

Porque quer se tornar uma seguidora da deusa da lua?
Nunca fui muito bem recebida em qualquer lugar que estivesse e sempre tive um apreço incomum pela Lua. Muitas vezes, quando chorava silenciosamente no meu quarto em Minsk, conversava com a Lua como se nela encontrasse a figura da minha mãe ausente. Às vezes tinha a impressão de ver uma jovem dotada de arco e flechas sorrir para mim e me dizer que tudo ficaria bem em breve. Nunca soube quem era essa mulher até chegar ao Acampamento. Ali ouvi relatos sobre os deuses e de como se mostravam aos humanos, e reconheci as feições da minha amiga anônima no rosto de Ártemis. Ela fora a única pessoa a ficar do meu lado quando ninguém mais esteve. É uma questão de honra para mim, agora, estar ao lado dela para toda a eternidade. Como sua Tenente, se minha Senhora permitir.

Já esteve em algum relacionamento sério?
Não.

Narre uma história no qual Ártemis a convidou para se juntar a Caçada. Pode ser um favor feito à deusa da caça, você pode ter salvado outra caçadora. Enfim, use sua criatividade. Lembre-se de recitar o juramento das caçadoras. (Mínimo 20 linhas)

Olhei as horas no meu relógio de pulso. Já passava da hora de recolher. Levantei a cabeça e passei os olhos pelas árvores ao meu redor. Tinha medo que alguém- ou pior, algo- aparecesse de trás de um arbusto e me transformasse em apenas mais uma dos muitos campistas que perderam a vida em combates fadados ao fracasso. Eu havia entrado na floresta para a Capture a Bandeira daquela semana, mas acabara por me afastar muito da atividade por acreditar ter visto a Bandeira do time Vermelho algumas centenas de metros além do Lago (um truque dos filhos de Hefesto, tinha certeza) e agora não sabia refazer o caminho até a área habitada do Acampamento.
Patético, eu sei.
O farfalhar das folhas à minha frente chamou a minha atenção. Fora uma perturbação mínima, quase imperceptível, mas o barulho ecoara na mata silenciosa como o retinir de sinos. Meu sangue gelou no mesmo momento. Talvez não fosse um monstro, mas quem sabe o que poderia se esconder naquela floresta? Sinceramente, eu não queria descobrir.
Mas apesar do coração martelante no peito e o zumbido incessante nos meus ouvidos, reuni toda a coragem que tinha e fui averiguar o que causara aquele ruído. Imaginei se minha mãe estaria me observando agora e o que acharia da sua filha recém reclamada morrendo de medo do escuro. Provavelmente não acharia nada digno da prole de Atena. Eu concordava.
Mas o que se mostrou entre galhos retorcidos e folhas caídas não foi uma Empusa, muito menos a própria Morte esperando-me para me levar ao Além. Não. Em vez disso estava uma garota caída que jazia na terra. Era uma menina morena e de cabelos muito pretos, jogada no arbusto com um ferimento muito grave na perna direita, profundo e com uma aparência enjoativamente verde. Envenenado, imaginei. Vira imagens muito semelhantes nas lições tomadas no Acampamento, e sabia que se não fosse tratada logo, o céu estrelado acima seria a última visão que teria.
Não pensei duas vezes. Não sei o que me deu, mas movi-me imediatamente. Talvez pudesse ter corrido ao chalé de Apolo ou levado-a à enfermaria, mas no calor do momento resolvi que eu mesma cuidaria daquela garota. Conhecia a planta que suavizaria aquela injúria, pelo menos até que pudesse receber tratamento adequado. Comecei a procurar freneticamente a flor de Liliopsida liliaes, cujo néctar aliviaria os efeitos de um veneno comum. Rezei aos deuses para que desse certo. De uma forma muito estranha, eu me sentia responsável por aquela menina. Como se fosse uma irmã de Alma e Vocação.
Achei a flor depois de cerca de dez minutos de procura. Refiz meus passos até a garota e derramei o sumo da planta no corte da sua perna. Sua expressão, antes agonizante, suavizou-se levemente e agradeci aos deuses por ter dado certo. Ofereci-lhe ambrosia e néctar, e ela os tomou de bom grado. O corte parecia melhor agora, apenas vermelho e inchado. Sorri para ela. Não sabia o seu nome, nem como viera parar tão longe na Floresta. Nunca a vira antes no Acampamento; provavelmente nem pertencia àquele lugar. Mas eu salvara a sua vida, e ela era grata por isso. Sorriu-me de volta, mas seus olhos não encontraram os meus. Estavam além de mim, em algum ponto entre as árvores.
Segui o seu olhar e encontrei-o repousado em uma garota que aparentava ter pouco mais que a minha idade. Trajava um vestido prateado e carregava um arco e flechas às costas. Tinha nos lábios o sorriso mais puro e sincero que eu já tinha visto; olhava para nós duas como uma irmã saudosista que há muito não nos vira.
E, com um choque, percebi que ela era a minha amiga anônima que me acalentara quando eu era pequena.
Levantei-me subitamente, pasma, com a boca aberta mas sem saber o que dizer. Para o meu alívio, ela aproximou-se um passo e falou:
- Scarlet. Eu sabia que você estaria aqui. Obrigada por cuidar da minha Caçadora.
Olhei para a garota jogada, como se de repente eu tomasse conhecimento do que acabara de fazer- salvara a vida de uma Caçadora de Ártemis. E agora a própria Ártemis estava ali. A mulher que eu mais amara e fora grata a vida inteira, mesmo não sabendo quem era. E agora ela estava ali, bem à minha frente, e eu não sabia o que fazer.
Mas ela sabia:
- Você fez um ótimo trabalho cuidando da Melissa. Poderia ser útil na Caçada.- Meu cérebro levou um segundo para processar o que estava acontecendo. Quando dei por mim, já estava ajolheada aos pés de Ártemis- Apenas faça o juramento.
Nem perguntei quais eram as palavras. Eu já sabia. No fundo, sempre soube:
- Eu me comprometo com Ártemis. Dou as costas para a companhia dos homens, aceito a virgindade eterna e me junto à Caçada.
Ártemis sorriu e assentiu:
- Eu disse que tudo ficaria bem em breve. Levante-se, Scarlet, Filha de Atena, Caçadora de Ártemis.


Última edição por Scarlet Mason em Seg Jan 13, 2014 10:09 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Teste para Caçadoras de Ártemis

Mensagem por Ártemis em Seg Jan 13, 2014 10:08 pm

Gostei de sua ficha Scarlet. Não havia nenhum erro, pelo menos ao meu ver. Sabe que a acompanho faz um tempo, portanto será uma honra te-la como tenente.
Aprovada.

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Re: Teste para Caçadoras de Ártemis

Mensagem por Charlie Flayer em Sex Fev 14, 2014 5:39 pm

Nome Completo: Charlie Flayer

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Progenitor Divino: Atena

O que sabe sobre Ártemis? Deusa da caça e da lua. Irmã gêmea de Apolo, filha de Zeus e Leto. Quando nasceu ajudou sua mãe no parto de seu irmão.

Porque quer se tornar uma seguidora da deusa da lua? Por que sempre admirei Ártemis por manter seu juramento de ser virgem até os dias de hoje. Também tenho um pouco de medo dos homens e quando dois garotos tentaram me roubar o medo e a raiva aumentaram.

Já esteve em algum relacionamento sério? Não, nunca nem beijei.

Narre uma história no qual Ártemis a convidou para se juntar a Caçada. Pode ser um favor feito à deusa da caça, você pode ter salvado outra caçadora. Enfim, use sua criatividade. Lembre-se de recitar o juramento das caçadoras.
Eu estava finalmente voltando para casa, tinha passado muito tempo longe da minha família. Desde que quase fui roubada e fui perseguida por dois garotos eu nunca mais voltei para minha cidade. Meu pai e minha madrasta enviam cartas, não respondo todas, as vezes nos falamos por mensagem de Íris. Tanto tempo longe, finalmente vou vê-los. Arrumei todas as coisas no meu chalé e ajudei meus irmãos e irmãs a arrumar. Pegamos alguns livros e eu peguei um que se chamava " Eu e minhas entidades". Olhei o meu chalé por um tempo antes de sair, por fora e por dentro, e percebi que sentiria saudades. Uma das minhas irmãs, Amanda, iria comigo para casa, nós moramos na mesma cidade. Esperei ela terminar de se arrumar e fiz uma trança de lado no cabelo dela e ela fez uma trança escama de peixe no meu. Na maioria das vezes eu não prendo meu cabelo ou só faço um rabo, mas ela insistiu tanto que eu cedi, o que é um milagre! Saímos do Acampamento com lágrimas nos olhos porque iria passar muito tempo até ver todos novamente. O caminho era longo e não queria encontrar um monstro desprevenida. Peguei meu colar que ganhei da minha mãe no meu aniversário, ele se transforma em um arco de ouro com uma coruja e o pingente de coruja em uma aljava com flechas quando eu apertasse um pequeno botão que passava totalmente despercebido.
-Eu queria ter um - Disse Amanda quebrando o silêncio.
- Você tem uma pulseira que vira um escudo! - Eu respondi
- Mas é de prata, não de ouro.
- Amanda cala a boca
Rimos por um bom tempo até acharmos um grupo de garotas adolescentes, usavam um casaco prateado e estavam com arco e flecha. Caçadoras de Ártemis - Eu pensei. Nos aproximamos e eu vi, pelo menos, cinco garotas apontando o arco pra minha cabeça e seis apontando para Amanda.
- Abaixem os arcos - Disse uma garota que aparentava ter a minha idade, ou até mais. As garotas abaixaram e a garota continuou falando - Meios-sangues - Pareceu um sussurro mas deu para ouvir.
- Vocês dão boas vindas assim para todo mundo? - Disse Amanda. Chutei a perna dela e a tonta ainda faz o maior escândalo- Por que você fez isso?
- Elas são caçadoras de Ártemis e se não me engano essa é...
- Ártemis? Sim - Disse a garota
As caçadoras aparecem no acampamento quando eu tinha 12 anos. Não vi elas nunca mais, mas lembrava do rosto de cada uma.
Uma garota cochichou algo no ouvido de Ártemis, que assentiu com a cabeça, veio até nós e disse:
- Garotas, como vocês devem saber as caçadoras são eternas donzelas que servem a mim. Elas só morrem se caírem em uma batalha ou se tiverem um relacionamento amoroso.
- Sim nós sabemos disso, pode ir direto ao ponto? - Disse Amanda. Deu um belo beliscão nela e a tonta novamente gritou.
- Eu gostaria de saber se vocês gostariam de se juntar a caçada? - Continuou Ártemis.
Eu e Amanda trocamos olhares preocupados e eu voltei minha atenção a Ártemis. Quando eu ia falar algo Amanda disse:
- Me desculpe Deusa Ártemis, mas eu não aceito.
Ártemis assentiu com tristeza e olhou para mim
- E você Charlie? - Ela perguntou, esperando que eu me juntasse a caçada.
- Eu aceito.
Me ajoelhei e a deusa disse:
- Repita comigo: "Eu me comprometo com a Deusa Ártemis.
- Eu me comprometo com a deusa Ártemis.
- Dou as costas para a companhia dos homens, aceito a virgindade eterna e me junto a Caçada."
- Dou as costas para a companhia dos homens, aceito a virgindade eterna e me junto a Caçada
Levantei e dei um abraço em Amanda e falei pra ela avisar aos meus pais, em um momento uma lágrima desceu em meu rosto. Ártemis colocou a mãe em meu ombro
- Vamos Charlie, temos muito o que fazer.
Soltei Amanda e, enquanto ia saindo, ficava olhando para trás, a irmã que eu mais amo indo embora e provavelmente para sempre.

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Re: Teste para Caçadoras de Ártemis

Mensagem por Ártemis em Dom Fev 16, 2014 9:06 am

Recusada
Poderia ter detalhado mais. Não será por uma hora ou outra que aparecerei lhe convidando para ser minha caçadora. Poderia ter narrado um favor a mim, ou até mesmo ter me encontrado logo após a uma batalha. Gosto que as caçadoras mostrem talento e determinação em suas lutas. O motivo para se tornar uma caçadora não conseguiu me chamar atenção.

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Re: Teste para Caçadoras de Ártemis

Mensagem por Convidado em Ter Fev 18, 2014 8:00 pm

Eu me comprometo com Ártemis.


Dou as costas para a companhia dos homens, aceito a virgindade eterna e me junto à Caçada.

*



Nome Completo:
Louise Blair Black.

Idade:
19 anos.

Progenitor Divino:
Tártaro.

O que sabe sobre Ártemis?
É a deusa da lua, da caça e da vida selvagem. Irmã gêmea de Apolo e filha de Zeus e Leto. É representada com uma túnica branca, ladeada por um lobo ou um veado, sempre segurando um arco.

Porque quer se tornar uma seguidora da deusa da lua?
Pois além de admirar muito a deusa da lua, Louise nunca teve interesse em garotos, muito menos no amor. Para ela esse é o sentimento mais desnecessário entre todos. A garota admira muito a caça e o arco, adoraria ter maior conhecimento e habilidade com os mesmos.

Já esteve em algum relacionamento sério?
Não, nunca. Nem sequer cogitou um.

Narre uma história no qual Ártemis a convidou para se juntar a Caçada. Pode ser um favor feito à deusa da caça, você pode ter salvado outra caçadora. Enfim, use sua criatividade. Lembre-se de recitar o juramento das caçadoras. (Mínimo 20 linhas)

Com sua foice em mãos, Louise adentrou a Floresta do Acampamento Meio-Sangue. Apesar de não saber o exato motivo a levou até ali. Na verdade, sabia. Porém ele não era o mais completo e nem chegava a fazer sentido. A garota não via problemas em andar na Floresta aquela hora, conhecia  a mesma muito bem. Servia quase como um refúgio. Afinal, quem gostaria de ser amigo da estranha filha de Tártaro que desejou a morte da própria mãe e no fim, teve seu desejo realizado por seu pai? Ou simplesmente, Louise não tinha a intenção de fazer amigos, nem com seus primos ela falava.
Mas aqui estava ela, no meio da Floresta, seguindo um maldito sonho.
Era de se estranhar o fato de sonhar. A Black nunca teve um sonho se quer, mas esta noite as coisas foram diferentes. Ela sonhou que uma das Caçadoras de Lady Ártemis tinha sido encurralada e presa na em alguma árvore na Floresta, árvore esta para qual Louise se dirigia no exato momento.
Ela apenas estava intrigada com uma coisa. O que uma Caçadora fazia no Acampamento? Por estar na Floresta, poderia significar uma caçada, ou não poderia?
De qualquer maneira, Louise seguia atenta ao redor, procurando pistas que a levassem até a algum lugar. Porém, nada indicava um movimento recente. Nem uma pista sequer.
Porém ouve uma movimentação que fez a filha de Tártaro se esconder atrás de uma árvore. Em seguida, escutou o que pareciam ser duas mulheres conversando.
- Vamos matá-la logo! - resmungou a primeira.
- Acalme-se! Talvez mandem outras atrás delas, acho melhor esperarmos.
A outra resmungou em concordância e logo ouvi o farfalhar das folhas, indicando que elas haviam partido.
Louise deu a volta na árvore e foi quando viu a Caçadora do seu sonho. Ainda presa a grande árvore e desacordada. Dando um olhar em direção aonde as duas monstras estavam a poucos segundos e constatando que as mesmas já haviam partido e correu em direção a garota, tirando do seu bolso a sua adaga e cortando as cordas que prendiam a jovem.
- Eu não disse que mandariam alguém atrás dela. - afirmou uma voz atrás de Louise - Mas ela não cheira como uma semideusa. Cheira como monstro.
- Eu sou um monstro. - respondeu Louise.
- Não, é não! É uma semideusa, veio salvar a outra menina!
- Você mesmo disse que eu não cheiro como monstro.
- Eu sou o pior monstro que vocês já tiveram o prazer de conhecer. Sou a única filha de Tártaro, a favorita do meu pai. Pessoas já morreram por eu simplesmente não gostar delas, vão embora e nunca mais ataquem qualquer pessoa ou o mesmo acontecerão a vocês.
Louise sabia que seria complicado lutar e deixar a garota indefesa, enrolar ou fazer com que as duas recuassem com medo era uma vantagem. Ela poderia ver o medo em seus olhos.
- Se meu pai souber que vocês não temem a mim... O que ele irá pensar? Fará questão de vir cuidar desse problema pessoalmente, não acham?
As monstras se entreolharam e foram embora desesperadas.
A semideusa deixou um alto suspiro escapar e deitou a Caçadora no chão, tirando do seu próprio bolso um pequeno cantil de néctar e dando para a garota.
A filha de Tártaro sentiu algo estranho no ar, um brilho incomum atrás de si revelou que ela não estava mais sozinha. Virou-se então para encontrar Ártemis, a deusa da lua a observando.
- Louise, filha de Tártaro. Obrigada por vir atrás de minha Caçadora e cuidar dela. Você poderia se juntar a nós.
A Black piscou, surpresa pelo "convite". Não esperava ser convidada para qualquer tipo de grupo, ainda mais diretamente pela deusa. Mas só havia uma resposta que poderia dar para deusa.
- Eu me comprometo com Ártemis. Dou as costas para a companhia dos homens, aceito a virgindade eterna e me junto à Caçada.


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Re: Teste para Caçadoras de Ártemis

Mensagem por Ártemis em Ter Fev 18, 2014 8:13 pm

Louise.
Irei ser honesta com você. Achei a historia muito criativa e poderia até mesmo ter sido um pouco mais longa, eu gostaria muito de vê-la lutar contra os monstros. Nenhum erro gritante fora encontrado durante a narração. Digna de ser uma caçadora. É uma honra recebe-la ao grupo.

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Re: Teste para Caçadoras de Ártemis

Mensagem por Scarlet Lopes em Dom Abr 13, 2014 12:15 pm

Nome Completo: Scarlet Lopes

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Progenitor Divino: Atena

O que sabe sobre Ártemis? Ela é a deusa da caça, dos animais selvagens e da lua. Filha de Zeus e Leto e irmã gêmea de Apolo.

Por que quer se  tornar seguidora da deusa da lua? Por que adoro animais e o arco e flecha, gosto da luz da lua e não gosto de Homens. Além disso, Ártemis é uma deusa, que eu admiro muito.

Já esteve em algum relacionamento sério? Nunca.

Relate uma história...

Olhei as horas no meu relógio de pulso. Já passava da hora de recolher. Levantei a cabeça e passei os olhos pelas árvores ao meu redor. Tinha medo que alguém- ou pior, algo- aparecesse de trás de um arbusto e me transformasse em apenas mais uma dos muitos campistas que perderam a vida em combates fadados ao fracasso. Eu havia entrado na floresta para a Capture a Bandeira daquela semana, mas acabara por me afastar muito da atividade por acreditar ter visto a Bandeira do time Vermelho algumas centenas de metros além do Lago (um truque dos filhos de Hefesto, tinha certeza) e agora não sabia refazer o caminho até a área habitada do Acampamento. Patético, eu sei. O farfalhar das folhas à minha frente chamou a minha atenção. Fora uma perturbação mínima, quase imperceptível, mas o barulho ecoara na mata silenciosa como o retinir de sinos. Meu sangue gelou no mesmo momento. Talvez não fosse um monstro, mas quem sabe o que poderia se esconder naquela floresta? Sinceramente, eu não queria descobrir. Mas apesar do coração martelante no peito e o zumbido incessante nos meus ouvidos, reuni toda a coragem que tinha e fui averiguar o que causara aquele ruído. Imaginei se minha mãe estaria me observando agora e o que acharia da sua filha recém reclamada morrendo de medo do escuro. Provavelmente não acharia nada digno da prole de Atena. Eu concordava. Mas o que se mostrou entre galhos retorcidos e folhas caídas não foi uma Empusa, muito menos a própria Morte esperando-me para me levar ao Além. Não. Em vez disso estava uma garota caída que jazia na terra. Era uma menina morena e de cabelos muito pretos, jogada no arbusto com um ferimento muito grave na perna direita, profundo e com uma aparência enjoativamente verde. Envenenado, imaginei. Vira imagens muito semelhantes nas lições tomadas no Acampamento, e sabia que se não fosse tratada logo, o céu estrelado acima seria a última visão que teria. Não pensei duas vezes. Não sei o que me deu, mas movi-me imediatamente. Talvez pudesse ter corrido ao chalé de Apolo ou levado-a à enfermaria, mas no calor do momento resolvi que eu mesma cuidaria daquela garota. Conhecia a planta que suavizaria aquela injúria, pelo menos até que pudesse receber tratamento adequado. Comecei a procurar freneticamente a flor de Liliopsida liliaes, cujo néctar aliviaria os efeitos de um veneno comum. Rezei aos deuses para que desse certo. De uma forma muito estranha, eu me sentia responsável por aquela menina. Como se fosse uma irmã de Alma e Vocação. Achei a flor depois de cerca de dez minutos de procura. Refiz meus passos até a garota e derramei o sumo da planta no corte da sua perna. Sua expressão, antes agonizante, suavizou-se levemente e agradeci aos deuses por ter dado certo. Ofereci-lhe ambrosia e néctar, e ela os tomou de bom grado. O corte parecia melhor agora, apenas vermelho e inchado. Sorri para ela. Não sabia o seu nome, nem como viera parar tão longe na Floresta. Nunca a vira antes no Acampamento; provavelmente nem pertencia àquele lugar. Mas eu salvara a sua vida, e ela era grata por isso. Sorriu-me de volta, mas seus olhos não encontraram os meus. Estavam além de mim, em algum ponto entre as árvores. Segui o seu olhar e encontrei-o repousado em uma garota que aparentava ter pouco mais que a minha idade. Trajava um vestido prateado e carregava um arco e flechas às costas. Tinha nos lábios o sorriso mais puro e sincero que eu já tinha visto; olhava para nós duas como uma irmã saudosista que há muito não nos vira. E, com um choque, percebi que ela era a minha amiga anônima que me acalentara quando eu era pequena. Levantei-me subitamente, pasma, com a boca aberta mas sem saber o que dizer. Para o meu alívio, ela aproximou-se um passo e falou:
- Scarlet eu sabia que você estaria aqui. Obrigada por cuidar da minha Caçadora. Olhei para a garota jogada, como se de repente eu tomasse conhecimento do que acabara de fazer- salvara a vida de uma Caçadora de Ártemis. E agora a própria Ártemis estava ali. A mulher que eu mais amara e fora grata a vida inteira, mesmo não sabendo quem era. E agora ela estava ali, bem à minha frente, e eu não sabia o que fazer. Mas ela sabia:
- Você fez um ótimo trabalho cuidando da Melissa. Poderia ser útil na Caçada.- Meu cérebro levou um segundo para processar o que estava acontecendo. Quando dei por mim, já estava ajolheada aos pés de Ártemis:
- Apenas faça o juramento.- Nem perguntei quais eram as palavras. Eu já sabia. No fundo, sempre soube:

- Eu me comprometo com Ártemis. Dou as costas para a companhia dos homens, aceito a virgindade eterna e me junto à Caçada. Ártemis sorriu e assentiu: - Eu disse que tudo ficaria bem em breve. Levante-se, Scarlet, Filha de Atena, Caçadora de Ártemis. Eu, só me lembro que naquela noite a lua brilhou, como eu nunca a tinha visto.

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Re: Teste para Caçadoras de Ártemis

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